Scielo RSS <![CDATA[Revista Brasileira de Anestesiologia]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=0034-709420040002&lang=en vol. 54 num. 2 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[Anesthesiology in the Evidence-Based Medicine era]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000200001&lng=en&nrm=iso&tlng=en <![CDATA[Spinal sufentanil associated to hyperbaric bupivacaine: Is it possible to decrease opioid dose?]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000200002&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A adição de bupivacaína isobárica a doses menores de sufentanil por via subaracnóidea promove analgesia de qualidade satisfatória, com menor incidência de efeitos colaterais. O objetivo do estudo foi avaliar a qualidade da analgesia e a incidência de efeitos colaterais de doses reduzidas de sufentanil subaracnóideo associados à bupivacaína hiperbárica em analgesia de parto. MÉTODO: Foram estudadas prospectivamente 69 gestantes de termo em trabalho de parto. As gestantes foram aleatoriamente divididas em três grupos que receberam, no espaço subaracnóideo, a combinação de 2,5 mg de bupivacaína hiperbárica e 1 ml de solução fisiológica (Grupo Controle); 2,5 mg de bupivacaína hiperbárica e 2,5 µg de sufentanil (Grupo S2,5) ou 2,5 mg de bupivacaína hiperbárica e 5 µg de sufentanil (Grupo S5). A dor, de acordo com a escala analógico visual (EAV) de dor e a incidência de efeitos colaterais foram avaliadas a cada 5 minutos nos primeiros quinze minutos e a seguir a cada 15 minutos até o nascimento. O estudo terminava com o nascimento, ou quando a paciente solicitava medicação analgésica de resgate (EAV > 3 cm). RESULTADOS: Os grupos S2,5 e S5 apresentaram maior duração de analgesia (67,2 ± 38,6 e 78,9 ± 38,7 minutos, respectivamente) e maior porcentagem de pacientes com analgesia efetiva (100% e 95,6%, respectivamente) que o grupo Controle, no qual a duração média de analgesia foi de 35,9 ± 21,6 minutos (p < 0,05) e a porcentagem de pacientes com analgesia efetiva foi de 69,6% (p < 0,05). CONCLUSÕES: A adição de sufentanil à bupivacaína hiperbárica melhora a qualidade e prolonga a duração da analgesia. Quando associado a 2,5 mg de bupivacaína hiperbárica, não há vantagem de se administrar dose superior a 2,5 µg de sufentanil para alívio da dor do trabalho de parto.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: The association of isobaric bupivacaine to lower spinal sufentanil dose provides satisfactory analgesia and lower incidence of side effects. This study aimed at evaluating quality of analgesia and incidence of side effects of decreased spinal sufentanil doses associated to hyperbaric bupivacaine for labor analgesia. METHODS: Participated in this study 69 healthy term pregnant patients in active labor. Patients were randomly allocated in three groups receiving spinal combination of 2.5 mg hyperbaric bupivacaine and 1 mL saline solution (Control Group); 2.5 mg hyperbaric bupivacaine and 2.5 µg sufentanil (S2.5 Group) or 2.5 mg hyperbaric bupivacaine and 5 µg sufentanil (S5 Group). Pain, using a visual analogue scale (VAS), and side effects were evaluated at 5-minute intervals for the first 15 minutes and then at 15-minute interval until delivery. Study would end with delivery or when patient requested rescue analgesia (VAS > 3 cm). RESULTS: Groups S2.5 and S5 presented longer analgesia duration (67.2 ± 38.6 and 78.9 ± 38.7 minutes, respectively) and a larger number of patients with effective analgesia (100% and 95.6%, respectively) as compared to Control group where mean analgesia duration was 35.9 ± 21.6 minutes (p < 0.05) with 69.6% of patients with effective analgesia (p < 0.05). CONCLUSIONS: The association of sufentanil to hyperbaric bupivacaine improves quality and prolongs analgesia duration. When associated to 2.5 mg hyperbaric bupivacaine, there is no benefit in administering more than 2.5 µg of sufentanil for labor pain relief.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La adición de bupivacaína isobárica a dosis menores de sufentanil por vía subaracnóidea promueve analgesia de cualidad satisfactoria, con menor incidencia de efectos colaterales. El objetivo del estudio fue evaluar la calidad de la analgesia y la incidencia de efectos colaterales de dosis reducidas de sufentanil subaracnóideo asociados a bupivacaína hiperbárica en analgesia de parto. MÉTODO: Fueron estudiadas prospectivamente 69 embarazadas de término en trabajo de parto. Las embarazadas fueron aleatoriamente divididas en tres grupos que recibieron, en el espacio subaracnóideo, la combinación de 2,5 mg de bupivacaína hiperbárica y 1 mL de solución fisiológica (Grupo Control); 2,5 mg de bupivacaína hiperbárica y 2,5 µg de sufentanil (Grupo S2,5) o 2,5 mg de bupivacaína hiperbárica y 5 µg de sufentanil (Grupo S5). El dolor, de acuerdo con la escala analógico visual (EAV) de dolor y la incidencia de efectos colaterales fueron evaluadas a cada 5 minutos en los primeros quince minutos y a seguir a cada 15 minutos hasta el nacimiento. El estudio terminaba con el nacimiento, o cuando la paciente solicitaba medicación analgésica de rescate (EAV > 3 cm). RESULTADOS: Los grupos S2,5 y S5 presentaron mayor duración de analgesia (67,2 ± 38,6 y 78,9 ± 38,7 minutos, respectivamente) y mayor porcentaje de pacientes con analgesia efectiva (100% y 95,6%, respectivamente) que el grupo Control, en el cual la duración media de analgesia fue de 35,9 ± 21,6 minutos (p < 0,05) y el porcentaje de pacientes con analgesia efectiva fue de 69,6% (p < 0,05). CONCLUSIONES: La adición de sufentanil a la bupivacaína hiperbárica mejora la calidad y prolonga la duración de la analgesia. Cuando asociado a 2,5 mg de bupivacaína hiperbárica, no hay ventaja de administrar dosis superior a 2,5 µg de sufentanil para alivio del dolor del trabajo de parto. <![CDATA[<b>Shivering during epidural anesthesia with and without fentanyl</b>: <b>comparative study</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000200003&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A maioria dos trabalhos encontrados na literatura, relacionando a influência dos opióides administrados por via peridural com o tremor intra e pós-operatório, foram realizados com grupos de pacientes obstétricas, nas quais a resposta do centro termorregulador pode ser diferente das pacientes não grávidas. O objetivo deste trabalho foi comparar o bloqueio peridural com e sem fentanil, quanto à incidência de tremores e outras complicações no intra e pós-operatório em pacientes submetidos à cirurgia de varizes sob anestesia peridural com bupivacaína a 0,5% com adrenalina a 1:200.000. MÉTODO: Trinta e quatro pacientes, estado físico ASA I e II, submetidos à cirurgia para tratamento de varizes de membros inferiores, foram divididos aleatoriamente em 2 grupos (n = 17), e receberam midazolam (0,05 mg.kg-1), por via venosa seguido de anestesia peridural lombar, utilizando-se no grupo S, 20 ml bupivacaína a 0,5% (com vasoconstritor) associado a 2 ml de solução fisiológica a 0,9% e no grupo F, 20 ml de bupivacaína a 0,5% (com vasoconstritor) associada ao fentanil (100 µg). Foram estudados: incidência de tremor, temperatura dos pacientes, necessidade do uso de meperidina, e a incidência de náuseas e vômitos nos seguintes momentos: M1 - admissão do paciente na sala de operação; M2 - imediatamente antes da anestesia; M3 - 30 minutos após o término da injeção do anestésico local; M4 - 60 minutos após o término da injeção do anestésico local; M5 - 90 minutos após o término da injeção do anestésico local; M6 - final da anestesia; M7 - antecedendo a alta da sala de recuperação pós-anestésica. RESULTADOS: Quanto aos dados antropométricos, estado físico, tempo médio de duração da anestesia e cirurgia, temperatura dos pacientes e da sala de operação e incidência de náuseas e vômitos não houve diferença estatística entre os grupos. Houve diferença estatística aos 60 minutos (M4) e 90 minutos (M5) após o bloqueio peridural, com maior incidência de tremor no Grupo S que no Grupo F. Houve maior necessidade de utilização de meperidina nos pacientes submetidos ao bloqueio peridural não associado ao fentanil. CONCLUSÕES: Nas condições deste estudo, a adição de 100 µg de fentanil ao anestésico local, por via peridural, mostrou que o opióide não tem a propriedade de abolir o tremor, mas de reduzir sua incidência e a intensidade, sem aumentar a incidência de náuseas e vômitos.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Most studies in the literature correlating epidural opioids to postoperative shivering were carried out with obstetric patients whose thermoregulation center response might be different from non-pregnant patients. Our study aimed at comparing intra and postoperative shivering and other complications of epidural block with and without fentanyl in patients submitted to varicose vein surgery under epidural anesthesia with 0.5% bupivacaine and 1:200,000 epinephrine. METHODS: Participated in this study 34 patients, physical status ASA I and II, submitted to lower limbs varicose vein surgery, who were randomly distributed in 2 groups (n = 17) and received intravenous midazolam (0.05 mg.kg-1) followed by lumbar epidural anesthesia. Group S received 20 mL of 0.5% bupivacaine (with epinephrine) associated to 2 mL of 0.9% saline solution, and Group F received 20 mL of 0.5% bupivacaine (with epinephrine) associated to fentanyl (100 µg). Shivering, temperature, meperidine need, nausea and vomiting were evaluated in the following moments: M1 - admission to the operating room; M2 - immediately before anesthesia; M3 - 30 minutes after local anesthetic injection; M4 - 60 minutes after local anesthetic injection; M5 - 90 minutes after local anesthetic injection; M6 - end of anesthesia; M7 - immediately before PACU discharge. RESULTS: There have been no statistically significant differences between groups in demographics, physical status, mean anesthesia and surgery duration, patients and operating room temperature, and the incidence of nausea and vomiting. There have been statistically significant differences in shivering occurrence at 60 (M4) and 90 minutes (M5) after epidural block, with higher incidence of shivering in Group S as compared to Group F. A greater demand for meperidine was observed in patients submitted to epidural block without fentanyl. CONCLUSIONS: In the conditions of our study, 100 µg fentanyl associated to epidural local anesthetics did not abolish shivering but is able to decrease its incidence without increasing the incidence of nausea and vomiting.