ISSN 0100-4158 versão impressa
ISSN 1678-4677 versão online

INSTRUÇÕES AOS AUTORES

 

Escopo do periódico

Fitopatologia Brasileira (FB) destina-se à publicação de artigos técnico-científicos, que descrevam pesquisas originais em Fitopatologia e contribuam significativamente para seu desenvolvimento. FB aceita trabalhos escritos em Português, Inglês e Espanhol. Trabalhos que apenas descrevem materiais ou métodos sem aplicá-los à pesquisa em Fitopatologia não são, em geral, aceitos, bem como aqueles que tratam de temas que diferem apenas em pequenos detalhes de pesquisas já publicadas. A submissão do trabalho implica que os autores aceitam as normas da revista, ficando implícito que o mesmo não esteja submetido para publicação em outro periódico. Está também implícito que, no desenvolvimento do trabalho, os aspectos éticos, respeito à legislação vigente do "copyright" e as normas de segurança em relação ao consumidor foram também observadas. Manuscritos submetidos em desacordo com as normas não serão considerados.

 

Preparação de manuscritos

ESTILO E FORMATO
Os manuscritos devem ser apresentados em três vias, original e duas cópias, digitados em espaço duplo, com margens de 3 cm. As páginas devem ser numeradas e as linhas devem ter numeração contínua, inclusive da página inicial. Recomenda-se a utilização da fonte "Times New Roman", com tamanho de fonte 11. O texto deve ser escrito no tempo passado do verbo na forma impessoal. O autor deve seguir seu próprio estilo, tendo em mente a concisão e a clareza do texto. Para orientar-se em relação ao estilo e formato dos diversos tipos de trabalhos, recomenda-se aos autores consultar fascículos recentes da revista e levar em conta as orientações sobre cada seção do manuscrito que seguem.

Página inicial - Deve conter o título, nome dos autores, endereço da instituição, departamento ou setor do local onde o trabalho foi realizado sem abreviações, endereços de E-mail, data de aceitação do manuscrito, autor para correspondência e linha de referência do trabalho. Em caso de trabalhos resultados de cursos de Pós-Graduação, a instituição e ano da defesa devem ser indicados no rodapé, assim como o endereço do primeiro autor quando diferente do local de execução.

Título - Deve ser conciso, claro e indicar objetivamente o assunto tratado, não maior que 150 caracteres; é apresentado em letra inicial maiúscula e nomes científicos em itálico, sem indicação das autoridades. Os autores devem lembrar que o título é a parte do trabalho que é lido com mais freqüência e que recebe mais atenção.

Nomes dos autores - O primeiro e último nome dos autores devem ser apresentados por extenso, abreviando para a primeira letra os nomes de família intermediários e pré-nomes, mas não os nomes como Júnior, Filho, Neto.

Filiação institucional dos autores - Indicar, por extenso, o nome da instituição a que o autor está filiado, por ordem de hierarquia crescente, como Departamento, Laboratório ou Seção; unidade como Faculdade, Escola, Centro, Instituto ou Núcleo; instituição como Universidade, Secretaria de Estado ou Empresa; seguido de CEP, cidade, Estado e endereço de E-mail. Não usar abreviações do nome de instituições, nem traduzir seu nome. Todos os elementos do mesmo endereço são separados por vírgula, entre endereços o separador é o ponto-e-vírgula.

Referência do trabalho - Seguir as normas de referência bibliográfica.

Resumo - Deve condensar o conteúdo, expondo objetivos, indicar materiais e métodos, os principais resultados e conclusões em não mais do que 250 palavras, tudo escrito em um único parágrafo.

Palavras-chave adicionais - não devem repetir termos que se acham no título, podem ser constituídos de frases curtas e não só de palavras e devem ser separadas por vírgula.

Abstract - Além de seguir as recomendações do resumo, não ultrapassando 250 palavras, deve ser uma tradução próxima ao resumo. Não deverá ter termos abreviados, comuns na linguagem local, como por exemplo, SP para São Paulo, ou NE para nordeste etc., pois será lido por pessoas de outros países e será usado por serviços de indexação que dão visibilidade para a produção científica nacional. É geralmente a parte que mais recebe atenção.

