Scielo RSS <![CDATA[Revista Brasileira de Anestesiologia]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=0034-709420040001&lang=en vol. 54 num. 1 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[<b>A new Editor-in-Chief</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000100001&lng=en&nrm=iso&tlng=en <![CDATA[<b>Influence of stimulation frequency on rocuronium and pancuronium-induced neuromuscular block onset</b>: <b>acceleromyography evaluation</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000100002&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Fatores relacionados ao paciente e ao bloqueador neuromuscular (BNM), assim como outros inerentes à monitorização da função neuromuscular podem influenciar na instalação do bloqueio neuromuscular. O objetivo deste estudo foi avaliar a influência de duas diferentes freqüências de estímulos sobre o tempo de instalação do bloqueio produzido pelo pancurônio e pelo rocurônio. MÉTODO: Foram incluídos no estudo 120 pacientes, estado físico ASA I e II, submetidos a cirurgias eletivas sob anestesia geral, distribuídos aleatoriamente em dois grupos, de acordo com a freqüência de estímulo empregada, para a monitorização do bloqueio neuromuscular: Grupo I - 0,1 Hz (n = 60) e Grupo II - 1 Hz (n = 60). Em cada grupo formaram-se dois subgrupos (n = 30) de acordo com o bloqueador neuromuscular empregado: Subgrupo P (pancurônio) e Subgrupo R (rocurônio). A medicação pré-anestésica consistiu de midazolam (0,1 mg.kg-1) por via muscular, 30 minutos antes da cirurgia. A indução anestésica foi obtida com propofol (2,5 mg.kg-1) precedido de alfentanil (50 µg.kg-1) e seguido de pancurônio ou rocurônio. Os pacientes foram ventilados sob máscara com oxigênio a 100% até a obtenção de redução de 75% ou mais na amplitude da resposta do músculo adutor do polegar, quando foram realizadas as manobras de laringoscopia e intubação traqueal. A função neuromuscular foi monitorizada com aceleromiografia. Foram avaliados: tempo de início de ação do pancurônio e do rocurônio; tempo para instalação do bloqueio total e condições de intubação traqueal. RESULTADOS: Os tempos médios (segundos) para o início de ação e instalação de bloqueio neuromuscular total produzido pelo pancurônio foram: Grupo I (159,33 ± 35,22 e 222 ± 46,56) e Grupo II (77,83 ± 9,52 e 105,96 ± 15,58); para o rocurônio: Grupo I (83 ± 17,25 e 125,33 ± 20,12) e Grupo II (48,96 ± 10,16 e 59,83 ± 10,36) com diferença significativa entre os grupos. As condições de intubação traqueal foram satisfatórias em 117 pacientes (97,5%) e insatisfatórias em 3 (2,5%). CONCLUSÕES: O início de ação e o tempo para obtenção do bloqueio neuromuscular total no músculo adutor do polegar, produzidos pelo rocurônio e pelo pancurônio, são mais curtos quando há emprego de maiores freqüências de estímulos.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Factores relacionados al paciente y al bloqueador neuromuscular (BNM), así como otros inherentes a la monitorización de la función neuromuscular pueden influenciar en la instalación del bloqueo neuromuscular. El objetivo de este estudio fue evaluar la influencia de dos frecuencias diferentes de estímulos sobre el tiempo de instalación del bloqueo producido por el pancuronio y por el rocuronio. MÉTODO: Fueron incluidos en el estudio 120 pacientes, estado físico ASA I y II, sometidos a cirugías electivas bajo anestesia general, distribuidos aleatoriamente en dos grupos, de acuerdo con la frecuencia de estímulo empleada, para la monitorización del bloqueo neuromuscular: Grupo I - 0,1 Hz (n = 60) y Grupo II - 1 Hz (n = 60). En cada grupo se formaron dos subgrupos (n = 30) de acuerdo con el bloqueador neuromuscular empleado: Subgrupo P (pancuronio) y Subgrupo R (rocuronio). La medicación pre-anestésica consistió de midazolam (0,1 mg.kg-1) por vía muscular, 30 minutos antes de la cirugía. La inducción anestésica fue obtenida con propofol (2,5 mg.kg-1) precedido de alfentanil (50 µg.kg-1) y seguido de pancuronio o rocuronio. Los pacientes fueron ventilados bajo máscara con oxígeno a 100% hasta la obtención de reducción de 75% o más en la amplitud de la respuesta del músculo aductor del pulgar, cuando fueron realizadas las maniobras de laringoscopia e intubación traqueal. La función neuromuscular fue monitorizada con aceleromiografia. Fueron evaluados: tiempo de inicio de acción del pancuronio y del rocuronio; tiempo para instalación del bloqueo total y condiciones de intubación traqueal. RESULTADOS: Los tiempos medios (segundos) para el inicio de acción e instalación de bloqueo neuromuscular total producido por el pancuronio fueron: Grupo I (159,33 ± 35,22 y 222 ± 46,56) y Grupo II (77,83 ± 9,52 y 105,96 ± 15,58); para el rocuronio: Grupo I (83 ± 17,25 y 125,33 ± 20,12) y Grupo II (48,96 ± 10,16 y 59,83 ± 10,36) con diferencia significativa entre los grupos. Las condiciones de intubación traqueal fueron satisfactorias en 117 pacientes (97,5%) e insatisfactorias en 3 (2,5%). CONCLUSIONES: El inicio de acción y el tiempo para la obtención del bloqueo neuromuscular total en el músculo aductor del pulgar, producidos por el rocuronio y por el pancuronio, son más cortos cuando hay empleo de mayores frecuencias de estímulos.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Factors associated to patients and neuromuscular blockers (NMB), as well as others inherent to neuromuscular function monitoring, may affect neuromuscular block onset. This study aimed at the influence of two different stimulation frequencies on rocuronium and pancuronium-induced neuromuscular block. METHODS: Participated in this study 120 patients, physical status ASA I and II, submitted to elective procedures under general anesthesia, who were randomly allocated in two groups, according to the stimulation frequency employed to monitor neuromuscular block: Group I - 0.1 Hz (n = 60) and Group II - 1 Hz (n = 60). Two subgroups were formed within each group (n = 30), according to the neuromuscular blocker: Subgroup P (pancuronium) and Subgroup R (rocuronium). Patients were premedicated with muscular midazolam (0.1 mg.kg-1), 30 minutes before surgery. Anesthesia was induced with propofol (2.5 mg.kg-1) preceded by alfentanil (50 µg.kg-1) and followed by pancuronium or rocuronium. Patients were ventilated under mask with 100% oxygen until 75% or more decrease in adductor pollicis muscle response, when laryngoscopy and tracheal intubation were performed. Neuromuscular function was monitored by acceleration transducer. The following parameters were evaluated: pancuronium and rocuronium onset time; time for complete block and tracheal intubation conditions. RESULTS: Mean times (seconds) for pancuronium-induced neuromuscular block onset and for complete neuromuscular block were: Group I (159.33 ± 35,22 and 222 ± 46.56) and Group II (77.83 ± 9.52 and 105.96 ± 15.58); rocuronium-induced values were: Group I (83 ± 17.25 and 125.33 ± 20.12) and Group II (48.96 ± 10.16 and 59.83 ± 10.36) with statistical difference between groups. Tracheal intubation conditions were satisfactory in 117 patients (97.5%) and unsatisfactory in 3 (2.5%). CONCLUSIONS: Rocuronium and pancuronium-induced neuromuscular block onset and time required for complete adductor pollicis muscle neuromuscular block are shorter when higher stimulation frequencies are applied. <![CDATA[<b>Fluid preload in obstetric patients. How to do it?</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000100003&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Em pacientes não obstétricas, demonstrou-se que a expansão volêmica rápida realizada imediatamente após a injeção subaracnóidea do anestésico local era mais efetiva que a expansão volêmica lenta, realizada previamente à instalação do bloqueio para se reduzir a incidência e a gravidade da hipotensão arterial após raquianestesia. O objetivo do estudo foi comparar a incidência de hipotensão arterial e o consumo de vasopressores em gestantes submetidas à cesariana sob raquianestesia com diferentes regimes de expansão volêmica. MÉTODO: Foram avaliadas prospectivamente 60 gestantes de termo submetidas à cesariana sob raquianestesia. As pacientes receberam expansão volêmica com 10 ml.kg-1 de solução de Ringer com lactato como segue: Grupo 1 (n = 20), antes da raquianestesia através de cateter 18G; Grupo 2 (n = 20), após a raquianestesia e com cateter 18G e Grupo 3 (n = 20) após a raquianestesia com cateter 16G sob ação de pressurizador. A pressão arterial (PA) foi monitorizada a cada minuto e administrou-se 0,2 mg de metaraminol para qualquer diminuição de PA, a partir do valor de controle e 0,4 mg para diminuição > 20%. A PA controle foi definida como a média de três valores sucessivos de pressão arterial sistólica obtidos antes da expansão volêmica e do bloqueio. Estudou-se a velocidade de infusão de fluidos, incidência de hipotensão arterial materna, náusea e vômito, consumo de metaraminol, índice de Apgar e pH da artéria umbilical. RESULTADOS: A velocidade de administração de fluidos foi maior no Grupo 3 do que nos Grupos 1 e 2 (201 ± 61 vs 56 ± 13 e 59 ± 21 ml.min-1, p < 0,05). Os grupos foram semelhantes em relação à incidência de hipotensão arterial, náusea, vômito, consumo de metaraminol, índice de Apgar e pH da artéria umbilical. CONCLUSÕES: A expansão volêmica, realizada antes ou após a instalação da raquianestesia, de maneira rápida ou lenta, não modifica o consumo de vasopressor, a ocorrência de hipotensão arterial materna, náusea ou vômitos, e nem o bem estar fetal.