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ISSN 1413-294X versão
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Objetivos e política editorial
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Estudos de Psicologia (Natal) é uma publicação quadrimestral do Programa de Pós -graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, cujos fascículos são compostos por uma seção generalista e uma seção dossiê. Publica trabalhos inéditos em Psicologia e áreas afins, que se enquadrem nas seguintes categorias: (1) relatos de pesquisa baseada em dados empíricos, (2) estudos teóricos, (3) revisões críticas da literatura, e (4) resenhas de livros de destaque. Em casos de real inovação acadêmica e/ou científica, são também aceitos relatos de experiência profissional (descrição de procedimentos e estratégias, ou estudos de caso) e notas técnicas (descrição de instrumentos e técnicas originais de pesquisa). Os manuscritos submetidos à seção generalista devem ser submetidos via internet, diretamente no website da Revista (http://www.epsic.psicologia.ufrn.br). Toda e qualquer submissão será recebida sob a condição de que o material nunca foi publicado, nem está em avaliação por outro periódico. As submissões serão inicialmente apreciadas pela Comissão Editorial. Se estiverem de acordo com as normas para publicação e forem consideradas como potencialmente publicáveis por Estudos de Psicologia (Natal) serão encaminhadas para avaliação pelos pares. A seção dossiê é organizada por um editor convidado de uma área de expressão dentro da Psicologia, e recebe artigos direcionados ao tema ou à área do dossiê, também submetidos via website. O que a difere da seção generalista é a especificidade temática e, em alguns casos, a forma de submissão de artigos – espontânea ou convite. O processo de avaliação por pares (double blind review, que preserva a identidade dos autores e consultores) será o mesmo para ambas as seções, seja o manuscrito proveniente de qualquer das formas de submissão. O acervo de artigos já publicados em Estudos de Psicologia (Natal) está disponível, em texto integral, na biblioteca eletrônica SciELO (http://www.scielo.br/epsic) e deve ser consultado por autores que planejam submeter sua produção pela primeira vez. |
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1. Os manuscritos deverão ser escritos preferencialmente em português, conforme os padrões editoriais estabelecidos nestas “Normas”, que são adaptadas da 6ª edição do Publication Manual da American Psychological Association (APA), de 2010. Como alternativa à consulta ao original desse manual, sugerimos os Manuais de Normalização de Trabalhos Científicos disponibilizados no site da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS-Psi ULAPSI Brasil) <http://www.bvs-psi.org.br/> O arquivo do manuscrito deve incluir: título em português, título abreviado, resumo e palavras-chave, título em inglês, abstract e keywords, texto do trabalho organizado em seções (com respectivos subtítulos), seguido da lista de referências bibliográficas. Após estas, se houver, tabelas, figuras, notas e apêndices. O arquivo do manuscrito deve ser depositado no website da Revista, depois de atendidas as exigências de cadastramento da submissão que ali são indicadas. Esse arquivo deve estar em formato de qualquer processador de texto conversível ao padrão Word for Windows. Não serão aceitos arquivos que contenham recursos especiais de edição, como marcas de controle de revisão, hifenização, ou macros. Segue abaixo os itens para apresentação do manuscrito: o Formatação: o Folha A4 o Margens: esquerda 3,0 cm; demais lados 2,0cm; o No de páginas no canto superior direito em algarismos arábicos. Obs: numerar a partir da folha de rosto. o Fonte: Times New Roman, corpo 12 o Entrelinhamento duplo em toda a sua extensão. É fundamental que o material não contenha qualquer forma de identificação da autoria, o que inclui referência a trabalhos anteriores do(s) autor(es), detalhes de método que possibilitem a identificação/localização da origem, bem como informações contidas nos campos das propriedades do documento (para retirar informações do autor nas propriedades do documento, vá em “Arquivo” -> “Propriedades” para versões anteriores ao Microsoft Office 2007, e “Arquivo” -> “Preparar” -> “Propriedades” para Microsoft Office 2007). 