Additional Keywords - Representam a tradução das palavras-chave para a língua inglesa.

Introdução - Deve apresentar uma visão concisa do estado atual do conhecimento sobre o assunto que o manuscrito aborda e enfatizar a relevância do estudo, sem constituir-se em extensa revisão. Indica, na parte final, claramente os objetivos da pesquisa.

Material e Métodos - Esse item sempre deve conter informações suficientes para que outros possam repetir o trabalho. Esta seção pode ser dividida por subtítulos, indicados em negrito, em número parcimonioso. Métodos devem ser brevemente descritos, mesmo sendo comuns ou já descritos em outros veículos de publicação, indicando a fonte. Métodos novos ou modificados devem ser apresentados com detalhes, que garantam a reprodutibilidade da pesquisa.

Resultados - Deve descrever, de modo conciso, a lógica da investigação e suas descobertas. No texto, não se deve repetir, mas apenas fazer referência, aos dados ilustrados em tabelas ou gráficos e figuras. A interpretação dos resultados pertence à Discussão. A seção pode ter seções, indicadas por sub-títulos descritivos concisos e em negrito. Uma análise estatística que evidencie a significância dos dados é, geralmente, indispensável.

Discussão - Deve relacionar os resultados com trabalhos anteriores e interpretá-los. Pode levantar hipóteses baseadas nos dados do trabalho relatado e pode repetir partes da Introdução e recapitular aspectos essenciais da seção de Resultados. As seções Resultados e Discussão podem ser combinadas e divididas em subseções, com subtítulos concisos e descritivos.

Agradecimentos - Devem fazer referência a apoios recebidos de qualquer natureza, sejam esses de natureza financeira, indicando o doador de bolsas, a procedência e código de processo de recursos financeiros recebidos para execução de projetos, ou de natureza intelectual, indicando infra-estrutura, materiais ou pessoas, especificando a contribuição recebida.

Referências Bibliográficas - Devem seguir as normas para citação no texto e na seção própria. Normas para citação no texto: Souza & Silva (2005) ou (Souza & Silva, 2005. Quando houver mais de dois autores, usar a forma reduzida a exemplo de Souza et al. (2005) ou (Souza et al., 2005). Referências a trabalhos dos mesmos autores, no mesmo ano, devem ser diferenciadas no texto e na lista de referências por letras a, b, c, etc. como, por exemplo, Silva (1995 a, b) ou Silva et al. (1995a, b).

Na seção própria, as referências bibliográficas devem ser listadas em ordem alfabética do sobrenome. Referências com dois ou mais autores devem ser listados na ordem cronológica, depois de todos os trabalhos do primeiro autor. A referência deve incluir o nome de todos os autores, o título, o nome do periódico por extenso, as páginas inicial e final. A seguir, exemplos específicos.

Artígo

REIS, R.F., GOES, A. & TIMMER L.W. Effect of temperature, leaf wetness, and rainfall on the production of Guignardia citricarpa ascospores and on black spot severity on sweet orange. Fitopatologia Brasileira 31:29-34. 2007.

ARNOLD, A.E., MEDJÍA, L.C., KYLLO, D., ROJAS, E.I., MAYNARD, Z., ROBBINS, N. & HERRE, E.A. Fungal endophytes limit pathogen damage in a tropical tree. Proceedings of the National Academy of Science of the USA 26:15649-15654. 2003.

Capítulo de livro

CAMPOS, V.P. & VILLAIN, L. Nematode parasites of coffee and cocoa. In: Luc, M., Sikora, R.A. & Bridge, J. (Eds.) Plant parasitic nematodes in subtropical and tropical agriculture. Wallingford UK. CAB International. 2005. pp. 529-580.

CRAIG, J. Sorghum Downy Mildew. In: Frederiksen, R.A. (Ed.) Compendium of sorghum diseases. Saint Paul MN. APS Press. 1986. pp. 39-40.

