Scielo RSS <![CDATA[Revista Brasileira de Anestesiologia]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=0034-709420020003&lang=en vol. 52 num. 3 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[<B>Nitrous oxide action on the central nervous system</B>: <B>electrophysiological study as a sole agent or a coadjuvant</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000300001&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O óxido nitroso é o agente anestésico inalatório mais utilizado em todo o mundo. Seu mecanismo de ação é bastante discutido, com base em resultados experimentais e em evidências clínicas. O objetivo deste estudo é avaliar a ação eletrofisiológica deste fármaco no Sistema Nervoso Central através de monitorização específica. MÉTODO: Foram estudados vinte e cinco pacientes de ambos os sexos, com idades entre 6 e 25 anos, submetidos à cirurgia ortopédica ou plástica reparadora, os quais foram monitorizados com índice bispectral do eletroencefalograma (BIS) e potencial evocado somatossensitivo (PESS) durante a anestesia. Foram realizados registros basais do BIS e do PESS, bem como após o uso do óxido nitroso em fracionais alveolares (FA) de 30%, 50% e 66%. Em seguida o óxido nitroso era descontinuado e administrado aleatoriamente isoflurano ou desflurano em 0,5 CAM e 1 CAM. Mantinha-se 1 CAM do determinado agente e o óxido nitroso era novamente administrado nas mesmas concentrações anteriores. RESULTADOS: O óxido nitroso quando utilizado como agente único, produz uma redução no BIS que, embora seja estatisticamente significante, não expressa um estado de hipnose. Esta redução também ocorre quando utilizado como agente coadjuvante mas sem importância clínica. Como agente único, o óxido nitroso deprimiu significantemente a amplitude das ondas cerebrais, sem promover aumento na latência. O isoflurano e desflurano reduziram a amplitude e aumentaram a latência das ondas cerebrais. A associação do óxido nitroso a estes agentes, intensificou ainda mais estes efeitos nas ondas corticais. Não houve alteração significativa das ondas periférica e medular do PESS. CONCLUSÕES: O óxido nitroso tem uma pequena ação hipnótica, que não é captada completamente pelo BIS. Tem ação acentuada nas estruturas corticais, tanto como agente único como associado ao isoflurano e desflurano, o que pode explicar o seu bom efeito analgésico.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Nitrous oxide is the most widely used inhalational anesthetic worldwide. Its action mechanism is broadly discussed based on results of experimental studies and clinical evidences. The purpose of this study was to evaluate, through specific monitoring, nitrous oxide electrophysiological action on the central nervous system. METHODS: Twenty-five patients of both genders, aged 6 to 25 years, undergoing orthopedic or corrective plastic surgery, were monitored by electroencephalogram bispectral index (EEG-BIS) and somatosensory evoked potential (SEP) during anesthesia. BIS and SEP baseline values were recorded, as well as after fractional alveolar (FA) 30%, 50% and 66% nitrous oxide administration. Then, nitrous oxide was withdrawn and isoflurane or desflurane were randomly administered in 0.5 and 1 MAC. While maintaining 1 MAC of one of those agents, nitrous oxide was again administered in the same previous concentrations. RESULTS: Nitrous oxide as sole agent caused a BIS decrease which, although statistically significant, did not represent a hypnotic state. This decrease was also observed when nitrous oxide was used as a coadjuvant agent, however without clinical significance. As sole agent, nitrous oxide significantly depressed brain waves amplitude, with no increase in onset time. Isoflurane and desflurane decreased the amplitude and increased onset time of brain waves. The association of nitrous oxide to those agents further increased these effects on cortical waves. There were no significant changes in peripheral and spinal cord SEP waves. CONCLUSIONS: Nitrous oxide has a minor hypnotic action, which is not completely captured by EEG-BIS. It has a pronounced action on cortical structures, both as sole agent or associated to isoflurane or desflurane, which may explain its satisfactory analgesic effect.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: El óxido nitroso es el agente anestésico inhalatorio más utilizado en todo el mundo. Su mecanismo de acción es bastante discutido, con base en resultados experimentales y en evidencias clínicas. El objetivo de este estudio es evaluar la acción eletrofisiológica de este fármaco en el Sistema Nervioso Central a través de monitorización específica. MÉTODO: Fueron estudiados veinticinco pacientes de ambos sexos, con edades entre 6 y 25 años, sometidos a cirugía ortopédica o plástica reparadora, los cuales fueron monitorizados con índice bispectral del eletroencefalograma (BIS) y potencial evocado somatosensitivo (PESS) durante la anestesia. Fueron realizados registros basales del BIS y PESS, bien como después del uso del óxido nitroso en fraccionales alveolares (FA) de 30%, 50% y 66%. En seguida el óxido nitroso era descontinuado y administrado aleatoriamente isoflurano o desflurano en 0,5 CAM y 1 CAM. Se mantenía 1 CAM del determinado agente y el óxido nitroso era nuevamente administrado en las mismas concentraciones anteriores. RESULTADOS: El óxido nitroso cuando utilizado como agente único, produce una reducción en el BIS que, aunque sea estadísticamente significante, no expresa un estado de hipnosis. Esta reducción también ocurre cuando utilizado como agente coadyuvante más sin importancia clínica. Como agente único, el óxido nitroso deprimió significantemente la amplitud de las ondas cerebrales, sin promover aumento en la latencia. El isoflurano y desflurano redujeron la amplitud y aumentaron la latencia de las ondas cerebrales. La asociación del óxido nitroso a estos agentes, intensificó aun más estos efectos en las ondas corticales. No hubo alteración significativa de las ondas periférica y medular del PESS. CONCLUSIONES: El óxido nitroso tiene una pequeña acción hipnótica, que no es captada completamente por el BIS. Tiene acción acentuada en las estructuras corticales, tanto como agente único como asociado al isoflurano y desflurano, lo que puede explicar su buen efecto analgésico. <![CDATA[<B>Simplified method to maintain propofol blood concentration in an approximately constant level associated to nitrous oxide in pediatric patients</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000300002&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A manutenção de concentração sangüínea alvo-controlada em níveis aproximadamente constantes do propofol é uma técnica que pode ser empregada de modo simplificado na sala de cirurgia. A finalidade desta pesquisa é comparar clínica e laboratorialmente a infusão de propofol em crianças usando os atributos farmacocinéticos de Short e de Marsh. MÉTODO: Foram estudados 41 pacientes com a idade de 4 a 12 anos, de ambos os sexos, estado físico ASA I ou II, distribuídos em dois grupos S (20 pacientes) e M (21 pacientes). No Grupo S utilizaram-se os atributos farmacocinéticos de Short, e no Grupo M, os atributos farmacocinéticos de Marsh. A indução anestésica foi feita com bolus de alfentanil 30 µg.kg-1, propofol 3 mg.kg-1 e pancurônio, 0,08 mg.kg-1 por via venosa. Procedeu-se a intubação traqueal e a manutenção com N2O/O2 (60%) em ventilação controlada mecânica. No grupo S a infusão de propofol foi de 254 (30 min) seguido de 216 µg.kg-1.min-1 por mais 30 min. No grupo M a infusão de propofol foi de 208 (30 min) seguido de 170 µg.kg-1.min-1 por mais 30 min. Através do atributo farmacocinético específico a cada grupo a meta foi a obtenção da concentração-alvo de 4 µg.kg-1 de propofol. Foram colhidas três amostras sangüíneas (aos 20, 40 e 60 minutos) para a dosagem do propofol pelo método da Cromatografia Líquida de Alta Performance. RESULTADOS: Os Grupos S e M foram considerados similares quanto à idade, altura, peso e sexo (p > 0,05). Não houve diferença estatística significativa entre os dois grupos estudados para os parâmetros: PAS, PAD, FC, FiN2O, SpO2 da hemoglobina e P ET CO2 no final da expiração. A comparação entre grupos no número de bolus repetidos de alfentanil não foi estatisticamente significativa. O índice bispectral (BIS) não apresentou diferença estatisticamente significativa entre M0 (vigília) e os demais momentos em ambos os grupos. Os valores Medianos da Performance do Erro (MPE) e os valores Medianos Absolutos da Performance do Erro (MAPE) mostraram diferenças estatísticas significativas entre os grupos no momento 60. Valores medianos da concentração sangüínea de propofol (µg.kg-1) mostraram diferenças estatísticas significativas entre M e S no momento 60 e entre os momentos 40 e 60 no grupo S. CONCLUSÕES: A anestesia com propofol usando os atributos farmacocinéticos de Marsh (Grupo M) apresentou menor erro no cálculo da concentração-alvo de propofol de 4 µg.kg-1. Além disso, utiliza menor quantidade de propofol para obter resultados clínicos semelhantes. Por todas essas qualidades deve ser a preferida para uso em crianças ASA I e com idades entre 4 e 12 anos.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Maintaining target-controlled propofol blood concentrations in approximately constant levels is a technique that can be used in a simple way in the operating room. The aim of this study was to compare in clinical and laboratorial terms propofol infusion in children, using Short’s and Marsh’s pharmacokinetic parameters. METHODS: Forty-one patients of both genders, aged 4 to 12 years, physical status ASAI or ASAII were distributed in two groups: Group S (n = 20) and Group M (n = 21). Short’s pharmacokinetic parameters were applied to group S, while Marsh’s pharmacokinetic parameters were applied to group M. Intravenous anesthesia was induced with 30 µg.kg-1 bolus alfentanil, 3 mg.kg-1 propofol and 0.08 mg.kg-1 pancuronium. Patients were intubated and anesthesia was maintained with N2O/O2 (60%) in controlled mechanical ventilation. Propofol infusion in group S was 254 µg.kg-1 (30 min) followed by 216 µg.kg-1.min-1 for additional 30 minutes. Propofol infusion in group M was 208 µg.kg-1 (30 min.) followed by 170 µg.kg-1.min-1 for additional 30 minutes. Using specific pharmacokinetic parameters for each group, the goal was a target-concentration of 4 µg.kg-1 propofol. Three blood samples were collected (at 20, 40 and 60 minutes) to measure propofol by the High Performance Liquid Chromatography method. RESULTS: Groups S and M were similar in age, height, weight and gender (p > 0.05). There were no statistically significant differences between groups in SBP, DBP, HR, FiN2O, hemoglobin SpO2 and end tidal P ET CO2. The number of repeated alfentanil boluses showed no statistically significant difference between both groups. Bispectral index (BIS) showed also no statistically significant differences between M0 (awaken) and remaining moments in both groups. Error Performance Median (EPM) and Error Performance Absolute Median (EPAM) values were statistically different between groups in moment 60. Median propofol blood concentrations (µg.kg-1) were significantly different between groups M and S in moment 60 and between moments 40 and 60 in group S. CONCLUSIONS: Anesthesia with propofol using Marsh’s pharmacokinetic parameters (group M) showed a lower error rate for obtaining 4 µg.kg-1 propofol target-concentration. In addition, less propofol was needed to obtain similar clinical results. For these reasons, it should be the method of choice for children ASA I aged 4 to 12 years.