Scielo RSS <![CDATA[Revista Brasileira de Anestesiologia]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=0034-709420010004&lang=en vol. 51 num. 4 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[<b>Agonistas <FONT FACE=Symbol>α</FONT><SUB>2</SUB></b><b> -adrenérgicos</b>: <b>perspectiva atual</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942001000400001&lng=en&nrm=iso&tlng=en <![CDATA[<b>Effect of nitrous oxide on the induction and recovery times of halothane and sevoflurane in pediatric patients</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942001000400002&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A utilização de múltiplos de CAM, não comparáveis, do sevoflurano e do halotano, além da diferente contribuição do N2O na CAM destes dois agentes, em pacientes pediátricos, são os fatores citados para explicar igual velocidade de indução e de recuperação destes agentes com diferentes solubilidades sangüíneas. O objetivo deste trabalho foi avaliar o tempo de indução através de múltiplos da CAM e a recuperação da anestesia mantida com concentração expirada fixa de 1 CAM de halotano ou sevoflurano, associados ou não ao N2O, em crianças sob anestesia peridural sacra. MÉTODO: Foram estudadas 63 crianças divididas em 4 grupos de acordo com o agente inalatório utilizado para indução e manutenção da anestesia: Grupo 1: Halotano; Grupo 2: Halotano + N2O; Grupo 3: Sevoflurano; Grupo 4: Sevoflurano + N2O. Todas foram submetidas à peridural sacra. A indução sob máscara foi iniciada com 1 CAM do halogenado e incrementos de 0,5 CAM a cada 3 movimentos respiratórios até atingir 3 CAM, no máximo. Foram analisados os seguintes parâmetros: freqüência cardíaca, pressão arterial sistólica e diastólica, fração expirada dos agentes inalatórios e os tempos de indução, de emergência e de resposta a comandos. RESULTADOS: Os tempos cirúrgicos não mostraram diferença significativa entre os grupos. Os tempos para perda do reflexo ciliar, para o término da indução, de emergência e orientação dos grupos 1 e 2 foram maiores que dos grupos 3 e 4, sem diferença entre os grupos 1 e 2 e entre os grupos 3 e 4. A freqüência cardíaca e as pressões arteriais sistólica e diastólica não diferiram entre os grupos, nos diferentes tempos considerados. CONCLUSÕES: Nesta faixa etária, com a técnica anestésica empregada, os tempos de indução e de recuperação da anestesia foram diferentes entre os grupos do halotano e do sevoflurano, mas não apresentaram diferença com a associação de óxido nitroso.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: The use of different MAC multiples of sevoflurane and halothane, and the different effect of N2O on the MAC of these agents in children, are usually argued as the reason for the same induction and recovery times of these agents which have different blood solubilities. This study evaluated the induction time to different MAC multiples and the recovery time of anesthesia maintained with a fixed expired concentration (1 MAC) of halothane or sevoflurane, associated or not to N2O, in children under epidural caudal anesthesia. METHODS: Participated in this study 63 children allocated in 4 groups according to the anesthetic drug used. Group 1 = Halothane; Group 2 = Halothane plus N2O; Group 3 = Sevoflurane; Group 4 = Sevoflurane plus N2O. All children were submitted to caudal epidural blockade. Mask Induction was started with 1 MAC of halogenate followed by 0.5 MAC increments at every three respiratory movements until a maximum of 3 MAC was obtained. The following parameters were recorded: heart rate, systolic and diastolic blood pressure, inhaled agent expired fraction and times for induction, recovery and response to commands. RESULTS: Duration of surgery did not differ significantly among groups. The times to eyelash reflex loss, end of induction, emergence and oriented responses for groups 1 and 2 were longer than for groups 3 and 4 (p < 0.001) without significant differences between groups 1 and 2 and between groups 3 and 4. There were no differences in heart rate and systolic and diastolic blood pressure. CONCLUSIONS: In the age range studied and with the anesthetic technique used, induction and recovery times were different between the halothane and the sevoflurane group, but did not differ when nitrous oxide was added to the halogenate.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La utilización de múltiplos de CAM, no comparables, del sevoflurano y del halotano, más allá de la diferente contribución del N2O en la CAM de estos dos agentes, en pacientes pediátricos, son los factores citados para explicar igual velocidad de inducción y de recuperación de estos agentes con diferentes solubilidades sanguíneas. El objetivo de este trabajo fue evaluar el tiempo de inducción a través de múltiplos de la CAM y la recuperación de la anestesia mantenida con concentración expirada fija de 1 CAM de halotano o sevoflurano, asociados o no al N2O, en niños bajo anestesia peridural sacra. MÉTODO: Fueron estudiados 63 niños divididos en 4 grupos de acuerdo con el agente inhalatorio utilizado para inducción y manutención de la anestesia: Grupo 1: halotano; Grupo 2: halotano + N2O; Grupo 3: sevoflurano; Grupo 4: sevoflurano + N2O. Todos fueron sometidos a peridural sacra. La inducción bajo máscara fue iniciada con 1 CAM del halogenado e incrementos de 0,5 CAM a cada 3 movimientos respiratorios hasta llegar a 3 CAM, como máximo. Fueron analizados los siguientes parámetros: frecuencia cardíaca, presión arterial sistólica y diastólica, fracción expirada de los agentes inhalatorios y los tiempos de inducción, de emergencia y de respuesta a comandos. RESULTADOS: Los tiempos quirúrgicos no mostraron diferencia significativa entre los grupos. Los tiempos para pérdida del reflejo ciliar, para el término de la inducción, de emergencia y orientación de los grupos 1 y 2 fueron mayores que de los grupos 3 y 4, sin diferencia entre los grupos 1 y 2 y entre los grupos 3 y 4. La frecuencia cardíaca y las presiones arteriales sistólica y diastólica no difirieron entre los grupos, en los diferentes tiempos considerados. CONCLUSIONES: En esta faja de edad, con la técnica anestésica empleada, los tiempos de inducción y de recuperación de la anestesia fueron diferentes entre los grupos del halotano y del sevoflurano, solo que no presentaron diferencia con la asociación de óxido nitroso. <![CDATA[<b>Effects of analgesic intrathecal sufentanil and 0.25% epidural bupivacaine on oxytocin and cortisol plasma concentration in labor patients</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942001000400003&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O sufentanil por via subaracnóidea promove analgesia do trabalho de parto comparável à peridural com anestésicos locais. As duas técnicas diminuem alguns parâmetros da resposta neuroendócrina à dor do parto, e ambas podem atenuar a liberação reflexa de ocitocina em animais. O objetivo deste estudo foi comparar os efeitos das duas técnicas nas concentrações plasmáticas de ocitocina (CPO) e cortisol (CPC) durante o trabalho de parto. MÉTODO: Trinta parturientes com 4 - 7 cm de dilatação foram arroladas neste estudo de forma aleatória e encoberta. No grupo S receberam sufentanil (10 mg) por via subaracnóidea e no grupo B receberam bupivacaína a 0,25% por via peridural. A analgesia foi medida usando Escala Analógica Visual e amostras sangüíneas de ocitocina e cortisol foram obtidas antes, 30 e 60 minutos após a administração das drogas. As CPO e CPC foram determinadas através da técnica de radioimunoensaio. RESULTADOS: A analgesia no grupo S foi mais intensa aos 30 minutos. As CPO e CPC nos dois grupos foram semelhantes antes da analgesia. No grupo S, houve diminuição significativa da CPO aos 60 minutos e CPC aos 30 e 60 minutos, enquanto no grupo B, CPO e CPC permaneceram estáveis durante todo o estudo. CONCLUSÕES: Nas condições deste estudo, a analgesia peridural com bupivacaína esteve associada à manutenção das concentrações plasmáticas de cortisol e ocitocina. Contrariamente, a analgesia promovida pelo sufentanil, por via subaracnóidea, foi mais intensa e produziu diminuição nas concentrações destes hormônios.