Scielo RSS <![CDATA[Revista Brasileira de Anestesiologia]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=0034-709420030002&lang=en vol. 53 num. 2 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[<B>Componentes da atividade anestésica</B>: <B>uma nova visão</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942003000200001&lng=en&nrm=iso&tlng=en <![CDATA[<B>Electroneourophysiological changes in anesthesia with sevoflurane</B>: <B>comparative study between healthy and cerebral palsy patients</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942003000200002&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Estudos avaliando a farmacodinâmica de drogas anestésicas em Paralisia Cerebral (PC) são escassos. O objetivo deste estudo foi comparar a resposta eletroneurofisiológica de pacientes normais e com PC à anestesia com sevoflurano, utilizando o EEG bispectral (BIS) e potencial evocado somatossensitivo de curta latência (PESS) como técnica de monitorização do grau de profundidade anestésica. MÉTODO: Foram selecionados 24 pacientes de 3 a 18 anos, candidatos a cirurgias na Rede Sarah de Hospitais do Aparelho Locomotor, divididos em 2 grupos: 1. PC - 12 crianças com PC tipo espástica; 2. Controle (C) - 12 crianças sem doença do SNC. A anestesia foi realizada com sevoflurano associado a N2O a 60% em ventilação assistida. As variáveis BIS e ondas N9, N13, N19 e P/N 22 do PESS - latência e amplitude - foram avaliadas nas frações expiradas de sevoflurano (FEsev) de 1,2 e 2,5% (0,5 e 1 CAM). Foram monitorizadas a temperatura e a P ET CO2. Para análise foram utilizadas média e desvio-padrão para o BIS, e média da variação percentual dos valores de latência e amplitude das ondas do PESS, nas duas concentrações do anestésico. RESULTADOS: Não houve diferença de sexo, idade, peso e temperatura entre os grupos. Sob efeito da anestesia, os valores de BIS foram mais reduzidos no grupo PC, sendo a diferença entre os grupos estatisticamente significante com a FEsev 2,5% (30,3 x 37,5; p < 0,05). O aumento percentual da latência das ondas do PESS foi maior no grupo PC. CONCLUSÕES: Os resultados sugerem um efeito depressor maior do anestésico no grupo com PC, sendo esta diferença captada pelo BIS e PESS.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: There are very few studies on anesthetic drugs pharmacodynamics in patients with Cerebral Palsy (CP). This study aimed at comparing electroneurophysiological responses in healthy and CP patients, using bispectral index (BIS) and short-latency somatosensory evoked potential (SEP) to monitore sevoflurane-induced central nervous system (CNS) electroneurophysiological changes. METHODS: Twenty four patients aged 3 to 18 years, scheduled for surgical procedures were allocated in two groups: 1. CP - 12 patients with spastic CP; 2. Control (C) - 12 patients with no neurological disease. Anesthesia was induced with sevoflurane and 60% N2O in assisted ventilation. BIS and N9, N13, N19 and N/P22 SEP waveforms - amplitude and latency - were recorded at baseline and at 1.2% and 2.5% end-tidal sevoflurane concentration (ETsev), corresponding to 0.5 and 1 MAC, respectively. Monitoring consisted of temperature, ETsev and P ET CO2. For statistical analysis, BIS mean and standard deviation as well as means percentage variation of SEP waveforms latency and amplitude in both anesthetic concentrations, were used. RESULTS: There were no significant differences in gender, age, weight and temperature between groups. Under anesthesia, BIS values were lower in the CP group, whit statistical significance only at 2.5% ETsev (30.3 x 37.5; p < 0.05). Percentage SEP waveforms latency increase was higher in the CP group. CONCLUSIONS: Results suggest a deeper anesthetic depressing effect in the CP group and this difference was captured by BIS and SEP waves.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Estudios evaluando la farmacodinámica de drogas anestésicas en Parálisis Cerebral (PC) son escasos. El objetivo de este estudio fue comparar la respuesta eletroneurofisiológica de pacientes normales y con PC a la anestesia con sevoflurano, utilizando el EEG bispectral (BIS) y potencial evocado somatosensitivo de corta latencia (PESS) como técnica de monitorización del grado de profundidad anestésica. MÉTODO: Fueron seleccionados 24 pacientes de 3 a 18 años, candidatos a cirugías en la Red Sarah de Hospitales del Aparato Locomotor, divididos en 2 grupos: 1. PC - 12 niños con PC tipo espástica; 2. Control (C) - 12 niños sin enfermedad del SNC. La anestesia fue realizada con sevoflurano asociado a N2O a 60% en ventilación asistida. Las variables BIS y ondas N9, N13, N19 y P/N 22 del PESS - latencia y amplitud - fueron evaluadas en las fracciones expiradas de sevoflurano (FEsev) de 1,2 y 2,5% (0,5 y 1 CAM). Fueron monitoradas la temperatura y la P ET CO2. Para análisis fueron utilizadas media y desvio-patrón para el BIS, y media de la variación porcentual de los valores de latencia y amplitud de las ondas del PESS, en las dos concentraciones del anestésico. RESULTADOS: No hubo diferencia de sexo, edad, peso y temperatura entre los grupos. Bajo efecto de la anestesia, los valores de BIS fueron mas reducidos en el grupo PC, siendo la diferencia entre los grupos estadísticamente significante con la FEsev 2,5% (30,3 x 37,5; p < 0,05). El aumento porcentual de la latencia de las ondas del PESS fue mayor en el grupo PC. CONCLUSIONES:Los resultados sugieren un efecto depresor mayor del anestésico en el grupo con PC, siendo esta diferencia captada pelo BIS y PESS. <![CDATA[<B>Continuous epidural anesthesia with 0.2% ropivacaine associated to general anesthesia for upper abdominal surgery in children</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942003000200003&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Técnicas anestésicas têm sido empregadas em pacientes pediátricos para vários tipos de cirurgias, apresentando entre outras vantagens, a analgesia pós-operatória. O objetivo deste estudo foi avaliar o ritmo de infusão de propofol e a recuperação pós-anestésica de crianças submetidas à cirurgia abdominal alta sob anestesia peridural torácica com ropivacaína a 0,2%, associada à anestesia geral com propofol ou propofol mais sufentanil. MÉTODO: Vinte e seis crianças ASA I, II e III, com idades entre 0 e 4 anos, submetidas à cirurgia abdominal alta foram selecionadas para anestesia peridural torácica (T7-T8) com ropivacaína a 0,2% (1,5 ml.kg-1). Foram divididas aleatoriamente em dois grupos: Propofol (infusão de propofol) e Sufentanil (infusão de propofol mais sufentanil 1 µg.kg-1). Os ritmos de infusões de propofol foram de 20 e 10 mg.kg-1.h-1 nos grupos Propofol e Sufentanil, respectivamente, ajustadas de modo a manter a pressão arterial cerca de 20% dos valores pré-indução e interrompidas 10 a 15 minutos antes do final estimado da cirurgia. A recuperação pós-anestésica foi avaliada através de uma escala modificada de Aldrete-Kroulik e a sedação avaliada através de uma escala de 5 pontos. RESULTADOS: Duas crianças de cada grupo foram excluídas por problemas técnicos. O ritmo de infusão foi significativamente menor no grupo Sufentanil em relação ao grupo Propofol durante 100 minutos após o início da cirurgia. Os tempos para extubação e transferência para a sala de recuperação pós-anestésica (SRPA) foram significativamente menores no grupo Propofol, porém a intensidade e a duração da sedação foram maiores nesse grupo em relação ao grupo Sufentanil. Os escores de recuperação foram similares nos dois grupos. Após 3 horas na SRPA, todos pacientes haviam atingido os critérios para transferência para as enfermarias. Hipotensão arterial transitória foi observada em 2 pacientes do grupo Sufentanil. CONCLUSÕES: A combinação da anestesia peridural torácica contínua com ropivacaína a 0,2% (1,5 ml.kg-1) associada à infusão de propofol promove anestesia efetiva e segura para cirurgias abdominais altas em crianças. O ritmo de infusão de propofol e o tempo de sedação foram reduzidos com a adição de sufentanil.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Several anesthetic techniques have been proposed for different pediatric surgeries to promote postoperative analgesia, among other advantages. This study aimed at evaluating propofol infusion rate and postanesthetic recovery of children submitted to upper abdominal surgeries under epidural anesthesia with 0.2% ropivacaine associated to general anesthesia with propofol or propofol plus sufentanil. METHODS: Participated in this study 26 children physical status ASA I, II and III, aged 0 to 4 years, were scheduled to upper abdominal surgeries under thoracic epidural anesthesia (T7-T8) with 0.2% ropivacaine (1.5 ml.kg-1). They were randomly distributed in two groups: Propofol (propofol infusion) and Sufentanil (propofol infusion plus 1 µg.kg-1 sufentanil). Propofol infusion rates were 20 and 10 mg.kg-1.h-1 for the Propofol and Sufentanil groups, respectively, adjusted to maintain blood pressure in approximately 20% of baseline values and withdrawn 10 to 15 minutes before estimated surgery completion. Postanesthetic recovery was evaluated by a modified Aldrete-Kroulik scale and sedation was evaluated by a 5 grade score. RESULTS: Techical difficulties excluded two children of each group. Infusion rate was significantly slower in the Sufentanil group as compared to the Propofol group during 100 minutes after beginning of surgery. Time for extubation and referral to post-anesthetic recovery unit (PACU) was significantly shorter for the Propofol group, however sedation intensity and duration were longer in this group as compared to Sufentanil group. Recovery scores were similar for both groups. Three hours after PACU admission all patients were meeting criteria to be transferred to the ward. Transient arterial hypotension was observed in 2 Sufentanil group patients. CONCLUSIONS: Continuous thoracic epidural anesthesia with 0.2% ropivacaine (1.5 mg.kg-1) associated to propofol infusion provides effective and safe anesthesia for upper pediatric abdominal surgeries. Propofol infusion rate and sedation duration were decreased with the association of sufentanil.