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: En pacientes no obstétricas, se demostró que la expansión volémica rápida realizada inmediatamente después de la inyección subaracnoidea del anestésico local era más efectiva que la expansión volémica lenta, realizada previamente a la instalación del bloqueo para reducir la incidencia y la gravedad de la hipotensión arterial después de raquianestesia. El objetivo del estudio fue comparar la incidencia de hipotensión arterial y el consumo de vasopresores en embarazadas sometidas a cesárea bajo raquianestesia con diferentes regímenes de expansión volémica. MÉTODO: Fueron evaluadas prospectivamente 60 embarazadas de término sometidas a cesárea bajo raquianestesia. Las pacientes recibieron expansión volémica con 10 ml.kg-1 de solución de Ringer con lactato como sigue: Grupo 1 (n = 20), antes de la raquianestesia a través de catéter 18G; Grupo 2 (n = 20), después de raquianestesia y con catéter 18G y Grupo 3 (n = 20) después de raquianestesia con catéter 16G bajo acción de un presurizador. La presión arterial (PA) fue monitorizada a cada minuto y se administró 0,2 mg de metaraminol para cualquier diminución de PA, a partir del valor de control y 0,4 mg para diminución > 20%. La PA control fue definida como la media de tres valores sucesivos de PAS obtenidos antes de la expansión volémica y del bloqueo. Se estudió la velocidad de infusión de fluidos, incidencia de hipotensión arterial materna, náusea y vómito, consumo de metaraminol, índice de Apgar y pH de la arteria umbilical. RESULTADOS: La velocidad de administración de fluidos fue mayor en el Grupo 3 de que en los Grupos 1 y 2 (201 ± 61 vs 56 ± 13 y 59 ± 21 ml.min-1, p < 0,05). Los grupos fueron semejantes en relación a la incidencia de hipotensión arterial, náusea, vómito, consumo de metaraminol, índice de Apgar y pH de la arteria umbilical. CONCLUSIONES: La expansión volémica, realizada antes o después de la instalación de la raquianestesia, de manera rápida o lenta, no modifica el consumo de vasopresor, la ocurrencia de hipotensión arterial materna, náusea o vómitos, y tampoco el bien estar fetal.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: In has been shown in non-obstetric patients, that a fast acute fluid preload immediately after spinal anesthesia was more effective than a slow preload before regional block to decrease the incidence and severity of arterial hypotension after spinal anesthesia. This study aimed at comparing the incidence of arterial hypotension and vasopressants consumption in parturients submitted to C-section under spinal anesthesia with different fluid preload regimens. METHODS: Sixty term pregnant women submitted to C-section under spinal anesthesia. Patients were randomly distributed in three groups receiving acute preload (10 ml.kg-1 lactated Ringer's) as follows: Group 1 (n = 20), before spinal anesthesia through 18G catheter; Group 2 (n = 20), after spinal anesthesia through 18G catheter and Group 3 (n = 20), after spinal anesthesia through 16G catheter with pressurizer. Blood pressure (BP) was monitored at 1-minute intervals until delivery and 0.2 mg bolus metaraminol was administered for any BP decrease from baseline values; 0.4 mg was administered for BP decrease > 20%. Control blood pressure was defined as the mean of three successive SBP values obtained before acute preload and spinal block. Variables studied were: preload rate, incidence of maternal arterial hypotension, nausea, vomiting, vasopressants consumption, Apgar scores and umbilical artery pH. RESULTS: Acute preload was faster in Group 3 as compared to Groups 1 and 2 (201 ± 61 vs 56 ± 13 and 59 ± 21 ml.min-1, p < 0.05). Groups were similar regarding the incidence of arterial hypotension, nausea and vomiting, metaraminol consumption, Apgar scores and umbilical artery pH. CONCLUSIONS: Acute preload before or after spinal anesthesia performance, in a slow or fast rate, does not change vasopressants consumption, the incidence of maternal arterial hypotension, nausea and vomiting, as well as fetal wellbeing. <![CDATA[<b>Inhaled gases humidification and heating during artificial ventilation with low flow and minimal fresh gases flow</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000100004&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Em pacientes sob intubação traqueal ou traqueostomia, a umidificação e o aquecimento do gás inalado são necessários para a prevenção de lesões no sistema respiratório, conseqüentes ao contato do gás frio e seco com as vias aéreas. O objetivo da pesquisa foi avaliar o efeito do sistema respiratório circular com absorvedor de dióxido de carbono do aparelho de anestesia Cícero da Dräger, quanto à capacidade de aquecimento e umidificação dos gases inalados, utilizando-se fluxo baixo (1 L.min-1) ou mínimo (0,5 L.min-1) de gases frescos. MÉTODO: O estudo aleatório foi realizado em 24 pacientes, estado físico ASA I, com idades entre 18 e 65 anos, submetidos à anestesia geral, utilizando-se a Estação de Trabalho Cícero da Dräger (Alemanha), para realização de cirurgias abdominais, os quais foram distribuídos aleatoriamente em dois grupos: grupo de Baixo Fluxo (BF), no qual foi administrado 0,5 L.min-1 de oxigênio e 0,5 L.min-1 de óxido nitroso e fluxo mínimo (FM), administrando-se somente oxigênio a 0,5 L.min-1. Os atributos estudados foram temperatura, umidade relativa e absoluta da sala de operação e do gás no sistema inspiratório. RESULTADOS: Os valores da temperatura, umidade relativa e umidade absoluta no sistema inspiratório na saída do aparelho de anestesia e junto ao tubo traqueal não apresentaram diferença significante entre os grupos, mas aumentaram ao longo do tempo nos dois grupos (BF e FM), havendo influência da temperatura da sala de operação sobre a temperatura do gás inalado, nos dois grupos estudados. Níveis de umidade e temperatura próximos dos ideais foram alcançados, nos dois grupos, a partir de 90 minutos. CONCLUSÕES: Não há diferença significante da umidade e temperatura do gás inalado utilizando-se baixo fluxo e fluxo mínimo de gases frescos.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: En pacientes bajo intubación traqueal o traqueostomia, la humidificación y calentamiento del gas inhalado son necesarios para la prevención de lesiones en el sistema respiratorio, consecuentes al contacto del gas frío y seco con las vías aéreas. El objetivo de la pesquisa fue evaluar el efecto del sistema respiratorio circular con absorbedor de dióxido de carbono del aparato de anestesia Cícero de Dräger, cuanto a la capacidad de calentamiento y humidificación de los gases inhalados, utilizándose flujo bajo (1 L.min-1) o mínimo (0,5 L.min-1) de gases frescos. MÉTODO: El estudio aleatorio fue realizado en 24 pacientes estado físico ASA I, con edades entre 18 y 65 años, sometidos a anestesia general, utilizándose la Estación de Trabajo Cícero de Dräger (Alemania), para realización de cirugías abdominales, los cuales fueron distribuidos aleatoriamente en dos grupos: grupo de Bajo Flujo (BF), en el cual fue administrado 0,5 L.min-1 de oxígeno y 0,5 L.min-1 de óxido nitroso y flujo mínimo (FM), administrándose solamente oxígeno a 0,5 L.min-1. Los atributos estudiados fueron: temperatura, humedad relativa y absoluta de la sala de operación y del gas en el sistema inspiratorio. RESULTADOS: Los valores de la temperatura, humedad relativa y humedad absoluta en el sistema inspiratorio en la salida del aparato de anestesia y junto al tubo traqueal no presentaron diferencia significante entre los grupos, pero aumentaron a lo largo del tiempo en los dos grupos (BF y FM), habiendo influencia de la temperatura de la sala de operación sobre la temperatura del gas inhalado, en los dos grupos estudiados. Niveles de humedad y temperatura próximos de los ideales fueron alcanzados, en los dos grupos, a partir de 90 minutos. CONCLUSIONES: No hay diferencia significante de la humedad y temperatura del gas inhalado utilizándose bajo flujo y flujo mínimo de gases frescos.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Inhaled gas humidification and heating are necessary in patients under tracheal intubation or tracheostomy to prevent damage to respiratory system resulting from the contact of cold and dry gas with the airways. This study aimed at evaluating the effect of respiratory circle systems with carbon dioxide absorbers from Dräger's Cicero anesthesia machine (Germany) as to inhaled gases heating and humidification ability using low fresh gases flow (1 L.min-1) or minimum flow (0.5 L.min-1). METHODS: Participated in this study, 24 patients, physical status ASA I, aged 18-65 years, submitted to general anesthesia using Dräger's Cicero workstation (Germany) for abdominal surgery, who were randomly distributed in two groups: low flow group (LF) received 0.5 L.min-1 oxygen and 0.5 L.min-1 nitrous oxide, and minimum flow group (MF) received 0.5 L.min-1 oxygen only. Evaluated attributes were temperature, relative and absolute humidity of the operating room and of respiratory circuit gas. RESULTS: There were no significant differences in inhaled gas temperature, relative and absolute humidity between groups, but they have increased along time in both groups, with influence of operating room temperature on inhaled gas temperature for both groups. Near optimal levels of humidity and temperature were reached as from 90 minutes in both groups. CONCLUSIONS: There have been no significant differences in inhaled gas humidity and temperature with fresh gases low flow or minimum flow. <![CDATA[<b>Residual gastric volume and risk for pulmonary aspiration in children with gastroesophageal reflux</b>: <b>comparative study</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000100005&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Freqüentemente, crianças com refluxo gastroesofágico têm que ser submetidas a anestesia para estudos diagnósticos e/ou procedimentos cirúrgicos. Considera-se que o esvaziamento gástrico seja retardado na doença do refluxo gastroesofágico pediátrico. Portanto, a anestesia nesses pacientes tem aspectos peculiares, especialmente no que se refere ao risco de aspiração pulmonar. O objetivo deste estudo é comparar o volume gástrico residual de crianças com ou sem refluxo gastroesofágico e determinar se as crianças com refluxo têm, de fato, risco aumentado para a aspiração pulmonar do conteúdo gástrico durante a anestesia. MÉTODO: Participaram do estudo 38 crianças, estado físico ASA I ou II, submetidas à endoscopia digestiva alta diagnóstica. As crianças foram divididas em dois grupos: grupo R, portadoras de refluxo gastroesofágico e grupo N, sem refluxo gastroesofágico com endoscopia digestiva alta normal. Durante o procedimento, todo o conteúdo gástrico foi aspirado e seu volume medido. RESULTADOS: Das 38 crianças estudadas, 18 (47%) foram incluídas no grupo R e 20 (53%) no grupo N. Não foram constatadas diferenças significativas entre os dois grupos no que se refere à idade, ao peso e tempo de jejum. Em todos os pacientes, o volume gástrico residual observado foi inferior a 0,4 ml.kg-1; e não houve diferenças significativas entre os grupos. CONCLUSÕES: Nas condições deste estudo, o volume gástrico residual não diferiu entre as crianças portadoras, ou não, de refluxo gastroesofágico. Portanto, as crianças com refluxo gastroesofágico não apresentaram risco aumentado de aspiração pulmonar, quando comparadas a crianças sem refluxo gastroesofágico, podendo-se dispensar sua profilaxia.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Frecuentemente, niños con reflujo gastroesofágico tienen que ser sometidos a anestesia para estudios diagnósticos y/o procedimientos quirúrgicos. Se considera que el vaciamiento gástrico sea retardado en la molestia del reflujo gastroesofágico pediátrico. Por tanto, la anestesia en esos pacientes tiene aspectos peculiares, especialmente en lo que se refiere al riesgo de aspiración pulmonar. El objetivo de este estudio es comparar el volumen gástrico residual de niños con o sin reflujo gastroesofágico y determinar si los niños con reflujo tienen, de hecho, riesgo aumentado para la aspiración pulmonar del contenido gástrico durante la anestesia. MÉTODO: Participaron del estudio 38 niños, estado físico ASA I o II, sometidos a endoscópia digestiva alta diagnóstica. Los niños fueron divididos en dos grupos: grupo R, portadores de reflujo gastroesofágico y grupo N, sin reflujo gastroesofágico con endoscópia digestiva alta normal. Durante el procedimiento, todo el contenido gástrico fue aspirado y su volumen medido. RESULTADOS: De los 38 niños estudiados, 18 (47%) fueron incluidos en el grupo R y 20 (53%) en el grupo N. No fueron constatadas diferencias significativas entre los dos grupos en lo que se refiere a la edad, al peso y tiempo de ayuno. En todos los pacientes, el volumen gástrico residual observado fue inferior a 0,4 ml.kg-1; y no hubo diferencias significativas entre los grupos. CONCLUSIONES: En las condiciones de este estudio, el volumen gástrico residual no divergió entre los niños portadores, o no, de reflujo gastroesofágico. Por tanto, los niños con reflujo gastroesofágico no presentaron riesgo aumentado de aspiración pulmonar, cuando comparados a los niños sin reflujo gastroesofágico, pudiendo dispensar su profilaxis.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Children with gastroesophageal reflux are often submitted to anesthesia for both diagnostic and therapeutic procedures. They are considered as having delayed gastric emptying and so anesthesia in this group is surrounded by special consideration, mostly with regard to pulmonary aspiration. This study aimed at comparing residual gastric volume of children with and without gastroesophageal reflux and at determining if children with gastroesophageal reflux are at risk for pulmonary aspiration during anesthesia. METHODS: Participated in this study 38 children, physical status ASA I and II undergoing upper digestive diagnostic endoscopy. Children were distributed in two groups, according to the presence (group R) or absence (group N) of gastroesophageal reflux. All gastric content was collected and measured during the procedure. RESULTS: There were 18 (47%) group R children and 20 (53%) group N children. Age, weight and fasting time were not significantly different between groups. In all patients, residual gastric volume was less then 0,4 ml.kg-1 and there were no significant differences between groups. CONCLUSIONS: Children with gastroesophageal reflux were not at increased risk for pulmonary aspiration, as compared to children without reflux. Therefore, its prophylaxis would not be necessary. <![CDATA[<b>Automatic blood pressure monitors</b>: <b>evaluation of three models in volunteers</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000100006&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Desde 1903 a monitorização da pressão arterial tem sido realizada por método não invasivo, com esfigmomanômetro ou aparelhos automáticos não invasivos. Um dos problemas da medida da pressão arterial não invasiva é considerar a variação da pressão arterial com o método utilizado. O método oscilométrico de medida da pressão arterial avalia a pressão arterial durante a deflação do manguito. Dificuldades da medida da pressão arterial pelo método oscilométrico podem acontecer por: tamanho inadequado do manguito, incorreta aplicação do manguito, faltas não detectadas pelo manguito e conectores, movimento do braço, estado de choque e compressão vascular proximal ao manguito. Este estudo avaliou a confiabilidade dos aparelhos nas medidas da pressão arterial pelo método não invasivo em cinco medidas com três aparelhos diferentes. MÉTODO: Foi avaliada a pressão arterial em 60 voluntárias com idades entre 20 e 40 anos no período das 7 às 11 horas da manhã, na posição sentada de um dia normal de trabalho. A medida da pressão arterial constou de cinco aferições com intervalo de 2 minutos. Foram estudados três aparelhos automáticos de medida da pressão arterial. Nenhuma paciente era obesa, hipertensa ou sofria de doença cardíaca ou disritmias cardíacas. A medida indireta da pressão arterial era feita de acordo com as instruções dos fabricantes. RESULTADOS: Não há diferença entre os três grupos estudados em relação aos parâmetros demográficos. A variação média intrapessoal na PAS, de uma medida para outra, foi de até 6,7 mmHg, na PAM de até 4,9 mmHg e na PAD de até 3,3 mmHg, todas com intervalo de confiança de 95%. A diferença máxima entre as medidas na mesma voluntária foi de 49 mmHg na PAS, 46 mmHg na PAM e 28 mmHg na PAD. CONCLUSÕES: Este trabalho mostrou que há variação significativa entre as medidas das PAS, PAM e PAD e que a PAD é o parâmetro mais fidedigno para verificar alterações da pressão arterial em voluntárias.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Desde 1903 la monitorización de la presión arterial ha sido realizada por método no invasor, con esfigmomanómetro o aparatos automáticos no invasores. Uno de los problemas de la medida de la presión arterial no invasora es considerar la variación de la presión arterial con el método utilizado. El método oscilométrico de medida de la presión arterial evalúa la presión arterial durante la deflación del manguito. Dificultades de la medida de la presión arterial por el método oscilométrico pueden acontecer por: tamaño inadecuado del manguito, incorrecta aplicación del manguito, faltas no detectadas por el manguito y conectores, movimiento del brazo, estado de choque y compresión vascular proximal al manguito. Este estudio evaluó la confianza de los aparatos en las medidas de la presión arterial por el método no invasor en cinco medidas con tres aparatos diferentes. MÉTODO: Fue evaluada la presión arterial en 60 voluntarias con edades entre 20 y 40 años en el período de las 7 a las 11 horas de la mañana, en la posición sentada de un día normal de trabajo. La medida de la presión arterial constató de cinco afericiones con intervalo de 2 minutos. Fueron estudiados tres aparatos automáticos de medida de la presión arterial. Ninguna paciente era obesa, hipertensa o sofría de enfermedad cardíaca o disritmias cardíacas. La medida indirecta de la presión arterial era hecha de acuerdo con las instrucciones de los fabricantes. RESULTADOS: No hay diferencia entre los tres grupos estudiados en relación a los parámetros demográficos. La variación media intrapersonal en la PAS, de una medida para otra, fue de hasta 6,7 mmHg, en la PAM de hasta 4,9 mmHg y en la PAD de hasta 3,3 mmHg, todas con intervalo de confianza 95%. La diferencia máxima entre las medidas en la misma voluntaria fue de 49 mmHg en la PAS, 46 mmHg en la PAM y 28 mmHg en la PAD. CONCLUSIONES: Este trabajo mostró que hay variación significativa entre as medidas de las PAS, PAM y PAD y que la PAD es el parámetro más fidedigno para verificar alteraciones de la presión arterial en voluntarias.