2. As páginas iniciais deverão conter: (a) título do manuscrito; (b) sugestão de título abreviado; (c) resumo em português, com mínimo de 100 e máximo de 150 palavras no caso de relatos de pesquisa, estudos teóricos e revisões críticas; e 50 a 100, no caso de relatos de experiência profissional e notas técnicas; (d) indicação de três a cinco palavras-chave em português, em minúsculas, separadas por ponto-e-vírgula. (e) título do manuscrito em inglês (tradução do título em português); (f) abstract (tradução do resumo para o inglês); (g) indicação de três a cinco keywords (tradução das palavras-chave para o inglês), em minúsculas, separadas por ponto-e-vírgula. Obs: atentar para a qualidade das palavras-chave e não incluir frases. 3. Os limites de páginas abaixo discriminados incluem folha de rosto, resumo, abstract, texto, figuras, tabelas, referências bibliográficas, notas e apêndices: (a) 25 páginas para relatos de pesquisa, estudos teóricos e revisões críticas da literatura; (b) 15 páginas para relatos de experiência profissional e notas técnicas; (c) 5 páginas para resenhas. 4. As figuras e tabelas deverão ser incluídas em arquivos separados e cadastrados no campo destinado a “documentos suplementares”, identificadas com número e título, e elaboradas conforme os seguintes padrões: em preto e branco ou colorido, fonte 10, entrelinhamento simples e não poderão exceder o tamanho de 17,5 x 23,5 cm. Como devem ser cadastrados em documentos separados, é necessário indicar no corpo do texto o local aproximado onde cada uma delas deve ser incluída. O aproveitamento final desse material poderá ficar condicionado ao envio de arquivo em formatos especiais dos softwares correspondentes, como pode ocorrer no caso de certos gráficos, cópias digitalizadas, fotografias e outras ilustrações. 5. As referências bibliográficas deverão ser relacionadas alfabeticamente, no final do texto, pelos nomes dos autores e cronologicamente por autor, conforme normas da 6a edição do Publication Manual da American Psychological Association (APA), de 2010. Apresentamos exemplos de casos mais comuns, para orientação, incluindo caracteres em itálico e recuo de aproximadamente 5 espaços a partir da segunda linha, em formatação que deve ser empregada nos manuscritos submetidos à Revista: 5.1. Livros e obras tomados na íntegra: Chauí, M. (1984). Repressão sexual: essa nossa (des)conhecida. São Paulo: Brasiliense. Moura, M. L. S., & Correa, J. (1997). Estudo psicológico do pensamento: de W. Wundt a uma Ciência da Cognição. Rio de Janeiro: EDERJ. Conselho Federal de Psicologia. (Org.). (1988). Quem é o psicólogo brasileiro? São Paulo: Edicon. Sabadini, A. A. Z. P., Sampaio, M. I., & Koller, S. H. (2009). (Orgs.). Publicar em Psicologia: um enfoque para a revista científica [versão em PDF]. Recuperado de http://publicarempsicologia.blogspot.com/ 5.2. Capítulos de coletâneas: Frigotto, G. (1998). A educação e a formação técnico-profissional frente à globalização excludente e o desemprego estrutural. In L. H. Silva (Org.), A escola cidadã no contexto da globalização (pp. 218-238). Petrópolis: Vozes. Grimm, L. G., & Yarnold, P. R. (1995). Introduction to multivariate statistics. In L. G. Grimm & P. R. Yarnold (Orgs.), Reading and understanding multivariate statistics (pp. 1-18).Washington: American Psychological Association. Rocha, N. M. S., & Alencar, M. A. (2009). Pioneiros da Psicologia brasileira: diversidade e ética. In M. A. T. Ribeiro, J. S. Bernardes, & C. E. Lang (Orgs.), A produção na diversidade: compromissos éticos e políticos em Psicologia (pp. 207-230). São Paulo: Casa do Psicólogo. 5.3. Artigos em periódicos científicos: Sawaia, B. B. (2009). Psicologia e desigualdade social: uma reflexão sobre liberdade e transformação social. Psicologia & Sociedade, 21(3), 364-372. doi: 10.1590/S0102-71822009000300010 Mello, S. L. (1992). Classes populares, família e preconceito. Psicologia USP, 3, 123-130. Nicolaci-da-Costa, A. M., Romão-Dias, D., & Di Luccio, F. (2009). Uso de entrevistas on-line no método de explicitação do discurso subjacente (MEDS). Psicologia Reflexão e Crítica, 22(1), 36-43. Yamamoto, O. H., Koller, S. H., Guedes, M. C., LoBianco, A. C., Sá, C. P., Hutz, C. S., ... Menandro, P. R. M. (1999). Periódicos científicos em Psicologia: uma proposta de avaliação. Infocapes, 7(3), 5-11. 5.4. Dissertações e teses: Ferreira, J. H. B. P. (2009). Sócio-sexualidade e Desconto do Futuro: mecanismo de alocação de investimento e tomada de decisão (Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo, São Paulo). Paiva, I. L. (2008). Os novos quixotes da Psicologia e a prática social no âmbito do "terceiro setor" (Tese de Doutorado, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal). Recuperado de http://bdtd.bczm.ufrn.br/tedesimplificado//tde_busca/arquivo.php?codArquivo=1982 Observação: informar sítio da internet, no caso de dissertações e teses acessadas em banco de dados digitais. 