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Técnicas anestésicas han sido empleadas en pacientes pediátricos para varios tipos de cirugías, presentando entre otras ventajas, la analgesia pós-operatoria. El objetivo de este estudio fue evaluar el ritmo de infusión de propofol y la recuperación pós-anestésica de niños sometidos a cirugía abdominal alta bajo anestesia peridural torácica con ropivacaína a 0,2%, asociada a anestesia general con propofol o propofol más sufentanil. MÉTODO: Veintiséis niños ASA I, II y III, con edades entre 0 y 4 años, sometidos a cirugía abdominal alta fueron seleccionados para anestesia peridural torácica (T7-T8) con ropivacaína a 0,2% (1,5 ml.kg-1). Fueron divididos aleatoriamente en dos grupos: Propofol (infusión de propofol) y Sufentanil (infusión de propofol más sufentanil 1 µg.kg-1). Los ritmos de infusiones de propofol fueron de 20 y 10 mg.kg-1.h-1 en los grupos Propofol y Sufentanil, respectivamente, ajustadas de modo a mantener la presión arterial cerca de 20% de los valores pré-inducción e interrumpidas 10 a 15 minutos antes del final estimado de la cirugía. La recuperación pós-anestésica fue evaluada a través de una escala modificada de Aldrete-Kroulik y sedación evaluada a través de una escala de 5 puntos. RESULTADOS: Dos niños de cada grupo fueron excluidos por problemas técnicos. El ritmo de infusión fue significativamente menor en el grupo Sufentanil en relación al grupo Propofol durante 100 minutos después del inicio de la cirugía. Los tiempos para extubación y transferencia para la sala de recuperación pós-anestésica (SRPA) fueron significativamente menores en el grupo Propofol, sin embargo, la intensidad y duración de la sedación fueron mayores en ese grupo en relación al grupo Sufentanil. Los escores de recuperación fueron similares en los dos grupos. Después de 3 horas en la SRPA, todos los pacientes habían llegado a los criterios de transferencia para las enfermarías. Hipotensión arterial transitoria fue observada en 2 pacientes del grupo Sufentanil. CONCLUSIONES: La combinación de la anestesia peridural torácica continua con ropivacaína a 0,2% (1,5 ml.kg-1) asociada a la infusión de propofol promueve anestesia efectiva y segura para cirugías abdominales altas en niños. El ritmo de infusión de propofol y el tiempo de sedación fueron reducidos con la adición de sufentanil. <![CDATA[<B>Comparative study between 0.5% bupivacaine and 0.5% enantiomeric mixture of bupivacaine (S75-R25) in epidural anesthesia</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942003000200004&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A mistura enantiomérica de bupivacaína (S75-R25) vem sendo empregada pela sua propriedade anestésica com menor toxicidade do que a bupivacaína racêmica. O objetivo deste estudo é comparar a bupivacaína a 0,5% com a mistura enantiomérica de bupivacaína a 0,5% (S75-R25) em anestesia peridural. MÉTODO: Foram incluídos no estudo 44 pacientes divididos em dois grupos (n=22) denominados de Bupivacaína e S75-R25. Os pacientes foram medicados com midazolam por via venosa. A anestesia peridural foi realizada no espaço L3-L4 ou L2-L3, e administrado 16 a 24 ml da solução do anestésico local. O grupo Bupivacaína recebeu bupivacaína a 0,5% com vasoconstritor. O grupo S75-R25 recebeu a mistura enantiomérica de bupivacaína a 0,5% com vasoconstritor. Foram avaliados a temperatura do membro inferior antes e após o bloqueio peridural, o tempo de latência do bloqueio, o tipo de alteração referida pelo paciente, possíveis falhas sensoriais, nível sensorial metamérico e o grau de bloqueio motor. Na sala de recuperação pós-anestésica, foi anotado o tempo de requisição do primeiro analgésico. RESULTADOS: Fizeram parte da avaliação final 41 pacientes. Os grupos foram demograficamente semelhantes. A dose per-operatória de midazolam, o volume de anestésico local por via peridural, o tempo de latência para a instalação do bloqueio, falhas sensoriais a picada da agulha, temperatura do membro inferior nos diferentes tempos, o tipo de sensação parestésica, e o nível anestésico em dermátomos foram semelhantes entre os grupos. O grau de bloqueio motor foi mais intenso para o grupo Bupivacaína, comparado ao grupo S75-R25 (p = 0,0117). O tempo para requisição do primeiro analgésico no período pós-operatório foi superior para o grupo S75-R25, comparado ao grupo Bupivacaína (596 ± 436 minutos versus 463 ± 270 minutos, respectivamente; p = 0,04572). A incidência de efeitos adversos foi semelhante entre os grupos. CONCLUSÕES: A mistura enantiomérica de bupivacaína (S75-R25) apresentou maior tempo analgésico e menor grau de bloqueio motor, comparada com a solução de bupivacaína racêmica.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: A bupivacaine formulation containing 25% of R(+) and 75% of S(-) isomer has been used because its anesthetic properties with less toxicity than the racemic bupivacaine. This study aimed at evaluating the racemic bupivacaine as compared to B25/75 in epidural anesthesia. METHODS: Participated in this study 44 patients who were distributed in two groups (n = 22), namely Bupivacaine and S75-R25. Patients were premedicated with intravenous midazolam. Epidural anesthesia was induced at L3-L4 or L2-L3 interspace with 16 to 24 ml of the anesthetic solution. Group Bupivacaine received 0.5% bupivacaine with vasoconstrictor. Group S75-R25 received the enantiomeric mixture of 0.5% bupivacaine with vasoconstrictor. The following parameters were evaluated: lower limb temperature before and after epidural block, blockade onset, type of sensation referred by the patient, possible sensory failures, metameric sensory level and motor block level. Time for first analgesic request in the PACU was also recorded. RESULTS: Forty-one patients completed the study. Groups were demographically similar. Perioperative midazolam dose, epidural anesthetic volume, blockade onset, sensory failures at pinprick, lower limb temperature in different moments, type of paresthesia sensation and anesthetic depth in dermatomes were similar between groups. Motor block was less intense in group S75-R25 (p = 0.0117) as compared to group Bupivacaine. Time to first postoperative analgesic dose was longer for group S75-R25 as compared to group Bupivacaine (596 ± 436 min versus 463 ± 270 min, respectively; p= 0.04572). The incidence of adverse effects was similar between groups. CONCLUSIONS: Enantiomeric bupivacaine (S75-R25) resulted in longer analgesia and less intense motor block as compared to racemic bupivacaine.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La mezcla enantiomérica de bupivacaína (S75-R25) viene siendo empleada por su propiedad anestésica con menor toxicidad de que la bupivacaína racémica. El objetivo de este estudio es comparar la bupivacaína a 0,5% con la mezcla enantiomérica de bupivacaína a 0,5% (S75-R25) en anestesia peridural. MÉTODO: Fueron incluidos en el estudio 44 pacientes divididos en dos grupos (n=22) denominados de Bupivacaína y S75-R25. Los pacientes fueron medicados con midazolam por vía venosa. La anestesia peridural fue realizada en el espacio L3-L4 ó L2-L3, y administrado 16 a 24 ml de la solución del anestésico local. El grupo Bupivacaína recibió bupivacaína a 0,5% con vasoconstrictor. El grupo S75-R25 recibió la mezcla enantiomérica de bupivacaína a 0,5% con vasoconstrictor. Fueron evaluados la temperatura del miembro inferior antes y después del bloqueo peridural, el tiempo de latencia del bloqueo, el tipo de alteración referida por el paciente, posibles fallas sensoriales, nivel sensorial metamérico y el grado de bloqueo motor. En la sala de recuperación pós-anestésica, fue anotado el tiempo de requisición del primero analgésico. RESULTADOS: Hicieron parte de la evaluación final 41 pacientes. Los grupos fueron demográficamente semejantes. La dosis per-operatoria de midazolam, el volumen de anestésico local por vía peridural, el tiempo de latencia para la instalación del bloqueo, fallas sensoriales la picada de la aguja, temperatura del miembro inferior en los diferentes tiempos, el tipo de sensación parestésica, y el nivel anestésico en dermátomos fueron semejantes entre los grupos. El grado de bloqueo motor fue más intenso para el grupo Bupivacaína, comparado al grupo S75-R25 (p = 0,0117). El tiempo para requisición del primero analgésico en el período pós-operatorio fue superior para el grupo S75-R25, comparado al grupo Bupivacaína (596 ± 436 minutos versus 463 ± 270 minutos, respectivamente; p = 0,04572). La incidencia de efectos adversos fue semejante entre los grupos. CONCLUSIONES: La mezcla enantiomérica de bupivacaína (S75-R25) presentó mayor tiempo analgésico y menor grado de bloqueo motor, comparada con la solución de bupivacaína racémica <![CDATA[<B>Comparative study between 0.5% bupivacaine, 0.5% enantiomeric mixture of bupivacaine (S75-R25) and 0.75% ropivacaine, all associated to fentanyl, for epidural cesarean section anesthesia</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942003000200005&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Estudos clínicos com enantiômeros levógiros dos anestésicos locais demonstraram maior segurança em função de menor cardiotoxicidade. Este estudo visou avaliar a qualidade da anestesia e as repercussões maternas e fetais com o emprego da bupivacaína a 0,5%, com a mistura enantiomérica da bupivacaína (S75-R25) a 0,5% e com a ropivacaína a 0,75% associadas ao fentanil, por via peridural em cesarianas. MÉTODO: Foram avaliadas 90 gestantes, estado físico ASA I, submetidas à cesariana eletiva sob anestesia peridural e divididas em 3 grupos: no grupo I receberam 23 ml de bupivacaína a 0,5% com epinefrina; no grupo II receberam 23 ml da mistura enantiomérica de bupivacaína (S75-R25) a 0,5% com epinefrina e no grupo III receberam 23 ml de ropivacaína a 0,75%. Associaram-se 2 ml de fentanil aos anestésicos locais. Foram avaliados: tempo de latência, duração da analgesia, grau de bloqueios motor e sensitivo, tempos de histerotomia e delivramento, relaxamento muscular e qualidade da anestesia, alterações hemodinâmicas e respiratórias maternas, presença de efeitos colaterais e vitalidade dos recém-nascidos através do índice de Apgar e da gasometria do cordão umbilical. RESULTADOS: Não houve diferença entre os grupos, exceto na qualidade da anestesia. Nos grupos com predominância da fração levógira foi clinicamente inferior, havendo necessidade de complementação da anestesia em 3 casos. A duração da analgesia foi maior no grupo da ropivacaína. CONCLUSÕES: A mistura enantiomérica (S75-R25) da bupivacaína a 0,5% e a ropivacaína a 0,75% por via peridural proporcionaram boas condições, tanto quanto a bupivacaína a 0,5%, para a realização do ato anestésico-cirúrgico. As repercussões nos neonatos mostraram que os agentes anestésicos foram igualmente seguros.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Clinical trials with local anesthetic levo-enantiomers have shown higher safety due to lower cardiotoxicity. This study aimed at evaluating quality of anesthesia and maternal/fetal repercussions of 0.5% bupivacaine, enantiomeric 0.5% bupivacaine (S75-R25) and 0.75% ropivacaine, all associated to fentanyl, in epidural cesarean section anesthesia. METHODS: Participated in this study 90 full-term pregnant women, physical status ASA I, submitted to elective cesarean section under epidural anesthesia, who were divided into tree groups: group I - 23 ml racemic 0.5% bupivacaine with epinephrine; Group II -23 ml enantiomeric 0.5% bupivacaine (S75-R25) with epinephrine; Group III - 23 ml of 0.75% ropivacaine. Fentanyl (2 ml) was associated to local anesthetics in all groups. The following parameters were evaluated: onset, analgesia duration, sensory and motor block degree, time to hysterotomy and delivery, quality of muscle relaxation and anesthesia, maternal hemodynamic and respiratory changes, newborn vitality (evaluated through Apgar score and cord-blood gases analysis), and side-effects. RESULTS: There were no differences among groups, except for anesthesia quality. In groups with predominant levo-enantiomer fraction were clinically worse with the need for anesthetic complementation in three cases. Analgesia duration was longer in the ropivacaine group. CONCLUSIONS: Enantiomeric mixture 0.5% bupivacaine (S75-R25) and 0.75% ropivacaine for epidural anesthesia have provided as good conditions as racemic 0.5% bupivacaine for the surgical act. Newborn repercussions have shown that all solutions were equally safe.