Scielo RSS <![CDATA[Revista Brasileira de Anestesiologia]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=0034-709420020002&lang=en vol. 52 num. 2 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[<B>Influence of dexmedetomidine upon sevoflurane end-expiratory concentration</B>: <B>evaluation by bispectral index, suppression rate and electroencephalographic power spectral analysis</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000200001&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A dexmedetomidina, um alfa2-agonista adrenérgico, tem sido descrita como capaz de reduzir o consumo tanto de agentes venosos como inalatórios. O objetivo deste estudo foi avaliar a influência da dexmedetomidina na concentração expirada (CE) do sevoflurano, com monitorização da profundidade da anestesia. MÉTODO: Participaram do estudo 40 pacientes do sexo feminino, estado físico ASA I, submetidas à laparoscopia ginecológica sob anestesia geral mantida com sevoflurano, divididas aleatoriamente em dois grupos: Grupo I (20): sem dexmedetomidina, e Grupo II (20): com dexmedetomidina em infusão contínua no seguinte esquema: Fase rápida (1 µg.kg-1 em 10 minutos), 10 minutos antes da indução da anestesia, seguida por uma fase de manutenção (0,4 µg.kg-1.h-1) até o final da cirurgia. Foram analisados os seguintes parâmetros: PA, FC, BIS, SEF 95%, amplitude relativa na freqüência de banda delta (delta %), taxa de supressão (TS), rSO2, CE, SpO2 e P ET CO2, nos seguintes momentos: M1 - antes da infusão da dexmedetomidina ou solução fisiológica a 0,9%, M2: antes da intubação traqueal (IT), M3: após a IT, M4: antes da incisão, M5: após a incisão, M6: antes da insuflação do CO2, M7: após a insuflação de CO2, M8: 10 minutos após a insuflação de CO2, M9: 10 min após M8, M10: 20 min após M8, M11: 30 min após M8, M12: 40 min após M8 e M13: ao despertar. Anotamos também o tempo de despertar e de alta hospitalar. RESULTADOS: A dexmedetomidina reduziu a concentração expirada de sevoflurano de M4 até M13 (p<0,05), comparando-se GI e GII. Não foram observadas mudanças clinicamente significativas nos parâmetros hemodinâmicos. O tempo de despertar no GI foi 11 ± 0,91 minutos e no GII foi 6,35 ± 0,93 minutos (p < 0,05). O tempo de alta hospitalar no GI foi 7,45 ± 0,69 horas e no GII foi 8,37 ± 0,88 horas (p < 0,05). CONCLUSÕES: A dexmedetomidina é efetiva em reduzir a concentração expirada do sevoflurano, mantendo estabilidade hemodinâmica, sem comprometer o tempo de alta hospitalar, além de promover um despertar mais precoce.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Dexmedetomidine, an alpha2-adrenergic agonist, has been described as being able to decrease the demand for both venous and inhalational agents. This study aimed at evaluating the influence of Dexmedetomidine upon sevoflurane end-expiratory concentration (EC) with monitoring the depth of anesthesia. METHODS: Participated in this study 40 female adult patients, physical status ASA I, submitted to gynecological laparoscopy under general anesthesia maintained with sevoflurane, who were randomly divided in two groups: Group I (n=20), without dexmedetomidine; and Group II (n=20), with dexmedetomidine, in continuous infusion, as follows: Rapid phase (1 µg.kg-1 in 10 min-1) 10 minutes before anesthesia induction, followed by a maintenance phase (0,4 µg.kg-1.h-1) throughout the surgery. The following parameters were analyzed: BP, HR, BIS, SEF 95%, delta%, suppression rate (SR), rSO2, CE, SpO2 and P ET CO2, in the following moments: M1 - before dexmedetomidine or 0.9% saline infusion; M2 - prior to intubation; M3 - following intubation; M4 - before incision; M5 - following incision; M6 - before CO2 inflation; M7 - following CO2 inflation; M8 - 10 min after CO2 inflation; M9 - 10 min after M8; M10 - 20 min after M8; M11 - 30 min after M8; M12 - 40 min after M8; and M13 - at emergence. Time for emergence and hospital discharge were also recorded. RESULTS: Dexmedetomidine has decreased sevoflurane end-expiratory concentration from M4 to M13 (p<0.05) when comparing Group I and Group II. No clinically significant changes were observed in hemodynamic parameters. Time for emergence in Groups I and II was 11 ± 0.91 min. and 6.35 ± 0.93 min., respectively (p < 0.05). Time for hospital discharge was 7.45 ± 0.69 h in Group I and 8.37 ± 0.88 h in Group II (p < 0.05). CONCLUSIONS: Dexmedetomidine was effective in decreasing sevoflurane end-expiratory concentration while maintaining hemodynamic stability without impairing time for hospital discharge, in addition to promoting an earlier emergence.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La dexmedetomidina, un alfa2-agonista adrenérgico, ha sido descrita como capaz de reducir el consumo tanto de agentes venosos como inhalatorios. El objetivo de este estudio fue evaluar la influencia de la dexmedetomidina en la concentración expirada (CE) de sevoflurano, con monitorización de la profundidad de la anestesia. MÉTODO: Participaron del estudio 40 pacientes del sexo femenino, estado físico ASA I, sometidas a laparoscopia ginecológica bajo anestesia general mantenida con sevoflurano, divididas aleatoriamente en dos grupos: Grupo I (20): sin dexmedetomidina, y Grupo II (20): con dexmedetomidina en infusión continua en el siguiente esquema: Fase rápida (1 µg.kg-1 en 10 minutos), 10 minutos antes de la inducción de la anestesia, seguida por un periodo de manutención (0,4 µg.kg-1.h-1) hasta el final de la cirugía. Fueron analizados los siguientes parámetros: PA, FC, BIS, SEF 95%, amplitud relativa en la frecuencia de banda delta (delta%), tasa de supresión (TS), rSO2, CE, SpO2 yP ET CO2, en los siguientes momentos: M1 - antes de la infusión de la dexmedetomidina o solución fisiológica a 0,9%, M2: antes de la intubación traqueal (IT), M3: después a IT, M4: antes de la incisión, M5: después de la incisión, M6: antes de la insuflación de CO2, M7: después de la insuflación de CO2, M8: 10 minutos después de la insuflación de CO2, M9: 10 min. después M8, M10: 20 min después M8, M11: 30 min después M8, M12: 40 min después M8 y M13: al despertar. Anotamos también el tiempo de despertar y de alta hospitalar. RESULTADOS: La dexmedetomidina redució la concentración expirada de sevoflurano de M4 hasta M13 (p < 0,05), comparándose GI y GII. No fueron observados cambios clínicamente significativos en los parámetros hemodinámicos. El tiempo de despertar en el GI fue 11 ± 0,91 minutos y en el GII fue 6,35 ± 0,93 minutos (p < 0,05). El tiempo de alta hospitalar en el GI fue 7,45 ± 0,69 horas y en el GII fue 8,37 ± 0,88 horas (p < 0,05). CONCLUSIONES: La dexmedetomidina es efectiva en reducir la concentración expirada del sevoflurano, manteniendo estabilidad hemodinámica, sin comprometer el tiempo de alta hospitalar, además de promover un despertar mas precoz. <![CDATA[<B>Fresh-gas flow sequence at the start of low-flow anesthesia</B>: <B>clinical application of Mapleson’s theoretical study</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000200002&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Em estudo teórico, Mapleson utilizando um modelo farmacocinético multicompartimental, com um homem padrão de 40 anos e 70 kg, demonstrou que, com fluxo de gás fresco (FGF) inicial igual à ventilação pulmonar total, sendo depois reduzido até 1 L.min-1 e concentração (Fracional) administrada do anestésico (Fadm) igual a 3 CAM, a fracional expirada final, também expressa como alveolar (F E’=F A), pode atingir 1 CAM em poucos minutos, de acordo com a solubilidade do agente inalado. O objetivo do presente trabalho foi realizar a aplicação clínica deste modelo teórico. MÉTODO: Foram incluídos neste estudo 28 pacientes de ambos os sexos, com idade entre 18 e 55 anos, submetidos à anestesia geral, divididos aleatoriamente em 4 grupos de 7 pacientes de acordo com anestésico utilizado (halotano, isoflurano, sevoflurano e desflurano). A indução foi venosa com propofol, fentanil e vecurônio e a manutenção com o agente inalatório diluído em oxigênio, sob ventilação pulmonar mecânica. Os parâmetros foram os seguintes, de acordo com o agente utilizado: Grupo do halotano: FGF inicial de 5 L.min-1 até 4 minutos, seguido por 2,5 L.min-1 até 10 minutos e 1,5 L.min-1 até 20 minutos, Fadm igual a 3 CAM durante os 20 minutos iniciais da anestesia. Grupo do isoflurano: O FGF inicial foi de 5 L.min-1 por 1,5 minuto, seguido por 1,5 L.min-1 até 7 minutos e 1 L.min-1 até 20 minutos. A Fadm foi de 3 CAM até 7 minutos e 2,5 CAM até o vigésimo minuto. Grupo do sevoflurano: O FGF inicial foi de 5 L.min-1 por 1 minuto e 1 L.min-1 até o vigésimo minuto e a Fadm de 3 CAM por 1 minuto, depois 2,5 CAM até 7 minutos e 1,8 CAM até 20 minutos. Grupo do desflurano: O FGF inicial foi de 3,5 L.min-1 por 1 minuto e 1 L.min-1 até completar os 20 minutos e a Fadm de 3 CAM por 1 minuto, seguido de 1,5 CAM até 10 minutos e 1,2 CAM até 20 minutos. Além da monitorização rotineira das variáveis fisiológicas (cardiovasculares e respiratórias) foram medidas FI, e FE’ (FA) dos agentes utilizados. RESULTADOS: Grupo do halotano: a FA atingiu 1,15 CAM em 2 minutos e variou de 1,21 a 1,47 CAM até 20 minutos. Grupo do isoflurano: a FA foi de 1,03 CAM em 1 minuto, variando de 1,11 a 1,21 CAM até 20 minutos. Grupo do sevoflurano: a FA de 1,53 CAM foi atingida em 1 minuto, variando de 1,10 a 1,34 CAM até 20 minutos restantes. Grupo do desflurano: a FA foi de 0.94 CAM em 1 minuto, variando de 1,07 até 1,14 CAM até o vigésimo minuto. CONCLUSÕES: Os resultados obtidos comprovam a aplicabilidade clínica do modelo teórico de Mapleson. Deste modo, conseguiu-se um rápido aumento da FA do agente inalatório que atingiu 1 CAM, em 1 a 2 minutos, mantendo-se neste valor com pequenas oscilações e baixo consumo de anestésico.