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La manutención de concentración sanguínea alvo-controlada en niveles aproximadamente constantes del propofol es una técnica que puede ser empleada de modo simplificado en la sala de cirugía. La finalidad de esta pesquisa es comparar clínica y laboratorialmente la infusión de propofol en niños usando los atributos farmacocinéticos de Short y de Marsh. MÉTODO: Fueron estudiados 41 pacientes con edades entre 4 y 12 años, de ambos sexos, estado físico ASA I ó II, distribuidos en dos grupos S (20 pacientes) y M (21 pacientes). En el Grupo S se utilizaron los atributos farmacocinéticos de Short, y en el Grupo M, los atributos farmacocinéticos de Marsh. La inducción anestésica fue hecha con bolus de alfentanil 30 µg.kg-1, propofol 3 mg.kg-1 y pancuronio, 0,08 mg.kg-1 por vía venosa. Se procedió a intubación traqueal y a manutención con N2O/O2 (60%) en ventilación controlada mecánica. En el grupo S la infusión de propofol fue de 254 (30 min) seguido de 216 µg.kg-1.min-1 por más 30 min. En el grupo M la infusión de propofol fue de 208 (30 min) seguido de 170 µg.kg-1.min-1 por más 30 min. A través del atributo farmacocinético específico a cada grupo la meta fue la obtención de la concentración-alvo de 4 µg.kg-1 de propofol. Fueron cogidas tres muestras sanguíneas (a los 20, 40 y 60 minutos) para la dosificación del propofol por el método de la Cromatografia Líquida de Alta Performance. RESULTADOS: Los Grupos S y M fueron considerados similares cuanto a la edad, altura, peso y sexo (p > 0,05). No hubo diferencia estadística significativa entre los dos grupos estudiados para los parámetros: PAS, PAD, FC, FiN2O, SpO2 de la hemoglobina y P ET CO2 al final de la expiración. La comparación entre grupos en número de bolus repetidos de alfentanil no fue estadísticamente significativa. El índice bispectral (BIS), no presentó diferencia estadísticamente significativa entre M0 (vigilia) y los demás momentos en ambos grupos. Los valores Medianos de la Performance de Error (MPE) y los valores Medianos Absolutos de la Performance de Error (MAPE) mostraron diferencias estadísticas significativas entre los grupos en el momento 60. Valores medianos de la concentración sanguínea de propofol (µg.kg-1) mostraron diferencias estadísticas significativas entre M y S en el momento 60 y entre el momento 40 y 60 en el grupo S. CONCLUSIONES: La anestesia con propofol usando los atributos farmacocinéticos de Marsh (Grupo M) presentó menor error en el cálculo de la concentración-alvo de propofol de 4 µg.kg-1. Además de eso, utiliza menor cantidad de propofol para obtener resultados clínicos semejantes. Por todas esas calidades debe ser el preferido para uso en niños ASA I y con edades entre 4 y 12 años. <![CDATA[<B>Spinal anesthesia for outpatient pediatric surgery in 1 - 5 years old children with 0.5% isobaric enantiomeric mixture of bupivacaine (S75-R25)</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000300003&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A bupivacaína comercialmente utilizada apresenta-se como mistura racêmica RS(±) bupivacaína. Embora o enantiômero levógiro S(-), levobupivacaína, seja menos tóxico para o sistema nervoso central e cardiovascular do que a R(+) bupivacaína, sua relativa eficácia ainda não foi determinada na raquianestesia em crianças. O objetivo deste estudo prospectivo foi avaliar a mistura enantiomérica de bupivacaína S75-R25 em 40 crianças, com idades entre 1 e 5 anos. MÉTODO: Participaram do estudo prospectivo 40 crianças com idades entre 1 e 5 anos, submetidas à raquianestesia com mistura enantiomérica de bupivacaína (S75-R25) a 0,5% isobárica na dose de 0,5 mg.kg-1. Foram avaliados os seguintes parâmetros: latência da analgesia, bloqueio motor, duração dos efeitos, dispersão cefálica da analgesia, alterações cardiovasculares, cefaléia e sintomas neurológicos transitórios. RESULTADOS: O tempo de latência foi de 2,29 ± 0,64 min. A duração da analgesia foi de 4,13 ± 0,89 h. O tempo de deambulação foi de 3,50 ± 0,81 h. O tempo de permanência na SRPA foi de 43,80 ± 31,34 min. A duração do bloqueio motor foi de 1,89 ± 0,78 h. O nível sensitivo de bloqueio variou entre T9 e T4 (Moda=T6). O início do bloqueio motor foi menor que dois minutos em todas as crianças. Todos apresentaram bloqueio motor grau 3 (escala modificada de Bromage) no início da cirurgia. Mais de 55% dos pacientes apresentaram bloqueio motor 1 ou ausência de bloqueio no final da cirurgia. Não foi observada dessaturação ou hipotensão arterial. Bradicardia foi observada em um paciente. Ocorreram duas falhas. Cefaléia e SNT não foram observados. CONCLUSÕES: A mistura enantiomérica da bupivacaína (S75-R25) a 0,5% isobárica produz uma anestesia segura em pacientes de 1 a 5 anos em regime ambulatorial, com alto índice de sucesso, bloqueio motor de curta duração de ação, relativa baixa incidência de efeitos colaterais e a um custo menor. Cefaléia pós-punção parece ser rara em pacientes abaixo de 5 anos quando se utilizam agulhas de fino calibre. Nossos resultados mostraram que a raquianestesia é segura e facilmente realizável em crianças de 1 a 5 anos em regime ambulatorial.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Commercially available bupivacaine is a racemic mixture of S(-) and R(+) enantiomers. Although the S(-) bupivacaine enantiomer is less toxic than R(+) bupivacaine to cardiovascular and central nervous systems, its relative efficacy has not yet been determined in spinal anesthesia for pediatric surgery. The aim of this study was to evaluate the effects of spinal anesthesia with a 0.5% isobaric mixture of S(-) bupivacaine(75%) + R(+) bupivacaine(25%) in 40 children aged 1 to 5 years scheduled for outpatient surgery. METHODS: Participated in this prospective study 40 patients aged 1 to 5 years submitted to spinal anesthesia with 0.5 mg.kg-1 of a 0.5% isobaric mixture of 75% S(-) bupivacaine + 25% R(+) bupivacaine. The following parameters were observed: onset of analgesia, degree of motor block, duration of effects, cephalad spread of analgesia, cardiovascular changes, incidence of headache and transient neurological symptoms. RESULTS: Mean onset time was 2.29 ± 0.64 min. Duration of analgesia was 4.13 ± 0.89 h. Time to ambulate was 3.50 ± 0.81 h. Mean PACU stay was 43.80 ± 31.34 min. Motor block duration was 1.89 ± 0.78 h. Sensory block level varied from T9 to T4 (Mode=T6). Motor block onset time was less than two minutes in all children, all reaching grade 3 motor block (modified Bromage scale) in the beginning of surgery. Over 55% of all patients recovered to motor block 1 or zero at the end of the surgery. No patient developed oxygen desaturation or arterial hypotension. Bradycardia was observed in one patient. There were two block failures. There were no headache or transient neurological symptoms. CONCLUSIONS: Isobaric 0.5% levobupivacaine (R25-S75) induces a safe spinal anesthesia in patients aged 1 to 5 years scheduled for outpatient procedures, with a high success rate, short-lasting motor block, relatively low incidence of side effects and at a lower cost. Headache seems to be rare in patients below five years of age when a thin needle is used. Our results have shown that spinal anesthesia is a safe and easy technique for children between 1 and 5 years of age in outpatient procedures.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La bupivacaína comercialmente utilizada se presenta como mezcla racemica RS(±) bupivacaína. Aunque el enantiómero levógiro S(-), levobupivacaína, sea menos tóxico para el sistema nervioso central y cardiovascular de que la R(+) bupivacaína, su relativa eficacia aun no fue determinada en la raquianestesia en niños. El objetivo de este estudio prospectivo fue evaluar la mezcla enantiomérica de bupivacaína S75-R25 en 40 niños, con edades entre 1 y 5 años. MÉTODO: Participaron del estudio prospectivo, 40 niños con edades entre 1 y 5 anos, sometidos a raquianestesia con mezcla enantiomérica de bupivacaína (S75-R25) a 0,5% isobárica en la dosis de 0,5 mg.kg-1. Fueron evaluados los siguientes parámetros: latencia de la analgesia, bloqueo motor, duración de los efectos, dispersión cefálica de la analgesia, alteraciones cardiovasculares, cefalea y síntomas neurológicos transitorios. RESULTADOS: El tiempo de latencia fue de 2,29 ± 0,64 min. La duración de la analgesia fue de 4,13 ± 0,89 h. El tiempo de deambulación fue de 3,50 ± 0,81 h. El tiempo de permanencia en la SRPA fue de 43,80 ± 31,34 min. La duración del bloqueo motor fue de 1,89 ± 0,78 h. El nivel sensitivo de bloqueo varió entre T9 y T4 (Moda=T6). El inicio del bloqueo motor fue menor que dos minutos en todos los niños. Todos presentaron bloqueo motor grado 3 (escala modificada de Bromage) al inicio de la cirugía. Más de 55% de los pacientes presentaron bloqueo motor 1 ó ausencia de bloqueo al final de la cirugía. No fue observada desaturación o hipotensión arterial. Bradicardia fue observada en un paciente. Ocurrieron dos fallas. Cefalea y SNT no fueron observados. CONCLUSIONES: La mezcla enantiomérica de la bupivacaína (S75-R25) a 0,5% isobárica produce una anestesia segura en pacientes de 1 a 5 años en régimen ambulatorial, con alto índice de suceso, bloqueo motor de corta duración de acción, relativa baja incidencia de efectos colaterales y un costeo menor. Cefalea pós-punción parece ser rara en pacientes abajo de 5 años cuando se utiliza agujas de calibre fino. Nuestros resultados mostraron que la raquianestesia es segura y fácilmente realizable en niños de 1 a 5 años en régimen ambulatorial. <![CDATA[<B>Cisatracurium pharmacodynamics in renal transplantation</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000300004&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A escolha do cisatracúrio, especialmente nos doentes com insuficiência orgânica, parece ser benéfica, devido a sua eliminação órgão independente de Hofmann e menor tendência a liberar histamina. Este trabalho tem como objetivo determinar, em doentes portadores de insuficiência renal crônica, a farmacodinâmica do cisatracúrio durante o transplante renal. MÉTODO: Foram estudados 30 pacientes divididos em dois grupos, 15 com função renal normal submetidos a cirurgia bucomaxilo-facial e 15 portadores de insuficiência renal crônica submetidos a transplante renal sob anestesia geral com etomidato, sufentanil e sevoflurano em concentrações entre 0,5 e 1% de fração expirada. Receberam dose venosa de 0,15 mg.kg-1 de cisatracúrio na indução e 0,05 mg.kg-1 todas as vezes que T1 recuperava 25%. A função neuromuscular foi monitorizada de forma contínua por aceleromiografia utilizando o padrão de estimulação seqüência de quatro estímulos, através da estimulação supramáxima do nervo ulnar. RESULTADOS: Os resultados referentes à farmacodinâmica do cisatracúrio mostram que o início de ação (4,1 e 4,9 min), a duração clínica (68,9 e 75,4 min) e o índice de recuperação (20,2 e 28 min) foram semelhantes entre os grupos normal e insuficiência renal, respectivamente. Os tempos para a relação T4/T1 atingir 0,7 (34,3 e 51,4 min) e 0,9 (49,7 e 68,6 min) a partir do último 25% de T1 apresentaram diferença estatisticamente significante entre os grupos, com os maiores valores no grupo insuficiência renal. A razão de acumulação foi igual a 1,08. CONCLUSÕES: O início de ação, a duração clínica e o índice de recuperação são semelhantes entre os dois grupos, o tempo para a relação T4/T1 atingir 0,7 ou 0,9 foi maior no grupo insuficiência renal do que no grupo normal e o cisatracúrio não apresentou efeito acumulativo no grupo insuficiência renal.