Scielo RSS <![CDATA[Arquivos de Neuro-Psiquiatria]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=0004-282X20160005&lang=es vol. 74 num. 5 lang. es <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[Chronic pain and cognition]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-282X2016000500359&lng=es&nrm=iso&tlng=es <![CDATA[Cognitive deficits in chronic pain patients, in a brief screening test, are independent of comorbidities and medication use]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-282X2016000500361&lng=es&nrm=iso&tlng=es ABSTRACT Objective To describe and analyze cognitive aspects in patients with chronic pain and a control group without pain. Method A case-control study was conducted on 45 patients with chronic pain and on 45 control subjects. Data including pain diagnosis, comorbidities and medication used, were evaluated. Cognitive tests, such as the Montreal Cognitive Assessment (MoCA), Verbal Fluency Test, Clock Drawing Test and Stroop Test, were applied. Results Patients with chronic pain showed a poorer performance, as shown by the scores of the MoCA test (p &lt; 0.002), Verbal Fluency Test (p &lt; 0.001), Clock Drawing Test (p = 0.022) and Stroop Test (p &lt; 0.000). Chronic pain variable (p = 0.015, linear regression model) was an independent factor for results obtained with the MoCA. Conclusion Patients with chronic pain showed a poorer performance in a brief screening test for cognitive impairment not related to confounding variables, as comorbidities and pain-medication use.<hr/>RESUMO Objetivo Descrever e analisar aspectos cognitivos em pacientes com dor crônica e um grupo controle sem dor. Método Um estudo de caso-controle foi conduzido em 45 pacientes com dor crônica e 45 controles. Dados incluindo diagnóstico da dor, comorbidades e medicações utilizadas foram avaliados. Foram aplicados testes cognitivos, tais comoMontreal Cognitive Assessment, Teste da Fluência verbal, Teste do relógio e Teste de Stroop. Resultados Pacientes com dor crônica apresentaram uma pior performance, em scores do MoCA (p &lt; 0.002), Fluência verbal (p &lt; 0.001), Teste do relógio (p = 0.022) e Stroop (p &lt; 0.000). Dor crônica (p = 0.015, modelo de regressão linear) foi um fator independente para os piores resultados obtidos no MoCA. Conclusão Pacientes com dor crônica apresentaram uma pior performance em uma avaliação breve para comprometimento cognitivo, não relacionada a variáveis confundidoras, como comorbidades e medicações utilizadas para dor. <![CDATA[A histomorphometric study of unmyelinated fibers of the fibular nerve in Wistar rats]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-282X2016000500367&lng=es&nrm=iso&tlng=es ABSTRACT There are few histomorphometric studies on the unmyelinated fibers of the fibular nerve in rats, and the number of experimental studies using this nerve has been increasing in the last years. Sixty-two percent of the endoneurial area from 10 fibular nerves of adult Wistar rats was scanned by electron microscopy, and digitized. The total number of unmyelinated axons (1.882 ± 271) was significantly lesser, and their axon diameters (0.2 µm to 2.8 µm) significantly higher than that determined in previous studies. The histogram peaked at 1 µm. The differences could be due to the nerve sampled area, the number and the age of the animals evaluated, and the laboratory techniques used. This study brings new and referential data to be used in experimental investigations involving histomorphometric evaluation of the rat fibular nerve.<hr/>RESUMO Embora o nervo fibular de ratos venha sendo incluído progressivamente em maior número de estudos experimentais nos últimos anos, há poucos estudos a respeito das suas fibras amielínicas. Os nervos fibulares de 10 ratos Wistar adultos foram avaliados através de microscopia óptica e eletrônica. Varredura sistemática através de microscopia eletrônica de transmissão das áreas fasciculares da porção distal no nervo foi realizada. Em média, 62% da área endoneural foi digitalizada. O número total de axônios amielínicos encontrados (1.882 ± 271) foi significativamente menor e as medidas dos diâmetros axonais (0,2 µm a 2,8 µm) maiores do que o determinado em estudos prévios. O pico do histograma foi constituído por fibras de 1µm. As diferenças podem ser devidas à amostragem de maior área endoneural, ao número e à idade dos animais avaliados, e as técnicas laboratoriais utilizadas. Os dados obtidos podem ser considerados referenciais para o nervo fibular de ratos Wistar