Scielo RSS <![CDATA[Revista Brasileira de Anestesiologia]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=0034-709420140004&lang=es vol. 64 num. 4 lang. es <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[Estudio comparativo, aleatorizado y doble ciego, de la petidina y del ketoprofeno como adyuvantes de la lidocaína en la anestesia regional intravenosa ]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942014000400221&lng=es&nrm=iso&tlng=es BACKGROUND AND OBJECTIVES: A review of all the adjuncts for intravenous regional anaesthesia concluded that there is good evidence to recommend NonSteroidal Anti-Inflammatory agents and pethidine in the dose of 30 mg dose as adjuncts to intravenous regional anaesthesia. But there are no studies to compare pethidine of 30 mg dose to any of the NonSteroidal Anti-Inflammatory agents. METHODS: In a prospective, randomized, double blind study, 45 patients were given intravenous regional anaesthesia with either lignocaine alone or lignocaine with pethidine 30 mg or lignocaine with ketprofen 100 mg. Fentanyl was used as rescue analgesic during surgery. For the first 6 h of postoperative period analgesia was provided by fentanyl injection and between 6 and 24 h analgesia was provided by diclofenac tablets. Visual analogue scores for pain and consumption of fentanyl and diclofenac were compared. RESULTS: The block was inadequate for one case each in lignocaine group and pethidine group, so general anaesthesia was provided. Time for the first dose of fentanyl required for postoperative analgesia was significantly more in pethidine and ketoprofen groups compared to lignocaine group (156.7 ± 148.8 and 153.0 ± 106.0 vs. 52.1 ± 52.4 min respectively). Total fentanyl consumption in first 6 h of postoperative period was less in pethidine and ketoprofen groups compared to lignocaine group (37.5 ± 29.0 mcg, 38.3 ± 20.8 mcg vs. 64.2 ± 27.2 mcg respectively). Consumption of diclofenac tablets was 2.4 ± 0.7, 2.5 ± 0.5 and 2.0 ± 0.7 in the control, pethidine and ketoprofen group respectively, which was statistically not significant. Side effects were not significantly different between the groups. CONCLUSION: Both pethidine and ketoprofen are equally effective in providing postoperative analgesia up to 6 h, without significant difference in the side effects and none of the adjuncts provide significant analgesia after 6 h. <hr/> JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: uma revisão de todos os adjuvantes para anestesia regional intravenosa concluiu que há boas evidências para recomendar os agentes anti-inflamatórios não esteroides e petidina em dose de 30 mg como adjuvantes para anestesia regional intravenosa. Porém, não há estudos que comparem petidina (30 mg) com quaisquer dos agentes anti-inflamatórios não esteroides. MÉTODOS: em um estudo prospectivo, randômico e duplo-cego, 45 pacientes receberam anestesia regional intravenosa com apenas lidocaína ou lidocaína com petidina (30 mg) ou lidocaína com cetoprofeno (100 mg). Fentanil foi usado como analgésico de resgate durante a cirurgia. Durante as seis primeiras horas de pós-operatório, analgesia foi fornecida via injeção de fentanil e, entre seis e 24 horas, analgesia foi fornecida via comprimidos de diclofenaco. Os escores visuais analógicos para dor e do consumo de fentanil e diclofenaco foram comparados. RESULTADOS: o bloqueio foi inadequado para um caso tanto do grupo lidocaína quanto do grupo petidina; portanto, anestesia geral foi administrada. O tempo para a primeira dose necessária de fentanil para analgesia pós-operatória foi significativamente maior nos grupos petidina e cetoprofeno em comparação com o grupo lidocaína (156,7 ± 148,8 e 153,0 ± 106,0 vs. 52,1 ± 52,4 minutos, respectivamente). O consumo total de fentanil nas primeiras seis horas de pós-operatório foi menor nos grupos petidina e cetoprofeno em comparação com o grupo lidocaína (37,5 ± 29,0 mcg, 38,3 ± 20,8 mcg vs. 64,2 ± 27,2 mcg, respectivamente). O consumo de comprimidos de diclofenaco foi de 2,4 ± 0,7, 2,5 ± 0,5 e 2,0 ± 0,7 no grupo controle, petidina e cetoprofeno, respectivamente, o que não foi estatisticamente significante. Os efeitos colaterais não foram significativamente diferentes entre os grupos. CONCLUSÃO: tanto petidina quanto cetoprofeno são igualmente eficazes para analgesia pós-operatória até seis horas, sem diferença significante nos efeitos colaterais, e nenhum dos adjuvantes proporcionou analgesia significativa após seis horas. <hr/> JUSTIFICACIÓN Y OBJETIVOS: una revisión sobre todos los adyuvantes para la anestesia regional intravenosa concluyó que hay buenas evidencias para recomendar los agentes antiinflamatorios no esteroideos y la petidina en dosis de 30 mg como adyuvantes para la anestesia regional intravenosa. Sin embargo, no hay estudios comparando la petidina (30 mg) con cualesquiera de los agentes antiinflamatorios no-esteroideos. MÉTODOS: en un estudio prospectivo, aleatorizado y doble ciego, 45 pacientes recibieron anestesia regional intravenosa con solamente lidocaína o lidocaína con petidina (30 mg) o lidocaína con ketoprofeno (100 mg). El fentanilo fue usado como analgésico de rescate durante la cirugía. Durante las 6 primeras horas del postoperatorio, la analgesia fue suministrada vía inyección de fentanilo y entre 6 y 24 h, la analgesia fue suministrada vía comprimidos de diclofenaco. Se compararon las puntuaciones visuales analógicas para el dolor y el consumo de fentanilo y diclofenaco. RESULTADOS: el bloqueo fue inadecuado para un caso tanto del grupo lidocaína como del grupo petidina; por tanto, se administró anestesia general. El tiempo para la primera dosis necesaria de fentanilo para analgesia postoperatoria fue significativamente mayor en los grupos petidina y ketoprofeno en comparación con el grupo lidocaína (156,7 ± 148,8 y 153,0 ± 106,0 vs. 52,1 ± 52,4 min, respectivamente). El consumo total de fentanilo en las primeras 6 h del postoperatorio fue menor en los grupos petidina y ketoprofeno en comparación con el grupo lidocaína (37,5 ± 29,0 mcg; 38,3 ± 20,8 mcg vs. 64,2 ± 27,2 mcg, respectivamente). El consumo de comprimidos de diclofenaco fue de 2,4 ± 0,7; 2,5 ± 0,5; y 2 ± 0,7 en el grupo control, petidina y ketoprofeno, respectivamente, lo que no fue estadísticamente significativo. Los efectos secundarios no fueron significativamente diferentes entre los grupos. CONCLUSIÓN: tanto la petidina como el ketoprofeno son igualmente eficaces para la analgesia postoperatoria hasta 6 h, sin diferencia significativa en los efectos secundarios, y ninguno de los adyuvantes proporcionó analgesia significativa después de 6 h. <![CDATA[Actividad simpática de la ketamina S(+)-en dosis bajas en el espacio epidural]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942014000400227&lng=es&nrm=iso&tlng=es BACKGROUND AND OBJECTIVES: S-(+)-ketamine is an intravenous anaesthetic and sympathomimetic with properties of local anaesthetic. It has an effect of an analgetic and local anaesthetic when administered epidurally, but there are no data whether low doses of S-(+)-ketamine have sympathomimetic effects. The aim of this study was to determine whether low doses of S-(+)-ketamine, given epidurally together with local anaesthetic, have any effect on sympathetic nervous system, both systemic and below the level of anaesthetic block. METHODS: The study was conducted on two groups of patients to whom epidural anaesthesia was administered to. Local anaesthesia (0.5% bupivacaine) was given to one group (control group) while local anaesthesia and S-(+)-ketamine were given to other group. Age, height, weight, systolic, diastolic and mean arterial blood pressure were measured. Non-competitive enzyme immunochemistry method (Cat Combi ELISA) was used to determine the concentrations of catecholamines (adrenaline and noradrenaline). Immunoenzymometric determination with luminescent substrate on a machine called Vitros Eci was used to determine the concentration of cortisol. Pulse transit time was measured using photoplethysmography. Mann-Whitney U-test, Wilcoxon test and Friedman ANOVA were the statistical tests. Blood pressure, pulse, adrenaline, noradrenaline and cortisol concentrations were measured in order to estimate systemic sympathetic effects. RESULTS: 40 patients in the control group were given 0.5% bupivacaine and 40 patients in the test group were given 0.5% bupivacaine with S-(+)-ketamine. Value p &lt; 0.05 has been taken as a limit of statistical significance. CONCLUSIONS: Low dose of S-(+)-ketamine administered epidurally had no sympathomimetic effects; it did not change blood pressure, pulse, serum hormones or pulse transit time. Low dose of S-(+)-ketamine administered epidurally did not deepen sympathetic block. Adding 25 mg of S-(+)-ketamine to 0.5% bupivacaine does not deprive sympathetic tonus below the level of epidural block at the moment of most expressed sympathetic block and has no effect on sympathetic tonus above the block level. <hr/> JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: cetamina S-(+) é um anestésico intravenoso e simpaticomimético com propriedades de anestésico local. Tem efeito analgésico e de anestésico local quando administrada por via epidural, mas não há dados que relatem se cetamina S-(+) em doses baixas tem efeitos