Scielo RSS <![CDATA[Revista Brasileira de Anestesiologia]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=0034-709420060006&lang=en vol. 56 num. 6 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[<B>Comparison among three techniques of postoperative regional analgesia with ropivacaine in children</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942006000600001&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A dor pós-operatória acarreta um aumento nos gastos e gera insatisfação dos pais com relação à prescrição analgésica para os seus filhos. A ropivacaína apresenta larga margem de segurança em anestesia regional em pediatria. O objetivo deste estudo foi comparar a anestesia peridural sacra (PS) com o bloqueio dos nervos ileoinguinal/ileohipogástrico (BIHII) e com a infiltração da ferida operatória (IFO) utilizando a ropivacaína para a analgesia pós-operatória em crianças. MÉTODO: Foram estudadas 87 crianças do sexo masculino, com idade entre 1 e 5 anos, submetidas a herniorrafias inguinais eletivas unilaterais. As crianças receberam de forma aleatória a PS, o BIHII ou a IFO. Pesquisou-se a necessidade de analgésico no pós-operatório, o tempo necessário para a sua 1ª dose, a intensidade da dor e o grau de bloqueio motor. RESULTADOS: No Grupo da IFO observou-se maior necessidade de analgésicos, e maior intensidade de dor nas primeiras duas horas, quando comparada com a PS e com o BIHII. Apenas crianças submetidas a PS apresentaram bloqueio motor de grau leve. O tempo médio da necessidade da 1ª dose de analgésico foi semelhante entre os grupos. CONCLUSÕES: O BIHII apresentou superioridade sobre a IFO, sobretudo nas primeiras duas horas de pós-operatório. As três técnicas anestésicas podem ser utilizadas com segurança e eficácia no controle da dor pós-operatória de herniorrafia inguinal em crianças.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Postoperative pain increases cost and generates dissatisfaction among parents regarding to the analgesics prescribed to their children. Ropivacaine has a broad safety margin to be used for regional block in pediatric patients. The aim of this study was to compare caudal epidural block (CE) with ilioinguinal/iliohypogastric nerve block (IINB) and infiltration of surgical wound (ISW) with ropivacaine for postoperative analgesia in children. METHODS: Eighty-seven children, all males, ages 1 to 5, who underwent elective unilateral inguinal herniorrhaphy participated in this study. Children were randomly assigned to receive CE, IINB, or ISW. The need for postoperative analgesia, length of time until the first dose, severity of pain, and degree of the motor blockade were evaluated. RESULTS: The need for analgesia and pain severity in the first two hours were greater for the ISW Group when compared with the CE and IINB Groups. Only the children in the CE Group presented a mild motor blockade. The mean length of time until de 1st dose of analgesic was similar in all groups. CONCLUSIONS: Ilioinguinal/iliohypogastric nerve block was superior to ISW, especially in the first two hours after the surgery. The three anesthetic techniques can be safely and effectively used to control postoperative pain in inguinal herniorrhaphy in children.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: El dolor postoperatorio acarrea un aumento en los gastos y genera una insatisfacción de los padres en relación a la prescripción analgésica para sus hijos. La ropivacaína presenta un amplio margen de seguridad en anestesia regional en pediatría. El objetivo de este estudio fue el de comparar la anestesia peridural sacra (PS) con el bloqueo de los nervios ileoinguinal/ileohipogástrico (BIHII) y con la infiltración de la herida operatoria (IFO) utilizando la ropivacaína para la analgesia postoperatoria en niños. MÉTODO: Se estudiaron 87 niños del sexo masculino, con edad entre 1 y 5 años, sometidos a herniorrafias inguinales electivas unilaterales. Los niños recibieron aleatoriamente la PS, el BIHII o la IFO. Se investigó la necesidad de analgésico en el postoperatorio, el tiempo necesario para su primera dosis, la intensidad de dolor y el grado de bloqueo motor. RESULTADOS: En el grupo de la IFO se observó una mayor necesidad de analgésicos, y una mayor intensidad de dolor en las 1ª y 2ª horas, cuando se comparó con la PS y el BIHII. Apenas niños sometidos a PS presentaron bloqueo motor de grado moderado. El tiempo promedio de la necesidad de la primera dosis de analgésico fue similar entre los grupos. CONCLUSIONES: El BIHII presentó una superioridad sobre la IFO, especialmente en las primeras dos horas del postoperatorio. As tres técnicas anestésicas pueden ser utilizadas con seguridad y eficacia en el control de dolor postoperatorio de herniorrafia inguinal en niños. <![CDATA[<B>Hypobaric 0.15% bupivacaine versus hyperbaric 0.5% bupivacaine for posterior (dorsal) spinal block in outpatient anorectal surgery</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942006000600002&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Estudar baixa dose de bupivacaína hipobárica a 0,15% e hiperbárica a 0,5% em pacientes ambulatoriais para procedimentos cirúrgicos anorretais. MÉTODO: Dois grupos de 50 pacientes, estado físico ASA I e II, submetidos a intervenções cirúrgicas anorretais, em posição de canivete, receberam 6 mg de bupivacaína a 0,15% hipobárica na posição cirúrgica (Grupo 1) ou 6 mg de bupivacaína a 0,5% hiperbárica na posição sentada por cinco minutos, e depois colocados em posição de canivete (Grupo 2). Avaliou-se bloqueio sensitivo e motor, primeira micção, deambulação, complicações e necessidade de analgésico. Foram acompanhados até o terceiro dia de pós-operatório e questionados sobre cefaléia pós-punção ou sintomas neurológicos transitórios, e até 30 dias sobre complicação neurológica permanente. Para análise estatística foram utilizados os testes t de Student, mediana de Mood e Exato de Fisher, sendo p < 0,05 significativo. RESULTADOS: O bloqueio seletivo das raízes sacrais posteriores foi obtido em todos os pacientes do Grupo 1 e bloqueio das raízes anteriores e posteriores foi observado nos pacientes do Grupo 2. O bloqueio foi significativamente mais alto no Grupo 1. O bloqueio motor foi muito menos intenso no Grupo 1. Quarenta e nove pacientes do Grupo 1 passaram para a maca sem ajuda enquanto apenas 40 pacientes do Grupo 2 conseguiram fazê-lo. A recuperação ocorreu em 105 &plusmn; 25 minutos no Grupo 1 e de 95 &plusmn; 15 minutos no Grupo 2, sem diferença significativa. Não ocorreu alteração hemodinâmica, náusea ou vômito, retenção urinária ou cefaléia pós-punção. CONCLUSÕES: A intervenção cirúrgica anorretal sob raquianestesia com baixas doses de bupivacaína, hiperbárica ou hipobárica, pode ser conduzida com segurança.