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La mayoría de los trabajos encontrados en la literatura, relacionando la influencia de los opioides administrados por vía peridural con el tremor per y pos-operatorio, fueron realizados con grupos de pacientes obstétricas, en las cuales la respuesta del centro termorregulador puede ser diferente de las pacientes no embarazadas. El objetivo de este trabajo fue comparar el bloqueo peridural con y sin fentanil, cuanto a la incidencia de tremores y otras complicaciones en el intra y pos-operatorio en pacientes sometidos a cirugía de várices bajo anestesia peridural con bupivacaína a 0,5% con adrenalina a 1:200.000. MÉTODO: Treinta y cuatro pacientes, estado físico ASA I y II, sometidos a cirugía para tratamiento de várices de miembros inferiores, fueron divididos aleatoriamente en 2 grupos (n = 17), y recibieron: midazolam (0,05 mg.kg-1), por vía venosa seguido de anestesia peridural lumbar, utilizandose: en el grupo S, 20 ml bupivacaína a 0,5% (con vasoconstrictor) asociado a 2 ml de solución fisiológica a 0,9% y en el grupo F, 20 ml de bupivacaína a 0,5% (con vasoconstrictor) asociada al fentanil (100 µg). Fueron estudiados: incidencia de tremor, temperatura de los pacientes, necesidad del uso de meperidina, y la incidencia de náuseas y vómitos en los siguientes momentos: M1 - admisión del paciente en la sala de operación; M2 - inmediatamente antes de la anestesia; M3 - 30 minutos después del término de la inyección del anestésico local (AL); M4 - 60 minutos después del término de la inyección de AL; M5 - 90 minutos después del término de la inyección de AL; M6 - final de la anestesia; M7 - antecediendo al alta de la sala de recuperación pos-anestésica. RESULTADOS: Cuanto a los datos antropométricos, estado físico, tiempo medio de duración de la anestesia y cirugía, temperatura de los pacientes y de la sala de operación e incidencia de náuseas y vómitos no hubo diferente estadística entre los grupos. Hubo diferencia estadística a los 60 minutos (momento 4) y 90 minutos (momento 5) después del bloqueo peridural, con mayor incidencia de tremor en el Grupo-S que en el Grupo-F. Hubo mayor necesidad de utilización de meperidina en los pacientes sometidos al bloqueo peridural no asociado al fentanil. CONCLUSIONES: En las condiciones de este estudio, la adición de 100 µg de fentanil al anestésico local, por vía peridural, mostró que el opioide no tiene la propiedad de suprimir el tremor, más de reducir su incidencia y la intensidad, sin aumentar la incidencia de náuseas y vómitos. <![CDATA[<b>Analysis of brain hemometabolism behavior during carotid endarterectomy with temporary clamping</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000200004&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A endarterectomia carotídea com pinçamento transitório altera a relação entre o fluxo sangüíneo cerebral e a demanda metabólica cerebral de oxigênio, com conseqüente geração de uma tendência a hipóxia oliguêmica ou desacoplamento hemometabólico. O objetivo do presente estudo foi identificar as alterações do hemometabolismo cerebral, avaliados através das alterações da saturação da oxihemoglobina no bulbo da veia jugular interna (SjO2), durante endarterectomia carotídea com pinçamento, correlacionando essas alterações com fatores com potencialidade de interferir com as mesmas, principalmente a pressão de CO2 expirada (P ET CO2) e a pressão de perfusão cerebral (PPC). MÉTODO: Participaram do estudo 16 pacientes com doença estenosante unilateral e submetidos a pinçamento arterial transitório durante endarterectomia carotídea. Os parâmetros monitorizados (saturação da oxihemoglobina no bulbo da veia jugular interna, stump pressure e a pressão de CO2 expirado) foram analisados nos seguintes momentos: M1 - pré-pinçamento; M2 - 3 minutos pós-pinçamento; M3 - pré- despinçamento; M4 - pós-despinçamento. RESULTADOS: A comparação entre a SjO2 (%, Média ± DP) nos períodos estudados evidenciou uma diferença entre a registrada nos momentos M1 (52,25 ± 7,87) e M2 (47,43 ± 9,19). Essa redução inicial estabilizou-se durante o pinçamento transitório, com diminuição na comparação entre M2 e M3 (46,56 ± 9,25), sem significado estatístico (p = ns). Na fase pós-despinçamento, M4 (47,68 ± 9,12), a média da SjO2 apresentou uma elevação, quando comparada com os momentos de pinçamento M2 e M3, ainda inferior ao momento pré-pinçamento M1 (M4 x M1 - p < 0,04). Essa diminuição da SjO2 foi acompanhada de diminuição significante da pressão de perfusão cerebral (stump pressure). Os fatores que influenciam essa tendência ao desacoplamento hemometabólico cerebral apresentaram um forte índice de correlação com a P ET CO2. A comparação entre a PPC e a SjO2 apresentou um fraco índice de correlação, sem significância estatística. CONCLUSÕES: Nas condições deste estudo a aferição da SjO2 é um modo de monitorização clínico efetivo e de rápida resposta na evidenciação das alterações da relação FSC/CCO2; o pinçamento carotídeo transitório implica em tendência ao desacoplamento hemometabólico cerebral e conseqüentemente, hipóxia oliguêmica; a PPC de forma isolada, não avalia a situação hemometabólica cerebral (relação entre FSC e o CCO2); a hipocapnia pode levar a situações de desacoplamento hemometabólico; a monitorização da P ET CO2 é forma inócua e eficiente de monitorizar a PaCO2, evitando situações de hipocapnia inadvertidas, com seus efeitos deletérios sobre a relação FSC/CCO2, durante pinçamento carotídeo transitório.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Carotid endarterectomy with temporary clamping changes cerebral blood flow and cerebral metabolic oxygen demand ratio with consequent oligemic hypoxia or hemometabolic uncoupling. This study aimed at identifying changes in brain hemometabolism, evaluated through changes in oxyhemoglobin saturation in internal jugular vein bulb (SvjO2) during carotid endarterectomy with clamping, and at correlating these changes with potentially interfering factors, mainly end tidal CO2 pressure (P ET CO2) and cerebral perfusion pressure (CPP). METHODS: Sixteen patients with unilateral carotid stenotic disease scheduled to carotid endarterectomy with carotid arterial clamping were enrolled in this study. Parameters including internal jugular bulb oxyhemoglobin saturation, stump pressure and end tidal CO2 pressure were measured at the following moments: M1 - pre-clamping; M2 - 3 minutes after clamping; M3 - pre-unclamping; M4 - post-unclamping). RESULTS: The comparison among SvjO2 (%, mean ± SD) in all studied periods has shown differences between those recorded in moments M1 (52.25 ± 7.87) and M2 (47.43 ± 9.19). This initial decrease stabilized during temporary clamping, showing decrease in the comparison between M2 and M3 (46.56 ± 9.25), without statistical significance (p = ns). At post-unclamping, M4 (47.68 ± 9.12), SvjO2 was increased as compared to M2 and M3 clamping stages, however it was still lower than that of pre-clamping stage M1.(M4 x M1 - p < 0.04) This SvjO2 decrease was followed by significant cerebral perfusion pressure (stump pressure) decrease. Factors influencing this brain hemometabolic uncoupling trend were correlated to P ET CO2. The comparison between CPP and SvjO2 showed weak correlation devoid of statistical significance. CONCLUSIONS: In the conditions of our study, SvjO2 measurement is a fast and effective way of clinically monitoring changes in CBF/CMRO2 ratio. Temporary carotid clamping implies in a trend towards brain hemometabolic uncoupling and, as a consequence, to oligemic ischemia; cerebral perfusion pressure does not assesses brain hemometabolic status (CBF and CMRO2 ratio); hypocapnia, may lead to brain hemometabolic uncoupling; P ET CO2 monitoring is an innocuous and efficient way to indirectly monitor PaCO2 preventing inadvertent hypocapnia and its deleterious effects on CBF/CMRO2 ratio during temporary carotid clamping.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La endarterectomia carotídea con pinzamiento transitorio altera la relación entre el flujo sanguíneo cerebral y la demanda metabólica cerebral de oxígeno, con consecuente generación de una tendencia a hipóxia oliguemica o desacoplamiento hemometabólico. El objetivo del presente estudio fue identificar las alteraciones del hemometabolismo cerebral, evaluados por medio de las alteraciones de la saturación de la oxihemoglobina en el bulbo de la vena yugular interna (SjO2), durante endarterectomia carotídea con pinzamiento, correlacionando esas alteraciones con factores con potencialidad de interferir con las mismas, principalmente la presión de CO2 expirada (P ET CO2) y la presión de perfusión cerebral (PPC). MÉTODO: Participaron del estudio 16 pacientes con enfermedad estenosante unilateral y sometidos al pinzamiento arterial transitorio durante endarterectomia carotídea. Los parámetros monitorizados (saturación de la oxihemoglobina en el bulbo de la vena yugular interna, stump pressure y la presión de CO2 expirado) fueron analizados en los siguientes momentos: M1 - pre-pinzamiento; M2 - 3 minutos pos-pinzamiento; M3 - pre-despinzamiento; M4 - pos-despinzamiento. RESULTADOS: La comparación entre la SjO2 (%, Media ± DP) en los períodos estudiados evidenció una diferencia entre la registrada en los momentos M1 (52,25 ± 7,87) y M2 (47,43 ± 9,19). Esa reducción inicial estabilizó durante el pinzamiento transitorio, con disminución en la comparación entre M2 y M3 (46,56 ± 9,25), sin significado estadístico (p = ns). En la fase pos despinzamiento, M4 (47,68 ± 9,12), la media de la SjO2 presentó una elevación, cuando comparada con los momentos de pinzamiento M2 e M3, más inferior al momento pre-pinzamiento M1 (M4 x M1 - p < 0,04). Esa disminución de la SjO2 fue acompañada de disminución significante de la presión de perfusión cerebral (stump pressure). Los factores que influencian esa tendencia al desacoplamiento hemometabólico cerebral presentaron correlación con la P ET CO2. La comparación entre la PPC y la SjO2 presentó un bajo índice de correlación, sin significación estadística. CONCLUSIONES: En las condiciones de este estudio la aferición de la SjO2 es un modo de monitorización clínico efectivo y de rápida respuesta en la evidenciación de las alteraciones de la relación FSC/CCO2; el pinzamiento carotídeo transitorio implica en una tendencia al desacoplamiento hemometabólico cerebral y consecuentemente, hipóxia oliguemica; la PPC de forma aislada, no evalúa la situación hemometabólica cerebral (relación entre FSC y el CCO2); la hipocapnia puede llevar a situaciones de desacoplamiento hemometabólico; la monitorización de la P ET CO2 es forma inocua y eficiente de monitorizar la PaCO2, evitando situaciones de hipocapnia inadvertidas, con sus efectos deletéreos sobre la relación FSC/CCO2, durante pinzamiento carotídeo transitorio. <![CDATA[<b>Remifentanil <i>versus</i> dexmedetomidine as coadjutants of standardized anesthetic technique in morbidly obese patients</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000200005&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Comparou-se a ação de duas drogas coadjuvantes da anestesia, remifentanil e dexmedetomidina, na recuperação anestésica e na evolução do pH e da PaCO2, em pacientes com obesidade mórbida que foram submetidos à cirurgia de Capella. MÉTODO: O estudo foi aleatório, prospectivo e duplamente encoberto. Noventa e dois pacientes foram designados a um de dois grupos e submetidos à técnica anestésica (geral/peridural) padronizada. O grupo Remifentanil (Grupo R) e o da Dexmedetomidina (Grupo D) receberam infusão contínua por via venosa destas drogas (0,1 µg.kg-1.min-1 e 0,5 µg.kg-1.h-1 peso ideal mais 30% para ambas) logo após a intubação traqueal. Os pacientes foram monitorizados com pressão arterial média invasiva, oximetria de pulso, EEG bispectral (BIS), capnografia, estimulador de nervo periférico e ECG. Foram avaliados: 1) diferentes tempos de recuperação anestésica (abertura dos olhos, reinicio da respiração espontânea, tempo de extubação traqueal, tempo para de alta da sala de recuperação pós-anestésica e hospitalar), 2) a evolução da gasometria arterial, e 3) analgesia pós-operatória. RESULTADOS: Oitenta e oito pacientes foram avaliados. Os pacientes do grupo R apresentaram abertura ocular precoce (9,49 ± 5,61 min versus 18,25 ± 10,24 min, p < 0,0001), menor tempo para reiniciar a ventilação espontânea (9,78 ± 5,80 min versus 16,58 ± 6,07 min, p < 0,0001), e menor tempo para a extubação traqueal (17,93 ± 10,39 min versus 27,53 ± 13,39 min, p < 0,0001). Não houve diferença quanto ao tempo para alta anestésica (105,18 ± 50,82 min versus 118,69 ± 56,18 min) e para alta hospitalar (51,13 ± 6,37 horas versus 52,50 ± 7,09 horas). Os dois grupos apresentaram diminuição dos valores de pH e da PaO2 imediatamente após a extubação traqueal comparados com valores pré-operatórios, e que se manteve até a alta da SRPA. O grupo D apresentou valores maiores de PaCO2 após a extubação traqueal, comparados com valores pré-operatórios no mesmo grupo (p < 0,05), divergente do Grupo R; 41% dos pacientes do Grupo R e 60% do Grupo D (p < 0,02) requisitaram medicação analgésica de resgate no primeiro dia de pós-operatório. CONCLUSÕES: Na população avaliada, a associação de remifentanil em técnica anestésica padronizada resultou em recuperação anestésica mais rápida, manutenção dos valores de PaCO2 durante o período pós-operatório imediato e menor consumo de analgésicos de resgate no período pós-operatório, quando comparada à dexmedetomidina.