simpaticomiméticos. O objetivo deste estudo foi determinar se cetamina S-(+) em doses baixas, administrada por via epidural em combinação com anestésico local, tem algum efeito sobre o sistema nervoso simpático, tanto sistêmico quanto abaixo do nível do bloqueio anestésico. MÉTODOS: o estudo foi conduzido com dois grupos de pacientes submetidos à anestesia epidural. Anestesia local (bupivacaína a 0,5) foi administrada a um grupo (controle), enquanto anestesia local em combinação com cetamina S-(+) foi administrada ao outro grupo (teste). Idade, altura, peso, pressão arterial sistólica e diastólica e pressão arterial média foram medidos. O método imunoquímico de inibição enzimática não competitiva (Cat Combi Elisa) foi usado para determinar as concentrações de catecolaminas (adrenalina e noradrenalina). O ensaio imunoenzimométrico com substrato luminescente em uma máquina chamada Vitros Eci foi usado para determinar a concentração de cortisol. O tempo de transição do pulso foi medido com fotopletismografia. Para análise estatística, os testes de Wilcoxon, U de Mann-Whitney e Anova de Friedman foram usados. Pressão arterial, pulso e concentrações de adrenalina, noradrenalina e cortisol foram medidos para estimar os efeitos simpáticos sistêmicos. RESULTADOS: receberam bupivacaína a 5% 40 pacientes do grupo controle e 40 do grupo teste receberam bupivacaína a 0,5% com cetamina S-(+). Um valor de p &lt; 0,05 foi aceito como o limite de significância estatística. CONCLUSÕES: dose baixa de cetamina S-(+) administrada por via epidural não teve efeitos simpaticomiméticos; não alterou a pressão arterial, o pulso, os hormônios séricos ou o tempo de transição de pulso. Dose baixa de cetamina S-(+) administrada por via epidural não aprofundou o bloqueio simpático. A adição de 25 mg de cetamina S-(+) à bupivacaína a 0,5% não deprimiu o tônus simpático abaixo do nível do bloqueio peridural no momento máximo de bloqueio simpático e não tem efeito sobre o tônus simpático acima do nível do bloqueio. <hr/> JUSTIFICACIÓN Y OBJETIVOS: la ketamina S(+) es un anestésico intravenoso y simpaticomimético con propiedades de anestésico local. Posee un efecto analgésico y de anestésico local cuando se administra por vía epidural, pero no existen datos que informen si la ketamina S(+) en bajas dosis tiene efectos simpaticomiméticos. El objetivo de este estudio fue determinar si la ketamina S(+) en bajas dosis y administrada por vía epidural en combinación con el anestésico local tiene algún efecto sobre el sistema nervioso simpático, tanto sistémico como por debajo del nivel del bloqueo anestésico. MÉTODOS: el estudio fue realizado con 2 grupos de pacientes sometidos a anestesia epidural. A un grupo (grupo control) se le administró la anestesia local (bupivacaína al 0,5), mientras que a otro se le administró la anestesia local en combinación con la ketamina S(+). La edad, altura, peso, presión arterial sistólica y diastólica y la presión arterial media se midieron. El método inmunoquímico de inhibición enzimática no competitiva (Cat Combi ELISA) se usó para determinar las concentraciones de catecolaminas (adrenalina y noradrenalina). El ensayo inmunoenzimométrico con sustrato lumínico en una máquina llamada Vitros Eci fue usado para determinar la concentración de cortisol. El tiempo de transición del pulso fue medido usando la fotopletismografía. Para el análisis estadístico se usaron los test de Wilcoxon, U de Mann-Whitney y ANOVA de Friedman. La presión arterial, pulso y concentraciones de adrenalina, noradrenalina y cortisol fueron medidos para estimar los efectos simpáticos sistémicos. RESULTADOS: cuarenta pacientes del grupo control recibieron bupivacaína al 5% y 40 pacientes del grupo test recibieron bupivacaína al 0,5% con ketamina S(+). Un valor de p &lt; 0,05 se aceptó como el límite de significación estadística. CONCLUSIONES: la baja dosis administrada por vía epidural no tuvo efectos simpaticomiméticos; no alteró la presión arterial, pulso, hormonas séricas o el tiempo de tránsito del pulso. La baja dosis de ketamina S(+) administrada por vía epidural no profundizó el bloqueo simpático. La adición de 25 mg de ketamina S(+) a la bupivacaína al 0,5% no deprimió el tono simpático por debajo del nivel del bloqueo epidural al momento máximo de bloqueo simpático y no tiene ningún efecto sobre el tono simpático por encima del nivel del bloqueo. <![CDATA[Morfina como primer medicamento para el tratamiento del dolor de cáncer]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942014000400236&lng=es&nrm=iso&tlng=es BACKGROUND AND OBJECTIVES: the medications used according to the recommendation of the World Health Organization do not promote pain relief in a number of patients with cancer pain. The aim of this study was to evaluate the use of morphine as first medication for the treatment of moderate cancer pain in patients with advanced and/or metastatic disease, as an option to the recommendations of the World Health Organization analgesic ladder. METHOD: sixty patients without opioid therapy, with &gt;18 years of age, were randomized into two groups. G1 patients received medication according to the analgesic ladder and started treatment with non-opioids in the first, weak opioids in the second, and strong opioids in the third step; G2 patients received morphine as first analgesic medication. The efficacy and tolerability of initial use of morphine were evaluated every two weeks for three months. RESULTS: the groups were similar with respect to demographic data. There was no significant difference between the groups regarding pain intensity, quality of life, physical capacity, satisfaction with treatment, need for complementation and dose of morphine. In G1 there was a higher incidence of nausea (p = 0.0088), drowsiness (p = 0.0005), constipation (p = 0.0071) and dizziness (p = 0.0376) in the second visit and drowsiness (p = 0.05) in the third. CONCLUSIONS: the use of morphine as first medication for pain treatment did not promote better analgesic effect than the ladder recommended by World Health Organization, with higher incidence of adverse effects. <hr/> JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Os medicamentos usados segundo a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) não promovem alívio da dor de uma parcela dos pacientes com dor oncológica. O objetivo deste estudo foi avaliar o uso de morfina como primeiro medicamento para o tratamento da dor oncológica moderada, em pacientes com doença avançada e/ou metástases, como opção às recomendações da escada analgésica preconizada pela OMS. MÉTODO: Sessenta pacientes sem terapia com opioide, com idade maior ou igual a 18 anos, foram distribuídos aleatoriamente em dois grupos. Os pacientes do G1 receberam medicamentos segundo a escada analgésica e iniciaram o tratamento com não opioide no primeiro degrau, opioide fraco no segundo e opioide potente no terceiro; os do G2 receberam morfina como primeiro medicamento analgésico. Foram avaliadas a eficácia e a tolerabilidade do uso inicial de morfina, a cada duas semanas durante três meses. RESULTADOS: Os grupos foram semelhantes quanto aos dados demográficos. Não houve diferença significante entre os grupos quanto à intensidade da dor, qualidade de vida, capacidade física, satisfação com o tratamento, necessidade de complementação e dose de morfina usada. No G1 houve maior incidência de náusea (p = 0,0088), sonolência (p = 0,0005), constipação (p = 0,0071) e tontura (p = 0,0376) na segunda consulta e para sonolência (p = 0,05) na terceira. CONCLUSÕES: O uso de morfina como primeiro medicamento para tratamento da dor não promoveu melhor efeito analgésico do que a escada preconizada pela OMS e houve maior incidência de efeitos adversos. <hr/> JUSTIFICACIÓN Y OBJETIVOS: los medicamentos usados según la recomendación de la Organización Mundial de la Salud (OMS) no generan alivio del dolor de un grupo de pacientes con dolor oncológico. El objetivo de este estudio fue evaluar el uso de la morfina como primer medicamento para el tratamiento del dolor oncológico moderado en pacientes con enfermedad avanzada y/o metástasis, como opción a las recomendaciones de la escala analgésica preconizada por la OMS. MÉTODO: sesenta pacientes sin terapia con opiáceos, con una edad mayor o igual a los 18 años, fueron distribuidos aleatoriamente en 2 grupos. Los pacientes del G1 recibieron medicamentos según la escala analgésica iniciando el tratamiento con no opiáceo en la primera etapa, opiáceo débil en la segunda y opiáceo potente en la tercera; los del G2 recibieron morfina como primer medicamento analgésico. Fueron evaluadas la eficacia y la tolerabilidad del uso inicial de la morfina cada 2 semanas durante 3 meses. RESULTADOS: los grupos fueron similares en cuanto a los datos demográficos. No hubo diferencia significativa entre los grupos en lo que respecta a la intensidad del dolor, calidad de vida, capacidad física, satisfacción con el tratamiento, necesidad de complementación y dosis de morfina usada. En el G1 hubo una mayor incidencia de náuseas (p = 0,0088), somnolencia (p = 0,0005), estreñimiento (p = 0,0071) y mareos (p = 0,0376) en la segunda consulta, y de somnolencia (p = 0,05) en la tercera. CONCLUSIONES: el uso de la morfina como primer medicamento para el tratamiento del dolor no