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: The aim of this study was to study low dose hypobaric 0.15% bupivacaine and hyperbaric 0.5% bupivacaine in outpatient anorectal surgical procedures. METHODS: Two groups of 50 patients, physical status ASA I and II, undergoing anorectal surgical procedures in a jackknife position, received 6 mg of hypobaric 0.15% bupivacaine in the surgical position (Group 1) or 6 mg of hyperbaric 0.5% bupivacaine in the sitting position for 5 minutes, after which they were placed in a jackknife position (Group 2). Sensitive and motor blockade, time of first urination, ambulation, complications, and the need for analgesics were evaluated. Patients were followed until the third postoperative day and questioned whether they experienced post-puncture headache or temporary neurological symptoms, and until the 30th day and questioned about permanent neurological complications. The test t Student, Mood's median, and Fisher Exact test were used for statistical analysis, and a p < 0.05 was considered significant. RESULTS: Every patient in Group 1 presented selective blockade of the posterior sacral nerve roots, while patients in Group 2 experienced blockade of the anterior and posterior nerve roots. Blockade was significantly higher in Group 1. Motor blockade was significantly less severe in Group 1. Forty-nine patients in Group 1 transferred to the stretcher unassisted while only 40 patients in Group 2 were able to do so. Recovery in Group 1 occurred in 105 &plusmn; 25 minutes and in 95 &plusmn; 15 minutes in Group 2, and this difference was not statistically significant. There were no hemodynamic changes, nausea or vomiting, urine retention, or post-puncture headache. CONCLUSIONS: Anorectal surgical procedures under spinal block with low dose bupivacaine, hyperbaric or hypobaric, can be safely done.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Estudiar baja dosis de bupivacaína hipobárica a 0,15% e hiperbara a 0,5% en pacientes ambulatoriales para procedimientos quirúrgicos anorrectales. MÉTODO: Dos grupos de 50 pacientes, estado físico ASA I y II, sometidos a intervenciones quirúrgicas anorrectales, en posición de cuchilla, recibieron 6 mg de bupivacaína a 0,15% hipobárica en la posición quirúrgica (Grupo 1) o 6 mg de bupivacaína a 0,5% hiperbara en la posición sentada por cinco minutos, y después colocados en posición de cuchilla (Grupo 2). Se evaluaron los bloqueos sensitivo y motor, primera micción, deambulación, complicaciones y necesidad de analgésico. Se monitorearon hasta el tercer día de postoperatorio y preguntados sobre cefalea pospunción o síntomas neurológicos temporales, y hasta 30 días sobre complicación neurológica permanente. Para análisis estadística fueron utilizadas las pruebas t de Student, mediana de Mood y Exacto de Fisher, siendo p < 0,05 significativo. RESULTADOS: El bloqueo selectivo de las raíces sacrales posteriores se obtuvo en todos los pacientes del Grupo 1 y bloqueo de las raíces anteriores y posteriores se observó en los pacientes del Grupo 2. El bloqueo fue significativamente más alto en el Grupo 1. El bloqueo motor fue significativamente menos intenso en el Grupo 1. Cuarenta y nueve pacientes del Grupo 1 pasaron para la cama sin ayuda mientras que solamente 40 pacientes del Grupo 2 lograron hacerlo. La recuperación se dio en 105 &plusmn; 25 minutos en el Grupo 1 y de 95 &plusmn; 15 minutos en el Grupo 2, sin diferencia significativa. No se dio alteración hemodinámica, náusea o vómito, retención urinaria o cefalea pospunción. CONCLUSIONES: La intervención quirúrgica anorrectal bajo raquianestesia con bajas dosis de bupivacaína, hiperbara o hipobárica, puede ser hecha con seguridad. <![CDATA[<B>Neurological complications and damage of regional block in children under general anesthesia</B>: <B>a real problem or sporadic cases?</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942006000600003&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Tem sido discutido se a técnica de anestesia regional em crianças, que na maioria das vezes é realizada após a anestesia geral, é realmente segura. Há o risco potencial de uma lesão neurológica permanente ou temporária quando o paciente não pode informar eventual parestesia ou dor, durante a realização da anestesia regional, o que gera insegurança por parte dos anestesiologistas. O objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência de complicações e seqüelas neurológicas da anestesia regional em crianças sob anestesia geral. MÉTODO: Numa análise prospectiva foram estudadas crianças submetidas a intervenções cirúrgicas ortopédica e plástica reparadora sob anestesia regional associada à anestesia geral. A indução e a manutenção da anestesia foram por vias venosa ou inalatória. Após anestesia geral era realizada anestesia regional e avaliada a existência de complicações imediatas, o número de punções realizadas, complicações de médio prazo e presença de seqüelas neurológicas. RESULTADOS: Num período de 13 meses foram estudadas 499 crianças de ambos os sexos, com idade média de 6,7 anos. A maioria dos pacientes foi submetida à anestesia geral associada à peridural lombar ou caudal. A prevalência de complicação imediata foi 3,6%, sendo a mais freqüente o sangramento no momento da punção. A prevalência de complicações em médio prazo foi 1,1%, sendo a mais freqüente a hipoestesia e não houve seqüela neurológica de longo prazo. CONCLUSÕES: Os resultados do presente estudo são concordantes com os de outros autores com relação à baixa prevalência de complicações da anestesia regional em crianças sob anestesia geral, sem deixar seqüelas neurológicas. Isso pode ser atribuído ao uso de material adequado e a experiência da equipe de anestesia.<hr/>BACKGROUND AND METHODS: It has been questioned whether regional block in children, which most of the time is done under general anesthesia, is really safe. There is the potential risk of permanent or temporary neurological damage when the patient cannot complain of eventual paresthesia or pain while the block is being performed, making anesthesiologists very insecure. The aim of this study was to evaluate the prevalence of neurological complications and damage of regional block in children under general anesthesia. METHODS: A prospective analysis of children who underwent orthopedic and reconstructive plastic surgeries under regional block associated with general anesthesia was undertaken. Anesthesia was induced and maintained by the intravenous or inhalational route. Regional block was done after general anesthesia and immediate complications, number of punctures, mean term complications, and the presence of neurological damage were evaluated. RESULTS: Four hundred and forty-nine children, boys and girls, with a mean age of 6,7 years, were evaluated over a 13-month period. The majority of the patients underwent general anesthesia associated with epidural lumbar or caudal block. The prevalence of immediate complications was 3.6% and bleeding at the time of the puncture was the most frequent complication. The prevalence of average term complications was 1.1%, and hyposthesia was the most frequent complication. There was no long-term neurological damage. CONCLUSIONS: The results of this study are similar