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Cisatracurium seems to be beneficial, especially for patients with organ dysfunction, due to organ-independent Hofmann elimination and a lower trend to histamine release. This study aimed at determining cisatracurium pharmacodynamic profile in renal transplantation. METHODS: Participated in this study 30 patients who were distributed in two groups: 15 healthy patients submitted to maxillofacial surgery, and 15 patients with chronic renal failure submitted to renal transplantation. All patients were anesthetized with etomidate, sufentanil and 0.5% to 1% sevoflurane . Intravenous cisatracurium was administrated after anesthetic induction and additional 0.05 mg.kg-1 was injected whenever T1 recovered 25%. Neuromuscular function was continuously monitored by acceleromyography using TOF stimulation, through supramaximal ulnar nerve stimulation. RESULTS: Onset time (4.1 and 4.9 min), clinical duration (68.9 and 75.4 min) and recovery time (20.2 and 28 min) were similar between normal and renal failure groups, respectively. Time spent until T4/T1 > 0.7 (34.3 and 51.4 min), and > 0.9 (49.7 and 68.6 min) since the last 25% recovery of T1 were statistically different between groups, with the higher values observed in the renal failure group. Accumulation ratio was 1.08. CONCLUSIONS: Onset, clinical duration and recovery time were comparable between groups. Time to T4/T1 > 0.7 and > 0.9 was longer in the renal failure group as compared to the normal group and cisatracurium did not show cumulative effects in the renal failure group.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La escoja del cisatracúrio, especialmente en los enfermos con insuficiencia orgánica, parece ser benéfica, debido a su eliminación órgano independiente de Hofmann y menor tendencia a liberar histamina. Este trabajo tiene como objetivo determinar, en enfermos portadores de insuficiencia renal crónica, la farmacodinámica del cisatracúrio durante el transplante renal. MÉTODO: Fueron estudiados 30enfermos divididos en dos grupos, 15 con función renal normal sometidos a cirugía bucomaxilo-facial y 15 portadores de insuficiencia renal crónica sometidos a transplante renal bajo anestesia general con etomidato, sufentanil y sevoflurano en concentraciones entre 0,5 y 1% de fracción expirada. Recibieron dosis venosa de 0,15 mg.kg-1 de cisatracúrio en la inducción y 0,05 mg.kg-1 todas las veces que T1 recuperaba 25%. La función neuromuscular fue monitorizada de forma continua por aceleromiografia utilizando el patrón de estimulación secuencia de cuatro estímulos, a través de la estimulación supramáxima del nervio ulnar. RESULTADOS: Los resultados referentes a la farmacodinámica del cisatracúrio muestran que el inicio de acción (4,1 y 4,9 min), la duración clínica (68,9 y 75,4 min) y el índice de recuperación (20,2 y 28 min) fueron semejantes entre los grupos normal e insuficiencia renal, respectivamente. Los tiempos para la relación T4/T1 llegar a 0,7 (34,3 y 51,4 min) y 0,9 (49,7 y 68,6 min) a partir del último 25% de T1 presentaron diferencia estadísticamente significante entre los grupos, con los mayores valores en el grupo de insuficiencia renal. La razón de acumulación fue igual a 1,08. CONCLUSIONES: El inicio de acción, la duración clínica y el índice de recuperación son semejantes entre los dos grupos, el tiempo para la relación T4/T1 llegar a 0,7 ó 0,9 fue mayor en el grupo de insuficiencia renal de que en el grupo normal y el cisatracúrio no presentó efecto acumulativo en el grupo de insuficiencia renal. <![CDATA[<B>Analysis of heat loss using inhalation agents in rats subjected to laparotomy and increased intra-abdominal pressure, using digital infrared thermal image</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000300005&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A Anestesiologia envolve o manuseio de situações inerentes ao ato anestésico e operatório que cursam com o desequilíbrio da homeostase térmica do paciente, ocasionando efeitos fisiológicos deletérios. O presente estudo objetiva qualificar e quantificar os fenômenos de redistribuição térmica em ratos submetidos à anestesia inalatória, durante a indução, e em situações cirúrgicas de laparotomia e pneumoperitônio. MÉTODO: Foram utilizados 90 ratos, que foram submetidos à anestesia inalatória, distribuídos em três grupos, em que foram utilizados: halotano, isoflurano e sevoflurano. Em cada grupo houve divisão em outros três sub-grupos: I - controle, II - laparotomia mediana com exposição de alças intestinais; III - pneumoperitônio de 15 mmHg. A análise termodinâmica realizou-se de duas formas: através da temperatura central esofágica e da imagem digital térmica infravermelha. RESULTADOS: Não houve diferença significativa em relação aos anestésicos inalatórios entre os grupos I e II em relação a perda de calor. Em relação ao grupo III, houve diferença entre o isoflurano e o sevoflurano, sendo o isoflurano o anestésico responsável pela maior perda de temperatura no animal. CONCLUSÕES: O sevoflurano foi o agente anestésico inalatório que determinou menor perda de calor frente ao pneumoperitônio, em relação ao isoflurano e halotano.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Anesthesiology involves the handling of situations inherent to anesthetic and surgical procedures which lead to patients thermal homeostasis unbalance, with noxious physiological effects. This study aimed at qualifying and quantifying thermal redistribution in rats subjected to inhalation anesthesia, during induction and in surgical situations of laparotomy and increased intra-abdominal pressure. METHODS: The study involved 90 rats, submitted to inhalation anesthesia, which were distributed in three groups: halothane; isoflurane; sevoflurane. Each group was divided in subgroups: I - control; II - median laparotomy with bowel exposure; III - 15 mmHg Increase in intra-abdominal pressure. Heat loss was measured by an esophageal probe and infrared thermal image. RESULTS: There were no significant differences among inhalation anesthetics regarding heat loss between groups I and II. In group III, there was a difference between isoflurane and sevoflurane and isoflurane was responsible for the highest heat loss.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La Anestesiología envuelve el manoseo de situaciones inherentes al acto anestésico y operatorio que cursan con el desequilibrio de la homeóstasis térmica del paciente, ocasionando efectos fisiológicos deletéreos. El presente estudio objetiva calificar y cuantificar los fenómenos de redistribución térmica en ratones sometidos a anestesia inhalatoria, durante la inducción, y en situaciones quirúrgicas de laparotomia y pneumoperitonio. MÉTODO: Fueron utilizados 90 ratones, sometidos a anestesia inhalatoria, distribuidos en tres grupos, en que fueron utilizados: halotano, isoflurano y sevoflurano. En cada grupo hubo división en otros tres sub-grupos: I - control, II - laparotomia mediana con exposición de alzas intestinales; III - pneumoperitonio de 15 mmHg. La análisis termodinámica se realizó de dos formas: a través de la temperatura central esofágica y de la imagen digital térmica infrarroja. RESULTADOS: No hubo diferencia significativa en relación a los anestésicos inhalatorios entre los grupos I y II en relación a la pérdida de calor. En relación al grupo III, hubo diferencia entre el isoflurano y el sevoflurano, siendo el isoflurano el anestésico responsable por la mayor pérdida de temperatura en el animal. CONCLUSIONES: El sevoflurano fue el agente anestésico inhalatorio que determinó menor pérdida de calor frente al pneumoperitonio, en relación al isoflurano y halotano. <![CDATA[<B>Comparison between spinal, combined spinal-epidural and continuous spinal anesthesias for hip surgeries in elderly patients</B>: <B>a retrospective study</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000300006&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Diversas questões envolvem os estudos, as análises e o tamanho da amostra para que sejam demonstrados os benefícios da anestesia regional. Análise de dados geralmente custa menos e requer menos tempo quando comparado com amplo estudo aleatório controlado. Esta análise retrospectiva compara a raquianestesia contínua, o bloqueio combinado raqui-peridural e a raquianestesia simples para cirurgias de quadril em pacientes idosos durante quatro anos, para determinar as possíveis vantagens e desvantagens das três técnicas. MÉTODO: Foram avaliados 300 prontuários sendo que: 100 pacientes receberam raquianestesia simples (Grupo 1), 100 receberam bloqueio combinado raqui-peridural (Grupo 2) e 100 receberam raquianestesia contínua (Grupo 3) nos últimos quatro anos. Todos os bloqueios foram realizados em decúbito lateral esquerdo. Foram avaliados: sucesso de punção, nível da analgesia, bloqueio motor de membros inferiores, qualidade da anestesia, necessidade de complementação, incidência de falhas, parestesias, cefaléia pós-punção, alterações cardiovasculares, confusão mental e delírio, transfusão sangüínea e mortalidade. RESULTADOS: Não existiu diferença significativa entre os grupos em relação a idade, peso e sexo. Os pacientes do grupo 2 foram menores do que os do grupo 1 e 3. As doses utilizadas foram de 15,30 mg de bupivacaína no grupo 1; 23,68 mg no grupo 2 e 10,10 mg no grupo 3. Não foi encontrada diferença significativa (p < 0,01) entre os grupos, sendo menor com a raquianestesia contínua e maior com o BCRP. Existiu uma diferença significativa (p < 0,01) na dispersão cefálica entre os grupos 1 e 2, 1 e 3 e 2 e 3, sendo menor com a raquianestesia contínua e maior com o BCRP. Todos os pacientes apresentaram bloqueio motor completo. Não existiu diferença significativa em relação a hipotensão arterial, bradicardia, parestesia e necessidade de sangue. Dezenove pacientes apresentaram confusão mental no pós-operatório, sem diferença entre as técnicas utilizadas. Não há diferença significativa na incidência de óbitos na primeira semana e no primeiro mês de pós-operatório. CONCLUSÕES: Os estudos retrospectivos geralmente custam pouco e necessitam de menor tempo quando comparado com estudos controlados. Este estudo retrospectivo mostra que as técnicas de anestesia regional cursam com uma baixa incidência de mortalidade no primeiro mês e baixa incidência de complicações.