generó un efecto analgésico mejor que la escala preconizada por la OMS, habiendo una mayor incidencia de efectos adversos. <![CDATA[Monitorización de los efectos de la raquianestesia sobre la saturación de oxígeno cerebral en pacientes ancianos con el uso de espectroscopia de luz próxima al infrarrojo]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942014000400241&lng=es&nrm=iso&tlng=es OBJECTIVE: Central blockage provided by spinal anaesthesia enables realization of many surgical procedures, whereas hemodynamic and respiratory changes influence systemic oxygen delivery leading to the potential development of series of problems such as cerebral ischemia, myocardial infarction and acute renal failure. This study was intended to detect potentially adverse effects of hemodynamic and respiratory changes on systemic oxygen delivery using cerebral oxymetric methods in patients who underwent spinal anaesthesia. METHODS: Twenty-five ASA I-II Group patients aged 65-80 years scheduled for unilateral inguinal hernia repair under spinal anaesthesia were included in the study. Following standard monitorization baseline cerebral oxygen levels were measured using cerebral oximetric methods. Standardized Mini Mental Test (SMMT) was applied before and after the operation so as to determine the level of cognitive functioning of the cases. Using a standard technique and equal amounts of a local anaesthetic drug (15 mg bupivacaine 5%) intratechal blockade was performed. Mean blood pressure (MBP), maximum heart rate (MHR), peripheral oxygen saturation (SpO2) and cerebral oxygen levels (rSO2) were preoperatively monitored for 60 min. Pre- and postoperative haemoglobin levels were measured. The variations in data obtained and their correlations with the cerebral oxygen levels were investigated. RESULTS: Significant changes in pre- and postoperative measurements of haemoglobin levels and SMMT scores and intraoperative SpO2 levels were not observed. However, significant variations were observed in intraoperative MBP, MHR and rSO2 levels. Besides, a correlation between variations in rSO2, MBP and MHR was determined. CONCLUSION: Evaluation of the data obtained in the study demonstrated that post-spinal decline in blood pressure and also heart rate decreases systemic oxygen delivery and adversely effects cerebral oxygen levels. However, this downward change did not result in deterioration of cognitive functioning. <hr/> JUSTIFICATIVA E OBJETIVO: o bloqueio central proporcionado pela raquianestesia possibilita a realização de muitos procedimentos cirúrgicos, enquanto as alterações hemodinâmicas e respiratórias influenciam a oferta de oxigênio sistêmico, levando ao desenvolvimento em potencial de uma série de problemas, como isquemia cerebral, infarto do miocárdio e insuficiência renal aguda. O objetivo deste estudo foi detectar potenciais efeitos adversos das alterações hemodinâmicas e respiratórias sobre a oferta de oxigênio sistêmico, usando métodos oximétricos cerebrais em pacientes submetidos à raquianestesia. MÉTODOS: vinte e cinco pacientes, 65-80 anos de idade, estado físico ASA I-II, programados para correção de hérnia inguinal unilateral sob raquianestesia foram incluídos no estudo. De acordo com o monitoramento padrão, os níveis de oxigênio cerebral foram medidos no início do estudo usando métodos oximétricos cerebrais. O Mini Teste Padronizado do Estado Mental (Standardized Mini Mental Test - SMMT) foi aplicado antes e depois da operação para determinar o nível de funcionamento cognitivo dos casos. Usando uma técnica padrão e quantidades iguais de um fármaco anestésico local (15 mg de bupivacaína a 5%), o bloqueio intratecal foi realizado. Pressão arterial média (PAM), frequência cardíaca máxima (FCM), saturação periférica de oxigênio (SpO2) e níveis cerebrais de oxigênio (rSO2) foram monitorados no pré-operatório por 60 min. Os níveis pré- e pós-operatórios de hemoglobina foram medidos. As variações nos dados obtidos e suas correlações com os níveis cerebrais de oxigênio foram investigadas. RESULTADOS: não observamos alterações significativas nas mensurações de hemoglobina, escores do SMMT e níveis de SpO2 nos períodos pré- e pós-operatório. No entanto, variações significativas foram observadas nos níveis de PAM, FCM e rSO2 no período intraoperatório. Além disso, a correlação entre as variações de rSO2, PAM e FCM foi determinada. CONCLUSÃO: a avaliação dos dados obtidos no estudo demonstrou que a queda da pressão arterial pós-raquianestesia e também da frequência cardíaca diminui a oferta de oxigênio sistêmico e afeta negativamente os níveis cerebrais de oxigênio. Contudo, essa alteração não resultou em deterioração da função cognitiva. <hr/> JUSTIFICACIÓN Y OBJETIVO: el bloqueo central proporcionado por la raquianestesia posibilita la realización de muchos procedimientos quirúrgicos, mientras que las alteraciones hemodinámicas y respiratorias influyen en la administración de oxígeno sistémico conllevando el desarrollo potencial de una serie de problemas, como la isquemia cerebral, el infarto de miocardio y la insuficiencia renal aguda. El objetivo de este estudio fue detectar potenciales efectos adversos de las alteraciones hemodinámicas y respiratorias sobre la administración de oxígeno sistémico, usando métodos oximétricos cerebrales en pacientes sometidos a la raquianestesia. MÉTODOS: veinticinco pacientes, entre 65 y 80 años de edad, estado físico ASA I-II, programados para la corrección de hernia inguinal unilateral bajo raquianestesia fueron incluidos en el estudio. De acuerdo con la monitorización estándar, los niveles de oxígeno cerebral fueron medidos al inicio del estudio usando métodos oximétricos cerebrales. El Mini Test Estandarizado del Estado Mental se aplicó antes y después de la operación para determinar el nivel de funcionamiento cognitivo de los casos. Usando una técnica estándar y cantidades iguales de un anestésico local (15 mg de bupivacaína al 5%), se realizó el bloqueo intratecal. La presión arterial media (PAM), frecuencia cardíaca máxima (FCM), saturación periférica de oxígeno (SpO2) y niveles cerebrales de oxígeno (rSO2) fueron monitorizados en el preoperatorio durante 60 min. Se midieron los niveles pre y postoperatorios de hemoglobina. Las variaciones en los datos obtenidos y sus correlaciones con los niveles cerebrales de oxígeno fueron investigadas. RESULTADOS: no observamos alteraciones significativas en las medidas de hemoglobina, puntuaciones del SMMT y niveles de SpO2 en los períodos pre y postoperatorio. Sin embargo, sí se observaron variaciones significativas en los niveles de PAM, FCM y rSO2 en el período intraoperatorio. Además, se determinó la correlación entre las variaciones de rSO2, PAM y FCM. CONCLUSIÓN: la evaluación de los datos obtenidos en el estudio demostró que la caída de la presión arterial posraquianestesia y también de la frecuencia cardíaca disminuye la administración de oxígeno sistémico y afectan negativamente los niveles cerebrales de oxígeno. Sin embargo, esa alteración no deterioró la función cognitiva. <![CDATA[Comparación del esmolol en bolos e infusión continua en la respuesta hemodinámica a la laringoscopia, intubación orotraqueal y esternotomía en cirugía de revascularización coronaria]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942014000400247&lng=es&nrm=iso&tlng=es BACKGROUND AND OBJECTIVE: The aim of this randomized, prospective and double blinded study is to investigate effects of different esmolol use on hemodynamic response of laryngoscopy, endotracheal intubation and sternotomy in coronary artery bypass graft surgery. METHODS: After approval of local ethics committee and patients' written informed consent, 45 patients were randomized into three groups equally. In Infusion Group; from 10 min before intubation up to 5th minute after sternotomy, 0.5 mg/kg/min esmolol infusion, in Bolus Group; 2 min before intubation and sternotomy 1.5 mg/kg esmolol IV bolus and in Control Group; %0.9 NaCl was administered. All demographic parameters were recorded. Heart rate and blood pressure were recorded before infusion up to anesthesia induction in every minute, during endotracheal intubation, every minute for 10 minutes after endotracheal intubation and before, during and after sternotomy at first and fifth minutes. RESULTS: While area under curve (AUC) (SAP × time) was being found more in Group B and C than Group I, AUC (SAP × T int and T st) and AUC (SAP × T2) was found more in Group B and C than Group I (p &lt; 0.05). Moreover AUC (HR × T st) was found less in Group B than Group C but no significant difference was found between Group B and Group I. CONCLUSION: This study highlights that esmolol infusion is more effective than esmolol bolus administration on controlling systolic arterial pressure during endotracheal intubation and sternotomy in CABG surgery. <hr/> JUSTIFICATIVA E OBJETIVO: o objetivo deste estudo prospectivo, randômico e duplo-cego foi investigar os efeitos do uso diferente de esmolol na resposta hemodinâmica à laringoscopia, intubação orotraqueal e esternotomia em cirurgia de revascularização coronária. MÉTODOS: após obter a aprovação do Comitê de Ética local e consentimento informado assinado pelos pacientes, 45 pacientes foram randomicamente divididos em três grupos. O Grupo I (infusão) recebeu 0,5 mg/kg/min de esmolol em infusão a partir de 10 min antes da intubação até 5 minutos após a esternotomia; o Brupo B (bolus) recebeu 1,5 mg/kg de esmolol em bolus IV a partir de 2 min antes da intubação e esternotomia; o grupo C (controle) recebeu NaCl a 0,9%. Todos os parâmetros demográficos foram registados. Os valores de frequência cardíaca e pressão arterial foram registrados desde antes da infusão até a indução da anestesia a cada minuto, durante a intubação endotraqueal, a cada minuto durante 10 min após a intubação endotraqueal e antes, durante e após a esternotomia no primeiro e quinto minutos. RESULTADOS: enquanto a área sob a curva (ASC) (SAP × tempo) foi maior nos grupos B e C que no Grupo I, a ASC (SAP × T int e T st) e ASC (SAP × T2) foram maiores nos grupos B e C que no Grupo I (p &lt; 0,05). Além disso, a ASC (FC × T st)) foi menor no Grupo B que no Grupo C, mas não houve diferença significante entre os grupos B e I. CONCLUSÃO: este estudo destaca que a administração de esmolol em infusão é mais eficaz que em bolus para controlar a pressão arterial sistólica durante a intubação endotraqueal e esternotomia em CRC. <hr/> JUSTIFICACIÓN Y OBJETIVO: el objetivo de este estudio prospectivo, aleatorizado y doble ciego fue investigar los efectos del diferente uso del esmolol en la respuesta hemodinámica a la laringoscopia, intubación orotraqueal y esternotomía en cirugía de revascularización coronaria. MÉTODOS: después de obtener la aprobación del Comité de Ética local y el consentimiento informado firmado por los pacientes, 45 de ellos fueron aleatoriamente divididos en 3 grupos. El grupo I (infusión) recibió 0,5 mg/kg/min de esmolol en infusión desde 10 min antes de la intubación hasta 5 min después de la esternotomía; el grupo B (bolo), que recibió 1,5 mg/kg de esmolol en bolo iv a partir de 2 min antes de la intubación y esternotomía; el grupo C (control) recibió NaCl al 0,9%. Todos los parámetros demográficos fueron registrados. Los valores de frecuencia cardíaca y presión arterial fueron registrados ya antes de la infusión y hasta la inducción de la anestesia cada minuto durante la intubación endotraqueal, cada minuto durante 10 min después de la intubación endotraqueal, y antes, durante y después de la esternotomía en el primer y quinto minutos. RESULTADOS: mientras que el área bajo la curva (AUC) (presión arterial sistólica [PAS] × tiempo) fue mayor en los grupos B y C que en el grupo I, el AUC (PAS ×T int y T st ) y AUC (PAS × T 2 ) fueron mayores en los grupos B y C que en el grupo I (p &lt; 0,05). Además, el AUC (frecuencia cardíaca × T st ) fue menor en el grupo B que en el grupo C, pero no hubo diferencia significativa entre los grupos B e I. CONCLUSIÓN: este estudio destaca que la administración del esmolol en infusión es más eficaz que en bolos para controlar la PAS durante la intubación endotraqueal y la esternotomía en cirugía de revascularización coronaria. <![CDATA[Estudio aleatorizado y doble ciego de profilaxis con fibrinógeno para reducir el sangrado en cirugía cardíaca]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942014000400253&lng=es&nrm=iso&tlng=es BACKGROUND AND OBJECTIVES: Postoperative bleeding has a great clinical importance and can contribute to increased mortality and morbidity in patients undergoing coronary artery bypass graft surgery. In this prospective, randomized, double-blind study, we evaluated the effect of prophylactic administration of fibrinogen concentrate on post-coronary artery bypass graft surgery bleeding. METHODS: A total of 60 patients undergoing coronary artery bypass surgery were randomly divided into two groups. Patients in the fibrinogen group received 1 g of fibrinogen concentrate 30 min prior to the operation, while patients in the control group received placebo. Post-operative bleeding volumes, prothrombin time, partial thromboplastin time, INR, hemoglobin and transfused blood products in both groups were recorded. A strict red blood cell transfusion protocol was used in all patients. RESULTS: There were no significant differences between intra-operative packed red blood cells infusion in the studied groups (1.0 ± 1.4 in fibrinogen group, and 1.3 ± 1.1 in control group). Less postoperative bleeding was observed in the fibrinogen group (477 ± 143 versus 703 ± 179, p = 0.0001). Fifteen patients in the fibrinogen group and 21 in the control group required post-op packed red blood cells infusion (p = 0.094). No thrombotic event was observed through 72 h after surgery. CONCLUSION: Prophylactic fibrinogen reduces post-operative bleeding in patients undergoing coronary artery bypass graft. <hr/> JUSTIFICATIVA E OBJETIVO: a hemorragia no período pós-operatório é de grande importância clínica e pode contribuir para o aumento da morbidade e mortalidade em pacientes submetidos à cirurgia de revascularização coronária. Nesse estudo prospectivo, randômico e duplo-cego, avaliamos o efeito da administração profilática de concentrado de fibrinogênio sobre o sangramento após cirurgia de revascularização coronária. MÉTODOS: no total, 60 pacientes submetidos à cirurgia de revascularização coronária foram randomicamente divididos em dois grupos. Os pacientes do grupo fibrinogênio receberam 1 g de concentrado de fibrinogênio 30 minutos antes da operação, enquanto os doentes do grupo controle receberam placebo. Os volumes de sangramento no pós-operatório, tempo de protrombina, tempo de tromboplastina parcial, INR, hemoglobina e hemoderivados transfundidos em ambos os grupos foram registrados. Um protocolo de conduta rigoroso para transfusão de hemácias foi usado em todos os pacientes. RESULTADOS: não houve diferenças significantes entre as infusões de concentrados de hemácias nos grupos estudados (1,0 ± 1,4 no grupo fibrinogênio e 1,3 ± 1,1 no grupo controle). O grupo fibrinogênio apresentou menos sangramento no pós-operatório (477 ± 143 versus 703 ± 179, p = 0,0001). Quinze pacientes do grupo fibrinogênio e 21 do grupo controle precisaram de infusão de concentrado de hemácias no pós-operatório (p = 0,094). Evento trombótico não foi observado durante 72 h após a cirurgia. CONCLUSÃO: profilaxia com fibrinogênio reduz o sangramento no período pós-operatório de pacientes submetidos à revascularização coronária. <hr/> JUSTIFICACIÓN Y OBJETIVOS: la hemorragia en el período postoperatorio es de gran importancia clínica y puede contribuir al aumento de la morbimortalidad en pacientes sometidos a cirugía de revascularización del miocardio. En este estudio prospectivo, aleatorizado y doble ciego, evaluamos el efecto de la administración profiláctica del concentrado de fibrinógeno sobre el sangrado después de la cirugía de revascularización del miocardio. MÉTODOS: en total, 60 pacientes sometidos a cirugía de revascularización del miocardio fueron aleatoriamente divididos en 2 grupos. Los pacientes del grupo fibrinógeno recibieron 1 g de concentrado de fibrinógeno 30 min antes de la operación, mientras que los del grupo control recibieron placebo. Los volúmenes de sangrado en el postoperatorio, tiempo de protrombina, tiempo de tromboplastina parcial, INR, hemoglobina y hemoderivados transfundidos en ambos grupos fueron registrados. En todo los pacientes se usó un protocolo de conducta riguroso para la transfusión de hematíes. RESULTADOS: no hubo diferencias significativas entre las infusiones de concentrados de hematíes en los grupos estudiados (1 ± 1,4 en el grupo fibrinógeno y 1,3 ± 1,1 en el grupo control). El grupo fibrinógeno presentó menos sangrado en el postoperatorio (477 ± 143 versus 703 ± 179, p = 0,0001). Quince pacientes del grupo fibrinógeno y 21 del grupo control necesitaron infusión de concentrado de hematíes en el postoperatorio (p = 0,094). Ningún evento trombótico fue observado durante 72 h después de la cirugía. CONCLUSIÓN: la profilaxis con fibrinógeno reduce el sangrado en el período postoperatorio de pacientes sometidos a revascularización del miocardio. <![CDATA[Evaluación del club de la revista de anestesiología por medio de cambios semánticos]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942014000400258&lng=es&nrm=iso&tlng=es BACKGROUND AND OBJECTIVES: the interactive approach of a journal club has been described in the medical education literature. The aim of this investigation is to present an assessment of journal club as a tool to address the question whether residents read more and critically. METHODS: this study reports the performance of medical residents in anesthesiology from the Clinics Hospital - University of São Paulo Medical School. All medical residents were invited to answer five questions derived from discussed papers. The answer sheet consisted of an affirmative statement with a Likert type scale (totally disagree-disagree-not sure-agree-totally agree), each related to one of the chosen articles. The results were evaluated by means of item analysis - difficulty index and discrimination power. RESULTS: residents filled one hundred and seventy three evaluations in the months of December 2011 (n = 51), July 2012 (n = 66) and December 2012 (n = 56). The first exam presented all items with straight statement, second and third exams presented mixed items. Separating "totally agree" from "agree" increased the difficulty indices, but did not improve the discrimination