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: In a theoretical study, Mapleson using a multicompartmental pharmacokinetic model in a standard 40-year old and 70 kg man, has shown that with a fresh gas flow (FGF) initially equal to total pulmonary minute ventilation and then decreased to 1 L.min-1, and with fractional anesthetic administration (Fadm) set to 3 MAC, the end fractional expired also expressed as alveolar (F E’=F A) may reach 1 MAC in few minutes, according to the solubility of the inhaled agent. The purpose of this study was to clinically apply. METHODS: Twenty-eight patients of both genders, aged 18 to 55 years, scheduled to undergo general anesthesia, were randomly divided in four groups of seven patients each according to the anesthetic drug to be used (halothane, isoflurane, sevoflurane and desflurane). Anesthesia was induced with intravenous propofol, fentanyl and vecuronium, and maintained with the inhalational agent diluted in oxygen under mechanical ventilation. Gas parameters were set, according to the agent as follows: Halothane group: initial FGF of 5 L.min-1 up to the 4th minute, followed by 2.5 L.min-1 up to the 10th minute and 1.5 L.min-1 up to the 20th minute; Fadm was 3 MAC during the first 20 minutes of anesthesia. Isoflurane group: initial FGF of 5 L.min-1 for 1.5 minute, followed by 1.5 L.min-1 up to the 7th minute and 1 L.min-1 up to the 20th minute. Fadm was 3 MAC up to the 7th minute and 2.5 MAC up to the 20th minute. Sevoflurane group: initial FGF of 5 L.min-1 for 1 minute and 1 L.min-1 up to the 20th minute. Fadm was 3 MAC for 1 minute, 2.5 MAC up to 7 minutes and 1.8 MAC up to the 20th minute. Desflurane group: initial FGF of 3,5 L.min-1 for 1 minute and 1 L.min-1 up to the 20th minute. Fadm was 3 MAC for 1 minute followed by 1.5 MAC up to the 10th minute and 1.2 MAC up to the 20th minute. In addition to routine monitoring of physiological (cardiovascular and respiratory) variables, FI and FE’’ (FA) of the inhaled agents were measured. RESULTS: Halothane group: FA reached 1.15 MAC in 2 minutes and varied from 1.21 to 1.47 MAC until the 20th minute. Isoflurane group: FA reached 1.03 MAC in 1 minute and varied from 1.11 to 1.21 MAC until the 20th minute. Sevoflurane group: FA reached 1.53 MAC in 1 minute and varied from 1.10 to 1.34 MAC until the 20th minute. Desflurane group: FA reached 0,94 MAC in 1 minute and varied from 1.07 to 1.14 MAC until the 20th minute. CONCLUSIONS: Results obtained confirm the clinical feasibility of Mapleson’s theoretical model. This way, a fast FA increase of the inhaled agent was achieved, which reached 1 MAC in 1 to 2 minutes and was maintained within this value with minor variations and low anesthetic consumption.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: En estudio teórico, Mapleson utilizando un modelo farmacocinético multicompartimental, con un hombre padrón de 40 años y 70 kg, demostró que, con flujo de gas fresco (FGF) inicial igual a la ventilación pulmonar total, siendo después reducido hasta 1 L.min-1 y concentración (Fraccional) administrada del anestésico (Fadm) igual a 3 CAM, la fraccional expirada final, también expresa como alveolar (F E’=F A), puede llegar a 1 CAM en pocos minutos, de acuerdo con la solubilidad del agente inhalado. El objetivo del presente trabajo fue realizar la aplicación clínica de este modelo teórico. MÉTODO: Después de la aprobación por la comisión de Ética, fueron estudiados 28 pacientes de ambos sexos, con edad entre 18 y 55 años, sometidos a anestesia general, divididos aleatoriamente en 4 grupos de 7 pacientes de acuerdo con anestésico utilizado (halotano, isoflurano, sevoflurano y desflurano). La inducción fue venosa con propofol, fentanil y vecuronio. Y manutención con el agente inhalatorio diluido en oxígeno, bajo ventilación pulmonar mecánica. Los parámetros fueron los siguientes, de acuerdo con el agente utilizado: Grupo del halotano: FGF inicial de 5 L.min-1 hasta 4 minutos, seguido por 2,5 L.min-1 hasta 10 minutos y 1,5 L.min-1 hasta 20 minutos, Fadm igual a 3 CAM durante los 20 minutos iniciales de la anestesia. Grupo del isoflurano: el FGF inicial fue de 5 L.min-1 por 1,5 minuto, seguido por 1,5 L.min-1 hasta 7 minutos y 1 L.min-1 hasta 20 minutos. La Fadm fue de 3 CAM hasta 7 minutos y 2,5 CAM hasta el vigésimo minuto. Grupo del sevoflurano: el FGF inicial fue de 5 L.min-1 por 1 minuto y 1 L.min-1 hasta el vigésimo minuto y la F Fadm de 3 CAM por 1 minuto, después 2,5 CAM hasta 7 minutos y 1,8 CAM hasta 20 minutos. Grupo del desflurano: el FGF inicial fue de 3,5 L.min-1 por 1 minuto y 1 L.min-1 hasta completar los 20 minutos y la Fadm de 3 CAM por 1 minuto, seguido de 1,5 CAM hasta 10 minutos y 1,2 CAM hasta 20 minutos. Además de la monitorización rutinera de las variables fisiológicas (cardiovasculares e respiratorias) fueron medidas FI, y FE’ (FA) de los agentes utilizados. RESULTADOS: Grupo del halotano: la FA llegó a 1,15 CAM en 2 minutos y varió de 1,21 a 1,47 CAM hasta 20 minutos. Grupo del isoflurano: la FA fue de 1,03 CAM en 1 minuto, variando de 1,11 a 1,21 CAM hasta 20 minutos. Grupo del sevoflurano: la FA de 1,53 CAM fue alcanzada en 1 minuto, variando de 1,10 a 1,34 CAM durante los 19 minutos restantes. Grupo del desflurano: la FA fue de 0.94 CAM en 1 minuto, variando de 1,07 hasta 1,14 CAM hasta el vigésimo minuto. CONCLUSIONES: Los resultados obtenidos comprueban la aplicabilidad clínica del modelo teórico de Mapleson. De esta manera, se consiguió un rápido aumento de la FA del agente inhalatorio que llegó a 1 CAM, en 1 a 2 minutos, manteniéndose en este valor con pequeñas oscilaciones y bajo consumo de anestésico. <![CDATA[<B>Thoracic epidural anesthesia with ropivacaine for plastic surgery</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000200003&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O bloqueio peridural torácico constitui técnica de anestesia hipotensiva, capaz de reduzir o sangramento no campo operatório. O presente estudo não-comparativo tem por finalidade observar os resultados do bloqueio peridural torácico com ropivacaína a 0,5% associado a sedação com infusão contínua de propofol em cirurgia plástica. MÉTODO: Participaram do estudo sessenta pacientes do sexo feminino com idades entre 18 e 62 anos, estado físico ASA I ou II, submetidas a cirurgias plásticas combinadas envolvendo mama, abdômen, glúteos, lipoaspiração. Após punção peridural em T9-T10 ou T10-T11, receberam 40 ml de solução de ropivacaína a 0,5% e sufentanil 15 µg. Doses subseqüentes do anestesia local foram administradas através de cateter quando necessárias. Sedação foi obtida com infusão venosa contínua de propofol 40 a 50 µg.kg-1.min-1. Foram avaliadas as características de instalação e regressão do bloqueio, a evolução dos parâmetros hemodinâmicos e respiratórios, a incidência de eventos adversos. RESULTADOS: O nível superior de bloqueio sensorial foi T2 em 52 pacientes (86,6%), C4 em 4 (6,6%) e T3 em 4 (6,6%). A média para o tempo de latência foi 9,1 ± 8,2 minutos. Obteve-se bloqueio motor grau 2 em 61,7% das pacientes e grau 1 em 38,3%. A média para o tempo de regressão completa do bloqueio motor foi 377,9 ± 68,5 minutos. A média para o tempo da primeira queixa espontânea de dor foi 965,1 ± 371,3 minutos. Os valores médios de PAS, PAD, PAM e FC decresceram significativamente em relação ao controle a partir dos 15 min após a injeção do anestésico local, caracterizando anestesia hipotensiva. Treze pacientes (21,7%) que apresen- taram PAS < 65 mmHg e/ou PAM < 50 mmHg receberam vasopressor (etilfedrina) e 4 (6,7%) que apresentaram FC < 50 bpm receberam atropina. Não foi necessária transfusão sangüínea em nenhum paciente. CONCLUSÕES: O bloqueio peridural torácico com ropivacaína a 0,5% e sufentanil 15 µg, associado à sedação com propofol em infusão contínua, constitui método de anestesia hipotensiva de boa qualidade para cirurgias plásticas combinadas envolvendo mama, abdômen, glúteos e lipoaspiração. A monitorização contínua dos parâmetros hemodinâmicos e respiratórios e o controle dos efeitos do bloqueio sobre estes parâmetros são indispensáveis para o sucesso e a segurança da técnica.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Thoracic epidural blockade is a method of hypotensive anesthesia able to reduce bleeding during surgery. This non-comparative study aimed at evaluating the results of thoracic epidural blockade with 0.5% ropivacaine associated to propofol continuous infusion sedation in plastic surgery. METHODS: Participated in this study 60 female patients aged 18 to 62 years, physical status ASA I or II, scheduled for combined plastic surgeries of breast, abdomen, gluteus and liposuction. After epidural puncture in T9-T10 or T10-T11, patients received 40 ml of 0.5% ropivacaine and 15 µg sufentanil. Additional local anesthetic doses were administered through an epidural catheter, if necessary. Sedation was induced with 40 to 50 µg.kg-1.min-1 propofol continuous infusion. Blockade installation and regression, hemodynamic and respiratory parameters and the incidence of adverse effects were investigated. RESULTS: Upper sensory block level was T2 in 52 patients (86.6%), C4 in 4 (6.6%), and T3 in 4 (6.6%). Mean onset time was 9.1 ± 8.2 min. Motor block grade 2 was obtained in 61.7% of patients, and grade 1 in 38.3%. Mean time for complete motor block regression was 377.9 ± 68.5 min. Mean time for first spontaneous pain complaint was 965.1 ± 371.3 min. SBP, DBP, MBP and HR mean values have significantly decreased as compared to control as from 15 min after local anesthetic injection, thus characterizing hypotensive anesthesia. Thirteen patients (21.7%) with SBP < 65 mmHg and/or MBP < 50 mmHg received a vasopressor (ethylphedrine) and 4 patients (6.7%) with HR < 50 bpm received atropine. No patient needed blood transfusion. CONCLUSIONS: Thoracic epidural blockade with 0.5% ropivacaine and 15 µg sufentanil associated to propofol continuous infusion sedation is a satisfactory hypotensive anesthesia technique for combined plastic surgeries involving breast, abdomen, gluteus and liposuction. Continuous monitoring of hemodynamic and respiratory parameters as well as controlling blockade effects on those parameters are critical for the success and safety of the technique.