to those found by other authors regarding the low prevalence of complications of regional block in children under general anesthesia, without the occurrence of permanent neurological damage. This can be attributed to the use of adequate material and the experience of the anesthesia team<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Han sobrevenido discusiones sobre si la técnica de anestesia regional en niños, que en la mayoría de las veces se realiza después de la anestesia general, sea realmente segura. Existe el riesgo potencial de una lesión neurológica permanente o temporal cuando el paciente no puede informar la eventual parestesia o dolor, durante la realización de la anestesia regional, lo que genera inseguridad por parte de los anestesiólogos. El objetivo de este estudio fue el de evaluar la prevalencia de complicaciones y de secuelas neurológicas de la anestesia regional en niños bajo anestesia general. MÉTODO: En un análisis prospectivo se estudiaron niños sometidos a intervenciones quirúrgicas ortopédica y plástica reparadora bajo anestesia regional asociada a la anestesia general. La inducción y el mantenimiento de la anestesia fueron por vía venosa o por inhalación. Después de la anestesia general se realizaba anestesia regional y se evaluaba la existencia de complicaciones inmediatas, el número de punciones realizadas, complicaciones de medio plazo y la presencia de secuelas neurológicas. RESULTADOS: En un período de 13 meses se estudiaron 499 niños de los dos sexos, con edad promedio entre 6 y 7 años. La mayoría de los pacientes se sometió a la anestesia general asociada a la peridural lumbar o caudal. La prevalencia de complicación inmediata fue de un 3,6%, siendo la más frecuente el sangramiento al momento de la punción. La prevalencia de complicaciones en medio plazo fue de un 1,1%, siendo la más frecuente la hipoestesia y no hubo secuela neurológica a largo plazo. CONCLUSIONES: Los resultados del presente estudio están a tono con los de otros autores con relación a la baja prevalencia de complicaciones de la anestesia regional en niños bajo anestesia general, sin dejar secuelas neurológicas. Eso puede ser atribuido al uso de material adecuado y a la experiencia del equipo de anestesia. <![CDATA[<B>A transversal study on preoperative anxiety in children</B>: <B>use of the modified Yale scale</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942006000600004&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O emprego de escalas pode ser útil no reconhecimento dos estados de ansiedade, direcionando medidas que previnam complicações decorrentes de níveis elevados de ansiedade. A escala de ansiedade pré-operatória de Yale modificada (EAPY-m) foi desenvolvida para avaliação da ansiedade em crianças na idade pré-escolar no momento da indução da anestesia. Essa escala possui caráter observacional e é rápida de ser completada. Os estudos sobre ansiedade em crianças no período pré-operatório não fazem menção à ansiedade no momento da avaliação pré-anestésica ambulatorial (APA). Este estudo transversal procurou avaliar o nível e a prevalência de ansiedade no momento da APA e da consulta clínica utilizando a escala EAPY-m, em crianças em idade pré-escolar. MÉTODO: Foram selecionadas 100 crianças, estado físico ASA I e IIi: G PED = 50 crianças a serem submetidas à avaliação clínica; G APA = 50 crianças a serem submetidas à apa para programação cirúrgica. O estudo se desenvolveu na sala de espera dos ambulatórios de pediatria e de apa enquanto as crianças aguardavam as consultas. Dois observadores aplicaram a escala EAPY-m de forma independente. Os parâmetros analisados foram dados sociodemográficos; mediana e porcentagem de pacientes com ansiedade (EAPY-m > 30). Foi realizada a análise estatística, sendo considerado significativo p < 0,05. RESULTADOS: Os grupos foram homogêneos com relação aos dados sociodemográficos. As médias de idade foram: G PED 4,25 e G APA 4,67 anos. Observou-se diferença significativa da mediana da EAPY-m (G PED 23,4 e G APA 50,0) e da prevalência de ansiedade entre os dois grupos (G PED 16,7% e G APA 81,6%). CONCLUSÕES: Em crianças com idade entre 2 e 7 anos, os níveis e as prevalências de ansiedade, avaliados por meio da EAPY-m, no momento da avaliação pré-anestésica ambulatorial são maiores do que no momento da consulta clínica.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Scales can be useful to recognize anxiety states and to indicate ways to prevent complications due to elevated levels of anxiety. The modified Yale Preoperative Anxiety Scale (YPAS-m) was developed to evaluate anxiety in preschool children at the time of the anesthetic induction. It is an observational scale, being applied and completed in a short period of time. Studies on anxiety in children in the preoperative period do not mention anxiety at the preanesthetic evaluation. This transversal study tried to evaluate the level and prevalence of anxiety at the preanesthetic evaluation and in the clinical evaluation using the YPAS-m in preschool children. METHODS: One hundred children, physical status ASA I and II were evaluated; G PED = 50 children undergoing clinical evaluation; G PEC = 50 children undergoing preanesthetic evaluation for surgery. The study was conducted at the pediatric clinic and preanesthetic evaluation waiting-room while the children waited for their appointment. Two observers applied the YPAS-m independently. Parameters analyzed included the demographic data; and median and percentage of patients with anxiety (YPAS-m > 30). Statistical analysis considered a p < 0.05 significant. RESULTS: The groups were homogenous regarding the socio-demographic data. The mean ages were: G PED 4.25 and G PEC 4.67 years. There was a significant difference in the median of the YPAS-m (G PED 23.4 and G PEC 50.0) and on the prevalence of anxiety between both groups (G PED 16.7% and G PEC 81.6%). CONCLUSIONS: In children between 2 and 7 years the levels and prevalence of anxiety, evaluated by the YPAS-m, at the time of the outpatient preanesthetic evaluation are higher than at the time of the clinical evaluation.