Scielo RSS <![CDATA[Revista Brasileira de Anestesiologia]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=0034-709420140001&lang=es vol. 64 num. 1 lang. es <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[Recomendaciones de SBA para la seguridad en la anestesia regional en uso de anticoagulantes]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942014000100001&lng=es&nrm=iso&tlng=es <![CDATA[La premedicación con midazolam antes de la sección de cesárea no tiene efectos adversos en el neonato]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942014000100016&lng=es&nrm=iso&tlng=es Como todos os pacientes cirúrgicos, pacientes obstétricas também sentem estresse e ansieda de operatórios. Isso pode ser prevenido se forem passadas à paciente informações detalhadas sobre sua operação e se forem administrados medicamentos farmacológicos pré-operatórios. Devido aos efeitos depressivos dos sedativos nos neonatos, os medicamentos farmacológicos são omitidos, especialmente em pacientes obstétricas. A literatura contém poucos estudos concernentes ao uso de midazolam no pré-operatório em pacientes de secção cesariana (C/S). Nosso objetivo nesse estudo foi ajudar nossas pacientes passando por cirurgia C/S. Um grupo agendado para C/S eletiva recebeu midazolam 0,025 mg kg−1 por via intraveno sa; o outro grupo recebeu salina. A ansiedade materna foi avaliada com o uso dos escores da Amsterdam Preoperative Anxiety and Information Scale (APAIS) (Escala de Ansiedade e Informação Pré-operatória de Amsterdam), e os neonatos foram avaliados por Apgar e pelo instrumento Neonatal Neurologic and Adaptive Capacity Score (NACS) (Escore Neurológico e de Capacidade Adaptativa do Neonato). Em conclusão, os pacientes pré-medicados com midazolam 0,025 mg kg−1 medicação tiveram escores de ansiedade significativamente baixos, sem qualquer efeito adverso nos neonatos. Portanto, midazolam pode, com segurança, ser utilizado como agente de pré-medicação na cirurgia C/S.<hr/>Like all surgical patients, obstetric patients also feel operative stress and anxiety. This can be prevented by giving patients detailed information about their operation and with preoperative pharmacological medications. Because of depressive effects of sedatives on newborns, pharmacological medications are omitted, especially in obstetric patients. The literature contains few studies concerning preoperative midazolam use in Caesarian section (C/S) patients. Our aim in this study was to help patients undergoing C/S surgery. One group scheduled for elective C/S received midazolam 0.025 mg kg-1 intravenously, the other received saline. Maternal anxiety was evaluated using Amsterdam Preoperative Anxiety and Information Scale (APAIS) scores, and newborns were evaluated using Apgar and the Neonatal Neurologic and Adaptive Capacity Score (NACS). In conclusion, patients receiving midazolam 0.025 mg kg-1 as premedication had significantly low anxiety scores, without any adverse effects on the newborns. Midazolam can therefore safely be used as a premedicative agent in C/S surgery.<hr/>Como todos los pacientes quirúrgicos, las pacientes obstétricas también sienten estrés y ansiedad operatorios. Eso puede prevenirse si se le transmiten a la paciente informaciones detalladas sobre su operación y si se administran medicamentos farmacológicos preoperatorios. Debido a los efectos depresivos de los sedativos de los neonatos, los medicamentos farmacológicos se omiten, especialmente en pacientes obstétricas. La literatura contiene pocos estudios concernientes al uso de midazolam en el preoperatorio en pacientes de sección de cesárea (C/S). Nuestro objetivo en ese estudio, fue ayudar a nuestras pacientes pasando por una cirugía C/S. Un grupo con cita para C/S electiva recibió midazolam 0,025 mg.kg-1 por vía intravenosa; el otro grupo recibió salina. La ansiedad materna se evaluó con el uso de las puntuaciones de la Amsterdam Preoperative Anxiety and Information Scale (APAIS) (Escala de Ansiedad e Información Preoperatoria de Ámsterdam), y los neonatos se evaluaron por APGAR y porel instrumento Neonatal Neurologic and Adaptive Capacity Score (NACS) (Puntuación Neurológica y de Capacidad Adaptativa del Neonato). Como colofón, podemos decir que los pacientes premedicados con midazolam con 0,025 mg.kg-1 de medicación, alcanzaron puntuaciones de ansiedad significativamente bajas, sin ningún efecto adverso en los neonatos. Por tanto, el midazolam puede ser utilizado con seguridad como un agente de premedicación en la cirugía C/S. <![CDATA[Evaluación preoperatoria del paciente neumópata ]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942014000100022&lng=es&nrm=iso&tlng=es Justificativa e objetivos: Na prática clínica diária, complicações pulmonares relacionadas ao procedimento cirúrgico são comuns, o que aumenta a morbidade e mortalidade dos pacientes. A ponderação do risco de complicações pulmonares é um importante passo da avaliação pré-operatória. Dessa forma, fizemos uma revisão dos aspectos mais relevantes da avaliação pré-operatória do paciente pneumopata. Conteúdo: A estratificação do risco pulmonar depende dos sintomas clínicos e do estado físico do doente. Idade, doenças