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: El bloqueo peridural torácico constituye técnica de anestesia hipotensiva, capaz de reducir el sangramiento en el campo operatorio. El presente estudio no-comparativo tiene por finalidad observar los resultados del bloqueo peridural torácico con ropivacaína a 0,5% asociado a sedación con infusión continua de propofol en cirugía plástica. MÉTODO: Participaron del estudio sesenta pacientes del sexo femenino con edades entre 18 y 62 años, estado físico ASA I ó II, sometidas a cirugías plásticas combinadas envolviendo mama, abdomen, glúteos, lipoaspiración. Después de punción peridural en T9-T10 óT10-T11, recibieron 40 ml de solución de ropivacaína a 0,5% y sufentanil 15 µg. Dosis subsecuentes de anestésico local fueron administradas a través de catéter cuando necesarias. La sedación fue obtenida con infusión venosa continua de propofol 40 a 50 µg.kg-1.min-1. Fueron evaluadas las características de instalación y regresión del bloqueo, la evolución de los parámetros hemodinámicos y respiratorios, la incidencia de eventos adversos. RESULTADOS: El nivel superior de bloqueo sensorial fue T2 en 52 pacientes (86,6%), C4 en 4 (6,6%) e T3 en 4 (6,6%). La media para el tiempo de latencia fue 9,1 ± 8,2 minutos. Se obtuvo bloqueo motor grado 2 en 61,7% de las pacientes y grado 1 en 38,3%. La media para el tiempo de regresión completa del bloqueo motor fue 377,9 ± 68,5 minutos. La media para el tiempo de la primera queja espontanea de dolor fue 965,1 ± 371,3 minutos. Los valores medios de PAS, PAD, PAM y FC decrecieron significativamente en relación al control a partir de los 15 min después de la inyección de anestésico local, caracterizando anestesia hipotensiva. Trece pacientes (21,7%) que presentaron PAS < 65 mmHg y/o PAM < 50 mmHg recibieron vasopresor (etilfedrina) y 4 (6,7%) que presentaron FC < 50 bpm recibieron atropina. No fue necesaria transfusión sanguínea en ningún paciente. CONCLUSIONES: El bloqueo peridural torácico con ropivacaína a 0,5% y sufentanil 15 µg, asociado a la sedación con propofol en infusión continua, constituye método de anestesia hipotensiva de buena calidad para cirugías plásticas combinadas envolviendo mama, abdomen, glúteos y lipoaspiración. La monitorización contínua de los parámetros hemodinámicos y respiratorios y el control de los efectos del bloqueo sobre estos parámetros son indispensables para el suceso y la seguridad de la técnica. <![CDATA[<B>Patient controlled analgesia with fentanyl or sufentanil in the postoperative period of knee ligament reconstruction</B>: <B>comparative study</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000200004&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Os opióides têm sido utilizados por via peridural associados ou não a anestésicos locais para analgesia pós-operatória de forma contínua e/ou em bolus controlado pelo paciente. O objetivo deste estudo foi comparar a analgesia pós-operatória entre o fentanil e sufentanil em infusão contínua e em bolus por via peridural, em pacientes submetidos à reconstrução de ligamento do joelho. MÉTODO: Participaram do estudo 70 pacientes com idades entre 16 e 47 anos, estado físico ASA I e II, divididos aleatoriamente em dois grupos: Grupo F (fentanil) e Grupo S (sufentanil). Todos os pacientes foram submetidos à anestesia peridural com bupivacaína a 0,5% (100 mg) com epinefrina 1:200.000 associada a fentanil (100 mg). Ao final da cirurgia, os pacientes receberam fentanil (Grupo F) ou sufentanil (Grupo S) por via peridural em regime de infusão contínua mais bolus liberados pelo paciente. No Grupo F foi utilizada solução fisiológica (85 ml) contendo fentanil 500 µg (10 ml) e bupivacaína (5 ml a 0,5%). No Grupo S foi utilizada solução fisiológica (92 ml) contendo sufentanil 150 µg (3 ml) e bupivacaína (5 ml a 0,5%). Para os dois grupos a bomba de infusão foi programada inicialmente em 5 ml.h-1, com dose de 2 ml em bolus liberado pelo paciente num intervalo de 15 minutos. Foram comparados os seguintes parâmetros: dor, número de bolus acionados, consumo de opióides, bloqueio motor, sedação e efeitos colaterais. RESULTADOS: Não houve diferença entre os grupos quanto à qualidade da analgesia, sendo a maioria de boa qualidade (EAV 0 a 2). Houve diferença quanto ao número de bolus liberados. No Grupo F solicitou mais bolus que o Grupo S. Não houve diferença quanto ao volume total e tempo de infusão total. Não houve bloqueio motor após a instituição da analgesia controlada pelo paciente. A incidência de vômitos e retenção urinária foi maior no Grupo S e quanto à sedação e ao prurido, não houve diferença entre os grupos. CONCLUSÕES: O fentanil ou o sufentanil contínuos em bolus acionados pelo paciente, por via peridural, nas doses utilizadas neste estudo, apresentaram excelente analgesia pós-operatória. No entanto, o sufentanil apresentou efeitos colaterais mais intensos que o fentanil.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Epidural opioids, associated or not to local anesthetics, have been used for postoperative analgesia in continuous infusion and/or patient controlled boluses. The aim of this study was to compare postoperative analgesia provided by epidural fentanyl or sufentanil, in bolus or continuous infusion, in patients submitted to knee ligament reconstruction. METHODS: Seventy ASA I - II patients, aged 16 to 47 years, were randomly distributed in two groups. All patients were submitted to epidural anesthesia with 0.5% bupivacaine (100 mg) with epinephrine 1:200,000 associated to fentanyl (100 mg). At the end of the procedure, patients received epidural fentanyl (Group F) or sufentanil (Group S) in continuous infusion plus patient controlled boluses. Group F infusion solution was made of saline (85 ml), 500 µg fentanyl (10 ml) and 0.5% bupivacaine (5 ml). Group S solution was made of saline (92 ml), 150 µg sufentanil (3 ml) and 0.5% plain bupivacaine (5 ml). Infusion pump´s flow was initially programmed to 5 ml.h-1, with 2 ml patient controlled bolus doses every 15 minutes at most, for both groups. The following parameters were compared: pain, number of patient controlled boluses, opioid consumption, motor block, sedation and side-effects. RESULTS: There have been no statistically significant difference in analgesia quality between groups, being in most cases rated good (AVS 0 to 2). There has been a significant difference in the number of patient controlled boluses, with Group F needing more boluses than Group S. There has been no difference in total infused solution volume and total infusion time. There has been no motor block after beginning of patient-controlled analgesia. Vomiting and urine retention incidences were higher in Group S and there have been no significant differences in sedation and pruritus between groups. CONCLUSIONS: Epidural fentanyl or sufentanil in continuous epidural infusion and patient-controlled boluses in the doses used in this study have induced excellent postoperative analgesia. However, sufentanil caused more severe side effects than fentanyl.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Los opioides han sido utilizados por vía peridural asociados o no a anestésicos locales para analgesia pós-operatoria de forma continua y/o en bolus controlado por el paciente. El objetivo de este estudio fue comparar la analgesia pós-operatoria entre el fentanil y sufentanil en infusión continua y en bolus por vía peridural, en pacientes sometidos a la reconstrucción de ligamento de la rodilla. MÉTODO: Participaron del estudio 70 pacientes con edad entre 16 y 47 anos, estado físico ASA I y II, divididos aleatoriamente en dos grupos: Grupo F (fentanil) y Grupo S (sufentanil). Todos los pacientes fueron sometidos a anestesia peridural con bupivacaína a 0,5% (100 mg) con epinefrina 1:200.000 asociada a fentanil (100 mg). Al final de la cirugía, los pacientes recibieron fentanil (Grupo F) o sufentanil (Grupo S) por vía peridural en régimen de infusión continua más bolus liberados por el paciente. En el Grupo F fue utilizada solución fisiológica (85 ml) conteniendo fentanil 500 µg (10 ml) y bupivacaína (5 ml a 0,5%). En el Grupo S fue utilizada solución fisiológica (92 ml) conteniendo sufentanil 150 µg (3 ml) y bupivacaína (5 ml a 0,5%). Para los dos grupos la bomba de infusión fue programada inicialmente en 5 ml.h-1, con dosis de 2 ml en bolus liberado por el paciente en un intervalo de 15 minutos. Fueron comparados los siguientes parámetros: dolor, número de bolus accionados, consumo de opioides, bloqueo motor, sedación y efectos colaterales. RESULTADOS: No hubo diferencia significativa entre los grupos cuanto la calidad de la analgesia, siendo la mayoría de buena calidad (EAV 0 a 2). Hubo diferencia significativa cuanto al número de bolus liberados. En el Grupo F fue mayor que el Grupo S. No hubo diferencia cuanto al volumen total de la solución infundida y tiempo de infusión total. No hubo bloqueo motor después de la institución de la analgesia controlada por el paciente (ACP). La incidencia de vómitos y retención urinaria fue mayor en el Grupo S y cuanto a la sedación y al prurito, no hubo diferencia entre los grupos. CONCLUSIONES: El fentanil y el sufentanil continuos y en bolus accionados por el paciente, por vía peridural, en las dosis utilizadas en este estudio, presentaron excelente analgesia pós-operatoria. No obstante, el sufentanil presentó efectos colaterales mas intensos que el fentanil. <![CDATA[<B>Postoperative analgesia in pediatric patients</B>: <B>comparative study among local anesthetics, opioids and non-steroidal anti-inflammatory drugs</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000200005&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O tratamento da dor pós-operatória em crianças tem merecido atenção especial nas últimas décadas. O propósito deste estudo foi analisar a analgesia pós-operatória de crianças no que se relaciona à qualidade e à duração da analgesia, à confiabilidade dos métodos de avaliação e à incidência de efeitos colaterais decorrentes das diferentes técnicas de analgesia utilizadas. MÉTODO: Participaram do estudo 100 crianças com idades entre 2 e 12 anos alocadas em 5 grupos de 20 crianças cada, que receberam, logo após a indução da anestesia, os seguintes tratamentos de analgesia: grupo B, bupivacaína a 0,25%, com vasoconstritor, 0,5 a 1 ml.kg-1; grupo F, fentanil, 1,5 µg.kg-1; grupo M, morfina, 30 µg.kg-1, grupo S, sufentanil, 0,3 µg.kg-1, todos por via peridural caudal e o grupo D, que recebeu diclofenaco potássico (1 mg.kg-1) por via retal. A dor foi avaliada por 2 métodos distintos: um predominantemente comportamental, objetivo e o outro de auto-avaliação, subjetivo, durante as primeiras 4 horas e a partir deste momento até a 24ª hora. Efeitos colaterais foram observados e tratados. RESULTADOS: Nas primeiras 4 horas os pacientes dos grupos B, F, M e S apresentaram comportamentos semelhantes, com mínimas necessidades de analgesia complementar. Nas 20 horas restantes o maior tempo de analgesia foi o observado no grupo S, não diferindo dos grupos F e M, mas sendo significativamente superior ao tempo dos grupos B e D. Diclofenaco retal não promoveu alívio efetivo da dor. Maior incidência de efeitos colaterais ocorreu no grupo M que não diferiu do grupo S, mas foi significativamente superior aos grupos F, B e D. Houve correlação positiva e significativa entre os escores das 2 escalas de avaliação de dor. CONCLUSÕES: Os opióides espinhais mostraram-se seguros e efetivos na analgesia pós-operatória em crianças, porém quando comparados à bupivacaína não apresentaram diferenças relevantes e apresentaram maior incidência de efeitos colaterais. O diclofenaco por via retal não se mostrou efetivo como analgésico único quando comparado às outras técnicas.