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Two coadjuvant anesthetic drugs - remifentanil and dexmedetomidine - were compared in terms of anesthetic recovery, arterial pH and PaCO2 evolution, in morbidly obese patients submitted to Capella's surgery. METHODS: Participated in this prospective, randomized and double blind study 92 patients divided in two groups and submitted to standardized anesthetic technique (general/epidural). Remifentanil Group (Group R) and Dexmedetomidine Group (Group D) received continuous intravenous infusion of these drugs (0.1 µg.kg-1.min-1 and 0.5 µg.kg-1.h-1, ideal body weight plus 30% for both) immediately after tracheal intubation. Monitoring consisted of invasive mean blood pressure, pulse oximetry, BIS EEG, capnography, peripheral nerve stimulator and EKG. The following parameters were evaluated: 1) different anesthetic recovery times (eye opening, return to spontaneous ventilation, tracheal extubation time, time for post anesthetic recovery unit and hospital discharge); 2) arterial blood gas analysis evolution; and 3) postoperative analgesia. RESULTS: Evaluation was possible in 88 patients. Patients group R had earlier eye opening (9.49 ± 5.61 min versus 18.25 ± 10.24 min, p < 0.0001), faster return to spontaneous ventilation (9.78 ± 5.80 min versus 16.58 ± 6.07 min, p < 0.0001), and earlier tracheal extubation (17.93 ± 10.39 min versus 27.53 ± 13.39 min, p < 0.0001). There were no differences in times for post-anesthetic recovery unit (105.18 ± 50.82 min versus 118.69 ± 56.18 min) and hospital (51.13 ± 6.37 hours versus 52.50 ± 7.09 hours) discharge. Both groups showed arterial pH and PaO2 decrease immediately after tracheal extubation as compared to preoperative values, still present at PACU discharge. Group D patients showed higher arterial PaCO2 after tracheal extubation, as compared to preoperative values in the same group (p < 0.05), and opposed to Group R. 41% of Group R and 60% Group D patients (p < 0.02) required rescue analgesia during the first postoperative day. CONCLUSIONS: In the studied population, the association of remifentanil to standardized anesthetic technique has resulted in faster anesthetic recovery, stability of preoperative arterial PaCO2 values during the immediate postoperative period and lower postoperative rescue analgesics consumption, as compared to dexmedetomidine.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Comparamos la acción de dos drogas coadyuvantes de la anestesia, remifentanil y dexmedetomidina, en la recuperación anestésica y en la evolución del pH y de la PaCO2, en pacientes con obesidad mórbida que fueron sometidos a cirugía de Capella. MÉTODO: El estudio fue aleatorio, prospectivo y duplamente encubierto. Noventa y dos pacientes fueron designados a uno de dos grupos y sometidos a la técnica anestésica (general/peridural) de modelo. El grupo Remifentanil (Grupo R) y el de la dexmedetomidina (Grupo D) recibieron infusión continua por vía venosa de estas drogas (0,1 µg.kg-1.min-1 y 0,5 µg.kg-1.h-1 peso ideal más 30% para ambas) luego después de la intubación traqueal. Los pacientes fueron monitorizados con presión arterial media invasiva, oximetría de pulso, BIS, capnografia, estimulador de nervio periférico y electrocardiograma. Fueron evaluados: 1) diferentes tiempos de recuperación anestésica (abertura de los ojos, reinicio de la respiración espontanea, tiempo de extubación traqueal, tiempo para el alta de la sala de recuperación pos-anestésica y hospitalar), 2) la evolución de la gasometria arterial, y 3) analgesia pos-operatoria. RESULTADOS: Ochenta y ocho pacientes fueron evaluados. Los pacientes del grupo R presentaron abertura ocular mas precoz (9,49 ± 5,61 min versus 18,25 ± 10,24 min, p < 0,0001), menor tiempo para reiniciar la ventilación espontanea (9,78 ± 5,80 min versus 16,58 ± 6,07 min, p < 0,0001), y menor tiempo para la extubación traqueal (17,93 ± 10,39 min versus 27,53 ± 13,39 min, p < 0,0001). No hubo diferencia cuanto al tiempo para el alta anestésica (105,18 ± 50,82 min versus 118,69 ± 56,18 min) y para el alta hospitalar (51,13 ± 6,37 horas versus 52,50 ± 7,09 horas). Los dos grupos presentaron disminución de los valores de pH y de la PaO2 inmediatamente después la extubación traqueal cuando comparados con los valores pre-operatorios, hasta la alta de la sala de recuperación pos-anestésica. El grupo D presentó valores mayores de PaCO2 después de la extubación traqueal, comparado con valores pre-operatorios en el mismo grupo (p < 0,05), divergente del Grupo R; 41% de los pacientes del Grupo R y 60% del Grupo D (p < 0,02) solicitaron medicación analgésica de rescate en el primer día de pos-operatorio. CONCLUSIONES: En la población evaluada, la asociación de remifentanil en técnica anestésica de modelo resultó en recuperación anestésica mas rápida, manutención de los valores de PaCO2 durante el período pos-operatorio inmediato y menor consumo de analgésicos de rescate en el período pos-operatorio, cuando comparada a la dexmedetomidina. <![CDATA[<b>Cardiac arrhythmias and ST changes in the perioperative period of elderly patients submitted to transurethral prostatectomy under spinal anesthesia</b>: <b>comparative study</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000200006&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Idosos representam 25% do total dos pacientes cirúrgicos. Muitos pacientes com doença arterial coronariana (DAC) apresentam eletrocardiograma (ECG) pré-operatório normal, e alta incidência de infarto agudo do miocárdio (IAM) silencioso na 1ª semana de pós-operatório. As disritmias aumentam com a idade, sendo observadas extrassístoles supraventriculares (ESSV) e ventriculares (ESV), fibrilação atrial e distúrbios da condução intraventricular. O objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência de disritmias cardíacas e de alterações do segmento ST no perioperatório através do Sistema Holter em pacientes idosos submetidos à cirurgia de ressecção transuretral da próstata (RTU) e herniorrafia inguinal sob raquianestesia (controle). MÉTODO: Foram avaliados 21 pacientes com idades entre 65 e 84 anos submetidos a RTU da próstata e 16 pacientes com idades entre 65 e 86 anos, submetidos à herniorrafia inguinal, sob raquianestesia. Avaliação pelo Sistema Holter no pré-operatório (12 horas), intra-operatório (3 horas) e pós-operatório (12 horas). RESULTADOS: A prevalência de extrassístoles supraventriculares (ESSV) entre os grupos RTU e controle foi, no pré-operatório 85,7% vs. 93,7%, no intra-operatório 85,7% vs. 81,2% e no pós-operatório 76,2% vs. 100%. As extrassístoles ventriculares (ESV) tiveram prevalência de 76,2% vs. 81,2% no pré, 80,9% vs. 68,7% no intra e 80,9% vs. 81,2% no pós-operatório. A prevalência de alterações do segmento ST entre os grupos RTU e controle foi, no pré-operatório 19% vs. 18,7%, no intra-operatório 4,7% vs. 18,7% e no pós-operatório de 14,3% vs. 18,7%, sem significância estatística. CONCLUSÕES: Os paciente idosos apresentam alta prevalência de ESSV e ESV. O número total de ESSV e ESV, e alterações do segmento ST, presentes no período pré-operatório, não foi alterado pela cirurgia de ressecção transuretral da próstata, bem como pela herniorrafia inguinal, nos períodos intra e pós-operatório.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Elderly account for 25% of surgical patients. Several patients with arterial heart disease have normal preoperative ECG and a high incidence of silent myocardial acute infarction in the first postoperative week. Arrhythmias increase with age and supraventricular and ventricular premature complexes, atrial fibrillation and intraventricular conduction abnormalities are observed. This study aimed at evaluating the prevalence of perioperative arrhythmias and ST changes through Holter System in elderly patients submitted to transurethral prostatectomy and inguinal hernia repair under spinal anesthesia. METHODS: Participated in this study 21 patients aged 65 to 84 years submitted to transurethral prostatectomy (TUP) and 16 patients aged 63 to 86 years submitted to inguinal hernia repair under spinal anesthesia. Monitoring with Holter System was performed in the preoperative (12 hours), intraoperative (3 hours) and postoperative (12 hours) periods. RESULTS: The prevalence of supraventricular premature complex was 85.7% vs. 93.7% in the preoperative period, 85.7% vs. 81.2% in the intraoperative and 76.2% vs. 100% in the postoperative period, respectively for groups TUP and control. The prevalence of ventricular premature complex was 76.2% vs. 81.2% in the preoperative period, 80.9% vs. 68.7% in the intraoperative period, and 80.9% vs. 81.2% in the postoperative period, respectively for groups TUP and control. The prevalence of ST changes was 19% vs. 18.7% in the preoperative period, 4.7% vs. 18.7% in the in the intraoperative period, and 14.3% vs. 18.7% in the postoperative period between groups TUP and control, without statistical significance. CONCLUSIONS: Elderly patients have a high prevalence of supraventricular and ventricular cardiac arrhythmias. The total number of preoperative arrhythmias and ST changes was not changed as a function of transurethral prostatectomy surgery or inguinal hernia repair, in the intra and postoperative periods.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Ancianos representan 25% del total de los pacientes quirúrgicos. Muchos pacientes con enfermedad arterial coronariana (DAC) presentan electrocardiograma (ECG) pre-operatorio normal, y alta incidencia de infarto agudo del miocárdio (IAM) silencioso en la 1ª semana de pos-operatorio. Las disritmias aumentan con la edad, siendo observadas extrasístoles supraventriculares (ESSV) y ventriculares (ESV), fibrilación atrial y disturbios de la conducción intraventricular. El objetivo de este estudio fue evaluar la prevalencia de disritmias cardíacas y de alteraciones del segmento ST en el perioperatorio por intermedio del Holter en pacientes ancianos sometidos a cirugía de resección transuretral de la próstata (RTU) y herniorrafia inguinal bajo raquianestesia. MÉTODO: Fueron evaluados 21 pacientes con edades entre 65 y 84 años, sometidos a RTU de la próstata y 16 pacientes con edades de 65 a 86 años, sometidos a herniorrafia inguinal, bajo raquianestesia. Evaluación por el Sistema Holter en el pre-operatorio (12 horas), intra-operatorio (3 horas) y pos-operatorio (12 horas). RESULTADOS: La prevalencia de extrasístoles supraventriculares (ESSV) entre los grupos RTU el control fue, en el pre-operatorio 85,7% vs. 93,7%, en el intra-operatorio 85,7% vs. 81,2% y en el pos operatorio de 76,2% vs. 100%. Las extrasístoles ventriculares (ESV) tuvieron prevalencia de 76,2% vs. 81,2% en el pre, 80,9% vs. 68,7% en el per y 80,9% vs. 81,2% en el pos-operatorio. La prevalencia de alteraciones del segmento ST entre los grupos RTU y control fue, no pre-operatorio 19% vs. 18,7%, en el intra-operatorio 4,7% vs. 18,7% y en el pos-operatorio de 14,3% vs. 18,7%, sin significancia estadística. CONCLUSIONES: Los pacientes ancianos presentan alta prevalencia de ESSV y ESV. El número total de ESSV y ESV, y alteraciones del segmento ST, presentes en el período pre-operatorio, no fue alterado por la cirugía de resección transuretral de la próstata, bien como por la herniorrafia inguinal, en los períodos intra y pos-operatorio. <![CDATA[<b>Tracheal intubation conditions at 60 seconds in children, adults and elderly patients</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000200007&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O rocurônio apresenta um início de ação mais rápido do que todos os outros bloqueadores neuromusculares adespolarizantes disponíveis comercialmente, permitindo a intubação traqueal em tempo similar ao da succinilcolina. Além do relaxamento das cordas vocais, também é importante para uma intubação rápida e segura, em que não haja reação ao tubo traqueal ou tosse após a sua colocação. Esse trabalho tem por objetivo comparar as condições de intubação traqueal com rocurônio (0,6 mg.kg-1) com escala clínica em crianças, adultos e idosos. MÉTODO: Após medicação pré-anestésica com midazolam, monitorização de rotina e indução da anestesia com propofol e fentanil, foram avaliadas, por escala clínica, as condições de intubação traqueal após 60 segundos, em 60 pacientes com idades entre 1 e 88 anos, estado físico ASA I a III, que receberam rocurônio (0,6 mg.kg-1) em 5 segundos. Os pacientes foram divididos em três grupos de acordo com a faixa etária: Grupo 1 (G1) crianças de até 12 anos, Grupo 2 (G2), adultos de 18 a 65 anos e Grupo 3 (G3), pacientes acima de 65 anos. Foram analisados os seguintes parâmetros: as condições de intubação traqueal por escala clínica, a pressão arterial e o pulso, aferidos antes (controle),após a indução, após a injeção de rocurônio, 3 e 5 minutos após a intubação traqueal. RESULTADOS: Todos os pacientes foram intubados com sucesso em 60 segundos, mas as condições clinicamente aceitáveis em 100% dos casos só foram obtidas nos adultos e idosos. Três crianças foram classificadas como em condições ruins devido à presença de tosse sustentada por mais de 10 segundos. Não houve alterações significativas da pressão arterial nem da freqüência do pulso durante o estudo. CONCLUSÕES: Nas condições desse estudo, a dose de 0,6 mg.kg-1 foi suficiente para intubação traqueal em 60 segundos em adultos e idosos. No entanto, foi insuficiente para obtenção de condições de intubação traqueal clinicamente aceitáveis em 60 segundos em 100% das crianças.