adultos. <![CDATA[Exclusive bed for thrombolysis. A simple measure that allows 85% of ischemic stroke patients to be treated in the first hour]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-282X2016000500373&lng=es&nrm=iso&tlng=es ABSTRACT The door-to-needle time is an important goal to reduce the time to treatment in intravenous thrombolysis. Objective Analyze if the inclusion of an exclusive thrombolytic bed reduces the door-to-needle time. Method One hundred and fifty patients admitted for neurological evaluation with ischemic stroke were separated in two groups: in the first, patients were admitted in the Emergency Room for intravenous thrombolysis (ER Group); in the second, patients were admitted in an exclusive thrombolytic bed in the general neurology ward (TB Group). Results Sixty-eight (86.0%) patients from TB Group were treated in the first 60 minutes of arrival as compared to 48 (67.6%) in the ER Group (p = 0.011). Conclusion The introduction of a thrombolytic bed in a general hospital setting can markedly reduce the door-to-needle time, allowing more than 85% of patients to be treated within the first hour of admission.<hr/>RESUMO A redução no tempo porta-agulha é um objetivo importante para diminuir o tempo de tratamento na trombólise endovenosa. Objetivo Analisar se a inclusão de um leito exclusivo de trombólise reduz o tempo porta-agulha. Método Cento e cinqüenta pacientes admitidos com acidente vascular cerebral isquêmico foram separados em dois grupos: no primeiro, os pacientes foram admitidos no Pronto-Atendimento para trombólise endovenosa (Grupo PA); no segundo, os pacientes foram admitidos no leito de trombólise na enfermaria de neurologia (Grupo LT). Resultados Sessenta e oito (86,0%) pacientes do Grupo LT foram tratados nos primeiros 60 minutos após a chegada, em comparação com 48 (67,6%) no Grupo PA (p = 0,011). Conclusão A introdução de um leito de trombólise em ambiente hospitalar pode reduzir marcadamente o tempo porta-agulha, permitindo que mais de 85% dos pacientes sejam tratados na primeira hora de admissão. <![CDATA[Consistent declining trends in stroke mortality in Brazil: mission accomplished?]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-282X2016000500376&lng=es&nrm=iso&tlng=es ABSTRACT Stroke mortality rates are declining in Brazil, but diferences among regions need to be better investigated. The age-adjusted stroke mortality trends among adults (30-69 years-old) from Brazilian regions were studied between 1996 and 2011. Method Data were analyzed after: 1) reallocation of deaths with non-registered sex or age; 2) redistribution of garbage codes and 3) underreporting correction. A linear regression model with autoregressive errors and a state space model were fitted to the data, aiming the estimation of annual trends at every point in time. Results Although there were high values, a steady decrease of rates was observed. The decreasing trends among all regions were statistically significant, with higher values of decline among the Northeast and Northern regions, where rates were the highest. Conclusion Standardized methodology use is mandatory for correct interpretation of mortality estimates. Although declining, rates are still extremely high and efforts must be made towards prevention of stroke incidence, reduction of case-fatality rates and prevention of sequelae.<hr/>RESUMO Objetivos As taxas de mortalidade por acidente vascular encefálico (AVE) estão em declínio no Brasil, mas diferenças entre as regiões precisam ser melhor investigadas. Foram analisadas as tendências de mortalidade por AVE ajustadas por idade em adultos (30-69 anos) de regiões do Brasil, entre 1996 e 2011. Método Análise realizada após realocação dos óbitos sem registro de sexo ou idade; redistribuição de códigos mal definidos e correção do subregistro. Modelos de regressão linear e de espaço de estados foram utilizados visando estimativas de tendências anuais em todos pontos no tempo. Resultados Observou-se redução de cerca de 50% nas taxas de mortalidade em todas as regiões, para homens e mulheres, com maiores declínios nas regiões Norte e Nordeste, onde as taxas eram as mais elevadas. Conclusão Usar metodologia padronizada é fundamental para interpretação correta das estimativas de mortalidade. Esforços devem ser feitos para prevenção da incidência de AVE, redução das taxas de letalidade e prevenção de sequelas. <![CDATA[The extended pterional approach allows excellent results for removal of anterior cranial fossa