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: There are still many questions involving study designs, data analyses and samples size which regard to the demonstration of the benefits of regional anesthesia on patients outcome. Database analysis and data acquisition in general cost less and require less time as compared to large randomized controlled trials. This retrospective study compares continuous spinal anesthesia, combined spinal-epidural and single shot spinal anesthesia for hip surgery in elderly patients during a 4-year period, to determine possible advantages and disadvantages of the three techniques. METHODS: Anesthetic records of 100 patients receiving spinal anesthesia (Group 1), 100 patients receiving combined spinal-epidural block (Group 2) and 100 patients receiving continuous spinal anesthesia (Group 3) over a 4-year period were analyzed. All blockades were performed with patients in the left lateral position. Evaluated parameters were: puncture success, highest level of anesthesia, lower limb motor block, quality of anesthesia, need for additional doses, failures incidence, paresthesia, post-dural puncture headache, cardiovascular changes, mental confusion and delirium, blood transfusion and mortality. RESULTS: There were no significant differences among groups regarding gender, age, weight and height. Group 2 patients were shorter as compared to groups 1 and 3. Mean bupivacaine doses were: 15.30 mg in group 1, 23.68 mg in group 2 and 10.1 mg in group 3. They showed statistical significant differences between groups (p < 0.01). There were significant differences (p < 0.01) in cephalad dispersion between groups 1 and 2, 1 and 3 and 2 and 3, being lower with continuous spinal and higher with combined spinal-epidural anesthesia. All patients presented total motor block (Bromage score = 3). There were no significant differences in arterial hypotension, bradycardia, paresthesia and blood transfusion. Postoperative mental confusion was observed in 19 patients, with no difference between techniques. There was no difference in mortality in the first postoperative week and in the first postoperative month. CONCLUSIONS: Retrospective studies usually less and demand less time as compared to controlled studies. This retrospective study has shown that regional anesthesia techniques are related to a low mortality rate in the first postoperative month and to a low incidence of complications.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Diversas cuestiones envuelven los estudios, las análisis y el tamaño de la muestra para que sean demostrados los beneficios de la anestesia regional. Las análisis de datos generalmente cuestan menos y requieren menos tiempo, cuando comparado con un amplio estudio aleatorio controlado. Esta análisis retrospectiva compara la raquianestesia continua, el bloqueo combinado raqui-peridural y la raquianestesia simple para cirugías de cuadril en pacientes ancianos durante cuatro años, para determinar las posibles ventajas y desventajas de las tres técnicas. MÉTODO: Fueron evaluadas 300 fichas siendo que: 100 pacientes recibieron raquianestesia simple (Grupo 1), 100 recibieron bloqueo combinado raqui-peridural (Grupo 2) y 100 recibieron raquianestesia continua (Grupo 3) en los últimos cuatro años. Todos los bloqueos fueron realizados en decúbito lateral izquierdo. Fueron evaluados: suceso de punción, nivel de analgesia, bloqueo motor de miembros inferiores, calidad de la anestesia, necesidad de complementación, incidencia de fallas, parestesias, cefalea pós-punción, alteraciones cardiovasculares, confusión mental y delirium, transfusión sanguínea y mortalidad. RESULTADOS: No existe diferencia significativa entre los grupos en relación a la edad, peso y sexo. Los pacientes del grupo 2 fueron menores de que los del grupo 1 y 3. Las dosis utilizadas fueron de 15,30 mg de bupivacaína en el grupo 1; 23,68 mg en el grupo 2 y 10,10 mg en el grupo 3. No fue encontrada diferencia significativa (p < 0,01) entre los grupos, siendo menor con la raquianestesia continua y mayor con el BCRP. Existe una diferencia significativa (p < 0,01) en la dispersión cefálica entre los grupos 1 y 2, 1 y 3 y 2 y 3, siendo menor con la raquianestesia continua y mayor con el BCRP. Todos los pacientes presentaron bloqueo motor completo. No existe diferencia significativa en relación a hipotensión arterial, bradicardia, parestesia y necesidad de sangre. Diecinueve pacientes presentaron confusión mental en el pós-operatorio, sin diferencia entre las técnicas utilizadas. No hay diferencia significativa en la incidencia de óbitos en la primera semana y en el primero mes de pós-operatorio. CONCLUSIONES: Los estudios retrospectivos generalmente cuestan poco y necesitan de menor tiempo cuando comparado con estudios controlados. Este estudio retrospectivo muestra que las técnicas de anestesia regional cursan con una baja incidencia de mortalidad en el primero mes y baja incidencia de complicaciones. <![CDATA[<B>Continuous epidural anesthesia for cesarean section in a patient with Takayasu’s arteritis</B>: <B>case report</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000300007&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Anestesia peridural contínua com titulação das doses de anestésico local proporciona eficácia e segurança em pacientes que não toleram flutuações da pressão arterial. O objetivo deste relato é apresentar um caso em que foi utilizada com sucesso anestesia peridural contínua para cesariana em paciente com arterite de Takayasu. RELATO DO CASO: Paciente primigesta, 25 anos, 63 kg, portadora de arterite de Takayasu, com 34-35 semanas de gestação, apresentando sofrimento fetal agudo, PA de 155/85 mmHg, FC de 92 bpm, com ausência de pulsos carotídeos, assim como nos membros superiores e do membro inferior direito. Apresentava apenas pulso poplíteo esquerdo palpável. Foi realizado bloqueio peridural contínuo com doses fracionadas de 25 mg de bupivacaína a 0,5% com epinefrina (1:200.000), a intervalos de 5 em 5 minutos até um total de 100 mg, associando-se 2 mg de morfina e 100 µg de fentanil. CONCLUSÕES: A anestesia peridural contínua com doses tituladas de bupivacaína a 0,5% com epinefrina pode ser utilizada em pacientes com Arterite de Takayasu, tomando-se as medidas de precaução com portadoras dessa doença.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Continuous epidural anesthesia with titrated doses of local anesthetics is safe and effective for patients not tolerating blood pressure fluctuations. This report aimed at presenting a case in which continuous epidural anesthesia for Cesarean section in a patient with Takayasu’s arteritis was successfully induced. CASE REPORT: Primiparous patient, 25 years old, 63 kg, Takayasu’s arteritis, 34 to 35 weeks of gestation, acute fetal distress, blood pressure = 155/85, HR = 92, no carotid, upper and right lower limb pulse. Patient had only left palpable popliteal pulse. Epidural continuous anesthesia was induced with 25 mg titrated doses of 0.5% bupivacaine with epinephrine (1:200.000), in 5-minute intervals, up to a total dose of 100 mg with 2 mg morphine and 100 µg fentanyl. CONCLUSIONS: Continuous epidural anesthesia with titrated doses of 0.5% bupivacaine may be used in patients with Takayasu’s arteritis, provided all precaution measures are taken with such patients.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Anestesia peridural continua con titulación de las dosis de anestésico local proporciona eficacia y seguridad en pacientes que no toleran flutuaciones de la presión arterial. El objetivo de este relato es presentar un caso en que fue utilizado con suceso anestesia peridural continua para cesárea en paciente con arteritis de Takayasu. RELATO DEL CASO: Paciente primigesta, 25 años, 63 kg, portadora de Arteritis de Takayasu, con 34-35 semanas de gestación, presentando sufrimiento fetal agudo, PA de 155/85 mmHg, FC de 92 bpm, con ausencia de pulsos carotídeos, así como en los miembros superiores y del miembro inferior derecho. Presentaba apenas pulso poplíteo izquierdo palpable. Fue realizado bloqueo peridural continuo con dosis fraccionadas de 25 mg de bupivacaína a 0,5% con epinefrina (1:200.000), a intervalos de 5 en 5 minutos hasta un total de 100 mg, asociándose 2 mg de morfina y 100 µg de fentanil. CONCLUSIONES: La anestesia peridural contínua con dosis tituladas de bupivacaína a 0,5% con epinefrina puede ser utilizada en pacientes con Arteritis de Takayasu, tomándose las medidas de precaución con portadoras de esa enfermedad. <![CDATA[<B>Meningitis after combined spinal-epidural analgesia for labor</B>: <B>case report</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000300008&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Meningite é uma complicação grave em anestesia regional, embora rara de ocorrer. O objetivo deste relato é mostrar um caso de uma paciente que evoluiu com meningite após realização de analgesia de parto pela técnica combinada (raqui-peridural) com dupla punção. RELATO DO CASO: Paciente com 25 anos, segunda gestação e cesariana anterior, em trabalho de parto. Foi realizada analgesia de parto pela técnica combinada (raqui-peridural) com dupla punção. Após 24 horas apresentou cefaléia em repouso, picos de hipertermia, calafrios discretos, que regrediram com medicação sintomática. No 5º dia a cefaléia piorou. No 10º dia surgiram vômitos e dor na nuca. No 13º dia os sintomas tornaram-se mais intensos. Foi realizada punção lombar. A história clínica e o exame do líquor foram compatíveis com meningite bacteriana. CONCLUSÕES: A técnica combinada (raqui-peridural) para analgesia do parto está próxima do ideal. Cuidados com a técnica de anti-sepsia são necessários para realização de bloqueios espinhais. A complicação apresentada ocorreu sem a aparente falha na realização da técnica, sendo uma questão que é inerente ao risco-benefício que a técnica proporciona.