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Estudios clínicos con enantiómeros levógiros de los anestésicos locales demostraron mayor seguridad en función de menor cardiotoxicidad. Este estudio visó evaluar la calidad de la anestesia y las repercusiones maternas y fetales con el empleo de la bupivacaína a 0,5%, con la mezcla enantiomérica de la bupivacaína (S75-R25) a 0,5% y con la ropivacaína a 0,75% asociadas al fentanil, por vía peridural en cesáreas. MÉTODO: Fueron evaluadas 90 gestantes sometidas a cesáreas electivas bajo anestesia peridural y divididas en 3 grupos: en el grupo I recibieron 23 ml de bupivacaína a 0,5% con epinefrina; en el grupo II recibieron 23 ml de la mezcla enantiomérica de bupivacaína (S75-R25) a 0,5% con epinefrina y en el grupo III recibieron 23 ml de ropivacaína a 0,75%. Se asociaron 2 ml de fentanil a los anestésicos locales. Fueron evaluados: tiempo de latencia, duración de la analgesia, grado de bloqueos motor y sensitivo, tiempos de histerotomia y delibramiento, relajamiento muscular y calidad de la anestesia, alteraciones hemodinámicas y respiratorias maternas, presencia de efectos colaterales y vitalidad de los recién-nacidos a través del índice de Apgar y de la gasometria del cordón umbilical. RESULTADOS: No he habido diferencia entre los grupos, excepto en la calidad de la anestesia. En los grupos con predominancia de la fracción levógira fue clínicamente inferior, habiendo necesidad de complementación de la anestesia en 3 casos. La duración de la analgesia fue mayor en el grupo de la ropivacaína. CONCLUSIONES: La mezcla enantiomérica (S75-R25) de la bupivacaína a 0,5% y la ropivacaína a 0,75% por vía peridural proporcionaron buenas condiciones, tanto cuanto a la bupivacaína a 0,5%, para la realización del acto anestésico quirúrgico. Las repercusiones en los neonatos, mostraron que los agentes anestésicos fueron igualmente seguros. <![CDATA[<B>Postoperative analgesia following orthopedic surgery</B>: <B>a study comparing perivascular lumbar plexus inguinal block with ropivacaine (3 in 1) and spinal anesthesia with morphine</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942003000200006&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O bloqueio do plexo lombar pelo acesso perivascular inguinal, chamado de bloqueio 3 em 1, tem sido utilizado para analgesia pós-operatória. O objetivo deste estudo foi comparar a analgesia pós-operatória do bloqueio 3 em 1 a da morfina subaracnóidea em pacientes submetidos a cirurgias ortopédicas em membro inferior (MI). MÉTODO: Foram estudados 40 pacientes escalados para cirurgia ortopédica de MI, de ambos os sexos, estado físico ASA I e II, com idades entre 15 e 75 anos, distribuídos em 2 grupos (M e BPL). Foi realizada anestesia subaracnóidea em todos os pacientes, em L3-L4 ou L4-L5, com 20 mg de bupivacaína isobárica a 0,5%. No grupo M (n = 20) foi associado 50 µg de morfina ao anestésico local. No grupo BPL (n = 20) foi realizado o bloqueio 3 em 1 ao término da cirurgia, utilizando 200 mg de ropivacaína a 0,5%. Avaliou-se a analgesia e a intensidade da dor às 4, 8, 12, 14, 16, 20 e 24 horas após o término da cirurgia, o nível do bloqueio subaracnóideo, o tempo cirúrgico e as complicações. RESULTADOS: A duração da analgesia no grupo BPL foi de 13,1 ± 2,47, enquanto no grupo M todos os pacientes referiam dor e ausência de bloqueio motor no primeiro instante avaliado (4 horas). Houve falha do bloqueio de um dos 3 nervos em 3 pacientes. A incidência de náusea e prurido foi significativamente maior no grupo M. Quanto à retenção urinária, não houve diferença significante entre os grupos. Não houve depressão respiratória, hipotensão arterial ou bradicardia. A analgesia pós-operatória foi mais efetiva no grupo BPL, comparada ao grupo M às 4, 8, 12,14 e 16 horas. Às 20 e 24 horas não houve diferença significante entre os grupos. CONCLUSÕES: A analgesia pós-operatória proporcionada pelo bloqueio 3 em 1 apresentou efeitos colaterais inferiores à morfina subaracnóidea com tempo de analgesia semelhante.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Perivascular Lumbar plexus inguinal block, (3-in-1 block) has been used for postoperative analgesia. This study aimed at comparing postoperative analgesia of 3-in-1 block and spinal morphine in patients submitted to lower limb orthopedic surgeries (LL). METHODS: Forty ASA I - II patients of both genders, aged 15 to 75 years, scheduled for LL orthopedic surgeries, were distributed in two groups: (M and LPB). Spinal anesthesia was performed in all patients at L3-L4 or L4-L5 with 20 mg of 0.5% isobaric bupivacaine. In group M (n = 20), 50 µg morphine were associated to local anesthetics. In group LPB (n = 20) 3-in-1 blockade was performed after surgery with 200 mg of 0.5% ropivacaine. Analgesia and pain intensity were evaluated at 4, 8, 12, 14, 16, 20 and 24 hours after surgery completion, in addition to spinal blockade level, surgery duration and complications. RESULTS: Analgesia duration in group LPB was 13.1 ± 2.47 while all group M patients referred pain and lack of motor block in the first moment evaluated (4 hours). There has been blockade failure in one of the three nerves in three patients. The incidence of nausea and pruritus was significantly higher in group M. There was no significant difference between groups in urinary retention. There were no respiratory depression, arterial hypotension or bradycardia. Postoperative analgesia was more effective in group LPB as compared to group M at 4, 8, 12, 14 and 16 hours. There were no significant differences between groups at 20 and 24 hours. CONCLUSIONS: Postoperative analgesia induced by 3-in-1 blockade showed less side-effects as compared to spinal morphine with similar analgesia duration.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: El bloqueo del plexo lumbar por el acceso perivascular inguinal, llamado de bloqueo 3 en 1, ha sido utilizado para analgesia pós-operatoria. El objetivo de este estudio fue comparar la analgesia pós-operatoria del bloqueo 3 en 1 a la de la morfina subaracnóidea en pacientes sometidos a cirugías ortopédicas en miembro inferior (MI). MÉTODO: Fueron estudiados 40 pacientes escalados para cirugía ortopédica de MI, de ambos sexos, estado físico ASA I y II, con edades entre 15 y 75 años, distribuidos en 2 grupos (M y BPL). Fue realizada anestesia subaracnóidea en todos los pacientes, en L3-L4 ó L4-L5, con 20 mg de bupivacaína isobárica a 0,5%. En el grupo M (n = 20) fue asociado 50 µg de morfina al anestésico local. En el grupo BPL (n = 20) fue realizado el bloqueo 3 en 1 al término de la cirugía, utilizando 200 mg de ropivacaína a 0,5%. Se evaluó la analgesia y la intensidad del dolor a las 4, 8, 12, 14, 16, 20 y 24 horas después del término de la cirugía, el nivel del bloqueo subaracnóideo, el tiempo quirúrgico y las complicaciones. RESULTADOS: La duración de la analgesia en el grupo BPL fue de 13,1 ± 2,47, en cuanto en el grupo M todos los pacientes referían dolor y ausencia de bloqueo motor en el primero instante evaluado (4 horas). Hubo falla del bloqueo de uno de los 3 nervios en 3 pacientes. La incidencia de náusea y prurito fue significativamente mayor en el grupo M. Cuanto a la retención urinaria, no hubo diferencia significante entre los grupos. No hubo depresión respiratoria, hipotensión arterial o bradicardia. La analgesia pós-operatoria fue mas efectiva en el grupo BPL, comparada al grupo M a las 4, 8, 12,14 y 16 horas. A las 20 y 24 horas no hubo diferencia significante entre los grupos. <![CDATA[<B>Dexmedetomidine/propofol association for plastic surgery sedation during local anesthesia</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942003000200007&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A dexmedetomidina é um novo agonista alfa2-adrenérgico com propriedades potencialmente úteis em anestesia. Este estudo comparativo tem por finalidade observar os efeitos da dexmedetomidina sobre o consumo de propofol e a evolução dos parâmetros cardiovasculares e respiratórios, quando incluída em técnica de sedação durante anestesia local em cirurgia plástica. MÉTODO: Participaram do estudo 40 pacientes do sexo feminino com idades entre 16 e 60 anos, estado físico ASA I ou II, submetidas a cirurgias plásticas eletivas sob anestesia local. Foram distribuídas aleatoriamente em dois grupos de vinte: C (controle) e D (dexmedetomidina). Em ambos, a sedação foi obtida com propofol na dose em bolus inicial de 1 mg.kg-1 seguida de infusão contínua em velocidade ajustada para se obter grau de sedação consciente. No grupo D, as pacientes receberam infusão venosa contínua de dexmedetomidina à velocidade de 0,01 µg.kg-1.min-1, concomitante com a de propofol. Foram avaliados: efeito da dexmedetomidina sobre o consumo de propofol; variação dos parâmetros cardiovasculares (PAS, PAD, PAM, FC) e respiratórios (SpO2, P ET CO2); qualidade do controle do sangramento per-operatório e características da recuperação pós-anestésica. RESULTADOS: A velocidade média de infusão de propofol foi menor no grupo D (35,2 ± 5,3 µg.kg-1.min-1) do que no grupo C (72,6 ± 8,5 µg.kg-1.min-1). Os valores médios de PAS, PAD e PAM decresceram em relação ao inicial, a partir dos 30 minutos, no grupo D, mantendo-se a seguir estáveis até o final; no grupo C, aumentaram. A FC manteve-se estável no grupo D e aumentou a partir dos 30 minutos no grupo C. O tempo médio para obedecer ao comando de "abrir os olhos" foi menor no grupo D (6,3 ± 2,5 min) em relação ao C (8,9 ± 2,7 min). O controle do sangramento per-operatório foi superior no grupo D em relação ao C. CONCLUSÕES: O emprego da dexmedetomidina associada ao propofol apresenta as seguintes vantagens: redução do consumo de propofol, estabilidade dos parâmetros cardiovasculares, controle adequado do sangramento per-operatório, ausência de efeito importante sobre a ventilação.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Dexmedetomidine is a new alpha2-adrenergic receptor agonist with potentially useful characteristics for anesthesia. This comparative study aimed at evaluating the effects of dexmedetomidine on propofol requirements and cardiovascular/respiratory stability during plastic surgery sedation under local anesthesia. METHODS: Participated in this study 40 female patients aged 16 to 60 years, physical status ASA I or II, scheduled for elective face, nose and breast plastic surgeries under local anesthesia. Patients were randomly allocated into two groups of twenty patients: C (control) and D (dexmedetomidine). Sedation was achieved in both groups with 1 mg.kg-1 bolus propofol followed by continuous infusion at an adjusted rate to provide conscious sedation. Group D patients received continuous intravenous dexmedetomidine at a rate of 0.01 µg.kg-1.min-1, concomitant with propofol infusion. The following were evaluated: effect of dexmedetomidine on propofol requirements; cardiovascular (SBP, DBP, MBP, HR) and respiratory (SpO2, P ET CO2) parameters; quality of perioperative bleeding control and postanesthetic recovery features. RESULTS: Mean propofol infusion rate was lower in group D (35.2 ± 5.3 µg.kg-1.min-1) as compared to group C (72.6 ± 8.5 µg.kg-1.min-1). Mean SBP, DBP, MBP values have decreased as from 30 min in group D, remaining stable until procedure completion, while in Group C they have increased. HR remained stable in group D where as increased as from 30 min in group C. Mean time to open eyes under command was lower in group D (6.3 ± 2.5 min) as compared to group C (8.9 ± 2.7 min). Perioperative bleeding control was better in group D as compared to group C. CONCLUSIONS: Dexmedetomidine/propofol association for sedation is safe and has the following advantages: decrease in propofol requirements, cardiovascular stability, good perioperative bleeding control, lack of significant effects on ventilation.