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Intrathecal sufentanil provides analgesia comparable to epidural local anesthetics for labor pain. Both techniques decrease some parameters of neuroendocrine response to labor pain and both may mitigate reflex oxytocin release in animals. This study aimed to compare the effect of both techniques on cortisol (CPC) and oxytocin (OPC) plasma concentrations in labor patients. METHODS: Participated in this randomized covered study 30 healthy parturients in spontaneous labor with 4-7 cm cervical dilatation. Group S patients received intrathecal sufentanil (10 mg) and group B received epidural 0.25% bupivacaine. Analgesia was assessed by a visual analogue scale and blood oxytocin and cortisol samples were collected before, 30 and 60 minutes after drug administration. Plasma cortisol and oxytocin concentrations were determined by radioimmunoassay. RESULTS: Group S analgesia was more intense at 30 minutes. OPC and CPC before analgesia were similar for both groups. Group S showed a significant decrease in OPC at 60 minutes and in CPC at 30 and 60 minutes (p<0.05), while for Group B such values remained stable throughout the study. CONCLUSIONS: In the conditions of this study, epidural bupivacaine analgesia was associated to stable plasma cortisol and oxytocin concentrations. Conversely, intrathecal sufentanil promoted a more intense analgesia and decreased OPC and CPC.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: El sufentanil por vía subaracnóidea promueve analgesia del trabajo de parto comparable a la peridural con anestésicos locales. Las dos técnicas diminuyen algunos parámetros de la respuesta neuroendócrina al dolor del parto, y ambas pueden atenuar la liberación refleja de ocitocina en animales. El objetivo de este estudio fue comparar los efectos de las dos técnicas en las concentraciones plasmáticas de ocitocina (CPO) y cortisol (CPC) durante el trabajo de parto. MÉTODO: Treinta parturientas con 4-7 cm de dilatación, fueron escogidas en este estudio de forma aleatoria y encubierta. En el grupo S recibieron sufentanil (10 mg), por via subaracnoidea y en el grupo B recibieron bupivacaína a 0,25% por vía peridural. La analgesia fue medida usando Escala Analógica Visual y muestras sanguíneas de ocitocina y cortisol fueron obtenidas antes, 30 y 60 minutos después la administración de las drogas. As CPO y CPC fueron determinadas por medio de la técnica de radioinmunoensayo. RESULTADOS: La analgesia en el grupo S fue más intensa con 30 minutos. Las CPO y CPC en los dos grupos fueron semejantes antes de la analgesia. En el grupo S, hubo diminución significativa de la CPO a los 60 minutos y CPC a los 30 y 60 minutos, en cuanto en el grupo B, CPO y CPC permanecieron estables durante todo el estudio. CONCLUSIONES: En las condiciones de este estudio, la analgesia peridural con bupivacaína estuvo asociada a la manutención de las concentraciones plasmáticas de cortisol y ocitocina. Contrariamente, la analgesia promovida por el sufentanil, por vía subaracnóidea, fue más intensa y produjo diminución en las concentraciones de estas hormonas. <![CDATA[<b>Predictors of early hypotension during spinal anesthesia</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942001000400004&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A identificação de fatores de previsão de hipotensão arterial durante bloqueios subaracnóideos pode interferir na escolha da técnica ou na utilização de medidas preventivas. Este estudo avaliou fatores pré-anestésicos como previsores independentes de hipotensão arterial durante bloqueio subaracnóideo. MÉTODO: Foram estudados 76 pacientes de ambos os sexos, submetidos à anestesia subaracnóidea com bupivacaína 0,5% hiperbárica. Foram coletados: idade, sexo, peso, altura, índice de massa corporal, história de hipertensão arterial, uso de drogas anti-hipertensivas, medicação pré-anestésica, pressão arterial sistólica (PAS) e diastólica (PAD) no braço e no tornozelo, freqüência cardíaca (FC), pressão de pulso arterial, índice de sobrecarga vascular, índice tornozelo/braço de PAS, doses de bupivacaína, nível superior do bloqueio sensitivo, e a menor PAS, medida a intervalos de 2,5 minutos até o vigésimo minuto. Oxigênio a 3 L.min-1 foi administrado, segundo sorteio. Hipotensão arterial foi definida como redução da PAS a valores inferiores a 80% do nível pré-anestésico ou PAS menor que 90 mmHg. Foi utilizada regressão logística para identificar as variáveis associadas com a ocorrência de hipotensão arterial. RESULTADOS: Foram fatores de previsão de hipotensão arterial: idade maior que 45 anos, sexo feminino e nível superior do bloqueio sensitivo acima de T7. CONCLUSÕES: Foram identificados fatores de previsão independentes de redução tensional sistólica acima de 20% dos valores pré-anestésicos: a idade acima de 45 anos, o sexo feminino e o nível superior do bloqueio sensitivo acima de T7.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: The identification of hypotension predicting factors during spinal anesthesia may interfere in the choice of the technique or call for preventive measures. This study aimed at identifying pre-anesthetic factors as independent hypotension predictors during spinal anesthesia. METHODS: Participated in this study 76 adult patients of both genders undergoing spinal anesthesia with 0.5% hyperbaric bupivacaine. The following parameters were collected: age, gender, weight, height, body mass index, systemic hypertension history, use of anti-hypertensive agents, preanesthetic medication, ankle and arm systolic and diastolic blood pressure, heart rate, pulse pressure, vascular overload, ankle-arm SBP index, bupivacaine doses, upper sensory block level and the lowest SBP measured at 2.5 minute intervals for 20 minutes. Patients were randomly allocated to receive oxygen (3 L.min-1). Hypotension was defined as systolic blood pressure below 80% of control or below 90 mmHg. Logistic regression was applied to identify independent hypotension predictors. RESULTS: The following variables were independently associated to systolic hypotension: more than 45 years of age, female gender and upper sensory level above T7. CONCLUSIONS: More than 45 years of age, female gender and upper sensory level above T7 were identified as independent predictors of early hypotension during spinal anesthesia.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La identificación de factores de previsión de hipotensión arterial durante bloqueos subaracnóideos puede interferir en la selección de la técnica o en la utilización de medidas preventivas. Este estudio evaluó factores pré-anestésicos como previsores independientes de hipotensión arterial durante bloqueo subaracnóideo. MÉTODO: Fueron estudiados 76 pacientes de ambos sexos, sometidos a anestesia subaracnóidea con bupivacaína 0,5% hiperbárica. Fueron colectados: edad, sexo, peso, altura, índice de masa corporal, historia de hipertensión arterial, uso de drogas anti-hipertensivas, medicación pré-anestésica, presión arterial sistólica (PAS) y diastólica (PAD) en el brazo y en el tobillo, frecuencia cardíaca (FC), presión de pulso arterial, índice de sobrecarga vascular, índice tobillo/brazo de PAS, dosis de bupivacaína, nivel superior del bloqueo sensitivo, y la menor PAS, medida a intervalos de 2,5 minutos hasta el vigésimo minuto. Oxigeno a 3 L.min-1 fue administrado, según sorteo. Hipotensión arterial fue definida como reducción de la PAS a valores inferiores a 80% del nivel pré-anestésico o PAS menor que 90 mmHg. Fue utilizada regresión logística para identificar las variables asociadas con la ocurrencia de hipotensión arterial. RESULTADOS: Fueron factores de previsión de hipotensión arterial: edad mayor que 45 años, sexo femenino y nivel superior del bloqueo sensitivo arriba de T7. CONCLUSIONES: Fueron identificados factores de previsión independientes de reducción tensional sistólica arriba de 20% de los valores pré-anestésicos la edad superior de 45 años, el sexo femenino y el nivel superior del bloqueo sensitivo arriba de T7. <![CDATA[<b>SpO<sub>2</sub> - SaO<sub>2 </sub>gap during mechanical ventilation in anesthesia and intensive care</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942001000400005&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVAS E OBJETIVOS: A saturação periférica da oxihemoglobina (SpO2) é freqüentemente utilizada para guiar alterações do regime ventilatório. Valores de SpO2 iguais ou superiores a 96% são necessários para garantir saturação arterial da oxihemoglobina (SaO2) superiores a 90%, em pacientes de terapia intensiva. Este estudo teve por objetivo determinar concordância