ISSN 0034-7094 versão impressa
ISSN 1806-907X versão online

INSTRUÇÕES AOS AUTORES

 

Forma e preparação de manuscritos

Os artigos para publicação deverão ser encaminhados com exclusividade à Revista Brasileira de Anestesiologia. Não serão aceitos artigos já publicados em outros periódicos

A Revista Brasileira de Anestesiologia classifica os artigos nas seguintes categorias:

a) Artigos Científicos: Novas informações de pesquisa clínica ou experimental.

b) Revisões: Artigos de síntese, de assuntos bem estabelecidos, com análise crítica das referências bibliográficas consultadas e conclusões, revisões sistemáticas.

c) Informações Clínicas: Relatos de casos clínicos, apresentação de novas técnicas, métodos e equipamentos.

d) Artigos Diversos: Aqueles que não se enquadram nas categorias acima, de interesse para a Anestesiologia.

e) Artigos Especiais: Revisões de assuntos de interesse da especialidade.

f) Cartas ao Editor: Críticas à matéria publicada, de maneira construtiva, objetiva e educativa. As discussões de assuntos específicos da Anestesiologia serão publicadas a critério do Editor.

g) Editoriais.

Aprovação para Publicação

Todos os artigos propostos à publicação serão previamente submetidos à apreciação de dois ou mais membros do Conselho Editorial ou outros Consultores Especializados no assunto. Quando aceitos, estarão sujeitos a pequenas correções ou modificações que não alterem o estilo do autor. Eventuais modificações na forma, estilo ou interpretação só ocorrerão após prévia consulta. Quando recusados, os artigos serão devolvidos com a justificativa do Editor-Chefe.

OBS: Para aprovação final do artigo o autor e os co-autores deverão assinar Termo de Cessão dos Direitos Autorais à Sociedade Brasileira de Anestesiologia e à Elsevier Editora Ltda, cujo teor será enviado pelo Editor-Chefe.

Correção Final

Os artigos para publicação serão encaminhados ao autor para as correções cabíveis e devolução no menor prazo possível. Se houver atraso na devolução da prova, o Editor-Chefe reserva-se o direito de publicar, independentemente da correção final.

Será enviado ao autor cujo endereço eletrônico foi indicado para correspondência, ficando o mesmo responsável pela apreciação final da matéria, estando os demais de acordo com a publicação da mesma.

Formas de Apresentação dos Trabalhos

Título: O título do artigo deve ser curto, claro e conciso para facilitar sua classificação. Quando necessário, pode ser usado um subtítulo.

Autor(es): O(s) nome(s) completo(s) do(s) autor(es) e seus títulos e filiações à Sociedade ou Instituições. Nomes de outros colaboradores podem ser citados no final, em agradecimentos. Indicar o local onde se realizou o estudo.

Resumo Estruturado:
Para Artigos Científicos destacar: Justificativa e Objetivos, Método, Resultados e Conclusões.
Para Informações Clínicas destacar: Justificativa e Objetivos, Relato do Caso e Conclusões.
Para Artigos de Revisão destacar: Justificativa e Objetivos, Conteúdo e Conclusões.
Para todos os artigos, indicar os Unitermos para a classificação bibliográfica, segundo Greene NM - Key Words in Anesthesiology, 3rd Ed, New York, Elsevier ou mais recente.

Texto: Iniciar o texto, sem indicar o(s) autor(es) nem local onde foi realizado. Os artigos científicos devem apresentar os seguintes capítulos: Introdução, Método, Resultados, Discussão, Resumo e Referências.