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La utilización de escalas puede ser útil en el reconocimiento de los estados de ansiedad, dirigido a medidas que prevengan complicaciones provenientes de niveles elevados de ansiedad. La Escala de Ansiedad Preoperatoria de Yale modificada (EAPY-m) fue desarrollada para la evaluación de la ansiedad en niños en la edad preescolar al momento de la inducción de la anestesia. Esa escala posee un carácter de observación y es muy fácil para ser completada. Los estudios sobre ansiedad en niños en el período preoperatorio no mencionan la ansiedad al momento de la evaluación preanestésica ambulatorial (APA). Este estudio transversal buscó evaluar el nivel y la prevalencia de la ansiedad al momento de la APA y de la consulta clínica utilizando la escala EAPY-m, en niños en edad preescolar. MÉTODO: Se seleccionaron 100 Niños, estado físico ASA I y II: G PED = 50 niños a ser sometidos a la evaluación clínica; G APA = 50 niños a ser sometidos a la APA para programación quirúrgica. El estudio se desarrolló en la sala de espera de los ambulatorios de pediatría y de APA mientras los niños esperaban sus respectivas consultas. Dos observadores aplicaron la escala EAPY-m de forma independiente. Las variables analizadas fueron datos socio demográficos; promedio y porcentaje de pacientes con ansiedad (EAPY-m > 30). Se realizó el análisis estadístico considerando significativo p < 0,05. RESULTADOS: Los grupos fueron homogéneos con relación a los datos socio demográficos. Los promedios de edad fueron: G PED 4,25 y G APA 4,67 años. Se observó la diferencia significativa del promedio de la EAPY-m (G PED 23,4 y G APA 50,0) y de la prevalencia de ansiedad entre los dos grupos (G PED 16,7% y G APA 81,6%). CONCLUSIONES: En niños con edad entre 2 y 7 años, los niveles y as prevalencias de ansiedad, evaluados a través de la EAPY-m, al momento de la evaluación preanestésica ambulatorial, so mayores que al momento de la consulta clínica. <![CDATA[<B>Clinical and therapeutic analysis of oncology patients treated at the pain and palliative care program of the Hospital Universitário Clementino Fraga Filho in 2003</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942006000600005&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Os cuidados paliativos têm como meta principal o controle da dor e de outros sintomas nos pacientes com doenças crônicas, sem possibilidade de cura, sobretudo no câncer avançado. A dor intensa acomete 75% dos pacientes com câncer avançado, interferindo na qualidade de vida e segundo a OMS é considerada uma emergência médica mundial. Este estudo avaliou o perfil dos pacientes oncológicos do Programa de Tratamento da Dor Crônica e Cuidados Paliativos do HUCFF/FM/UFRJ, ressaltando a atuação do anestesiologista, as medicações utilizadas, a humanização do tratamento e a melhor qualidade de vida do paciente. MÉTODO: Retrospectivamente, foram analisados os prontuários dos pacientes oncológicos no ano de 2003. Destacaram-se os parâmetros: idade, raça, sexo, doenças preexistentes, órgão de origem do câncer, tipo de dor e outros sintomas, medicações utilizadas, rotinas hospitalares e o término do tratamento. RESULTADOS: Os tipos de dor encontrados foram nociceptiva, neuropática e incidental, avaliadas utilizando-se a escala unidimensional de faces. Verificou-se a analgesia controlada pelo paciente (PCA) com metadona, via oral, em ambiente domiciliar na 1ª semana. Após esse período, o paciente retornava ao ambulatório para o cálculo da dose regular da metadona. Outros opióides utilizados foram codeína, tramadol, morfina e oxicodona. Além da dor, os pacientes apresentaram: constipação, náuseas, vômitos, delirium, alteração do sono e dispnéia. Os neurolépticos, corticóides e laxantes foram usados como fármacos adjuvantes. CONCLUSÕES: A analgesia controlada pelo paciente utilizando a metadona mostrou-se segura e eficaz pela não-ocorrência de efeitos colaterais significativos. O conhecimento clínico e farmacológico do anestesiologista na equipe multiprofissional proporcionou melhor atendimento para o alívio dos sintomas dos pacientes e humanização no período final de vida.<hr/>BACKGROUND AND METHODS: The main goal of palliative care is the control of pain and other symptoms in patients with chronic diseases without possibility of cure, especially advanced cancer. About 75% of patients with advanced cancer experience severe pain, which interferes with quality of life and, according to the WHO, it is considered a worldwide medical emergency. This study evaluated the profile of oncology patients enrolled in the Chronic Pain Treatment and Palliative Care Program of the HUCFF/FM/UFRJ, focusing on the role of the anesthesiologist, medications used, humanization of the treatment, and improvement in patient's quality of life. METHODS: The 2003-oncology patients' charts were analyzed retrospectively. Several parameters were compared: age, race, gender, preexisting conditions organ the cancer originated from, type of pain and other symptoms, medications, hospital routine, and end of treatment. RESULTS: The types of pain included nociceptive, neuropathic, and incidental, which were evaluated using the unidimensional faces pain rating scale. In the first week, patients were treated with home-based patient controlled analgesia (PCA) with oral methadone. After this period, the patient returned to the clinic to calculate the regular dose of methadone. Other opioids used included codeine, tramadol, morphine, and oxycodone. Besides pain, patients experienced: constipation, vomiting, delirium, sleep disturbances, and dyspnea. Neuroleptics, corticosteroids, and laxatives were also used as adjuvant therapy. CONCLUSIONS: Patient controlled analgesia with methadone is safe and effective, since there were no significant side effects. The clinical and pharmacological knowledge of the anesthesiologist in the multidisciplinary team provided for better patient care, relief of symptoms, and humanization of the final stages of life.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Los cuidados paliativos tienen como meta principal el control del dolor y de otros síntomas en los pacientes con enfermedades crónicas, sin posibilidad de cura, especialmente en el cáncer avanzado. El dolor intenso le acomete a 75% de los pacientes con cáncer avanzado, interfiriendo en la calidad de vida y según la OMS se considera una emergencia médica mundial. Ese estudio evaluó el perfil de los pacientes oncológicos del Programa de Tratamiento del Dolor Crónico y Cuidados Paliativos del HUCFF/FM/UFRJ, resaltando la actuación del anestesiólogo, las medicaciones utilizadas, la humanización del tratamiento y la mejor calidad de vida del paciente. MÉTODO: Se analizaron retrospectivamente las hojas clínicas de los pacientes oncológicos en el año de 2003. Se destacaron las variables: edad, raza, sexo, enfermedades preexistentes, órgano de origen del cáncer, tipo de dolor y otros síntomas, medicaciones utilizadas, rutinas hospitalarias y el término del tratamiento. RESULTADOS: Los tipos de dolor encontrados fueron nociceptivo, neuropático e incidental evaluados utilizando la escala unidimensional de fases. Se verificó la analgesia controlada por el paciente (PCA) con metadona, vía oral, en ambiente domiciliar en la primera semana. Después de ese período, el paciente volvía al ambulatorio para el cálculo de la dosis regular de la metadona. Otros opioides utilizados fueron codeína, tramadol, morfina y oxicodona. Además del dolor, los pacientes presentaron: constipación, náuseas, vómitos, delirium, alteración del sueño y disnea. Los neurolépticos, corticoides y laxantes fueron usados como fármacos adyuvantes. CONCLUSIONES: La analgesia controlada por el paciente utilizando la metadona se mostró segura y eficaz por la no incidencia de efectos colaterales significativos. El conocimiento clínico y farmacológico del anestesiólogo