<hr/>BACKGRAUND AND OBJECTIVES: Meningitis is a serious complication, although rare in regional anesthesia. This report aimed at presenting a case which evolved to meningitis after combined labor spinal-epidural analgesia. CASE REPORT: Laboring patient, 25 years old, second gestation and previous c-section. Combined labor spinal-epidural analgesia was induced with double-puncture. Twenty-four hours later she presented with headache at rest, fever and mild chills, which regressed with symptomatic medication. Headache worsened in the 5th day. There were vomiting and neck pain in the 10th day. Symptoms became more severe in the 13th day. Lumbar puncture was performed. Clinical history and CSF analysis were compatible with bacterial meningitis. CONCLUSIONS: Combined labor spinal-epidural analgesia is very close to being the ideal technique. Care must be taken with the sterile technique to induce spinal blockade. The reported complication has occurred without an apparent technique failure and is inherent to technique’s risk-benefit ratio.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Meningitis es una complicación grave en anestesia regional, no obstante, rara de ocurrir. El objetivo de este relato es mostrar un caso de una paciente que evolucionó con meningitis después de realización de analgesia de parto por la técnica combinada (raqui-peridural) con dupla punción. RELATO DEL CASO: Paciente con 25 anos, segunda gestación y cesariana anterior, en trabajo de parto. Fue realizada analgesia de parto por la técnica combinada (raqui-peridural) con dupla punción. Después de 24 horas presentó cefalea en reposo, picos de hipertermia, calofríos discretos, que mejoraron con medicación sintomática. En el 5º día la cefalea peoró. En el 10º día surgieron vómitos y dolor en la nuca. En el 13º día los síntomas pasaron a ser más intensos. Fue realizada punción lumbar. La historia clínica y el examen del líquor fueron compatibles con meningitis bacteriana. CONCLUSIONES: La técnica combinada (raqui-peridural) para analgesia de parto está próxima de lo ideal. Cuidados con la técnica de anti-sepsia son necesarios para realización de bloqueos espinales. La complicación presentada ocurrió sin la aparente falla en la realización de la técnica, siendo una cuestión que es inherente al riesgo - beneficio que la técnica proporciona. <![CDATA[<B>Asymmetric negative pressure pulmonary edema after  acute upper airway obstruction</B>: <B>case report</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000300009&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Edema pulmonar por pressão negativa pós-obstrução de via aérea é atualmente uma entidade bem descrita, porém, provavelmente pouco diagnosticada e os casos pouco publicados. O objetivo deste relato é apresentar um caso de edema pulmonar por pressão negativa pós-obstrução de via aérea superior, cuja principal característica foi a assimetria do edema pulmonar, sendo muito mais acentuado no pulmão direito. RELATO DO CASO: Menino de 4 anos, 17 kg, estado físico ASA I, foi submetido a adenoamigdalectomia e cauterização de cornetos, sob anestesia geral com sevoflurano/óxido nitroso/O2. A cirurgia durou 1 hora e 30 minutos sem qualquer intercorrência. Com a superficialização da anestesia o paciente, ventilando espontaneamente, reagiu ao tubo traqueal, que foi retirado. Após isto, os esforços ventilatórios resultaram em retração da parede torácica, sem aparente movimento de ar, sendo impossível ventilá-lo com máscara facial, ocorrendo hipoxemia grave (SpO2 de 50%), necessitando ser reintubado. Neste momento foi verificado que o pulmão se encontrava mais duro e havia estertores bilateralmente, caracterizando edema pulmonar. Uma radiografia de tórax mostrou infiltrado pulmonar difuso bilateralmente, porém, com atelectasia do lobo superior direito, mostrando acentuada assimetria do edema pulmonar. O paciente teve que ser ventilado mecanicamente com PEEP durante 20 horas, quando foi extubado. Houve melhora progressiva do edema pulmonar, recebendo alta em 48 horas. CONCLUSÕES: O edema pulmonar por pressão negativa é uma entidade rara com alto grau de morbidade, pouco diagnosticada e exige do anestesiologista conhecimento atualizado e tratamento adequado. Costuma ser bilateral, raramente unilateral e excepcionalmente com expressiva assimetria como no nosso relato. A maioria dos casos é tratada com suporte ventilatório com PEEP ou CPAP, não necessitando de qualquer outra terapia. O prognóstico é bom, com melhora na maioria dos casos nas primeiras 24 horas.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Negative pressure pulmonary edema after acute upper airway obstruction is a well-described event, though infrequently diagnosed and reported. This report aimed at presenting a case of upper airway obstruction negative pressure pulmonary edema following acute upper airway obstruction characterized by pulmonary edema asymmetry, being more prominent in the right lung. CASE REPORT: A 4-year-old boy, 17 kg, phisical status ASA I submitted to combined tonsillectomy, adenoidectomy and turbinate cauterization under general anesthesia with sevoflurane/nitrous oxide/O2. Surgery duration was 90 minutes without complications. During anesthetic recovery and spontaneously breathing, patient reacted to tracheal tube, which was removed. Following, ventilatory efforts resulted in chest wall retraction without apparent air movement, being impossible to ventilate him with facial mask. Symptoms evolved to severe hypoxemia (50% SpO2) requiring reintubation. At this point, it was observed that the lung was stiffer and there were bilateral rales characterizing pulmonary edema. A chest X-ray showed diffuse bilateral infiltrates, right upper lobe atelectasis and marked pulmonary edema asymmetry (right greater than left). Patient was mechanically ventilated with PEEP for 20 hours when he was extubated. There was a progressive pulmonary edema improvement and patient was discharged 48 hours later. CONCLUSIONS: Negative pressure pulmonary edema (NPPE) is a rare event with high morbidity risk. It is often not diagnosed and requires from the anesthesiologist an updated knowledge and adequate management. It is usually bilateral, rarely unilateral, and exceptionally asymmetric as in this case. Most cases are treated by mechanical ventilation with PEEP or CPAP without any other therapy. The prognosis is favorable, with most cases recovering within the first 24 hours.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Edema pulmonar por presión negativa pós-obstrucción de vía aérea actualmente es una entidad bien descrita, no obstante, probablemente poco diagnosticada y los casos poco publicados. El objetivo de este relato es presentar un caso de edema pulmonar por presión negativa pós-obstrucción de vía aérea superior, cuya principal característica fue la asimetría de edema pulmonar, siendo mucho más acentuado en el pulmón derecho. RELATO DEL CASO: Niño de 4 años, 17 kg, ASA I, fue sometido a adenoamigdalectomia y cauterización de cornetes, bajo anestesia general con sevoflurano/óxido nitroso/O2. La cirugía duró 1 hora y 30 minutos sin cualquier interocurrencia. Con la superficialización de la anestesia y el paciente, ventilando espontáneamente, reaccionó al tubo, que fue retirado. Después de esto, los esfuerzos ventilatorios resultaron en retracción de la pared torácica, sin aparente movimiento de aire siendo imposible ventilarlo con máscara facial, ocurriendo hipoxemia grave (SpO2 de 50%) necesitando ser reintubado. En este momento fue verificado que el pulmón se encontraba más duro y había estertores bilateralmente, caracterizando edema pulmonar. Una radiografía de tórax mostró infiltración pulmonar difuso bilateralmente, no obstante, con atelectasia del lobo superior derecho, mostrando acentuada asimetría de edema pulmonar. El paciente tuvo que ser ventilado mecánicamente con PEEP durante 20 horas, cuando fue extubado. Hubo mejoría progresiva del edema pulmonar, recibiendo alta en 48 horas. CONCLUSIONES: El edema pulmonar por presión negativa es una entidad rara con alto grado de morbidad, poco diagnosticada y exige del anestesiologista conocimiento actualizado y tratamiento adecuado. Normalmente es bilateral, raramente unilateral y excepcionalmente con expresiva asimetría como en nuestro relato. La mayoría de los casos es tratada con soporte ventilatorio con PEEP o CPAP, no necesitando de cualquier otra terapia. El pronóstico es bueno, con mejoría en la mayoría de los casos en las primeras 24 horas. <![CDATA[<B>Moyamoya disease and sevoflurane anesthesia outside the surgery center</B>: <B>case report</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000300010&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A doença de Moyamoya é uma desordem cerebrovascular progressiva que representa um desafio anestésico em virtude da precária circulação cerebral destes pacientes, constituindo-se numa importante causa de acidente vascular cerebral em indivíduos jovens. O objetivo deste relato é apresentar o caso de um paciente com doença de Moyamoya que foi submetido à anestesia geral com sevoflurano para procedimento diagnóstico fora do centro cirúrgico. RELATO DO CASO: Criança com 13 anos, estado físico ASA IV, portadora de doença de Moyamoya com seqüela neurológica após três acidentes vasculares cerebrais, insuficiência renal crônica e hipertensão arterial sistêmica, submetida à endoscopia digestiva alta. Em decúbito dorsal e após monitorização, realizou-se indução inalatória pela cânula de traqueostomia com sevoflurano (aumento gradual da concentração inspiratória até 6%) e mistura de oxigênio/óxido nitroso a 50%. Um cateter venoso foi inserido para infusão de solução glicosada a 5%. Foi realizada ventilação controlada manual, sendo a manutenção da anestesia feita com sevoflurano a 4% e mistura de oxigênio/óxido nitroso a 50%. Ao final do procedimento os agentes anestésicos foram descontinuados simultaneamente e foi administrado oxigênio a 100%. A anestesia foi satisfatória, com boa estabilidade hemodinâmica, sem ocorrência de complicações durante o procedimento e com despertar precoce. CONCLUSÕES: O sevoflurano pode oferecer novas perspectivas para a anestesia inalatória em pacientes com doença neurológica que realizam procedimento ambulatorial, já que permite boa estabilidade hemodinâmica e despertar precoce, preservando a fisiologia cerebral.