Referências: O artigo deve conter apenas as referências consultadas, numeradas conforme a entrada no texto. As outras citações de autores já enumerados deverão indicar exclusivamente o numeral de referência. Evitar a citação do nome do autor em destaque. Não se recomenda a citação de trabalho não publicado ou apresentado em Eventos Médicos. Referências com mais de cinco anos, de livros texto e resumo de congressos, devem limitar-se às que são fundamentais. Incluir referências acessíveis aos leitores. Quando a citação for de artigo já aceito para publicação, incluir "em processo de publicação", indicando a revista e o ano. Comunicações pessoais não são aceitas. Utilize o seguinte modelo:

Revistas: Nome(s) do(s) autor(es), inicial(is) do(s) pré-nome(s) - título do trabalho. Título da revista (abreviado de acordo com o Index Medicus), ano da publicação; volume: número da primeira e última páginas.
Pereira E, Vieira ZEG - Visita pré-anestésica, responsabilidade intransferível do anestesiologista. Rev Bras Anestesiol, 1977;27:337-353.

Livros: Nome(s) do(s) Editor(es), inicial(is) do(s) pré-nome(s) - título do livro (iniciais com letra maiúscula), volume e edição, cidade onde o livro foi editado, Editora, ano de publicação e número(s) da(s) página(s) da citação.
Rigatto M - Fisiopatologia da Circulação Pulmonar, 1ª Ed, São Paulo, Fundo Editorial Procienx, 1973;53-55.

Capítulos: Nome(s) do(s) autor(es), inicial(is) do(s) pré-nome(s) - título do capítulo. em: nome(s) do(s) editor(es), inicial(is) do(s) pré-nome(s) - Título do livro (iniciais com letra maiúscula), volume e edição, cidade onde foi editado, Editora, ano da publicação e página(s) da citação.
Coelho A - Anatomia do Sistema Específico de Condução, em: Germiniani H - Diagnóstico e Terapêutica das Arritmias Cardíacas. São Paulo, Fundo Editorial Procienx, 1972;3-10.

Nota: Não se deve colocar pontuação nos nomes ou abreviaturas dos periódicos citados. Quando houver menos de três autores, cite-os todos e quando houver mais de três, cite somente os três primeiros, seguidos de "et al.".

Ilustrações: Enumerar ilustrações de acordo com a ordem de entrada no texto. Enumerar figuras em algarismos arábicos. Enumerar quadros e tabelas em algarismos romanos. Indicar, no texto, o local preferencial de entrada de cada ilustração (Entra Figura x, por exemplo). Usar fotos em branco e preto. O mesmo resultado não deve ser expresso por mais de uma ilustração.

Uso de Recursos Digitais: Texto em formato DOC (padrão Winword); figuras em barras ou linhas XLS (padrão Excel); e fotos e figuras, com resolução mínima de 300 dpi, em formato JPG. Não inserir títulos e legendas nas ilustrações. Não inserir ilustrações no corpo do texto. Cada ilustração deve ter arquivo individual. O nome dos arquivos deve expressar o tipo e a numeração da ilustração (Figura 1, Tabela II, por exemplo). Títulos e legendas das ilustrações, devidamente numerados, devem estar no arquivo de texto. Cópias ou reproduções de outras publicações serão permitidas apenas mediante a anexação de autorização expressa da Editora ou do Autor do artigo de origem.

Abreviaturas: As abreviaturas não são recomendáveis, exceto as reconhecidas pelo Sistema Internacional de Pesos e Medidas, ou aquelas consignadas e consagradas nas publicações médicas. Quando as abreviaturas forem em grande número e relevantes utilizar suas definições (Glossário), em nota à parte.
Abreviaturas de termos consagrados pela Medicina deverão seguir as normas internacionais tradicionalmente em uso, de acordo com as abreviaturas padrões aprovadas pelo documento de Montreal, publicado no British Medical Journal, 1979;1:532-535.

Nomes de Fármacos: Não é recomendável a utilização de nomes comerciais de fármacos (marca registrada), mas quando a utilização for imperativa, o nome do produto deverá vir após o nome genérico, entre parênteses, em minúscula, seguido do símbolo que caracteriza marca registrada, em sobrescrito (®).

Considerações Éticas e Legais: de acordo com Exigências para Manuscritos Submetidos a Revistas da área Biomédica (Comitê Internacional de Editores de Revistas Médicas - Fevereiro de 2006).