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Rocuronium has the fastest onset as compared to all other available nondepolarizing neuromuscular blockers, allowing tracheal intubation time similar to succinylcholine's. In addition to vocal cords relaxation, it is also important that there is no tube reactions (bucking) or coughing after its placement, in order to achieve fast and safe tracheal intubation. This study aimed at comparing intubation conditions after 0.6 mg.kg-1 rocuronium at 60 seconds in children, adults and elderly patients. METHODS: Following premedication with midazolam, routine monitoring and induction with fentanyl and propofol, intubation conditions at 60s were evaluated according to clinical criteria in 60 ASA I-III patients aged 1 to 88 years who received 0.6 mg.kg-1 rocuronium in 5 seconds. Patients were divided in three groups according to age: Group 1 (G1) children up to 12 years of age; Group 2 (G2), adults aged 18 to 65 years; Group 3 (G3) patients above 65 years of age. The following parameters were evaluated: tracheal intubation conditions by clinical criteria, blood pressure and pulse measured before induction (control), after induction, after rocuronium injection, 3 and 5 minutes after tracheal intubation. RESULTS: All patients were successfully intubated in 60s, but clinically acceptable conditions in 100% of cases were only achieved in adults and elderly patients. Three children were classified as having unacceptable conditions due to sustained cough for more than 10 seconds. There were no significant changes in blood pressure or pulse during the study. CONCLUSIONS: In the conditions of our study, 0.6 mg.kg-1 rocuronium was sufficient for tracheal intubation in 60 seconds in adult and elderly patients. It was, however, insufficient for clinically acceptable tracheal intubation conditions in 60 seconds in 100% of children.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: El rocuronio presenta un inicio de acción mas rápido que todos los otros bloqueadores neuromusculares adespolarizantes disponibles comercialmente, permitiendo la intubación traqueal en tiempo similar al de la succinilcolina. Además del relajamiento de las cuerdas vocales, también es importante, para una intubación rápida y segura, que no haya reacción al tubo traqueal o tos después de su colocación. Ese trabajo tiene por objetivo comparar las condiciones de intubación traqueal con rocuronio (0,6 mg.kg-1) con escala clínica en niños, adultos y ancianos. MÉTODO: Después de pre-medicación con midazolam, monitorización de rutina e inducción de la anestesia con propofol y fentanil, fueron evaluadas, por escala clínica, las condiciones de intubación traqueal después de 60 segundos, en 60 pacientes con edades entre 1 y 88 años, estado físico ASA I a III, que recibieron rocuronio (0,6 mg.kg-1) en 5 segundos. Los pacientes fueron divididos en tres grupos de acuerdo con la faja de edad: Grupo 1 (G1) niños de hasta 12 años, Grupo 2 (G2), adultos de 18 a 65 años y Grupo 3 (G3), pacientes mayores de 65 años. Fueron analizados los siguientes parámetros: las condiciones de intubación traqueal por escala clínica, y la presión arterial y el pulso, aferidos antes (control), después de la inducción, después de la inyección de rocuronio, 3 y 5 minutos después de la intubación traqueal. RESULTADOS: Todos los pacientes fueron intubados con suceso en 60 segundos, más las condiciones clínicamente aceptables en 100% de los casos solo fueron obtenidas en los adultos y ancianos. Tres niños fueron clasificados con malas condiciones debido a la presencia de tos sustentada por más de 10 segundos. No hubo alteraciones significativas de la presión arterial ni de la frecuencia del pulso durante el estudio. CONCLUSIONES: En las condiciones de ese estudio, la dosis de 0,6 mg.kg-1 fue suficiente para intubación traqueal en 60 segundos en adultos y ancianos. No obstante, fue insuficiente para obtención de condiciones de intubación traqueal clínicamente aceptables en 60 segundos en 100% de los niños. <![CDATA[<b>Airflow resistance of shortened tracheal tubes</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000200008&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O comprimento da porção da cânula de intubação traqueal após o balonete de segurança pode ser reduzido, provavelmente sem influência deletéria na resistência ao fluxo de gases. O objetivo deste estudo foi determinar os efeitos dessa redução sob diferentes regimes de fluxo inspiratório. MÉTODO: Foram realizadas medidas de resistência fluxo de gases em cânulas com diâmetros internos de 7; 7,5; 8; 8,5; 9 e 9,5 mm. As medidas foram realizadas em cânulas com o comprimento padrão e com comprimento diminuído na altura do balonete de segurança. Os fluxos foram situados a 0,07 litros por segundo (L.s-1), 0,1; 0,2; 0,33; 0,5 e 1 L.s-1. RESULTADOS: As resistências obtidas são progressivamente menores para maiores diâmetros internos, mas maiores para um mesmo diâmetro submetido a fluxo mais intenso, em cânulas com comprimentos padrão ou reduzidos. As cânulas com comprimentos reduzidos têm menor ou igual resistência ao fluxo testado em cânula com igual diâmetro interno. CONCLUSÕES: As resistências se mostraram menores ou comparáveis nas cânulas de intubação traqueal com comprimento reduzido em relação ao tamanho padrão.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Tracheal tube length may be shortened just after the cuff probably without noxious influence on airflow resistance. This study aimed at determining the effects of such shortening under different inspiratory flows. METHODS: Flow resistance was measured in tubes with internal diameters of 7; 7.5; 8; 8.5; 9 and 9.5 millimeters. Measurements were undertaken on standard tubes and on those shortened just after the cuff level. Flows were 0.07 liters per second (L.s-1), 0.1; 0.2; 0.33; 0.5 and 1 L.s-1. RESULTS: Resistances were progressively lower for larger internal diameters, but were higher for a same diameter under higher flow, both, in standard and shortened tubes. Shortened tubes showed lower or equal flow resistance as compared to standard tubes with the same diameter. CONCLUSIONS: Resistance has been lower or comparable on shortened tubes as compared to standard tubes.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La extensión de la porción de la cánula de intubación traqueal después del balón de seguridad puede ser reducida, probablemente sin influencia deletérea en la resistencia al flujo de gases. El objetivo de este estudio fue determinar los efectos de esa reducción sobre diferentes regímenes de flujo inspiratorio. MÉTODO: Fueron realizadas medidas de resistencia flujo de gases en cánulas con diámetros internos de 7, 7,5, 8, 8,5, 9 y 9,5 milímetros. Las medidas fueron realizadas en cánulas con la extensión modelo y con extensión diminuida en la altura del balón de seguridad. Los flujos fueron situados a 0,07 litros por segundo (L.s-1), 0,1; 0,2; 0,33; 0,5 y 1 L.s-1. RESULTADOS: Las resistencias obtenidas son progresivamente menores para los diámetros internos más grandes, pero más grande para un mismo diámetro sometido a flujo más intenso, en cánulas con extensiones modelo o reducidas. Las cánulas con extensiones reducidas tienen igual resistencia al flujo testado en cánula con igual diámetro interno. CONCLUSIONES: Las resistencias se mostraron menores o comparables en las cánulas de intubación traqueal con extensión reducida en relación al tamaño patrón (modelo). <![CDATA[<b>Macroscopic infrared analysis of inhaled nitrous oxide diffusion to abdominal cavity in rats submitted to pneumoperitoneum</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000200009&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O óxido nitroso (N2O), por ser uma estrutura tri-atômica assimétrica, assume características de alta emissão e absorção de energia no espectro infra-vermelho, com um pico característico de absorção em 4,5 µm, o que o torna visível ao infra-vermelho curto, quando contrastado com uma fonte emissora de calor (anteparo quente). Diversos autores têm descrito a difusão do N2O para cavidades fechadas por métodos como cromatografia gasosa e analisador de gases, que não permitem um estudo macroscópico detalhado do gás. O presente estudo teve como objetivo a filmagem macroscópica no espectro infra-vermelho da difusão de N2O, utilizado em anestesia inalatória, para a cavidade peritoneal de ratos submetidos a pneumoperitônio de 20 mmHg com ar ambiente. MÉTODO: Dividiu-se os animais em três grupos, de acordo com o anestésico utilizado: I - controle venoso: tiopental intra-peritoneal; II - controle inalatório: isoflurano a 1,2% em O2 100%; III - óxido nitroso: N2O 66% em oxigênio e isoflurano a 0,6%. Os termogramas provenientes da descompressão abdominal foram obtidos, por meio de um radiômetro AGEMA 550 filmados a 7 quadros por segundo. RESULTADOS: O N2O demonstrou-se visível ao infra-vermelho. No momento da descompressão abdominal, não houve nos grupos I e II termogramas com rastros de gases visíveis ao infra-vermelho. Houve, porém, rastros de gases visíveis ao infra-vermelho no grupo III. CONCLUSÕES: Conclui-se que o óxido nitroso inalatório a 66% difundiu-se para a cavidade peritoneal de ratos submetidos a pneumoperitônio de 20 mmHg com ar ambiente, sem aumento de pressão intra-abdominal.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Nitrous oxide (N2O), for its tri-atomic asymmetric structure, has high energy emission and absorption characteristics within the infrared spectrum, with maximum absorption at 4.5 µm, what makes it visible at short infrared, when contrasted with a heat emission source (hot support). Many authors have described N2O diffusion to closed cavities by chromatography methods and gas analyzers, which do not allow a detailed macroscopic study of the gas. This study aimed at macroscopically filming in the infrared spectrum inhaled N2O diffusion to the peritoneal cavity of rats submitted to 20 mmHg room air pneumoperitoneum. METHODS: Animals where divided in three groups according to the anesthetic drug: I - Intravenous control: intraperitoneal thiopental; II - inhaled control: 1.2% isoflurane in 100% O2; III - nitrous oxide: 66% N2O in oxygen and 0.6% isoflurane. Thermal images of abdominal decompression where captured by an AGEMA 550 radiometer filmed at 7 frames per second. RESULTS: N2O was visible to infrared. At abdominal decompression, groups I and II have not shown visible gas traces at infrared thermographs, while group III had visible infrared traces. CONCLUSIONS: Our conclusion was that 66% inhaled nitrous oxide has diffused to peritoneal cavity of rats submitted to 20 mmHg room air pneumoperitoneum, with no intra-abdominal pressure increase.