respiratórias preexistentes, estado nutricional e tratamento médico continuado são, geralmente, mais importantes do que exames complementares. Testes de função pulmonar assumem grande relevância quando procedimentos torácicos ou abdominais alto são propostos, especialmente se considerada a realização de ressecção pulmonar. Conclusões: A compreensão da avaliação perioperatória acerca do risco para potencial complicação pulmonar permite à equipe médica escolher adequada técnica anestésica e cuidados clínicos e cirúrgicos que se adequem a cada paciente, o que reduz, portanto, desfechos respiratórios desfavoráveis. <hr/> Background and objectives: In daily clinical practice, pulmonary complications related to surgical procedure are common, increasing the morbidity and mortality of patients. Assessment of the risk of pulmonary complications is an important step in the preoperative evaluation. Thus, we review the most relevant aspects of preoperative assessment of the patient with lung disease. Content: Pulmonary risk stratification depends on clinical symptoms and patient's physical status. Age, preexisting respiratory diseases, nutritional status, and continued medical treatment are usually more important than additional tests. Pulmonary function tests are of great relevance when high abdominal or thoracic procedures are scheduled, particularly when lung resection are considered. Conclusion: Understanding the perioperative evaluation of the potential risk for developing pulmonary complication allows the medical team to choose the adequate anesthetic technique and surgical and clinical care required by each patient, thereby reducing adverse respiratory outcomes. <hr/> Justificación y objetivo: en la práctica clínica diaria son comunes las complicaciones pulmonares relacionadas con el procedimiento quirúrgico, lo que aumenta la morbimortalidad de los pacientes. La ponderación del riesgo de complicaciones pulmonares es un importante paso en la evaluación preoperatoria. Por lo tanto, hicimos una revisión de los aspectos más relevantes de la evaluación preoperatoria del paciente neumópata. Contenido: la estratificación del riesgo pulmonar depende de los síntomas clínicos y del estado físico del enfermo. La edad, enfermedades respiratorias preexistentes, estado nutricional y tratamiento médico continuado son, generalmente, más importantes que los exámenes complementarios. Los test de función pulmonar tienen una gran relevancia cuando se trata de procedimientos torácicos o abdominales altos, especialmente si se tiene en cuenta la realización de la resección pulmonar. Conclusiones: la comprensión de la evaluación perioperatoria acerca del riesgo para la potencial complicación pulmonar, le permite al equipo médico elegir una adecuada técnica anestésica y cuidados clínicos y quirúrgicos que se adecúen a cada paciente, reduciendo así los resultados respiratorios no favorables. <![CDATA[¿La metoclopramida y la ondansetrona alteran el bloqueo neuromuscular inducido por mivacurio? - un estudio aleatorizado]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942014000100035&lng=es&nrm=iso&tlng=es Experiência: Objetivamos investigar os efeitos de metoclopramida e ondansetrona no bloqueio neuromuscular por mivacúrio. Métodos: Foram incluídos no estudo 75 pacientes ASA I-II, com idades entre 18 e 65 anos e agendados para cirurgia eletiva necessitando de intubação traqueal. Os pacientes receberam metoclopramida 10 mg, ondansetrona 4 mg ou salina normal 5 mL; grupo M, grupo O e grupo SN (n = 25) respectivamente. Antes da anestesia, os medicamentos em estudo foram administrados em um volume de 5 mL. O nível de colinesterase plasmática foram obtidos antes e 5 minutos depois da administração dos medicamentos em estudo e 5 minutos depois da administração de mivacúrio. Os tempos até o início e os níveis T25, T75, T25-75 e T90 foram comparados entre si, tendo sido investigadas as diferenças entre cada paciente. Depois de registrar T90, o estudo foi terminado, tendo início a cirurgia. Resultados: O tempo até o início foi significativamente mais breve no Grupo M versus os outros dois grupos. O tempo até o início no Grupo O foi significativamente mais breve versus grupo SN. No grupo M, T25, T75, T90 e os índices de recuperação foram significativamente maiores versus Grupo NS (p &lt; 0,001). No Grupo O, T25 e T75 foram maiores versus Grupo NS (p &lt; 0,01 e p &lt; 0,05,respectivamente). No Grupo M, T75, T90 e índices de retorno da anestesia foram significativamente maiores versus Grupo O (p &lt; 0,001, p &lt; 0,01, p &lt; 0,001, respectivamente). Nos Grupos M e O, os níveis plasmáticos de colinesterase diminuíram significativamente (p &lt; 0,001). Depois da administração dos medicamentos em estudo e de mivacúrio. Houve também redução na colinesterase plasmática no Grupo NS 5 minutos após a administração de mivacúrio (p &lt; 0,001). Conclusão: Consideramos que ondansetrona seja agente mais confiável do que metoclopramida, quando utilizada com mivacúrio. <hr/> Background: We aimed to investigate the effects of metoclopramide and ondansetrone on mivacurium neuromuscular blockade. Methods: Seventy five, ASA I-II patients, aged 