entre valores de SpO2 e SaO2 e delimitar a menor SpO2 associada a valores de SaO2 iguais ou superiores a 90%. MÉTODO: Foram incluídos prospectivamente 120 pacientes adultos, de ambos os sexos, submetidos à anestesia geral com ventilação mecânica ou em tratamento intensivo. Amostras de sangue arterial foram coletadas por punção arterial ou por aspiração de linha arterial, utilizando técnica anaeróbia, em seringas heparinizadas. As amostras foram analisadas imediatamente após a coleta. A SpO2 foi medida por oxímetro de pulso durante a coleta, no indicador da mão contra-lateral, utilizando a onda dicrótica de pulso arterial como parâmetro de adequação. RESULTADOS: Foram analisadas 228 amostras. A diferença entre os valores de SpO2 e SaO2 variou entre -7,10% e 15,20%, sendo a diferença média igual a -0,20% ± 2,02%. SpO2-SaO2 maiores que 4,04% (dois desvios padrão da diferença) ocorreram em 4,72% das amostras. A determinação gráfica da SpO2, mínima para garantir a SaO2 acima de 90%, mostrou que somente valores de SpO2 iguais ou superiores a 99% não se associaram à ocorrência de nenhum valor de SaO2 inferior a 90%. CONCLUSÕES: Embora a diferença entre os valores de SpO2 e SaO2 tenham se localizado entre mais e menos 5% em 97% dos pares analisados, somente valores acima de 99% excluíram pacientes com SaO2 menor que 90%.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Peripheral oxy-hemoglobin saturation (SpO2) is commonly used to guide ventilator settings. SpO2 values equal to, or higher than 96% are necessary to assure arterial oxy-hemoglobin saturation (SaO2) higher than 90% in intensive care patients. This study aimed to determine SpO2 - SaO2 gap and to establish the lowest SpO2 associated to SaO2 values equal to, or higher than 90%. METHODS: Participated in this prospective study 120 adult patients of both genders submitted to general anesthesia and mechanical ventilation or under intensive care. Arterial blood samples were obtained by arterial puncture or central line aspiration using the anaerobic technique and heparin-containing syringes. Samples were analyzed immediately after collection. SpO2 was measured during collection with the pulse oximeter placed on the opposite second finger and using arterial pulse dichroic wave as the adequacy parameter. RESULTS: Two hundred and twenty-eight samples were analyzed. The difference between SpO2 and SaO2 ranged between -7.10% and 15.2%, being -0.20% ± 2.02% the mean difference (bias). SpO2-SaO2 higher than 4.04% (two standard deviations of the difference) was observed in 4.72% of samples. Graphical analysis of the lowest SpO2 to assure an SaO2 higher than 90% has shown that only SpO2 values equal to, or higher than 99% were not associated to SaO2 values below 90%. CONCLUSIONS: Although SpO2-SaO2 gap remaining between plus or minus 5% for 97% of the samples, only SpO2 values higher than 99% excluded patients with SaO2 values below 90%.<hr/>JUSTIFICATIVAS Y OBJETIVOS: La saturación periférica de la oxihemoglobina (SpO2) es frecuentemente utilizada para guiar alteraciones del régimen ventilatorio. Valores de SpO2 iguales o superiores a 96% son necesarios para garantizar saturación arterial de la oxihemoglobina (SaO2) superiores a 90%, en pacientes de terapia intensiva. Este estudio tuvo por objetivo determinar concordancia entre valores de SpO2 y SaO2 y delimitar la menor SpO2 asociada con valores de SaO2 iguales o superiores a 90%. MÉTODO: Fueron incluidos prospectivamente 120 pacientes adultos, de ambos sexos, sometidos a anestesia general con ventilación mecánica o en tratamiento intensivo. Muestras de sangre arterial fueron colectadas por punción arterial o por aspiración de línea arterial, utilizando técnica anaeróbia, en jeringas heparinizadas. Las muestras fueron analizadas inmediatamente después de la colecta. La SpO2 fue medida por oxímetro de pulso durante la colecta, en el indicador de la mano contra-lateral, utilizando la onda dicrótica de pulso arterial como parámetro de adecuación. RESULTADOS: Fueron analizadas 228 muestras. La diferencia entre los valores de SpO2 y SaO2 varió entre -7,10% y 15,20%, siendo la diferencia media igual a -0,20% ± 2,02%. SpO2-SaO2 mayores que 4,04% (dos desvíos padrones de la diferencia) ocurrieron en 4,72% de las muestras. La determinación gráfica de la SpO2, mínima para garantizar la SaO2 arriba de 90%, mostró que solamente valores de SpO2 iguales o superiores a 99% no se asociaron con la ocurrencia de ningún valor de SaO2 inferior a 90%. CONCLUSIONES: Aun cuando la diferencia entre los valores de SpO2 y SaO2 se hallan localizados entre más y menos 5% en 97% de los pares analizados, solamente valores arriba de 99% excluyeron pacientes con SaO2 menor que 90%. <![CDATA[<b>Evaluation of orbicularis oculi, adductor pollicis and flexor hallux muscles responses to train of four stimulation</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942001000400006&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O advento de drogas bloqueadoras neuromusculares foi um grande marco na Anestesiologia. Entretanto, um dos problemas do uso desses fármacos é a possibilidade de curarização residual no pós-operatório. O objetivo deste estudo foi avaliar as respostas de três músculos à estimulação com seqüência de quatro estímulos durante a instalação e a regressão do relaxamento muscular induzido pelo rocurônio. MÉTODO: Participaram do estudo 30 pacientes do sexo feminino, com idades entre 20 e 40 anos, estado físico ASA I, submetidos à anestesia geral. Na sala de operação, todas receberam alfentanil 10 mg.kg-1 i.v. e, em seguida, foram determinadas as respostas supramaximais dos músculos orbicular ocular, adutor do polegar e flexor do hálux com acelerometria. A indução constou de propofol 3,5 mg.kg-1 i.v. e alfentanil 50 mg.kg-1 i.v. Todas receberam rocurônio 0,6 mg.kg-1 i.v. e sevoflurano para a manutenção da anestesia. Foram avaliadas as respostas musculares à estimulação com a seqüência de quatro estímulos a cada 14 segundos, durante instalação e na recuperação T4/T1 de 0,25, 0,50, 0,75 e 0,90. A intubação foi realizada no momento de relaxamento mais rápido nos músculos estudados e avaliada por escala proposta. RESULTADOS: O início de ação nos músculos orbicular ocular, adutor do polegar e flexor do hálux foi respectivamente 64,8, 131,3 e 196,1 segundos (média). A recuperação até T4/T1 0,9 foi de 59,1, 96,4, 65,4 minutos (média) para os mesmos músculos respectivamente. As condições de intubação traqueal foram consideradas como clinicamente excelentes. CONCLUSÕES: Os resultados mostram que se pode conseguir condições satisfatórias de intubação traqueal com início de ação baseado na resposta à neuroestimulação do músculo orbicular ocular. Entretanto, durante a recuperação do bloqueio, o que proporciona maior margem de segurança é a monitorização do músculo adutor do polegar.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Neuromuscular blockers (NMB) were a landmark in the practice of anesthesiology. However, one of the problems related to the use of NMBs is postoperative residual curarization. This study aimed at comparing responses of three different muscles to the train of four stimulation during induction and regression of rocuronium-induced neuromuscular blockade. METHODS: Participated in this study 30 women physical status ASA I, aged 20 to 40 years submitted to general anesthesia. In the operating room patients were sedated with intravenous 10 mg.kg-1 alfentanil and supramaximal responses of orbicularis oculi, adductor pollicis and adductor hallucis were obtained. Anesthesia was then induced with intravenous propofol (3.5 mg.kg-1) and alfentanil (50 mg.kg-1). All patients received intravenous rocuronium (0.6 mg.kg-1) and sevoflurane for the maintenance of anesthesia. Train of four responses of different muscles were evaluated at every 14 seconds during installation and recovery T4/T1 of 0.25, 0.50, 0.75 and 0.90. Intubation was performed at the fastest relaxation moment of studied muscles and was evaluated by the proposed scale. RESULTS: Mean onset of action for orbicularis oculi, adductor pollicis and adductor hallucis was 64.8, 131.3 and 196.1 seconds, respectively. Mean recovery time of T4/T1 0.9 was 59.1, 96.4 and 65.4, respectively. Tracheal intubation conditions were considered excellent in all cases. CONCLUSIONS: Our results showed that satisfactory conditions for tracheal intubation can be achieved based the orbicularis oculi response to the train of four stimulation. However, during recovery, the highest safety margin was obtained with the adductor pollicis monitoring.