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: El óxido nitroso (N2O), por ser una estructura tri-atómica asimétrica, toma características de alta emisión y absorción de energía en el espectro infrarrojo, con un pico característico de absorción en 4,5 µm, lo que lo hace visible al infrarrojo corto, cuando contrastado con una fuente emisora de calor (resguardo caliente). Diversos autores han descrito la difusión del N2O para cavidades cerradas por métodos como cromatografia gaseosa y analizador de gases, que no permiten un estudio macroscópico detallado del gas. El presente estudio tubo como objetivo la filmación macroscópica en el espectro infrarrojo de la difusión de N2O, utilizado en anestesia inhalatoria, para la cavidad peritoneal de ratones sometidos a pneumoperitoneo de 20 mmHg con aire ambiente. MÉTODO: Los animales fueron divididos en tres grupos, de acuerdo con el anestésico utilizado: I- Control venoso: tiopental intra-peritoneal; II- Control inhalatorio: isoflurano a 1,2% en O2 100%; III- Óxido Nitroso: N2O 66% en oxígeno e isoflurano a 0,6%. Los termogramas provenientes de la descompresión abdominal fueron obtenidos, por medio de un radiómetro AGEMA 550 filmados a 7 cuadros por segundo. RESULTADOS: El N2O se demostró visible al infrarrojo. En el momento de la descompresión abdominal, no hubo en los grupos I y II termogramas con rastros de gases visibles al infrarrojo. Hubo, todavía, rastros de gases visibles al infrarrojo en el grupo III. CONCLUSIONES: Se concluye que el óxido nitroso inhalatorio a 66% se difundió para la cavidad peritoneal de ratones sometidos a pneumoperitoneo de 20 mmHg con aire ambiente, sin aumento de la presión intra-abdominal. <![CDATA[<b>Anesthetic procedure for balneotherapy of burned patients</b>: <b>prospective evaluation of 2852 cases</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000200010&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A analgesia profunda no paciente queimado, que necessita de cuidados diários das lesões, constitui um campo de atuação do anestesiologista em que as referências de conduta ainda são muito escassas. O objetivo deste estudo foi avaliar a conduta anestésica em balneoterapia de pacientes queimados em 2852 procedimentos. MÉTODO: Foi realizada avaliação prospectiva das alternativas de analgesia e sedação empregadas por anestesiologistas, no período de 1 ano. Idade, peso, sexo, superfície corporal queimada (SCQ), drogas e doses empregadas, duração, monitorização, número de procedimentos por paciente e complicações foram registrados. Para a análise dos resultados, a amostra foi dividida em grupos: grupo A, com idade até 10 anos; grupo B, 11 a 17 anos; grupo C, 18 a 65 anos; grupo D, acima de 65 anos e os dados foram comparados. RESULTADOS: Foram 2852 procedimentos realizados em 134 pacientes. No grupo A, foram 743 procedimentos em 42 pacientes; no grupo B, 354 procedimentos em 16 pacientes; no grupo C, 1573 procedimentos em 68 pacientes; no grupo D, 182 procedimentos em 8 pacientes. Em toda a amostra, a S(+)-cetamina por via venosa, como agente único, foi usada em 116 casos. A S(+)-cetamina, associada ao midazolam, por via venosa, foi usada em 631 casos. A S(+)-cetamina, associada ao midazolam e ao fentanil, por via venosa, foi usada em 1562 casos. A S(+)-cetamina por via muscular, como agente único, foi empregada em 188 casos, sendo 173 no grupo A. O propofol foi associado em outros 149 casos. A cetamina racêmica foi usada em mais 142 casos. O alfentanil, como alguns outros agentes, foi pouco usado. A duração dos procedimentos foi de 29,3 ± 10,6 minutos; maior peso e SCQ se correlacionaram com aumento significante da duração. Houve 30 casos de diminuição da SpO2 abaixo de 90%, sendo 3 casos (0,59%) no subgrupo que recebeu S(+)-cetamina e midazolam por via venosa, e 24 casos (1,93%) no que recebeu S(+)-cetamina, midazolam e fentanil pela mesma via (p = 0,039). Houve um caso de parada cardíaca em paciente moribundo, que foi recuperado, prosseguindo-se o banho até o final. CONCLUSÕES: A S(+)-cetamina, o midazolam e o fentanil foram os agentes mais empregados, sendo a S(+)-cetamina o principal agente. As técnicas anestésicas empregadas mostraram-se seguras e eficazes.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Deep analgesia of burned patients needing daily care of their injuries is a field where references are very scarce in the literature. This study aimed at evaluating balneotherapy anesthetic technique in 2852 procedures. METHODS: A one-year period prospective evaluation was performed on sedative and analgesic alternatives adopted by anesthesiologists. Age, weight, gender, burned surface area (BSA), drugs and doses used, duration, monitoring, number of sessions by patient, and complications were recorded. Samples was divided in four groups according to age: group A, < 10 years; group B, 11 to 17 years; group C, 18 to 65 years; group D, > 65 years, and the results were compared. RESULTS: There have been 2852 balneotherapy sessions performed in 134 patients: Group A = 743 sessions in 42 patients; Group B = 354 sessions in 16 patients; Group C = 1573 sessions in 68 patients; Group D = 182 sessions in 8 patients. Throughout the study, the intravenous S(+)-ketamine as single agent was used in 116 sessions. The intravenous S(+)-ketamine with midazolam was used in 631 sessions. The intravenous S(+)-ketamine with midazolam and fentanyl was used in 1562 sessions. The muscular S(+)-ketamine as single agent was used in 188 sessions, being 173 in group A. The propofol was associated in 149 sessions. The racemic ketamine was used in 142 sessions. The alfentanil, as some other agents, was seldom used. Sessions lasted 29.3 ± 10.6 minutes and the increased weight and/or BSA was correlated to significantly longer sessions. There have been 30 cases of SpO2 below 90%, being 3 cases (0.59%) in patients receiving intravenous S(+)-ketamine and midazolam, and 24 cases (1.93%) in patients receiving intravenous S(+)-ketamine, midazolam and fentanyl (p = 0.039). There has been one case of cardiac arrest in moribund patient, who was resuscitated and the session was completed. CONCLUSIONS: The S(+)-ketamine, midazolam and fentanyl were the most common agents, being the S(+)-ketamine the major agent. Anesthetic techniques were safe and effective.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La analgesia profunda en el paciente quemado, que necesita de cuidados diarios de las lesiones, constituye un campo de actuación del anestesiologista en que las referencias de conducta aun son muy escasas. El objetivo de este estudio fue evaluar la conducta anestésica en balneoterapia de pacientes quemados en 2852 procedimientos. MÉTODO: Fue realizada evaluación prospectiva de las alternativas de analgesia y sedación utilizadas por anestesiologistas, en el período de 1 año. Edad, peso, sexo, superficie corporal quemada (SCQ), drogas y dosis utilizadas, duración, monitorización, número de procedimientos por paciente y complicaciones, fueron registradas. Para la análisis de los resultados, la muestra fue dividida en grupos: grupo A, con edad hasta 10 años; grupo B, 11 a 17 años; grupo C, 18 a 65 años; grupo D, mayores de 65 años, los datos fueron comparados. RESULTADOS: Fueron 2852 procedimientos realizados en 134 pacientes. En el grupo A, fueron 743 procedimientos en 42 pacientes; en el grupo B, 354 procedimientos en 16 pacientes; en el grupo C, 1573 procedimientos en 68 pacientes; en el grupo D, 182 procedimientos en 8 pacientes. En toda la muestra, la S(+)-cetamina por vía venosa, como agente único, fue usada en 116 casos. La S(+)-cetamina, asociada al midazolam, por vía venosa, fue usada en 631 casos. La S(+)-cetamina, asociada al midazolam y al fentanil, por vía venosa, fue usada en 1562 casos. La S(+)-cetamina por vía muscular, como agente único, fue utilizada en 188 casos, siendo 173 en el grupo A. El propofol fue asociado en otros 149 casos. La cetamina racémica fue usada en más 142 casos. El alfentanil, como algunos otros agentes, fue poco usado. La duración de los procedimientos fue de 29,3 ± 10,6 minutos; mayor peso y SCQ se correlacionaron con el aumento significante de la duración. Hubo 30 casos de disminución de la SpO2 abajo de 90%, siendo 3 casos (0,59%) en el subgrupo que recibió S(+)-cetamina y midazolam por vía venosa, y 24 casos (1,93%) en el que recibió S(+)-cetamina, midazolam y fentanil por la misma vía (p = 0,039). Hubo un caso de parada cardíaca en paciente moribundo, que fue recuperado, prosiguiéndose el baño hasta el final. CONCLUSIONES: La S(+)-cetamina, el midazolam y el fentanil fueron los agentes más utilizados, siendo la S(+)-cetamina el principal agente. Las técnicas anestésicas utilizadas se mostraron seguras y eficaces. <![CDATA[<b>Peripheral regional analgesia with lidocaine in burned patient</b>: <b>case report</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000200011&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A realização de anestesia regional em pacientes queimados é dificultosa pela localização aleatória das lesões térmicas. Elevadas taxas de alfa1 glicoproteína ácida com grande afinidade para drogas alcalinas, especialmente a lidocaína, têm sido observadas nesses pacientes. Este caso relata como o uso intermitente de anestesia e analgesia regional periférica com altas doses de lidocaína podem ser úteis em fornecer efetiva analgesia num paciente com queimaduras de segundo grau nos quatro membros, abrangendo, aproximadamente, 20% de área superficial queimada. RELATO DO CASO: Paciente do sexo masculino, 23 anos, 86 kg, estado físico ASA II, com queimadura superficial da face, segundo grau nos quatro membros e elevada taxa sérica de alfa1 glicoproteína ácida (260 mg.dl-1), teve sua dor controlada com 11,6 mg.kg-1 de lidocaína com adrenalina 1:400.000 administrada por cateteres introduzidos e tunelizados para diversos procedimentos - irrigações e troca de curativos, desbridamentos, fisioterapia, enxertos cutâneos e analgesia diária durante 28 dias. CONCLUSÕES: Em pacientes queimados com injúrias térmicas localizadas nas extremidades, a analgesia regional periférica pode ser útil. As elevadas taxas séricas de alfa1 glicoproteína ácida e o local da injeção podem permitir o emprego de altas doses de lidocaína.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Regional anesthesia is difficult in burned patients due to the randomized location of thermal injuries. High plasma levels of alpha1-acid glycoprotein with major affinity to basic drugs, especially lidocaine, have been observed in these patients. This report shows how intermittent peripheral regional anesthesia and analgesia with high lidocaine doses may be useful in inducing effective analgesia in patient with almost 20% Total Burn Skin Area (TBSA) of partial thickness burn in his four limbs. CASE REPORT: Male patient, 23 years old, 86 kg, physical status ASA II, with superficial facial burn, partial thickness burn on four limbs and increased serum alpha1-acid glycoprotein levels (260 mg.dL-1), who was treated with 11.6 mg.kg-1 lidocaine with 1:400,000 epinephrine through catheters inserted and tunnelized, for several procedures - irrigations and dressing changes, débridements, physical therapy, skin grafting and daily analgesia during 28 days. CONCLUSIONS: Burned patients with thermal injuries on the extremities are suitable for peripheral regional analgesia. High alpha1-acid glycoprotein serum levels and injection site may allow the use of high lidocaine doses.