Conflito de Interesses
O conflito de interesses existe quando um autor (ou a instituição do autor), revisor, ou editor tem relações de financiamento ou pessoais que influenciem de forma negativa (viés) suas ações. Essas relações variam desde aquelas com potencial mínimo até as de grande potencial de influência sobre o julgamento, e nem todas as relações representam conflito de interesses verdadeiro. O potencial para conflito de interesses pode existir se um indivíduo acredita ou não que suas relações afetam ou podem influenciar negativamente a credibilidade da revista, dos autores, ou da própria ciência. Entretanto conflitos podem ocorrer por outras razões, como relações pessoais, competição acadêmica e intelectual.

Consentimento Livre e Esclarecido
Os pacientes têm direito à privacidade que não deve ser infringida sem consentimento livre e esclarecido. A identificação de informação, incluindo iniciais dos nomes dos pacientes, número de registro do hospital, não deve ser publicada através de descrições no texto, fotografias ou qualquer outra modalidade, a menos que ela seja essencial para os propósitos científicos e o paciente (ou responsável) forneça consentimento por escrito para publicação. O consentimento livre e esclarecido para esta finalidade exige que o paciente veja o manuscrito que será publicado. Os autores devem identificar indivíduos que deram assistência na elaboração do texto e declarar a origem dos fundos para essa assistência.

Detalhes que facilitem a identificação devem ser omitidos se não forem essenciais. O anonimato completo é difícil de ser atingido, entretanto consentimento livre e esclarecido deve ser obtido se existir qualquer dúvida. Por exemplo, mascarar a região dos olhos em fotografia de pacientes é uma proteção inadequada para o anonimato. Se características de identificação forem alteradas para garantir o anonimato, os autores devem garantir que essas alterações não provocarão distorção do significado científico.

Quando o consentimento livre e esclarecido for obtido esta informação deve constar da publicação.

Ética
Quando estudos em humanos são publicados, os autores devem indicar se os procedimentos obedeceram aos padrões éticos do comitê de pesquisa em humanos (institucional ou nacional) e a Declaração de Helsinki de 1975, revista em 2000. Se existirem dúvidas quanto à condução de acordo com os padrões da Declaração de Helsinki, os autores devem explicar o racional para o procedimento e demonstrar que a comissão institucional responsável aprovou explicitamente os aspectos duvidosos do estudo. Quando a publicação for relativa à pesquisa com animais os autores devem indicar se foram obedecidas as normas de cuidados institucionais ou nacionais e o uso de animais de laboratório foi seguido.

Registro de Ensaio Clínico
Ensaios clínicos deverão ser registrados de acordo com orientação da OMS no endereço www.who.int/ictrp/en/. A OMS considera ensaios clínicos inclusive ensaios preliminares (fase I), qualquer estudo que recrute prospectivamente sujeitos de pesquisa para serem submetidos a intervenções relacionadas à saúde (fármacos, procedimentos cirúrgicos, aparelhos, terapias comportamentais, dietas, modificações nos cuidados de saúde) com finalidade de avaliar os efeitos sobre desfechos clínicos (qualquer variável biomédica ou relacionada com a saúde, inclusive medidas farmacocinéticas e efeitos adversos).

A revista tem o direito de não publicar estudos clínicos que não estejam de acordo com estes e outros padrões éticos determinados por diretrizes internacionais.

 

Envio de manuscritos

A análise e a aprovação de um artigo a ser publicado na Revista Brasileira de Anestesiologia obedece a seguinte seqüência.

a) O autor encaminha o artigo para o Editor Chefe;
- Da carta de encaminhamento devem constar a exclusividade para a Revista Brasileira de Anestesiologia e a titulação dos autores;
- Nos casos de artigos de pesquisa clínica e experimental deve constar, obrigatoriamente, a aprovação pela Comissão de Ética da Instituição do local do estudo.

b) O Editor Chefe encaminha uma cópia para dois membros do Corpo Editorial para análise em formulário (s) próprio(s).
- Ao co-editor cabe a verificação da exatidão das referências bibliográficas.