power. CONCLUSIONS: the use of a journal club assessment with straight and inverted statements and by means of five points scale for agreement has been shown to increase its item difficulty and discrimination power. This may reflect involvement either with the reading or the discussion during the journal meeting. <hr/> JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: a abordagem interativa de um clube de revista foi descrita na literatura de ensino médico. O objetivo desta investigação é apresentar uma avaliação do clube de revista como uma ferramenta para discutir a questão da leitura crítica entre os residentes. MÉTODOS: este estudo relata o desempenho dos médicos residentes de anestesiologia do Hospital das Clínicas - Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Todos os médicos residentes foram convidados a responder a cinco perguntas derivadas de artigos discutidos. A folha de resposta consistia em uma declaração afirmativa com uma escala do tipo Likert (discordo totalmente, discordo, não tenho certeza, concordo, concordo totalmente), cada declaração relacionada a um dos artigos escolhidos. Os resultados foram avaliados por meio da análise de itens - índice de dificuldade e poder de discriminação. RESULTADOS: os residentes completaram 173 avaliações nos meses de dezembro de 2011 (n = 51), julho de 2012 (n = 66) e dezembro de 2012 (n = 56). O primeiro teste apresentou todos os itens com declaração direta e o segundo e terceiro testes apresentaram itens mistos. Separar "concordo totalmente" de "concordo" aumentou os índices de dificuldade, mas não melhorou o poder de discriminação. CONCLUSÕES: o uso de uma avaliação do clube revista com declarações diretas e inversas e com o uso de uma escala de cinco pontos para acordo mostrou aumentar a dificuldade do item e o poder de discriminação. Isso pode refletir o envolvimento com a leitura ou com a discussão durante as reuniões do clube. <hr/> JUSTIFICACIÓN Y OBJETIVOS: El abordaje interactivo de un club de revista ha sido descrito en la literatura de enseñanza médica. El objetivo de esta investigación es presentar una evaluación del club de revista como una herramienta para discutir la cuestión de la lectura crítica entre los residentes. MÉTODOS: Este estudio relata el desempeño de los médicos residentes de anestesiología del Hospital das Clínicas de la Facultad de Medicina de la Universidad de São Paulo. Todos los médicos residentes fueron invitados a responder a 5 preguntas derivadas de artículos discutidos. La hoja de respuesta consistía en una declaración afirmativa con una escala del tipo Likert ("estoy totalmente en desacuerdo", "en desacuerdo", "no estoy seguro", "estoy de acuerdo", "estoy totalmente de acuerdo"), cada declaración relacionada con uno de los artículos escogidos. Los resultados se evaluaron por medio del análisis de los ítems: índice de dificultad y poder de discriminación. RESULTADOS: Los residentes completaron 173 evaluaciones en los meses de diciembre de 2011 (n = 51), julio de 2012 (n = 66) y diciembre de 2012 (n = 56). El primer test incluyó todos los títulos con declaración directa y el segundo y el tercero tuvieron títulos mezclados. Separar "estoy totalmente de acuerdo" de "estoy de acuerdo" aumentó los índices de dificultad pero no mejoró el poder de discriminación. CONCLUSIONES: El uso de una evaluación del club de revista con declaraciones directas e inversas y con el uso de una escala de 5 puntos para "estoy de acuerdo", mostró el aumento de la dificultad del ítem y del poder de discriminación. Eso puede reflejar el nivel de implicación en la lectura o en la discusión durante las reuniones del club. <![CDATA[Comparación de los efectos del remifentanilo y el remifentanilo más lidocaína en intubación de pacientes intelectualmente discapacitados ]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942014000400263&lng=es&nrm=iso&tlng=es BACKGROUND AND OBJECTIVES: This is a prospective, randomized, single-blind study. We aimed to compare the tracheal intubation conditions and hemodynamic responses either remifentanil or a combination of remifentanil and lidocaine with sevoflurane induction in the absence of neuromuscular blocking agents. METHODS: Fifty intellectually disabled, American Society of Anesthesiologists I-II patients who underwent tooth extraction under outpatient general anesthesia were included in this study. Patients were randomized to receive either 2 μg kg-1 remifentanil (Group 1, n = 25) or a combination of 2 μg kg-1 remifentanil and 1 mg kg-1 lidocaine (Group 2, n = 25). To evaluate intubation conditions, Helbo-Hansen scoring system was used. In patients who scored 2 points or less in all scorings, intubation conditions were considered acceptable, however if any of the scores was greater than 2, intubation conditions were regarded unacceptable. Mean arterial pressure, heart rate and peripheral oxygen saturation (SpO2) were recorded at baseline, after opioid administration, before intubation, and at 1, 3, and 5 min after intubation. RESULTS: Acceptable intubation parameters were achieved in 24 patients in Group 1 (96%) and in 23 patients in Group 2 (92%). In intra-group comparisons, the heart rate and mean arterial pressure values at all-time points in both groups showed a significant decrease compared to baseline values (p = 0.000) CONCLUSION: By the addition of 2 μg/kg remifentanil during sevoflurane induction, successful tracheal intubation can be accomplished without using muscle relaxants in intellectually disabled patients who undergo outpatient dental extraction. Also worth noting, the addition of 1 mg/kg lidocaine to 2 μg/kg remifentanil does not provide any additional improvement in the intubation parameters. <hr/> JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: este é um estudo prospectivo, randômico e duplo-cego. Nosso objetivo foi comparar as condições de intubação endotraqueal e as respostas hemodinâmicas com o uso de remifentanil ou combinação de remifentanil e lidocaína em indução anestésica com sevoflurano sem agentes bloqueadores neuromusculares. MÉTODOS: cinquenta pacientes intelectualmente deficientes, estado físico ASA I-II, submetidos à extração dentária sob anestesia geral em ambulatório foram incluídos neste estudo. Os pacientes foram randomizados para receber 2 μg kg-1 de remifentanil (Grupo 1, n = 25) ou uma combinação de 2 μg kg-1 de remifentanil e 1 mg kg-1 de lidocaína (Grupo 2, n = 25). Para avaliar as condições de intubação, o sistema de pontuação de Helbo-Hansen foi usado. Em pacientes com 2 ou menos pontos em todas as pontuações, as condições de intubação foram consideradas aceitáveis, porém, se qualquer uma das pontuações fosse superior a 2, as condições de intubação seriam consideradas inaceitáveis. Pressão arterial média, frequência cardíaca e saturação periférica de oxigênio (SpO2) foram registradas no início do estudo, após a administração de opiáceos, antes da intubação e nos minutos 1, 3 e 5 após a intubação. RESULTADOS: parâmetros aceitáveis de intubação foram obtidos em 24 pacientes do Grupo 1 (96%) e em 23 pacientes do Grupo 2 (92%). Nas comparações intragrupo, os valores da frequência cardíaca e pressão arterial média em todos os momentod em ambos os grupos mostraram uma redução significativa em relação aos valores basais (p = 0.000). CONCLUSÃO: com a adição de remifentanil (2 μg/kg) durante a indução com sevoflurano, pode-se obter intubação endotraqueal bem-sucedida sem o uso de relaxantes musculares em pacientes intelectualmente deficientes que se submetem à extração dentária em ambulatório. Também é digno de nota que a adição de lidocaína (1 mg/kg) a remifentanil (2 μg/kg) não apresenta qualquer melhora adicional dos parâmetros de intubação. <hr/> JUSTIFICACIÓN Y OBJETIVOS: este es un estudio prospectivo, aleatorizado y doble ciego. Nuestro objetivo fue comparar las condiciones de intubación endotraqueal y las respuestas hemodinámicas con el uso de remifentanilo o la combinación de remifentanilo y lidocaína en inducción anestésica con sevoflurano sin agentes bloqueantes neuromusculares. MÉTODOS: cincuenta pacientes intelectualmente discapacitados, estado físico ASA I-II, sometidos a la extracción dental bajo anestesia general en ambulatorio fueron incluidos en este estudio. Los pacientes fueron aleatorizados para recibir 2 μg/kg-1 de remifentanilo (grupo 1, n = 25) o una combinación de 2 μg/kg-1 de remifentanilo y 1 mg/kg-1 de lidocaína (grupo 2, n = 25). Para evaluar las condiciones de intubación se usó el sistema de puntuación de Helbo-Hansen. En pacientes con 2 o menos puntos en todas las puntuaciones, las condiciones de intubación fueron consideradas aceptables, sin embargo, si cualquiera de las puntuaciones fuese superior a 2 las condiciones de intubación serían consideradas inaceptables. La presión arterial media, frecuencia cardíaca y la saturación periférica de oxígeno, fueron registradas al inicio del estudio, después de la administración de opiáceos, antes de la intubación y en los minutos 1, 3 y 5 después de la intubación. RESULTADOS: se obtuvieron parámetros aceptables de intubación en 24 pacientes del grupo 1 (96%) y en 23 pacientes del grupo 2 (92%).En las comparaciones intragrupo, los valores de la frecuencia cardíaca y la presión arterial media en todos los momentos en ambos