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: El adviento de drogas bloqueadoras neuromusculares fue un grande marco en la Anestesiologia. Entretanto, uno de los problemas del uso de eses fármacos es la posibilidad de curarización residual en el pós-operatório. El objetivo de este estudio fue evaluar las respuestas de tres músculos a la estimulación con secuencia de cuatro estímulos durante la instalación y la regresión del relajamiento muscular inducido por el rocuronio. MÉTODO: Participaron del estudio 30 pacientes del sexo femenino, con edades entre 20 y 40 años, estado físico ASA I, sometidas a anestesia general. En la sala de operación todas recibieron alfentanil 10 mg.kg-1 i.v. y, en seguida fueron determinadas las respuestas supramaximales de los músculos orbicular ocular, aductor del pulgar y flexor del hálux con acelerometria. La inducción constó de propofol 3,5 mg.kg-1 i.v. y alfentanil 50 mg.kg-1 i.v. Todas recibieron rocuronio 0,6 mg.kg-1 i.v. y sevoflurano para la manutención de la anestesia. Fueron evaluadas las respuestas musculares a la estimulación con la secuencia de cuatro estímulos a cada 14 segundos, durante instalación y en la recuperación T4/T1 de 0,25, 0,50, 0,75 y 0,90. La intubación fue realizada en el momento de relajamiento más rápido en los músculos estudiados y evaluada por escala propuesta. RESULTADOS: El inicio de acción en los músculos orbicular ocular, aductor del pulgar y flexor del hálux fue respectivamente 64,8, 131,3 y 196,1 segundos (media). La recuperación hasta T4/T1 0,9 fue de 59,1, 96,4, 65,4 minutos (media) para los mismos músculos respectivamente. Las condiciones de intubación traqueal fueron consideradas como clínicamente excelentes. CONCLUSIONES: Los resultados muestran que se puede conseguir condiciones satisfactorias de intubación traqueal con inicio de acción teniendo como base la respuesta a la neuroestimulación del músculo orbicular ocular. Entretanto, durante la recuperación del bloqueo, lo que proporciona mayor margen de seguridad es la monitorización del músculo aductor del pulgar. <![CDATA[<b>Postoperative myocardial ischemia in patients undergoing abdominal aortic aneurysm repair</b>: <b>a retrospective study</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942001000400007&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Muitos pacientes submetidos à cirurgia para correção de aneurisma de aorta abdominal apresentam doença coronariana, podendo evoluir com complicações cardíacas perioperatórias. A grande dificuldade é avaliar, no pré-operatório, o risco de complicações cardíacas isquêmicas que ocorrem no período pós-operatório de modo confiável. O objetivo deste estudo foi verificar a incidência de isquemia cardíaca pós-operatória em pacientes submetidos à correção de aneurisma da aorta abdominal, sua correlação com o índice de risco cardíaco de Goldman modificado, com alterações no teste do tálio-dipiridamol e os fatores de risco nessa população. MÉTODO: Foram analisados retrospectivamente 65 pacientes submetidos à correção de aneurisma da aorta abdominal e a incidência dos fatores de risco como tabagismo, insuficiência coronariana, hipertensão arterial sistêmica e Diabetes mellitus. Foi analisada a correlação entre a insuficiência coronariana no pré-operatório, o índice de Goldman modificado e as complicações isquêmicas pós-operatórias. Foi avaliada a correlação do teste tálio-dipiridamol pré-operatório e eventos isquêmicos no pós-operatório. RESULTADOS: Cerca de 80% dos pacientes apresentavam antecedente de tabagismo, 55% de hipertensão arterial, 8% de Diabetes mellitus, 25% de insuficiência coronariana. Entre os pacientes com insuficiência coronariana, cinco possuíam angina pré-operatória e apresentaram uma incidência de 40% de isquemia miocárdica no pós-operatório, sendo a incidência de infarto agudo do miocárdio de 6,2%. No nosso estudo, 14% dos pacientes Goldman modificado II e 33% dos pacientes Goldman modificado III apresentaram isquemia miocárdica pós-operatória. Dezesseis pacientes (24%) foram submetidos ao tálio dipiridamol no pré-operatório, sendo que 10 (62%) apresentaram defeitos de captação cintilográfica. O valor preditivo positivo do exame foi de 20% para isquemia miocárdica pós-operatória, com valor preditivo negativo de 83% e sensibilidade de 66%. CONCLUSÕES: A incidência de complicações cardíacas de acordo com o índice de Goldman modificado não foi compatível com o risco teórico desse índice. Os pacientes com angina no período pré-operatório apresentaram alta porcentagem (40%) de isquemia no pós-operatório, sendo que o valor do tálio-dipiridamol como teste preditivo de complicações isquêmicas foi baixo.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Many patients undergoing abdominal aortic aneurysm repair are at high risk for perioperative myocardial ischemia. The great difficulty is to reliably evaluate the preoperative risk of postoperative myocardial ischemia. This study aimed at observing the incidence of postoperative myocardial ischemia in patients submitted to abdominal aortic aneurysm repair, its correlation with Goldman’s modified cardiac risk index, with changes in the dipyridamole-thallium test and the risk factors for such population. METHODS: Participated in this retrospective study 65 patients submitted to abdominal aortic aneurysm repair. Risk factors, such as smoking, coronary artery disease, systemic hypertension and diabetes mellitus, were evaluated as well as the correlation among preoperative coronary artery disease, Goldman’s modified cardiac index risk and postoperative myocardial ischemia. The correlation between preoperative dipyridamole-thallium test and postoperative cardiac complications was also evaluated. RESULTS: Approximately 80% of patients were smokers, 55% were hypertensive, 8% had diabetes mellitus and 25% of patients presented with coronary artery disease. Among coronary artery disease patients, five patients had preoperative angina with an incidence of 40% of postoperative myocardial ischemia and 6.2% of myocardial infarction. In our study, 14% of Goldman’s modified II and 33% of Goldman’s modified III had postoperative myocardial ischemia. Sixteen patients (24%) were submitted to preoperative dipyridamole- thallium test and 10 patients (62%) presented reperfusion defects. Positive dipyridamole-thallium test predictive value was 20% for postoperative myocardial ischemia with a negative predictive value of 83% and sensitivity of 66%. CONCLUSIONS: The incidence of cardiac complications as predicted by Goldman’s modified index was not compatible with the theoretical risk of such index. Patients with preoperative angina had a high percentage (40%) of postoperative ischemia and dypiramidole-thalium test had a low ischemia-predicting value.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Muchos pacientes sometidos a cirugía para corrección de aneurisma de aorta abdominal presentan enfermedad coronariana, pudiendo evolucionar con complicaciones cardíacas perioperatorias. La gran dificultad es evaluar, en el pré-operatorio, el riesgo de complicaciones cardíacas isquémicas que ocurren en el período pós- operatorio de modo confiable. El objetivo de este estudio fue verificar la incidencia de isquemia cardíaca pós-operatoria en pacientes sometidos a corrección de aneurisma de la aorta abdominal, su correlación con el índice de riesgo cardíaco de Goldman modificado, con alteraciones en el test del tálio-dipiridamol y los factores de riesgo en esa población. MÉTODO: Fueron analizados retrospectivamente 65 pacientes sometidos a corrección de aneurisma de la aorta abdominal y la incidencia de los factores de riesgo como tabagismo, insuficiencia coronariana, hipertensión arterial sistémica y Diabetes mellitus. Fue analizada la correlación entre la insuficiencia coronariana en el pré-operatorio, el índice de Goldman modificado y las complicaciones isquémicas pós-operatorias. Fue evaluada la correlación del test tálio-dipiridamol pré-operatorio y eventos isquémicos en el pós-operatorio. RESULTADOS: Cerca de 80% de los pacientes presentaban antecedente de tabagismo, 55% de hipertensión arterial, 8 % de Diabetes mellitus, 25% de insuficiencia coronariana. Entre los pacientes con insuficiencia coronariana, cinco