18-65 and scheduled for elective surgery requiring tracheal intubation were included in the study. The patients received metoclopramide 10 mg, ondansetrone 4 mg or normal saline 5 mL; group M, group O, group NS (n = 25), respectively. Before anesthesia study drugs were administered in a volume of 5 mL. The level of plasma cholinesterase were obtained before and 5 minutes after the administration of study drugs and5 minutes after the administration of mivacurium. Onset time, T25, T75, T25-75, T90 levelswere compared with each other and differences between each patients were investigated. After recording T90, the study was terminated and surgery was started. Results: Onset time was significantly shorter in group M, than the other two groups. Onset time in group O was significantly shorter than in group NS. In Group M T25, T75, T90 and recovery indices were significantly greater than in Group NS (p &lt; 0.001). In Group O T25, T75 were greater than Group NS (p &lt; 0.01 and p &lt; 0.05, respectively). In Group M T75, T90 and emergence indices were significantly higher than Group O (p &lt; 0.001, p &lt; 0.01, p &lt; 0.001, respectively). In Groups M and O, plasma cholinesterase levels decreased significantly (p &lt; 0.001) after administration of study drugs and mivacurium. Plasma cholinesterase also was reduced in Group NS 5 minutes after the administration of mivacurium (p &lt; 0.001). Conclusion: Ondansetrone is believed to be more reliable agent than metoclopramide when used with mivacurium. <![CDATA[Administración de la clonidina intravenosa y su capacidad de reducir la presión de la arteria pulmonar en pacientes sometidos a cirugía cardiaca]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942014000100040&lng=es&nrm=iso&tlng=es Objetivo: Avaliar a capacidade da clonidina de reduzir a pressão arterial pulmonar de pacientes com hipertensão pulmonar, submetidos a cirurgia cardíaca, seja pela diminuição dos valores pressóricos a partir da aferição direta da pressão de artéria pulmonar, seja pela redução ouabolição da necessidade de dobutamina e nitroprussiato de sódio no intraoperatório. Método: Trata-se de estudo controlado, comparativo, randomizado e duplamente encoberto feito com 30 pacientes portadores de hipertensão arterial pulmonar tipo 2, submetidos a cirurgia cardíaca. Avaliaram-se a pressão média de artéria pulmonar e a posologia de dobutaminae nitroprussiato de sódio em quatro momentos: (M0) antes da administração de 2 µg/kg declonidina intravenosa ou placebo; (M1) decorridos 30 minutos do tratamento testado e antes da circulação extracorpórea; (M2) imediatamente após a circulação extracorpórea; e (M3)10 minutos após a injeção de protamina. Resultados: Não houve diferenças significativas em relação à pressão média de artéria pulmonarem nenhum dos momentos estudados. Entre os grupos não houve também diferença significativa entre as demais variáveis estudadas, como pressão arterial sistêmica média, frequência cardíaca, dosagem total de dobutamina, dosagem total de nitroprussiato de sódio e necessidade do hipnoanalgésico fentanil. Conclusão: A análise dos dados obtidos dos pacientes incluídos neste estudo permite concluir que a clonidina, na dose de 2 µg/kg administrada via intravenosa, não foi capaz de reduzir a pressão média de artéria pulmonar de pacientes com hipertensão pulmonar do grupo 2 (hipertensão venosa pulmonar), submetidos a cirurgia cardíaca, e nem reduzir ou abolir a necessidade da administração de dobutamina e nitroprussiato de sódio no intraoperatório. <hr/> Objective: Evaluate the ability of clonidine to reduce pulmonary arterial pressure in patients with pulmonary hypertension undergoing heart surgery, either by reducing the pressure values from the direct measurement of pulmonary arterial pressure or by reducing or eliminating the need for intraoperative dobutamine and nitroprusside. Method: Randomized, double-blind, placebo-controlled, comparative study conducted in 30 patients with pulmonary arterial hypertension type 2 undergoing cardiac surgery. Mean pulmonary arterial pressure and dosage of dobutamine and sodium nitroprusside were assessed four times: before intravenous administration of clonidine (2 µg/kg) or placebo (T0), 30 min after tested treatment and before cardiopulmonary bypass (T1), immediately after CPB (T2), 10 min after protamine injection (T3). Results: There were no significant differences regarding mean pulmonary arterial pressure at any time of evaluation. There was no significant difference between groups regarding other variables, such as mean systemic arterial pressure, heart rate, total dose of dobutamine, total dose of sodium nitroprusside, and need for fentanyl. Conclusion: Data analysis from patients included in this study allows us to conclude that intra-venous clonidine (2 µg/kg) was not able to reduce the mean pulmonary arterial pressure inpatients with pulmonary hypertension in group 2 (pulmonary venous hypertension), undergoing heart surgery, or reduce or eliminate the need for intraoperative administration of dobutamineand sodium nitroprusside. <hr/> Objetivo: Evaluar la capacidad de la clonidina de reducir la presión arterial pulmonar de