ISSN 0103-863X versão impressa
ISSN 1982-4327 versão online

INSTRUÇÕES AOS AUTORES

 

Normas de publicação

A revista Paidéia é vinculada ao Programa de Pós-graduação em Psicologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo. Editada desde 1991, tem periodicidade quadrimestral e publica artigos originais na área de Psicologia. Os artigos publicados são de responsabilidade exclusiva dos autores, as opiniões e julgamentos neles contidos não expressam necessariamente aqueles relativos à Comissão Editorial.

 

Tipo de colaboração aceita pela revista Paidéia

1. Relato de pesquisa: investigação baseada em dados empíricos, utilizando metodologia científica. A revista Paidéia publica prioritariamente artigos destinados à divulgação de resultados de pesquisas originais recentes. Limitado a 25 páginas, incluindo resumo, abstract, resumen, figuras, tabelas e referências (excluindo-se deste cômputo as folhas de rosto).

2. Estudo teórico: análise de construtos teóricos, levando ao questionamento de modelos existentes e à elaboração de hipóteses para futuras pesquisas. Limitado a 25 páginas, incluindo resumo, abstract, resumen, figuras, tabelas e referências (excluindo-se deste cômputo as folhas de rosto). A submissão de manuscritos desta natureza não é livre, limitando-se a autores convidados pelo Editor.

3. Revisão sistemática da literatura: análise de um corpo abrangente de investigação, relativo a assuntos de interesse para o desenvolvimento da Psicologia. A revisão sistemática deve descrever pormenorizadamente a metodologia utilizada para busca dos estudos originais, sendo que a Paidéia indica a utilização de um dos seguintes métodos: PRISMA, PICO, Cochrane ou Strobe. É necessário também explicitar os critérios utilizados na seleção dos estudos que foram incluídos na revisão e os procedimentos empregados na síntese dos resultados obtidos pelos estudos revisados (que poderão ou não ser procedimentos de meta-análise). Espera-se que os autores definam claramente uma pergunta norteadora da revisão e, na análise da produção científica, identifiquem relações, contradições, lacunas e/ou inconsistências existentes na literatura. Também é esperado que, a partir dos resultados, os autores sugiram os próximos passos de investigação para a resolução dos problemas identificados. A revisão deve limitar-se a 25 páginas, incluindo resumo, abstract, resumen, figuras, tabelas e referências (excluindo-se deste cômputo a folha de rosto).

A revista Paidéia desencoraja fortemente a submissão de manuscritos multipartes de uma mesma pesquisa.

 

Apreciação pela comissão editorial

O processo de revisão editorial só terá início se o manuscrito encaminhado obedecer estritamente às condições definidas nas Normas de Publicação. Caso contrário, o manuscrito submetido será recusado e arquivado. O manuscrito que se enquadra nas categorias 1 a 3, acima descritas, será submetido à pré-análise da Comissão Editorial. Quando verificado o cumprimento de todas as Normas de Publicação, será encaminhado para análise dos consultores ad hoc, pressupondo-se que: (a) não foi publicado e tampouco está sendo submetido a outro periódico, (b) manuscritos com conteúdo semelhante não deverão ter sido publicados ou estar em apreciação em qualquer veículo, (c) todas as pessoas listadas como autores aprovaram seu encaminhamento com vistas à publicação na revista Paidéia; (d) qualquer pessoa citada como fonte de comunicação pessoal aprovou previamente a citação por meio de documento por escrito.

O processo editorial da revista Paidéia pauta-se pela revisão às cegas (double blind review) realizada por pares, ou seja, as identidades dos autores e dos assessores ad hoc são mantidas incógnitas. A tramitação editorial inicia-se com a submissão do manuscrito à Paidéia, cujo recebimento é acusado pela Secretaria da revista. O original é analisado, preliminarmente, pela Comissão Editorial, de acordo com os seguintes critérios: (a) conteúdo, no que se refere à linha temática da revista; (b) originalidade, relevância do tema e qualidade da metodologia científica utilizada; (c) adequação às normas editoriais adotadas pelo periódico.

Após passar por essa etapa de pré-análise, pode-se ter como desfecho: (a) devolver o manuscrito aos autores solicitando modificações, quando não foram atendidas as exigências formais; (b) recusá-lo ou (c) dar prosseguimento ao processo de avaliação, caso o manuscrito atenda aos critérios supracitados.