Lívro

AGRIOS, G.N. Plant Pathology. 5th Ed. Amsterdam. Elsevier Academic Press. 2005.

KIRK, P.M., CANNON, P.F., DAVID, J.C. & STALPERS J.A. Dictionary of the Fungi. 9th. Ed. Wallingford UK. CAB International. 2001.

KIMATI, H., AMORIM, L., REZENDE, J.A.M., BERGAMIN FILHO, A. & CAMARGO, L.E.A. (Eds.) Manual de Fitopatologia. Vol. 2. Doenças das Plantas Cultivadas. 4ª. Ed. São Paulo SP. Ceres. 2005.

Tese e Dissertação

SOUZA M.V. Caracterização parcial de um fragmento e detecção por rt-PCR de Rice stripe necrosis virus. Dissertação de Mestrado. Porto Alegre RS. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 2007.

BARBOSA M.A.G. Indutores químicos, enzimas envolvidas na resposta de defesa e custo fisiológico da indução. Tese de Doutorado. Recife PE. Universidade Federal Rural de Pernambuco. 2007.

CÂMARA, M.P.S. Taxonomy of Ophiosphaerella, Paraphaeosphaeria and Phaeosphaeria: a molecular and morphological approach. PhD Thesis. Pennsylvania PA. Pennsylvania State University. 1999.

BHAT, M.G. Studies on inheritance of resistance to downy mildew Peronosclerospora sorghi (Weston and Uppal) Shaw in sorghum. Master Thesis. Bangalore, Índia. University of Agricultural Science. 1981.

GIMENES-FERNANDES, N. Método de avaliação e herança da resistência a Peronosclerospora sorghi (Weston & Uppal) C.G. Shaw em sorgo [Sorghum bicolor (L.) Moench]. Tese de Livre Docência. Jaboticabal SP. Universidade Estadual Paulista. 1981.

Resumos e Abstracts em evento científico

FREITAS-ASTUA, J., LOCALI, E.C., ANTONIOLI, R.; ASTUA-MONGE, G., TARGON, M.L.P. & MACHADO, M.A. Multiplex RT-PCR for the detection of the most important citrus viruses in Brazil. Proceedings, X. International Congress of Citriculture, Agadir. 2004. p. 95.

BETTIOL, W., SILVA, H.S.A, GALVÃO, J.A.H. & FURLANI, P.R. Controle de oídio em cultivo hidropônico de alface com leite de vaca. Resumos, 8ª. Reunião de Controle Biológico de Fitopatógenos, Ilhéus BA. 2003. pp. 138-139.

PAWAR, M.N., FREDERIKSEN, R.A., MUGHOGHO, L.K. & BONDE, M.R. Survey of the virulence of Peronosclerospora sorghi isolates from India, Ethiopia, Nigeria, Texas (USA), Honduras, Brazil and Argentina. Phytopathology 75:1374. 1985. (Abstract)

LAU, D., BROMMONSCHENKEL, S.H., CARVALHO, E.C.S., LIMA, G.S.A. & ZERBINI JUNIOR, F.M. Analysis of the Sw-5 mediated resistance response to tospovirus species. Vírus: Reviews and Research 4:154. 1999. (Abstract)

LIMA, C.S., PFENNING, L.H., COSTA, S.S., CAMPOS, M. A. & LESLIE, J.F. Amplified Length Polymorphisms Analysis of Fusarium species associated with mango malformation. Fitopatologia Brasileira 30(Supl.):74. 2005. (Resumo)

Trabalhos aceitos para publicação, mas ainda não publicados, podem ser citados como "no prelo" na lista de referências. No momento da entrega da versão final do manuscrito, deve ser apresentada a evidência de aceitação. Trabalhos ainda não aceitos podem ser citados no texto, como resultados não publicados, citando as iniciais e o sobrenome de todos os autores; entretanto, sua utilização não é recomendada; referências a "manuscritos submetidos", relatórios; "mimeografados" e "manuscritos em preparação" não são permitidas como não o são as citações de citações. Informações utilizadas proveniente de "Comunicação Pessoal" devem ser comprovadas por carta das pessoas citadas.