pacientes con hipertensión pulmonar sometidos a cirugía cardíaca, sea por la disminución de los valores tensionales a partir de la comprobación directa de la presión de la arteria pulmonar, o por la reducción o supresión de la necesidad de dobutamina y nitroprusiato de sodio en el intraoperatorio. Método: Se trata de un estudio controlado, comparativo, aleatorizado y doble ciego hecho con 30 pacientes con hipertensión arterial pulmonar tipo 2, sometidos a cirugía cardíaca. Fueron evaluados la presión promedio de la arteria pulmonar y la posología de dobutamina y nitroprusiato de sodio en 4 momentos: (M0) antes de la administración de 2 µg/kg de clonidina intravenosa o placebo; (M1) transcurridos 30 min del tratamiento testado y antes de la circulación extracorpórea; (M2) inmediatamente después de la circulación extracorpórea; y (M3) 10 min después de la inyección de protamina. Resultados: No fueron verificadas diferencias significativas con relación a la presión promedio de la arteria pulmonar en ninguno de los momentos estudiados. Entre los grupos tampoco hubo diferencia significativa entre las demás variables estudiadas, como presión arterial sistémica promedio, frecuencia cardíaca, dosificación total de dobutamina, dosificación total de nitroprusiato de sodio y la necesidad del hipnoanalgésico fentanilo. Conclusiones: El análisis de los datos obtenidos de los pacientes incluidos en este estudio permite concluir que la clonidina en una dosis de 2 µg/kg administrada por vía intravenosa no fue capaz de reducir la presión promedio de la arteria pulmonar de pacientes con hipertensión pulmonar del grupo 2 (hipertensión venosa pulmonar), sometidos a cirugía cardíaca, ni tampoco reducir o suprimir la necesidad de la administración de dobutamina y nitroprusiato de sodio en el intraoperatorio. <![CDATA[Determinación del volumen mínimo efectivo de bupivacaina al 0,5% para el bloqueo del plexo braquial por vía axilar guiado por ultrasonido]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942014000100049&lng=es&nrm=iso&tlng=es Justificativa e objetivo: o uso do ultrassom para acompanhar o correto posicionamento da agulha e a dispersão do anestésico local permitiu a redução do volume de anestésico local necessário para o bloqueio de nervos periféricos. Existem poucos trabalhos sobre o volume mínimo efetivo de anestésico local para o bloqueio do plexo braquial via axilar (BPVA). Este estudo foi conduzido com o objetivo de determinar o volume mínimo efetivo (VE90) de bupivacaína 0,5% comadrenalina (1:200.000) para o BPVA guiado por ultrassom. Método: o método up-and-down proposto por Massey e Dixon foi usado para o cálculo do volume mínimo efetivo. A dose inicial foi de 5 ml por nervo (radial, mediano, ulnar e musculocutâneo). No caso de falha do bloqueio, o volume era aumentado em 0,5 mL por nervo. O sucesso do bloqueio resultava na diminuição do volume em 0,5 mL por nervo para o paciente subsequente. O sucesso do bloqueio foi definido como bloqueio da função motora ≤ 2 segundo a escala de Bromage modificada, ausência de sensibilidade térmica e de resposta ao pinprick. Foi definido como critério para término do estudo a obtenção de cinco casos de falha seguidos de casos de sucesso. Resultados: foram incluídos 19 pacientes no estudo. O volume mínimo efetivo (VE90) de bupi-vacaína 0,5% com 1:200.000 de adrenalina foi de 1,56 ml (IC 95% 0,99-3,5) por nervo. Conclusão: este trabalho corrobora alguns estudos que mostram que é possível obter anestesia cirúrgica com baixos volumes de anestésico local para bloqueios de nervo periférico guiados por ultrassom. <hr/> Background and objective: The use of ultrasound for needle correct placement and local anesthetic spread monitoring helped to reduce the volume of local anesthetic required for peripheral nerve blocks. There are few studies of the minimum effective volume of local anesthetic for axillary brachial plexus block. The aim of this study was to determine the minimum effective volume (VE90) of 0.5% bupivacaine with epinephrine (1:200,000) for ultrasound guided ABPB. Method: Massey and Dixon's up-and-down method was used to calculate the minimum effective volume. The initial dose was 5 mL per nerve (radial, median, ulnar, and musculocutaneous). In case of blockade failure, the volume was increased to 0.5 mL per nerve. A successful blockade resulted in decreased volume of 0.5 mL per nerve to the next patient. Successful blockade was defined as a motor block ≤2, according to the modified Bromage scale; lack of thermal sensitivity; and response to pinprick. The achievement of five cases of failure followed by success cases was defined as criterion to complete the study. Results: 19 patients were included in the study. The minimum effective volume (VE90) of 0.5% bupivacaine with 1:200,000 epinephrine was 1.56 mL (95% CI, 0.99-3.5) per nerve. Conclusion: This study is in agreement with some other studies, which show that it is possible to achieve surgical anesthesia with low volumes of local anesthetic for ultrasound-guided peripheral nerve blocks. <hr/> Justificación y objetivo: el uso del ultrasonido para acompanar el correcto posicionamiento de la aguja y la dispersión