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La realización de anestesia regional en pacientes quemados es dificultosa por la localización aleatoria de las lesiones térmicas. Elevadas tasas de alfa1 glicoproteína ácida con grande afinidad para drogas alcalinas, especialmente la lidocaína ha sido observado en esos pacientes. Este caso, relata como el uso intermitente de anestesia y analgesia regional periférica con altas dosis de lidocaína puede ser útil en proveer efectiva analgesia en un paciente con quemaduras de segundo grado en los cuatro miembros, abarcando, aproximadamente, 20% de área superficial quemada. RELATO DE CASO: Paciente masculino, 23 años, 86 kg, estado físico ASA II, con quemadura superficial del rostro, segundo grado en los cuatro miembros y elevada tasa sérica de alfa1 glicoproteína ácida (260 mg.dl-1), tuvo su dolor controlado con 11,6 mg.kg-1 de lidocaína con adrenalina 1:400.000 administrada por catéteres introducidos y tunelizados para diversos procedimientos - irrigaciones y cambio de curativos, desbridamientos, fisioterapia, injertos cutáneos y analgesia diaria durante 28 días. CONCLUSIONES: En pacientes quemados con injurias térmicas localizadas en las extremidades, la analgesia regional periférica puede ser útil. Las elevadas tasas séricas de alfa1 glicoproteína ácida y el local de la inyección pueden permitir el uso de altas dosis de lidocaína. <![CDATA[<b>Dexmedetomidine as adjuvant drug for wake-up test during scoliosis correction surgery</b>: <b>case report</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000200012&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A escoliose é um defeito da coluna vertebral que necessita muitas vezes de correção cirúrgica. Uma peculiaridade desta correção é a necessidade do paciente despertar no intra-operatório e movimentar os membros inferiores com intuito de afastar lesões do sistema nervoso central (SNC), após a correção do defeito ortopédico. Neste relato, foi associada dexmedetomidina à anestesia venosa total com propofol e remifentanil com o objetivo de obter as ações sedativa, analgésica e de estabilidade ventilatória desta droga, durante o despertar transitório em paciente submetida à correção cirúrgica de escoliose. RELATO DO CASO: Paciente do sexo feminino, 16 anos, branca, estado físico ASA I, com escoliose torácica e lombar em 12 níveis, foi submetida à cirurgia sob anestesia geral. Como medicação pré-anestésica foi utilizado lorazepam na dose de 2 mg, por via oral, na véspera e 90 minutos antes do procedimento. Após monitorização, foi realizada venóclise e punção da artéria radial no membro superior esquerdo; a veia subclávia direita foi puncionada com cateter de duplo lúmen, para infusão de drogas e medidas hemodinâmicas. A indução anestésica foi feita com 1 µg.kg-1 de remifentanil e propofol, em infusão alvo-controlada, para concentração plasmática de 3 µg.ml-1. Como bloqueador neuromuscular, foi utilizado atracúrio na dose de 0,5 mg.kg-1. A manutenção da anestesia foi realizada com infusão contínua de dexmedetomidina (0,4 µg.kg-1.h-1), remifentanil (0,3 µg.kg-1.min-1) e propofol (3 µg.ml-1) em infusão alvo-controlada. No momento do teste para movimentação dos membros inferiores, foram interrompidas as infusões de propofol e remifentanil, mantendo a dexmedetomidina. Com a superficialização do plano anestésico, o paciente assumiu ventilação espontânea e após 14 minutos da interrupção das drogas, sob comando verbal, movimentou os membros inferiores. Durante este procedimento, a paciente permaneceu no estágio 3 de sedação de Ramsay, isto é, sob analgesia, respirando espontaneamente e tranqüila. CONCLUSÕES: A dexmedetomidina associada à anestesia venosa total mostrou-se uma opção interessante, como droga adjuvante no teste de despertar, bem como para o propósito de analgesia e sedação no período perioperatório.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Scoliosis is a spinal defect very often requiring surgical correction. A uniqueness of this correction is the need for intraoperative emergence and leg movement (wake up test) to rule out central nervous system (CNS) injury after correction of the orthopedic defect. In our report, dexmedetomidine was associated to total intravenous anesthesia with propofol and remifentanil to induce sedation, analgesia and ventilatory stability during wake up test in patient submitted to surgical scoliosis correction. CASE REPORT: Caucasian, female patient, 16 years old, physical status ASA I, with lumbar and thoracic scoliosis in 12 levels, submitted to surgery under general anesthesia. Patient was premedicated with 2 mg oral lorazepam the day before and 90 minutes before surgery. Venoclysis and left arm radial artery puncture were performed after monitoring; right subclavian vein was punctured with double lumen catheter for drug infusion and hemodynamic evaluation. Anesthesia was induced with 1 µg.kg-1 remifentanil and propofol in target-controlled infusion, for 3 µg.mL-1 plasma concentration. Neuromuscular block was achieved with 0.5 mg.kg-1 atracurium. Anesthesia was maintained with 0.4 µg.kg-1.h-1 dexmedetomidine and 0.3 µg.kg-1.min-1 remifentanil in continuous infusion, and 3 µg.mL-1 propofol in target-controlled infusion. At lower limbs movement test, propofol and remifentanil were withdrawn, but dexmedetomidine was maintained. Patient returned to spontaneous ventilation with anesthetic recovery and 14 minutes after drug withdrawal patient has moved lower limbs at verbal command. During this procedure, patient remained in Ramsay's sedation stage 3 that is, under analgesia, spontaneous ventilation and relaxed. CONCLUSIONS: Dexmedetomidine associated to total intravenous anesthesia was an interesting option as adjuvant drug for the wake-up test as well as for perioperative analgesia and sedation.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La escoliosis es un defecto de la columna vertebral que necesita muchas veces de corrección quirúrgica. Una peculiaridad de esta corrección es la necesidad del paciente despertar en el intra-operatorio y movimentar los miembros inferiores con la finalidad de alejar lesiones del SNC después de la corrección del defecto ortopédico. En este relato, fue asociada dexmedetomidina a la anestesia venosa total con propofol y remifentanil con el objetivo de obtener las acciones sedativa, analgésica y de estabilidad ventilatoria de esta droga, durante el despertar transitorio en paciente sometida a corrección quirúrgica de escoliosis. RELATO DE CASO: Paciente del sexo femenino, 16 años, blanca, estado físico ASA I, con escoliosis torácica y lumbar en 12 niveles, fue sometida a cirugía sobre anestesia general. Como medicación pre-anestésica fue utilizado lorazepam en la dosis de 2 mg, por vía oral, en la víspera y 90 minutos antes del procedimiento. Después de monitorización, fue realizada venóclisis y punción de la arteria radial en el miembro superior izquierdo; la vena subclávia derecha fue punzionada con catéter de duplo lumen, para infusión de drogas y medidas hemodinámicas. La inducción anestésica fue hecha con 1 µg.kg-1 de remifentanil y propofol, en infusión alvo-controlada, para concentración plasmática de 3 µg.ml-1. Como bloqueador neuromuscular, fue utilizado atracúrio en la dosis de 0,5 mg.kg-1. La manutención de la anestesia fue realizada con infusión continua de dexmedetomidina (0,4 µg.kg-1.h-1), remifentanil (0,3 µg.kg-1.min-1) y propofol (3 µg.ml-1) en infusión alvo-controlada. En el momento del test para movimentación de los miembros inferiores, fueron interrumpidas las infusiones de propofol y remifentanil, manteniendo la dexmedetomidina. Con la superficialización del plano anestésico, la paciente se encargó de la ventilación espontanea y después de 14 minutos de la interrupción de las drogas, sobre comando verbal, movimentó los miembros inferiores. Durante este procedimiento, la paciente permaneció en la parte 3 de sedación de Ramsay, esto es, bajo analgesia, respirando espontáneamente y tranquila. CONCLUSIONES: La dexmedetomidina asociada a la anestesia venosa total se mostró una opción interesante, como droga coadyuvante en el test de despertar, bien como para el propósito de analgesia y sedación en el período perioperatorio. <![CDATA[<b>Management of pain in patient with inoperable sacral tumor</b>: <b>case report</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000200013&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Diversas técnicas podem ser utilizadas no controle de dor em pacientes oncológicos. O objetivo deste relato é mostrar o uso de algumas medidas terapêuticas empregadas para tratar um paciente com quadro doloroso importante de difícil controle. RELATO DO CASO: Paciente do sexo masculino, 70 anos, com cordoma sacral e com possibilidade terapêutica muito difícil. Apresentava quadro de dor importante associado ao tumor. São relatadas diversas técnicas utilizadas no seu tratamento e os resultados obtidos. CONCLUSÕES: Os bloqueios neurolíticos, para o controle da dor em paciente com tumores cuja possibilidade terapêutica é difícil, constituem técnica eficaz quando bem indicados e realizados dentro de critérios estabelecidos.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Different techniques may be used to control cancer pain. This report aimed at describing some therapeutic measures used to treat a patient with a severe and bad responsive pain. CASE REPORT: A 70-year-old male patient a sacral chordoma of very difficult therapeutic. He referred major tumor-associated pain. Several techniques used to treat pain of this patient and results obtained are reported. CONCLUSIONS: Neurolytic block is an efficient technique to control pain in cancer patients who have no possibilities with standard treatment, especially when properly indicated and following well established routines.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Diversas técnicas pueden ser utilizadas en el control de dolor en pacientes oncológicos. El objetivo de este relato es mostrar el uso de algunas medidas terapéuticas utilizadas para tratar un paciente con cuadro doloroso importante de difícil control. RELATO DE CASO: Paciente masculino, 70 años, con cordoma sacral y con posibilidad terapéutica muy difícil. Presentaba cuadro de dolor importante asociado al tumor. Se relatan diversas técnicas utilizadas en su tratamiento y los resultados obtenidos. CONCLUSIONES: Los bloqueos neurolíticos, para el control del dolor en paciente con tumores cuja posibilidad terapéutica es difícil, constituyen técnica eficaz cuando bien indicados y realizados dentro de criterios establecidos. <![CDATA[<b>Prevention of pulmonary gastric contents aspiration</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000200014&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Apesar da baixa incidência, a aspiração pulmonar do conteúdo gástrico pode ter conseqüências devastadoras para o indivíduo. A diminuição na função do esfíncter esofágico e dos reflexos protetores das vias aéreas causadas pela depressão da consciência, predispõe os pacientes a esta grave complicação. Neste artigo, foi realizada uma revisão dos aspectos fisiológicos associados ao refluxo gastroesofágico, bem como os métodos utilizados para preveni-lo. CONTEÚDO: São feitos comentários sobre os mecanismos envolvidos na aspiração do conteúdo gástrico, suas conseqüências e métodos de prevenção, incluindo recentes guias de jejum pré-operatório elaborados após revisão da literatura, o uso racional de drogas que atuam no pH e volume gástrico e, finalmente, o efeito de diferentes métodos de manutenção da via aérea na prevenção da aspiração pulmonar. CONCLUSÕES: A aspiração pulmonar do conteúdo gástrico, apesar de pouco freqüente, exige cuidados especiais para sua prevenção. Guias de jejum pré-operatório elaborados recentemente sugerem períodos menores de jejum, principalmente para líquidos, permitindo mais conforto aos pacientes e menor risco de hipoglicemia e desidratação, sem aumentar a incidência de aspiração pulmonar perioperatória. O uso rotineiro de drogas que diminuem a acidez e volume gástrico parece estar indicado apenas para pacientes de risco. O melhor método de proteção da via aérea contra a aspiração continua sendo a intubação traqueal. Outros métodos de manutenção da via aérea vêm sendo adotados, mas a eficácia na prevenção da aspiração ainda é inferior, embora representem importante alternativa em casos de falha de intubação traqueal.