c) Após a análise, o Editor Chefe recebe a matéria de volta e decide pela possível aprovação ou não.

d) O Editor Chefe encaminha uma cópia ao autor com o resultado da análise, com sugestões ou correções no texto.

e) O autor devolve ao Editor Chefe uma cópia do artigo em disquete (Word for Windows) e uma cópia impressa.

f) O artigo é aprovado. Para aprovação final é obrigatória a Cessão de Direitos Autorais para a SBA.

g) O texto é vertido para a língua inglesa sendo submetido a aprovação por revisores.

h) O artigo é encaminhado para composição gráfica.

i) Antes da publicação o Editor Chefe e o autor recebem uma cópia para eventuais correções.

OBS: Cabe ao Editor Chefe, ouvido os dois membros do Conselho Editorial e cumpridas as exigências éticas, a aprovação dos artigos a serem publicados.

Aspectos éticos das publicações

O Código de Ética Médica do Conselho Federal de Medicina estabelece regras rigorosas que dizem respeito aos trabalhos de pesquisas.

Transcrevemos na íntegra os artigos nº 122 ao 130, que determinam aquilo que é proibido nas pesquisas científicas.

É vedado ao médico:
Art. 122 - Participar de qualquer tipo de experiência com fins bélicos, políticos, raciais ou religiosos.
Art. 123 - Realizar pesquisa no ser humano, sem que este tenha dado consentimento por escrito, após devidamente esclarecido sobre a natureza e conseqüência da pesquisa.
Parágrafo Único - Caso o paciente não tenha condições de dar consentimento, a pesquisa somente poderá ser realizada em seu próprio benefício após expressa autorização do seu representante legal.
Art. 124 - Usar experimentalmente qualquer tipo de terapêutica ainda não liberada para uso no país, sem a devida autorização dos órgãos competentes e sem consentimento do paciente ou do seu responsável legal, devidamente informado da situação e das possíveis complicações.
Art. 125 - Promover pesquisas médicas na comunidade sem o conhecimento dessa comunidade e sem que o objetivo seja a proteção da saúde pública, respeitadas as características locais.
Art. 126 - Obter vantagens pessoais, ter qualquer interesse comercial ou renunciar à sua independência profissional em relação a financiadoras da pesquisa médica da qual participou.
Art. 127 - Realizar pesquisas em ser humano sem submeter a protocolo de aprovação e acompanhamento da comissão isenta de qualquer dependência em relação aos pesquisados.
Art. 128 - Realizar pesquisas médicas em voluntários sadios ou não que tenham direta ou indiretamente dependência ou subordinação relativamente ao pesquisador.
Art. 129 - Executar ou participar de pesquisa médica sem que haja necessidade de suspender ou deixar de usar terapêutica consagrada e, com isso, prejudicar o paciente.
Art. 130 - Realizar experiências em novos tratamentos clínicos ou cirúrgicos em pacientes com afecção incurável ou terminal sem que haja esperança razoável de utilidade para o paciente, não lhe impondo sofrimentos adicionais.
Assim sendo, todos os artigos de pesquisa clínica e experimental devem necessariamente ser submetidos e a provação pela Comissão de Ética Médica da Instituição onde foi realizado o estudo.

Anunciantes

Ao longo dos seus 50 anos a Revista Brasileira de Anestesiologia contou com a colaboração de laboratórios e firmas de equipamentos de anestesia, apenas anunciando os seus produtos, não havendo interferência dos mesmos, com relação às publicações científicas.

Mantenedora

É necessário salientar que a Revista Brasileira de Anestesiologia é gerenciada pela própria Sociedade Brasileira de Anestesiologia que tem verba e dever estatutário de editar a revista sem a necessidade de venda de anúncios. Assim sendo, a periodicidade da revista independe de numerários provenientes dos anunciantes. A proposta orçamentária da Sociedade prevê despesas com a publicação dos números regulares da revista, que é paga com parte da anuidade dos sócios.

 

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