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Moyamoya disease is a progressive cerebrovascular disorder implying anesthetic challenges due to patients’ poor brain perfusion, in addition to being a major cause for stroke in young people. This report aimed at describing a case of Moyamoya’s disease in a patient submitted to general anesthesia with sevoflurane for a diagnostic procedure outside the surgery center. CASE REPORT: Male child, 13 years old, physical status ASA IV, with Moyamoya disease and neurological sequelae after three previous strokes, chronic renal failure and systemic hypertension admitted for high digestive endoscopy. In the supine position and after monitoring, inhalational induction was attained through the tracheostomy canulla with sevoflurane (gradual inhaled concentration increase up to 6%) in a mixture of 50% oxygen/nitrous oxide. An intravenous catheter was inserted for 5% glucose solution infusion. Manual controlled ventilation was started and anesthesia was maintained with 4% sevoflurane in 50% oxygen/nitrous oxide. At the end of the procedure, all anesthetic agents were simultaneously withdrawn and 100% oxygen was administered. Anesthesia was satisfactory, with good hemodynamic stability, without complications and with early emergence. CONCLUSIONS: Sevoflurane may open new perspectives for inhalational anesthesia in patients with neurological diseases to be submitted to outpatient procedures, since it provides hemodynamic stability and early emergence, while preserving brain physiology.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La enfermedad de Moyamoya es un desorden cerebrovascular progresivo que representa un desafío anestésico en virtud de la precaria circulación cerebral de estos pacientes, constituyéndose una importante causa de accidente vascular cerebral en individuos jóvenes. El objetivo de este relato es presentar el caso de un paciente con enfermedad de Moyamoya que fue sometido a anestesia general con sevoflurano para procedimiento diagnóstico fuera del centro quirúrgico. RELATO DEL CASO: Niño con 13 años, estado físico ASA IV, portador de enfermedad de Moyamoya con secuela neurológica después de tres accidentes vasculares cerebrales, insuficiencia renal crónica e hipertensión arterial sistémica, sometido a endoscopia digestiva alta. En decúbito dorsal y después monitorización, se realizó inducción inalatoria por la cánula de traqueostomía con sevoflurano (aumento gradual de la concentración inspiratoria hasta 6%) y mezcla de oxígeno/óxido nitroso a 50%. Un catéter venoso fue introducido para infusión de solución glucosada a 5%. Fue realizada ventilación controlada manual, siendo la manutención de la anestesia hecha con sevoflurano a 4% y mezcla de oxígeno/óxido nitroso a 50%. Al final del procedimiento los agentes anestésicos fueron descontinuados simultáneamente y fue administrado oxígeno a 100%. La anestesia fue satisfactoria, con buena estabilidad hemodinámica, sin ocurrencia de complicaciones durante el procedimiento y con un precoz despertar. CONCLUSIONES: El sevoflurano puede ofrecer nuevas perspectivas para la anestesia inhalatoria en pacientes con enfermedad neurológica que realizan procedimiento ambulatorial, ya que permite buena estabilidad hemodinamica y despertar precoz, preservando la fisiología cerebral. <![CDATA[<B>Anatomical basis for infraclavicular brachial plexus block</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000300011&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Procuramos demonstrar neste estudo a presença constante da fossa infraclavicular, com a finalidade de sua utilização como via de acesso para o bloqueio anestésico do plexo braquial por via infraclavicular. Visando solucionar o ponto onde os fascículos do plexo braquial podem ser localizados no interior da fossa, propusemos medidas a partir da face anterior da clavícula e do ângulo formado pelo encontro do músculo deltóide com a clavícula (ângulo deltoclavicular). A primeira medida permite localizar em profundidade o local onde passa o plexo braquial. Já a segunda, determina a projeção dos fascículos dentro da fossa, o que corresponde ao ponto de entrada da agulha na superfície cutânea. MÉTODO: Foram efetuadas medidas entre a face anterior da clavícula e os fascículos do plexo braquial, e do ângulo deltoclavicular até a projeção superficial dos fascículos. Com base nos achados anatômicos foi proposta uma técnica de abordagem do plexo braquial por via infraclavicular. RESULTADOS: Foram analisadas 100 regiões infraclaviculares de cadáveres fixados. A fossa infraclavicular foi detectada em 96 casos. Nessas os fascículos do plexo braquial localiza-se totalmente ou parcialmente em 97,9%. A medida aferida entre a face anterior da clavícula e os fascículos do plexo, foi de 2,49 cm e do ângulo deltoclavicular até a projeção superficial dos fascículos estava em 2,21 cm. CONCLUSÕES: Os dados obtidos permitem a determinação precisa do ponto de introdução da agulha, a qual, dirigida perpendicular à pele, atinge o plexo braquial sem perigo de provocar pneumotórax ou lesão vascular, possibilitando uma segurança maior aos anestesiologistas, e permitindo a volta da prática do bloqueio do plexo abaixo da clavícula.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: This study shows the constant infraclavicular fossa presence, aiming at using it as a pathway for infraclavicular brachial plexus block. Determining the point where brachial plexus fascicles may be located within the fossa, the authors have proposed measurements from the anterior surface of the clavicle and the angle formed by the deltoid muscle and the clavicle (deltoclavicular angle). The first measurement allows the in-depth location of the site crossed by the brachial plexus. The second determines fascicles projection within the fossa, corresponding to the needle insertion point on the skin. METHODS: Measurements were made between the anterior surface of the clavicle and brachial plexus fascicles, and from the deltoclavicular angle to superficial fascicles projection. Based on the anatomic findings a technique of infraclavicular brachial plexus approach was proposed. RESULTS: A hundred infraclavicular regions in cadavers were analyzed. Infraclavicular fossa was detected in 96 cases where brachial plexus fascicles were totally or partially (97.9%) located. The distance between the anterior surface of the clavicle and brachial plexus fascicles was in average of 2.49 cm and from the deltoclavicular angle to superficial fascicles projection was 2.21 cm. CONCLUSIONS: Values obtained allow for the precise location of the needle insertion point which, when perpendicular to the skin, reaches brachial plexus without danger of causing pneumothorax or vascular injury, providing more safety to anesthesiologists and allowing the return to the practice of brachial plexus block below the clavicle.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Buscamos demostrar en este estudio la presencia constante de la fosa infraclavicular, con la finalidad de su utilización como vía de acceso para el bloqueo anestésico del plexo braquial por via infraclavicular. Con la idea de solucionar el punto donde los fascículos del plexo braquial pueden ser localizados en el interior de la fosa, propusimos medidas a partir de la face anterior de la clavícula y del ángulo formado por el encuentro del músculo deltóide con la clavícula (ángulo deltoclavicular). La primera medida permite localizar en profundidad el local donde pasa el plexo braquial. Ya la segunda, determina la proyección de los fascículos dentro de la fosa, lo que corresponde al punto de entrada de la aguja en la superficie cutánea. MÉTODO: Fueron efectuadas medidas entre la face anterior de la clavícula y los fascículos del plexo braquial, y del ángulo deltoclavicular hasta la proyección superficial de los fascículos. Con base en los encuentros anatómicos fue propuesta una técnica de abordaje del plexo braquial por via infraclavicular. RESULTADOS: Fueron analizadas 100 regiones infraclaviculares de cadáveres fijados. La fosa infraclavicular fue detectada en 96 casos. En ésas, los fascículos del plexo braquial se localizan totalmente o parcialmente en 97,9%. La medida comparada entre la face anterior de la clavícula y los fascículos del plexo, fue de 2,49 cm y del ángulo deltoclavicular hasta la proyección superficial de los fascículos estaba en 2,21 cm. CONCLUSIONES: Los datos obtenidos permiten la determinación exacta del punto de introducción de la aguja, la cual, dirigida perpendicular a la piel, alcanza el plexo braquial sin peligro de provocar pneumotórax o lesión vascular, posibilitando una mayor seguridad a los anestesiologistas, y permitiendo la vuelta de la práctica del bloqueo del plexo abajo de la clavícula. <![CDATA[<B>Smoking and anesthetic implications</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000300012&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O fumo tem assumido grande importância em relação à morbidade anestésica. Apesar da divulgação acerca dos prejuízos à saúde, países reconhecidos como em desenvolvimento apresentam estatísticas crescentes quanto à população usuária de cigarros. O objetivo desta revisão é mostrar o modo de ação e efeitos do cigarro sobre os diversos órgãos e sistemas e seu impacto sobre a fisiologia do organismo, risco pré-operatório e o manuseio de pacientes fumantes durante a preparação pré-anestésica e complicações pós-operatórias. CONTEÚDO: Nesta revisão são apresentadas as diversas formas de ação do cigarro e seus componentes sobre órgãos e sistemas, repercussões orgânicas e a conduta anestésica para que haja redução da morbidade perioperatória nestes pacientes. CONCLUSÕES: A história do tabagismo na avaliação pré-anestésica deve ser enfaticamente valorizada e medidas preventivas em relação aos efeitos sistêmicos devem ser tomadas, minimizando assim os riscos dos procedimentos.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Smoking is becoming very important for anesthetic morbidity. In spite of its widespread noxious effects on health, developing countries have increasing statistics on smoking population. This review aimed at showing action mechanisms and effects of cigarettes on different organs and systems, and their impact on physiology, preoperative risk and management of smokers during preanesthetic preparation, in addition to postoperative complications. CONTENTS: Several action mechanisms of cigarettes and their components on organ and systems, organic consequences and the anesthetic approach to decrease perioperative morbidity in those patients are presented. CONCLUSIONS: Smoking history in preanesthetic evaluation should be highly valued and preventive measures should be taken with regard to systemic effects, thus minimizing surgical and anesthetic risks.