del anestésico local ha permitido la reducción del volumen de anestésico local necesario para el bloqueo de los nervios periféricos. Existen pocos trabajos sobre el volumen mínimo efectivo de anestésico local para el bloqueo del plexo braquial vía axilar. Este estudio fue llevado a cabo con el objetivo de determinar el volumen mínimo efectivo (VE90) de bupivacaína al 0,5% con adrenalina (1:200.000) para el bloqueo del plexo braquial vía axilar guiado por ultrasonido. Método: el método up-and-down propuesto por Massey y Dixon fue usado para el cálculo del volumen mínimo efectivo. La dosis inicial fue de 5mL por nervio (radial, mediano, cubital y musculocutáneo). En el caso de fallo en el bloqueo, el volumen se aumentaba a 0,5 mL por nervio. El éxito del bloqueo traía la disminución del volumen en 0,5 mL por nervio para el paciente posterior. El éxito del bloqueo se definió como bloqueo de la función motora &lt; 2 según la escala de Bromage modificada, ausencia de sensibilidad térmica y de respuesta al pinprick. Quedó definido como criterio para el término del estudio la obtención de 5 casos de fallo seguidos de casos de éxito. Resultado: se incluyeron 19 pacientes en el estudio. El volumen mínimo efectivo (VE90) de bupivacaína al 0,5% con 1:200.000 de adrenalina fue de 1,56 mL (IC 95%: 0,99-3,5) por nervio. Conclusiones: este trabajo corrobora algunos estudios que muestran que se puede obtener la anestesia quirúrgica con bajos volúmenes de anestésico local para bloqueos de nervio periférico guiados por ultrasonido. <![CDATA[Indicación de exámenes preoperatorios según criterios clínicos: necesidad de supervisión]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942014000100054&lng=es&nrm=iso&tlng=es Justificativa e objetivos: a solicitação indiscriminada de exames complementares na avaliação pré-anestésica é comum na prática clínica e implica custos adicionais e a possibilidade de resultados falso-positivos. Os objetivos desta pesquisa foram analisar se os exames pré-operatórios em cirurgias eletivas são solicitados segundo critério clínico e avaliar os custos desnecessários para a instituição. Métodos: foram avaliadas as solicitações de exames pré-operatórios em pacientes adultos submetidos a cirurgias eletivas não cardíacas. Os exames foram solicitados pelos cirurgiões, conforme protocolo do Serviço de Anestesia. Foram avaliados dados demográficos, estado físico, comorbidades e tipo de exame complementar solicitado. Os exames feitos foram comparados com os exames indicados. O custo dos exames foi baseado na tabela Datasus. Resultados: foram avaliados 1.063 pacientes. Verificou-se que 41,9% dos exames feitos nos pacientes classificados como ASA I não estavam indicados. No grupo de risco ASA II foram feitos 442 exames (17,72%) sem necessidade. Perceberam-se elevadas porcentagens na solicitação de hemograma, creatinina, coagulograma, raios X de tórax e ECG nos grupos ASA I-II. Apenas 40 (5,25%) dos exames feitos no grupo ASA III não estavam indicados. Nos pacientes do grupo ASA IV, 22,5% dos exames necessários não foram feitos. Ressalta-se uma economia anual de 13% (R$1.923,13) caso os exames fossem feitos conforme o protocolo. Conclusões: os exames pré-operatórios nem sempre são solicitados de acordo com critérios clínicos, o que resulta em maiores custos para a instituição. <hr/> Background and objectives: The indiscriminate order for additional tests on pre-anesthetic evaluation is common in clinical practice, which entails additional costs and the possibility of false-positive results. The aim of this study was to analyze whether preoperative tests in elective surgeries are ordered according to clinical criteria and assess the unnecessary costs for the institution. Methods: Evaluation of preoperative investigations in adult patients undergoing elective non-cardiac surgery. Tests were ordered by surgeons according to the Anesthesia Service protocol. Demographic data, physical status, comorbidities, and type of ordered supplementary examination were evaluated. The tests performed were compared with the indicated tests. The cost of screening was based on Datasus' table. Results: 1063 patients were evaluated. It was found that 41.9% of the tests performed on patients classified as ASA-I were not indicated. In ASA II group, 442 tests (17.72%) were made unnecessarily. The ordered percentages of blood count, creatinine, coagulation profile, chest X-ray, and ECG were high in groups ASA I-II. Only 40 (5.25%) of the examinations made in ASA III group were not indicated. In ASA IV group, 22.5% of the required tests were not performed. We highlight an annual saving of 13% (R$ 1923.13) if tests were done according to the protocol. Conclusions: Preoperative tests are not always ordered according to clinical criteria, which results in higher costs for the institution. <hr/> Justificativa y objetivos: la solicitud indiscriminada de exámenes complementarios en la evaluación preanestésica es común en la práctica clínica e implica costes adicionales y la posibilidad de resultados falso-positivos. Los objetivos de esta investigación fueron analizarsi los exámenes preoperatorios en las cirugías electivas son