Os manuscritos submetidos serão apreciados pela Comissão Editorial, que os encaminharão para análise de consultores ad hoc que tenham reconhecida competência na área de conhecimento em questão. O resumo do manuscrito é utilizado como veículo de consulta aos assessores. Em geral, entre três e cinco pesquisadores são convidados a emitir parecer. Caso um especialista convidado apresente qualquer impedimento de se manifestar sobre o manuscrito (conflito de interesses profissionais, financeiros, benefícios diretos e indiretos), a Comissão Editorial deve ser informada. O procedimento para primeira avaliação é iniciado com o envio do manuscrito na íntegra aos assessores ad hoc que acederam ao convite. No mínimo dois consultores avaliam cada manuscrito. A análise será baseada no instrumento de avaliação utilizado pela Revista. Os consultores, após análise acurada do manuscrito submetido, sugerem a recusa ou recomendam sua publicação – que pode ser condicionada à realização de alterações recomendadas. Cada consultor emite parecer em formulário padrão e o finaliza com seu julgamento, assinalando um dentre os cinco critérios descritos a seguir, sendo que três deles contemplam a possibilidade de aceitação e dois sugerem reprovação.

Em condição de aceitação: Excelente; Bom, com algumas deficiências; Bom, mas necessita de ampla revisão.

Sem condição de aceitação: Necessita de extensa reformulação para ser ressubmetido; Recusado para publicação.

A aceitação do manuscrito submetido pode ser condicionada a modificações que visam a melhorar a clareza ou precisão do texto. Os autores receberão as cópias dos pareceres dos consultores na íntegra, tendo a Comissão Editorial liberdade para emitir comentários sobre o manuscrito, que serão informados aos autores. Os manuscritos recomendados para publicação, mas sujeitos a modificações, deverão ser reformulados, no intuito de alcançar a aceitação final. A versão reformulada deve ser devolvida em 30 dias, juntamente com carta dos autores, enviada em documento suplementar e dirigida à Comissão Editorial, elencando as alterações que foram feitas no manuscrito, a partir das críticas/sugestões contidas no parecer emitido, e justificando aquelas que não foram acatadas. Caso os autores não encaminhem o manuscrito revisado e a carta-resposta no prazo estipulado, o processo editorial será encerrado, em qualquer etapa da submissão.

A carta-resposta contendo as justificativas, o manuscrito reformulado e o parecer da Comissão Editorial referente à versão original do manuscrito, serão apreciados pela Comissão Editorial. A critério desta, também poderão ser encaminhados aos consultores ad hoc, que apreciarão as reformulações realizadas e as cotejarão com os pareceres emitidos, avaliando também a consistência da argumentação dos autores. Após essa análise, caberá à Comissão julgar se o manuscrito pode ser publicado ou se ainda requer modificações, ou ainda se será recusado. Se a Comissão Editorial decidir que o manuscrito necessita de novas alterações, será solicitada nova reformulação aos autores, obedecendo-se ao processo descrito acima. O manuscrito poderá ter no máximo uma segunda reformulação.

Caso o manuscrito esteja em condições de aceite, a Comissão Editorial realizará uma última análise dos pareceres e do texto, no sentindo de avaliar se ainda cabem alterações. Caso aprovado, o manuscrito será encaminhado para os procedimentos finais de normalização com vista à publicação. Cumpre esclarecer que, com base nos pareceres emitidos, cabe ao Editor responsável o julgamento final sobre a publicação ou recusa do manuscrito. Essa decisão será comunicada aos autores.

Em situações específicas (pareceres inconsistentes, questões éticas, julgamento ambivalente, dentre outras), a versão reformulada do manuscrito poderá ser também enviada a um terceiro consultor ad hoc. Em sua análise, o consultor poderá rejeitar o manuscrito, sugerir novas alterações que considerar necessárias ou aceitar a versão reformulada. A Comissão Editorial analisará os pareceres para deliberar, recomendando ou não a publicação.