tenian angina pré-operatoria y presentaron una incidencia de 40% de isquemia miocárdica en el pós-operatório, siendo la incidencia de infarto agudo del miocárdio de 6,2%. En nuestro estudio, 14% de los pacientes Goldman modificado II e 33% de los pacientes Goldman modificado III presentaron isquemia miocárdica pós-operatoria. Dieciséis pacientes (24%) fueron sometidos al tálio-dipiridamol en el pré-operatorio, siendo que 10 (62%) presentaban defectos de captación cintilográfica. El valor preditivo positivo del examen fue de 20% para isquemia miocárdica pós-operatoria, con valor preditivo negativo de 83% y sensibilidad de 66%. CONCLUSIONES: La incidencia de complicaciones cardíacas de acuerdo con el índice de Goldman modificado no fue compatible con el riesgo teórico de ese índice. Los pacientes con angina en el período pré-operatorio presentaron alta porcentaje (40%) de isquemia en el pós-operatorio, siendo que el valor del tálio-dipiridamol como test preditivo de complicaciones isquémicas fue bajo. <![CDATA[<b>Pneumocephalus after epidural anesthesia</b>: <b>case report</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942001000400008&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O bloqueio peridural constitui técnica utilizada para alívio da dor durante o trabalho de parto. Apesar das vantagens, não é isenta de complicações, como, por exemplo, o pneumoencéfalo. O objetivo deste relato é apresentar um caso de pneumoencéfalo iatrogênico, diagnosticado após bloqueio peridural, com punção acidental de duramáter. RELATO DO CASO: Paciente de 16 anos, estado físico ASA I, sem antecedentes anestésicos, submetida a bloqueio peridural contínuo para analgesia de parto. Após várias tentativas de punções no espaço L3-L4, ocorreu punção acidental de duramáter. Optou-se por nova punção peridural em L2-L3, sem sucesso. Foi tentada outra punção em L3-L4, e após identificação do espaço peridural empregando-se a técnica da perda da resistência com ar, injetou-se o anestésico local e fentanil, seguido de passagem do cateter. Após 20 minutos da instalação do bloqueio, ocorreu sofrimento fetal, com indicação de cesariana, sendo administrada dose complementar de anestésico local pelo cateter. A paciente permaneceu hemodinamicamente estável e consciente durante a cirurgia, com lenta recuperação do bloqueio motor (14 h). No pós-operatório, apresentou dois episódios de crise convulsiva, com intervalo de 12 horas entre eles, que reverteram espontaneamente. A avaliação neurológica era normal e a tomografia computadorizada revelou imagem com densidade de ar compatível com pneumoencéfalo. A paciente teve alta três dias após, sem seqüelas. CONCLUSÕES: O caso confirma a possibilidade de se causar pneumoencéfalo iatrogênico durante a realização de bloqueio peridural, empregando-se a técnica da perda de resistência ao ar para a identificação do espaço peridural. Na presença de sinais e sintomas de irritação meníngea, a tomografia computadorizada é o meio diagnóstico recomendado para o diagnóstico diferencial entre pneumoencéfalo e as demais causas.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Epidural block is the technique of choice to relieve labor pain. In spite of the advantages, it is not free from complications, such as pneumocephalus. This report aimed at presenting a case of iatrogenic pneumocephalus, diagnosed after epidural block with accidental dural puncture. CASE REPORT: A 16-year old patient, physical status ASA I, without anesthetic history was submitted to continuous epidural block for labor analgesia. After several puncture attempts at L3-L4 interspace, there was an accidental dural puncture. A new epidural puncture at L2-L3 was attempted without success. Another puncture in L3-L4 was attempted and after epidural space identification through the technique of loss of resistance to air, local anesthetics and fentanyl were injected followed by catheter introduction. Twenty minutes after blockade fetal distress was observed and cesarean section was indicated with an additional dose of local anesthetic administered through the catheter. Patient remained hemodynamically stable and conscious during surgery with a slow motor block recovery (14 h). There were two postoperative seizures with an interval of 12 h between them, which reverted spontaneously. Neurological evaluation was normal and CT scan revealed an image with air density compatible with pneumocephalus. Patient was discharged 3 days later without sequelae. CONCLUSIONS: This case confirms the possibility of iatrogenic pneumocephalus during epidural block using the loss of resistance to air technique to identify the epidural space. In the presence of signs and symptoms of meningeal irritation, CT is the diagnostic tool recommended for the differential diagnosis of pneumocephalus and other causes.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: El bloqueo peridural constituye técnica utilizada para alivio del dolor durante el trabajo de parto. A pesar de las ventajas, no es ilesa de complicaciones, como, por ejemplo, el pneumoencéfalo. El objetivo de este relato es presentar un caso de pneumoencéfalo iatrogénico, diagnosticado después bloqueo peridural, con punción accidental de la duramadre. RELATO DO CASO: Paciente de 16 años, estado físico ASA I, sin antecedentes anestésicos, sometida a bloqueo peridural continuo para analgesia de parto. Después de varias tentativas de punciones en el espacio L3-L4, ocurrió punción accidental de la duramadre. Se optó por nueva punción peridural en L2-L3, sin suceso. Fue tentada otra punción en L3-L4, y después identificación del espacio peridural usándose la técnica de la pérdida de resistencia con aire, se inyectó el anestésico local y fentanil, seguido de pasaje del catéter. Después de 20 minutos de la instalación del bloqueo, ocurrió sufrimiento fetal, con indicación de cesárea, siendo administrada dosis complementar de anestésico local por el catéter. La paciente permaneció hemodinámicamente estable y conciente durante la cirugía, con lenta recuperación del bloqueo motor (14 h). En el pós-operatorio, presentó dos episodios de crisis convulsiva, con intervalo de 12 horas entre ellos, que revertieron espontáneamente. La evaluación neurológica era normal y la topografía computadorizada reveló imagen con densidad de aire compatible con pneumoencéfalo. La paciente tuvo alta tres días después, sin consecuencias. CONCLUSIONES: El caso confirma la posibilidad de causar pneumoencéfalo iatrogénico durante la realización del bloqueo peridural, utilizándose la técnica de la pierda de resistencia al aire para la identificación del espacio peridural. En presencia de señales y síntomas de irritación meníngea, la topografía computadorizada es el medio diagnóstico recomendado para el diagnóstico diferencial entre pneumoencéfalo y las demás causas. <![CDATA[<b>Combined anesthesia and early extubation in patient with patent ductus arteriosus</b>: <b>case report</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942001000400009&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O canal arterial é uma estrutura que integra a circulação fetal. Fatores como prematuridade, hipóxia, acidose e sepse contribuem para a sua patência. O objetivo deste relato é demonstrar a utilização da anestesia combinada em cirurgia para correção da persistência do canal arterial. RELATO DO CASO: Paciente masculino, 14 meses, 11 kg,estado físico ASA II com infecções respiratórias de repetição, foi submetido à correção cirúrgica de PCA. Utilizou-se midazolam (0,5 mg.kg-1) por via oral, no pré-anestésico, seguido de indução inalatória com halotano 1-2%. A hidratação foi feita com solução de Ringer com lactato (8 ml.kg-1.h-1). Após intubação orotraqueal foi iniciada ventilação mecânica em sistema circular pediátrico com reabsorvedor de CO2. Procedeu-se bloqueio peridural torácico no espaço T1-T2 com injeção única de bupivacaína a 0,125% com adrenalina 1:800.000 no volume de 0,5 ml.kg-1. A manutenção foi feita com halotano (0,5-0,6 CAM). O procedimento cirúrgico durou 70 minutos e foi feito por toracotomia látero-posterior com boa estabilidade cardiovascular. A criança foi extubada na sala cirúrgica e encaminhada para SRPA em boas condições. CONCLUSÕES: A técnica de anestesia combinada em anestesia pediátrica promove melhora na qualidade da analgesia per e pós-operatória. O bloqueio peridural torácico, com indicação criteriosa, pode ser utilizado com bons resultados.