solicitados secundando el criterio clínico, y evaluar los costes innecesarios para la institución. Métodos: se evaluaron las solicitaciones de exámenes preoperatorios en pacientes adultos sometidos a cirugías electivas no cardíacas. Los exámenes fueron solicitados por los cirujanos, conforme al protocolo del servicio de anestesia. Se evaluaron los datos demográficos, el estado físico, las comorbilidades y el tipo de examen complementario solicitado. Los exámenes que se hicieron se compararon con los exámenes indicados. El coste de los exámenes se basó en la tabla Datasus. Resultados: se evaluaron 1.063 pacientes. Se verificó que un 41,9% de los exámenes realizados en los pacientes clasificados como ASA I no estaban indicados. En el grupo de riesgo ASA II se hicieron 442 exámenes (17,72%) sin necesidad. Notamos altos porcentajes en la solicitud del hemograma, creatinina, coagulograma, rayos X de tórax y ECG en los grupos ASA I-II. Cuarenta (40) (5,25%) de los exámenes hechos en el grupo ASA III no estaban indicados. En los pacientes del grupo ASA IV, un 22,5% de los exámenes necesarios no se hicieron. Destacamos aquí una economía anual de un 13% (R$ 1.923,13) si los exámenes se hiciesen de acuerdocon el protocolo. Conclusiones: los exámenes preoperatorios no siempre se solicitan de acuerdo con los criterios clínicos, lo que trae como resultado, más costes para la institución. <![CDATA[Eficacia del videolaringoscopio C-MAC<sup>®</sup> en el manejo de intubaciones no exitosas]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942014000100062&lng=es&nrm=iso&tlng=es Justificativa e objetivos: O objetivo deste estudo foi fazer uma revisão das experiências de um departamento de anestesiologia em relação ao uso do videolaringoscópio C-MAC em tentativas malsucedidas de intubação. Métodos: Analisamos os dados de 42 pacientes, cujas tentativas de intubação com o uso delaringoscopia direta (Macintosh) tinham falhado e nos quais o videolaringoscópio C-MAC foi usado como o dispositivo de resgate primário. A taxa de sucesso do C-MAC em intubação foi avaliada e a visão da laringe em ambos os dispositivos foi comparada. Resultados: Com o laringoscópio Macintosh, o escore de Cormack e Lehane foi 3 em 41 pacientes e 4 em um paciente e com o CMAC, foi 1 em 27 pacientes, 2 em 14 pacientes e 3 em um paciente. Intubação traqueal com CMAC foi bem-sucedida em 36 pacientes (86%) na primeira tentativa e em seis pacientes (14%) na segunda tentativa. Nenhuma complicação foi observada, além de pequena lesão (sangue na lâmina) em oito pacientes (19%). Conclusão: Esses dados fornecem evidência para a eficácia clínica do videolaringoscópio C-MAC no manejo de intubações malsucedidas inesperadas em assistência rotineira de anestesia. O videolaringoscópio C-MAC é eficiente e seguro como dispositivo de resgate primário em intubações malsucedidas inesperadas. <hr/> Background and objectives: The purpose of this study was to review the experiences of an anesthesiology department regarding the use of a C-MAC videolaryngoscope in unexpected failed intubation attempts. Methods: Data were analyzed from 42 patients whose intubation attempts using Macintosh direct laryngoscopes had failed, and on whom a C-MAC videolaryngoscope was utilized as the primary rescue device. The success rate of C-MAC in intubation was assessed, and laryngeal views from both devices were compared. Results: The Cormack and Lehane score was III in 41 patients, and IV in one patient, with the Macintosh laryngoscope, while Cormack and Lehane score was I in 27 patients, II in 14 and III in one with CMAC. Tracheal intubation with CMAC was successful on the first attempt in 36 patients (86%), and on the second attempt in 6 patients (14%). No complications were observed other than minor damage (blood on blade) in 8 patients (19%). Conclusion: These data provide evidence for the clinical effectiveness of C-MAC videolaryngoscope in managing the unexpected failed intubations in routine anesthesia care. The C-MAC videolaryngoscope is efficient and safe as a primary rescue device in unexpected failed intubations. <hr/> Justificación y objetivos: El objetivo de este estudio fue hacer una revisión de las experiencias de un departamento de anestesiologia con relación al uso del videolaringoscopio C-MAC® en intentos de intubación que fracasaron. Métodos: Analizamos los datos de 42 pacientes, cuyos intentos de intubación con el uso de laringoscopia directa (Macintosh) habían fallado y en los cuales el videolaringoscopio C-MAC® fue usado como el dispositivo de rescate primario. Se calculó la tasa de éxito del C-MAC® en la intubación y se comprobó la visión de la laringe en los 2 dispositivos. Resultados: Con el laringoscopio Macintosh, la puntuación de Cormack y Lehane fue 3 en 41 pacientes y 4 en un paciente; y con el C-MAC®, fue 1 en 27 pacientes, 2 en 14 pacientes y 3 en un paciente. La intubación traqueal con C-MAC® fue exitosa en 36 pacientes (86%) en el primer intento y en 6 pacientes (14%) en el segundo intento. No se observaron complicaciones, a no ser una pequena lesión (sangre en la lámina) en 8 pacientes (19%). Conclusiones: Esos datos suministran evidencias para la eficacia clínica del videolaringoscopio C-MAC® en el manejo de intubaciones no exitosas inesperadas en asistencia de rutina en anestesia. El videolaringoscopio C-MAC® es eficiente y seguro como dispositivo de rescate primario en intubaciones no exitosas inesperadas. <![CDATA[¿La mascarilla laríngea supreme? puede ser una opción para la intubación endotraqueal en la cirugía laparoscópica?]