Ilustrações: o tamanho da página impressa da revista é de 176 x 235 mm e o texto, apresentado em duas colunas de 85 x 235 mm. A diagramação das fotos e gráficos deverá ter essas dimensões por base. Procure calcular as eventuais reduções ou ampliações que as figuras sofrerão tendo em mente essas dimensões. As ilustrações deverão seguir o mesmo estilo; devem ser "emolduradas" por linhas simples e vir acompanhadas das respectivas legendas e no verso identificadas com o nome dos autores. Os gráficos deverão ser feitos em papel branco.

Tabelas - deverão ostentar um título conciso e serem auto-explicativas, sem referência ao texto. Notas explicativas de rodapé devem ser curtas e indicadas preferentemente por símbolos ou letras. As linhas horizontais só devem aparecer separando o cabeçalho da tabela do título e do conteúdo da tabela, e uma ao final da tabela. A linha que separa o cabeçalho do título deve ser dupla. Não incluir linhas verticais, nem mesmo no cabeçalho. As linhas verticais que separam as colunas não devem aparecer, nem mesmo no cabeçalho. Evite tabelas muito grandes e que apresentem colunas e/ou linhas sem dados. Devem ser impressas em espaço duplo e em folha separada e numeradas na ordem em que são citadas no texto.

Figuras - devem ser empregadas seletivamente para demonstrar pontos importantes e específicos; devem levar em conta a clareza e a economia de espaço. As legendas devem vir em folhas separadas e não devem repetir a seção de Métodos. Elas precisam ser numeradas na ordem que aparecem no texto e partes de uma única figura devem ser designadas (a), (b), etc. e etiquetadas como tal na figura. Não serão aceitas figuras que dupliquem informações encontradas em tabela e / ou texto.

Desenhos - devem ter qualidade que permita a reprodução direta e serem apresentados em tamanho duas vezes o tamanho em que aparecerão na página impressa. Podem ser submetidos como: (a) desenho original de linhas em preto sobre papel branco; (b) fotografia direta do original e (c) desenhos produzidos por programa de computador, impressos com qualidade para reprodução direta. Não são aceitos gráficos e/ou desenhos excessivamente elaborados, com desnecessária apresentação em três dimensões, quando se referirem a duas variáveis. O tamanho dos símbolos e a espessura das linhas devem ser escolhidos, tendo-se em mente a clareza e a proporção.

Fotografias - as fotos deverão ser em preto-e-branco, em resolução mínima de 300dpi, apresentadas em formato JPEG e no tamanho aproximado em que aparecerão na revista. Se houver várias fotos, procure montá-las formando um conjunto, igualando ao máximo suas tonalidades; não deixe espaços em branco entre as fotos. No caso de micrografias, indicar o aumento com uma barra, na própria foto. Numerar as fotos consecutivamente na ordem em que elas aparecem no texto. Para reprodução de fotos coloridas, é cobrada dos autores uma contribuição no valor de R$ 300,00 por página, cobrindo o custo de produção do fotolito de separação de cores.

Reações sorológicas e padrões eletroforéticos - devem ser submetidos na forma de fotografias de bom contraste, não sendo aceitáveis desenhos representativos.

Gráficos e imagens geradas digitais - devem ser gerados em programas compatíveis com o sistema Windows, de preferência com "Corel Draw". Levar em conta as dimensões da página da revista e considerar a proporcionalidade das figuras em relação ao tamanho das letras, números e símbolos. Evite elaborar demais os gráficos, com um número excessivo de linhas, barras ou símbolos.