5.5. Trabalhos não-publicados ou no prelo: Ting, J. Y., Florsheim, P., & Huang, W. (2008). Mental health help-seeking in ethnic minority populations: a theoretical perspective. Manuscrito submetido para publicação. Goulart, P. M. (no prelo). Adaptação do Questionário sobre Significados do trabalho – QST à cultura brasileira. Estudos de Psicologia (Natal). 5.6. Trabalhos apresentados em eventos científicos e publicados em anais: Meneghini, R., & Campos-de-Carvalho, M. I. (1995). Áreas circunscritas e agrupamentos sequenciais entre crianças em creches. In Sociedade Brasileira de Psicologia (Org.), XXV Reunião Anual de Psicologia. Resumos (p. 385). Ribeirão Preto: Autor. Trzesniak, P. (2009, maio). 23 anos de Psicologia: o acervo digital científico e administrativo da Anpepp. Comunicação apresentada no 6º Congresso Norte Nordeste de Psicologia, Belém. Resumo recuperado de http://www.conpsi6.ufba.br/ 5.7. Trabalhos apresentados em eventos científicos e não-publicados: Haidt, J., Dias, M. G., & Koller, S. (1991, fevereiro). Disgust, disrespect and culture: moral judgment of victimless violation in the USA and Brazil. Comunicação apresentada em Annual Meeting of the Society for Cross-Cultural Research, Isla Verde, Puerto Rico. 5.8. Obra antiga e re-editada em data muito posterior e traduções: Piaget, J. (1973). A linguagem e o pensamento da criança (3a ed., M. Campos, Trad.). Rio de Janeiro: Fundo de Cultura. (Texto original publicado em 1956) Observação: no corpo do texto, a notação deve ser a seguinte: Piaget (1956/1973). 5.9. Autoria institucional: American Psychological Association. (2010). Publication manual (6a ed.). Washington: Autor. 5.10. Documentos legislativos: Decreto n. 3.298. (1999, 20 de dezembro). Regulamenta a política nacional para a integração da pessoa portadora de deficiência, consolida as normas de proteção e dá outras providências. Brasília, DF: Presidência da República. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. (1996, 23 de dezembro). Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial da União, seção 1. Constituição da República Federativa do Brasil. (1988, 5 de outubro). Recuperado de http://www.senado.gov.br/sf/legislacao/const/ 5.11. Comunicações pessoais: Cartas, conversas (telefônicas ou pessoais) e mensagens de correio eletrônico não devem ser incluídas na seção de Referências, mas apenas no texto, na forma iniciais e sobrenome do emissor e data (S. L. Mello, comunicação pessoal, 15 de setembro de 1995). 5.12. Citações secundárias: Quando for absolutamente inevitável, pode-se citar um texto contido em outra publicação consultada, sem que o original tenha sido consultado. Neste caso, deve-se citar na seção de Referências apenas a obra consultada e no corpo do texto, indicar autores dos dois textos, conforme o exemplo: “Piaget (citado por Flavell, 1996)”. 5.13. Material obtido da internet: Os exemplos apresentados a seguir ilustram os casos mais comuns. Para um tratamento mais completo, recorrer ao Manual da APA, e/ou às informações disponíveis no website da APA: http://www.apastyle.org/elecref.html. Associação de Moradores de Vila Real. (2002). Carta aberta à Prefeitura Municipal. Recuperado de http://www.amvr.atas/cartaaberta.html Precisamos vencer a dengue agora (s/d). Recuperado de http://www.ansp.campanhas/saude/docs/ 6. As remissões bibliográficas sem a citação literal devem ser incorporadas ao texto, entre parênteses e em ordem alfabética, seguindo o padrão: (a) até dois autores, sobrenome(s) e ano de publicação em todas as citações; (b) de três a cinco autores, o sobrenome dos autores é citado na primeira inserção e, da segunda vez em diante, somente o do primeiro autor seguido de “et al.” e ano de publicação; (c) com seis autores ou mais, o sobrenome do primeiro autor seguido de “et al.” e ano em todas as citações. 