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Despite its low incidence, aspiration of pulmonary gastric contents may have devastating consequences. Esophageal sphincter function and protective airway reflexes decrease caused by conscience depression, predisposes patients to this severe complication. This article is a review of physiological aspects associated to gastroesophageal reflux, as well as of the methods to prevent it. CONTENTS: Comments are made about the mechanisms involved in gastric contents aspiration, its consequences and preventive methods, including recent preoperative fasting guidelines developed after review of the literature, the reasonable use of drugs acting on gastric pH and volume, and finally the effects of different airway control methods on pulmonary aspiration prevention. CONCLUSIONS: Aspiration of pulmonary gastric contents, despite its low frequency, demands special preventive care. Recently developed preoperative fasting guidelines suggest shorter fasting periods especially for liquids, allowing more comfort to patients and less risk of hypoglycemia and dehydration, without increasing the incidence of perioperative pulmonary aspiration. The routine use of drugs decreasing gastric acidity and volume seems to be indicated only for poor risk patients. The best method to protect airways against aspiration is still tracheal intubation. Other airway control methods have been adopted, but their efficacy in preventing aspiration is lower, although representing major alternatives in cases of intubation failure.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: No obstante de la baja incidencia, la aspiración pulmonar del contenido gástrico puede tener consecuencias devastadoras para el individuo. La disminución en la función del esfínter esofágico y de los reflejos protectores de las vías aéreas causada por la depresión de la conciencia, predispone los pacientes a esta grave complicación. En este articulo, se realizo una revisión de los aspectos fisiológicos asociados al reflujo gastroesofágico, bien como los métodos utilizados para prevenirlo. CONTENIDO: Fueron hechos comentarios sobre los mecanismos envueltos en la aspiración del contenido gástrico, sus consecuencias y métodos de prevención, incluyendo recientes guías de ayuno pre-operatorio elaborados después de revisión de la literatura, el uso racional de drogas que actúan y el pH y volumen gástrico, y, finalmente, el efecto de diferentes métodos de manutención de la vía aérea en la prevención de la aspiración pulmonar. CONCLUSIONES: La aspiración pulmonar del contenido gástrico, no obstante sea poco frecuente, exige cuidados especiales para su prevención. Guías de ayuno pre-operatorio elaborados recientemente sugieren períodos menores de ayuno, principalmente para líquidos, permitiendo más comodidad a los pacientes y menor riesgo de hipoglicemia y deshidratación, sin aumentar la incidencia de aspiración pulmonar perioperatoria. El uso rutinario de drogas que diminuyen la acidez y volumen gástrico parece estar indicado apenas para pacientes de riesgo. El mejor método de protección de la vía aérea contra la aspiración continua siendo la intubación traqueal. Otros métodos de manutención de la vía aérea están siendo adoptados, más la eficacia en la prevención de la aspiración aun es inferior, aun cuando representen importante alternativa en casos de falla de intubación traqueal. <![CDATA[<b>Blood transfusion in pediatric patients and strategies to decrease it</b>: <b>a reevaluation</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000200015&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Muitas medidas e técnicas são utilizadas, nos pacientes adultos, na tentativa de reduzir, ou evitar, tanto a perda sangüínea como a administração de sangue homólogo durante atos cirúrgicos para os quais se esperam grandes perdas na volemia. Enquanto as estratégias para evitar a utilização de sangue homólogo em pacientes adultos são largamente empregadas, nos pacientes pediátricos são negligenciadas. Talvez isso se deva ao fato de que em crianças essas técnicas podem não ser tão úteis quanto nos adultos, além dos problemas técnicos próprios do tamanho dos pacientes. O objetivo dessa revisão foi reavaliar as técnicas para reduzir a necessidade de transfusão de sangue homólogo em adultos e discutir sua utilização em pacientes pediátricos. CONTEÚDO: Através da pesquisa bibliográfica apresentam-se às estratégias mais freqüentes para diminuir, ou mesmo evitar, transfusão de sangue homólogo durante atos cirúrgicos nos quais esperam-se grandes perdas volêmicas. Como todos os métodos conhecidos foram desenvolvidos para pacientes adultos, projeta-se, a partir daí, reavaliando-se esses métodos, técnicas e fármacos, uma linha de ação visando a sua aplicabilidade nos pacientes pediátricos. CONCLUSÕES: Mais uma vez fica patente que as soluções obtidas para adultos não são aplicáveis inteiramente aos pacientes pediátricos. As medidas para reduzir o sangramento intra-operatório e a conseqüente redução na necessidade do emprego de sangue homólogo são eficientes em pacientes adultos, porém são de longe mais invasivas, complicadas e muitas delas ineficientes nos pacientes pediátricos, notadamente naqueles abaixo de dois anos de idade.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Several approaches and techniques are used in adult patients to decrease or prevent both blood loss and homologous blood transfusion during surgical procedures where massive blood losses are expected. While these blood-sparing strategies are widely used in adults, they are mostly neglected in children. Perhaps in pediatric patients, these blood-sparing techniques may not be as effective as in adults and technical limitations, as the small size of patients could limit its advantages. In the following review, blood-sparing techniques established for adults are described and their applicability in pediatric patients discussed. CONTENTS: Blood-sparing strategies developed for adult patients aiming at decreasing or even preventing homologous blood transfusion when massive blood losses are expected, are presented through a bibliographic review. Since all known methods were developed for adult patients, an action line was drawn for the reevaluation of these methods, techniques and drugs to be used in pediatric patients. CONCLUSIONS: It has become once more clear that solutions for adult patients may not be as effective for pediatric patients. Intraoperative blood-sparing techniques and consequent decrease in the need for homologous blood are effective for adult patients but are by far more invasive, complicated, and some of them ineffective in pediatric patients, especially those under two years of age.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Muchas medidas y técnicas son utilizadas, en pacientes adultos, en la tentativa de reducir, o evitar, tanto la pérdida sanguínea como la administración de sangre homólogo durante actos quirúrgicos para los cuales se esperan grandes perdidas en la volemia. Entretanto, las estrategias para evitar la utilización de sangre homólogo en pacientes adultos son largamente utilizadas, en los pacientes pediátricos son negligenciadas. Quizás eso se deba al hecho de que en niños esas técnicas pueden no ser tan útiles cuanto en los adultos, además de los problemas técnicos propios del tamaño de los pacientes. El objetivo de esa revisión fue reevaluar las técnicas para reducir la necesidad de transfusión de sangre homólogo en adultos y discutir su utilización en pacientes pediátricos. CONTENIDO: Por medio de la pesquisa bibliográfica se presentan las estrategias más frecuentes para disminuir, o mismo evitar, transfusión de sangre homólogo durante actos quirúrgicos en los cuales se esperan grandes perdidas volémicas. Como todos los métodos conocidos fueron desarrollados para pacientes adultos, se proyecta, a partir de aquí, reevaluandose esos métodos, técnicas y fármacos, una línea de acción mirando su aplicabilidad a los pacientes pediátricos. CONCLUSIONES: Mas una vez queda patente que las soluciones obtenidas para adultos no son aplicables enteramente a los pacientes pediátricos. Las medidas para reducir el sangramiento intra-operatorio y la consecuente reducción en la necesidad del uso de sangre homólogo son eficientes en pacientes adultos, no obstante son de lejos más invasivas, complicadas y muchas de ellas ineficientes en los pacientes pediátricos, notadamente en aquellos menores de dos años de edad. <![CDATA[<b>Manoel Duarte</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000200016&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Muitas medidas e técnicas são utilizadas, nos pacientes adultos, na tentativa de reduzir, ou evitar, tanto a perda sangüínea como a administração de sangue homólogo durante atos cirúrgicos para os quais se esperam grandes perdas na volemia. Enquanto as estratégias para evitar a utilização de sangue homólogo em pacientes adultos são largamente empregadas, nos pacientes pediátricos são negligenciadas. Talvez isso se deva ao fato de que em crianças essas técnicas podem não ser tão úteis quanto nos adultos, além dos problemas técnicos próprios do tamanho dos pacientes. O objetivo dessa revisão foi reavaliar as técnicas para reduzir a necessidade de transfusão de sangue homólogo em adultos e discutir sua utilização em pacientes pediátricos. CONTEÚDO: Através da pesquisa bibliográfica apresentam-se às estratégias mais freqüentes para diminuir, ou mesmo evitar, transfusão de sangue homólogo durante atos cirúrgicos nos quais esperam-se grandes perdas volêmicas. Como todos os métodos conhecidos foram desenvolvidos para pacientes adultos, projeta-se, a partir daí, reavaliando-se esses métodos, técnicas e fármacos, uma linha de ação visando a sua aplicabilidade nos pacientes pediátricos. CONCLUSÕES: Mais uma vez fica patente que as soluções obtidas para adultos não são aplicáveis inteiramente aos pacientes pediátricos. As medidas para reduzir o sangramento intra-operatório e a conseqüente redução na necessidade do emprego de sangue homólogo são eficientes em pacientes adultos, porém são de longe mais invasivas, complicadas e muitas delas ineficientes nos pacientes pediátricos, notadamente naqueles abaixo de dois anos de idade.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Several approaches and techniques are used in adult patients to decrease or prevent both blood loss and homologous blood transfusion during surgical procedures where massive blood losses are expected. While these blood-sparing strategies are widely used in adults, they are mostly neglected in children. Perhaps in pediatric patients, these blood-sparing techniques may not be as effective as in adults and technical limitations, as the small size of patients could limit its advantages. In the following review, blood-sparing techniques established for adults are described and their applicability in pediatric patients discussed. CONTENTS: Blood-sparing strategies developed for adult patients aiming at decreasing or even preventing homologous blood transfusion when massive blood losses are expected, are presented through a bibliographic review. Since all known methods were developed for adult patients, an action line was drawn for the reevaluation of these methods, techniques and drugs to be used in pediatric patients. CONCLUSIONS: It has become once more clear that solutions for adult patients may not be as effective for pediatric patients. Intraoperative blood-sparing techniques and consequent decrease in the need for homologous blood are effective for adult patients but are by far more invasive, complicated, and some of them ineffective in pediatric patients, especially those under two years of age.