meningiomas]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-282X2016000500382&lng=es&nrm=iso&tlng=es ABSTRACT Objective To describe a unique operative strategy, instead the classical pterional approach, and to analyses it safety and effectiveness for removal of anterior cranial fossa meningiomas. Method We identify 38 patients with tuberculum sellae and olphactory groove meningiomas operated between 1986 and 2013. Medical charts, operative reports, imaging studies and clinical follow-up evaluations were reviewed and analyzed retrospectively. The pterional craniotomy is extended toward the frontal bone providing access through the subfrontal route, besides the usual anterolateral view provided by the classical pterional approach. Results Surgical mortality occurred in one patient (2.6%). Gross total resection was achieved in 27 patients (86.8%). Median time of follow-up was 69.4 months. Conclusion The extended pterional approach allows excellent results. Total removal of meningiomas of the anterior cranial fossa was obtained in 86.8 % of patients, with low morbidity and mortality.<hr/>RESUMO Objetivo Descrever a craniotomia pterional estendida, ao invés da abordagem pterional clássica, e analisar sua segurança e eficácia para a remoção dos meningiomas da fossa anterior. Método Identificamos 38 pacientes com meningiomas do tubérculo da sela e da goteira olfatória operados entre 1986 e 2013. Os prontuários, relatórios cirúrgicos, exames de imagem e acompanhamento pós-operatório foram analisados retrospectivamente. A craniotomia pterional com extensão para o osso frontal permite acesso pela via subfrontal além da via anterolateral do acesso pterional clássico. Resultados A mortalidade cirúrgica foi de 2,6% (um paciente). A remoção total foi alcançada em 86,8% (27 pacientes) com um tempo médio de seguimento de 69,4 meses. Conclusão A abordagem pterional estendida permite excelentes resultados. A remoção total dos meningiomas da fossa craniana anterior foi obtida em 86,8% dos pacientes, com baixa morbi-mortalidade. <![CDATA[Surgical outcomes of the endoscopic endonasal transsphenoidal approach for large and giant pituitary adenomas: institutional experience with special attention to approach-related complications]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-282X2016000500388&lng=es&nrm=iso&tlng=es ABSTRACT Objective In this study, we investigate our institutional experience of patients who underwent endoscopic endonasal transsphenoidal approach for treatment of large and giant pituitary adenomas emphasizing the surgical results and approach-related complications. Method The authors reviewed 28 consecutive patients who underwent surgery between March, 2010 and March, 2014. Results The mean preoperative tumor diameter was 4.6 cm. Gross-total resection was achieved in 14.3%, near-total in 10.7%, subtotal in 39.3%, and partial in 35.7%. Nine patients experienced improvement in visual acuity, while one patient worsened. The most common complications were transient diabetes insipidus (53%), new pituitary deficit (35.7%), endonasal adhesions (21.4%), and cerebrospinal fluid leak (17.8%). Surgical mortality was 7.1%. Conclusions Endoscopic endonasal transsphenoidal surgery is a valuable treatment option for large or giant pituitary adenomas, which results in high rates of surgical decompression of cerebrovascular structures.<hr/>RESUMO Objetivo Neste manuscrito investigamos a experiência institucional com o acesso endonasal endoscópico transesfenoidal no tratamento de adenomas hipofisários grandes e gigantes com ênfase às complicações relacionadas ao acesso cirúrgico. Método Foram incluídos neste estudo 28 pacientes consecutivos submetidos à cirurgia entre Março de 2010 e Março de 2014. Resultados O diâmetro médio pré-operatório dos tumores era 4,6 cm. Uma ressecção total foi obtida em 14,3%; quase total, em 10,7%; subtotal, em 39,3% e parcial, em 35,7%. Nove pacientes evoluíram com melhora na acuidade visual, enquanto um paciente apresentou piora da função visual. As complicações mais comuns foram diabetes insipidus transitório (53%), novo défice hipofisário (35,7%), sinéquias endonasais (21,4%) e fistula liquórica (17,8%). A mortalidade cirúrgica foi 7,1%. Conclusões A cirurgia por via endonasal endoscópica transesfenoidal é uma opção terapêutica extremamente útil para adenomas hipofisários grandes e gigantes, a resultar numa significativa descompressão das estruturas cerebrovasculares. <![CDATA[Pituitary macroadenoma: analysis of intercarotid artery distance compared to