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La dexmedetomidina es un nuevo agonista alfa2-adrenérgico con propiedades potencialmente útiles en anestesia. Este estudio comparativo tiene por finalidad observar los efectos de la dexmedetomidina sobre el consumo de propofol y la evolución de los parámetros cardiovasculares y respiratorios, cuando incluida en técnica de sedación durante anestesia local en cirugía plástica. MÉTODO: Participaron del estudio 40 pacientes del sexo femenino con edades entre 15 y 60 años, estado físico ASA I ó II, sometidas a cirugías plásticas electivas bajo anestesia local. Fueron distribuidas aleatoriamente en dos grupos de veinte: C (control) y D (dexmedetomidina). En ambos, la sedación fue obtenida con propofol en la dosis en bolus inicial de 1,0 mg.kg-1 seguida de infusión continua en velocidad ajustada para obtenerse grado de sedación consciente. En el grupo D, las pacientes recibieron infusión venosa continua de dexmedetomidina a la velocidad de 0,01 µg.kg-1.min-1, concomitante con la de propofol. Fueron evaluados: efecto de la dexmedetomidina sobre el consumo de propofol; variación de los parámetros cardiovasculares (PAS, PAD, PAM, FC) y respiratorios (SpO2, P ET CO2); calidad del control del sangramiento per-operatorio y características de la recuperación pós-anestésica. RESULTADOS: La velocidad media de infusión de propofol fue menor en el grupo D (35,2 ± 5,3 µg.kg-1.min-1) de que en el grupo C (72,6 ± 8,5 µg.kg-1.min-1). Los valores medios de PAS, PAD y PAM decrecieron en relación al inicial, a partir de los 30 minutos, en el grupo D, manteniéndose a seguir estables hasta el final; en el grupo C, aumentaron. La FC se mantuvo estable en el grupo D y aumentó significativamente a partir de los 30 minutos en el grupo C. El tiempo medio para obedecer al comando de "abrir los ojos" fue menor en el grupo D (6,3 ± 2,5 min) en relación al C (8,9 ± 2,7 min). El control del sangramiento per-operatorio fue superior en el grupo D en relación al C. CONCLUSIONES: El empleo de la dexmedetomidina asociada al propofol presenta las siguientes ventajas: reducción del consumo de propofol, estabilidad de los parámetros cardiovasculares, control adecuado del sangramiento per-operatorio, ausencia de efecto importante sobre la ventilación. <![CDATA[<B>Subdural anesthesia after epidural puncture</B>: <B>two case reports</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942003000200008&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Anestesias condutivas peridurais são realizadas amplamente no nosso meio. A anestesia subdural acidental após punção peridural é uma complicação rara. O objetivo deste relato é descrever dois casos de injeção subdural que coincidentemente ocorreram de forma consecutiva realizadas pelo mesmo anestesiologista. RELATO DOS CASOS: Caso 1: Paciente do sexo masculino, 41 anos, estado físico ASA I, a realizar procedimento cirúrgico de retirada de cálculo renal. Optou-se por anestesia peridural. Após 30 minutos do início da anestesia, o paciente mantinha-se comunicativo mas sonolento com SpO2 de 100%, quando lentamente começou a apresentar diminuição da SpO2 chegando a 80%. Apresentava-se inconsciente com apnéia e anisocoria. A partir deste momento foi levantada hipótese diagnóstica de anestesia subdural acidental. O paciente foi então intubado e mantido em ventilação controlada mecânica. Terminada a cirurgia, foi encaminhado para a sala de recuperação, recebendo alta após 6 horas, sem nenhuma alteração clínico-neurológica. Caso 2: Paciente do sexo feminino, 82 anos, estado físico ASA II, programado para procedimento cirúrgico de fixação de fratura transtrocanteriana. Optou-se por anestesia peridural contínua. Assim como no caso anterior, após 30 minutos, a paciente começou a apresentar diminuição da SpO2 para 90%. Mostrava-se inconsciente e com anisocoria; entretanto, sem apnéia. Optou-se por manter a paciente sob vigilância constante, não sendo necessária intubação. A hipótese diagnóstica aventada também neste caso foi de anestesia subdural acidental. Terminada a cirurgia, a paciente foi encaminhada à sala de recuperação pós-anestésica, tendo alta após 4 horas, sem nenhuma alteração clínico-neurológica. CONCLUSÕES: Anestesia subdural acidental é uma complicação extremamente rara. A hipótese diagnóstica de anestesia subdural acidental, nestes casos, limitou-se aos dados clínicos. As complicações do bloqueio subdural podem ser das mais variadas, mas na sua grande maioria são de fácil resolução, desde que sejam diagnosticadas e tratadas rapidamente.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Epidural anesthesia is a widely used procedure nowadays. Accidental subdural anesthesia after epidural puncture is an uncommon complication. This report aimed at describing two cases of subdural injection which coincidentally have happened in consecutive anesthesias induced by the same anesthesiologist. CASE REPORTS: Case 1: Male patient, 41 years old, physical status ASA I, submitted to surgical ureteral calculi removal. Our choice was epidural anesthesia. Thirty minutes after beginning of induction, patient was communicative but sleepy with 100% SpO2, when he slowly began to show oxygen saturation decrease reaching 80% SpO2. Patient was unconscious with apnea and anisocoria. At this moment the diagnostic hypothesis was accidental subdural anesthesia. Patient was then intubated and maintained under mechanically controlled ventilation. After surgery, patient was referred to the recovery room and was discharged 6 hours after without any neurological complications. Case 2: Female patient, 82 years old, physical status ASA II, submitted to surgical proximal femur fracture fixation. Our choice in this case was continuous epidural anesthesia. Similar to the previous case, 30 minutes after she began to show SpO2 decrease, reaching 90%. Patient was uncons- cious with anisocoria, however without apnea. We decided to maintain the patient under constant surveillance and intubation was considered unnecessary. Our diagnostic hypothesis in this case was also accidental subdural anesthesia. At surgery completion patient was referred to the recovery room and was discharged 4 hours after without any neurological complication. CONCLUSIONS: Accidental subdural anesthesia is a very uncommon complication. The diagnostic hypothesis, in our cases, was limited to clinical data. There are several subdural blockade complications, but most of the times they are easily managed, provided they are promptly diagnosed and treated.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Anestesias conductivas peridurales son realizadas ampliamente en el medio nuestro. La anestesia subdural accidental después punción peridural es una complicación rara. El objetivo de este relato es describir dos casos de inyección subdural que coincidentemente ocurrieron de forma consecutiva realizadas por el mismo anestesiologista. RELATO DE LOS CASOS: Caso 1: Paciente del sexo masculino, 41 años, estado físico ASA I, a realizar procedimiento quirúrgico de retirada de cálculo renal. Se optó por anestesia peridural. Después de 30 minutos del inicio de la anestesia, el paciente se mantenía comunicativo más soñoliento con SpO2 de 100%, cuando lentamente comenzó a presentar disminución de la SpO2 llegando a 80%. Se presentaba inconsciente con apnea y anisocoria. A partir de este momento fue levantada hipótesis diagnóstica de anestesia subdural accidental. El paciente fue entonces intubado y mantenido en ventilación controlada mecánica. Terminada la cirugía, fue encaminado para la sala de recuperación, recibiendo alta después de 6 horas, sin ninguna alteración clínico-neurológica. Caso 2: Paciente del sexo femenino, 82 años, estado físico ASA II, programada para procedimiento quirúrgico de fijación de fractura transtrocanteriana. Se optó por anestesia peridural continua. Así como en el caso anterior, después de 30 minutos, la paciente comenzó a presentar disminución de la SpO2 para 90%. Se mostraba inconsciente y con anisocoria; entretanto, sin apnea. Entonces, se optó por mantener la paciente bajo vigilancia constante, no siendo necesaria intubación. La hipótesis diagnóstica aventada también en este caso fue de anestesia subdural accidental. Terminada la cirugía, la paciente fue encaminada a la sala de recuperación pós-anestésica, teniendo alta después de 4 horas, sin ninguna alteración clínico-neurológica. CONCLUSIONES: Anestesia subdural accidental es una complicación extremamente rara. La hipótesis diagnóstica de anestesia subdural accidental, en estos casos, se limitó a los datos clínicos. Las complicaciones del bloqueo subdural pueden ser de las más variadas, más en su grande mayoría son de resolución fácil, desde que sean diagnosticadas y tratadas rápidamente <![CDATA[<B>Desflurane</B>: <B>physicochemical properties, pharmacology and clinical use</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942003000200009&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Seguindo o desenvolvimento da química nuclear com a síntese dos halogenados desde a década de 50 no século passado, vários agentes foram ensaiados clinicamente e alguns tiveram grande aplicação prática. A busca pelo agente ideal continua. Atualmente estão em uso clínico o halotano, enflurano, isoflurano, sevoflurano e desflurano. Todos apresentam vantagens e desvantagens. O desflurano é o mais recente destes agentes. O objetivo deste trabalho é descrever as propriedades físico-químicas e farmacológicas do desflurano e relatar a aplicação clínica obtida com o uso deste novo agente. CONTEÚDO: As propriedades físico-químicas e as características farmacocinéticas e farmacodinâmicas são determinantes do uso clínico do desflurano. Tendo ponto de ebulição baixo, volatiliza facilmente nas temperaturas das salas de operação, e sua CAM elevada requer que seja administrado em concentrações altas. Então, é recomendável o uso de fluxo baixo de gás fresco e vaporizador especial para que sua aplicabilidade clínica seja economicamente viável. Além disto, o uso de um agente coadjuvante, como o óxido nitroso, reduz sua CAM e possibilita ser usado em menores concentrações. Sua farmacocinética permite indução e regressão rápida, salientando-se também que tem molécula muito estável, sendo pouquíssimo metabolizado, oferecendo grande tolerabilidade para o organismo humano. Suas repercussões farmacodinâmicas são doses-dependentes, semelhantes aos demais agentes inalatórios potentes. CONCLUSÕES: O desflurano representa uma etapa a mais na evolução para se chegar ao anestésico ideal. Suas propriedades físico-químicas lhe conferem características farmacocinéticas bastante desejáveis, que propiciam indução (progressão) e regressão rápidas e também metabolização mínima com a mais baixa toxicidade orgânica entre os anestésicos halogenados, e forte estabilidade molecular, inclusive na presença de absorventes de dióxido de carbono. Tomando-se as devidas precauções quanto à vaporização, armazenamento e consumo, o desflurano pode ser usado inclusive em larga escala, sendo economicamente viável.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Following the development of nuclear chemistry with halogenate synthesis in the 50’s of past century, several anesthetics were clinically studied and some of them had wide practical application. The search for the ideal agent continues. Currently, halothane, isoflurane, enflurane, sevoflurane and desflurane are in clinical use. All have advantages and disadvantages. Desflurane is the newest agent. This study aimed at describing physicochemical and pharmacological properties of desflurane and reporting clinical experiences with this agent. CONTENTS: Physicochemical properties and pharmacokinetic and pharmacodynamic properties of desflurane determine its clinical use. With a low boiling point, it volatizes easily in normal operating room temperatures and its high MAC requires it to be administered in high concentrations. So, the use of low fresh gas flow and special vaporizer is recommended for it to be economically feasible. In addition, the use of coadjuvant anesthetics, such as nitrous oxide, decreases its MAC and allows it to be used in lower concentrations. Its pharmacokinetics provides fast induction and recovery being also worth mentioning that it has a highly stable molecule and is minimally metabolized, thus being well tolerated by the human body. Its pharmacodynamic repercussions are dose-dependent and similar to other potent inhalation anesthetics. CONCLUSIONS: Desflurane is an additional step in the evolution toward the ideal anesthetic agent. Its physicochemical properties give it highly desirable pharmacokinetic characteristics which provide fast induction (progression) and recovery and also minimal metabolic degradation with the lowest organic toxicity among halogenate anesthetics, in addition to strong molecular stability, even in the presence of carbon dioxide absorbents. With special attention regarding vaporization, storage, and consumption, desflurane may be used even in large scale, being economically feasible.