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: The treatment of postoperative pain in children has been given special attention in the last decades. This study aimed at analyzing postoperative analgesia in children, considering analgesia quality and duration, evaluation methods reliability and the incidence of side effects resulting from different analgesia techniques. METHODS: Participated in this study 100 children, aged 2 to 12 years, allocated in 5 groups of 20 children each, who received, right after anesthesia, the following analgesics: group B, 0.25% bupivacaine with epinephrine (1:400,000) 0.5 to 1 ml.kg-1; group F, 1.5 µg.kg-1 fentanyl; group M, 30 µg.kg-1 morphine; group S, 0.3 µg.kg-1 sufentanil, all by epidural caudal block and group D, who received rectal diclofenac (1 mg.kg-1). Pain was evaluated by two different methods: one, predominantly behavioral and objective and the other subjective and self-evaluated, during the first 4 hours and then up to the 24th hour. Side effects were observed and treated. RESULTS: In the first 4 hours, groups B, F, M and S patients presented similar behavior, with a minimum need for complementary analgesia. In the remaining 20 hours, the longest analgesia duration was seen in group S, which did not differ from groups F and M, but was significantly longer than for groups B and D. Rectal diclofenac has not promoted effective pain relief. There has been a higher incidence of side-effects in group M, which did not differ from group S, but was significantly higher than for groups F, B and D. There has been a positive and significant correlation between both pain scales. CONCLUSIONS: Spinal opioids are safe and effective for postoperative analgesia in children, but when compared to bupivacaine, there have been no significant differences and a higher incidence of side effects. Rectal diclofenac was not effective as a single analgesic as compared to other techniques.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: El tratamiento del dolor pós-operatoria en niños ha merecido atención especial en las últimas décadas. El propósito de este estudio fue analizar la analgesia pós-operatoria de niños en lo que se relaciona a la calidad y a la duración de la analgesia, la confianzabilidad de los métodos de evaluación y la incidencia de efectos colaterales decurrentes de las diferentes técnicas de analgesia utilizadas. MÉTODO: Participaron del estudio 100 niños con edades entre 2 y 12 anos distribuidos en 5 grupos de 20 niños cada, que recibieron, luego después la inducción de la anestesia, los siguientes tratamientos de analgesia: grupo B, bupivacaína 0,25%, con vasoconstritor, 0,5 a 1 ml.kg-1; grupo F, fentanil, 1,5 µg.kg-1; grupo M, morfina, 30 µg.kg-1, grupo S, sufentanil, 0,3 µg.kg-1, todos por vía peridural caudal y el grupo D, que recibió diclofenaco potásico (1 mg.kg-1) por vía retal. El dolor fue evaluada por 2 métodos distintos: uno predominantemente comportamental, objetivo y el otro de auto-evaluación, subjetivo, durante las primeras 4 horas y a partir de este momento hasta la 24ª hora. Fueron observados efectos colaterales y fueron tratados. RESULTADOS: En las primeras 4 horas los pacientes de los grupos B, F, M y S presentaron comportamientos semejantes, con mínimas necesidades de analgesia complementar. En las 20 horas restantes el mayor tiempo de analgesia fue observado en el grupo S, no divergiendo del grupo F y M, más siendo significativamente superior al tiempo de los grupos B y D. Diclofenaco rectal no promovió alivio efectivo del dolor. Mayor incidencia de efectos colaterales ocurrió en el grupo M que no divergió del grupo S, más fue significativamente superior a los grupos F, B y D. Hubo correlación positiva y significativa entre los resultados de las 2 escalas de evaluación del dolor. CONCLUSIONES: Los opioides espinales se mostraran seguros y efectivos en la analgesia pós-operatoria en niños, más cuando comparados a la bupivacaína no presentaron diferencias relevantes y presentaron mayor incidencia de efectos colaterales. El diclofenaco por vía retal no se mostró efectivo como analgésico único cuando comparado a las otras técnicas. <![CDATA[<B>Onset time and duration of rocuronium, atracurium and mivacurium in pediatric patients</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000200006&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Os bloqueadores neuromusculares (BNM) são freqüentemente utilizados em anestesia pediátrica e não existe aquele considerado ideal. O objetivo deste trabalho foi avaliar o rocurônio, o atracúrio e o mivacúrio, em crianças, quanto ao tempo de latência e de recuperação, à interferência sobre as variáveis hemodinâmicas e às condições de intubação traqueal. MÉTODO: Sessenta e sete crianças, estado físico ASA I e II, com idade variando de 2 anos e 6 meses a 12 anos, foram anestesiadas com alfentanil (50 µg.kg-1), propofol (3 mg.kg-1), sevoflurano e N2O/O2 e divididas em três grupos: G1 = rocurônio 0,9 mg.kg-1 (n = 22); G2 = atracúrio 0,5 mg.kg-1 (n = 22) e G3 = mivacúrio 0,15 mg.kg-1 (n = 23). A monitorização do bloqueio neuromuscular foi realizada com o método de aceleromiografia no trajeto do nervo ulnar. Foram estudados: o tempo de latência (TL), a duração clínica (T25), o tempo de relaxamento (T75) e o índice de recuperação (T25-75). A pressão arterial média (PAM) e a freqüência cardíaca (FC) foram registradas em seis momentos, bem como as condições encontradas no momento da intubação traqueal. RESULTADOS: A mediana do TL foi de 0,6 minutos em G1, 1,3 minutos em G2 e 1,9 minutos em G3. A mediana do T25 foi em G1 = 38 minutos, G2 = 41,5 minutos e G3 = 8,8 minutos. A mediana do T75 foi em G1 = 57,7 minutos, G2 = 54,6 minutos e G3 = 13,6 minutos. A mediana do índice de recuperação (T25-75) foi em G1 = 19,7 minutos, G2 = 13,1 minutos e G3 = 4,8 minutos. As condições de intubação traqueal foram consideradas excelentes na maioria dos pacientes de ambos os grupos. Não houve modificações clínicas importantes da PAM e da FC. CONCLUSÕES: O rocurônio, 0,9 mg.kg-1, teve o menor tempo de latência e o mivacúrio, 0,15 mg.kg-1, o menor tempo de recuperação nos pacientes pediátricos anestesiados com sevoflurano. Também, o rocurônio, o mivacúrio e o atracúrio não determinaram alterações hemodinâmicas de importância clínica relevante e proporcionaram excelentes condições de intubação traqueal.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Neuromuscular blockers (NMB) are widely used in pediatric anesthesia, but there is no ideal NMB. This study aimed at evaluating onset and recovery time, hemodynamic changes and tracheal intubation conditions of rocuronium, atracurium and mivacurium in pediatric patients. METHODS: Participated in this study 67 children aged 30 months to 12 years, physical status ASA I and II, who were allocated into three groups: G1 = 0.9 mg.kg-1 rocuronium (n = 22); G2 = 0.5 mg.kg-1 atracurium (n = 22); G3 = 0.15 mg.kg-1 mivacurium (n = 23). Anesthesia was induced with 50 µg.kg-1 alfentanil, 3 mg.kg-1 propofol, sevoflurane and N2O/O2. Neuromuscular block was monitored by acceleromyography on the ulnar nerve pathway. The following parameters were evaluated: onset time (OT), clinical duration (T25) relaxation time (T75) and recovery time (T25-75). Heart rate (HR) and mean blood pressure (MBP) were recorded in 6 moments, as well as tracheal intubation conditions. RESULTS: Median OT was: G1 = 0.6 min, G2 = 1.3 min, G3 = 1.9 min. Median T25 was: G1 = 38 min, G2 = 41.5, G3 = 8.8 min. Median T75 was: G1 = 57.7 min; G2 = 54.6 min, G3 = 13.6 min. Median T25-75 was: G1 = 19.7 min, G2 = 13.1 min and G3 = 4.8 min. Tracheal intubation conditions were excellent for most children in all groups. There were no significant MBP and HR clinical changes. CONCLUSIONS: Rocuronium (0.9 mg.kg-1) had the fastest onset time and mivacurium (0.15 mg.kg-1) the shortest recovery time in pediatric patients anesthetized with sevoflurane. Rocuronium, mivacurium and atracurium had also not determined significant hemodynamic changes and allowed for excellent tracheal intubation conditions.