PROCESSAMENTO DO MANUSCRITO
O Presidente da Comissão Editorial designará um Editor Associado para a análise de cada manuscrito, após examiná-lo para assegurar-se que o tema tratado está de acordo com o escopo da revista Fitopatologia Brasileira. No parecer de pré-análise, o Editor Associado indicará dois ou três revisores ad hoc do manuscrito, recomendará sua devolução aos autores para modificação de conteúdo ou formato, ou rejeitará o manuscrito na forma apresentada. Sobre os trabalhos pré-selecionados, os revisores ad hoc apresentarão à Comissão Editorial pareceres avaliando a originalidade e relevância do trabalho, adequação da metodologia empregada e coerência em relação aos objetivos indicados, recomendando ou não o manuscrito para publicação. Independente de seu julgamento, espera-se dos revisores que apresentem sugestões para o aprimoramento do trabalho ou até mesmo indicação de experimentos adicionais que devem ser feitos em apoio dos fatos relatados. Estes pareceres serão enviados pelo Presidente da Comissão Editorial ao Editor Associado que os analisará e emitirá parecer conclusivo sobre o manuscrito, numa das seguintes formas: (a) aceito sem modificações; (b) aceito com modificações ou (c) não aceito para publicação. Por modificações entende-se: atualização bibliográfica, mudanças na metodologia, realização de experimentos complementares etc. A aceitação com modificações implica que o manuscrito precisa sofrer correções que podem ser feitas pelo autor em não mais do que três meses do recebimento do manuscrito com as correções. Em qualquer uma das hipóteses, o manuscrito é devolvido ao autor para conhecimento dos pareceres, da opinião do Editor Associado e da decisão final do Presidente da Comissão Editorial. No caso das hipóteses (a) e (b), o autor deve produzir uma versão final do manuscrito, incorporando as sugestões, realizando as edições necessárias e promovendo as reformulações indicadas. Duas cópias desta versão final devem ser enviadas à Comissão Editorial, acompanhada de um CD ou disquete onde está gravada a versão corrigida do manuscrito e os elementos gráficos, em arquivos separados. Manuscritos de trabalhos não aceitos para publicação não serão devolvidos aos autores.

Utilização da versão gravada em CD ou disquete - as seguintes orientações devem ser consideradas, quando a versão final for remetida. O CD ou disquete deve ser etiquetado, indicando claramente o número de registro do manuscrito, nome do primeiro autor, bem como o nome do arquivo. É da inteira responsabilidade do autor assegurar que a versão gravada em disquete seja a reprodução exata da cópia em papel aceita para publicação. Disquetes não serão devolvidos a não ser que isto seja solicitado pelo autor. É de inteira responsabilidade do autor assegurar que a versão gravada seja a reprodução exata da cópia em papel aceita para publicação. CD e disquetes não serão devolvidos a não ser que seja solicitado pelo autor.

Prova Tipográfica - uma cópia da prova tipográfica do manuscrito será remetida para o autor para correspondência, que deverá fazer as possíveis e necessárias correções e devolvê-la em 48 horas. Correções extensivas do texto do manuscrito, cujo formato e conteúdo já foram aprovados para publicação, não são aceitáveis. Alterações, adições, deleções e edições implicarão em novo exame do manuscrito pela Comissão Editorial e produção de outra prova tipográfica.. Erros e omissões presentes no texto da prova tipográfica, corrigido e devolvido à Comissão Editorial, são de inteira responsabilidade do autor.

Custos - uma taxa de tramitação de R$50,00 é devida para cada trabalho submetido para publicação e deve ser remetida juntamente com o manuscrito. Esta taxa não será cobrada dos autores das revisões.

PADRONIZAÇÕES
Abreviações não convencionais devem ser evitadas e, em caso de serem usadas, devem ser definidas na sua primeira aparição no texto. As abreviações convencionais serão tratadas nos tópicos que seguem. Quantidades, unidades e símbolos, no sistema métrico, devem seguir as normas internacionais; mantendo, sempre, um espaço entre um número e a unidade, como no exemplo 37 oC. O nome de cultivares deverá vir entre apóstrofes ou precedido pelo nome cultivar ou cv., a exemplo de 'Carioca', a cultivar Carioca ou a cv. Carioca.