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: The ductus arteriosus is a structure of fetal circulation. Prematurity, hypoxia, acidosis and sepsis contribute for patent ductus arteriosus (PDA). This case report aimed at evaluating the use of combined regional/general anesthesia for surgical PDA repair. CASE REPORT: Male patient, 14 months of age, 11 kg, physical status ASA II, with repeated respiratory infections, was submitted to surgical PDA repair. Patient was premedicated with oral 0.5 mg.kg-1 midazolam followed by inhalational induction with 1-2% halothane. Hydration consisted of 8 ml.kg-1.h-1 lactated Ringer’s. After tracheal intubation, mechanical ventilation was installed with a pediatric closed system with CO2 absorber. Epidural puncture was performed at T1-T2 interspace, followed by a bolus injection of 0.5 ml.kg-1 of 0.125% bupivacaine with epinephrine 1:800,000. Anesthesia was maintained with halothane (0.5-0.6 CAM). The surgery lasted 70 minutes and was performed by latero-posterior thoracotomy, with good hemodynamic stability. The child was extubated in the operating room and sent to PACU in good conditions. CONCLUSIONS: Combined regional/general anesthesia in pediatric patients improves peri and postoperative analgesia. Thoracic epidural blockade can be used with good results, if carefully indicated.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: El canal arterial es una estructura que integra la circulación fetal. Factores como prematuridad, hipóxia, acidosis y sepse contribuyen para su patencia. El objetivo de este relato es demostrar la utilización de la anestesia combinada en cirugía para corrección de la persistencia del canal arterial. RELATO DE CASO: Paciente masculino, 14 meses, 11 kg, estado físico ASA II con infecciones respiratorias de repetición, fue sometido a corrección cirúgica de PCA. Se utilizó midazolam (0,5 mg.kg-1) por vía oral, en el pré-anestésico, seguido de inducción inhalatoria con halotano 1-2%. La hidratación fue hecha con solución de Ringer con lactato (8 ml.kg-1.h-1). Después de intubación orotraqueal fue iniciada ventilación mecánica en sistema circular pediátrico con reabsorvedor de CO2. Se procedió bloqueo peridural torácico en el espacio T1-T2 con inyección única de bupivacaína 0,125% con adrenalina 1:800.000 en el volumen de 0,5 ml.kg-1. La manutención fue hecha con halotano (0,5-0,6 CAM). El procedimiento cirúrgico duró 70 minutos y fue hecho por toracotomia látero-posterior con buena estabilidad cardiovascular. El niño fue extubado en la sala cirúgica y encaminado para SRPA en buenas condiciones. CONCLUSIONES: La técnica de anestesia combinada en anestesia pediátrica promueve mejoría en la calidad de la analgesia per y pós-operatoria. El bloqueo peridural torácico, con indicación criteriosa, puede ser utilizado con buenos resultados. <![CDATA[<b>Controlled pressure mechanical ventilation with anesthesia closed system for low weight patients</b>: <b>experimental study</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942001000400010&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A anestesia com baixo fluxo, em pacientes pediátricos, requer equipamentos adequados, no entanto, os disponíveis no mercado são de alto custo, o que limita o seu uso. Este estudo avaliou a anestesia com baixo fluxo em coelhos, empregando circuito fechado, modo de pressão controlada em novo ventilador pediátrico para anestesia (VPL-5000A-Vent-Logos). MÉTODO: Dez coelhos foram distribuídos aleatoriamente, sendo que o grupo I foi submetido à pressão de 15 cmH2O e o grupo II à de 20 cmH2O. A anestesia foi realizada com xilazina (10 mg.kg-1) e cetamina (25 mg.kg-1) associados, por via muscular, seguida de manutenção com isoflurano, após intubação orotraqueal. Após 20 minutos, administrou-se pancurônio (0,1 mg.kg-1) por via venosa e a ventilação controlada foi iniciada. Os parâmetros ajustados no ventilador foram: FR 30 mpm, freqüência I:E 1:2,5 e tempo de inspiração 0,6 segundo, além das pressões de plateau. O fluxo de gases frescos empregado foi 300 ml (total). Os parâmetros foram coletados a cada 20 minutos durante uma hora. Os dados obtidos foram submetidos à análise estatística de variância para medidas repetidas (p < 0,05). RESULTADOS: O CO2 reinalado diminuiu significativamente no grupo II, de 15 mmHg, durante a ventilação espontânea, para um valor médio de 2,4 mmHg, durante a ventilação controlada. No grupo I, diminuiu de 19,2 mmHg (inicial) para 3,6 mmHg. Comparando-se os dois grupos, diferenças significativas foram encontradas em relação ao pH venoso, PaCO2, PvO2 e discreta diferença entre a PAM e PAD. O grupo de 15 cmH2O apresentou importante acidose respiratória, enquanto o de 20 cmH2O obteve valores normais de pH e PaCO2. Uma vez que os valores de volume expirado entre os grupos foram semelhantes, tais diferenças entre pH e gases sangüíneos apresentados pelos grupos podem estar relacionadas aos baixos níveis de pH observados no grupo I. Verificou-se consumo médio de 2 ml de isoflurano por animal durante os 120 minutos de estudo. CONCLUSÕES: Com equipamento adequado é possível empregar anestesia de baixo fluxo, ventilação com pressão controlada e circuito fechado em pacientes com peso muito baixo.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Pediatric low flow anesthesia requires adequate equipment which, when available, is extremely expensive, thus seldom used. This study aimed at evaluating low flow anesthesia in rabbits using a closed rebreathing circuit in a new pediatric pressure controlled ventilator for anesthesia. METHODS: Ten rabbits were randomly assigned to two groups. Group I individuals were ventilated with the airway pressure limit set to 15 cmH2O, while in group II the setting was 20 cm H2O. Anesthesia was induced with muscular xylazine (10 mg.kg-1) and ketamine (25 mg.kg-1), followed by maintenance with isoflurane after tracheal intubation. After 20 minutes, 0.1 mg.kg-1 intravenous pancuronium was administered and controlled ventilation was established. Ventilator parameters were: RR - 30 mpm, I:E ratio 1:2.5 and inspiratory time 0.6 sec, in addition to plateau pressures. Fresh gas flow was 300 ml.min-1 (total). Parameters were collected every 20 minutes for one hour and data were submitted to analysis of variance for repeated measures (p < 0.05). RESULTS: Re-inhaled CO2 decreased significantly in group II from an initial value of 15 mmHg during spontaneous ventilation to a mean value of 2.4 mmHg during controlled ventilation. In group I, the drop was from 19.2 mmHg (initial) to 3.6 mmHg. Comparing both groups, significant differences were observed in venous pH, PaCO2, PvO2 and a slight difference between MBP and DBP. The 15 cmH2O group showed important respiratory acidosis, while the 20 cmH2O had normal pH and PaCO2 values. Since expired volume values were similar in both groups, such differences in pH and blood gases observed could be related to low pH levels seen in group I. Each animal consumed a mean value of 2 ml isoflurane during the 120 minutes of the study. CONCLUSIONS: With proper equipment, it is possible to use low flow anesthesia with pressure controlled ventilation and closed system in very low weight patients.