O manuscrito aprovado será encaminhado para revisão bibliográfica realizada pela bibliotecária da revista e, posteriormente, será padronizado pela Comissão Editorial e Técnica da Paidéia, com vistas às últimas correções formais. Pequenas modificações na redação/estrutura do texto poderão ser realizadas a critério desta Comissão. Mediante tais procedimentos, os manuscritos aprovados são encaminhados para diagramação. A composição dos artigos aprovados para publicação em cada fascículo da revista leva em consideração a diversificação de autoria por região do país e instituições, o que implica que o aceite do manuscrito não é condicionado à sua imediata publicação.

Os arquivos em formato PDF são encaminhados para a equipe de bibliotecários a fim de que sejam feitas as indexações e a um profissional especializado para a preparação dos textos na metodologia SciELO. A última etapa consiste na distribuição dos exemplares impressos para autores, indexadores, bibliotecas vinculadas à Rede Brasileira de Bibliotecas da Área de Psicologia (ReBAP), corpo editorial e consultores ad hoc. Cada autor de artigo publicado receberá um exemplar do fascículo no qual seu estudo foi publicado. No último número de cada volume da revista será publicada a nominata dos consultores ad hoc que colaboraram na avaliação dos manuscritos no ano corrente.

 

Direitos autorais/cuidados éticos

A Comissão Editorial autoriza o livre acesso e a franca distribuição dos conteúdos publicados, desde que citada a fonte, ou seja, atribuindo-se crédito aos autores e à revista Paidéia, e preservado o texto na íntegra. O autor tem permissão para depositar a versão final (postprint / PDF do editor) em repositório institucional/temático ou página (site, blog) pessoal, imediatamente após a publicação, desde que em acesso aberto e sem qualquer período de embargo. Deverá fazer a referência completa à primeira publicação na revista Paidéia. O acesso ao artigo deverá ser, no mínimo, alinhado àquele oferecido pela revista.

A Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, como pessoa jurídica, é proprietária e detentora dos direitos autorais derivados da publicação.  Para a utilização dos artigos, a Paidéia adota a Licença Creative Commons, CC BY-NC Atribuição não comercial. Com essa licença é permitido acessar, baixar (download), copiar, imprimir, compartilhar, reutilizar e distribuir os artigos, desde que para uso não comercial e com a citação da fonte, conferindo os devidos créditos autorais à revista Paidéia. Nesses casos, nenhuma permissão é necessária por parte dos autores ou dos editores.

Os manuscritos submetidos, quando derivados de estudos que envolvem seres humanos, devem obrigatoriamente ter sido aprovados por Comitê de Ética em Pesquisa, conforme preconizam as diretrizes e normas da Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde - Ministério da Saúde. Os autores deverão inserir a cópia digitalizada da declaração de aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da instituição, conforme instruções adiante.

 

Reprodução de outras publicações

Citações com mais de 500 palavras, reprodução de uma ou mais figuras, tabelas ou outras ilustrações devem ter permissão escrita do detentor dos direitos autorais do trabalho original para a reprodução especificada na revista Paidéia. A permissão deve ser endereçada ao autor do manuscrito submetido. Os direitos obtidos secundariamente não serão repassados em nenhuma circunstância.

 

Autoria

A atribuição de autoria de um artigo pauta-se na contribuição substancial de cada uma das pessoas listadas como autores, no que tange à concepção e planejamento do projeto de pesquisa, obtenção ou análise e interpretação dos dados, redação e revisão crítica. A indicação dos nomes dos autores, logo abaixo do título do artigo, é limitada a seis. Excedendo-se esta quantidade, os colaboradores deverão ser listados na nota de agradecimentos.

 

Orientações gerais para submissão

A submissão do manuscrito deverá ser feita por sistema eletrônico de gerenciamento do processo de publicação, disponível em http://submission.scielo.br/index.php/paideia. Manuscritos recebidos por correio convencional, fax, e-mail ou qualquer outra forma de envio não serão apreciados pela Comissão Editorial.

No ato da submissão, os autores devem anexar no sistema (no campo indicado):

Os manuscritos encaminhados pelos autores, via on line, recebem protocolo numérico de identificação.

A Paidéia adota integralmente as normas de publicação do Publication Manual of the American Psychological Association (6a edição, 2010). É importante que alguns passos sejam previamente observados em relação à submissão: (1) revise cuidadosamente o texto com relação à correção gramatical, digitação e normas bibliográficas, bem como os itens que devem compor a submissão; (2) verifique se todos os requisitos das Normas de Publicação foram atendidos.