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Siguiendo el desenvolvimiento de la química nuclear con la síntesis de los halogenados desde la década de 50 en el siglo pasado, varios agentes fueron ensayados clínicamente y algunos tuvieron grande aplicación práctica. La búsqueda por el agente ideal continua. Actualmente están en uso clínico el halotano, enflurano, isoflurano, sevoflurano y desflurano. Todos presentan ventajas y desventajas. El desflurano es el más reciente de estos agentes. El objetivo de este trabajo es describir las propiedades físico-químicas y farmacológicas del desflurano y relatar la aplicación clínica obtenida con el uso de este nuevo agente. CONTENIDO: Las propiedades físico-químicas y las características farmacocinéticas y farmacodinámicas son determinantes del uso clínico del desflurano. Teniendo punto de ebullición bajo, volatiliza fácilmente en las temperaturas de las salas de operación, y su CAM elevada requiere que sea administrado en concentraciones altas. Entonces, es recomendable el uso de flujo bajo de gas fresco y vaporizador especial para que su aplicabilidad clínica sea económicamente viable. Además de esto, el uso de un agente coadyuvante, como el óxido nitroso, reduce su CAM y posibilita que sea usado en menores concentraciones. Su farmacocinética permite inducción y regresión rápida, destacándose también que tiene molécula muy estable, siendo muy poco metabolizado, ofreciendo grande tolerabilidad para el organismo humano. Sus repercusiones farmacodinámicas son dosis dependientes, semejantes a los demás agentes inhalatorios potentes. CONCLUSIONES: El desflurano representa una etapa a más en la evolución para llegar al anestésico ideal. Sus propiedades físico-químicas le confieren características farmacocinéticas bastante deseables, que propician inducción (progresión) y regresión rápidas y también metabolización mínima con la más baja toxicidad orgánica entre los anestésicos halogenados, y fuerte estabilidad molecular, inclusive en la presencia de absorbentes de dióxido de carbono. Tomándose las debidas precauciones cuanto a la vaporización, almacenamiento y consumo, el desflurano puede ser usado inclusive en larga escala, siendo económicamente viable. <![CDATA[<B>Challenges in perioperative management of morbidly obese patients</B>: <B>how to prevent complications</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942003000200010&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A incidência de Obesidade Mórbida tem aumentado significativamente nas últimas décadas, especialmente nos países desenvolvidos. Os excelentes resultados observados com o tratamento cirúrgico desta condição têm feito ressurgir o interesse no manuseio anestésico deste grupo de pacientes. O objetivo deste estudo foi enfatizar pontos vitais para o anestesiologista que lida com tais pacientes. CONTEÚDO: Distúrbios cardiovasculares, respiratórios, endócrinos e metabólicos são freqüentemente associados à obesidade e podem causar repercussões de significado clínico importantes no período peri-operatório nestes pacientes. Alguns aspectos de interesse prático à anestesia são discutidos nesta revisão. CONCLUSÕES: Além da ênfase dada às complicações mais importantes e mais freqüentemente observadas e de como preveni-las, destacamos também a importância do uso do PEEP e de volumes correntes adequados, recomendando seu uso.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: The incidence of morbid obesity has significantly increased in recent years, especially in developed countries. Excellent results of the surgical treatment of such condition have raised the interest in the anesthetic management of such patients. This study aimed at emphasizing critical issues for anesthesiologists dealing with morbidly obese patients. CONTENTS: Cardiovascular, respiratory, endocrine and metabolic changes have been frequently associated to obesity and may cause significant clinical repercussions in the perioperative period of such patients. Some practical anesthetic issues are discussed in this review. CONCLUSIONS: In addition to emphasizing most significant and frequent complications and their prevention, the importance of PEEP and adequate tidal volumes is also highlighted.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La incidencia de Obesidad Mórbida ha aumentado significativamente en las últimas décadas, especialmente en los países desarrollados. Los excelentes resultados observados con el tratamiento quirúrgico de esta condición hizo resurgir el interés en el manoseo anestésico de este grupo de pacientes. El objetivo de este estudio fue enfatizar puntos vitales para el anestesiologista que trabaja con tales pacientes. CONTENIDO: Disturbios cardiovasculares, respiratorios, endocrinos y metabólicos son frecuentemente asociados a la obesidad y pueden causar repercusiones de significado clínico importantes en el período peri-operatorio en estos pacientes. Algunos aspectos de interés práctico a la anestesia son discutidos en esta revisión. CONCLUSIONES: Más allá de la énfasis dada a las complicaciones más importantes y más frecuentemente observadas y de como prevenirlas, destacamos también la importancia del uso del PEEP y de volúmenes corrientes adecuados, recomendando su uso. <![CDATA[<B>Diastolic dysfunction</B>: <B>it’s importance to anesthesiologists</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942003000200011&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Até recentemente, a insuficiência cardíaca foi vista como conseqüência primária da perda da capacidade contráctil do coração. Nos últimos anos, após a constatação de que pacientes com sinais e sintomas clássicos de insuficiência cardíaca tinham função sistólica ventricular preservada, grande importância à função diastólica do ventrículo esquerdo vem sendo dada. O aumento da perspectiva de vida da população, a melhoria das técnicas cirúrgicas e anestésicas e a grande incidência dos seus fatores predisponentes fazem com que, cada vez mais, pacientes com disfunção ou insuficiência diastólica apresentem-se para procedimentos anestésicos. Este artigo tem como objetivo rever a definição, causas, prevalência, diagnóstico, tratamento da disfunção diastólica, além da abordagem anestésica dos pacientes que a apresentam. CONTEÚDO: Revisão sobre a função diastólica do ventrículo esquerdo e implicações da disfunção diastólica para o anestesiologista. CONCLUSÕES: Não há benefício comprovado de uma técnica anestésica sobre outra. Os principais objetivos anestésicos visam à manutenção da volemia e do ritmo sinusal, além de evitar taquicardia, hipertensão arterial e isquemia miocárdica. As drogas mais freqüentemente usadas com esses objetivos são os beta-bloqueadores.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Until recently, heart failure was primarily viewed as an event affecting heart contractility. However recently, after the recognition that several patients with classic signs and symptoms of heart failure had normal systolic function, left ventricular diastolic function is receiving major attention. The increase in population’s life expectancy, surgical and anesthetic techniques improvements of the high prevalence of risk factors are increasing the number of patients with diastolic failure or dysfunction being referred to surgery and anesthesia. This article aims at reviewing diastolic dysfunction definition, causes, prevalence, diagnosis, management and anesthetic implications. CONTENTS: Left ventricular diastolic function and its importance to anesthesiologists are described. CONCLUSIONS: There are no proven benefits of an anesthetic technique over the others. Primary anesthetic goals are to maintain normal volume status and sinusoidal rhythm, in addition to preventing tachycardia, arterial hypertension and ventricular ischemia. Beta-blockers are the drugs more frequently used to meet these goals.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Hasta recientemente, la insuficiencia cardíaca fue vista como consecuencia primaria de la pérdida de la capacidad contráctil del corazón. En los últimos años, después de la constatación de que pacientes con señales y síntomas clásicos de insuficiencia cardíaca tenían función sistólica ventricular preservada, viene siendo dada grande importancia a la función diastólica del ventrículo izquierdo. El aumento de la perspectiva de vida de la población, la mejoría de las técnicas quirúrgicas y anestésicas y la grande incidencia de sus factores predisponentes hacen con que, cada vez más, pacientes con disfunción o insuficiencia diastólica se presenten para procedimientos anestésicos. Este articulo tiene como objetivo rever la definición, causas, prevalencia, diagnóstico, tratamiento de la disfunción diastólica, además del abordaje anestésico de los pacientes que la presentan. CONTENIDO: Revisión sobre la función diastólica del ventrículo izquierdo e implicaciones de la disfunción diastólica para el anestesiologista. CONCLUSIONES: No hay beneficio comprobado de una técnica anestésica sobre otra. Los principales objetivos anestésicos visan a la manutención de la volemia y del ritmo sinusal, junto con evitar taquicardia, hipertensión arterial e isquemia miocárdica. Las drogas más frecuentemente usadas con eses objetivos son los beta-bloqueadores. <![CDATA[<B>Are we prepared to diagnose and managed malignant hyperthermia?</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942003000200012&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A Hipertermia Maligna é doença rara e potencialmente fatal associada à exposição a agentes halogenados e succinilcolina. A mortalidade e morbidade resultante pode ser reduzida pelo diagnóstico precoce e tratamento específico, o que inclui o dantrolene sódico. A população brasileira é de aproximadamente 160 milhões de habitantes assistidos por mais de 6000 anestesiologistas. Na última década, sobretudo, considerável atenção foi dada à esta doença, disto resultando especialistas melhor informados e mais hospitais aparelhados para trata-la. Este estudo visa avaliar o nível atual de informação acerca da Hipertermia Maligna entre os anestesiologistas brasileiros, de sorte a orientar novas iniciativas voltadas para o controle desta afecção. MÉTODO: Vinte questões sobre diagnóstico, prevenção e tratamento da Hipertermia Maligna foram enviadas aos 6164 membros da Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA). RESULTADOS: Seiscentos e quarenta e seis anestesiologistas (10,4%) responderam às questões. Foram obtidas mais de 90% das respostas corretas sobre diagnóstico e tratamento. Por outro lado, aproximadamente 50% das respostas sobre indicação da biópsia muscular e farmacologia do dantrolene estavam erradas. CONCLUSÕES: Os resultados acima refletem nível satisfatório de informação sobre este assunto, indicando alguns relevantes aspectos da doença que merecem atenção adicional. O número de respostas é significativo para avaliação do grau de conhecimento sobre este assunto, mas denota insuficiente motivação. Destes achados conclui-se ser necessário ampliar os esforços de educação continuada, contemplando todo os diferentes tópicos deste importante tema da Anestesiologia.