en el equipo multiprofesional proporcionó una mejor atención para el alivio de los síntomas de los pacientes y la humanización en el término de la vida. <![CDATA[<B>Postoperative analgesia for orthopedic surgeries of the hip and femur</B>: <B>a comparison between psoas compartment and inguinal paravascular blocks</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942006000600006&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Este estudo avaliou a eficácia da injeção única de bupivacaína a 0,25% no compartimento do psoas ou perivascular inguinal por meio do estimulador de nervos periféricos para analgesia pós-operatória em pacientes submetidos a intervenções cirúrgicas ortopédicas. MÉTODO: Cem pacientes receberam bloqueio do plexo lombar através do compartimento do psoas e foram comparados com 100 pacientes que receberam bloqueio do plexo lombar via perivascular inguinal, identificados pelo estimulador de nervos periféricos com a injeção de 40 mL bupivacaína a 0,25% sem epinefrina. A analgesia nos nervos ilioinguinal, genitofemoral, cutâneo femoral lateral, femoral e obturatório foi avaliada 4, 8, 12, 16, 20 e 24 horas após o final da intervenção cirúrgica. A intensidade da dor foi também avaliada no mesmo período. A quantidade de opióides administrada no pós-operatório foi anotada. Em cinco pacientes de cada grupo, estudo radiográfico com contraste não-iônico foi realizado para avaliar a dispersão da solução anestésica. RESULTADOS: Os nervos ilioinguinal, genitofemoral, cutâneo femoral lateral, femoral e obturatório foram bloqueados em 92% dos pacientes no compartimento do psoas versus 62% no bloqueio perivascular inguinal. O bloqueio do plexo lombar reduziu a necessidade de opióides e 42% dos pacientes submetidos ao bloqueio do compartimento do psoas e 36% dos pacientes no bloqueio inguinal não necessitaram de analgésico adicional no pós-operatório. A duração da analgesia foi em torno de 21 horas com bloqueio do compartimento do psoas e 15 horas com bloqueio perivascular inguinal. CONCLUSÕES: O bloqueio do compartimento do psoas e perivascular inguinal é uma excelente técnica para analgesia pós-operatória em intervenções cirúrgicas ortopédicas reduzindo a necessidade de opióides. Este estudo mostrou que a injeção no compartimento do psoas foi mais fácil e mais efetiva no bloqueio dos cinco nervos do plexo lombar.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: This study evaluated the efficacy of a single injection of 0.25% bupivacaine in the psoas compartment or inguinal paravascular for postoperative analgesia in patients undergoing orthopedic surgeries using a peripheral nerve stimulator. METHODS: One hundred patients who had a lumbar plexus block through the psoas compartment were compared to 100 patients who had an inguinal paravascular block, using a peripheral nerve stimulator, with 40 mL of 0.25% bupivacaine. The analgesia of the ilioinguinal, genitofemoral, lateral femoral cutaneous, femoral, and obturator nerves was assessed 4, 8, 12, 16, 20, and 24 hours after the end of the surgical procedure. Pain severity was also evaluated in the same period. The amount of opioids administered in the postoperative period was recorded. A radiological study with non-ionic contrast was done in five patients in each group to evaluate the dispersion of the anesthetic. RESULTS: The ilioinguinal, genitofemoral, lateral femoral cutaneous, femoral, and obturator nerves were blocked in 92% of the patients with psoas compartment block versus 62% in those with inguinal paravascular block. Lumbar plexus block reduced the need for opioids, and 42% of the patients who underwent psoas compartment block and 36% of the patients who underwent inguinal paravascular block did not need additional analgesics in the postoperative period. Analgesia lasted for approximately 21 hours in the psoas compartment block and 15 hours in the inguinal paravascular block. CONCLUSIONS: Psoas compartment block and inguinal paravascular block are excellent techniques for postoperative analgesia in orthopedic surgeries, decreasing the need for opioids. This study showed that the injection in the psoas compartment was easier and more effective in blocking the five nerves of the lumbar plexus.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Este estudio evaluó la eficacia de la inyección única de bupivacaína a 0,25% en el compartimiento del psoas o perivascular inguinal a través del estimulador de nervios periféricos para analgesia postoperatoria en pacientes sometidos a intervenciones quirúrgicas ortopédicas. MÉTODO: Cien pacientes recibieron bloqueo del plexo lumbar a través del compartimiento del psoas y fueron comparados con 100 pacientes que recibieron bloqueo del plexo lumbar vía perivascular inguinal, identificados por el estimulador de nervios periféricos con la inyección de 40 mL bupivacaína a 0,25% sin epinefrina. La analgesia en los nervios ilioinguinal, genitofemoral, cutáneo femoral lateral, femoral y obturatorio fue evaluada a las 4, 8, 12, 16, 20 y 24 horas después del final de la intervención quirúrgica. La intensidad del dolor también fue medida en el mismo período. La cantidad de opioides administrada en el postoperatorio fue anotada. En cinco pacientes de cada grupo, un estudio radiográfico con contraste no iónico se realizó para medir la dispersión de la solución anestésica. RESULTADOS: Los nervios ilioinguinal, genitofemoral, cutáneo femoral lateral, femoral y obturatorio fueron bloqueados en 92% de los pacientes en el compartimiento del psoas versus 62% en el bloqueo perivascular inguinal. El bloqueo del plexo lumbar redujo la necesidad de opioides y 42% de los pacientes sometidos al bloqueo del compartimiento del psoas y 36% de los pacientes en el bloqueo inguinal no necesitaron analgésico adicional en el postoperatorio. La duración de la analgesia fue de aproximadamente 21 horas con el bloqueo del compartimiento del psoas y 15 horas en el bloqueo perivascular inguinal. CONCLUSIONES: El bloqueo del compartimiento del psoas y perivascular inguinal es una excelente técnica para la analgesia postoperatoria en intervenciones quirúrgicas ortopédicas reduciendo la necesidad de opioides. Ese estudio mostró que la inyección en el compartimiento del psoas fue más fácil y más efectiva en el bloqueo de los cinco nervios del plexo lumbar. <![CDATA[<B>Transcutaneous electrical nerve stimulation in the relief of pain related to physical therapy after abdominal surgery</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942006000600007&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A eletroestimulação nervosa transcutânea (TENS) tem sido pouco estudada como método facilitador da fisioterapia pós-operatória. O objetivo do estudo foi verificar a eficácia da TENS no alívio da dor relacionada com fisioterapia pós-operatória em pacientes submetidos a intervenções cirúrgicas abdominais. MÉTODO: Foi realizado um estudo clínico, prospectivo, com distribuição aleatória, incluindo 48 pacientes no primeiro dia de pós-operatório, que