No ato da submissão on line, o manuscrito deverá ser encaminhado à Paidéia em um dos seguintes idiomas: português, inglês ou espanhol. Os textos deverão ser digitados em espaço duplo (distância entre linhas igual a 1 cm), em fonte tipo Times New Roman, tamanho 12, ao longo de todo texto, não excedendo o número de páginas estabelecido . O manuscrito deve ser paginado desde a folha de rosto, a qual receberá número de página 1. A página deverá ser tamanho A4, com formatação de margens de 2,5 cm (superior, inferior, esquerda e direita) e recuo da primeira linha do parágrafo: tab = 1,25cm.

A apresentação dos manuscritos deve seguir a seguinte ordem:

1. Folha de rosto não identificada contendo:

1.1. Título pleno em português, não devendo exceder 12 palavras;

1.2. Título pleno em inglês, compatível com o título em português;

1.3. Título pleno em espanhol, compatível com o título em português;

1.4. Sugestão de título abreviado em inglês para cabeçalho (máximo de 50 caracteres, contando-se letras, pontuações e espaço entre as palavras).

Atenção: Como a revisão dos manuscritos é feita às cegas quanto à identidade dos autores. É responsabilidade dos autores verificar que não haja elementos capazes de identificá-los em qualquer parte do texto. A revista Paidéia não se responsabiliza por procedimentos dos autores que não respeitem esta norma. O nome do autor deve ser removido das propriedades do arquivo, a partir da ferramenta “Propriedades do documento”, opção do menu “Arquivo” do MS Word, e em qualquer outra parte do manuscrito enviado. Não serão aceitos anexos e apêndices, ilustrações coloridas, reprodução de fotografias, tabelas com sombreamento, tampouco notas de rodapé no corpo do texto. A reprodução de qualquer parte de obra publicada só será permitida quando acompanhada de documento dos autores da referida obra, autorizando a publicação na revista.

Em caso de aprovação, os artigos serão publicados em inglês, tanto na versão impressa como na versão on-line. Ou seja, para que seja publicado, os autores deverão providenciar a versão completa do manuscrito (tal como aprovado) para o inglês e arcar com os custos de sua tradução. Para assegurar a qualidade e uniformidade dos textos traduzidos para o idioma inglês, esse trabalho deverá ser realizado necessariamente por um dos tradutores indicados e credenciados junto à revista. O Comitê de Tradutores Credenciados é constituído por profissionais altamente capacitados e com experiência comprovada na versão de textos científicos.

2. Resumo em português. Deve ter no máximo 150 palavras. No caso de relato de pesquisa, o resumo deve incluir, obrigatoriamente: uma descrição sumária do problema investigado, objetivo, características pertinentes da amostra, método utilizado para a coleta de dados, resultados e conclusões (ou considerações finais, no caso de estudos qualitativos). As considerações finais devem apresentar as implicações ou aplicações do conhecimento produzido. Para os relatos de pesquisa, o método deve oferecer informações consistentes sobre os participantes, instrumentos e procedimentos utilizados. Apenas os resultados mais importantes, que respondem aos objetivos da pesquisa, devem ser mencionados no resumo. Não devem ser incluídas referências.

Ao resumo devem-se seguir 3 a 5 palavras-chave para fins de indexação do manuscrito – devem ser escolhidas palavras que classifiquem o conteúdo do texto com precisão adequada, que permitam que ele seja recuperado juntamente com artigos semelhantes, e que possivelmente seriam evocadas por um pesquisador ao efetuar levantamento bibliográfico. As palavras-chave devem ser selecionadas obrigatoriamente com o auxílio da ferramenta encontrada em: http://www.bvs-psi.org.br/ – consultar: Terminologias, e Terminologia Psi, onde está disponibilizado o Vocabulário de Termos em Psicologia.
O resumo de uma revisão sistemática da literatura ou de um estudo teórico deve incluir: tópico tratado (em uma frase), objetivo, tese ou construto sob análise ou organizador do estudo, fontes utilizadas (por exemplo, observação feita pelo autor, literatura indexada em bases) e conclusões.

3. Abstract. Deve ter no máximo 150 palavras. O abstract deve obedecer às mesmas especificações para a versão em português, seguido de keywords, compatíveis com as palavras-chave, de acordo com o Vocabulário de Termos em Psicologia.