Nomes científicos de organismos devem ser escritos em itálico, após o nome comum do organismo. Em sua primeira aparição no corpo principal do texto, no Resumo e no "Abstract", o nome genérico e específico será citado por extenso. As citações subseqüentes devem ser abreviadas no nível genérico (Ex. Sclerotium rolfsii Sacc. como S. rolfsii). A autoridade do nome científico de seres vivos deve ser citada no corpo principal do texto, na ocasião de sua primeira aparição. A citação será feita de acordo com as normas da nomenclatura binomial latina, de acordo com autoridades internacionais, disponíveis em páginas na internet; para plantas no The International Plant Names Index (http://www.ipni.org/index.html), e para fungos no Index Fungorum (http://www.speciesfungorum.org/Names/Names.asp).

Os nomes das espécies de vírus devem seguir as normas estabelecidas pelo ICTV (International Comittee on Taxonomy of Viruses), de acordo com o Código Internacional de Classificação e Nomenclatura publicado no 8º. Relatório do ICTV (2005). Nomes de espécies são nomes científicos e, portanto, devem ser escritos em inglês, de forma análoga aos nomes científicos de plantas e outros organismos vivos, escritos em latim. Nomes científicos não são traduzidos, mas em casos nos quais o nome do vírus em português é tradicionalmente utilizado, este pode aparecer na primeira citação, acrescentando-se, entre parênteses, o nome em inglês em itálico, seguido da sigla definidos pelo ICTV. Por exemplo: vírus do mosaico dourado do feijoeiro (Bean golden mosaic virus, BGMV); vírus da mancha anelar do mamoeiro (Papaya ringspot virus, PRSV). A seguir, usar apenas o nome científico em inglês ou a sigla para se referir ao vírus. Os nomes científicos e suas siglas podem ser consultados no 8º. Relatório do ICTV, e no endereço www.ncbi.nlm.nih.gov/ICTVdb/. Os nomes das categorias taxonômicas como ordem, família, subfamília e gênero devem ser escritos em itálico, com a primeira letra maiúscula, precedidos do termo da unidade taxonômica. Exemplos: família Bunyaviridae, gênero Tospovirus. Na primeira citação de uma espécie de vírus no texto, acrescentar o nome da família e/ou gênero. Exemplo: vírus do mosaico comum do feijoeiro (Bean commom mosaic virus, BCMV, família Potyviridae, gênero Potyvirus).

Peso molecular e Daltons - O uso correto do peso molecular de uma proteína é, por exemplo, 54.000. O uso correto da massa molecular da mesma proteína e 54.000 Da ou 54 kDa.

Sistema métrico - Colocar todas as unidades no sistema métrico, usando L, mL, mL, µL.

Unidades de tempo - Quando antecedida de números, usar as unidades de tempo com as seguintes abreviações: segundos (s), minutos (min) e horas (h).

Defensivos agrícolas - Utilizar apenas nomes técnicos e/ou princípios ativos. Não é recomendável a menção de nomes comerciais de produtos ou de empresas que os produzem e que sugira sua utilização. As fórmulas químicas devem ser escritas em uma linha e obedecer à nomenclatura atualmente mais aceita."

CASOS OMISSOS
A orientação sobre situações não previstas nestas normas será dada pela Comissão Editorial, no curso do exame de cada manuscrito submetido à publicação em Fitopatologia Brasileira.

 

Tipos de trabalhos

Fitopatologia Brasileira publica trabalhos originais em formato de Artigo, Comunicação, Nota Fitopatológicas, Revisão (preparada por autores convidados) e Carta ao Editor, conforme descrito abaixo. Todos os trabalhos serão avaliados preliminarmente pela Comissão Editorial e por Editor Associado da área específica do manuscrito. Na pré-análise, o trabalho pode ser aceito para revisão ou devolvido aos autores para modificação da forma. Manuscritos aceitos para revisão serão submetidos à análise de, pelo menos, dois consultores ad hoc, escolhidos dentre os especialistas da área do trabalho submetido, sócios ou não da Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF). A aceitação ou rejeição de um trabalho será decidida pelo Editor Associado, baseado na avaliação dos pareceres dos consultores ad hoc e da sua própria análise, em consonância com o Presidente da Comissão Editorial. Revisão e Carta ao Editor serão objetos de análise do Presidente da Comissão Editorial que os submeterá à análise de dois consultores, preferencialmente entre os Editores Associados.

