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ISSN 0103-507X
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A RBTI é a revista médica da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB). Trata-se de uma revista com revisão crítica que objetiva melhorar o cuidado dos pacientes agudamente doentes através da discussão, distribuição e promoção de informação baseada em evidência relevante aos profissionais envolvidos com medicina intensiva. Ela publica comentários, revisões e pesquisas em todas estas áreas do conhecimento, relacionadas aos cuidados intensivos do paciente grave. A sua periodicidade é trimestral. A RBTI acolhe pesquisa de alta qualidade em qualquer aspecto relacionado ao cuidado intensivo. Todos os trabalhos submetidos são revisados. Os artigos recebidos são enviados para 2-4 revisores, que são solicitados a devolver a avaliação em 30 dias. Após o recebimento dos pareceres os autores têm 30 dias de prazo para responderem à revisão. Artigos sem resposta no prazo de seis meses deverão ser re-submetidos. Aos autores são solicitadas as garantias que nenhum material infrinja direito autoral existente ou direito de uma terceira parte. Os artigos podem ser submetidos em português, espanhol ou inglês. A RBTI é uma revista bilíngüe, publicada em papel apenas em português e em formato eletrônico tanto em inglês como em português ou espanhol. Artigos submetidos em português ou espanhol deverão ser traduzidos. No caso do artigo ser aceito pelos revisores, os autores deverão realizar o pagamento da taxa de tradução. No presente momento, a mesma é de R$ 300,00 para sócios da AMIB e 400,00 para não-sócios. Os autores são responsáveis pela qualidade lingüística dos artigos submetidos em inglês. |
Forma e preparação de manuscritos
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INSTRUÇÕES AOS AUTORES A Revista Brasileira de Terapia Intensiva (RevBras Ter Intensiva, RBTI),
ISSN 0103-507X, publicada trimestralmente, é a revista científica
da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB) que
tem por objetivo publicar pesquisas relevantes, que visam melhorar o cuidado
dos pacientes agudamente doentes através da discussão, distribuição
e promoção de informação baseada em evidências,
aos profissionais envolvidos com medicina intensiva. Publica artigos de
pesquisas, revisões, comentários, relatos de casos e cartas
ao editor, em todas estas áreas do conhecimento, relacionadas aos
cuidados intensivos do paciente grave. A esta carta devem ser anexados:
Toda pesquisa, clínica ou experimental, em humanos ou animais, deve ter
sido executada de acordo com a Declaração de Helsinki, devendo essa informação
constar em Métodos. PREPARO DOS MANUSCRITOS Todos os artigos devem incluir: Página título:
Resumo e Abstract Resumo: O resumo deve conter no máximo que 250 palavras, evitando-se
ao máximo o uso de abreviaturas. Deve ser estruturado com os mesmos
capítulos usados no texto principal (Objetivo, Métodos,
Resultados e Conclusão) refletindo acuradamente o conteúdo
do texto principal. Quando se tratar de artigos de Revisão e Relatos
de Casos o resumo não deve ser estruturado. Para Comentários
o resumo não deve exceder 100 palavras Descritores e Keywords Devem ser fornecidos seis termos em português e inglês, que definam o assunto do trabalho. Devem ser, obrigatoriamente, baseados nos DeCS (Descritores em Ciências da Saúde), que é uma tradução dos MeSH (Medical SubjectHeadings) da National Library of Medicine, disponíveis no endereço eletrônico: http://decs.bvs.br Texto Os artigos devem ser submetidos em arquivo word, com letra 12 Times New Roman e espaço duplo, inclusive em tabelas, legendas e referencias. Em todas as categorias de artigos, as citações no texto devem ser numéricas, sobrescrito e sequenciais. Artigos Originais Os artigos originais são aqueles que trazem resultados de pesquisas. Devem ter no máximo 5.000 palavras no texto, descontadas folha de rostro, resumo, tabelas e referências. Artigos com maior número de palavras necessitam ser aprovados pelo editor. O número máximo de autores recomendado é de oito. Caso haja necessidade de incluir mais autores, deve vir acompanhado de justificativa, com explicitação da participação de cada um na produção do mesmo. Artigos originais deverão conter: Introdução - esta sessão deve ser
escrita do ponto de vista dos pesquisadores sem conhecimento de especialista
na área e deve claramente oferecer - e, se possível, ilustrar
- a base para a pesquisa e seus objetivos. Relatos de pesquisa clínica
devem, sempre que apropriado, incluir um resumo da pesquisa da literatura
para indicar porque o estudo foi necessário e o que o estudo visa
contribuir para o campo. Esta sessão deve terminar com uma breve
declaração do que está sendo relatado no artigo.