4. Resumen. Deve ter no máximo 150 palavras. O resumen deve obedecer às mesmas especificações para a versão em português, seguido de Palabras clave, compatíveis com as palavras-chave, de acordo com o Vocabulário de Termos em Psicologia.

5. Texto propriamente dito. O manuscrito deve ter uma organização de reconhecimento fácil, sinalizada por um sistema de títulos e subtítulos que reflitam tal padronização. O manuscrito deve iniciar com uma introdução e deve incluir os seguintes títulos de seção: Método, Resultados e Discussão. Como a introdução do manuscrito é facilmente identificada pela sua posição no texto, não é necessário inserir o título Introdução. Nos relatos de pesquisa, a seção Método deve incluir obrigatoriamente os seguintes subtítulos: Participantes, Instrumentos, Procedimento (sendo este subdividido em Coleta de dados e Análise dos dados), e por fim o subtítulo Considerações Éticas, na qual os autores devem mencionar a aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa, o nome da instituição em que o comitê está lotado e o nº do protocolo. Os autores devem terminar a seção Discussão com um comentário bem fundamentado justificando a importância das descobertas do estudo. Nessa seção, que concluíra o texto, os autores deverão apresentar as principais contribuições que a pesquisa oferece para a área de conhecimento no âmbito da Psicologia. Além das implicações e eventuais aplicações do conhecimento produzido, também devem apontar as limitações do estudo e os seus desdobramentos em termos de perspectivas de futuras investigações.

Os locais sugeridos para inserção de figuras e tabelas deverão ser indicados no texto. As citações de autores deverão ser feitas de acordo com as normas da APA, exemplificadas na seção VII. No caso de reprodução na íntegra de um texto, a transcrição deve ser delimitada por aspas e a citação do autor deve ser seguida do número da página citada. Uma citação literal com 40 ou mais palavras deve ser apresentada em bloco próprio, sem aspas, começando em nova linha, com recuo de 5 espaços a partir da margem esquerda, na mesma posição de um novo parágrafo. O tamanho da fonte deve ser 12, como no restante do texto. Recomenda-se que esse tipo de citação seja utilizado com parcimônia, devendo, de preferência, ser evitado. O teor do conteúdo e a exatidão das citações do manuscrito são de inteira responsabilidade dos autores.

6. Referências. As referências utilizadas devem ser coerentes com o fundamento teórico-metodológico do estudo. Nesse sentido, deverão recuperar a literatura produzida sobre a temática investigada, privilegiando artigos científicos em detrimento de outras modalidades de publicação. As referências devem ser atualizadas. Pelo menos 50% do conjunto das publicações referenciadas deverão datar dos últimos cinco anos, contados a partir da submissão do manuscrito. O não atendimento a essa norma implicará na devolução do manuscrito aos autores. Caberá ao Editor, com apoio da Comissão Editorial e dos assessores ad hoc, julgar casos especiais que não se enquadrem estritamente neste critério.

7. As Figuras e Tabelas deverão ser inseridas após a seção de Referências. No entanto, o local de inserção sugerido deve ser indicado no corpo do texto. As palavras Figura e Tabela no texto devem ser sempre grafadas com a primeira letra em maiúscula, acompanhadas do respectivo número ao qual se referem. Expressões tais como “a Tabela acima” ou “a Figura abaixo” não devem ser utilizadas, porque no processo de editoração sua localização pode ser alterada. As normas da APA não incluem as denominações Quadros ou Gráficos, apenas Tabelas e Figuras. Figuras e Tabelas devem ser apresentadas com as respectivas legendas e títulos, uma em cada página.

7.1 Figuras, incluindo legenda, em preto e branco, na versão publicada não poderão exceder a largura de 8,3 cm para figuras simples, e de 17,5 cm para figuras complexas. O autor deverá cuidar para que as legendas mantenham qualidade de leitura, caso a redução seja necessária. Não serão aceitas reproduções de desenhos ou fotografias de nenhum tipo. A quantidade de figuras e tabelas não deve exceder cinco unidades.