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Malignant Hyperthermia (MH) is an uncommon but potentially lethal disease associated to halogenate agents and/or succinylcholine exposure. Resulting mortality and morbidity may be decreased by early diagnosis and specific treatment, including sodium dantrolene. Brazil has approximately 160 million inhabitants assisted by more than 6000 anesthesiologists. In the last decade, special attention was given to this disease, resulting in better informed anesthesiologists and more prepared hospitals to treat malignant hyperthermia (MH). This study aimed at measuring the level of information of Brazilian anesthesiologists regarding MH, in order to develop new approaches to control this disease. METHODS: A questionnaire with 20 questions on malignant hyperthermia diagnosis, prevention and treatment was mailed to the 6,164 members of the Brazilian Society of Anesthesiology. RESULTS: Questionnaires were returned by 646 anesthesiologists (10.4%). More than 90% of correct answers about clinical diagnosis and treatment were obtained. On the other hand, nearly 50% of anesthesiologists gave incorrect answers about muscle biopsy indication and clinical pharmacology of dantrolene. CONCLUSIONS: Results have indicated adequate knowledge about this topic, but has shown that some relevant issues need additional attention. The number of answers was significant to evaluate MH understanding of Brazilian anesthesiologists, but has also shown poor motivation. From these results it is possible to conclude that it is essential to intensify continuing education programs, contemplating all issues of this major anesthetic subject.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La Hipertermia Maligna es una enfermedad rara y potencialmente fatal asociada a la exposición de agentes halogenados y succinilcolina. La mortalidad y morbidad resultante puede ser reducida por el diagnóstico precoz y tratamiento específico, lo que incluye el dantrolene sódico. La población brasileña es de aproximadamente 160 millones de habitantes asistidos por más de 6000 anestesiologistas. En la última década, sobre todo, considerable atención fue dada a esta enfermedad, de esto, resultando especialistas mejor informados y más hospitales con instrumentos necesarios para tratarla. Este estudio visa evaluar el nivel actual de información acerca de la Hipertermia Maligna entre los anestesiologistas brasileños, de suerte a orientar nuevas iniciativas orientadas para el control de esta afección. MÉTODO: Veinte cuestiones sobre diagnóstico, prevención y tratamiento de la Hipertermia Maligna fueron enviadas a los 6164 miembros de la Sociedad Brasileña de Anestesiología (SBA). RESULTADOS: Seis cientos y cuarenta y seis anestesiologistas (10,4%) respondieron a las cuestiones. Fueron obtenidas más de 90% de las respuestas correctas sobre diagnóstico y tratamiento. Por otro lado, aproximadamente 50% de las respuestas sobre indicación de la biopsia muscular y farmacología del dantrolene estaban erradas. CONCLUSIONES: Los resultados arriba reflejan nivel satisfactorio de información sobre este asunto, indicando algunos aspectos relevantes de la enfermedad que merecen atención adicional. El número de respuestas es significativo para evaluación del grado de conocimiento sobre este asunto, más denota insuficiente motivación. De estas notas se concluye que es necesario ampliar los esfuerzos de educación continuada, contemplando todo los diferentes tópicos de este importante tema de la Anestesiología. <![CDATA[<B>Could the understanding of racial differences prevent idiosyncratic anesthetic reactions?</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942003000200013&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: No campo da variabilidade inter-étnica da resposta de drogas anestésicas e adjuvantes existem várias questões sem resposta. Estamos na iminência de sermos capazes de identificar diferenças raciais herdadas que podem prever a resposta de cada paciente aos anestésicos pelo atual desenvolvimento farmacogenético. CONTEÚDO: O conhecimento de fatores inter-étnicos que alteram a resposta à droga permitirá ao anestesiologista evitar reações idiossincrásicas: (1) Branco caucasiano - aumento do efeito diurético da dopamina; apnéia prolongada após succinilcolina ou mivacúrio; arritmias cardíacas após uso de halotano e catecolaminas na síndrome de Riley-Day; ataques agudos de porfiria após tiopental. (2) Negro americano: diferentes abordagens terapêuticas, hipertensão arterial essencial advêm da pior resposta aos anti-hipertensivos de IECA, inibidores do AT1, bloqueadores beta e à clonidina, contrastando com a melhor resposta anti-hipertensiva dos diuréticos, antagonistas de canais de cálcio e clarvedilol; ação vasodilatadora atenuada do isoproterenol (beta2) e uma maior resposta vasodilatadora à nitroglicerina sublingual; menor ação fibrinolítica do t-PA; recuperação mais lenta da anestesia venosa pela associação de remifentanil e propofol; menor glicuronidação do paracetamol e menos analgesia da codeína nos fracos metabolizadores (CYP2D6); a melanina retarda o início da analgesia epidérmica do creme anestésico EMLA; menor midríase pela adrenalina; maior broncoespasmo à metacolina em crianças asmáticas; deficit da G-6-PD nas hemácias eleva o risco de hemólise a drogas oxidativas (10% da população negra). (3) Asiáticos: alterações cinéticas tóxicas da meperidina e codeína; maior duração da ansiólise do diazepam; espasmo coronariano pela injeção de metilergonovina no pós-parto; inter-relação do receptor GABA, das desidrogenases e do comportamento de beber nipônico, contribui para sua maior sensibilidade etanólica. Isoenzimas do citocromo P450 apresentam polimorfismo genético no metabolismo de neuropsicotrópicos e a lenta acetilação da N-acetiltransferase na população equatorial (95%) aumenta a toxicidade de isoniazida e hidralazina. CONCLUSÕES: A presente revisão pretende dar algumas respostas específicas na área da idiossincrasia anestésica relacionada ao efeito da etnicidade sobre a farmacocinética, a farmacodinâmica das drogas e a segurança do paciente cirúrgico, objetivando otimizar uma neuropsicofarmacologia mais individualizada.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: There are several unanswered questions about the interethnic variability in anesthetic and adjuvant drugs responses. Current pharmacogenetic developments are taking us to the verge of being able to identify inherited racial differences which could predict individual patient’s anesthetic response. CONTENTS: The understanding of interethnic factors affecting drug response will allow anesthesiologists to prevent idiosyncratic reactions: (1) Caucasian: increased dopamine diuretic effect; prolonged apnea following succinylcholine or mivacurium; cardiac arrhythmias after halothane and catecholamines in Riley-Day syndrome; acute porphyria episodes after thiopental. (2) Afro-American: different therapeutic approaches, essential arterial hypertension caused by the poorert response to ACEI anti-hypertensives, AT1 blockers, beta-blockers and clonidine, contrasted with the best anti-hypertensive response of diuretics, calcium channel blockers, claverdilol; attenuated isoproterenol-mediated vasodilatation (beta2) and a better vasodilating response to sublingual nitroglycerine; lower t-PA-induced thrombolytic effect; slower recovery from intravenous anesthesia with propofol and remifentanil; less glycuronide conjugation of paracetamol and less pain relief by codeine in weak metabolizers (CYP2D6); melanin slows onset of epidermal analgesia with EMLA anesthetic cream; less epinephrine-induced mydriasis; major metacholine-induced bronchocospasm in asthmatic children; G-6-PD deficit in erythrocytes increases the risk for hemolysis to oxidative drugs in 10% of the Afro-American population. (3) Asians: toxic kinetic changes of meperidine and codeine; longer diazepam-induced anxiolysis; postpartum intravenous ergonovine-induced coronary artery spasm; inter-relationships of GABA receptor, dehydrogenases and Japanese drinking behavior contribute to their higher sensitivity to alcohol. Cytochrome P450 isoenzymes show genetic polymorphisms in neuropsychotropic drugs metabolism and the slow acetylation of N-acetyltransferase in equatorial populations (95%) increases isoniazid and hydrazine toxicity. CONCLUSIONS: This review aimed at answering specific questions in the area of anesthetic idiosyncrasy related to the effect of ethnicity on drugs’ pharmacokinetics and pharmacodynamics, in addition to surgical patients safety by optimizing a more individualized neuropsychopharmacotherapy.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: En el campo de la variabilidad inter-étnica de la respuesta de drogas anestésicas y coadyuvantes existen varias cuestiones sin respuesta. Estamos en la inminencia de ser o no capaces de identificar diferencias raciales heredadas que pueden prever la respuesta de cada paciente a los anestésicos por el actual desenvolvimiento farmacogenético. CONTENIDO: El conocimiento de factores inter-étnicos que alteran la respuesta a la droga permitirá al anestesiologista evitar reacciones idiosincrásicas: (1) Blanco caucasiano - aumento del efecto diurético de la dopamina; apnea prolongada después de succinilcolina o mivacúrio; arritmias cardíacas después del uso de halotano y catecolaminas en la síndrome de Riley-Day; ataques agudos de porfiria después de tiopental. (2) Negro americano: diferentes abordajes terapéuticas, hipertensión arterial esencial adviene de la peor respuesta a los anti-hipertensivos de IECA, inhibidores del AT1, bloqueadores beta y a la clonidina, contrastando con la mejor respuesta anti-hipertensiva de los diuréticos, antagonistas de canales de calcio y clarvedilol; acción vasodilatadora atenuada del isoproterenol (beta2) y una mayor respuesta vasodilatadora a la nitroglicerina sublingual; menor acción fibrinolítica del t-PA; recuperación mas lenta de la anestesia venosa por la asociación de remifentanil y propofol; menor glucuronidación del paracetamol y menos analgesia de la codeína en los flacos matabolizadores (CYP2D6); la melanina retarda el inicio de la analgesia epidérmica de la crema anestésica EMLA; menor midriasis por la adrenalina; mayor broncoespasmo a la metacolina en niños asmáticos; deficit de la G-6-PD en las hemácias eleva el riesgo de hemólisis a drogas oxidativas (10% de la población negra). (3) Asiáticos: alteraciones cinéticas tóxicas de la meperidina y codeína; mayor duración de la ansiólisis del diazepam; espasmo coronariano por la inyección de metilergonovina en el pós-parto; inter-relación del receptor GABA, de las desidrogenasis y del comportamiento de beber nipónico, contribuye para su mayor sensibilidad etanólica. Isoenzimas del citocromo P450 presentan polimorfismo genético en el metabolismo de neuropsicotrópicos y a lenta acetilación de la N-acetiltransferasis en la población ecuatorial (95%) aumenta a toxicidad de isoniazida e hidralazina. CONCLUSIONES: La presente revisión pretende dar algunas respuestas específicas en la área de la idiosincrasia anestésica relacionada al efecto de la etnicidad sobre la farmacocinética, la farmacodinámica de las drogas y a la seguridad del paciente quirúrgico, objetivando optimizar una neuropsicofarmacologia más individualizada. <![CDATA[<B>Ethics and animal experiments</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942003000200014&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O