grupos arrojaron una reducción significativa con relación a los valores basales (p = 0,000). CONCLUSIÓN: con la adición de 2 μg/kg de remifentanilo durante la inducción con sevoflurano pudimos obtener una intubación endotraqueal exitosa sin usar relajantes musculares en pacientes intelectualmente discapacitados que se someten a extracción dental en ambulatorio. También es importante resaltar que la adición de 1 mg/kg de lidocaína a 2 μg/kg de remifentanilo no presenta ninguna mejoría adicional en los parámetros de intubación. <![CDATA[Comparación del C-MAC convencional y C-MAC D-blade con laringoscopios directos en simulación de lesión de la columna cervical (estudio en modelo)]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942014000400269&lng=es&nrm=iso&tlng=es BACKGROUND: CMAC videolaryngoscope has recently been introduced for videoscope guided intubation. The aim of our study was to compare and evaluate the efficacy of the conventional blade and the angulated D blade of the CMAC videolaryngoscope with the direct laryngoscopes in simulated cervical spine injury patients on the airway manikin. MATERIALS AND METHODS: Following power analysis, 33 resident doctors were enrolled to perform endotracheal intubation using all the 4 different laryngoscopes namely the Macintosh laryngoscope, McCoy laryngoscope, conventional CMAC videolaryngoscope and the D blade of the CMAC videolaryngoscopes on the airway manikin in simulated cervical spine injury. The demographic variables of the resident doctors were recorded. The outcomes measured included vocal cord visualization (Cormack-Lehane grading), time taken to intubate, number of attempts for successful intubation and optimizing maneuvers required. RESULTS: The use of indirect videolaryngoscopes resulted in better glottic visualization in comparison to the direct laryngoscopes (CL-I) in 20/33 (60.6%) in the Macintosh group, 24/33 (72.7%) in McCoy group, 30/33 in (90.9%) in Vlc group and 32/33 (96.9%) in Vld group. The time taken to intubate averaged to 15.54 ± 2.6 in Macintosh group, 18.90 ± 4.47 in McCoy group, 20.21 ± 7.9 in Vlc group and 27.42 ± 9.09 in Vld group. The 1st attempt intubation success rate was 84.8% (Macintosh), 72.7% (McCoy), 90.9% (Vlc) and, 78.7% (Vld). CONCLUSIONS: The overall performance of the conventional CMAC blade proved to be the best when compared with the D-blade CMAC, Macintosh blade and the McCoy blade for intubation in simulated cervical spine patients by anesthesia residents. <hr/> JUSTIFICATIVA E OBJETIVO: o videolaringoscópio C-MAC foi recentemente introduzido para orientar a intubação. O objetivo deste estudo foi comparar e avaliar a eficácia do laringoscópio C-MAC de lâmina convencional e C-MAC de lâmina angulada (D-blade) com laringoscópios diretos em simulação de pacientes com lesão de coluna cervical usando modelo de vias aéreas. MATERIAIS E MÉTODOS: após a análise do poder do estudo, 33 médicos residentes foram inscritos para realizar intubações endotraqueais, usando todos os quatro laringoscópios diferentes: laringoscópio Macintosh, laringoscópio McCoy, videolaringoscópios C-MAC convencional e C-MAC D-blade em modelos de vias aéreas com simulação de lesão da coluna cervical. As variáveis demográficas dos médicos residentes foram registradas. Os resultados avaliados incluíram visualização das pregas vocais (classificação de Cormack-Lehane), tempo necessário para intubar, número de tentativas para intubação bem-sucedida e manobras de otimização necessárias. RESULTADOS: o uso de laringoscópios indiretos resultou em melhor visualização da glote em comparação com os laringoscópios diretos (CL-I) em 20/33 (60,6%) no grupo Macintosh, 24/33 (72,7%) no grupo McCoy, 30/33 (90,9%) no grupo Vlc e 32/33 (96,9%) no grupo Vld. A média do tempo necessário para entubar foi de 15,54 ± 2,6 no grupo Macintosh, 18,90 ± 4,47 no grupo McCoy, 20.21 ± 7,9 no grupo Vlc e 27,42 ± 9,09 no grupo Vld. A taxa para a primeira tentativa de intubação bem-sucedida foi de 84,8% (Macintosh), 72,7% (McCoy), 90,9% (Vlc) e 78,7% (Vld). CONCLUSÃO: o desempenho geral da lâmina do C-MAC convencional mostrou ser melhor quando comparado com o das lâminas do C-MAC D-blade, Macintosh e McCoy para intubação em modelo de simulação de lesão da coluna cervical realizada por médicos residentes de anestesia. <hr/> JUSTIFICACIÓN Y OBJETIVO: el videolaringoscopio C-MAC fue recientemente introducido para orientar la intubación. El objetivo de este estudio fue comparar y evaluar la eficacia del laringoscopio C-MAC de lámina convencional y C-MAC de lámina angulada (D-blade) con laringoscopios directos en una simulación de pacientes con lesión de la columna cervical usando modelo de vías aéreas. MATERIALES Y MÉTODOS: después del análisis del poder del estudio, 33 médicos residentes fueron inscritos para realizar intubaciones endotraqueales, usando 4 laringoscopios diferentes: laringoscopio Macintosh, laringoscopio McCoy, videolaringoscopios C-MAC convencional (Vlc) y C-MAC D-blade (Vld) en modelos de vías aéreas con simulación de lesión de la columna cervical. Las variables demográficas de los médicos residentes fueron registradas. Los resultados evaluados incluyeron la visualización de las cuerdas vocales (clasificación de Cormack-Lehane), tiempo necesario para intubar, número de intentos para intubación exitosa y maniobras de optimización necesarias. RESULTADOS: el uso de laringoscopios indirectos trajo como resultado una mejor visualización de la glotis en comparación con los laringoscopios directos (CL-I) en 20/33 (60,6%) en el grupo Macintosh, 24/33 (72,7%) en el grupo McCoy, 30/33 (90,9%) en el grupo Vlc y 32/33 (96,9%) en el grupo Vld. El tiempo medio necesario para intubar fue de 15,54 ± 2,6 en el grupo Macintosh; 18,90 ± 4,47 en el grupo McCoy; 20,21 ± 7,9 en el grupo Vlc; y 27,42 ± 9,09 en el grupo Vld. La tasa para el primer intento de intubación exitoso fue de un 84,8% (Macintosh), un 72,7% (McCoy), un 90,9% (Vlc) y un 78,7% (Vld). CONCLUSIÓN: el rendimiento global de la lámina del C-MAC convencional mostró ser mejor cuando se le comparó con el de las láminas del C-MAC D-blade, Macintosh y McCoy para la intubación en modelo de simulación de lesión de la columna cervical realizada por médicos residentes de anestesia. <![CDATA[Retirada por vía intravenosa percutánea de catéter Port-A debido a la migración intracardiaca en niño con leucemia linfoblástica aguda]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942014000400275&lng=es&nrm=iso&tlng=es A 2-year-old boy with acute lymphoblastic leukemia was presented with peripherally inserted central catheter dysfunction. Radiological examinations revealed a catheter remnant in the right atrium extending into pulmonary vein. The catheter remnant was successfully removed from the right atrium by percutaneous endovascular intervention without any complications.<hr/>Menino com dois anos de idade com leucemia linfoblástica aguda foi apresentado com disfunção de cateter central perifericamente inserido. O exame radiológico revelou um fragmento do cateter no átrio direito que se estendia até a veia pulmonar. O fragmento foi removido com sucesso por intervenção endovascular percutânea, sem qualquer complicação.<hr/>Paciente del sexo masculino, de 2 años de edad, con leucemia linfoblástica aguda que se presentó con una disfunción del catéter central de inserción periférica. Los exámenes radiológicos acusaron un resto de catéter en la aurícula derecha, extendiéndose hacia la vena pulmonar. El catéter fue retirado con éxito de la aurícula derecha por vía intravenosa percutánea sin complicaciones. <![CDATA[Bloqueo facetario guiado por ultrasonido para lumbalgia: relato de caso]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942014000400278&lng=es&nrm=iso&tlng=es BACKGROUND: Osteoarthrosis is a common cause of low back pain. The diagnosis is clinical and can be confirmed by imaging studies. Pain treatment and confirmation of diagnosis are made by intra-articular injection of corticosteroid and by local anesthetic use, due to clinical improvement. A direct monitoring of the procedure can be done under fluoroscopy, a classic technique, or else by an ultrasound-guided procedure. CASE REPORT: Female patient, 88 years old, 1.68 m and 72 kg, with facet osteoarthrosis at L2-L3, L3-L4 and L4-L5 for two years. On physical examination, she exhibited pain on lateralization and spinal extension. We opted in favor of an ultrasound-guided facet joint block. A midline spinal longitudinal scan was obtained, with identification of the desired joint space at L3-L4. A 25 G needle was inserted into the skin by the echographic off-plane ultrasound technique. 