7.2 Tabelas, incluindo título e notas, deverão ser produzidas em preto e branco, uma por página. Na publicação impressa a tabela não poderá exceder 17,5 cm de largura por 23,7 cm de comprimento. Ao prepará-las, o autor deverá limitar sua largura a 60 caracteres, para tabelas simples a ocupar uma coluna impressa, incluindo três caracteres de espaço entre colunas da tabela, e limitar a 125 caracteres para tabelas complexas a ocupar duas colunas impressas. O comprimento da tabela não deve exceder 55 linhas, incluindo título e rodapé(s). Para outros detalhamentos, especialmente em casos atípicos, o manual da APA deve ser consultado. A quantidade de figuras e tabelas não deve exceder cinco unidades.

A apresentação de informações numéricas e estatísticas deverá seguir o preconizado no Publication Manual of the American Psychological Association (6a edição, 2010). Para os manuscritos redigidos em língua portuguesa, solicita-se a normalização das informações numéricas e estatísticas conforme recomendações de Carzola, Silva e Vendramini (2009) no livro Publicar em Psicologia: Um enfoque para a revista científica, que pode ser acessado gratuitamente no seguinte endereço eletrônico: http://www.ip.usp.br/portal/images/stories/biblioteca/Publicar-em-Psicologia.pdf

Ressalva-se que, no caso de artigos redigidos em língua portuguesa, eventuais inconsistências entre os padrões do manual da APA e a redação em língua portuguesa devem ser resolvidas pelos autores considerando-se as regras gerais de redação desta língua.

A formatação do arquivo do manuscrito, bem como a elaboração de tabelas, figuras e demais elementos deverão seguir rigorosamente o que está preconizado no manual da APA. Recomenda-se que os autores, antes da submissão, avaliem se o manuscrito está em acordo com check-list apresentado nas páginas 241-243 do manual da APA. Ressalta-se que a não observância desses elementos podem constituir motivo de rejeição sumária do manuscrito pela Comissão Editorial, caso não sejam cumpridos conforme as normas especificadas. Como fonte complementar aos autores recomenda-se a consulta à informação on line sobre o manual de publicação da APA no seguinte endereço: http://www.apastyle.org/

 

Exemplos de citações no corpo do manuscrito

Citação de artigo de autoria múltipla

1. Dois autores

O sobrenome dos autores é explicitado em todas as citações, usando e ou & conforme as seguintes situações:

O método proposto por Siqueland e Delucia (1969)... O & deve ser utilizado quando: o método foi inicialmente proposto para o estudo da visão (Siqueland & Delucia, 1969). 

2. De três a cinco autores

O sobrenome de todos os autores deve ser explicitado na primeira citação. Da segunda citação em diante, somente o sobrenome do primeiro autor é explicitado, seguido de “et al.”, e o ano, se for a primeira citação de uma referência dentro de um mesmo parágrafo:

Spielberger, Gorsuch e Lushene (1924) verificaram que [primeira citação do texto]

Spielberger et al. (1924) verificaram que [citação subsequente, primeira no parágrafo]

Spielberger e et al. verificaram [omita o ano em citações subsequentes dentro de um mesmo parágrafo]

Exceção: Se a forma abreviada gerar aparente identidade de dois trabalhos em que os coautores diferem, os coautores são explicitados até que a ambiguidade seja eliminada. Os trabalhos de Hayes, S. C., Brownstein, A. J., Haas, J. R., & Greenway, D. E. (1986) e Hayes, S. C., Brownstein, A. J., Zettle, R. D., Rosenfarb, I., & Korn, Z. (1986) são assim citados:

Hayes, Brownstein, Haas et al. (1986) e Hayes, Brownstein, Zettle et al. (1986) verificaram que...

Na seção de Referências todos os nomes devem ser relacionados.

3. Seis ou mais autores

No texto, desde a primeira citação, só o sobrenome do primeiro autor é mencionado, seguido de “et al.”, exceto se este formato gerar ambiguidade, caso em que a mesma solução indicada no item anterior deve ser utilizada.

Na seção de referências todos os nomes devem ser relacionados.

Citações de trabalho discutido em uma fonte secundária

O manuscrito utiliza como fonte um trabalho discutido em outro estudo, sem que o trabalho original tenha sido consultado (por exemplo, um estudo do Flavell, citado por Shore, 1982). Esse tipo de citação deve ser evitada ao máximo, limitando-se a casos específicos que devem ser comunicados e justificados ao editor em mensagem à parte. No texto, use a seguinte citação:

Flavell (conforme citado por Shore, 1982) acrescenta que estes estudantes...