tema abordado é de suma importância, pois almeja-se que o ser humano atinja seu bem-estar físico, mental, social e espiritual, sem esquecer os sagrados direitos de todos os animais. A maioria dos códigos internacionais que tratam das normas de pesquisa na área da saúde cita que a pesquisa desenvolvida em seres humanos deve estar fundamentada na experimentação prévia realizada em animais, em laboratórios ou em outros fatos científicos. O presente artigo tem por objetivo explanar os aspectos éticos da experimentação animal. CONTEÚDO: Os autores revêem os conceitos de dissertação e tese, tese experimental, ensaio experimental ou experiência piloto e de biotério. A seguir fazem uma retrospectiva histórica acerca da primeira tentativa para se estabelecer normas em relação à pesquisa experimental, ocorrida em meados do século XIX em Londres. É ressaltado que alguns critérios definidos àquela época persistem até o presente. A primeira comissão de ética em pesquisa animal foi criada na Suécia em 1979, e a seguir nos EUA em 1984. No Brasil, os comitês de ética em pesquisa animal foram constituídos a partir da década de noventa. Desde maio de 1979 existe a Lei Federal 6638 que estabelece normas para a prática didático-científica da vivissecção de animais. Essa lei, entretanto, ainda aguarda regulamentação. Além dela, tramitam no Congresso Nacional alguns anteprojetos dispondo sobre o uso de animais para atividades de ensino e pesquisa. Finalmente, são apresentadas na íntegra as normas adotadas pelo Colégio Brasileiro de Experimentação Animal e a Declaração Universal dos Direitos dos Animais. CONCLUSÕES: Os docentes, pós-graduandos, residentes e graduandos de uma Faculdade de Medicina, envolvidos em pesquisas realizadas em animais, devem conhecer os princípios éticos que visam proteger os animais selecionados para a realização de um trabalho científico.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: This is a major subject since the aim is to grant human beings physical, mental, social and spiritual well-being without forgetting the sacred rights of all animals. Most international codes dealing with health-related research practices state that research developed in human beings should be based on previous lab animal experiments or on other scientific data. This article aimed at explaining ethics in animal experiments. CONTENTS: The concepts of dissertation and thesis, experimental thesis, experimental essay or pilot experiment and experimental animal facilities are reviewed. Then, a historical retrospective is drawn about the first attempt to develop experimental research policies during the mid 19th Century, in London. It is highlighted that some criteria defined by that time still persist. The first animal research ethical committee was created in Sweden in 1979, followed by the USA in1984. In Brazil, animal research ethical committees were created as late as in the 90s. The Federal Law 6638 was passed in May 1979 and provides for the didactic-scientific practice of animal vivisection. This law, however, is still waiting for regulation. In addition, there are some drafts being analyzed by the Congress, which provide for the use of animals for teaching and research purposes. Finally, the policies adopted by the Brazilian College of Animal Experiments and the Universal Declaration of Animal Rights are presented. CONCLUSIONS: Professors, postgraduates, residents and graduate students of a Medical School involved in animal research should be aware of the ethical principles aiming at protecting animals selected for scientific work.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: El tema abordado es de suma importancia, pues se desea que el ser humano alcance su bienestar físico, mental, social y espiritual, sin olvidar los sagrados derechos de todos los animales. La mayoría de los códigos internacionales que tratan de las normas de pesquisa en la área de la salud cita que la pesquisa desarrollada en seres humanos debe estar fundamentada en la experimentación previa realizada en animales, en laboratorios o en otros hechos científicos. El presente articulo tiene por objetivo explanar los aspectos éticos de la experimentación animal. CONTENIDO: Los autores revén los conceptos de disertación y tesis, tesis experimental, ensayo experimental o experiencia piloto y de biotério. A seguir hacen una retrospectiva histórica acerca de la primera tentativa para establecer normas en relación a la pesquisa experimental, ocurrida a mediados del siglo XIX en Londres. Se resalta que algunos criterios definidos en aquella época persisten hasta el presente. La primera comisión de ética en pesquisa animal fue creada en la Suecia en 1979, y a seguir en los EUA en 1984. En Brasil, los comités de ética en pesquisa animal fueron constituidos a partir de la década de noventa. Desde mayo de 1979 existe la Ley Federal 6638 que establece normas para la práctica didáctico-científica de la vivisección de animales. Esa ley, entretanto, aún aguarda reglamentación. Además de ella, tramitan en el Congreso Nacional algunos anteproyectos disponiendo sobre el uso de animales para actividades de enseñanza y pesquisa. Finalmente, se presentan en la íntegra las normas adoptadas por el Colegio Brasileño de Experimentación Animal y la Declaración Universal de los Derechos de los Animales. CONCLUSIONES: Los docentes, pós-graduandos, practicantes y graduandos de una Facultad de Medicina, envueltos en pesquisas realizadas en animales, deben conocer los principios éticos que tienen como finalidad proteger los animales seleccionados para la realización de un trabajo científico <![CDATA[<B>Theoretical basis for the implementation of problem-oriented learning in anesthesiology residency programs</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942003000200015&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O Aprendizado Orientado por Problemas (AOP) é um método de ensino cujo objetivo primário é a acumulação de conceitos médicos no contexto de problemas clínicos, que tem sido largamente empregado na graduação médica desde os anos sessenta. O AOP é baseado na teoria do processamento de informação, segundo a qual, a aquisição de novos conhecimentos é facilitada pela ativação de conhecimentos preexistentes sobre o assunto, pela similaridade entre os contextos de aprendizado e aplicação do conhecimento e pela elaboração da informação. Outras teorias têm sido utilizadas para justificar o uso do método AOP no ensino de estudantes de Medicina e em outras áreas. O método AOP utiliza os conceitos aplicados ao aprendizado de adultos, os quais se aplicam aos episódios de aprendizado de médicos. CONTEÚDO: Este artigo descreve o método AOP, suas bases teóricas e psicológicas, o papel de instrutores e estudantes no processo e sugestões quanto à sua implementação. CONCLUSÕES: Comparado ao ensino tradicional, o AOP tem como principais vantagens a maior satisfação dos estudantes e instrutores, a maior diversificação das fontes de consulta e busca de conhecimento e o maior tempo despendido no estudo individual. Uma vez que o método não apresenta desvantagens, comparado ao método tradicional, ele pode ser considerado uma alternativa válida para o ensino da Anestesiologia na Residência Médica.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Problem-oriented learning (POL) is a teaching method the primary objective of which is the accumulation of medical concepts in the context of clinical problems, and which has been widely used in medical graduation since the 60s. POL is based on the information processing theory where acquisition of new knowledge is made easier by activating preexisting knowledge about the subject, by the similarity between learning contexts and knowledge application and by information improvement. Other theories have been evoked to justify POL method in Medical teaching and in other areas. The POL method uses adult teaching concepts applied to medical learning episodes. CONTENTS: This article describes the POL method, its theoretical and psychological basis, the role of professors and students in the process and suggestions for its implementation. CONCLUSIONS: As compared to traditional methods, POL has as major advantages a higher level of students and professors satisfaction, a wider source of queries and search for knowledge and more time spent with individual learning. Since the method has no disadvantages as compared to traditional methods, it could be considered a valid alternative for teaching Anesthesiology in Medical Residency Programs.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: El Aprendizaje Orientado por Problemas (AOP) es un método de enseñanza cuyo objetivo primario es la acumulación de conceptos médicos en el contexto de problemas clínicos, que ha sido largamente empleado en la graduación médica desde los años sesenta. El AOP es baseado en la teoría del procesamiento de información, segundo la cual, la adquisición de nuevos conocimientos es facilitada por la activación de conocimientos preexistentes sobre el asunto, por la similaridad entre los contextos de aprendizaje y aplicación del conocimiento y por la elaboración de la información. Otras teorías han sido utilizadas para justificar el uso del método AOP en la enseñanza de estudiantes de Medicina y en otras áreas. El método AOP utiliza los conceptos aplicados al aprendizaje de adultos, los cuales se aplican a los episodios de aprendizaje de médicos. CONTENIDO: Este articulo describe el método AOP, sus bases teóricas y psicológicas, el papel de instructores y estudiantes en el proceso y sugestiones cuanto a su implementación. CONCLUSIONES: Comparado a la enseñanza tradicional, el AOP tiene como principales ventajas la mayor satisfacción de los estudiantes e instructores, la mayor diversificación de las fuentes de consulta y busca de conocimiento y el mayor tiempo despendido en el estudio individual. Una vez que el método no presenta desventajas, comparado al método tradicional, él puede ser considerado como una alternativa válida para la enseñanza de la Anestesiología en la Práctica Médica. <![CDATA[<B>Mistura enantiomérica da bupivacaína, a obviedade estereoisomérica</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942003000200016&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O Aprendizado Orientado por Problemas (AOP) é um método de ensino cujo objetivo primário é a acumulação de conceitos médicos no contexto de problemas clínicos, que tem sido largamente empregado na graduação médica desde os anos sessenta. O AOP é baseado na teoria do processamento de informação, segundo a qual, a aquisição de novos conhecimentos é facilitada pela ativação de conhecimentos preexistentes sobre o assunto, pela similaridade entre os contextos de aprendizado e aplicação do conhecimento e pela elaboração da informação. Outras teorias têm sido utilizadas para justificar o uso do método AOP no ensino de estudantes de Medicina e em outras áreas. O método AOP utiliza os conceitos aplicados ao aprendizado de adultos, os quais se aplicam aos episódios de aprendizado de médicos. CONTEÚDO: Este artigo descreve o método AOP, suas bases teóricas e psicológicas, o papel de instrutores e estudantes no processo e sugestões quanto à sua implementação. CONCLUSÕES: Comparado ao ensino tradicional, o AOP tem como principais vantagens a maior satisfação dos estudantes e instrutores, a maior diversificação das fontes de consulta e busca de conhecimento e o maior tempo despendido no estudo individual. Uma vez que o método não apresenta desvantagens, comparado ao método tradicional, ele pode ser considerado uma alternativa válida para o ensino da Anestesiologia na Residência Médica.