apresentavam escore de dor > 3 pontos na escala visual analógica (VAS), divididos em três grupos: Grupo Controle: com rotina analgésica habitual, sem TENS e com fisioterapia; Grupo Estudo, recebendo rotina analgésica habitual mais TENS, e fisioterapia; Grupo Contraste-Placebo, recebendo rotina analgésica habitual, fisioterapia e TENS desligada. Foi apresentada aos pacientes uma escala visual analógica de dor antes (M1), depois da TENS (M2) e após fisioterapia (M3) - tosse, incentivador respiratório, mudança de decúbito lateral e sentado - quantificando a efetividade da analgesia. O tempo de eletroestimulação foi 30 minutos. RESULTADOS: Houve alívio significativo da dor no Grupo Estudo, comparando-se os três grupos, apenas para o procedimento tosse, no M3 (p = 0,015). Dentro desse grupo houve diminuição significativa da dor para tosse (p = 0,003) [M1 versus M3]; para decúbito lateral (p = 0,025), sentar-se (p = 0,001) e utilizar o incentivador inspiratório (p = 0,017) [M1 versus M2]; e ao se mudar para decúbito lateral (p = 0,03) e sentar-se (p = 0,001) [M1 <FONT FACE=Symbol>&acute;</FONT> M3]. Não houve diferença significativa no Grupo Contraste-Placebo. CONCLUSÕES: Houve diminuição da dor no Grupo Estudo, em alguns momentos e parâmetros. Estudos adicionais são necessários, já que a utilização da TENS está indicada apenas como coadjuvante no controle da dor pós-operatória.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: There are few studies on transcutaneous electrical stimulation (TENS) as an adjunct to postoperative physical therapy. The objective of this study was to determine the efficacy of TENS on relieving pain related to physical therapy after abdominal surgery. METHODS: A clinical, randomized, prospective study was undertaken with 48 patients on the first postoperative day, who presented a pain score > 3 on the visual analogic scale (VAS). Patients were divided in three groups: Control Group: treated with the usual analgesic routine, without TENS, and with physical therapy; Study Group: treated with the usual analgesic routine associated with TENS and physical therapy; Contrast-Placebo Group: treated with the usual analgesic routine associated with physical therapy but TENS was off. A visual analogic scale of pain was presented to the patients before (M1), after TENS (M2), and after physical therapy (M3) - cough, incentive spirometry, changing lateral decubitus and sitting - to quantify the efficacy of the analgesia. Electrical stimulation was done during 30 minutes. RESULTS: The Study Group presented a significant relief of the pain when compared to the other two groups only for coughing at M3 (p= 0.015). In this group, there was a significant reduction in pain associated with coughing (p= 0.003) [M1 versus M3]; with lateral decubitus (p= 0.025), sitting (p= 0.001), and with incentive spirometry (p= 0.017) [M1 versus M2]; and when changing to the lateral decubitus (p= 0.03) and sitting (p= 0.001) [M1xM3]. There were no significant differences in the Contrast-Placebo Group. CONCLUSIONS: The Study Group presented a reduction in pain in a few moments and parameters. Further studies are needed since TENS is indicated only as an adjuvant in controlling postoperative pain.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: LA electroestimulación nerviosa transcutánea (TENS) ha sido poco estudiada como método facilitador de la fisioterapia postoperatoria. El objetivo del estudio fue el de verificar la eficacia de la TENS en el alivio del dolor relacionado a la fisioterapia postoperatoria en pacientes sometidos a intervenciones quirúrgicas abdominales. MÉTODO: Se realizó un estudio clínico, prospectivo, con distribución aleatoria, incluyendo 48 pacientes en el 1º día de postoperatorio, que presentaban un puntaje de dolor > 3 puntos en la escala visual analógica (VAS), divididos en tres grupos: Grupo Control: con rutina analgésica habitual, sin TENS y con fisioterapia; Grupo Estudio, recibiendo rutina analgésica habitual más TENS, y fisioterapia; Grupo Contraste-Placebo, recibiendo rutina analgésica habitual, fisioterapia y TENS desvinculada. Se presentó a los pacientes una escala visual analógica de dolor antes (M1), después de la TENS (M2) y después de la fisioterapia (M3) - tos, incentivador respiratorio, cambio de decúbito lateral y sentado - cuantificando la efectividad de la analgesia. El tiempo de electroestimulación fue de 30 minutos. RESULTADOS: Hubo un alivio significativo del dolor en el Grupo Estudio, comparándolo con los tres grupos, apenas para el procedimiento tos, en el M3 (p = 0,015). Dentro de ese grupo hubo una disminución significativa del dolor para tos (p = 0,003) [M1 versus M3]; para decúbito lateral (p = 0,025), sentarse (p = 0,001) y utilizar el incentivador inspiratorio (p = 0,017) [M1 versus M2]; y al cambiar para decúbito lateral (p = 0,03) y sentarse (p = 0,001) [M1xM3]. No hobo diferencia significativa en el Grupo Contraste Placebo. CONCLUSIONES: Hubo disminución del dolor en el Grupo Estudio, en algunos momentos y parámetros. Estudios adicionales se hacen necesarios, ya que la utilización de la TENS está indicada apenas como coadyuvante en el control del dolor postoperatorio. <![CDATA[<B>Lumbar plexopathy after abdominal hysterectomy</B>: <B>case report</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942006000600008&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: As lesões neurológicas diagnosticadas no período pós-operatório muitas vezes são atribuídas ao ato anestésico, embora possam também decorrer do ato cirúrgico. O objetivo deste relato foi apresentar o caso de uma paciente submetida à intervenção cirúrgica pélvica que evoluiu com quadro de plexopatia lombar e discutir as possíveis causas. RELATO DO CASO: Paciente do sexo feminino, 38 anos, 58 kg, 1,63 m de altura, estado físico ASA I, internada para tratamento de leiomiomatose uterina, com indicação de histerectomia total abdominal. A monitorização inicial incluiu oxímetro de pulso, pressão arterial não-invasiva, eletrocardioscópio e diurese. Após punção venosa no membro superior esquerdo com cateter 18G, foram administrados, por via venosa, cefazolina (2 g), dipirona (2 g), dexametasona (10 mg) e metoclopramida (10 mg). A anestesia peridural foi realizada com agulha Tuohy 16G, no espaço L3-L4, na linha mediana com a paciente em decúbito lateral esquerdo. Foram administrados 15 mL de ropivacaína a 0,75% e 2 mg de morfina, a seguir posicionado cateter para analgesia pós-operatória. A intervenção cirúrgica não teve intercorrência, mantendo-se a paciente estável sob o ponto de vista cardiovascular. Na visita pós-anestésica, oito horas após o procedimento, a paciente não deambulava e apresentava monoparesia no membro inferior esquerdo. Após investigações clínicas e radiológicas foi descartada a hipótese diagnóstica de síndrome radicular. Como não houve regressão do quadro, 30 dias após foi realizada eletroneuromiografia que foi compatível com plexopatia lombar de possível origem traumática. CONCLUSÕES: O anestesiologista deve estar atento às complicações neurológicas que podem surgir no pós-operatório, participando da elucidação das causas, do tratamento e da sua evolução.