1 mL of contrast was administered, with confirmation by fluoroscopy. After aspiration of the contrast, 1 mL of solution containing 0.25% bupivacaine hydrochloride and 10 mg of methylprednisolone acetate was injected. Injections into L3-L4, L2-L3 and L1-L2 to the right were applied. CONCLUSIONS: The visualization of the facet joint by ultrasound involves minimal risk, besides reduction of radiation. This option is suitable for a large part of the population. However, fluoroscopy and computed tomography remain as monitoring techniques indicated for patients with specific characteristics, such as obesity, severe degenerative diseases and anatomical malformations, in which the ultrasound technique is still in need of further study. <hr/> JUSTIFICATIVA: a osteoartrose facetária é causa frequente de dor lombar. O diagnóstico é clínico e pode ser confirmado por imagem. O tratamento da dor e a confirmação do diagnóstico são feitos pela injeção intra-articular de corticosteroide e anestésico local, por causa da melhoria clínica. A monitoração direta do procedimento pode ser feita por fluoroscopia, técnica clássica, ou guiada por ultrassom. RELATO DE CASO: paciente do sexo feminino, 88 anos, 1,68 m e 72 kg, com osteoartrose facetária em L2-L3, L3-L4 e L4-L5 havia dois anos. No exame físico, dor à lateralização e à extensão da coluna. Optou-se pelo bloqueio da articulação facetária guiado por ultrassom. Foi feito escaneamento longitudinal na linha média da coluna vertebral e identificado o espaço articular desejado em L3-L4. Uma agulha 25G foi introduzida na pele pela técnica fora de plano ecográfico. Foi administrado 1 mL de contraste, confirmado com fluoroscopia. Após aspiração do contraste, foi injetado 1 mL de solução contendo cloridrato de bupivacaína 0,25% e 10 mg de acetato de metilprednisolona. Foram feitas injeções nos espaços L3-L4, L2-L3 e L1-L2 à direita. CONCLUSÕES: a visualização da articulação facetária pelo ultrassom determina mínimo risco e redução da radiação e é indicada para grande parte da população. Ainda assim a fluoroscopia e a tomografia computadorizada permanecem como monitoração indicada para pacientes com características específicas, como obesidade, doenças degenerativas intensas e malformações anatômicas, nas quais o ultrassom ainda necessita de mais estudos. <hr/> JUSTIFICACIÓN: la osteoartrosis facetaria es causa frecuente de dolor lumbar. El diagnóstico es clínico y puede ser confirmado por imagen. El tratamiento del dolor y la confirmación del diagnóstico se hacen mediante la inyección intraarticular de corticosteroides y anestésico local para la mejoría clínica. La monitorización directa del procedimiento puede hacerse por fluoroscopia, técnica clásica, o guiada por ultrasonido. CASO CLÍNICO: paciente del sexo femenino, de 88 años, de 1,68 m y 72 kg, con osteoartrosis facetaria en L2-L3, L3-L4 y L4-L5 hacía ya 2 años. En el examen físico se constató dolor a la lateralización y a la extensión de la columna. Optamos por el bloqueo de la articulación facetaria guiado por ultrasonido. Se hizo un escaneo longitudinal en la línea media de la columna vertebral y se identificó el espacio articular deseado en L3-L4. Una aguja 25G se introdujo en la piel por la técnica fuera del plano ecográfico. Se administró 1 mL de contraste, confirmado con la fluoroscopia. Después de la aspiración del contraste, se inyectó 1 mL de solución conteniendo clorhidrato de bupivacaína al 0,25% y 10 mg de acetato de metilprednisolona. Se administraron inyecciones en los espacios L3-L4, L2-L3 y L1-L2 a la derecha. CONCLUSIONES: la visualización de la articulación facetaria por el ultrasonido determina un mínimo riesgo y una reducción de la radiación y está indicada para gran parte de la población. Pero incluso así, la fluoroscopia y la tomografía computadorizada permanecen como la monitorización indicada para pacientes con características específicas, como obesidad, enfermedades degenerativas intensas y malformaciones anatómicas, para las cuales el ultrasonido todavía necesita más estudios. <![CDATA[Síndrome de Kounis intraoperatorio con mejoría de las alteraciones electrocardiográficas y de la situación hemodinámica después de la administración de nitroglicerina]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942014000400281&lng=es&nrm=iso&tlng=es A 58-year-old female without cardiovascular risk factors, was going to be operated to repair the rotator cuff. Induction and interscalene brachial plexus block were uneventful, but after her placement for surgery the patient started with severe bronchospasm, hypotension, cutaneous allergic reaction and ST elevation on the electrocardiogram. An anaphylactic shock was suspected and treated but until the perfusion of nitroglycerina was started no electrocardiographic changes resolved. After necessary diagnostic test the final diagnosis was variant I of Kounis syndrome due to cefazolin and rocuronium. Ephinephrine is the cornerstone of treatment for anaphylaxis but should we use it if the anaphylactic reaction is also accompanied by myocardial ischemia? The answer is that we should not use it because myocardial ischemia in this syndrome is caused by vasospasm, so it would be more useful drugs such as nitroglycerin. But what if we do not know if it is a Kounis syndrome or not? In this article we report our experience that maybe could help you in a similar situation.<hr/>Paciente do sexo feminino, 58 anos, sem fator de risco cardiovascular, submetida a cirurgia para reparação do manguito rotador. A indução do bloqueio do plexo braquial interescalênico foi feita sem intercorrência, mas, após seu posicionamento para a cirurgia, a paciente apresentou broncoespasmo grave, hipotensão, reação alérgica cutânea e elevação do segmento ST ao eletrocardiograma. Houve suspeita de choque anafilático que foi tratado, mas até que a perfusão de nitroglicerina fosse iniciada não houve resolução das alterações eletrocardiográficas. Após teste diagnóstico necessário, o diagnóstico final foi de variante tipo I da síndrome de Kounis por causa de cefazolina e rocurônio. Epinefrina é a base sólida do tratamento para anafilaxia, mas devemos usá-la se a reação anafilática também for acompanhada de isquemia miocárdica? A resposta é que não devemos usá-la, porque a isquemia miocárdica nessa síndrome é causada por vasoespasmo; portanto, drogas como a nitroglicerina seriam mais úteis. Porém, e quando não sabemos se é ou não uma síndrome de Kounis? Neste artigo relatamos nossa experiência que, talvez, possa ajudar em uma situação similar.<hr/>Paciente del sexo femenino, 58 años de edad, sin factor de riesgo cardiovascular, sometida a cirugía para la reparación del manguito rotador. La inducción del bloqueo del plexo braquial interescalénico fue realizada sin intercurrencias, pero después de su posicionamiento para la cirugía, la paciente presentó broncoespasmo grave, hipotensión, reacción alérgica cutánea y elevación del segmento ST al electrocardiograma. Hubo sospecha de choque anafiláctico que fue tratado, pero hasta que la perfusión de nitroglicerina se iniciase no hubo resolución de las alteraciones electrocardiográficas. Después del test diagnóstico necesario, el diagnóstico final fue de variante tipo i del síndrome de Kounis debido a la cefazolina y al rocuronio. La epinefrina es la base sólida del tratamiento para la anafilaxia, pero ¿debemos usarla si la reacción anafiláctica también viene seguida de isquemia miocárdica? La respuesta es que no debemos usarla porque la isquemia miocárdica en ese síndrome está causada por el vasoespasmo; por tanto, fármacos como la nitroglicerina serían más útiles. Sin embargo, ¿y cuando no sabemos si es o no un síndrome de Kounis? En este artículo, relatamos nuestra experiencia que, tal vez, pueda ayudarle a usted a hacer frente a una situación similar. <![CDATA[La estructuración de un servicio de cuidados paliativos en Brasil - Relato de una experiencia ]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942014000400286&lng=es&nrm=iso&tlng=es BACKGROUND AND OBJECTIVES: in Brazil, palliative care (PC) is not properly structured and that reality transforms this theme in a public health problem; therefore, initiatives become relevant in this context. This paper aims to share the experience that occurred in an oncology referral hospital in the State of Maranhão and present initiatives that helped in the development of PC Service. EXPERIENCE REPORT: the hospital had an outpatient Pain and PC Service, but without specialized beds. The terminally ill patients stayed in common wards, which caused much unrest. A sensitization process was initiated in the hospital through initiatives, such as a photo contest called Flashes of Life and a ward called Room of Dreams, designed in partnership with the architecture course at the Universidade Estadual do Maranhão. The process culminated in the granting of wards to the PC and in the commitment of the Foundation, sponsor of the hospital, to run the project. CONCLUSION: this experience was a reproducible local initiative for the establishment of PC in a cancer hospital. Local initiatives are valuable in Brazil because they favor a significant number of patients and show its effectiveness in practice to governments and society. To structure a PC service, it is essential to establish priorities that include the assignment of drugs for management of symptoms, humanization, multidisciplinarity, sensitization and education of professionals. <hr/> JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: no Brasil, os cuidados paliativos (CP) ainda não estão estruturados adequadamente e essa realidade transforma essa temática em um problema de saúde pública e faz com que iniciativas nesse contexto tornem-se relevantes. Este trabalho objetiva compartilhar a experiência ocorrida em um hospital de referência em oncologia do Estado do Maranhão e apresentar iniciativas que auxiliaram no desenvolvimento do Serviço de CP. RELATO DA