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Since 1903, blood pressure has been noninvasively monitored (NIBP), either with manual sphygmomanometer or automated noninvasive devices. One NIBP measurement problem is the considerable variance in blood pressure data, both within and between available techniques. The oscillometric method for NIBP monitoring evaluates blood pressure during cuff deflation. Difficulties in blood pressure measurement by oscillometry may arise from: inadequate cuff size, inadequate cuff application, undetected fails in cuff, hoses, or connectors, arm movement, shock and vascular compression proximal to the cuff. This study aimed at evaluating the reliability of three noninvasive blood pressure monitoring devices during five measurements. METHODS: Blood pressure of 60 healthy female volunteers aged 20 to 40 years was evaluated from 7 am to 11 am, in the sitting position during a normal workday. Five measures were taken with each device at 2-minute intervals. Three automatic blood pressure monitors were studied. No patient was obese, hypertensive or suffering from cardiac disease and cardiac arrhythmia. Indirect measurements were made according to manufacturers' instructions. RESULTS: There were no differences in demographics among the three studied groups. Mean intrapersonal variation from one measurement to the other was up to 6.7 mmHg for systolic blood pressure (SBP), 4.9 mmHg for mean blood pressure (MBP) and 3.3 mmHg for diastolic blood pressure (DBP) with 95% confidence interval. The highest difference between measures in the same volunteer was 49 mmHg for SBP, 46 mmHg for MBP and 28 mmHg for DBP. CONCLUSIONS: This study has shown significant variations in SBP, MBP and DBP and that SBP is the most reliable parameter to check blood pressure changes in volunteers. <![CDATA[<b>Correlation between CSF concentration and side effects after spinal morphine injection in rats</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000100007&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A morfina por via subaracnóidea promove bom efeito analgésico, mas não é isenta de efeito colateral. O objetivo deste estudo foi verificar se há correlação entre a concentração de morfina no líquor e os efeitos colaterais após injeção de morfina por via subaracnóidea. MÉTODO: Foram estudados 28 ratos, em quatro grupos, 24 horas após a colocação de cateter subaracnóideo via cisterna magna. Os grupos G1, G2, G3 e G4 receberam respectivamente 0,1; 0,3; 0,5 e 1 µg de morfina em 10 µl de solução fisiológica a 0,9%. Foram coletadas amostras de líquor e anotados os efeitos colaterais nos momentos M15, M30, M60, M120 e M180 minutos após a injeção. RESULTADOS: Os efeitos colaterais observados foram tremor mandibular, agitação, prurido, ausência de diurese, sedação e alteração respiratória. Houve maior incidência de efeitos colaterais nas avaliações precoces, diminuindo progressivamente com o tempo. As concentrações médias de morfina no líquor no G1 variou de 72,84 a 1,13 pg; no G2, de 114,26 a 5,68 pg; no G3, de 151,18 a 13,62 pg; e no G4, de 561,37 a 18,61 pg. CONCLUSÕES: Não houve correlação entre concentração de morfina no líquor e efeitos colaterais.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La morfina por vía subaracnoidea promueve buen efecto analgésico, solamente no es exenta de efecto colateral. El objetivo de este estudio fue verificar si hay correlación entre la concentración de morfina en el líquor y los efectos colaterales después de inyección de morfina por vía subaracnoidea. MÉTODO: Fueron estudiados 28 ratones, en cuatro grupos, 24 horas después de colocación de catéter subaracnoideo vía cisterna magna. Los grupos G1, G2, G3, y G4 recibieron respectivamente 0,1; 0,3; 0,5 y 1 µg de morfina en 10 µl de solución fisiológica a 0,9%. Fueron colectadas muestras de líquor y anotados los efectos colaterales en los momentos M15, M30, M60, M120 y M180 minutos después de la inyección. RESULTADOS: Fueron observados efectos colaterales: tremor de mandíbula, agitación, prurito, ausencia de diuresis, sedación y alteración respiratoria. Hubo mayor incidencia de efectos colaterales en las evaluaciones precoces, diminuyendo progresivamente con el tiempo. Las concentraciones medias de morfina en el líquor en el G1 varió de 72,84 a 1,13 pg; en el G2, de 114,26 a 5,68 pg; en el G3, de 151,18 a 13,62 pg; y en el G4, de 561,37 a 18,61 pg. CONCLUSIONES: No hubo correlación entre concentración de morfina en el líquor y efectos colaterales.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Spinal morphine promotes good pain relief, but is not free from side effects. This study aimed at verifying the correlation between CSF morphine concentration and side effects. METHODS: This study involved 4 groups of 7 rats, which were studied 24 hours after spinal catheter insertion via cisterna magna. Groups G1, G2, G3 and G4 received respectively 0.1; 0.3; 0.5 and 1 µg morphine in 10 µl of 0.9% saline solution. CSF samples were collected and side effects were recorded at M15, M30, M60, M120 and M180 minutes after injection. RESULTS: Side effects observed were: mandible tremors, agitation, pruritus, absence of diuresis, sedation, and respiratory changes. The incidence of side effects was higher during early evaluations and progressively decreased with time. Mean CSF morphine concentrations in G1 varied from 72.84 to 1.13 pg; in G2 from 114.26 to 5.68 pg; in G3 from 151.18 to 13.62 pg and in G4, from 561.37 to 18.61 pg. CONCLUSIONS: There has been no correlation between CSF morphine concentration and side effects. <![CDATA[<b>Effects of different spinal morphine doses in rats</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000100008&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A morfina por via espinhal promove bom efeito analgésico, mas não é isenta de efeito colateral. O objetivo deste estudo foi investigar os efeitos observados com diferentes doses de morfina por via subaracnóidea. MÉTODO: Foram estudados cinco grupos de sete ratos, 24 horas após colocação de cateter subaracnóideo via cisterna magna sob anestesia com cetamina e xilazina por via muscular. O G1 recebeu 10 µl de solução fisiológica; os grupos G2, G3, G4, e G5 receberam respectivamente 0,1; 0,3; 0,5 e 1 µg de morfina em 10 µl de solução fisiológica. Os animais foram submetidos ao teste de imersão da cauda em água quente no M0 (antes da injeção), e M15, M30, M60, M120 e M180 minutos após injeção. RESULTADOS: Foi observada analgesia nos grupos que receberam morfina, em diversos momentos, quando comparados com o grupo controle e com o tempo antes da injeção de morfina. No G1 houve fraqueza das patas em 4 animais. Agitação ocorreu em M15 no G2 e em M15 e M30 no G3. Tremor mandibular foi observado em M5, M15, M30 e M60 no G2; no G3 foi observado em M5 e M15; no G4, em M5 e no G5, em M5. Prurido foi observado em M5, M15, M30 e M60 no G2; em M5, M15, M30, M60 e M120 no G3; em M5, M15, M30, M60, e M120 no G4; em M5, M15, M30, M60, e M120 no G5. Ausência de diurese ocorreu em M60 no G2; no M15, M30, M60 e M120 no G3; no M60 e M120 no G4; e no M30 e M60 no G5. Sedação ocorreu em M15, M30 e M60 nos grupos 2, 3 e 4; e em M15, M30, M60 e M120 no G5. Alteração respiratória foi observada em M15, M30, M60 no G2; em M15, M30 e M60 no G3; em M15 e M30 nos grupos 4 e 5. CONCLUSÕES: Neste estudo, todas as doses de morfina subaracnóideas administradas provocaram efeitos colaterais; e doses menores que 1 µg promoveram analgesia de curta duração.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La morfina por vía espinal promueve buen efecto analgésico, solamente no es exenta de efecto colateral. El objetivo de este estudio fue investigar los efectos observados con diferentes dosis de morfina por via subaracnoidea. MÉTODO: Fueron estudiados cinco grupos de siete ratones, 24 horas después de la colocación de catéter subaracnoideo vía cisterna magna bajo anestesia con cetamina y xilazina por la vía muscular. El G1 recibió 10 µl de solución fisiológica; los grupos G2, G3, G4, y G5 recibieron respectivamente 0,1; 0,3; 0,5 y 1 µg de morfina en 10 µl de solución fisiológica. Los animales fueron sometidos al teste de inmersión de la cola en agua caliente en el M0 (antes de la inyección), y M15, M30, M60, M120 y M180 minutos después de la inyección. RESULTADOS: Se observó analgesia en los grupos que recibieron morfina, en diversos momentos, cuando comparados con el grupo control y con el tiempo antes de la inyección de morfina. En el G1 hubo flaqueza de las patas en 4 animales. Ocurrió agitación en M15 en el G2 y en M15 y M30 en el G3. Tremor de mandíbula fue observado en M5, M15, M30, y M60 en el G2; en el G3 fue observado en M5 y M15; en el G4, en M5 y en el G5, en M5. Prurito fue observado en M5, M15, M30 y M60 en el G2; en M5, M15, M30, M60 y M120 en el G3; en M5, M15, M30, M60, y M120 en el G4; en M5, M15, M30, M60 y M120 en el G5. Ausencia de diúresis ocurrió en M60 en el G2; en el M15, M30, M60 y M120 en el G3; en el M60 y M120 en el G4; y en el M30 y M60 en el G5. Sedación ocurrió en M15, M30 y M60 en los grupos 2, 3 y 4; y en M15, M30, M60, y M120 en el G5. Alteración respiratoria fue observada en M15, M30, M60 en el G2; en M15, M30 y M60 en el G3; en M15 y M30 en los grupos 4 y 5. CONCLUSIONES: En este estudio, todas las dosis de morfina subaracnoideas administradas provocaran efectos colaterales; y dosis menores que 1 µg promovieron analgesia de corta duración.