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Os bloqueadores neuromusculares (BNM) son frecuentemente utilizados en anestesia pediátrica y no existe aquel que sea considerado ideal. El objetivo de este trabajo fue evaluar el rocuronio, el atracúrio y el mivacúrio, en niños, cuanto al tiempo de latencia y de recuperación, a la interferencia sobre las variables hemodinámicas y las condiciones de intubación traqueal. MÉTODO: Sesenta y siete niños, estado físico ASA I y II, con edad variando de 2 años y 6 meses a 12 años, fueron anestesiadas con alfentanil (50 µg.kg-1), propofol (3 mg.kg-1), sevoflurano y N2O/O2 y divididas en tres grupos: G1 = rocuronio 0,9 mg.kg-1 (n = 22); G2 = atracúrio 0,5 mg.kg-1 (n = 22) y G3 = mivacúrio 0,15 mg.kg-1 (n = 23). La monitorización del bloqueo neuromuscular fue realizada con el método de aceleromiografia en el trayecto del nervio ulnar. Fueron estudiados: el tiempo de latencia (TL), la duración clínica (T25), el tiempo de relajamiento (T75) y el índice de recuperación (T25-75). La presión arterial media (PAM) y la frecuencia cardíaca (FC) fueron registradas en seis momentos, bien como las condiciones encontradas en el momento de la intubación traqueal. RESULTADOS: La mediana del TL fue de 0,6 minutos en G1, 1,3 minutos en G2 e 1,9 minutos en G3. La mediana del T25 fue en G1 = 38,0 minutos, G2 = 41,5 minutos y G3 = 8,8 minutos. La mediana de T75 fue en G1 = 57,7 minutos, G2 = 54,6 minutos y G3 = 13,6 minutos. La mediana del índice de recuperación (T25-75) fue en G1 = 19,7 minutos, G2 = 13,1 minutos y G3 = 4,8 minutos. Las condiciones de intubación traqueal fueron consideradas excelentes en la mayoría de los pacientes de ambos los grupos. No hubo modificaciones clínicas importantes de la PAM y de la FC. CONCLUSIONES: El rocurónio, 0,9 mg.kg-1, tuvo el menor tiempo de latencia y el mivacúrio, 0,15 mg.kg-1, el menor tiempo de recuperación en los pacientes pediátricos anestesiados con sevoflurano. También, el rocuronio, el mivacúrio y el atracúrio no determinaron alteraciones hemodinamicas de importancia clínica relevante y proporcionaran excelentes condiciones de intubación traqueal. <![CDATA[<B>Temperature and acid-base balance in coronary bypass grafting with cardiopulmonary bypass, under hypothermia and normothermia</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000200007&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A circulação extracorpórea (CEC) associa-se a várias mudanças na fisiologia normal. As múltiplas causas destas alterações interagem e representam um número de rotas potenciais para a disfunção orgânica pós-operatória. O objetivo deste trabalho é investigar as alterações de seus parâmetros indicadores durante a circulação extracorpórea em hipotermia e compará-las àquelas ocorridas em normotermia. MÉTODO: Foram selecionados 30 pacientes adultos, de ambos os sexos, com idades entre 41 e 78 anos, indicados para revascularização cirúrgica do miocárdio, operados com auxílio de CEC, sob normotermia ou hipotermia. Foram avaliados os seguintes parâmetros: concentração de hemoglobina e dos gases sangüíneos, pH, bicarbonato, excesso de bases, hiato aniônico, íon lactato, parâmetros de oxigenação tecidual e os índices de fluxo e de resistência vascular sistêmica. RESULTADOS: Não houve diferença estatisticamente significativa entre os grupos normotermia e hipotermia, em relação ao pH arterial, ao bicarbonato arterial, às concentrações plasmáticas dos íons sódio e cloreto, ao "anion gap", à pressão parcial de gás carbônico e ao conteúdo arterial de oxigênio. Houve efeito de tempo em todas essas variáveis exceto para as variáveis excesso de bases e "anion gap". O excesso de bases e a concentração de potássio mostraram valores inferiores no grupo hipotérmico. O lactato sérico aumentou nos dois grupos do tempo antes para o após a CEC sendo que o grupo hipotermia apresentou valores mais elevados. CONCLUSÕES: Hipotermia leve parece não modificar substancialmente o equilíbrio ácido-base, quando comparado a valores normais de temperatura, durante a CEC. Entretanto, o íon lactato elevou-se significativamente nos pacientes operados sob hipotermia, sugerindo que o transporte de oxigênio para a periferia não foi adequado durante o período de observação proposto. A diminuição da temperatura, embora discreta, parece não ter conferido o grau de proteção celular esperada ao fluxo sangüíneo da CEC.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Cardiopulmonary bypass (CPB) is related to several changes in normal physiology. The multiple causes of these changes interact and are a potential risk for postoperative organic dysfunction. This study aimed at investigating changes in acid-base and metabolic balance during cardiopulmonary bypass with hypothermia and at comparing them to those observed in patients submitted to normothermal cardiopulmonary bypass. METHODS: Participated in this study 30 adult patients of both genders, aged 41 to 78 years, scheduled for coronary bypass grafting with CPB, under normothermia or hypothermia. The following parameters were evaluated: hemoglobin and blood gases concentration, pH, bicarbonate, base excess, anion gap, lactate ion, tissue oxygenation parameters and flow and systemic vascular resistance. RESULTS: There were no statistically significant differences in arterial pH, arterial bicarbonate, Na+ and Cl- plasma concentrations, anion gap, carbon dioxide partial pressure and arterial oxygen content between Normothermia and Hypothermia Groups. A time-effect was observed for all variables except for base excess and anion gap. Base excess and K+ concentration were lower in the hypothermia group. Serum lactate increased in both groups when comparing time before CPB to after CPB, with higher levels in the hypothermia group. CONCLUSIONS: Mild hypothermia does not seem to substantially change acid-base balance as compared to normal temperature during CPB. Plasma lactate, however, has significantly increased in patients under hypothermia, suggesting inadequate oxygen transport to periphery during the proposed observation period. Low temperature, although mild, does not seem to offer the expected degree of cell protection to CPB blood flow.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La circulación extracorpórea (CEC) se asocia a varios cambios en la fisiología normal. Las múltiplas causas de estas alteraciones interaccionan y representan un número de rutas potenciales para la disfunción orgánica pós-operatoria. El objetivo de este trabajo es investigar las alteraciones de sus parámetros indicadores durante a circulación extracorpórea en hipotermia y compararlas a aquellas ocurridas en normotermia. MÉTODO: Fueron seleccionados 30 pacientes adultos, de ambos sexos, con edades entre 41 y 78 años, indicados para la revascularización quirúrgica del miocárdio, operados con auxilio de CEC, bajo normotermia o hipotermia. Fueron evaluados los siguientes parámetros: concentración de hemoglobina y de los gases sanguíneos, pH, bicarbonato, exceso de bases, hiato aniónico, íon lactato, parámetros de oxigenación tecidual y los índices de flujo y de resistencia vascular sistémica. RESULTADOS: No hubo diferencia estadísticamente significativa entre los grupos normotermia e hipotermia, en relación al pH arterial, al bicarbonato arterial, a las concentraciones plasmáticas de los íons sodio y cloreto, al "anion gap", a la presión parcial de gás carbónico y al contenido arterial de oxígeno. Hubo efecto de tiempo en todas esas variables excepto para las variables exceso de bases y "anion gap". El exceso de bases y la concentración de potasio mostraran valores inferiores en el grupo hipotérmico. El lactato sérico aumentó en los dos grupos del tiempo antes para el después la CEC siendo que el grupo hipotermia presentó valores más elevados. CONCLUSIONES: Hipotermia leve parece no modificar substancialmente el equilibrio ácido-base, cuando comparado a valores normales de temperatura, durante a CEC. Entretanto, el íon lactato se elevó significativamente en los pacientes operados sobre hipotermia, sugiriendo que el transporte de oxígeno para la periferia no fue adecuado durante el período de observación propuesto. La disminución de la temperatura, aun cuando discreta, parece no haber conferido el grado de protección celular esperada al flujo sanguíneo de la CEC. <![CDATA[<B>Arterial hypotension in myocardial revascularization surgery</B>: <B>influence of angiotensin-converting enzyme inhibitors</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000200008&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Os inibidores da enzima conversora da angiotensina (IECA) são drogas muito utilizadas em estados hipertensivos e insuficiência cardíaca. Seu uso prolongado pode acarretar instabilidade hemodinâmica com episódios hipotensivos durante a indução anestésica. O objetivo deste estudo é comparar a incidência de hipotensão arterial em pacientes cronicamente tratados com IECA com pacientes não tratados com IECA, quando submetidos à anestesia para cirurgia de revascularização do miocárdio. MÉTODO: Participaram do estudo 50 pacientes, estado físico ASA II, III e IV, divididos em dois grupos: Grupo 1 - pacientes tratados com IECA por mais de dois meses e Grupo 2 - pacientes que não fazem uso de IECA. Os parâmetros avaliados foram pressão arterial média (PAM), freqüência cardíaca (FC), sendo anotados os menores valores da PAM e FC verificados em diferentes períodos da anestesia, e análise do segmento ST em D II e V5. Durante a CEC, foi determinada a resistência vascular sistêmica. RESULTADOS: A incidência de hipotensão arterial em pacientes anestesiados em uso de IECA foi maior do que no grupo controle em vários períodos da anestesia, mas principalmente na indução anestésica. Neste grupo foi necessário o uso de dopamina por tempo mais prolongado. Dos 26 pacientes tratados previamente com IECA, 23% necessitaram de drogas para correção da hipotensão desde a indução até a CEC e 19,1% em outros períodos da anestesia, perfazendo um total de 42,3%. No grupo controle nenhum paciente necessitou infusão contínua de drogas para aumentar a pressão arterial sistêmica, da indução até a CEC. Porém, 21% dos pacientes deste grupo necessitaram dopamina ou araminol em um ou mais períodos da anestesia. CONCLUSÕES: Neste estudo, os pacientes tratados com IECA, por tempo prolongado, apresentam maior incidência de hipotensão arterial na indução anestésica, necessitando, com maior freqüência, de drogas para manter a pressão arterial sistêmica em níveis adequados.