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Muchas medidas y técnicas son utilizadas, en pacientes adultos, en la tentativa de reducir, o evitar, tanto la pérdida sanguínea como la administración de sangre homólogo durante actos quirúrgicos para los cuales se esperan grandes perdidas en la volemia. Entretanto, las estrategias para evitar la utilización de sangre homólogo en pacientes adultos son largamente utilizadas, en los pacientes pediátricos son negligenciadas. Quizás eso se deba al hecho de que en niños esas técnicas pueden no ser tan útiles cuanto en los adultos, además de los problemas técnicos propios del tamaño de los pacientes. El objetivo de esa revisión fue reevaluar las técnicas para reducir la necesidad de transfusión de sangre homólogo en adultos y discutir su utilización en pacientes pediátricos. CONTENIDO: Por medio de la pesquisa bibliográfica se presentan las estrategias más frecuentes para disminuir, o mismo evitar, transfusión de sangre homólogo durante actos quirúrgicos en los cuales se esperan grandes perdidas volémicas. Como todos los métodos conocidos fueron desarrollados para pacientes adultos, se proyecta, a partir de aquí, reevaluandose esos métodos, técnicas y fármacos, una línea de acción mirando su aplicabilidad a los pacientes pediátricos. CONCLUSIONES: Mas una vez queda patente que las soluciones obtenidas para adultos no son aplicables enteramente a los pacientes pediátricos. Las medidas para reducir el sangramiento intra-operatorio y la consecuente reducción en la necesidad del uso de sangre homólogo son eficientes en pacientes adultos, no obstante son de lejos más invasivas, complicadas y muchas de ellas ineficientes en los pacientes pediátricos, notadamente en aquellos menores de dos años de edad. <![CDATA[<b>João</b><b> José de Cunto</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000200017&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Muitas medidas e técnicas são utilizadas, nos pacientes adultos, na tentativa de reduzir, ou evitar, tanto a perda sangüínea como a administração de sangue homólogo durante atos cirúrgicos para os quais se esperam grandes perdas na volemia. Enquanto as estratégias para evitar a utilização de sangue homólogo em pacientes adultos são largamente empregadas, nos pacientes pediátricos são negligenciadas. Talvez isso se deva ao fato de que em crianças essas técnicas podem não ser tão úteis quanto nos adultos, além dos problemas técnicos próprios do tamanho dos pacientes. O objetivo dessa revisão foi reavaliar as técnicas para reduzir a necessidade de transfusão de sangue homólogo em adultos e discutir sua utilização em pacientes pediátricos. CONTEÚDO: Através da pesquisa bibliográfica apresentam-se às estratégias mais freqüentes para diminuir, ou mesmo evitar, transfusão de sangue homólogo durante atos cirúrgicos nos quais esperam-se grandes perdas volêmicas. Como todos os métodos conhecidos foram desenvolvidos para pacientes adultos, projeta-se, a partir daí, reavaliando-se esses métodos, técnicas e fármacos, uma linha de ação visando a sua aplicabilidade nos pacientes pediátricos. CONCLUSÕES: Mais uma vez fica patente que as soluções obtidas para adultos não são aplicáveis inteiramente aos pacientes pediátricos. As medidas para reduzir o sangramento intra-operatório e a conseqüente redução na necessidade do emprego de sangue homólogo são eficientes em pacientes adultos, porém são de longe mais invasivas, complicadas e muitas delas ineficientes nos pacientes pediátricos, notadamente naqueles abaixo de dois anos de idade.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Several approaches and techniques are used in adult patients to decrease or prevent both blood loss and homologous blood transfusion during surgical procedures where massive blood losses are expected. While these blood-sparing strategies are widely used in adults, they are mostly neglected in children. Perhaps in pediatric patients, these blood-sparing techniques may not be as effective as in adults and technical limitations, as the small size of patients could limit its advantages. In the following review, blood-sparing techniques established for adults are described and their applicability in pediatric patients discussed. CONTENTS: Blood-sparing strategies developed for adult patients aiming at decreasing or even preventing homologous blood transfusion when massive blood losses are expected, are presented through a bibliographic review. Since all known methods were developed for adult patients, an action line was drawn for the reevaluation of these methods, techniques and drugs to be used in pediatric patients. CONCLUSIONS: It has become once more clear that solutions for adult patients may not be as effective for pediatric patients. Intraoperative blood-sparing techniques and consequent decrease in the need for homologous blood are effective for adult patients but are by far more invasive, complicated, and some of them ineffective in pediatric patients, especially those under two years of age.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Muchas medidas y técnicas son utilizadas, en pacientes adultos, en la tentativa de reducir, o evitar, tanto la pérdida sanguínea como la administración de sangre homólogo durante actos quirúrgicos para los cuales se esperan grandes perdidas en la volemia. Entretanto, las estrategias para evitar la utilización de sangre homólogo en pacientes adultos son largamente utilizadas, en los pacientes pediátricos son negligenciadas. Quizás eso se deba al hecho de que en niños esas técnicas pueden no ser tan útiles cuanto en los adultos, además de los problemas técnicos propios del tamaño de los pacientes. El objetivo de esa revisión fue reevaluar las técnicas para reducir la necesidad de transfusión de sangre homólogo en adultos y discutir su utilización en pacientes pediátricos. CONTENIDO: Por medio de la pesquisa bibliográfica se presentan las estrategias más frecuentes para disminuir, o mismo evitar, transfusión de sangre homólogo durante actos quirúrgicos en los cuales se esperan grandes perdidas volémicas. Como todos los métodos conocidos fueron desarrollados para pacientes adultos, se proyecta, a partir de aquí, reevaluandose esos métodos, técnicas y fármacos, una línea de acción mirando su aplicabilidad a los pacientes pediátricos. CONCLUSIONES: Mas una vez queda patente que las soluciones obtenidas para adultos no son aplicables enteramente a los pacientes pediátricos. Las medidas para reducir el sangramiento intra-operatorio y la consecuente reducción en la necesidad del uso de sangre homólogo son eficientes en pacientes adultos, no obstante son de lejos más invasivas, complicadas y muchas de ellas ineficientes en los pacientes pediátricos, notadamente en aquellos menores de dos años de edad. <![CDATA[Remembering]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942004000200018&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Muitas medidas e técnicas são utilizadas, nos pacientes adultos, na tentativa de reduzir, ou evitar, tanto a perda sangüínea como a administração de sangue homólogo durante atos cirúrgicos para os quais se esperam grandes perdas na volemia. Enquanto as estratégias para evitar a utilização de sangue homólogo em pacientes adultos são largamente empregadas, nos pacientes pediátricos são negligenciadas. Talvez isso se deva ao fato de que em crianças essas técnicas podem não ser tão úteis quanto nos adultos, além dos problemas técnicos próprios do tamanho dos pacientes. O objetivo dessa revisão foi reavaliar as técnicas para reduzir a necessidade de transfusão de sangue homólogo em adultos e discutir sua utilização em pacientes pediátricos. CONTEÚDO: Através da pesquisa bibliográfica apresentam-se às estratégias mais freqüentes para diminuir, ou mesmo evitar, transfusão de sangue homólogo durante atos cirúrgicos nos quais esperam-se grandes perdas volêmicas. Como todos os métodos conhecidos foram desenvolvidos para pacientes adultos, projeta-se, a partir daí, reavaliando-se esses métodos, técnicas e fármacos, uma linha de ação visando a sua aplicabilidade nos pacientes pediátricos. CONCLUSÕES: Mais uma vez fica patente que as soluções obtidas para adultos não são aplicáveis inteiramente aos pacientes pediátricos. As medidas para reduzir o sangramento intra-operatório e a conseqüente redução na necessidade do emprego de sangue homólogo são eficientes em pacientes adultos, porém são de longe mais invasivas, complicadas e muitas delas ineficientes nos pacientes pediátricos, notadamente naqueles abaixo de dois anos de idade.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Several approaches and techniques are used in adult patients to decrease or prevent both blood loss and homologous blood transfusion during surgical procedures where massive blood losses are expected. While these blood-sparing strategies are widely used in adults, they are mostly neglected in children. Perhaps in pediatric patients, these blood-sparing techniques may not be as effective as in adults and technical limitations, as the small size of patients could limit its advantages. In the following review, blood-sparing techniques established for adults are described and their applicability in pediatric patients discussed. CONTENTS: Blood-sparing strategies developed for adult patients aiming at decreasing or even preventing homologous blood transfusion when massive blood losses are expected, are presented through a bibliographic review. Since all known methods were developed for adult patients, an action line was drawn for the reevaluation of these methods, techniques and drugs to be used in pediatric patients. CONCLUSIONS: It has become once more clear that solutions for adult patients may not be as effective for pediatric patients. Intraoperative blood-sparing techniques and consequent decrease in the need for homologous blood are effective for adult patients but are by far more invasive, complicated, and some of them ineffective in pediatric patients, especially those under two years of age.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Muchas medidas y técnicas son utilizadas, en pacientes adultos, en la tentativa de reducir, o evitar, tanto la pérdida sanguínea como la administración de sangre homólogo durante actos quirúrgicos para los cuales se esperan grandes perdidas en la volemia. Entretanto, las estrategias para evitar la utilización de sangre homólogo en pacientes adultos son largamente utilizadas, en los pacientes pediátricos son negligenciadas. Quizás eso se deba al hecho de que en niños esas técnicas pueden no ser tan útiles cuanto en los adultos, además de los problemas técnicos propios del tamaño de los pacientes. El objetivo de esa revisión fue reevaluar las técnicas para reducir la necesidad de transfusión de sangre homólogo en adultos y discutir su utilización en pacientes pediátricos. CONTENIDO: Por medio de la pesquisa bibliográfica se presentan las estrategias más frecuentes para disminuir, o mismo evitar, transfusión de sangre homólogo durante actos quirúrgicos en los cuales se esperan grandes perdidas volémicas. Como todos los métodos conocidos fueron desarrollados para pacientes adultos, se proyecta, a partir de aquí, reevaluandose esos métodos, técnicas y fármacos, una línea de acción mirando su aplicabilidad a los pacientes pediátricos. CONCLUSIONES: Mas una vez queda patente que las soluciones obtenidas para adultos no son aplicables enteramente a los pacientes pediátricos. Las medidas para reducir el sangramiento intra-operatorio y la consecuente reducción en la necesidad del uso de sangre homólogo son eficientes en pacientes adultos, no obstante son de lejos más invasivas, complicadas y muchas de ellas ineficientes en los pacientes pediátricos, notadamente en aquellos menores de dos años de edad.