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942014000100066&lng=es&nrm=iso&tlng=es Justificativa e objetivo: especialistas recomendam a intubação traqueal para o manejo das vias aéreas em procedimentos cirúrgicos laparoscópicos. A máscara laríngea (ML) pode ser uma boa opção à intubação endotraqueal. Nesta série de casos, o nosso objetivo foi analisar o uso damáscara laríngea SupremeTM (MLS) na prática cirúrgica laparoscópica. Métodos: o estudo foi conduzido com 60 pacientes, entre 18 e 60 anos, submetidos à cirurgia laparoscópica. Os valores de saturação periférica de O2 (SpO2) e dióxido de carbono no fim da expiração (EtCO2) foram registrados nos minutos um, 15, 30, 45 e 60. A frequência cardíaca e a pressão arterial média (PAM) dos pacientes também foram registradas. Consideramos o tempo de inserção da MLS; a taxa de aplicabilidade da sonda gástrica; a ocorrência de náusea, vômito, tosse e dor de garganta uma hora após a cirurgia. Resultados: a média inicial de EtCO2 foi menor do que aos 15, 30, 45 e 60 minutos (p &lt; 0,0001) e a média de EtCO2 aos 15 minutos foi menor do que nos outros tempos registrados. Observamos que a frequência cardíaca média inicial foi maior do que as subsequentes à inserção da MLS e as anteriores e posteriores à remoção da MLS. A frequência cardíaca média após a inserção da MLS foi acentuadamente menor do que a anterior à remoção da MLS (p = 0,013). A PAM após a inserção da MLS foi menor do que a inicial e também menor do que as anteriores à remoção da MLS (p = 0,0001). Conclusão: a MLS pode ser uma opção adequada para intubação em procedimentos cirúrgicos laparoscópicos em um grupo seleto de pacientes. <hr/> Background and objectives: In laparoscopic surgical procedures, experts recommend tracheal intubation for airway management. Laryngeal mask airway (LMA) can be a good alternative to intubation. In this case series, we aimed to examine the use of the SupremeTM LMA (SLMA) in laparoscopic surgical practice. Methods: We planned the study for sixty patients between the ages of 18 and 60, who would undergo laparoscopic surgery. We recorded one, 15, 30, 45, and 60-minute peripheral O2 saturation (SpO2) and end-tidal carbon dioxide (EtCO2) values, heart rate and mean arterial blood pressure (MAP). We observed the duration of SLMA insertion, the rate of gastric tube applicability, whether nausea, vomiting, and coughing developed, and whether there was postoperative1-hour sore throat. Results: The initial EtCO2 mean was lower than the EtCO2 means of 15, 30, 45, and 60 minutes (p &lt; 0.0001) and the 15-minute EtCO2 mean was lower than other measured EtCO2 means. We observed the initial heart rate mean to be higher than the ones following the SLMA insertion, prior to the SLMA removal, and after the SLMA removal. The heart rate mean after the SLMA insertion was remarkably lower than the heart rate mean prior to the SLMA removal (p = 0.013).The MAP after the SLMA insertion was lower than the initial MAP means, as well as the MAP averages prior to after the removal of SLMA (p = 0.0001). Conclusion: SLMA can be a suitable alternative to intubation in laparoscopic surgical procedures in a group of selected patients. <hr/> Justificativa y objetivo: expertos recomiendan la intubación traqueal para el manejo de las vías aéreas en procedimientos quirúrgicos laparoscópicos. La mascarilla laríngea (ML) puede ser una buena opción a la intubación endotraqueal. En esta serie de casos, nuestro objetivo fue analizar el uso de la mascarilla laríngea SupremeTM (MLS) en la práctica quirúrgica laparoscópica. Métodos: el estudio fue llevado a cabo con la participación de 60 pacientes de entre 18 y 60 anos, sometidos a la cirugía laparoscópica. Los valores de saturación periférica de O2 (SpO2) y de dióxido de carbono al final de la espiración (EtCO2), fueron registrados en los minutos 1, 15, 30, 45 y 60. La frecuencia cardíaca y la presión arterial promedio (PAP) de los pacientes también fueron registradas. Consideramos el tiempo de inserción de la MLS; así como la tasa de aplicabilidad de la sonda gástrica, el aparecimiento de nóusea, vómito, tos y dolor de garganta una hora después de la operación. Resultados: el promedio inicial de EtCO2 fue menor que a los 15, 30, 45 y 60 minutos (p &lt; 0,0001) y el promedio de EtCO2 a los 15 minutos fue menor que en los otros tiempos registrados. Observamos que la frecuencia cardíaca promedio inicial fue mayor que las posteriores a la inserción de la MLS y a las anteriores, y posteriores a la retirada de la MLS. La frecuencia cardíaca promedio después de la inserción de la MLS fue acentuadamente menor que la anterior a la retirada de la MLS (p = 0,013). La PAP después de la inserción de la MLS fue menor que la inicial y también menor que las anteriores a la retirada de la MLS (p = 