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Angiotensin-converting enzyme inhibitors (ACEI) are widely used in hypertension and heart failure. Their prolonged use may lead to hemodynamic instability and hypotension during anesthetic induction. This study aimed at comparing the incidence of hypotension in patients chronically treated and non treated with ACEI, submitted to anesthesia for myocardial revascularization. METHODS: Participated in this study 50 patients, physical status ASA II, III and IV, who were distributed in two groups: Group 1 - patients treated with ACEI for more than two months. Group 2 - patients not treated with ACEI. Parameters evaluated were mean blood pressure (MBP), heart rate (HR), and analysis of the ST segment in D II and V5. Systemic vascular resistance was determined during CPB. RESULTS: The incidence of arterial hypotension in anesthetized patients under ACEI was higher than in the control group in several anesthetic moments, but was predominant during anesthetic induction. This group needed dopamine for longer periods. From the 26 patients previously treated with ACEI, 23% needed drugs to correct hypotension from induction to CPB, and 19.1% in other anesthetic periods, totaling 42.3%. No control group patient needed drug infusion to increase systemic blood pressure, from induction to CPB. However, 21% of patients in this group needed dopamine or araminol in one or more anesthetic moments. CONCLUSIONS: In our study, patients treated whit ACEI for prolonged periods had a higher incidence of hypotension on anesthetic induction, requiring more drugs to maintain systemic pressure in adequate levels.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Los inhibidores de la enzima conversora de la angiotensina (IECA) son drogas muy utilizadas en estados hipertensivos e insuficiencia cardíaca. Su uso prolongado puede ocasionar instabilidad hemodinámica con episodios hipotensivos durante la inducción anestésica. El objetivo de este estudio es comparar la incidencia de hipotensión arterial en pacientes crónicamente tratados con IECA con pacientes no tratados con IECA, cuando sometidos a anestesia para cirugía de revascularización del miocardio. MÉTODO: Participaron del estudio 50 pacientes, estado físico ASA II, III y IV, divididos en dos grupos: Grupo 1 - pacientes tratados con IECA por mas de dos meses y Grupo 2 - pacientes que no hacen uso de IECA. Los parámetros evaluados fueron presión arterial media (PAM), frecuencia cardíaca (FC), siendo anotados los menores valores de la PAM y FC verificados en diferentes períodos de la anestesia, y análisis del segmento ST en D II y V5. Durante la CEC, fue determinada la resistencia vascular sistémica. RESULTADOS: La incidencia de hipotensión arterial en pacientes anestesiados en uso de IECA fue mayor de que en el grupo control en varios períodos de la anestesia, mas principalmente en la inducción anestésica. En este grupo fue necesario el uso de dopamina por tiempo más prolongado. De los 26 pacientes tratados previamente con IECA, 23% necesitaron de drogas para corrección de la hipotensión desde la inducción hasta la CEC y 19,1% en otros períodos de la anestesia, haciendo un total de 42,3%. En el grupo control ningún paciente necesitó infusión continua de drogas para aumentar la presión arterial sistémica, de la inducción hasta la CEC. Más, 21% de los pacientes de este grupo necesitaron dopamina o araminol en un o mas períodos de la anestesia. CONCLUSIONES: En este estudio, los pacientes tratados con IECA, por tiempo prolongado, presentaron mayor incidencia de hipotensión arterial en la inducción anestésica, necesitando, con mayor frecuencia, de drogas para mantener la presión arterial sistémica en niveles adecuados. <![CDATA[<B>Preanesthetic clinical problems of morbidly obese patients submitted to bariatric surgery</B>: <B>comparison with non-obese patiens</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000200009&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A obesidade mórbida associa-se a problemas clínicos, responsáveis por diminuição da expectativa de vida. Pacientes obesos mórbidos são candidatos a cirurgias bariátricas, impondo novos desafios ao anestesiologista. Este estudo comparou a prevalência de problemas clínicos entre pacientes morbidamente obesos submetidos a cirurgias bariátricas e não obesos submetidos a outros procedimentos eletivos. MÉTODO: Foram estudados, retrospectivamente, os registros eletrônicos de 2986 pacientes divididos em grupo 1, obesos mórbidos submetidos a cirurgias bariátricas e grupo 2, com índice de massa corporal menor que 30, submetidos a outros procedimentos eletivos, relacionados ao grupo 1 pela idade, sexo e estado físico (ASA). Os problemas pré-anestésicos do grupo 1 foram pesquisados no grupo 2 e as prevalências comparadas. As razões de chance (RC) e respectivos limites de 95% de confiança (LC 95%) foram calculados. RESULTADOS: Os problemas identificados nos grupos 1 e 2 e suas respectivas prevalências foram: refluxo gastroesofágico (16,67% e 0,48%), hipertensão arterial sistêmica (50% e 3,06%), diabete melito tipo II (6,25% e 0,31%), hipotireoidismo (6,25% e 0,31%), asma brônquica (10,42% e 1,43%) e pneumopatia restritiva (10,42% e 0,03%). As prevalências foram significativamente mais altas no grupo 1. Foram ainda identificados, no grupo 1, os seguintes problemas que não foram encontrados no grupo 2: epilepsia (2,08%), esteatose hepática (12,5%), colecistopatia calculosa (6,25%), dislipidemia (20,83%) e hipopituitarismo (2,08%). CONCLUSÕES: A prevalência de problemas clínicos é significativamente mais alta em pacientes portadores de obesidade mórbida do que em não obesos de mesma idade, sexo e estado físico.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Morbid obesity is associated to clinical problems responsible for decreased life expectancy. Morbidly obese patients are candidates to gastric bypass and pose new challenges to the anesthesiologist. This study compared the prevalence of clinical problems among morbidly obese patients submitted to bariatric surgery to non-obese patients submitted to other elective surgical procedures. METHODS: Electronic records of 2986 patients were retrospectively studied. Patients were divided in two groups; 1: patients with morbid obesity submitted to bariatric surgeries; and group 2: non obese patients (body mass index less than 30 kg.m-2), submitted to other elective surgical procedures. Groups were matched according to age, gender and ASA physical status. Preanesthetic problems common to group 1 were investigated in group 2, and prevalence was compared. Odds ratios and 95% confidence limits were calculated. RESULTS: Clinical problems identified in groups 1 and 2 and their respective prevalence were: gastroesophageal reflux (16.67% and 0.48%), systemic hypertension (50% and 3.06%), type II diabetes mellitus (6.25% and 0.31%), hypothyroidism (6.25% and 0.31%), bronchial asthma (10.42% and 1.43%) and restrictive lung disease (10.42% and 0.03%). Incidences were significantly higher in group 1. Additionally, the following problems were found in group 1, but not in group 2: epilepsy (2.08%), nonalcoholic fatty liver (12.5%), gall bladder stones (6.25%), dyslipemia (20.83%) and hypopytuitarism (2.08%). CONCLUSIONS: The prevalence of clinical problems was significantly higher in morbidly obese patients as compared to their non-obese counterparts.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La obesidad mórbida se asocia a problemas clínicos, responsables por disminución de la expectativa de vida. Pacientes obesos mórbidos son candidatos a cirugías bariátricas, imponiendo nuevos desafíos al anestesiólogo. Este estudio comparó la prevalencia de problemas clínicos entre pacientes mórbidamente obesos sometidos a cirugías bariátricas y no obesos sometidos a otros procedimientos electivos. MÉTODO: Fueron estudiados, retrospectivamente, los registros electrónicos de 2986 pacientes divididos en grupo 1, obesos mórbidos sometidos a cirugías bariátricas y grupo 2, con índice de masa corporal menor que 30, sometidos a otros procedimientos electivos, relacionados al grupo 1 por la edad, sexo y estado físico (ASA). Los problemas pré-anestésicos del grupo 1 fueron pesquisados en el grupo 2 y las prevalencias comparadas. Las razones de chance (RC) y respectivos limites de 95% de confianza (LC 95%) fueron calculados. RESULTADOS: Los problemas identificados nos grupos 1 y 2 y sus respectivas prevalencias fueron: reflujo gastroesofágico (16,67% y 0,48%), hipertensión arterial sistémica (50% y 3,06%), diabetes mellitus tipo II (6,25% y 0,31%), hipotiroidismo (6,25% y 0,31%), asma bronquica (10,42% y 1,43%) y pneumopatia restrictiva (10,42% y 0,03%). Las prevalencias fueron significativamente mas altas en el grupo 1. Fueron también identificados, en el grupo 1, los siguientes problemas que no fueron encontrados en el grupo 2: epilepsia (2,08%), esteatosis hepática (12,5%), colecistopatia calculosa (6,25%), dislipidemia (20,83%) e hipopituitarismo (2,08%). CONCLUSIONES: La prevalencia de problemas clínicos es significativamente mas alta en pacientes portadores de obesidad mórbida de que en no obesos de la misma edad, sexo y estado físico. <![CDATA[<B>Histopathologic study on the effects of tenoxicam with bidistilled water or with 0.9% sodium chloride in rabbits venous endothelium</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000200010&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Em estudo com células endoteliais de veias umbilicais humanas expostas à indometacina, foi observado aumento da atividade pró-coagulante. Estudo em coelhos comprovou a presença de trombose nas veias auriculares após administração de tenoxicam com seu diluente ou de seu diluente isolado. Não foram encontrados estudos na literatura consultada que tenham avaliado o endotélio venoso após a administração do tenoxicam, em seres humanos. O objetivo desta pesquisa foi avaliar se o tenoxicam com cloreto de sódio a 0,9% (NaCl a 0,9%) provoca alterações no endotélio venoso de coelhos, como as observadas quando associado ao seu diluente (água bidestilada). MÉTODO: Noventa coelhos (2.000 - 3.500 g) foram distribuídos aleatoriamente em dois grupos: Controle, com administração de NaCl a 0,9%; Experimento, com tenoxicam (20 mg) associado à água bidestilada ou ao NaCl a 0,9%. O volume injetado nos dois grupos foi constante de 2 ml. A anestesia foi induzida com maleato de acepromazina, cloridrato de cetamina e cloridrato de xilazina, sendo a punção das veias auriculares caudais direita e esquerda realizada com agulha tipo borboleta 27G. Os animais foram mantidos no biotério por 6 h, 12 h e 24 h, novamente anestesiados e submetidos à eutanásia, sendo então realizada exérese das aurículas em sua base e posterior avaliação microscópica das veias. RESULTADOS: Observou-se trombose no grupo Experimento, numa porcentagem de 19,4% após administração do tenoxicam com água bidestilada e 22,2% após administração do tenoxicam com NaCl a 0,9%. No grupo Controle, em que foi injetado somente NaCl a 0,9%, nenhuma das veias apresentou trombose. CONCLUSÕES: Os resultados encontrados permitem concluir que o tenoxicam, com água bidestilada ou com solução de cloreto de sódio a 0,9%, produziu trombose nas veias em que foi injetado.