Artigo - Relata um trabalho original completo em que a reprodutibilidade dos resultados está claramente estabelecida. É recomendado aos autores que preparem seus manuscritos considerando que eles deverão ter, aproximadamente, sete páginas impressas (15-20 digitadas em espaço duplo), incluindo em torno de 30 referências bibliográficas, quatro figuras e/ou gráficos e quatro tabelas. Conterá: Título, nome dos autores, filiação institucional, data de aceitação, autor para correspondência, referência do trabalho, resumo, de no máximo 250 palavras, palavras-chave, citação, abstract (com título em inglês), Introdução, Material e Métodos, Resultados, Discussão, Agradecimentos (fazendo referência a apoios recebidos de natureza financeira como bolsas, projetos etc. ou intelectual), Referências Bibliográficas, Tabelas e Figuras. Os itens Resultados e Discussão podem ser apresentados juntos ou em separado. Não faz parte do formato de FB uma seção de Conclusões.

Comunicação - Relata resultados conclusivos e não dados preliminares. É um formato alternativo para descrever, de forma mais concisa, resultados parciais de um trabalho mais amplo, ou o relato de resultados conclusivos baseados em um menor volume de dados. O texto completo não terá mais que cinco páginas impressas (12-15 digitadas em espaço duplo) e não deverá ter mais que duas figuras/gráficos, uma tabela e não mais que 15 referências bibliográficas. A Comunicação conterá as informações das seções de um artigo, mas não terá os títulos Introdução, Material e Métodos, Resultados e Discussão.

Nota Fitopatológica - Destina-se à divulgação rápida de informações como primeira constatação numa região de doença já conhecida; ensaios de defensivos; descrição de cultivares resistentes e registros importantes para a vigilância fitossanitária (quarentena). O texto e figura ou tabela deverão estar contidos em uma página impressa, duas digitadas em espaço duplo ou três, quando não tiver elementos ilustrativos como figura ou tabela. Deverá conter, além dos elementos comuns do título e do texto, um curto Abstract ou Resumo quando redigido em inglês. As referências bibliográficas devem ser incorporadas no texto, de forma reduzida, incluindo apenas o primeiro autor, veículo de publicação, volume, página inicial e ano.

Revisão - Apresentada por autores convidados para elaborar revisão sobre um assunto relevante ou em grande evidência. Sua estrutura é mais livre do que a dos outros tipos de trabalho e não tem limite definido de páginas, ilustrações e referências bibliográficas.

Carta ao e do editor - Tem como objetivo tratar, de forma menos formal, assunto técnico-científico ou de outra natureza, de interesse da Sociedade Brasileira de Fitopatologia. Sua publicação ficará a critério do Presidente da Comissão Editorial, ouvindo a Comissão Editorial.

 

Submeter um manuscrito

A Comissão Editorial solicita aos autores, que pretendem submeter um manuscrito, preparar os documentos listados a seguir. A Comissão aceita o envio da documentação por E-mail.
  • Texto em três vias, digitado em espaço duplo, paginado e com numeração de linhas contínua;
  • Disquete ou CD contendo o texto original e elementos gráficos como tabelas, figuras, fotografias e microfotografias em arquivos separados;
  • Carta de encaminhamento com a anuência de todos os autores;
  • Cheque nominal ou comprovante de depósito referente à taxa de tramitação no valor de R$ 50,00; Conta para depósito da taxa de tramitação: SBF, Banco do Brasil, Agência 0364-6, cc. 36.981-0

Encaminhar para o endereço:

Fitopatologia Brasileira - Comissão Editorial
Universidade Federal de Lavras
Cx. Postal 3066
37200 000 Lavras MG

 

[Home] [Sobre esta revista] [Corpo editorial] [Assinaturas]


Sociedade Brasileira de Fitopatologia

SGAS 902 Edifício Athenas - Bloco B, Salas 102/103
70390-020 Brasília, DF
Tel./Fax: +55 61 3225-2421


sbf-revista@ufla.br