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: El humo ha asumido grande importancia en relación a la morbidez anestésica. A pesar de la divulgación acerca de los prejuízos a la salud, países reconocidos como en desenvolvimiento presentan estadísticas crecientes cuanto a la población usuaria de cigarros. El objetivo de esta revisión es mostrar el modo de acción y efectos del cigarro sobre los diversos órganos y sistemas y el impacto de éstos sobre la fisiología del organismo, riesgo pré-operatorio y el manoseo de pacientes fumantes durante la preparación pré-anestésica y complicaciones pós-operatorias. CONTENIDO: En esta revisión son presentadas las diversas formas de acción del cigarro y sus componentes sobre órganos y sistemas, repercusiones orgánicas y la conducta anestésica para que haga reducción de la morbidad perioperatoria en estos pacientes. CONCLUSIONES: La historia del tabagismo en la evaluación pré-anestésica debe ser enfáticamente valorizada y medidas preventivas en relación a los efectos sistemicos deben ser tomadas, minimizando así los riesgos de los procedimientos. <![CDATA[<B>Is there still a place for pharmacobotany in modern anesthesiology?</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000300013&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Recentemente, o uso de chás medicinais - infusões, decoctos, tisanas, tinturas - ou medicamentos de origem vegetal vem sendo retomado de maneira sistemática e crescente na profilaxia e tratamento das doenças, ao lado da terapêutica convencional, na maioria dos países ocidentais. A presente revisão objetiva analisar as principais plantas que serviram como base de progresso para a moderna terapêutica anestesiológica através de sua utilização como modelos moleculares para síntese orgânica na moderna química fina de ponta, bem como fornecer mais embasamento sobre benefícios, potenciais efeitos adversos, interações e risco de efeitos colaterais que possam afetar o ato anestésico no paciente cirúrgico usuário habitual de fitoterapia. CONTEÚDO: Considerações anestesiológicas selecionadas são discutidas focalizando uma pequena revisão sobre ervas medicinais mais populares que foram essenciais no desenvolvimento de uma farmacologia anestesiológica e, ainda, as potenciais interações de plantas medicinais usadas por pacientes para tratar suas doenças ou controlar seus sintomas com drogas sintéticas usadas na anestesia. CONCLUSÕES: Enquanto a Medicina especializada fascina-se cada vez mais com a tecnologia avançada de novos fármacos e de fantásticos monitores, cresce em vários países o número de pacientes que desejam uma abordagem mais holística com rejeição dos modernos métodos de tratamento, optando por chás, meditações, dietas vegetarianas, anti-oxidantes, entre outros. Cabe ao anestesiologista avaliar quanto o conhecimento de farmacognosia e de farmacobotânica pode ajudá-lo na prática anestésica e, principalmente, na segurança de seu paciente.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Recently, the use of medicinal teas - infusions, decoction, tisanes, dyeings - or drugs of vegetal origin are being systematically and increasingly revived to prevent and treat diseases together with conventional medicine in most Western countries. This review aimed at analyzing major herbs that were the basis for the progress of modern anesthetic therapy through their use as molecular models for organic synthesis in fine leading edge modern chemistry, as well as shedding more light on the advantages, potential adverse effects, interactions and risks for side-effects which may affect anesthesia in surgical patients users of phytotherapy. CONTENTS: Selected anesthesiologic considerations are discussed focusing a brief review of popular herbs essentials on the development of anesthetic pharmacology and the potential drug-herb interactions between synthetic drugs used in anesthesia and the medicinal herbs used by patients in their illness and symptoms management. CONCLUSIONS: While specialized Medicine is increasingly fascinated by the advanced technology of new drugs and fantastic monitors, there is an increasing trend in several countries for a more holistic approach and rejection of new treatment methods, with an option for teas, meditation, vegetarian diets and anti-oxidants, among others. It is the anesthesiologist’s role to evaluate how much pharmacognosy and pharmacobotany knowledge may help him in the anesthetic practice and, especially, in patients safety.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Recientemente, el uso de tés medicinales - infusiones, decocciones, tisanas, tinturas - o medicamentos de origen vegetal viene siendo retomado de manera sistemática y creciente en la profilaxis y tratamiento de las enfermedades al lado de la terapéutica convencional en la mayoría de los países occidentales. La presente revisión objetiva analizar las principales plantas que servirán como base de progreso para la moderna terapéutica anestesiólogica a través de su utilización como modelos moleculares para síntesis orgánica en la moderna química fina de punta, bien como suministrar más fundamento sobre beneficios, potenciales efectos adversos, interacciones y riesgo de efectos colaterales que puedan afectar el acto anestésico en el paciente cirúrgico usuario habitual de la fitoterapia. CONTENIDO: Son discutidas las consideraciones anestesiológicas seleccionadas, focalizando una pequeña revisión sobre hierbas medicinales más populares que fueron esenciales en el desenvolvimiento de una farmacología anestesiológica y aún, las potenciales interacciones de plantas medicinales usadas por pacientes para tratar sus enfermedades o controlar sus síntomas con drogas sintéticas usadas en la anestesia. CONCLUSIONES: En cuanto la Medicina especializada se fascina cada vez más con la tecnología avanzada de nuevos fármacos y de fantásticos monitores, crece en varios países el número de pacientes que desean una abordaje mas holística con rechazo de los modernos métodos de tratamiento, optando por tés, meditaciones, dietas vegetarianas, anti-oxidantes, entre otros. Cabe al anestesiologista evaluar cuanto el conocimiento de farmacognosia y de farmacobotánica puede ayudarlo en la práctica anestésica y, principalmente, en la seguridad de su paciente. <![CDATA[<b>Doctor Carlos Pereira Magalhães Júnior</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000300014&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Recentemente, o uso de chás medicinais - infusões, decoctos, tisanas, tinturas - ou medicamentos de origem vegetal vem sendo retomado de maneira sistemática e crescente na profilaxia e tratamento das doenças, ao lado da terapêutica convencional, na maioria dos países ocidentais. A presente revisão objetiva analisar as principais plantas que serviram como base de progresso para a moderna terapêutica anestesiológica através de sua utilização como modelos moleculares para síntese orgânica na moderna química fina de ponta, bem como fornecer mais embasamento sobre benefícios, potenciais efeitos adversos, interações e risco de efeitos colaterais que possam afetar o ato anestésico no paciente cirúrgico usuário habitual de fitoterapia. CONTEÚDO: Considerações anestesiológicas selecionadas são discutidas focalizando uma pequena revisão sobre ervas medicinais mais populares que foram essenciais no desenvolvimento de uma farmacologia anestesiológica e, ainda, as potenciais interações de plantas medicinais usadas por pacientes para tratar suas doenças ou controlar seus sintomas com drogas sintéticas usadas na anestesia. CONCLUSÕES: Enquanto a Medicina especializada fascina-se cada vez mais com a tecnologia avançada de novos fármacos e de fantásticos monitores, cresce em vários países o número de pacientes que desejam uma abordagem mais holística com rejeição dos modernos métodos de tratamento, optando por chás, meditações, dietas vegetarianas, anti-oxidantes, entre outros. Cabe ao anestesiologista avaliar quanto o conhecimento de farmacognosia e de farmacobotânica pode ajudá-lo na prática anestésica e, principalmente, na segurança de seu paciente.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Recently, the use of medicinal teas - infusions, decoction, tisanes, dyeings - or drugs of vegetal origin are being systematically and increasingly revived to prevent and treat diseases together with conventional medicine in most Western countries. This review aimed at analyzing major herbs that were the basis for the progress of modern anesthetic therapy through their use as molecular models for organic synthesis in fine leading edge modern chemistry, as well as shedding more light on the advantages, potential adverse effects, interactions and risks for side-effects which may affect anesthesia in surgical patients users of phytotherapy. CONTENTS: Selected anesthesiologic considerations are discussed focusing a brief review of popular herbs essentials on the development of anesthetic pharmacology and the potential drug-herb interactions between synthetic drugs used in anesthesia and the medicinal herbs used by patients in their illness and symptoms management. CONCLUSIONS: While specialized Medicine is increasingly fascinated by the advanced technology of new drugs and fantastic monitors, there is an increasing trend in several countries for a more holistic approach and rejection of new treatment methods, with an option for teas, meditation, vegetarian diets and anti-oxidants, among others. It is the anesthesiologist’s role to evaluate how much pharmacognosy and pharmacobotany knowledge may help him in the anesthetic practice and, especially, in patients safety.