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Spinal morphine promotes adequate pain relief, but is not free from side effects. This study aimed at investigating the effects of different spinal morphine doses. METHODS: Five groups of seven rats were studied, 24 h after spinal catheter insertion via cisterna magna under anesthesia with muscular ketamine and xylazine. G1 received 10 µl saline solution; groups G2, G3, G4 and G5 received respectively 0.1; 0.3; 0.5 and 1 µg morphine in 10 µl saline solution. Animals were submitted to tail immersion test in hot water at M0 (prior to injection), and M15, M30, M60, M120 and M180 minutes after the injection. RESULTS: Analgesic effects were observed in groups receiving morphine, in different times, as compared to control and to time before morphine injection. In G1 there was paws weakness in 4 animals. Agitation was observed at M15 in G2 and at M15 and M30 in G3. Mandible tremors were observed at moments M5, M15, M30 and M60 in G2; at M5 and M15 in G3, in M5 in G4, and in M5 in G5. Pruritus was observed at M5, M15, M30 and M60 in G2; at M5, M15, M30, M60 and M120 in G3; at M5, M15, M30, M60, and M120 in G4; and at M5, M15, M30, M60 and M120 in G5. Absence of diuresis was observed at M60 in G2; at M15, M30, M60 and M120 in G3; at M30 and M120 in G4, and at M30, and M60 in G5. Sedation was observed at M15, M30 and M60 in groups 2, 3 and 4; and at M15, M30, M60 and M120 in G5. Respiratory changes were observed at M15, M30 and M60 in G2; at M15, M30 and M60 in G3; at M15 and M30 in groups 4 and 5. CONCLUSIONS: In this study all morphine doses below 1 µg have promoted short duration analgesia; all spinal morphine doses have produced side effects. <![CDATA[<b>Labor analgesia in protein S deficient patient</b>: <b>case report</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000100009&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Na deficiência de proteína S, uma glicoproteína com atividade anticoagulante, o risco de eventos tromboembólicos está aumentado. O objetivo deste relato é abordar o manuseio anestésico em paciente obstétrica portadora desta deficiência. RELATO DO CASO: Paciente com deficiência de proteína S, com 25 semanas de gestação, apresentou os seguintes resultados de exames: INR = 0,9, TTPA = 32 s (controle 25,6), proteína S = 35% (normal = 70% a 130%). Nos dois últimos trimestres de gravidez, fez uso de até 12000 U de heparina, cada 8 horas. Com 38 semanas, foi internada em trabalho de parto. Decorridas 8 horas da interrupção da heparina, já com TTPA 25,8 s (controle 27,8 s), realizou-se anestesia peridural injetando-se 6 ml de bupivacaína a 0,2% e fentanil (20 µg), seguido de infusão contínua. O tempo de infusão foi de 5 horas com dose total de 40 mg de bupivacaína. Não houve intercorrências e, 1 hora após a retirada do cateter, foi reiniciada heparina, por via subcutânea, 10.000 UI, a cada 12 horas. A mãe e o recém-nascido evoluíram bem, recebendo alta no terceiro dia do pós-parto. CONCLUSÕES: Grávidas com deficiência de proteína S devem receber anticoagulantes com o objetivo de manter o TTPA 2 vezes o valor controle. A heparina, por não atravessar a barreira placentária, é o anticoagulante de eleição em obstetrícia. O bloqueio pode ser realizado respeitando um tempo mínimo entre 4 a 6 horas entre a última dose de heparina e a realização da punção lombar, desde que os exames apresentem parâmetros de normalidade. Entretanto, nestes casos, a analgesia peridural pode auxiliar na profilaxia de eventos tromboembólicos.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: En la deficiencia de proteína S, una glucoproteína con actividad anticoagulante, el riesgo de eventos tromboembólicos está aumentado. El objetivo de este relato es abordar el manoseo anestésico en paciente obstétrica portadora de esta deficiencia. RELATO DE CASO: Paciente con deficiencia de proteína S, con 25 semanas de gestación, presentó los siguientes resultados de exámenes: INR = 0,9, TTPA = 32 s (control 25,6), proteína S = 35% (normal = 70% a 130%). En los dos últimos trimestres de embarazo, hizo uso de hasta 12000 U de heparina, cada 8 horas. Con 38 semanas, fue internada en trabajo de parto. Pasadas 8 horas de la interrupción de la heparina, y ya con TTPA 25,8 s (control 27,8 s), se realizó anestesia peridural con inyección de 6 ml de bupivacaína a 0,2% y fentanil (20 µg), seguido de infusión continua. EL tiempo de infusión fue de 5 horas con dosis total de 40 mg de bupivacaína. No hubo intercurrencias y, 1 hora después de la retirada del catéter, fue reiniciada heparina, por vía subcutánea, 10.000 UI, a cada 12 horas. La madre y el recién nacido evoluyeron bien, recibiendo alta en el tercero día del pos-parto. CONCLUSIONES: Embarazadas con deficiencia de proteína S deben recibir anticoagulantes con el objetivo de mantener el TTPA 2 veces el valor control. La heparina, por no atravesar a barrera placentaria, es el anticoagulante de elección en obstetricia. El bloqueo puede ser realizado respetando un tiempo mínimo entre cuatro a seis horas entre a última dosis de heparina y la realización de la punción lumbar, desde que los exámenes presenten parámetros de normalidad. Entretanto, en estos casos, la analgesia peridural puede auxiliar en la profilaxis de eventos tromboembólicos.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Deficiency in protein S, which is a glycoprotein with anticoagulant activity, increases the risk for thromboembolic events. This report aimed at addressing anesthetic management of protein S deficient obstetric patient. CASE REPORT: Protein S deficient patient, at 25 weeks gestation, presented the following lab results: INR = 0.9, TTPA = 32 s (control 25.6), protein S = 35% (normal = 70% to 130%). In the last three gestation quarters she has received up to 12,000 IU heparin every 8 hours. With 38 weeks, she was admitted in labor. After 8 uninterrupted heparin hours, already with TTPA of 25.8 s (control 27.8 s) epidural anesthesia was induced with 6 ml of 0.2% bupivacaine and fentanyl (20 µg), followed by continuous infusion. Infusion time was 5 hours with total 40 mg bupivacaine dose. There have been no intercurrences and 1 hour after catheter removal, subcutaneous 10,000 IU heparin were restarted at 12-hour intervals. Patient and neonate evolved well and were discharged 3 days later. CONCLUSIONS: Protein S deficient pregnant patients should receive anticoagulants to maintain TTPA twice the control value. Heparin, for not crossing placental barrier, is the anticoagulant of choice in obstetrics. Blockade may be induced respecting a minimum period of 4 to 6 hours between last heparin dose and lumbar puncture, provided lab tests are within normal ranges. In these cases, however, epidural analgesia may help in preventing thromboembolic events. <![CDATA[<b>Gabapentin</b><b> to treat sacral perineural cyst-induced pain</b>: <b>case report</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000100010&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Os cistos perineurais podem gerar dor com características neuropáticas de difícil controle. Os anticonvulsivantes são medicações utilizados para tratamento de dores com essas características. O objetivo deste relato é mostrar um caso com total remissão da dor com uso de gabapentina após o insucesso no tratamento com todas as outras alternativas terapêuticas utilizadas. RELATO DE CASO: Paciente de 67 anos, diabética, com queixa de dor lombossacra há dois meses, com as seguintes características: diária, em pontada e queimação, de intensidade leve a moderada e com irradiação para região posterior da coxa. Piorava com o movimento e com a posição ortostática. Há seis meses havia tido um episódio semelhante de dor, que melhorou com o uso de corticoesteróides. A ressonância nuclear magnética da coluna lombossacra mostrava lesões císticas perineurais sacrais em S1, S2 e S3 com diâmetro de 2,5 a 4 cm, comprimindo o saco dural associado à erosão óssea. Foi introduzida a gabapentina em doses progressivas até 900 mg/dia, com alívio completo do quadro álgico. CONCLUSÕES: A dor neuropática provocada pelo cisto de Tarlov pode ser controlada de maneira adequada com gabapentina.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Los quistes perineurales pueden generar dolor con características neuropáticas de difícil control. Los anticonvulsivantes son medicaciones utilizadas para tratamiento de dolores con esas características. El objetivo de este relato es mostrar un caso con total remisión del dolor con el uso de gabapentina después del mal suceso en el tratamiento con todas las otras alternativas terapéuticas utilizadas. RELATO DE CASO: Paciente de 67 anos, diabética, con queja de dolor lombosacra hace dos meses, con las siguientes características: diaria, en puntada y quemazón, de intensidad leve a moderada y con irradiación para región posterior del muslo. Peoraba con el movimiento y con la posición ortostática. Hace seis meses tuvo un episodio semejante de dolor, que mejoró con el uso de corticoesteróides. La resonancia nuclear magnética de la columna lombosacra mostraba lesiones císticas perineurales sacrales en S1, S2 y S3 con diámetro de 2,5 a 4 cm, comprimiendo el saco dural asociado a la erosión ósea. Fue introducida la gabapentina en dosis progresivas hasta 900 mg/día, con alivio completo del cuadro álgico. CONCLUSIONES: El dolor neuropático provocado por el quiste de Tarlov puede ser controlada de manera adecuada con gabapentina.