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Very often, neurological injuries diagnosed postoperatively are attributed to the anesthesia, but they can also be secondary to the surgery itself. The aim of this report was to present the case of a patient who underwent a pelvic surgery and developed lumbar plexopathy, and to discuss the possible causes. CASE REPORT: A woman patient, 38 years old, 58 kg, 1.63 m, physical status ASA I, was admitted to undergo a total abdominal hysterectomy for treatment of uterine leiomyomatosis. Initial monitoring included pulse oxymetry, non-invasive blood pressure, electrocardioscope, and urine output. After venous cannulation in the left upper limb with an 18G catheter, cefazoline (2 g), dypirone (2 g), dexamethasone (10 mg), and metochlopramide (10 mg) were administered. With the patient in left lateral decubitus, a 16G Tuohy needle was inserted in the L3-L4 space, in the median line, for the epidural block. Fifteen milliliters of 0.75% ropivacaine and 2 mg of morphine were administered, followed by placement of the catheter for postoperative analgesia. The surgery was uneventful, and the patient's cardiovascular parameters were stable. Eight hours after the procedure, at the postanesthetic follow-up, the patient could not walk and presented monoparesis in the left lower limb. The hypothesis of radicular syndrome was ruled out after clinical and radiological evaluation. Since symptoms did not resolve, an electroneuromyography was done 30 days later, and was compatible with lumbar plexopathy, which was possibly caused by trauma. CONCLUSIONS: The anesthesiologist must be aware of the postoperative neurological complications and should be part of the efforts to diagnose their causes, of the treatment, and its evolution.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Las lesiones neurológicas diagnosticadas en el período postoperatorio muchas veces se atribuyen al acto anestésico, aunque puedan también decorrer del acto quirúrgico. El objetivo de este relato fue presentar el caso de una paciente sometida a la intervención quirúrgica pélvica que evolucionó con un cuadro de plexopatía lumbar y discutir las posibles causas. RELATO DEL CASO: Paciente del sexo femenino, 38 años, 58 kg, 1,63 m de altura, estado físico ASA I, internada para tratamiento de leiomiomatosis uterina, con indicación de histerectomía total abdominal. La monitorización inicial incluyó oxímetro de pulso, presión arterial no invasiva, electrocardioscopio y diuresis. Después de la punción venosa en el miembro superior izquierdo con catéter 18G, fueron administrados, por vía venosa, cefazolina (2 g), dipirona (2 g), dexametasona (10 mg) y metoclopramida (10 mg). La anestesia peridural fue realizada con aguja Tuohy 16G, en el espacio L3-L4, en la línea mediana con la paciente en decúbito lateral izquierdo. Fueron administrados 15 mL de ropivacaína a 0,75% y 2 mg de morfina, a continuación posicionado catéter para analgesia postoperatoria. La intervención quirúrgica no tuvo intercurrencia, manteniendo a la paciente estable bajo el punto de vista cardiovascular. En la visita posanestésica, 8 horas después del procedimiento, la paciente no deambulaba y presentaba monoparesia en el miembro inferior izquierdo. Después de las investigaciones clínicas y radiológicas fue descartada la hipótesis diagnóstica de síndrome radicular. Al no haber regresión del cuadro, 30 días después fue realizada una electroneuromiografía que quedo compatible con plexopatía lumbar de posible origen traumática. CONCLUSIONES: El anestesiólogo debe estar atento a las complicaciones neurológicas que puedan surgir en el postoperatorio, participando de la elucidación de las causas, del tratamiento y de su evolución. <![CDATA[<B>Anesthesia in a patient with Steinert disease</B>: <B>case report</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942006000600009&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A doença de Steinert é a forma de distrofia muscular mais comum no adulto. Devido ao seu caráter multissistêmico o manuseio perioperatório é um desafio ao anestesiologista. O objetivo deste relato foi apresentar um caso de hemorroidectomia em paciente portador de distrofia muscular e discutir as várias implicações anestésicas envolvidas. RELATO DO CASO: Paciente do sexo masculino, 58 anos, portador de doença de Steinert, submetido a hemorroidectomia. A conduta anestésica foi raquianestesia com bupivacaína hiperbárica (punção L3-L4,com bupivacaína a 0,5% [5 mg] em sela) associada à sedação com propofol (alvo de 1 µg.mL-1 em bomba de infusão alvo controlada). A analgesia pós-operatória foi realizada com dipirona (1,5 g) e infiltração local de ropivacaína a 0,5% (150 mg). O paciente desenvolveu, no intra-operatório, crise miotônica (10 minutos após ser colocado em posição de litotomia) que foi controlada com sedação (aumento da concentração-alvo para 1,5 µg.mL-1 e bolus de 40 mg). Permaneceu estável e teve alta hospitalar no dia seguinte. CONCLUSÕES: O conhecimento da doença e o planejamento anestésico são de fundamental importância no manuseio de pacientes portadores de doença de Steinert.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Steinert disease is the most common muscular dystrophy of the adult. Due to its multisystem characteristic, the perioperative management of these patients is a challenge to the anesthesiologist. The aim of this report was to present a case of hemorrhoidectomy in a patient with muscular dystrophy and to discuss the several anesthetic implications involved. CASE REPORT: A man patient, 58 years old, with Steinert disease, who underwent hemorrhoidectomy. Subaracnoid block with hyperbaric bupivacaine (saddle block with puncture at L3-L4 with 0.5% bupivacaine [5 mg]) associated with sedation with propofol (1 µg.mL-1 target using a target-controlled infusion pump). Dypirone (1.5 g) and local infiltration with 0.5% ropivacaine (150 mg) were used for the postoperative analgesia. Intraoperatively, the patient developed myotonic crisis (10 minutes after being placed on the litothomy position) that was controlled by sedation (the target concentration was increased to 1.5 µg.mL-1 and given a bolus of 40 mg). The patient remained stable and was discharged the following day. CONCLUSIONS: The knowledge about the disease and the proper anesthetic planning are extremely important when managing patients with Steinert disease.