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La anestesia con bajo flujo, en pacientes pediátricos, requiere equipamientos adecuados siendo caros los disponibles, y limitando su uso. Este estudio evaluó la anestesia con bajo flujo en conejos, empleando circuito cerrado, modo de presión controlada en nuevo ventilador pediátrico para anestesia (VPL-5000A-Vent-Logos). MÉTODO: Diez conejos fueron distribuidos aleatoriamente, siendo que el grupo I fue sometido a presión de 15 cmH2O y el grupo II a la de 20 cmH2O. La anestesia fue realizada con xilazina (10 mg.kg-1) y cetamina (25 mg.kg-1) asociados, por vía muscular, seguida de manutención con isoflurano, después intubación orotraqueal. Después de 20 minutos, se administró pancuronio (0,1 mg.kg-1) por vía venosa y la ventilación controlada fue iniciada. Los parámetros ajustados y el ventilador fueron: FR 30 mpm, frecuencia I:E 1:2,5 y tiempo de inspiración 0,6 segundo, además de las presiones de plateau. El flujo de gases frescos empleado fue de 300 ml (total). Los parámetros fueron colectados a cada 20 minutos durante una hora. Los datos obtenidos fueron sometidos a análisis estadística de variancia para medidas repetidas (p < 0,05). RESULTADOS: El CO2 reinhalado diminuyó significativamente en el grupo II, de 15 mmHg, durante la ventilación espontanea, para un valor medio de 2,4 mmHg durante a ventilación controlada. En el grupo I, de 19,2 mmHg (inicial) para 3,6 mmHg. Comparándose los dos grupos, diferencias significativas fueron encontradas en relación al pH venoso, PaCO2, PvO2 y discreta diferencia entre la PAM y PAD. El grupo de 15 cmH2O presentó importante acidosis respiratoria, en cuanto el de 20 cmH2O obtuvo valores normales de pH y PaCO2. Una vez que los valores de volumen expirado entre los grupos fueron semejantes, tales diferencias entre pH y gases sangüíneos presentados por los grupos pueden estar relacionadas a los bajos niveles de pH observados en el grupo I. Se Verificó consumo medio de 2 ml de isoflurano por animal durante los 120 minutos de estudio. CONCLUSIONES: Con equipamiento adecuado es posible emplear anestesia de bajo flujo, ventilación con presión controlada y circuito cerrado en pacientes con muy bajo peso. <![CDATA[<b>Betanecol in the treatment of spinal morphine-induced urinary retention</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942001000400011&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A morfina tem sido utilizada nos bloqueios subaracnóideos para analgesia pós-operatória graças ao seu potencial analgésico prolongado e intenso. Porém, seus efeitos colaterais muitas vezes restringem seu uso. A retenção urinária é um deles. O objetivo deste estudo foi avaliar o emprego do betanecol para tratamento da retenção urinária causada pela morfina subaracnóidea, evitando assim a cateterização vesical do paciente. MÉTODO: De quarenta e sete pacientes que foram submetidos a procedimentos cirúrgicos com técnica anestésica de bloqueios subaracnóideos nas clínicas cirúrgicas e obstétricas com administração de morfina na dose de 0,1 mg, 26 pacientes apresentaram retenção urinária (55,3%). Quando o tratamento clássico (estimulação miccional e compressas locais) não evoluiu com sucesso, foram utilizadas doses fracionadas de 12,5 mg de betanecol, por via oral a cada hora, totalizando 50 mg em 4 horas. Após esse período sem resposta adequada ou se o paciente apresentasse incômodo vesical intenso antes de completar a última dose da medicação, seria feita cateterização vesical ou o uso de naloxona, classificando o método como ineficaz nesses casos. RESULTADOS: Nos pacientes que apresentaram retenção urinária, o tratamento conservador não obteve sucesso. Porém administrando-se betanecol de acordo com a padronização das doses nesse estudo, o mesmo foi eficaz em 14 pacientes (53,8%). CONCLUSÕES: O betanecol pode ser um bom coadjuvante no tratamento da retenção urinária provocada pela morfina subaracnóidea.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Morphine has been used in spinal blocks for postoperative analgesia due to its prolonged and intense analgesic potential. Even so, its side effects very often limit its use. Urinary retention is one of them. METHODS: Of forty-seven patients submitted to surgical and obstetric procedures under spinal block with 0.1 mg morphine, 26 patients developed urinary retention (55.3%). When the classic treatment (micturition stimulation and local compresses) failed, fractionated doses of oral 12.5 mg betanecol were used at every hour, totaling 50 mg in 4 hours. After that period without appropriate response or if the patient presented intense vesical discomfort before the last dose, vesical catheterization would be performed or naloxone would be administered and the method was considered ineffective for those cases. RESULTS: The conservative treatment failed in patients with urinary retention. However, betanecol in the doses standardized in our study, was effective in 14 patient (53.8%). CONCLUSIONS: Betanecol can be a good coadjuvant for treating spinal morphine-induced urinary retention.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La morfina ha sido utilizada en los bloqueos subaracnóideos para analgesia pós-operatoria gracias a su potencial analgésico prolongado e intenso. Más, sus efectos colaterales muchas veces restringen su uso. La retención urinaria es un deles. El objetivo de este estudio fue evaluar el empleo del betanecol para tratamiento de la retención urinaria causada por la morfina subaracnóidea, evitando así la cateterización vesical del paciente. MÉTODO: De cuarenta y siete pacientes que fueron sometidos a procedimientos quirúrgicos con técnica anestésica de bloqueos subaracnóideos en las clínicas quirúrgicas y obstétricas con administración de morfina en la dosis de 0,1 mg, 26 pacientes presentaron retención urinaria (55,3%). Cuando el tratamiento clásico (estimulación miccional y compresas locales) no evolucionó con suceso, fueron utilizadas dosis fraccionadas de 12,5 mg de betanecol, por vía oral a cada hora, totalizando 50 mg en 4 horas. Después de ese período sin respuesta adecuada o si el paciente presentase incomodo vejical intenso antes de completar la última dosis de la medicación, seria hecha cateterización vejical o el uso de naloxona, clasificando el método como ineficaz en esos casos. RESULTADOS: En los pacientes que presentaron retención urinaria, el tratamiento conservador no obtuvo suceso. Sin embargo administrándose betanecol de acuerdo con los padrones de las dosis en ese estudio, el mismo fue eficaz en 14 pacientes (53,8%). CONCLUSIONES: El betanecol puede ser un buen coadyuvante en el tratamiento de la retención urinaria provocada por la morfina subaracnóidea. <![CDATA[<b>Thromboprophilaxis and neuraxial blockade</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942001000400012&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: No contexto das doenças vasculares periféricas, a doença venosa tromboembólica tem assumido maior importância, à medida em que se apresenta com freqüência e morbi-mortalidade elevadas e, sobretudo, pela possibilidade de alteração de sua evolução quando há reconhecimento e tratamento adequados. O uso cada vez mais freqüente de tromboprofiláticos tornou-se um problema para os anestesiologistas, uma vez que esses agentes têm aumentado a incidência de hematoma espinhal, quando associados a bloqueios regionais. Este trabalho tem o propósito de apresentar aos anestesiologistas, a partir de ampla revisão de literatura, aspectos farmacológicos e bioquímicos dos anticoagulantes mais comumente utilizados e orientações quando houver necessidade de bloqueio regional nos pacientes em esquema de anticoagulação. CONTEÚDO: São apresentadas as características dos diferentes anticoagulantes e implicações no bloqueio regional. No final da descrição de cada fármaco, seguem-se considerações a respeito das recomendações mais importantes. CONCLUSÕES: A realização de bloqueio regional, na vigência de tromboprofilaxia, exige redimensionamento das cautelas, principalmente nos aspectos concernentes à utilização de cateter peridural, punções repetidas e traumáticas; pois, nestes casos, o risco da ocorrência de hematoma espinhal estará aumentado. Adicionalmente, fazem-se necessárias ampla comunicação e preparo das equipes médica e de enfermagem quanto aos pacientes recebendo anticoagulantes, a fim de diminuir os riscos das complicações hemorrágicas. Esses pacientes devem ser monitorizados minuciosamente, a fim de que sejam detectados precocemente sinais incipientes de compressão medular. Se houver suspeita de hematoma espinhal, a confirmação radiográfica deverá ser providenciada imediatamente, devido ao risco de isquemia medular irreversível.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Among peripheral vascular diseases, thromboembolytic venous disease has gained significant importance due to its high frequency, morbidity and mortality, and, moreover, due to the possibility of interrupting its evolution when there is an adequate diagnosis and treatment. The increasing use of thromboprophylaxis has become a problem for anesthesiologists since those agents have increased the incidence of spinal hematoma when associated to regional anesthesia. After a broad literature review, this study aimed at presenting to anesthesiologists the biochemistry and pharmacology of most commonly used anticoagulants as well as recommendations for regional blockade in patients under anticoagulants. CONTENTS: Characteristics of different anticoagulants and regional anesthesia implications are presented. After each drug description there are considerations about the most important recommendations. CONCLUSIONS: Regional anesthesia under thromboprophylaxis demands lots of caution, especially as to the use of epidural catheters and repeated and traumatic punctures because, in those cases, there is an increased risk for spinal hematomas. In addition, communication between the clinical and nursing staff involved in the management of patients receiving anticoagulants is essential in order to decrease the risk for severe hemorrhagic complications. Patients should be closely monitored for early signs of cord compression. If spinal hematoma is suspected, radiographic confirmation must be immediately sought due to the risk for irreversible cord ischemia.