0,0001). Conclusiones: la MLS puede ser una opción adecuada para la intubación en los procedimientos quirúrgicos laparoscópicos en un grupo selecto de pacientes. <![CDATA[Uso de máscaras laríngeas en tonsilectomias ]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942014000100071&lng=es&nrm=iso&tlng=es Justificativa e objetivo: especialistas recomendam a intubação traqueal para o manejo das vias aéreas em procedimentos cirúrgicos laparoscópicos. A máscara laríngea (ML) pode ser uma boa opção à intubação endotraqueal. Nesta série de casos, o nosso objetivo foi analisar o uso damáscara laríngea SupremeTM (MLS) na prática cirúrgica laparoscópica. Métodos: o estudo foi conduzido com 60 pacientes, entre 18 e 60 anos, submetidos à cirurgia laparoscópica. Os valores de saturação periférica de O2 (SpO2) e dióxido de carbono no fim da expiração (EtCO2) foram registrados nos minutos um, 15, 30, 45 e 60. A frequência cardíaca e a pressão arterial média (PAM) dos pacientes também foram registradas. Consideramos o tempo de inserção da MLS; a taxa de aplicabilidade da sonda gástrica; a ocorrência de náusea, vômito, tosse e dor de garganta uma hora após a cirurgia. Resultados: a média inicial de EtCO2 foi menor do que aos 15, 30, 45 e 60 minutos (p &lt; 0,0001) e a média de EtCO2 aos 15 minutos foi menor do que nos outros tempos registrados. Observamos que a frequência cardíaca média inicial foi maior do que as subsequentes à inserção da MLS e as anteriores e posteriores à remoção da MLS. A frequência cardíaca média após a inserção da MLS foi acentuadamente menor do que a anterior à remoção da MLS (p = 0,013). A PAM após a inserção da MLS foi menor do que a inicial e também menor do que as anteriores à remoção da MLS (p = 0,0001). Conclusão: a MLS pode ser uma opção adequada para intubação em procedimentos cirúrgicos laparoscópicos em um grupo seleto de pacientes. <hr/> Background and objectives: In laparoscopic surgical procedures, experts recommend tracheal intubation for airway management. Laryngeal mask airway (LMA) can be a good alternative to intubation. In this case series, we aimed to examine the use of the SupremeTM LMA (SLMA) in laparoscopic surgical practice. Methods: We planned the study for sixty patients between the ages of 18 and 60, who would undergo laparoscopic surgery. We recorded one, 15, 30, 45, and 60-minute peripheral O2 saturation (SpO2) and end-tidal carbon dioxide (EtCO2) values, heart rate and mean arterial blood pressure (MAP). We observed the duration of SLMA insertion, the rate of gastric tube applicability, whether nausea, vomiting, and coughing developed, and whether there was postoperative1-hour sore throat. Results: The initial EtCO2 mean was lower than the EtCO2 means of 15, 30, 45, and 60 minutes (p &lt; 0.0001) and the 15-minute EtCO2 mean was lower than other measured EtCO2 means. We observed the initial heart rate mean to be higher than the ones following the SLMA insertion, prior to the SLMA removal, and after the SLMA removal. The heart rate mean after the SLMA insertion was remarkably lower than the heart rate mean prior to the SLMA removal (p = 0.013).The MAP after the SLMA insertion was lower than the initial MAP means, as well as the MAP averages prior to after the removal of SLMA (p = 0.0001). Conclusion: SLMA can be a suitable alternative to intubation in laparoscopic surgical procedures in a group of selected patients. <hr/> Justificativa y objetivo: expertos recomiendan la intubación traqueal para el manejo de las vías aéreas en procedimientos quirúrgicos laparoscópicos. La mascarilla laríngea (ML) puede ser una buena opción a la intubación endotraqueal. En esta serie de casos, nuestro objetivo fue analizar el uso de la mascarilla laríngea SupremeTM (MLS) en la práctica quirúrgica laparoscópica. Métodos: el estudio fue llevado a cabo con la participación de 60 pacientes de entre 18 y 60 anos, sometidos a la cirugía laparoscópica. Los valores de saturación periférica de O2 (SpO2) y de dióxido de carbono al final de la espiración (EtCO2), fueron registrados en los minutos 1, 15, 30, 45 y 60. La frecuencia cardíaca y la presión arterial promedio (PAP) de los pacientes también fueron registradas. Consideramos el tiempo de inserción de la MLS; así como la tasa de aplicabilidad de la sonda gástrica, el aparecimiento de nóusea, vómito, tos y dolor de garganta una hora después de la operación. Resultados: el promedio inicial de EtCO2 fue menor que a los 15, 30, 45 y 60 minutos (p &lt; 0,0001) y el promedio de EtCO2 a los 15 minutos fue menor que en los otros tiempos registrados. Observamos que la frecuencia cardíaca promedio inicial fue mayor que las posteriores a la inserción de la MLS y a las anteriores, y posteriores a la retirada de la MLS. La frecuencia cardíaca promedio después de la inserción de la MLS fue acentuadamente menor que la anterior a la retirada de la MLS (p = 0,013). La PAP después de la inserción de la MLS fue menor que la inicial y también menor que las anteriores a la retirada de la MLS (p = 0,0001). Conclusiones: la MLS puede ser una opción adecuada para la intubación en los procedimientos quirúrgicos laparoscópicos en un grupo selecto de pacientes.