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: After exposure to indomethacin, human umbilical vein endothelial cells have shown increased procoagulant activity. Thrombosis in rabbit auricular veins has been observed after injection of tenoxicam with its diluent or of the diluent alone ². Human studies evaluating venous endothelium after tenoxican injection were not found in the literature. This study aimed at evaluating whether tenoxicam with 0.9% sodium chloride changes the venous endothelium of rabbits as it is observed when associated to its diluent (bidistilled water). METHODS: The study involved 90 rabbits (2000 and 3500 grams) divided in two groups: Control group, which received 0.9% NaCl; Experimental group, which received tenoxicam (20 mg) with bidistilled water or with 0.9% NaCl. A constant volume of 2 ml was administered to both groups. Anesthesia was induced with acepromazine maleate, ketamine hydrochloride and xylazine hydrochloride, and the puncture of right and left caudal auricular veins was performed with a 27G butterfly needle. Animals were confined for 6 hrs, 12 hrs, and 24 hrs, when they were once more anesthetized and sacrificed, with extraction of the auriculae at their base, followed by microscopic venous study. RESULTS: Thrombosis was observed in 19.4% of the Experimental Group after the administration of tenoxicam with bidistilled water and in 22.2% after the administration of tenoxicam with 0.9% sodium chloride. In the Control group, which has only received 0.9% sodium chloride, no thrombosis was observed. CONCLUSIONS: It was possible to conclude that tenoxicam, either with bidistilled water or 0.9% sodium chloride, has induced thrombosis in the veins it was injected.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: En estudio con células endoteliales de venas umbilicales humanas expuestas a la indometacina, fue observado aumento de la actividad pró-coagulante. Estudio en conejos comprobó la presencia de trombosis en las venas auriculares después de la administración de tenoxicam con su diluyente o de su diluyente aislado. No fueron encontrados estudios en la literatura consultada que hayan evaluado el endotélio venoso después de la administración de tenoxicam, en seres humanos. El objetivo de esta pesquisa fue evaluar se el tenoxicam con cloreto de sodio a 0,9% (NaCl a 0,9%) provoca alteraciones en el endotélio venoso de conejos, como las observadas cuando asociado a su diluyente (agua bidestilada). MÉTODO: Noventa conejos (2.000 - 3.500 g) fueron distribuidos aleatoriamente en dos grupos: Control, con administración de NaCl a 0,9%; Experimento, con tenoxicam (20 mg) asociado a agua bidestilada o al NaCl a 0,9%. El volumen inyectado en los dos grupos fue constante de 2 ml. La anestesia fue inducida con maleato de acepromazina, clorhidrato de cetamina y clorhidrato de xilazina, siendo la punción de las venas auriculares caudales derecha e izquierda realizada con aguja tipo mariposa 27G. Los animales fueron mantenidos en el biotério por 6 h, 12 h e 24 h, nuevamente anestesiados y sometidos a eutanasia, siendo entonces realizada exéresis de las aurículas en su base y posterior evaluación microscópica de las venas. RESULTADOS: Se observó trombosis en el grupo Experimento, en una porcentaje de 19,4% después de administración del tenoxicam con agua bidestilada y 22,2% después administración del tenoxicam con NaCl a 0,9%. En el grupo Control, en que fue inyectado, solamente NaCl a 0,9%, ninguna de las venas presento trombosis. CONCLUSIONES: Los resultados encontrados permiten concluir que el tenoxicam, con agua bidestilada o con solución de cloreto de sodio a 0,9%, produjo trombosis en las venas en que fue inyectado. <![CDATA[<B>Marked hypercapnia during cardiopulmonary bypass for myocardial revascularization</B>: <B>case report</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000200011&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A função primordial de desviar o sangue do coração e retorná-lo oxigenado à circulação sistêmica é conseguida às custas de importantes alterações na fisiologia cardiopulmonar. O objetivo deste relato é apresentar uma complicação anestésica que ocorreu durante a CEC e alertar para a necessidade da interação de toda a equipe anestésico-cirúrgica na prevenção de eventos adversos per-operatórios. RELATO DO CASO: Paciente feminina, parda, 56 anos, 95 kg, altura 1,65 m, estado físico ASA IV, portadora de insuficiência renal crônica em hemodiálise, foi admitida para realização de revascularização do miocárdio. A monitorização constou de eletrocardiograma (ECG), medida invasiva da pressão arterial, oximetria de pulso, capnografia, temperatura esofágica, pressão venosa central e análise dos gases anestésicos. A paciente recebeu como medicação pré-anestésica, midazolam (0,05 mg.kg-1), por via venosa. Iniciou-se indução venosa com fentanil (16 µg.kg-1), etomidato (0,3 mg.kg-1) e pancurônio (0,1 mg.kg-1). A manutenção foi feita com oxigênio, isoflurano (0,5 - 1 CAM) e infusão contínua de fentanil. A gasometria arterial colhida após a indução demonstrou: pH: 7,41; PaO2: 288 mmHg; PaCO2: 38 mmHg; HCO3: 24 mmol.L-1; BE: 0 mmol.L-1; SatO2: 100%. A segunda gasometria arterial, colhida logo após o início da CEC, chegou em 30 minutos e apresentou: pH 7,15; PaO2: 86 mmHg; PaCO2 224 mmHg; HCO3: 29 mmol.L-1; BE: -3 mmol.L-1; SatO2: 99%. Foi feita verificação completa e urgente dos equipamentos anestésicos e de perfusão. Foi constatada conexão do misturador de gases de perfusão (blender) à rede de O2 e a um cilindro de dióxido de carbono (CO2), quando deveria estar conectado ao cilindro de ar comprimido. CONCLUSÕES: Falhas mecânicas dos componentes do circuito de extracorpórea podem ocorrer no per-operatório e exigem correções rápidas. Os avanços tecnológicos nos equipamentos de anestesia, monitorização e normatizações de segurança atenuarão a possibilidade de que casos como esse se repitam, porém jamais substituirão a presença vigilante do anestesiologista.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Bypassing heart blood and returning it oxygenated to systemic circulation is achieved at the expenses of major cardiopulmonary physiologic changes. The aim of this report was to present an anesthetic complication during CPB and to warn for the need of interaction of the whole anesthetic-surgical team to prevent adverse perioperative events. CASE REPORT: A brown female patient, 56 years old, 95 kg, height 1.65 m, physical status ASA IV, with chronic renal failure under hemodialysis was admitted for myocardial revascularization. Monitoring consisted of ECG, invasive blood pressure, pulse oximetry, capnography, esophageal temperature, central venous pressure and anesthetic gases analysis. Patient was premedicated with intravenous midazolam (0.05 mg.kg-1). Anesthesia was induced with fentanyl (16 µg.kg-1), etomidate (0.3 mg.kg-1) and pancuronium (0.1 mg.kg-1), and was maintained with O2, isoflurane (0.5 - 1 MAC) and fentanyl continuous infusion. Blood gas analysis after induction has shown: pH: 7.41; PaO2: 288 mmHg; PaCO2: 38 mmHg; HCO3: 24 mmol.L-1; BE: 0 mmol.L-1; SatO2 100%. A second blood gases analysis, sampled soon after CPB, returned in 30 minutes, showing: pH 7.15; PaO2: 86 mmHg; PaCO2 224 mmHg; HCO3: 29 mmol.L-1; BE: -3 mmol.L-1; SatO2 99%. Thorough and urgent checking of anesthetic and perfusion equipment was performed and revealed that the gas blender was connected to the O2 line and to a CO2 cylinder, when it should be connected to the compressed air cylinder. CONCLUSIONS: Bypass circuit mechanical problems may occur in the intraoperative period, and demand prompt repairs. Technological advances in anesthesia equipment, monitoring and safety standards will lessen the possibility of cases such as this to be repeated, but will never replace anesthesiologists surveillance.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La función primordial de desviar el sangre del corazón y retornarlo oxigenado a la circulación sistémica es conseguida a expensas de importantes alteraciones en la fisiología cardiopulmonar. El objetivo de este relato es presentar una complicación anestésica que ocurrió durante la CEC y alertar para la necesidad de la interacción de todo el equipo anestésico-quirúrgico en la prevención de eventos adversos per-operatorios. RELATO DE CASO: Paciente femenina, parda, 56 años, 95 kg, altura 1,65 m, estado físico ASA IV, portadora de insuficiencia renal crónica en hemodiálisis, fue admitida para realización de revascularización del miocardio. La monitorización constó de eletrocardiograma (ECG), medida invasiva de la presión arterial, oximetria de pulso, capnografia, temperatura esofágica, presión venosa central y análisis de los gases anestésicos. La paciente recibió como medicación pré-anestésica, midazolam (0,05 mg.kg-1), por vía venosa. Se inició inducción venosa con fentanil (16 µg.kg-1), etomidato (0,3 mg.kg-1) y pancuronio (0,1 mg.kg-1). La manutención fue hecha con oxígeno, isoflurano (0,5 - 1 CAM) e infusión continua de fentanil. La gasometria arterial cogida después de la inducción demostró: pH: 7,41; PaO2: 288 mmHg; PaCO2: 38 mmHg; HCO3: 24 mmol.L-1; BE: 0 mmol.L-1; SatO2: 100%. La segunda gasometria arterial, cogida luego después del inicio de la CEC, llegó en 30 minutos y presentó: pH 7,15; PaO2: 86 mmHg; PaCO2 224 mmHg; HCO3: 29 mmol.L-1; BE: -3 mmol.L-1; SatO2: 99%. Fue hecha una verificación completa y urgente de los equipamientos anestésicos y de perfusión. Fue