7. No caso de citação literal assim como em trecho de entrevista, o excerto deve aparecer entre aspas, com indicação – logo após a citação – da(s) página(s) de onde foi retirado. Trechos com mais de 40 palavras devem ser colocados em bloco separado, sem aspas, nem itálico, com recuo de 5 espaços com relação à margem esquerda do parágrafo (equivalente a 0,5cm do parágrafo). Observar as notações para apresentação de citações no Publication Manual da APA. Vide exemplo: Keller (2002) afirma que a primeira tarefa do desenvolvimento da criança consiste em desenvolver relações de aprendizagem com os cuidadores primários, e conceitua a aprendizagem como: um processo de desenvolvimento, guiado por regras epigenéticas que direcionam a atenção dos bebês para seus parceiros sociais e permitem uma aprendizagem facilitada dos parâmetros que definem as relações dentro de um contexto específico e, consequentemente, o desenvolvimento de um self contextual (p. 217). Para explicar as regras epigenéticas, Keller (2002) utiliza dois conceitos cunhados por Mayr (1988): os programas fixos e os programas abertos. 8. As notas de rodapé devem restringir-se à complementação de informações que, julgadas relevantes, não caibam na sequência lógica do texto. Notas bibliográficas não são recomendadas. 9. Qualquer material adicional considerado indispensável para a compreensão do texto (questionários, protocolos de entrevista, testes, etc.) ou tabelas muito longas devem ser apresentados em Apêndice, em nova página, identificados por letras maiúsculas (Apêndice A, Apêndice B, etc.). A numeração de cada tabela apresentada no apêndice deve ser precedida pela letra identificadora do apêndice (Tabela A1, Tabela C4, etc.). Para detalhes, consultar o Manual de Publicações da APA. |
Procedimentos de submissão e avaliação dos manuscritos
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Os manuscritos que se enquadrarem nas modalidades de trabalho especificadas acima e seguirem rigorosamente as normas de apresentação do manuscrito, passarão pelo seguinte procedimento: 1. Avaliação preliminar – serão avaliadas a qualidade e a pertinência do conteúdo do manuscrito aos eixos temáticos de interesse da Revista, considerando-se a originalidade e a coerência teórico-metodológica, em função da seção em que o manuscrito for submetido. Tal avaliação será realizada pela editoria da Estudos de Psicologia (Natal) e, eventualmente, por um membro da Comissão Editorial ou do Conselho Científico da Revista e poderá resultar na recusa do trâmite. 2.Verificação inicial – será checado se o manuscrito atende satisfatoriamente aos requisitos de: a) Não conter qualquer forma de identificação de autoria; b) Estar plenamente adequado às normas da 6ª edição do Publication Manual da American Psychological Association (APA), de 2010; c) Estar com o número de páginas dentro do limite estipulado para a seção em que foi submetido. O descumprimento de qualquer um desses três itens é suficiente para a recusa inicial do material, motivo pelo qual recomendamos aos autores que façam um minucioso check-list de seus manuscritos, antes da submissão. Enfatizamos que manuscritos recusados duas vezes por inadequação a esses itens não serão novamente recebidos. 3. Avaliação por pares – encaminhamento para emissão de um mínimo de dois pareceres por membros do Conselho Científico da Revista e/ou consultores ad hoc, com possibilidade de recomendação para aceitação, reformulação ou recusa do manuscrito. 4. Notificação aos autores: a) Decisão editorial preliminar – notificação de recomendação para reformulação, com a maior brevidade possível e disponibilização de cópias integrais dos pareceres, preservadas as identidades dos consultores. Os manuscritos reformulados serão examinados pela Comissão Editorial, que decidirá, com base nas recomendações dos consultores, pela aceitação para publicação, pela necessidade de reformulações adicionais ou, ainda, pela recusa. Em caso de aceitação para publicação, a Comissão Editorial reserva-se o direito de introduzir pequenas alterações para efeito de padronização conforme os parâmetros editoriais da Revista; b) Decisão editorial – notificação da decisão final acerca da publicação ou não do manuscrito, sempre pela editoria. Reiteramos que o processo de avaliação por parte de pares utiliza o sistema de double blind review, preservando a identidade dos autores e consultores. Por este motivo é que a não identificação de autoria do manuscrito é critério imprescindível para o início do trâmite de avaliação. |
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A aprovação dos textos implica a cessão imediata e sem ônus dos direitos de publicação na Revista Estudos de Psicologia (Natal), que terá a exclusividade de publicá-los em primeira mão. O autor continuará, não obstante, a deter os direitos autorais para publicações posteriores. No caso de republicação dos artigos em outros veículos, recomenda-se a menção à primeira publicação em Estudos de Psicologia (Natal). |
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