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Problem-oriented learning (POL) is a teaching method the primary objective of which is the accumulation of medical concepts in the context of clinical problems, and which has been widely used in medical graduation since the 60s. POL is based on the information processing theory where acquisition of new knowledge is made easier by activating preexisting knowledge about the subject, by the similarity between learning contexts and knowledge application and by information improvement. Other theories have been evoked to justify POL method in Medical teaching and in other areas. The POL method uses adult teaching concepts applied to medical learning episodes. CONTENTS: This article describes the POL method, its theoretical and psychological basis, the role of professors and students in the process and suggestions for its implementation. CONCLUSIONS: As compared to traditional methods, POL has as major advantages a higher level of students and professors satisfaction, a wider source of queries and search for knowledge and more time spent with individual learning. Since the method has no disadvantages as compared to traditional methods, it could be considered a valid alternative for teaching Anesthesiology in Medical Residency Programs.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: El Aprendizaje Orientado por Problemas (AOP) es un método de enseñanza cuyo objetivo primario es la acumulación de conceptos médicos en el contexto de problemas clínicos, que ha sido largamente empleado en la graduación médica desde los años sesenta. El AOP es baseado en la teoría del procesamiento de información, segundo la cual, la adquisición de nuevos conocimientos es facilitada por la activación de conocimientos preexistentes sobre el asunto, por la similaridad entre los contextos de aprendizaje y aplicación del conocimiento y por la elaboración de la información. Otras teorías han sido utilizadas para justificar el uso del método AOP en la enseñanza de estudiantes de Medicina y en otras áreas. El método AOP utiliza los conceptos aplicados al aprendizaje de adultos, los cuales se aplican a los episodios de aprendizaje de médicos. CONTENIDO: Este articulo describe el método AOP, sus bases teóricas y psicológicas, el papel de instructores y estudiantes en el proceso y sugestiones cuanto a su implementación. CONCLUSIONES: Comparado a la enseñanza tradicional, el AOP tiene como principales ventajas la mayor satisfacción de los estudiantes e instructores, la mayor diversificación de las fuentes de consulta y busca de conocimiento y el mayor tiempo despendido en el estudio individual. Una vez que el método no presenta desventajas, comparado al método tradicional, él puede ser considerado como una alternativa válida para la enseñanza de la Anestesiología en la Práctica Médica. <![CDATA[<B>Material inadequado para raquianestesia</B>: <B>até quando?</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942003000200017&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O Aprendizado Orientado por Problemas (AOP) é um método de ensino cujo objetivo primário é a acumulação de conceitos médicos no contexto de problemas clínicos, que tem sido largamente empregado na graduação médica desde os anos sessenta. O AOP é baseado na teoria do processamento de informação, segundo a qual, a aquisição de novos conhecimentos é facilitada pela ativação de conhecimentos preexistentes sobre o assunto, pela similaridade entre os contextos de aprendizado e aplicação do conhecimento e pela elaboração da informação. Outras teorias têm sido utilizadas para justificar o uso do método AOP no ensino de estudantes de Medicina e em outras áreas. O método AOP utiliza os conceitos aplicados ao aprendizado de adultos, os quais se aplicam aos episódios de aprendizado de médicos. CONTEÚDO: Este artigo descreve o método AOP, suas bases teóricas e psicológicas, o papel de instrutores e estudantes no processo e sugestões quanto à sua implementação. CONCLUSÕES: Comparado ao ensino tradicional, o AOP tem como principais vantagens a maior satisfação dos estudantes e instrutores, a maior diversificação das fontes de consulta e busca de conhecimento e o maior tempo despendido no estudo individual. Uma vez que o método não apresenta desvantagens, comparado ao método tradicional, ele pode ser considerado uma alternativa válida para o ensino da Anestesiologia na Residência Médica.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Problem-oriented learning (POL) is a teaching method the primary objective of which is the accumulation of medical concepts in the context of clinical problems, and which has been widely used in medical graduation since the 60s. POL is based on the information processing theory where acquisition of new knowledge is made easier by activating preexisting knowledge about the subject, by the similarity between learning contexts and knowledge application and by information improvement. Other theories have been evoked to justify POL method in Medical teaching and in other areas. The POL method uses adult teaching concepts applied to medical learning episodes. CONTENTS: This article describes the POL method, its theoretical and psychological basis, the role of professors and students in the process and suggestions for its implementation. CONCLUSIONS: As compared to traditional methods, POL has as major advantages a higher level of students and professors satisfaction, a wider source of queries and search for knowledge and more time spent with individual learning. Since the method has no disadvantages as compared to traditional methods, it could be considered a valid alternative for teaching Anesthesiology in Medical Residency Programs.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: El Aprendizaje Orientado por Problemas (AOP) es un método de enseñanza cuyo objetivo primario es la acumulación de conceptos médicos en el contexto de problemas clínicos, que ha sido largamente empleado en la graduación médica desde los años sesenta. El AOP es baseado en la teoría del procesamiento de información, segundo la cual, la adquisición de nuevos conocimientos es facilitada por la activación de conocimientos preexistentes sobre el asunto, por la similaridad entre los contextos de aprendizaje y aplicación del conocimiento y por la elaboración de la información. Otras teorías han sido utilizadas para justificar el uso del método AOP en la enseñanza de estudiantes de Medicina y en otras áreas. El método AOP utiliza los conceptos aplicados al aprendizaje de adultos, los cuales se aplican a los episodios de aprendizaje de médicos. CONTENIDO: Este articulo describe el método AOP, sus bases teóricas y psicológicas, el papel de instructores y estudiantes en el proceso y sugestiones cuanto a su implementación. CONCLUSIONES: Comparado a la enseñanza tradicional, el AOP tiene como principales ventajas la mayor satisfacción de los estudiantes e instructores, la mayor diversificación de las fuentes de consulta y busca de conocimiento y el mayor tiempo despendido en el estudio individual. Una vez que el método no presenta desventajas, comparado al método tradicional, él puede ser considerado como una alternativa válida para la enseñanza de la Anestesiología en la Práctica Médica. <![CDATA[<B>Agulhas com mandril ou agulhas comuns para o bloqueio caudal na criança?</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942003000200018&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O Aprendizado Orientado por Problemas (AOP) é um método de ensino cujo objetivo primário é a acumulação de conceitos médicos no contexto de problemas clínicos, que tem sido largamente empregado na graduação médica desde os anos sessenta. O AOP é baseado na teoria do processamento de informação, segundo a qual, a aquisição de novos conhecimentos é facilitada pela ativação de conhecimentos preexistentes sobre o assunto, pela similaridade entre os contextos de aprendizado e aplicação do conhecimento e pela elaboração da informação. Outras teorias têm sido utilizadas para justificar o uso do método AOP no ensino de estudantes de Medicina e em outras áreas. O método AOP utiliza os conceitos aplicados ao aprendizado de adultos, os quais se aplicam aos episódios de aprendizado de médicos. CONTEÚDO: Este artigo descreve o método AOP, suas bases teóricas e psicológicas, o papel de instrutores e estudantes no processo e sugestões quanto à sua implementação. CONCLUSÕES: Comparado ao ensino tradicional, o AOP tem como principais vantagens a maior satisfação dos estudantes e instrutores, a maior diversificação das fontes de consulta e busca de conhecimento e o maior tempo despendido no estudo individual. Uma vez que o método não apresenta desvantagens, comparado ao método tradicional, ele pode ser considerado uma alternativa válida para o ensino da Anestesiologia na Residência Médica.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Problem-oriented learning (POL) is a teaching method the primary objective of which is the accumulation of medical concepts in the context of clinical problems, and which has been widely used in medical graduation since the 60s. POL is based on the information processing theory where acquisition of new knowledge is made easier by activating preexisting knowledge about the subject, by the similarity between learning contexts and knowledge application and by information improvement. Other theories have been evoked to justify POL method in Medical teaching and in other areas. The POL method uses adult teaching concepts applied to medical learning episodes. CONTENTS: This article describes the POL method, its theoretical and psychological basis, the role of professors and students in the process and suggestions for its implementation. CONCLUSIONS: As compared to traditional methods, POL has as major advantages a higher level of students and professors satisfaction, a wider source of queries and search for knowledge and more time spent with individual learning. Since the method has no disadvantages as compared to traditional methods, it could be considered a valid alternative for teaching Anesthesiology in Medical Residency Programs.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: El Aprendizaje Orientado por Problemas (AOP) es un método de enseñanza cuyo objetivo primario es la acumulación de conceptos médicos en el contexto de problemas clínicos, que ha sido largamente empleado en la graduación médica desde los años sesenta. El AOP es baseado en la teoría del procesamiento de información, segundo la cual, la adquisición de nuevos conocimientos es facilitada por la activación de conocimientos preexistentes sobre el asunto, por la similaridad entre los contextos de aprendizaje y aplicación del conocimiento y por la elaboración de la información. Otras teorías han sido utilizadas para justificar el uso del método AOP en la enseñanza de estudiantes de Medicina y en otras áreas. El método AOP utiliza los conceptos aplicados al aprendizaje de adultos, los cuales se aplican a los episodios de aprendizaje de médicos. CONTENIDO: Este articulo describe el método AOP, sus bases teóricas y psicológicas, el papel de instructores y estudiantes en el proceso y sugestiones cuanto a su implementación. CONCLUSIONES: Comparado a la enseñanza tradicional, el AOP tiene como principales ventajas la mayor satisfacción de los estudiantes e instructores, la mayor diversificación de las fuentes de consulta y busca de conocimiento y el mayor tiempo despendido en el estudio individual. Una vez que el método no presenta desventajas, comparado al método tradicional, él puede ser considerado como una alternativa válida para la enseñanza de la Anestesiología en la Práctica Médica.