controls]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-282X2016000500396&lng=es&nrm=iso&tlng=es ABSTRACT Objective To evaluate the intercarotid distance (ICD) of patients with pituitary macroadenoma and compare to heatlhy controls. Method We retrospectively reviewed contrast-enhanced MRI images from twenty consecutive patients diagnosed with non-functioning pituitary macroadenoma, measured the ICD at two different levels (petrous segment – ICD1 and horizontal cavernous segment – ICD2) and compared to twenty paired controls. Results There was no statistically significant difference of the mean ICD1 between the groups and subgroups. For the ICD2 there was statistically significant difference between the case and controls. However, there was no significant difference between the patients with smaller adenomas and the controls. In contrast, the patients with giant adenomas showed statistically significantly higher ICD2 than the controls. Conclusion The ICD at the horizontal segment of the cavernous carotid tends to be wider in patients with giant pituitary adenomas than in healthy individuals or patients with smaller adenomas.<hr/>RESUMO Objetivo Avaliar a distância intercarotídea (DIC) de pacientes com macroadenoma de hipófise e comparar com controles saudáveis. Método Foram analisados retrospectivamente imagens de ressonância magnética com contraste de vinte pacientes consecutivos com diagnóstico de macroadenoma hipofisário não-funcionante, medidas as DIC em dois níveis diferentes (segmento petroso – DIC1 e segmento cavernoso horizontal – DIC2) e comparados com vinte controles pareados. Resultados Não houve diferença estatisticamente significativa da DIC1 média entre os grupos e subgrupos. Para a DIC2 houve diferença estatisticamente significativa entre os casos e controles. No entanto, não houve diferença significativa entre os doentes com adenomas menores e os controles. Entretanto, os pacientes com adenomas gigantes tiveram estatisticamente significativamente DIC2 que os controlos. Conclusão A DIC no segmento horizontal da carótida cavernoso, tende a ser mais larga em doentes com adenomas hipofisários gigantes do que em indivíduos saudáveis ou de pacientes com adenomas menores. <![CDATA[3-D simulation of posterior fossa reduction in Chiari I]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-282X2016000500405&lng=es&nrm=iso&tlng=es ABSTRACT We proposed a 3D model to evaluate the role of platybasia and clivus length in the development of Chiari I (CI). Using a computer aided design software, two DICOM files of a normal CT scan and MR were used to simulate different clivus lengths (CL) and also different basal angles (BA). The final posterior fossa volume (PFV) was obtained for each variation and the percentage of the volumetric change was acquired with the same method. The initial normal values of CL and BA were 35.65 mm and 112.66º respectively, with a total PFV of 209 ml. Ranging the CL from 34.65 to 29.65 – 24.65 – 19.65, there was a PFV decrease of 0.47% – 1.12% – 1.69%, respectively. Ranging the BA from 122.66º to 127.66º – 142.66º, the PFV decreased 0.69% – 3.23%, respectively. Our model highlights the importance of the basal angle and clivus length to the development of CI.<hr/>RESUMO No presente estudo, propusemos a criação de um modelo computacional em 3D com elaboração de software onde dois arquivos em formato DICOM com uma TC e RNM de crânio foram usados para simular diferentes mensurações na extensão do clivus (EC) e no ângulo basal (AB). O volume final da fossa posterior (VFP) foi obtido em cada variação, bem como a percentagem de volume alterada. O tamanho inicial da EC era de 35,65 mm e o do AB era de 112.66º, com um VFP de 209 ml. Variando a EC de 34,65 para 29,65 – 24.65 e 19.65, houve uma diminuição do VFP de 0.47%, 1.12% e 1.69%, respectivamente. Variando o AB de 122,66º para 127,66º e 142,66º, o VFP diminui para 0.69% e 3.23%, respectivamente. Nosso modelo enfatiza a importância da patogênese do aumento do AB e do encurtamento do clivus no desenvolvimento do Chiari I. <![CDATA[Predictors of quality of life after moderate to severe traumatic brain injury]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-282X2016000500409&lng=es&nrm=iso&tlng=es ABSTRACT Objective To verify correlations between age, injury severity, length of stay (LOS), cognition, functional capacity and quality of life (QOL) six months after hospital discharge (HD) of victims of traumatic brain injury (TBI). Method 50 patients consecutively treated in a Brazilian emergency hospital were assessed at admission, HD and six months after HD. The assessment protocol consisted in Abbreviated Injury Scale, Injury Severity Score, Glasgow Coma Scale (GCS), Revised Trauma Score (RTS), Mini Mental Test, Barthel Index and World Health Organization QOL - Brief. Results Strong negative correlation was observed between LOS and GCS and LOS and RTS. An almost maximal correlation was found between RTS and GCS and functional capacity and GCS at HD. Age and LOS were considered independent predictors of QOL. Conclusion Age and LOS are independent predictors of QOL after moderate to severe TBI.