EXPERIÊNCIA: no hospital, havia um Serviço de Dor e CP ambulatoriais, porém sem leitos especializados. Os pacientes em fase final de vida ficavam em enfermarias comuns, o que gerava muita inquietação. Foi iniciado um processo de sensibilização no hospital, por meio de iniciativas como um concurso de fotografias intitulado Flashes da Vida, e uma enfermaria, intitulada Quarto dos Sonhos, foi projetada em parceria com o curso de arquitetura da Universidade Estadual do Maranhão. O processo culminou com a concessão de enfermarias aos CP e com o compromisso da fundação mantenedora do hospital de executar o projeto. CONCLUSÃO: essa experiência constituiu uma iniciativa local reprodutível de desenvolvimento dos CP em um hospital oncológico. As iniciativas locais encontram grande valor no Brasil, por favorecer um expressivo número de pacientes e demonstrar, na prática, sua eficácia aos governos e à sociedade. Para estruturação de um serviço de CP é imprescindível o estabelecimento de prioridades, que incluem a cessão de fármacos para o controle dos sintomas, a humanização, a multidisciplinaridade e a sensibilização e educação dos profissionais. <hr/> JUSTIFICACIÓN Y OBJETIVOS: en Brasil, los cuidados paliativos (CP) todavía no están estructurados adecuadamente y esa realidad transforma esa temática en un problema de sanidad pública, haciendo que las iniciativas en ese contexto sean importantes. El objetivo de este trabajo es compartir la experiencia de un hospital de referencia en oncología del estado de Maranhão, así como presentar iniciativas que ayuden en el desarrollo del servicio de CP. RELATO DE LA EXPERIENCIA: en el hospital había un Servicio de Dolor y CP ambulatorios, pero sin camas especializadas. Los pacientes en fase terminal estaban ubicados en salas comunes, lo que era motivo de mucha preocupación. Se inició entonces un proceso de sensibilización en el hospital por medio de iniciativas como un concurso de fotografías titulado "Flashes de la vida", y una sala de enfermería llamada "Habitación de los sueños"; se creó en asociación con el curso de arquitectura de la Universidade Estadual do Maranhão. El proceso terminó con la concesión de salas de enfermería a los CP y con el compromiso de la fundación mantenedora del hospital de ejecutar el proyecto. CONCLUSIONES: esa experiencia fue una iniciativa local que se puede reproducir y desarrollar en los CP en un hospital oncológico. Las iniciativas locales tienen un gran valor en Brasil, porque favorecen a un importante número de pacientes y porque demuestran en la práctica su eficacia a los gobiernos y a la sociedad. Para la estructuración de un servicio de CP es imprescindible establecer prioridades que incluyen la concesión de fármacos para el control de los síntomas, la humanización, la multidisciplinariedad, y la sensibilización y educación de los profesionales. <![CDATA[Niveles plasmáticos de interleucina-10 y óxido nítrico en respuesta a 2 tasas de flujo en anestesia con desflurano]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942014000400292&lng=es&nrm=iso&tlng=es OBJECTIVE: This study investigated interleukin-10 and nitric oxide plasma levels following surgery to determine whether there is a correlation between these two variables and if different desflurane anesthesia flow rates influence nitric oxide and interleukin-10 concentrations in circulation. MATERIALS AND METHODS: Forty patients between 18 and 70 years and ASA I-II physical status who were scheduled to undergo thyroidectomy were enrolled in the study. INTERVENTIONS: Patients were allocated into two groups to receive two different desflurane anesthesia flow rates: high flow (Group HF) and low flow (Group LF). MEASUREMENTS: Blood samples were drawn at the beginning (t 0) and end (t 1) of the operation and after 24 h (t 2). Plasma interleukin-10 and nitric oxide levels were measured using an enzyme-linked-immunosorbent assay and a Griess reagents kit, respectively. Hemodynamic and respiratory parameters were assessed. RESULTS: There was no statistically significant difference between the two groups with regard to interleukin-10 levels at the times of measurement. Interleukin-10 levels were increased equally in both groups at times t 1 and t 2 compared with preoperative concentrations. For both groups, nitric oxide circulating concentrations were significantly reduced at times t 1 and t 2 compared with preoperative concentrations. However, the nitric oxide value was lower for Group HF compared to Group LF at t 2. No correlation was found between the IL-10 and nitric oxide levels. CONCLUSION: Clinical usage of two different flow anesthesia forms with desflurane may increase interleukin-10 levels both in Group HF and Group LF; nitric oxide levels circulating concentrations were significantly reduced at times t 1 and t 2 compared with preoperative concentrations; however, at 24 h postoperatively they were higher in Group LF compared to Group HF. No correlation was detected between interleukin-10 and nitric oxide levels. <hr/> OBJETIVO: este estudo investigou os níveis plasmáticos de interleucina-10 e óxido nítrico após cirurgia para determinar se há correlação entre essas duas variáveis e se diferentes taxas de fluxo de anestesia com desflurano influenciam as concentrações de interleucina-10 e óxido nítrico na circulação. MATERIAIS E MÉTODOS: quarenta pacientes, entre 18 e 70 anos de idade, estado físico ASA I-II, programados para tireoidectomia foram incluídos no estudo. INTERVENÇÕES: os pacientes foram divididos em dois grupos para receber dois fluxos diferentes de anestesia com desflurano: fluxo alto (Grupo FA) e fluxo baixo (Grupo FB). MENSURAÇÕES: amostras de sangue foram colhidas no início (t 0 ) e final (t 1 ) da cirurgia e após 24 h (t 2 ). Os níveis plasmáticos de interleucina-10 e óxido nítrico foram medidos usando um ensaio imunossorvente ligado à enzima um estojo de reagentes de Griess, respectivamente. Os parâmetros hemodinâmicos e respiratórios foram avaliados. RESULTADOS: não houve diferença estatisticamente significante entre os dois grupos em relação aos níveis de interleucina-10 níveis nos tempos de medição. Os níveis de interleucina-10 aumentaram igualmente em ambos os grupos nos tempos t 1 e t 2 em comparação com as concentrações no pré-operatório. Em ambos os grupos, as concentrações circulantes de óxido nítrico estavam significativamente reduzidas nos tempos t 1 e t 2 em comparação com as concentrações no pré-operatório. No entanto, o valor de óxido nítrico foi menor no Grupo FA que no Grupo FB no t 2 . Não houve correlação entre os níveis de IL-10 e óxido nítrico. CONCLUSÃO: o uso clínico de dois fluxos diferentes em anestesia com desflurano pode aumentar os níveis de interleucina-10 tanto no Grupo FA quanto no Grupo FB; os níveis das concentrações circulantes de óxido nítrico estavam significativamente reduzidos nos tempos t 1 e t 2 em cmparação com as concentrações no pré-operatório; contudo, 24 h após a cirurgia, esses níveis estavam maiores no Grupo FB em relação ao Grupo FA. Não foi detectada correlação entre os níveis de interleucina-10 e óxido nítrico. <hr/> OBJETIVO: este estudio investigó los niveles plasmáticos de interleucina-10 y óxido nítrico después de la cirugía para determinar si hay alguna correlación entre esas 2 variables y si diferentes tasas de flujo de anestesia con desflurano influyen en las concentraciones de interleucina-10 y óxido nítrico en la circulación. MATERIALES Y MÉTODOS: cuarenta pacientes, entre 18 y 70 años de edad, estado físico ASA I-II, programados para tiroidectomía se incluyeron en el estudio. INTERVENCIONES: los pacientes se dividieron en 2 grupos para recibir 2 flujos diferentes de anestesia con desflurano: flujo alto (grupo FA) y flujo bajo (grupo FB). MEDICIONES: se extrajeron muestras de sangre al inicio (t 0 ) y al final (t 1 ) de la cirugía y después de 24 h (t 2 ). Los niveles plasmáticos de interleucina-10 y óxido nítrico fueron medidos usando un ensayo de inmunoabsorción conectando un kit de reactivos de Griess, respectivamente. Se evaluaron los parámetros hemodinámicos y respiratorios. RESULTADOS: no hubo diferencia estadísticamente significativa entre los 2 grupos con relación a los niveles de interleucina-10 en los tiempos de medición. Los niveles de interleucina-10 aumentaron igualmente en ambos grupos en los tiempos t 1 y t 2 en comparación con las concentraciones en el preoperatorio. En ambos grupos, las concentraciones circulantes de óxido nítrico estaban significativamente reducidas en los tiempos t 1 y t 2 en comparación con las concentraciones en el preoperatorio. Sin embargo, el valor de óxido nítrico fue menor en el grupo FA que en el grupo FB en el t 2 . No hubo correlación entre los niveles de interleucina-10 y óxido nítrico. CONCLUSIÓN: el uso clínico de 2 flujos diferentes en anestesia con desflurano puede aumentar los niveles de interleucina-10 tanto en el grupo FA como en el grupo FB; los niveles de las concentraciones circulantes de óxido nítrico estaban significativamente reducidos en los tiempos t 1 y t 2 en comparación con las concentraciones en el preoperatorio; no obstante, 24 h después de la cirugía, esos niveles eran más altos en el grupo FB respecto al grupo FA. No se detectó ninguna correlación entre los niveles de interleucina-10 y óxido nítrico.