constatada conexión del mezclador de gases de perfusión (blender) a la red de O2 y a un cilindro de dióxido de carbono (CO2), cuando debería estar conectado al cilindro de aire comprimido. CONCLUSIONES: Fallas mecánicas de los componentes del circuito de extracorpórea pueden ocurrir en el per-operatorio y exigen correcciones rápidas. Los avanzos tecnológicos en los equipamientos de anestesia, monitorización y normatizaciones de seguridad atenuaron la posibilidad de que casos como ese se repitan, más jamás substituirán la presencia vigilante del anestesiólogo. <![CDATA[<B>Pulmonary embolism in the operating room</B>: <B>case report</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000200012&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Embolia pulmonar é uma complicação freqüente no período pós-operatório. O objetivo deste relato é apresentar um caso de embolia pulmonar ocorrida na sala de operação e chamar a atenção para a importância da profilaxia de trombose venosa em pacientes cirúrgicos. RELATO DO CASO: Trata-se de um paciente do sexo masculino, 55 anos e 83 kg com diagnóstico de câncer de próstata, submetido a prostatectomia supra-púbica sob anestesia geral. Ao final da cirurgia, o paciente já extubado e logo após sua passagem para a maca de transporte apresentou instabilidade hemodinâmica e diminuição da SpO2 para 80%. Foi reintubado e encaminhado para a UTI. A tomografia computadorizada mostrou imagens com aspecto de embolia pulmonar. O paciente evoluiu para óbito no 5º dia de pós-operatório. CONCLUSÕES: O elevado índice de suspeita não é suficiente para firmar o diagnóstico pois a embolia pulmonar é uma doença silenciosa e a rotina de investigação não possui elevada sensibilidade. A profilaxia precoce e adequada é a melhor estratégia.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Pulmonary embolism is a common postoperative complication. This report aimed at presenting a case of pulmonary embolism in the operating room and at calling the attention to the importance of venous thrombosis prophylaxis in surgical patients. CASE REPORT: The authors describe a case of a male patient, 55 years of age and 83 kg submitted to radical prostatectomy for prostate cancer. At the end of the surgery and already extubated, patient presented hemodynamic instability and a decrease in SpO2 to 80%. Patient was re-intubated and sent to the ICU. CT images suggested pulmonary embolism. Patient died in the 5th postoperative day. CONCLUSIONS: A high suspicion rate is not enough to establish a diagnosis because pulmonary embolism is a silent disease and its investigation routine is not highly sensitive. Early prophylaxis is the best strategy.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Embolia pulmonar es una complicación frecuente en el período pós-operatorio. El objetivo de este relato es presentar un caso de embolia pulmonar ocurrida en la sala de operación y llamar la atención para la importancia de la profilaxis de trombosis venosa en pacientes cirúrgicos. RELATO DE CASO: Se trata de un paciente del sexo masculino, 55 años y 83 kg con diagnóstico de cáncer de próstata, sometido a prostatectomia supra-púbica bajo anestesia general. Al final de la cirugía, el paciente ya entubado y luego después de pasar para la camilla de transporte presentó inestabilidad hemodinámica y diminución de la SpO2 para 80%. Fue reintubado y encaminado para la UTI. La tomografía computadorizada mostró imágenes con aspecto de embolia pulmonar. El paciente evolucionó para óbito en el 5º día de pós-operatorio. CONCLUSIONES: El elevado índice de sospecha no es suficiente para firmar el diagnóstico pues la embolia pulmonar es una enfermedad silenciosa y la rutina de investigación no posee elevada sensibilidad. La profilaxis precoz y adecuada es la mejor estrategia. <![CDATA[<B>Postanesthetic delirium</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000200013&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Delírio pós-anestésico (DPA) é um distúrbio mental agudo, que se desenvolve mais freqüentemente em pacientes geriátricos. A fisiopatologia do DPA é pouco compreendida e muitas vezes pode ser confundido com outros distúrbios psiquiátricos. Neste estudo são revistos aspectos importantes dessa complicação anestésica em pacientes geriátricos. CONTEÚDO: São descritos os mecanismos fisiopatológicos, diagnóstico e o tratamento do DPA. CONCLUSÕES: Delírio é uma complicação comum e importante no pós-operatório de pacientes idosos. Tem sido relativamente negligenciado por pesquisadores e poucos estudos prospectivos têm sido conduzidos. Em nosso meio não há estudos epidemiológicos disponíveis, mas a observação clínica diária nas salas de recuperação pós-anestésica e enfermaria nos mostra que a ocorrência de DPA é freqüente, o que nos leva a crer na necessidade de melhor avaliação pré-operatória, adequado cuidado perioperatório e diagnóstico e tratamento precoces.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Postanesthetic Delirium (PAD) is a common acute mental disorder most commonly developed in elderly patients. Its pathophysiology is poorly understood and PAD is often confused with others psychiatric disorders. This study aimed at reviewing important features of this anesthetic complication in geriatric patients. CONTENTS: Postanesthetic delirium pathophysiological mechanisms, diagnosis and treatment are described. CONCLUSIONS: Postanesthetic delirium is a frequent and severe complication for geriatric patients. Little attention has been given to PAD and few prospective studies have been carried out. There are no available epidemiological studies on this subject in Brazil, nonetheless routine observation of geriatric patients admitted to postanesthetic care units and wards shows that PAD is a common event, suggesting the need for better preoperative assessment, adequate perioperative care and early diagnosis and treatment.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Delirio pós-anestésico (DPA) es un disturbio mental agudo, que se desenvuelve mas frecuentemente en pacientes geriátricos. La fisiopatologia del DPA es poco comprendida y muchas veces puede ser confundido con otros disturbios psiquiátricos. En este estudio son revistos aspectos importantes de esa complicación anestésica en pacientes geriátricos. CONTENIDO: Son descritos los mecanismos fisiopatológicos, diagnóstico y el tratamiento del DPA. CONCLUSIONES: Delirio es una complicación común e importante en el pós-operatório de pacientes ancianos. Han sido relativamente negligenciado por pesquisadores y pocos estudios prospectivos han sido conducidos. En nuestro medio no hay estudios epidemiológicos disponibles, más la observación clínica diaria en las salas de recuperación pós-anestésica y enfermaría, nos muestra que la ocurrencia de DPA es frecuente, lo que nos lleva a creer en la necesidad de mejor evaluación pré-operatoria, adecuado cuidado perioperatorio y diagnóstico y tratamiento precoces. <![CDATA[<B>Displaced epidural catheter</B>: <B>a reason for analgesia failure. Case report</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000200014&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Delírio pós-anestésico (DPA) é um distúrbio mental agudo, que se desenvolve mais freqüentemente em pacientes geriátricos. A fisiopatologia do DPA é pouco compreendida e muitas vezes pode ser confundido com outros distúrbios psiquiátricos. Neste estudo são revistos aspectos importantes dessa complicação anestésica em pacientes geriátricos. CONTEÚDO: São descritos os mecanismos fisiopatológicos, diagnóstico e o tratamento do DPA. CONCLUSÕES: Delírio é uma complicação comum e importante no pós-operatório de pacientes idosos. Tem sido relativamente negligenciado por pesquisadores e poucos estudos prospectivos têm sido conduzidos. Em nosso meio não há estudos epidemiológicos disponíveis, mas a observação clínica diária nas salas de recuperação pós-anestésica e enfermaria nos mostra que a ocorrência de DPA é freqüente, o que nos leva a crer na necessidade de melhor avaliação pré-operatória, adequado cuidado perioperatório e diagnóstico e tratamento precoces.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Postanesthetic Delirium (PAD) is a common acute mental disorder most commonly developed in elderly patients. Its pathophysiology is poorly understood and PAD is often confused with others psychiatric disorders. This study aimed at reviewing important features of this anesthetic complication in geriatric patients. CONTENTS: Postanesthetic delirium pathophysiological mechanisms, diagnosis and treatment are described. CONCLUSIONS: Postanesthetic delirium is a frequent and severe complication for geriatric patients. Little attention has been given to PAD and few prospective studies have been carried out. There are no available epidemiological studies on this subject in Brazil, nonetheless routine observation of geriatric patients admitted to postanesthetic care units and wards shows that PAD is a common event, suggesting the need for better preoperative assessment, adequate perioperative care and early diagnosis and treatment.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Delirio pós-anestésico (DPA) es un disturbio mental agudo, que se desenvuelve mas frecuentemente en pacientes geriátricos. La fisiopatologia del DPA es poco comprendida y muchas veces puede ser confundido con otros disturbios psiquiátricos. En este estudio son revistos aspectos importantes de esa complicación anestésica en pacientes geriátricos. CONTENIDO: Son descritos los mecanismos fisiopatológicos, diagnóstico y el tratamiento del DPA. CONCLUSIONES: Delirio es una complicación común e importante en el pós-operatório de pacientes ancianos. Han sido relativamente negligenciado por pesquisadores y pocos estudios prospectivos han sido conducidos. En nuestro medio no hay estudios epidemiológicos disponibles, más la observación clínica diaria en las salas de recuperación pós-anestésica y enfermaría, nos muestra que la ocurrencia de DPA es frecuente, lo que nos lleva a creer en la necesidad de mejor evaluación pré-operatoria, adecuado cuidado perioperatorio y diagnóstico y tratamiento precoces.