<hr/>RESUMO Objetivo Verificar correlações entre idade, gravidade do trauma, tempo de hospitalização (TH), cognição, capacidade funcional e qualidade de vida (QV) seis meses após alta hospitalar (AH) de vítimas de trauma crânio-encefálico (TCE). Método 50 pacientes tratados em um hospital de emergência brasileiro foram avaliados na admissão, AH e seis meses após AH. O protocolo de avaliação consistia em Escala Abreviada de Lesões, Índice de Gravidade de Lesão, Escala de Coma de Glasgow (ECG), Escore de Trauma Revisado (RTS), teste Mini-Mental, Índice de Barthel e Questionário Breve de QV da Organização Mundial de Saúde. Resultados Forte correlação negativa foi observada entre TH e ECG e TH e RTS. Correlação quase máxima foi observada entre RTS e ECG e capacidade funcional e ECG na AH. Idade e TH foram considerados preditores independentes de QV. Conclusão Idade e TH são preditores independentes de QV após TCE moderado e grave. <![CDATA[Vestibular migraine: diagnosis challenges and need for targeted treatment]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-282X2016000500416&lng=es&nrm=iso&tlng=es ABSTRACT Approximately 1% of the general population suffers from vestibular migraine. Despite the recently published diagnostic criteria, it is still underdiagnosed condition. The exact neural mechanisms of vestibular migraine are still unclear, but the variability of symptoms and clinical findings both during and between attacks suggests an important interaction between trigeminal and vestibular systems. Vestibular migraine often begins several years after typical migraine and has a variable clinical presentation. In vestibular migraine patients, the neurological and neurotological examination is mostly normal and the diagnosis will be based in the patient clinical history. Treatment trials that specialize on vestibular migraine are scarce and therapeutic recommendations are based on migraine guidelines. Controlled studies on the efficacy of pharmacologic interventions in the treatment of vestibular migraine should be performed.<hr/>RESUMO Cerca de 1% da população apresentam o diagnóstico de migrânea vestibular. Apesar dos critérios diagnósticos terem sido publicados recentemente, ainda é uma condição subdiagnosticada. Os mecanismos neurais exatos da migrânea vestibular ainda não estão claros, mas a variabilidade dos sintomas e achados clínicos durante e entre os ataques sugere uma interação importante entre os sistemas trigeminal e vestibular. A migrânea vestibular geralmente começa alguns anos após a migrânea típica e tem apresentação clínica variável. Em pacientes com migrânea vestibular, o exame neurológico e otoneurológico são geralmente normais e o diagnóstico é baseado na história clínica do paciente. Estudos sobre tratamento da migrânea vestibular são escassos e recomendações terapêuticas são baseadas em diretrizes do tratamento da migrânea. Estudos controlados sobre a eficácia das intervenções farmacológicas para o tratamento da migrânea vestibular devem ser realizados. <![CDATA[What’s in a name? Problems, facts and controversies regarding neurological eponyms]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-282X2016000500423&lng=es&nrm=iso&tlng=es ABSTRACT The use of eponyms in neurology remains controversial, and important questions have been raised about their appropriateness. Different approaches have been taken, with some eponyms being excluded, others replaced, and new ones being created. An example is Hallervorden-Spatz syndrome, which has been replaced by neurodegeneration with brain iron accuulatium (NBIA). Amiothoplic lateral sclerosys (ALS), for which the eponym is Charcot’s disease, has been replaced in the USA by Lou Gehrig’s disease. Guillain-Barré syndrome (GBS) is an eponym that is still the subject of controversy, and various different names are associated with it. Finally,restless legs syndrome (RLS), which was for years known as Ekbom’s syndrome, has been rechristened as RLS/Willis-Ekbom syndrome.