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: En el contexto de las enfermedades vasculares periféricas, la enfermedad venosa tromboembólica ha asumido mayor importancia, a medida en que se presenta con frecuencia, y morbi-mortalidad elevadas y, sobretodo, por la posibilidad de alteración de su evolución cuando hay reconocimiento y tratamiento adecuados. El uso cada vez más frecuente de tromboprofilácticos se tornó un problema para los anestesiologistas, una vez que esos agentes han aumentado la incidencia de hematoma espinal, cuando asociados a bloqueos regionales. Este trabajo tiene el propósito de presentar a los anestesiologistas, a partir de una amplia revisión de literatura, aspectos farmacológicos y bioquímicos de los anticoagulantes más comunes utilizados y orientaciones cuando haya necesidad de bloqueo regional en los pacientes en esquema de anticoagulación. CONTENIDO: Son presentadas las características de los diferentes anticoagulantes e implicaciones en el bloqueo regional. Al final de la descripción de cada fármaco, se siguen consideraciones a respecto de las recomendaciones más importantes. CONCLUSIONES: La realización de bloqueo regional, en vigencia de tromboprofilaxia, exige redimensionamento de las cautelas, principalmente en los aspectos concernientes a la utilización de catéter peridural, punciones repetidas y traumáticas; pues, en estos casos, el riesgo de la ocurrencia de hematoma espinal estará aumentado. Adicionalmente, se hacen necesarias amplia comunicación y preparo de los equipos médicos y de enfermaría cuanto a los pacientes recibiendo anticoagulantes, a fin de diminuir los riesgos de las complicaciones hemorrágicas. Esos pacientes deben ser monitorizados minuciosamente, con la finalidad de que sean detectados de forma precoz, señales incipientes de compresión medular. En caso de que haya sospecha de hematoma espinal, la confirmación radiográfica deberá ser providenciada inmediatamente, debido al riesgo de isquemia medular irreversible. <![CDATA[<b>Questões comentadas da prova escrita do título superior em anestesiologia - 2000 (Questão nº 41)</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942001000400013&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: No contexto das doenças vasculares periféricas, a doença venosa tromboembólica tem assumido maior importância, à medida em que se apresenta com freqüência e morbi-mortalidade elevadas e, sobretudo, pela possibilidade de alteração de sua evolução quando há reconhecimento e tratamento adequados. O uso cada vez mais freqüente de tromboprofiláticos tornou-se um problema para os anestesiologistas, uma vez que esses agentes têm aumentado a incidência de hematoma espinhal, quando associados a bloqueios regionais. Este trabalho tem o propósito de apresentar aos anestesiologistas, a partir de ampla revisão de literatura, aspectos farmacológicos e bioquímicos dos anticoagulantes mais comumente utilizados e orientações quando houver necessidade de bloqueio regional nos pacientes em esquema de anticoagulação. CONTEÚDO: São apresentadas as características dos diferentes anticoagulantes e implicações no bloqueio regional. No final da descrição de cada fármaco, seguem-se considerações a respeito das recomendações mais importantes. CONCLUSÕES: A realização de bloqueio regional, na vigência de tromboprofilaxia, exige redimensionamento das cautelas, principalmente nos aspectos concernentes à utilização de cateter peridural, punções repetidas e traumáticas; pois, nestes casos, o risco da ocorrência de hematoma espinhal estará aumentado. Adicionalmente, fazem-se necessárias ampla comunicação e preparo das equipes médica e de enfermagem quanto aos pacientes recebendo anticoagulantes, a fim de diminuir os riscos das complicações hemorrágicas. Esses pacientes devem ser monitorizados minuciosamente, a fim de que sejam detectados precocemente sinais incipientes de compressão medular. Se houver suspeita de hematoma espinhal, a confirmação radiográfica deverá ser providenciada imediatamente, devido ao risco de isquemia medular irreversível.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Among peripheral vascular diseases, thromboembolytic venous disease has gained significant importance due to its high frequency, morbidity and mortality, and, moreover, due to the possibility of interrupting its evolution when there is an adequate diagnosis and treatment. The increasing use of thromboprophylaxis has become a problem for anesthesiologists since those agents have increased the incidence of spinal hematoma when associated to regional anesthesia. After a broad literature review, this study aimed at presenting to anesthesiologists the biochemistry and pharmacology of most commonly used anticoagulants as well as recommendations for regional blockade in patients under anticoagulants. CONTENTS: Characteristics of different anticoagulants and regional anesthesia implications are presented. After each drug description there are considerations about the most important recommendations. CONCLUSIONS: Regional anesthesia under thromboprophylaxis demands lots of caution, especially as to the use of epidural catheters and repeated and traumatic punctures because, in those cases, there is an increased risk for spinal hematomas. In addition, communication between the clinical and nursing staff involved in the management of patients receiving anticoagulants is essential in order to decrease the risk for severe hemorrhagic complications. Patients should be closely monitored for early signs of cord compression. If spinal hematoma is suspected, radiographic confirmation must be immediately sought due to the risk for irreversible cord ischemia.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: En el contexto de las enfermedades vasculares periféricas, la enfermedad venosa tromboembólica ha asumido mayor importancia, a medida en que se presenta con frecuencia, y morbi-mortalidad elevadas y, sobretodo, por la posibilidad de alteración de su evolución cuando hay reconocimiento y tratamiento adecuados. El uso cada vez más frecuente de tromboprofilácticos se tornó un problema para los anestesiologistas, una vez que esos agentes han aumentado la incidencia de hematoma espinal, cuando asociados a bloqueos regionales. Este trabajo tiene el propósito de presentar a los anestesiologistas, a partir de una amplia revisión de literatura, aspectos farmacológicos y bioquímicos de los anticoagulantes más comunes utilizados y orientaciones cuando haya necesidad de bloqueo regional en los pacientes en esquema de anticoagulación. CONTENIDO: Son presentadas las características de los diferentes anticoagulantes e implicaciones en el bloqueo regional. Al final de la descripción de cada fármaco, se siguen consideraciones a respecto de las recomendaciones más importantes. CONCLUSIONES: La realización de bloqueo regional, en vigencia de tromboprofilaxia, exige redimensionamento de las cautelas, principalmente en los aspectos concernientes a la utilización de catéter peridural, punciones repetidas y traumáticas; pues, en estos casos, el riesgo de la ocurrencia de hematoma espinal estará aumentado. Adicionalmente, se hacen necesarias amplia comunicación y preparo de los equipos médicos y de enfermaría cuanto a los pacientes recibiendo anticoagulantes, a fin de diminuir los riesgos de las complicaciones hemorrágicas. Esos pacientes deben ser monitorizados minuciosamente, con la finalidad de que sean detectados de forma precoz, señales incipientes de compresión medular. En caso de que haya sospecha de hematoma espinal, la confirmación radiográfica deberá ser providenciada inmediatamente, debido al riesgo de isquemia medular irreversible.