Na seção de Referências informar a fonte secundária, no caso Shore, utilizando o formato apropriado.

Citações de obras antigas reeditadas

Autor (data da publicação original / data da edição consultada). Ex.: Franco (1790/1946).

Citação de comunicação pessoal

Este tipo de citação deve ser evitado, por não oferecer informação recuperável por meios convencionais. Se inevitável, deve aparecer no texto, mas não na seção de Referências.

C. M. L. C. Zannon (comunicação pessoal, 30 de outubro de 1994)

 

Orientações para elaboração das referências

As referências devem ser ordenadas de acordo com as regras gerais que seguem. Trabalho de autoria única e do mesmo autor é ordenado por ano de publicação, sendo a mais antiga a primeira. Trabalhos de autoria única precedem trabalhos de autoria múltipla, quando o sobrenome é o mesmo. Trabalhos em que o primeiro autor é o mesmo, mas coautores diferem, são ordenados por sobrenome dos coautores. Trabalhos com a mesma autoria múltipla são ordenados por data, sendo o mais antigo primeiro. Trabalhos com a mesma autoria e a mesma data são ordenados alfabeticamente pelo título, desconsiderando a primeira palavra se for artigo ou pronome, exceto quando o próprio título contiver indicação de ordem; o ano é imediatamente seguido de letras minúsculas. Quando repetido, o nome do autor não deve ser substituído por travessão ou outros sinais. A formulação da lista de referências deve ser apropriada à tarefa de revisão e de editoração, contendo espaço duplo, fonte 12. Cada uma das referências deve aparecer como um novo parágrafo, deixando cinco espaços da margem esquerda na segunda linha. É preciso revisar cuidadosamente as Normas de Publicação da revista antes de preparar suas referências, para obedecer a todos os critérios. A exatidão das referências é de responsabilidade dos autores. Abaixo são mencionados exemplos de tipos comuns de referência.

1. Relatório técnico

Birney, A. J., & Hall, M. M. (1981). Early identification of children with written language disabilities (Rel. No. 81-1502). Washington, DC: National Education Association.

2. Trabalho apresentado em congresso, mas não publicado

Haidt, J., Dias, M. G., & Koller, S. (1991, fevereiro). Disgust, disrespect and culture: Moral judgement of victimless violations in the USA and Brazil. Trabalho apresentado no Annual Meeting of the Society for Cross-Cultural Research, Isla Verde, Puerto Rico.

3. Trabalho apresentado em congresso com resumo publicado em publicação seriada regular

Tratar como publicação em periódico, acrescentando logo após o título a indicação de que se trata de resumo.

Silva, A. A., & Engelmann, A. (1988). Teste de eficácia de um curso para melhorar a capacidade de julgamentos corretos de expressões faciais de emoções [Resumo]. Ciência e Cultura, 40(Supl. 7), 927.

Mingroni-Netto, R. C. (1996). Origin of fmr-1 mutation: Study of closely linked microsatellite loci in fragile X syndrome [Resumo].

Brazilian Journal of Genetics, 19(Supl. 3), 144. (Trabalho apresentado no National Congress of Genetics, 42, Caxambu, MG)

4. Trabalho apresentado em congresso

Tratar os anais e atas publicados regularmente como se fossem periódicos.

Meneghini, R., & Campos-de-Carvalho, M. I. (1995). Áreas circunscritas e agrupamentos sequenciais entre crianças em creches [Resumo]. Reunião Anual de Psicologia, 5, 385.

Fouladi, R., McCarthy, C., & Moller, N. (2001). Paper and pencil or online: Evaluating coping attachment measures. Annual Meeting of the American Psychological Association, 109, 24-28.

Legendre, A. (1986). Effects of spatial arrangements on child/child and child/caregivers interactions: An ecological experiment in day care centers. Anais da Reunião Anual de Psicologia da Sociedade de Psicologia de Ribeirão Preto, 16, 131-142.

5. Teses ou dissertações não publicadas

Costa, L. (1989). A família descasada: Interação competência e estilo: Estudo de caso. Dissertação de mestrado, Universidade de Brasília, Brasília, DF.

6. Livros

Arendt, H. (1998). The human condition (2nd ed.). Chicago, IL: The University of Chicago Press.