Artigos de Revisão O artigo de revisão é uma descrição compreensiva de certo aspecto de cuidado de saúde relevante ao escopo da revista. Deve conter não mais que 4.000 palavras (descontadas folha de rostro, resumo, tabelas e referências) e até 50 referências. Devem ser redigidos por autores de reconhecida experiência na área e o número de autores não deve exceder três, salvo justicativa a ser encaminhada a revista. As revisões podem ser: revisões científicas - descrevendo a ciência que têm impacto clínico; revisões "bancada a beira do leito" - descrevendo a ciência que suporta situações clínicas; revisões clínicas - descrevendo puramente situações clínicas. Nas revisões é recomendado haver, também, o capítulo "Métodos" que relaciona as fontes de evidências usadas e as palavras chave usadas para realizar a busca da bibliografia. Revisões sistemáticas da literatura, que contenham estratégia de busca e resultados de forma apropriada são consideradas artigos originais. Relato de casos Relata casos de uma determinada situação médica, especialmente rara, descrevendo seus aspectos, história, condutas, etc, incluindo breve introdução e revisão da literatura, descrição do caso e discussão. Deverá ter no máximo cinco autores e até dez referências. Debates clínicos Pro/con Dois autores convidados discutem suas diferentes opiniões sobre um assunto clínico especifico. Os assuntos são levantados através de cenários clínicos escritos pelo editor de sessão. Cada autor é solicitado a escrever um artigo referenciado de 800-1000 palavras, descrevendo se eles concordam ou discordam com o cenário clínico (Pro ou Con). Os artigos contrários são mostrados aos autores para uma resposta de não mais que 150 palavras. Os autores sabem quem é seu oponente, mas não podem ver o artigo oposto até terem submetido o seu. Não deve haver mais que 15 referências no artigo de 500 palavras, e cinco referências na resposta de 150 palavras. Preferem-se referências de estudos aleatórios e controlados publicados nos últimos 10 anos. Comentários São artigos de opinião escritos por especialistas e lidos
pela comunidade médica em geral. Muitos são solicitados,
contudo, os não solicitados são bem vindos e são
rotineiramente revisados. O objetivo do comentário é destacar
algo, expandindo os assuntos destacados, e sugerir a seqüência.
Qualquer declaração deve ser acompanhada por uma referência,
mas prefere-se que a lista de referências não exceda a
15. Para a leitura, as sentenças devem ser curtas e objetivas.
Usar subtítulos para dividir o comentário em sessões.
Devem ser curtos, com no máximo 800 a 1.000 palavras, excluindo
o resumo e as referências. O número de autores não
deve exceder dois, salvo justificativa. Cartas ao editor Comentários em qualquer artigo publicado na revista, cabendo uma resposta do autor ou do editor. Não é permitida tréplica. Devem ter no máximo 400 palavras, até cinco referências, sendo o artigo da RBTI, ao qual a carta se refere, a primeira citação do texto e das referências. Os autores devem também enviar seus dados de identificação e endereço completo (incluindo telefone, fax, e e-mail). Todas as cartas são editadas e enviadas para os autores antes da publicação. Agradecimentos Os autores devem usar esta sessão para agradecer financiamentos da pesquisa, ajuda de organismos acadêmicos; de instituições de fomento; de colegas ou outros colaboradores. Os autores devem obter permissão de todos mencionados nos agradecimentos. Devem ser concisos não excedendo a 4 linhas. Referências Devem ser atualizadas contendo, preferencialmente, os trabalhos mais
relevantes publicados nos últimos cinco anos, sobre o tema. Não
deve conter trabalhos não referidos no texto ou não publicados.
As referências deverão ser numeradas consecutivamente,
na ordem em que são mencionadas no texto e identificadas com
algarismos arábicos. A apresentação deverá
seguir o formato denominado "Vancouver Style", conforme modelos
abaixo. Os títulos dos periódicos deverão ser abreviados
de acordo com o estilo apresentado pela National Library of Medicine,
disponível em "ListofJournalIndexed in Index Medicus"
no endereço eletrônico: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?db=journals
Artigos em formato impresso Dellinger RP, Vincent JL, Silva E, Townsend S, Bion J, Levy MM. Surviving sepsis in developing countries. Crit Care Med. 2008;36(8):2487-8. Levy MM, Vincent JL, Jaeschke R, Parker MM, Rivers E, Beale R, et al.
Surviving Sepsis Campaign: Guideline Clarification. Crit Care Med. 2008;36(8):2490-1. Buerke M, Prondzinsky R. Levosimendan in cardiogenic shock: better than enoximone! Crit Care Med [Internet]. 2008 [cited 2008 Aug 23];36(8):2450-1. Available from: http://www.ccmjournal.com/pt/re/ccm/abstract.00003246-200808000-00038.htm;jsessionid=LWTRDHyTFs6cTtCHrnxTjpHBBvkgdDG7qVyn12SGJw1dn99ynQ4W!1177656273!181195629!8091!-1 Hecksher CA, Lacerda HR, Maciel MA. Características e evolução dos pacientes tratados com drotrecogina alfa e outras intervenções da campanha "Sobrevivendo à Sepse" na prática clínica.RevBrasTer Intensiva [Internet]. 2008[citado 2008 Ago 23; 20(2): 135-43. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-507X2008000200004&lng=pt&nrm=iso>. ISSN 0103-507X Artigo de Suplemento Livro Capítulo de livro Resumopublicado Artigo "In press" Tabelas e Figuras Todas as figuras e tabelas devem ser numeradas e mencionadas no texto
na ordem que são citadas. Tabelas e figuras devem ser colocadas
ao final do texto, após as referencias, uma em cada página,
sendo as ultimas idealmente feitas em Microsoft Excel®, Tif ou JPG
com 300 DPI. Figuras que necessitem melhor resolução podem
ser submetidas em arquivos separados. Figuras que contenham textos devem
vir em arquivos abertos para que possam ser traduzidas. Caso isso não
seja possível, o autor se responsabilizará pela tradução.
Abreviaturas e Siglas O uso de abreviaturas deve ser evitado no titulo do trabalho, no resumo
e no titulo das tabelas e figuras. Seu uso deve ser minimizado em todo
o texto. Devem ser precedidas do nome completo quando citadas pela primeira
vez no texto. No rodapé das figuras e tabelas devem ser discriminados
o significado das abreviaturas, símbolos e outros sinais. |
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Os artigos deverão ser submetidos através do email: rbti.artigos@amib.org.br © 2008 Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB A qualidade das figuras, gráficos e fotos são de responsabilidade exclusiva dos autores
A correspondência para publicação deve ser endereçada
para: Associação de Medicina Intensiva Brasileira |
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