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Perineural cysts may induce difficult to control neuropathic pain. Anticonvulsivants are used to treat such pain. This report aimed at presenting a case of total pain remission with gabapentin after failure of all other therapeutic alternatives used. CASE REPORT: Female, diabetic patient, 67 years old, complaining of lumbosacral pain for two months, with the following characteristics: daily, sharp and burning pain of mild to moderate intensity irradiating to posterior thigh. Pain would worsen with movement and in the standing position. Six months before she had had a similar pain episode which improved with steroids. Lumbosacral spine MRI showed 2.5 cm sacral perineural cyst injuries at S1, S2 and S3, compressing the dural sac and associated to bone erosion. Gabapentin was introduced in progressive doses until 900 mg/day, with complete pain relief. CONCLUSIONS: Tarlov's cyst neuropathic pain may be adequately controlled with gabapentin. <![CDATA[<b>Epidural abscess after patient-controlled epidural analgesia</b>: <b>case report</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000100011&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A analgesia peridural é freqüentemente utilizada para o controle da dor pós-operatória ou para tratamento da dor crônica em pacientes oncológicos. No entanto, não está isenta de complicações. Neste caso, relatamos a ocorrência de abscesso peridural em paciente jovem, hígida, que foi submetida a analgesia peridural em bomba de infusão controlada pela paciente, que apresentou abscesso peridural, sendo necessária descompressão cirúrgica. RELATO DO CASO: Paciente do sexo feminino, 24 anos, 56 kg, 1,65 m, estado físico ASA I, com história de lombalgia e dificuldade de flexão da coxa esquerda, foi submetida à cirurgia para liberação da musculatura posterior do quadril. Três dias após a alta hospitalar retornou ao hospital queixando-se de dor no local da incisão cirúrgica e durante a realização dos exercícios fisioterápicos. Foi internada e programada analgesia controlada pelo paciente (ACP) por via peridural, para possibilitar o tratamento fisioterápico. No centro cirúrgico foi feita sedação por via venosa com midazolam (2,5 mg) e fentanil (25 µg), anti-sepsia da pele e realizada punção peridural no espaço L3-L4. Após dose teste foram injetados ropivacaína a 0,75% (75 mg) e fentanil (100 µg) e passado cateter peridural em sentido cefálico, sem intercorrências. Foi instalada bomba de ACP contendo solução fisiológica a 0,9% (85 ml), bupivacaína a 0,5% (25 mg) e fentanil (500 µg), programada com fluxo constante de 4 ml.h-1 e bolus de 2 ml a cada 20 minutos. No 3º dia a paciente relatou incômodo no local da inserção do cateter, sendo o mesmo retirado. Havia discreta hiperemia no local. Após vinte e dois dias, a paciente retornou ao hospital com dor de grande intensidade na região lombossacra com irradiação para os membros inferiores e limitação dos movimentos. Não havia deficit neurológico ou sinais flogísticos no local da punção ou na ferida operatória. Foi feita hipótese de abscesso peridural e a ressonância nuclear magnética confirmou a presença do mesmo em L3-L4 (2 x 3 cm), realizada laminectomia, a cultura do material mostrou tratar-se de staphilococcus aureus. A paciente evoluiu bem, sem seqüela neurológica. CONCLUSÕES: A analgesia peridural, muitas vezes utilizada para o controle da dor pós-operatória ou da dor crônica, embora muito efetiva, não está livre de complicações, ainda que raras, como o abscesso peridural.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La analgesia peridural frecuentemente es utilizada para el control del dolor pos-operatorio o para tratamiento del dolor crónico en pacientes oncológicos. No obstante no está exenta de complicaciones. En este caso, relatamos la ocurrencia de absceso peridural en una joven paciente, hígida, que fue sometida a analgesia peridural en bomba de infusión controlada por la paciente, que presentó absceso peridural, siendo necesaria descompresión quirúrgica. RELATO DE CASO: Paciente de sexo femenino, 24 años, 56 kg, 1,65 m, estado físico ASA I, con historia de lombalgia y dificultad de flexión del muslo izquierdo, fue sometida a cirugía para liberación de la musculatura posterior del cuadril o anca. Tres días después del alta hospitalar retornó al hospital quejándose de dolor en el local de la incisión quirúrgica y durante la realización de los ejercicios fisioterápicos. Fue internada y programada analgesia controlada por la paciente (ACP) por vía peridural, para posibilitar el tratamiento fisioterápico. En el centro quirúrgico fue hecha sedación por vía venosa con midazolam (2,5 mg) y fentanil (25 µg), anti-sepsia de la piel y realizada punción peridural en el espacio L3-L4. Después de la dosis test fueron inyectados ropivacaína a 0,75% (75 mg) y fentanil (100 µg) y pasado catéter peridural en sentido cefálico, sin interocurrencias. Fue instalada bomba de ACP conteniendo solución fisiológica a 0,9% (85 ml), bupivacaína a 0,5% (25 mg) y fentanil (500 µg), programada con flujo constante de 4 ml.h-1 y bolus de 2 ml a cada 20 minutos. En el 3º día la paciente relató incómodo en el local de la inserción del catéter, siendo el mismo retirado. Había discreta hiperemia local. Después de veintidós días, la paciente retornó al hospital con dolor de grande intensidad en la región sacrolumbar con irradiación para los miembros inferiores y limitación de los movimientos. No había deficit neurológico o señales flogísticos en el local de la punción o en la herida operatoria. Fue hecha hipótesis de absceso peridural y la resonancia nuclear magnética confirmó la presencia del mismo en L3-L4 (2 x 3 cm), realizada laminectomia, la cultura del material mostró tratarse de staphilococcus aureus. La paciente evoluyó bien, sin secuela neurológica. CONCLUSIONES: La analgesia peridural, muchas veces utilizada para el control del dolor pos-operatorio o del dolor crónico, aun cuando muy efectiva, no está libre de complicaciones, aunque raras, como el absceso peridural.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Epidural analgesia is often used to control postoperative pain or to manage chronic pain in oncologic patients. However, it is not free from complications. This case reports a young healthy female patient submitted to epidural analgesia in patient-controlled infusion pump, which developed epidural abscess requiring surgical decompression. CASE REPORT: Female patient, 24 years of age, 56 kg, 1.65 m, physical status ASA I, with history of low back pain and difficulty to bend left thigh, submitted to posterior hip muscles surgical release. Three days after hospital discharge, patient returned referring pain at surgical incision site and during physical therapy. Patient was admitted to hospital and patient-controlled epidural analgesia (PCA) was prescribed to allow physical therapy. Patient was sedated in the operating room with intravenous midazolam (2.5 mg) and fentanyl (25 µg), skin was disinfected and epidural puncture was performed at L3-L4 interspace. After the test dose, 0.75% ropivacaine (75 mg) and fentanyl (100 µg) were injected and an epidural catheter was inserted in the cephalad direction without intercurrences. PCA pump containing 0.9% saline solution (85 ml), 0.5% bupivacaine (25 mg) and fentanyl (500 µg) was installed, with constant 4 ml.h-1 flow and 2 ml bolus at 20-minute intervals. In the 3rd day, patient referred discomfort at catheter insertion site and catheter was removed. There was mild local hyperemia. Twenty-two days later patient returned to hospital with severe lumbosacral movement-limiting pain irradiating to lower limbs. There were no neurological deficits or flogistic signs at puncture site or surgical wound. The hypothesis was epidural abscess confirmed by MRI at L3-L4 (2 x 3 cm). After laminectomy, material culture has revealed staphylococcus aureus. Patient evolved well without neurological sequelae. CONCLUSIONS: Epidural analgesia often used to control postoperative or chronic pain, although very effective, is not free from severe, although rare complications, such as epidural abscess. <![CDATA[<b>Acute normovolemic hemodilution in children submitted to posterior spinal fusion</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000100012&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A hemodiluição normovolêmica aguda (HNA) é um método de transfusão autóloga simples e de baixo custo. O objetivo deste estudo foi verificar se a HNA pode reduzir a necessidade de sangue homólogo em crianças submetidas à artrodese da coluna vertebral pela via posterior e avaliar as complicações decorrentes da hemodiluição nesse tipo de paciente. MÉTODO: Participaram do estudo 25 crianças, estado físico ASA I e II, submetidas a artrodese de coluna pela via posterior, e que receberam HNA (grupo H). Foram registrados os valores do hematócrito no início e fim da cirurgia, na alta da terapia intensiva e do hospital, o percentual de crianças que recebeu transfusão homóloga durante e após a cirurgia e as complicações ocorridas no intra e no pós-operatório. Os dados do grupo H foram comparados com outro grupo de crianças submetidas ao mesmo tipo de cirurgia, mesma técnica anestésica, porém sem HNA (grupo S). RESULTADOS: As medianas de idade e peso dos dois grupos H e S foram respectivamente 13 e 12 anos e 41,5 e 34 kg. Foram retirados 523 ml de sangue do grupo H, no início da cirurgia, equivalente a 17,1% da volemia, e reinfundida simultaneamente solução de Ringer com lactato, reduzindo o hematócrito para 28,8% ± 3.72%. No final da cirurgia, após a reinfusão do sangue autólogo, hematócrito atingiu o valor médio de 27% no grupo H e 30,4% no grupo S (p = 0,01). Na alta da unidade de terapia intensiva e na alta do hospital, as diferenças entre os hematócritos não eram estatisticamente significativas. Transfusão de sangue homólogo foi utilizada em 28% das crianças do grupo H e 79% do grupo S (p = 0,001). Hipotensão arterial ocorreu em 28% dos pacientes do grupo H e 37,5% do grupo S (p = 0,9). No grupo S, 4 pacientes tiveram complicações infecciosas importantes no pós-operatório. A duração da internação hospitalar nos grupos H e S foram, respectivamente, 7,56 ± 3,203 dias e 9,75 ± 4,245 dias (p = 0,009). O grupo H recebeu 3.948 ± 1.334 ml de Ringer com lactado e o grupo controle 2.234 ± 953 ml (p < 0,0001). CONCLUSÕES: A hemodiluição normovolêmica aguda é um método seguro e capaz de reduzir a necessidade por sangue homólogo em crianças submetidas à artrodese de coluna. Não houve complicações decorrentes da anemia.