<hr/>RESUMO O uso de epônimos em neurologia permanece ainda controverso nos dias de hoje, e importantes questões tem sido levantadas sobre o seu uso. Diferentes abordagens têm sido feitas, com a exclusão de alguns epônimos, modificação ou criação de outros. Um exemplo é a síndrome de Hallervorden-Spatz (SHS), cuja denominação foi modificada para neurodegeneração associada com acúmulo de ferro cerebral (NBIA). Outro exemplo é a esclerose lateral amiotrófica (ELA), cujo epônimo doença de Charcot, tem sido substituído nos EUA por doença de Lou Gehring. A síndrome de Guillain-Barré (SGB) representa um epônimo em que a controvérsia persiste, e diferentes nomes têm sido associados ao clássico SGB. Por fim, a síndrome das pernas inquietas (SPI), que por anos foi definida como síndrome de Ekbom, e que na atualidade foi definida como SPI/síndrome de Willis-Ekbom. <![CDATA[Hypertrophic olivary degeneration: unveiling the triangle of Guillain-Mollaret]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-282X2016000500426&lng=es&nrm=iso&tlng=es ABSTRACT The use of eponyms in neurology remains controversial, and important questions have been raised about their appropriateness. Different approaches have been taken, with some eponyms being excluded, others replaced, and new ones being created. An example is Hallervorden-Spatz syndrome, which has been replaced by neurodegeneration with brain iron accuulatium (NBIA). Amiothoplic lateral sclerosys (ALS), for which the eponym is Charcot’s disease, has been replaced in the USA by Lou Gehrig’s disease. Guillain-Barré syndrome (GBS) is an eponym that is still the subject of controversy, and various different names are associated with it. Finally,restless legs syndrome (RLS), which was for years known as Ekbom’s syndrome, has been rechristened as RLS/Willis-Ekbom syndrome.<hr/>RESUMO O uso de epônimos em neurologia permanece ainda controverso nos dias de hoje, e importantes questões tem sido levantadas sobre o seu uso. Diferentes abordagens têm sido feitas, com a exclusão de alguns epônimos, modificação ou criação de outros. Um exemplo é a síndrome de Hallervorden-Spatz (SHS), cuja denominação foi modificada para neurodegeneração associada com acúmulo de ferro cerebral (NBIA). Outro exemplo é a esclerose lateral amiotrófica (ELA), cujo epônimo doença de Charcot, tem sido substituído nos EUA por doença de Lou Gehring. A síndrome de Guillain-Barré (SGB) representa um epônimo em que a controvérsia persiste, e diferentes nomes têm sido associados ao clássico SGB. Por fim, a síndrome das pernas inquietas (SPI), que por anos foi definida como síndrome de Ekbom, e que na atualidade foi definida como SPI/síndrome de Willis-Ekbom. <![CDATA[Primary central nervous system lymphoma (PCNSL)]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-282X2016000500428&lng=es&nrm=iso&tlng=es ABSTRACT The use of eponyms in neurology remains controversial, and important questions have been raised about their appropriateness. Different approaches have been taken, with some eponyms being excluded, others replaced, and new ones being created. An example is Hallervorden-Spatz syndrome, which has been replaced by neurodegeneration with brain iron accuulatium (NBIA). Amiothoplic lateral sclerosys (ALS), for which the eponym is Charcot’s disease, has been replaced in the USA by Lou Gehrig’s disease. Guillain-Barré syndrome (GBS) is an eponym that is still the subject of controversy, and various different names are associated with it. Finally,restless legs syndrome (RLS), which was for years known as Ekbom’s syndrome, has been rechristened as RLS/Willis-Ekbom syndrome.<hr/>RESUMO O uso de epônimos em neurologia permanece ainda controverso nos dias de hoje, e importantes questões tem sido levantadas sobre o seu uso. Diferentes abordagens têm sido feitas, com a exclusão de alguns epônimos, modificação ou criação de outros. Um exemplo é a síndrome de Hallervorden-Spatz (SHS), cuja denominação foi modificada para neurodegeneração associada com acúmulo de ferro cerebral (NBIA). Outro exemplo é a esclerose lateral amiotrófica (ELA), cujo epônimo doença de Charcot, tem sido substituído nos EUA por doença de Lou Gehring. A síndrome de Guillain-Barré (SGB) representa um epônimo em que a controvérsia persiste, e diferentes nomes têm sido associados ao clássico SGB. Por fim, a síndrome das pernas inquietas (SPI), que por anos foi definida como síndrome de Ekbom, e que na atualidade foi definida como SPI/síndrome de Willis-Ekbom.