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Recientemente, el uso de tés medicinales - infusiones, decocciones, tisanas, tinturas - o medicamentos de origen vegetal viene siendo retomado de manera sistemática y creciente en la profilaxis y tratamiento de las enfermedades al lado de la terapéutica convencional en la mayoría de los países occidentales. La presente revisión objetiva analizar las principales plantas que servirán como base de progreso para la moderna terapéutica anestesiólogica a través de su utilización como modelos moleculares para síntesis orgánica en la moderna química fina de punta, bien como suministrar más fundamento sobre beneficios, potenciales efectos adversos, interacciones y riesgo de efectos colaterales que puedan afectar el acto anestésico en el paciente cirúrgico usuario habitual de la fitoterapia. CONTENIDO: Son discutidas las consideraciones anestesiológicas seleccionadas, focalizando una pequeña revisión sobre hierbas medicinales más populares que fueron esenciales en el desenvolvimiento de una farmacología anestesiológica y aún, las potenciales interacciones de plantas medicinales usadas por pacientes para tratar sus enfermedades o controlar sus síntomas con drogas sintéticas usadas en la anestesia. CONCLUSIONES: En cuanto la Medicina especializada se fascina cada vez más con la tecnología avanzada de nuevos fármacos y de fantásticos monitores, crece en varios países el número de pacientes que desean una abordaje mas holística con rechazo de los modernos métodos de tratamiento, optando por tés, meditaciones, dietas vegetarianas, anti-oxidantes, entre otros. Cabe al anestesiologista evaluar cuanto el conocimiento de farmacognosia y de farmacobotánica puede ayudarlo en la práctica anestésica y, principalmente, en la seguridad de su paciente. <![CDATA[<b>Interaction of solanaceous glycoalkaloids with anesthetic drugs</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000300015&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Recentemente, o uso de chás medicinais - infusões, decoctos, tisanas, tinturas - ou medicamentos de origem vegetal vem sendo retomado de maneira sistemática e crescente na profilaxia e tratamento das doenças, ao lado da terapêutica convencional, na maioria dos países ocidentais. A presente revisão objetiva analisar as principais plantas que serviram como base de progresso para a moderna terapêutica anestesiológica através de sua utilização como modelos moleculares para síntese orgânica na moderna química fina de ponta, bem como fornecer mais embasamento sobre benefícios, potenciais efeitos adversos, interações e risco de efeitos colaterais que possam afetar o ato anestésico no paciente cirúrgico usuário habitual de fitoterapia. CONTEÚDO: Considerações anestesiológicas selecionadas são discutidas focalizando uma pequena revisão sobre ervas medicinais mais populares que foram essenciais no desenvolvimento de uma farmacologia anestesiológica e, ainda, as potenciais interações de plantas medicinais usadas por pacientes para tratar suas doenças ou controlar seus sintomas com drogas sintéticas usadas na anestesia. CONCLUSÕES: Enquanto a Medicina especializada fascina-se cada vez mais com a tecnologia avançada de novos fármacos e de fantásticos monitores, cresce em vários países o número de pacientes que desejam uma abordagem mais holística com rejeição dos modernos métodos de tratamento, optando por chás, meditações, dietas vegetarianas, anti-oxidantes, entre outros. Cabe ao anestesiologista avaliar quanto o conhecimento de farmacognosia e de farmacobotânica pode ajudá-lo na prática anestésica e, principalmente, na segurança de seu paciente.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Recently, the use of medicinal teas - infusions, decoction, tisanes, dyeings - or drugs of vegetal origin are being systematically and increasingly revived to prevent and treat diseases together with conventional medicine in most Western countries. This review aimed at analyzing major herbs that were the basis for the progress of modern anesthetic therapy through their use as molecular models for organic synthesis in fine leading edge modern chemistry, as well as shedding more light on the advantages, potential adverse effects, interactions and risks for side-effects which may affect anesthesia in surgical patients users of phytotherapy. CONTENTS: Selected anesthesiologic considerations are discussed focusing a brief review of popular herbs essentials on the development of anesthetic pharmacology and the potential drug-herb interactions between synthetic drugs used in anesthesia and the medicinal herbs used by patients in their illness and symptoms management. CONCLUSIONS: While specialized Medicine is increasingly fascinated by the advanced technology of new drugs and fantastic monitors, there is an increasing trend in several countries for a more holistic approach and rejection of new treatment methods, with an option for teas, meditation, vegetarian diets and anti-oxidants, among others. It is the anesthesiologist’s role to evaluate how much pharmacognosy and pharmacobotany knowledge may help him in the anesthetic practice and, especially, in patients safety.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Recientemente, el uso de tés medicinales - infusiones, decocciones, tisanas, tinturas - o medicamentos de origen vegetal viene siendo retomado de manera sistemática y creciente en la profilaxis y tratamiento de las enfermedades al lado de la terapéutica convencional en la mayoría de los países occidentales. La presente revisión objetiva analizar las principales plantas que servirán como base de progreso para la moderna terapéutica anestesiólogica a través de su utilización como modelos moleculares para síntesis orgánica en la moderna química fina de punta, bien como suministrar más fundamento sobre beneficios, potenciales efectos adversos, interacciones y riesgo de efectos colaterales que puedan afectar el acto anestésico en el paciente cirúrgico usuario habitual de la fitoterapia. CONTENIDO: Son discutidas las consideraciones anestesiológicas seleccionadas, focalizando una pequeña revisión sobre hierbas medicinales más populares que fueron esenciales en el desenvolvimiento de una farmacología anestesiológica y aún, las potenciales interacciones de plantas medicinales usadas por pacientes para tratar sus enfermedades o controlar sus síntomas con drogas sintéticas usadas en la anestesia. CONCLUSIONES: En cuanto la Medicina especializada se fascina cada vez más con la tecnología avanzada de nuevos fármacos y de fantásticos monitores, crece en varios países el número de pacientes que desean una abordaje mas holística con rechazo de los modernos métodos de tratamiento, optando por tés, meditaciones, dietas vegetarianas, anti-oxidantes, entre otros. Cabe al anestesiologista evaluar cuanto el conocimiento de farmacognosia y de farmacobotánica puede ayudarlo en la práctica anestésica y, principalmente, en la seguridad de su paciente. <![CDATA[<b>The bispectral index</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942002000300016&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Recentemente, o uso de chás medicinais - infusões, decoctos, tisanas, tinturas - ou medicamentos de origem vegetal vem sendo retomado de maneira sistemática e crescente na profilaxia e tratamento das doenças, ao lado da terapêutica convencional, na maioria dos países ocidentais. A presente revisão objetiva analisar as principais plantas que serviram como base de progresso para a moderna terapêutica anestesiológica através de sua utilização como modelos moleculares para síntese orgânica na moderna química fina de ponta, bem como fornecer mais embasamento sobre benefícios, potenciais efeitos adversos, interações e risco de efeitos colaterais que possam afetar o ato anestésico no paciente cirúrgico usuário habitual de fitoterapia. CONTEÚDO: Considerações anestesiológicas selecionadas são discutidas focalizando uma pequena revisão sobre ervas medicinais mais populares que foram essenciais no desenvolvimento de uma farmacologia anestesiológica e, ainda, as potenciais interações de plantas medicinais usadas por pacientes para tratar suas doenças ou controlar seus sintomas com drogas sintéticas usadas na anestesia. CONCLUSÕES: Enquanto a Medicina especializada fascina-se cada vez mais com a tecnologia avançada de novos fármacos e de fantásticos monitores, cresce em vários países o número de pacientes que desejam uma abordagem mais holística com rejeição dos modernos métodos de tratamento, optando por chás, meditações, dietas vegetarianas, anti-oxidantes, entre outros. Cabe ao anestesiologista avaliar quanto o conhecimento de farmacognosia e de farmacobotânica pode ajudá-lo na prática anestésica e, principalmente, na segurança de seu paciente.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Recently, the use of medicinal teas - infusions, decoction, tisanes, dyeings - or drugs of vegetal origin are being systematically and increasingly revived to prevent and treat diseases together with conventional medicine in most Western countries. This review aimed at analyzing major herbs that were the basis for the progress of modern anesthetic therapy through their use as molecular models for organic synthesis in fine leading edge modern chemistry, as well as shedding more light on the advantages, potential adverse effects, interactions and risks for side-effects which may affect anesthesia in surgical patients users of phytotherapy. CONTENTS: Selected anesthesiologic considerations are discussed focusing a brief review of popular herbs essentials on the development of anesthetic pharmacology and the potential drug-herb interactions between synthetic drugs used in anesthesia and the medicinal herbs used by patients in their illness and symptoms management. CONCLUSIONS: While specialized Medicine is increasingly fascinated by the advanced technology of new drugs and fantastic monitors, there is an increasing trend in several countries for a more holistic approach and rejection of new treatment methods, with an option for teas, meditation, vegetarian diets and anti-oxidants, among others. It is the anesthesiologist’s role to evaluate how much pharmacognosy and pharmacobotany knowledge may help him in the anesthetic practice and, especially, in patients safety.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Recientemente, el uso de tés medicinales - infusiones, decocciones, tisanas, tinturas - o medicamentos de origen vegetal viene siendo retomado de manera sistemática y creciente en la profilaxis y tratamiento de las enfermedades al lado de la terapéutica convencional en la mayoría de los países occidentales. La presente revisión objetiva analizar las principales plantas que servirán como base de progreso para la moderna terapéutica anestesiólogica a través de su utilización como modelos moleculares para síntesis orgánica en la moderna química fina de punta, bien como suministrar más fundamento sobre beneficios, potenciales efectos adversos, interacciones y riesgo de efectos colaterales que puedan afectar el acto anestésico en el paciente cirúrgico usuario habitual de la fitoterapia. CONTENIDO: Son discutidas las consideraciones anestesiológicas seleccionadas, focalizando una pequeña revisión sobre hierbas medicinales más populares que fueron esenciales en el desenvolvimiento de una farmacología anestesiológica y aún, las potenciales interacciones de plantas medicinales usadas por pacientes para tratar sus enfermedades o controlar sus síntomas con drogas sintéticas usadas en la anestesia. CONCLUSIONES: En cuanto la Medicina especializada se fascina cada vez más con la tecnología avanzada de nuevos fármacos y de fantásticos monitores, crece en varios países el número de pacientes que desean una abordaje mas holística con rechazo de los modernos métodos de tratamiento, optando por tés, meditaciones, dietas vegetarianas, anti-oxidantes, entre otros. Cabe al anestesiologista evaluar cuanto el conocimiento de farmacognosia y de farmacobotánica puede ayudarlo en la práctica anestésica y, principalmente, en la seguridad de su paciente.