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La hemodilución normovolémica aguda (HNA) es un método de transfusión autóloga simples y de bajo costeo. El objetivo de este estudio fue verificar se la HNA puede reducir la necesidad de sangre homólogo en niños sometidos a artrodesis de la columna vertebral por vía posterior y evaluar las complicaciones resultantes de la hemodilución en ese tipo de paciente. MÉTODO: Participaron del estudio 25 niños, estado físico ASA 1 y 2, sometidos a artrodesis de columna por la vía posterior, y que recibieron HNA (grupo H). Fueron registrados los valores del hematócrito en el inicio y fin de la cirugía, en el alta de la terapia intensiva y del hospital, el percentual de niños que recibieron transfusión homóloga durante y después de la cirugía y las complicaciones ocurridas en el intra y pos-operatorio. Los datos del grupo H fueron comparados con otro grupo de niños sometidos al mismo tipo de cirugía, igual técnica anestésica, sin embargo sin HNA (grupo S). RESULTADOS: Las medias de edad y peso de los dos grupos H y S fueron respectivamente 13 y 12 años y 41,5 y 34 kg. Fueron retirados 523 ml de sangre del grupo H, en el início de la cirugía, equivalente a 17,1% de la volemia, y reinfundida simultaneamente en solución de Ringer con lactato, reducindo el hematócrito para 28,8% ± 3.72%. En el final de la cirugía, después de la reinfusión de la sangre autóloga, el hematócrito chegó al valor médio de 27% en el grupo H y 30,4% en el grupo S (p = 0,01). En el alta de la unidad de terapia intensiva y en el alta del hospital, las diferencias entre los hematócritos no eran estadisticamente significativas. Transfusión de sangre homóloga fue utilizada en 28% de los niños del grupo H y 79% del grupo S (p = 0,001). Hipotensión arterial ocurrió en 28% de los pacientes del grupo H y 37,5% del grupo S (p = 0,9). En el grupo S, 4 pacientes tuvieron complicaciones infecciosas importantes en el pos-operatorio. La duración del internamiento hospitalar en los grupos H y S fueron, respectivamente, 7,56 ± 3,203 días y 9,75 ± 4,245 días (p = 0,009). El grupo H recibió 3.948 ± 1.334 ml de Ringer con lactato y el grupo control 2.234 ± 953 ml (p < 0,0001). CONCLUSIONES: La HNA es um método seguro y capaz de reducir la necesidad por sangre homólogo en niños sometidos a artrodesis de columna. No hubo complicaciones decurrentes de la anemia.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Acute Normovolemic Hemodilution (ANH) is a simple and low-cost autologous transfusion method. This study aimed at evaluating whether ANH is able to decrease homologous transfusions in children undergoing posterior spinal fusion and at verifying hemodilution-induced complications in those patients. METHODS: Participated in this study 25 children, physical status ASA I and II, submitted to posterior spinal fusion and receiving ANH (group H). Hematocrit values were recorded at surgery beginning and completion, at PACU and hospital discharge. The number of children receiving homologous transfusions during and after surgery, as well as intra and postoperative complications were also recorded. Group H data were compared to other group of children submitted to the same surgical technique, however without ANH (group S). RESULTS: Median age and weight for both groups were, respectivelly 13 and 12 years and 41.5 and 34 kg. Immediately after anesthetic induction, 523 ml (mean) of blood were collected from group H, or the equivalent to 17.1% of volemia. Simultaneously, lactated Ringer's solution was started to decrease hematocrit to 28.8% ± 3.72%. At surgery completion and after autologous blood infusion, hematocrit has reached mean values of 27% in group H and 30.4% in Group S (p = 0.01). At PACU and hospital discharge, differences between hematocrits were not statistically significant. Homologous blood was transfused in 28% of Group H children and 79% of Group S children (p = 0.001). There has been arterial hypotension in 28% of Group H patients and 37.5% of Group S patients (p = 0.9). Four Group S patients had severe postoperative infectious complications. Hospital stay for Groups H and S was, respectively 7.56 ± 3.203 days for group H, and 9.75 ± 4.245 days for group S (p = 0.009). Group H has received 3.948 ± 1.334 ml lactated Ringer's and group S has received 2.234 ± 953 (p = 0.0001). CONCLUSIONS: Normovolemic hemodilution is a safe method to decrease homologous blood needs in children submitted to posterior spinal fusion. There have been no anemia-related complications. <![CDATA[<b>Influence of intravenous clonidine in the cost of sevoflurane anesthesia for outpatient middle ear procedures</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000100013&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A clonidina é um agente a2-agonista que diminui o consumo de anestésicos venosos e inalatórios. Este estudo visou avaliar a relação custo-benefício da medicação pré-anestésica com clonidina por via venosa em anestesia geral com sevoflurano em regime ambulatorial. MÉTODO: Trata-se de estudo encoberto, aleatório, controlado com placebo, realizado com pacientes com idade entre 15 e 52 anos. Os pacientes foram divididos em 3 grupos de 15: Grupo S (placebo), Grupo C3 (clonidina 3 µg.kg-1) e Grupo C5 (5 µg.kg-1). A indução anestésica foi feita com sevoflurano, alfentanil (30 µg.kg-1) e pancurônio (0,08 mg.kg-1). Foram anotados a freqüência de complicações, consumo de halogenados, tempo de anestesia, tempo de recuperação fase I e II. A análise de custos considerou gastos diretos e indiretos. RESULTADOS: Não houve diferenças entre os grupos em relação aos dados demográficos, freqüência de complicações e tempo para recuperação anestésica fase I. A recuperação anestésica fase II foi prolongada no grupo C5 (p < 0,05). O consumo de sevoflurano por minuto de cirurgia foi 0.54 ± 0,14 no grupo S e 0,33 ± 0,09 e 0,34 ± 0,13 nos grupos C3 e C5, respectivamente (p < 0,05). Nos grupos que receberam clonidina, o custo foi diminuído em aproximadamente 35%. CONCLUSÕES: A clonidina (3 µg.kg-1) por via venosa diminui o consumo de sevoflurano sem aumentar o tempo de recuperação fase II. A dose de 5 µg.kg-1, apesar de diminuir o consumo de sevoflurano, prolonga a recuperação fase II, não se adequando ao regime ambulatorial.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La clonidina es un agente a2-agonista que diminuye el consumo de anestésicos venosos e inhalatorios. Este estudio visó evaluar la relación costeo-beneficio de la medicación pre-anestésica con clonidina por vía venosa en anestesia general con sevoflurano en régimen ambulatorial. MÉTODO: Se trata de estudio encubierto, aleatorio, controlado con placebo, realizado con pacientes con edad entre 15 y 52 años. Los pacientes fueron divididos en 3 grupos de 15: Grupo S (placebo), C3 (clonidina 3 µg.kg-1) y C5 (5 µg.kg-1). La inducción anestésica fue hecha con sevoflurano, alfentanil (30 µg.kg-1) y pancuronio (0,08 mg.kg-1). Fueron anotados la frecuencia de complicaciones, consumo de halogenados, tiempo de anestesia, tiempo de recuperación parte I y II. El análisis de gastos consideró gastos directos e indirectos. RESULTADOS: No hubo diferencias entre los grupos en relación a los datos demográficos, frecuencia de complicaciones y tiempo para recuperación anestésica parte I. La recuperación anestésica parte II fue prolongada en el grupo C5 (p < 0,05). El consumo de sevoflurano por minuto de cirugía fue 0.54 ± 0,14 en el grupo S y 0,33 ± 0,09 y 0,34 ± 0,13 en los grupos C3 y C5, respectivamente (p < 0,05). En los grupos que recibieron clonidina, el costeo fue diminuido en aproximadamente 35%. CONCLUSIONES: La clonidina (3 µg.kg-1) por vía venosa diminuye el consumo de sevoflurano sin aumentar el tiempo de recuperación parte II. La dosis de 5 µg.kg-1, a pesar de disminuir el consumo de sevoflurano, prolonga la recuperación parte II, no adecuándose al régimen ambulatorial.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Clonidine is an a2-agonist which decreases intravenous and inhalational anesthetics consumption. This study aimed at evaluating the cost-benefit ratio of preanesthetic medication with intravenous clonidine for general anesthesia with sevoflurane in outpatient procedures. METHODS: Forty five patients aged 15 to 52 years were included in this double-blind, randomized and placebo controlled study, and were distributed in 3 groups of 15: Group S (placebo), Group C3 (3 µg.kg-1 clonidine) and Group C5 (5 µg.kg-1 clonidine). Anesthesia was induced with sevoflurane, alfentanil (30 µg.kg-1) and pancuronium (0.08 mg.kg-1). The following parameters were recorded: incidence of complications, halogenate consumption and anesthesia duration, as well as phase I and II recovery time. Cost analysis has considered direct and indirect costs. RESULTS: There were no differences among groups in demographics data, incidence of complications and phase I anesthetic recovery. Phase II anesthetic recovery was prolonged in Group C5 (p < 0.05). Sevoflurane consumption per minute of surgery was 0.54 ± 0.14, 0.33 ± 0.09 and 0.34 ± 0.13 in Groups S, C3 and C5 respectively (p < 0.05). Costs were approximately 35% lower in the clonidine groups. CONCLUSIONS: Intravenous clonidine (3 µg.kg-1) decreases sevoflurane consumption without prolonging phase I recovery. Although decreasing sevoflurane consumption, 5 µg.kg-1 clonidine prolongs phase II recovery, thus being inadequate for outpatient procedures. <![CDATA[<b>Laser surgery and anesthesia</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000100014&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: As cirurgias com a utilização do laser apresentam riscos para o paciente e para a equipe médica. O objetivo deste artigo é apresentar noções básicas sobre o laser e regras para aumentar a segurança dos procedimentos com sua utilização. CONTEÚDO: O presente artigo contém noções de física aplicadas ao laser, regras de segurança e a conduta em caso de ocorrência de eventos adversos com a utilização do laser. CONCLUSÕES: Concluímos que, quando manipulado por profissionais treinados, e respeitadas as normas de segurança, o laser é útil e seguro, tanto para o paciente quanto para a equipe médica.