Pitiá, A. C. A., & Santos, M. A. (2005). Acompanhamento terapêutico: A construção de uma estratégia clínica (2a ed.). São Paulo: Vetor.

7. Capítulo de livro

Blough, D. S., & Blough, P. (1977). Animal psychophysics. In W. K. Honig & J. E. Staddon (Orgs.), Handbook of operant behavior (pp. 514-539). Englewood Cliffs, NJ: Prentice-Hall.

Hoffman, L. W. (1979). Experiência da primeira infância e realizações femininas. In H. Bee (Org.), Psicologia do desenvolvimento: Questões sociais (pp. 45-65). Rio de Janeiro: Interamericana.

8. Livro traduzido em língua portuguesa

Kuhn, T. (1996). A estrutura das revoluções científicas (B. Boeira & N. Boeira, Trad.). São Paulo: Perspectiva. (Original publicado em 1970)

Salvador, C. C. (1994). Aprendizagem escolar e construção de conhecimento (E. O. Dihel, Trad.). Porto Alegre: Artes Médicas. (Original publicado em 1990)

Se a tradução em língua portuguesa de um trabalho em outra língua é empregada como fonte, citar a tradução em português e indicar o ano de publicação do trabalho original. No corpo do texto, citar o ano da publicação original e o ano da tradução: (Salvador, 1990/1994).

9. Obras antigas em reedição em datas muito posterior

Franco, F. M. (1946). Tratado de educação física dos meninos. Rio de Janeiro: Agir. (Original publicado em 1790)

10. Autoria institucional

American Psychiatric Association. (1988). DSM-III-R: Diagnostic and statistical manual of mental disorder (Rev. 3rd ed.). Washington, DC: Author.

Associação Americana de Psiquiatria (2003). DSM-IV-TRTM: Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: Texto revisado (C. O. Dornelles, Trad.) (4a ed. rev.). Porto Alegre, RS: Artmed.

11. Artigo em periódico científico

Moore, J. M., Thompson, G., & Thompson, M. (1975). Auditory localization of infants as a function of reinforcement conditions. Journal of Speech and Hearing Disorders, 40(1), 29-34.

Tourinho, E. Z. (1987). Sobre o surgimento do behaviorismo radical de Skinner. Psicologia, 13(3), 1-11.

Artigos publicados em periódicos bilíngues devem ser referenciados com título em inglês.

12. Artigo no prelo

Este tipo de referência deve ser evitado. Caso seja imprescindível, não fornecer ano, volume ou número de páginas até que o artigo esteja publicado. Respeitada a ordem de nomes, será a última referência do autor.

Kotler, C., & Moro, M. L. F. (no prelo). Representação desenhada: Estudos sobre a mudança evolutiva do pensamento criativo. Psicologia: Teoria e Pesquisa.

13. Documento eletrônico

13.1 Artigo publicado em periódico eletrônico

Gazalle, F. K., Lima, M. S., Tavares, B. F., & Hallal, P. C. (2004). Sintomas depressivos e fatores associados em população idosa no Sul do Brasil. Revista de Saúde Pública, 38(3), 365-371. Recuperado em 04 agosto 2005, de http://www.scielo.br/pdf/rsp/v38n3/20652.pdf

13.2 Trabalho publicado em CD-ROM

Ribeiro, R. (2001). Psicologia social e desenvolvimento do terceiro setor: Participação da Universidade [CD-ROM]. In Anais do Congresso Norte Nordeste de Psicologia, 2. Salvador.

13.3 Documento publicado na Internet

Conselho Federal de Serviço Social. Conselho Federal de Psicologia. (2007). Parâmetros para atuação de assistentes sociais e psicólogos(as) na política de assistência social. Recuperado em 11 agosto 2008, de http://www.pol.org.br/publicacoes/pdf/relatorio_atuacao_psi_pas.pdf

14. Documentos Legislativos

Decreto No. 3.298. (1999, 20 de dezembro). Regulamenta a política nacional para a integração da pessoa portadora de deficiência, consolida as normas de proteção e dá outras providências. Brasília, DF: Presidência da República.

Lei No. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. (1996, 23 de dezembro). Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial da União, seção 1.

Constituição da República Federativa do Brasil. (1988, 5 de outubro). Recuperado em 11 agosto 2008, de http://www.senado.gov.br/sf/legislacao/const/

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