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Las cirugías con la utilización del láser presentan riesgos para el paciente y para el grupo médico. El objetivo de este artículo es mostrar nociones básicas sobre el láser y reglas para aumentar la seguridad de los procedimientos con su utilización. CONTENIDO: El presente artículo contiene nociones de física aplicadas al láser, reglas de seguridad y la conducta en caso de ocurrencia de eventos adversos con la utilización del láser. CONCLUSIONES: Concluimos que, cuando manipulado por profesionales entrenados, y respetadas las normas de seguridad, el láser es útil y seguro, tanto para el paciente cuanto para el equipo médico.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Laser surgeries pose risks both to patients and the medical staff. This article aimed at presenting basic notions for laser usage and rules for improving laser procedures safety. CONTENTS: Notions of physics applied to laser, safety rules and procedures in case of adverse events with laser application are presented. CONCLUSIONS: When operated by trained professionals, and provided safety rules are followed, laser is useful and safe both for patients and the medical staff. <![CDATA[<b>Transient neurological symptoms after spinal anesthesia</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000100015&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Os sintomas neurológicos transitórios têm sido descritos em pacientes submetidos à raquianestesia sem outras complicações, após completa recuperação do bloqueio espinhal. Este estudo tem por objetivo apresentar uma revisão sobre o assunto. CONTEÚDO: São apresentados a história, incidência, possíveis etiologias, fatores de risco e tratamento dos sintomas neurológicos transitórios. CONCLUSÕES: A raquianestesia é bastante segura e a incidência destes sintomas é relativamente baixa, não justificando o abandono da técnica anestésica, bem como o uso da lidocaína.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Los síntomas neurológicos transitorios han sido descritos en pacientes sometidos a raquianestesia sin más complicaciones, después de la completa recuperación del bloqueo espinal. Este estudio tiene por objetivo presentar una revisión sobre el asunto. CONTENIDO: Son presentados la historia, incidencia, posibles etiologías, factores de riesgo y tratamiento de los síntomas neurológicos transitorios. CONCLUSIONES: La raquianestesia es bastante segura y la incidencia de estos síntomas es relativamente baja, no justificando el abandono de la técnica anestésica, bien como el uso de la lidocaína.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Transient neurological symptoms have been described in patients submitted to spinal anesthesia without other complications, after total spinal block recovery. This study aimed at reviewing this subject. CONTENTS: Transient neurological symptoms history, incidence, possible etiologies, risk factors and treatment are presented. CONCLUSIONS: Spinal anesthesia is a very safe procedure with a low incidence of these symptoms, not justifying abandoning the technique as well as lidocaine. <![CDATA[<b>Remifentanil in the clinical practice</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000100016&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O remifentanil é o opióide mais recentemente introduzido na prática anestésica. O objetivo desse estudo foi rever a literatura, com ênfase na informação de interesse clínico publicada no período de janeiro de 2000 a dezembro de 2002. CONTEÚDO: Os principais estudos sobre remifentanil são descritos e agrupados por áreas de interesse para a anestesia clínica. Aspectos como dose recomendada, equipamento e forma de uso, analgesia de transição e áreas em que o uso ainda é controverso, como para sedação, cirurgia pediátrica, obstétrica e terapia intensiva, são discutidos. CONCLUSÕES: O remifentanil é atualmente o opióide mais adequado para administração por infusão venosa contínua e pode tornar mais eficiente a prática clínica do anestesiologista ao serem seguidas as recomendações para o seu uso.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: El remifentanil es el opioide más recientemente introducido en la práctica anestésica. El objetivo de ese estudio fue rever la literatura, con énfasis en la información de interés clínico publicada en el período de enero de 2000 a diciembre de 2002. CONTENIDO: Los principales estudios sobre remifentanil son descritos y agrupados por áreas de interés para la anestesia clínica. Aspectos como dosis recomendada, equipamiento y forma de uso, analgesia de transición y áreas en que el uso aún es controvertido, como para sedación, cirugía pediátrica, obstétrica y terapia intensiva, son discutidos. CONCLUSIONES: El remifentanil es actualmente el opioide más adecuado para la administración por infusión venosa continua y puede hacer más eficiente la práctica clínica del anestesista a partir del momento en que sean seguidas las recomendaciones para su uso.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Remifentanil is the newest opioid for anesthetic procedures. This study aimed at reviewing the literature, with emphasis on information of clinical interest published from January 2000 to December 2002. CONTENTS: Major remifentanil studies are described and grouped by areas of interest for clinical anesthesia. Issues such as recommended dose, equipment and their correct use, transitional analgesia, as well as controversial indications, such as sedation, pediatric or obstetric surgery and intensive care, are discussed. CONCLUSIONS: Remifentanil is currently the best opioid for continuous intravenous infusion and may improve anesthesiologist's efficiency provided usage recommendations are followed. <![CDATA[<b>Epidural steroids for low back pain syndromes</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000100017&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: As síndromes dolorosas lombares constituem uma grande causa de morbidade e incapacidade. A terapêutica destas doenças é normalmente baseada em medidas conservadoras como repouso, analgesia, fisioterapia, até medidas cirúrgicas e de reabilitação. O objetivo deste trabalho é demonstrar a possibilidade do uso de corticosteróides por via peridural no tratamento das síndromes dolorosas lombares. CONTEÚDO: Técnicas e indicações adequadas do uso de infiltração peridural de corticosteróides em dores lombares de diferentes etiologias serão apresentadas nesta revisão de literatura, como uma opção viável e eficaz, assim como serão descritas suas indicações, contra-indicações, complicações e eficácia. CONCLUSÕES: O uso de corticosteróide por via peridural pode ser uma alternativa ao tratamento, desde que respeitando-se suas corretas indicações.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Las síndromes dolorosas lumbares constituyen la grande causa de morbididad e incapacidad. La terapéutica de estas enfermedades es normalmente fundamentada en medidas conservadoras como reposo, analgesia, fisioterapia, inclusive hasta medidas quirúrgicas y de rehabilitación. El objetivo de este trabajo es demostrar la posibilidad del uso de corticosteroides por vía peridural en el tratamiento de las síndromes dolorosas lumbares. CONTENIDO: Técnicas e indicaciones adecuadas del uso de infiltración peridural de corticosteroides en dolores lumbares de diferentes etiologías serán mostradas en esta revisión de literatura, como una opción viable y eficaz, así como serán descritas sus indicaciones, contra-indicaciones, complicaciones y eficiencia. CONCLUSIONES: El uso de corticosteroide por vía peridural puede ser una alternativa al tratamiento, desde que se respeten sus indicaciones correctas.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Low back pain syndromes are major causes of morbidity and disability. Their therapeutic management is often based on conservative measures, such as rest, analgesia, physical therapy, and even surgical and rehabilitation procedures. This study aimed at describing the use of epidural steroids to treat low back pain syndromes. CONTENTS: Adequate techniques and indications for epidural steroid injections to treat low back pain of different etiologies are presented in this literature review as feasible and effective options, as well as their indications, counterindications, complications and efficacy. CONCLUSIONS: Epidural steroids may be an alternative treatment, provided adequate indications are respected.