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La enfermedad de Steinert es la forma de distrofía muscular más común en el adulto. Debido a su carácter multisistémico el manoseo perioperatorio es un reto para el anestesiólogo. El objetivo de este relato fue el de presentar un caso de hemorroidectomía en paciente portador de distrofía muscular y discutir las varias implicaciones anestésicas que involucra. RELATO DEL CASO: Paciente del sexo masculino, 58 años, portador de enfermedad de Steinert, sometido la hemorroidectomía. La conducta anestésica fue raquianestesia con bupivacaína hiperbara (punción L3-L4,con bupivacaína a 0,5% (5 mg) en silla de montar, asociada a la sedación con propofol (blanco de 1 ìg.mL-1 en bomba de infusión blanco controlada). La analgesia postoperatoria fue realizada con dipirona (1,5 g) e infiltración local de ropivacaína a 0,5% (150 mg). El paciente desarrolló, en el intraoperatorio, crisis miotónica (10 minutos después ser colocado en posición de litotomía), que fue controlada con sedación (aumento de la concentración blanco para 1,5 ìg.mL-1 y bolus de 40 mg). Permaneció estable y tuvo alta hospitalaria al día siguiente. CONCLUSIONES: El conocimiento de la enfermedad y la planificación anestésica son de fundamental importancia en el manoseo de pacientes portadores de la enfermedad de Steinert. <![CDATA[<B>Use of the lateral approach for laryngeal mask insertion during awake craniotomy</B>: <B>case report</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942006000600010&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Durante uma craniotomia em que se realiza o teste de Afasia de Aachen com o paciente acordado e cooperativo, é necessário o uso da técnica anestésica "dormindo-acordado-dormindo". O objetivo deste relato de caso foi descrever a técnica anestésica utilizada em paciente com sinais de via aérea difícil. RELATO DO CASO: Descreveu-se o caso de um paciente submetido à ressecção de um tumor no lobo temporal esquerdo, no giro de Wernicke, com sinais clínicos de via aérea difícil. Foi utilizada a técnica "dormindo-acordado-dormindo", com infusão contínua de propofol e remifentanil. A via aérea foi mantida com o uso da máscara laríngea, por abordagem lateral. CONCLUSÕES: A técnica utilizada foi eficaz para a obtenção de um paciente acordado e cooperativo no intra-operatório, tendo sido assegurada permeabilidade da via aérea com o uso da máscara laríngea. A inserção desse dispositivo por abordagem lateral é de especial interesse por se tratar de um paciente com possível dificuldade de acesso à via aérea, em procedimento cirúrgico em que era necessário evitar deslocamento do paciente e contaminação do campo cirúrgico.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: During an awake craniotomy in which the Aachen Aphasia test is performed, it is necessary to use the "asleep-awake-asleep" anesthetic technique. The objective of this case report was to describe the anesthetic technique used in a patient with signs of difficult airway. CASE REPORT: The case of a patient who underwent resection of a tumor in the left temporal lobe, in the Wernicke gyrus, with clinical signs of difficult airway is reported. The "asleep-awake-asleep" anesthetic technique, with continuous infusion of propofol and remifentanil, was used. A laryngeal mask, inserted by the lateral approach, was used to keep the airways patency. CONCLUSIONS: The technique used was effective in obtaining an intraoperative awake and cooperative patient, and the airways were maintained patent with a laryngeal mask. Insertion of this device by the lateral approach is especially interesting since this was a patient who presented difficult airway and underwent a surgical procedure in which in which the patient must remain immobile and the surgical field cannot be contaminated.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Durante una craniotomía en que se realiza la prueba de Afasia de Aachen con el paciente despierto y cooperativo, se necesita el uso de la técnica anestésica "durmiendo-despierto-durmiendo". El objetivo de este relato de caso fue el de describir la técnica anestésica utilizada en paciente con señales de vía aérea difícil. RELATO DEL CASO: Se ha descrito el caso de un paciente sometido a la resección de un tumor en el lobo temporal izquierdo, en el giro de Wernicke, con señales clínicos de vía aérea difícil. Fue utilizada la técnica "durmiendo-despierto-durmiendo", con infusión continua de propofol y remifentanil. La vía aérea se mantuvo con el uso de la máscara laríngea, a través de abordaje lateral. CONCLUSIONES: La técnica utilizada fue eficaz para la obtención de un paciente despierto y cooperativo en el intraoperatorio, habiendo sido asegurada la permeabilidad de la vía aérea con el uso de la máscara laríngea. La inserción de ese dispositivo a través del abordaje lateral es de especial interés por tratarse de un paciente con una posible dificultad de acceso a la vía aérea, en procedimiento quirúrgico en que era necesario evitar desplazamiento del paciente y contaminación del campo quirúrgico. <![CDATA[<B>Preoperative exams</B>: <B>a critical analysis</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942006000600011&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A avaliação pré-operatória pode se beneficiar da solicitação de exames complementares em determinados pacientes. A prática, comum há alguns anos, de conjuntos padronizados de exames solicitados rotineiramente tem sido questionada. O objetivo desta revisão foi analisar recentes publicações sobre o assunto comparando seus resultados. CONTEÚDO: Foram analisados os resultados observados em revisão sistemática com as evidências disponíveis entre os anos de 1966 e 1996, em recomendações da força-tarefa da Sociedade Americana de Anestesiologistas, em atualização da revisão sistemática incluindo evidências de 1997 a 2002 e no Guia de Orientação do National Health Service da Inglaterra. CONCLUSÕES: Os exames pré-operatórios não devem ser solicitados com base em rotinas, mas orientados pelo histórico clínico, exame físico e tipo e porte do procedimento cirúrgico.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Preoperative evaluation can benefit from laboratory exams in specific patients. The habit of requesting a set of standardized exams has been questioned. The objective of this review was to analyze recent reports on the subject and compare their results. CONTENTS: The results obtained from a systematic revision of the evidence available from 1966 to 1996, from the recommendations of the task force of the American Society of Anesthesiologists, from the systematic revision of evidence from 1997 to 2002, and from the English National Health Service Orientation Guide. CONCLUSIONS: Preoperative exams should not be based on standard routines, but on the patient's history, physical exam, and type and extent of surgery.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La evaluación preoperatoria puede beneficiarse de la solicitud de exámenes complementarios en determinados pacientes. La práctica común hace algunos años, de conjuntos estandarizados de exámenes solicitados por rutina ha sido cuestionada. El objetivo de esa revisión fue el de analizar recientes publicaciones sobre el asunto comparando sus resultados. CONTENIDO: Se analizaron los resultados observados en revisión sistemática con las evidencias disponibles entre los años 1966 y 1996, en recomendaciones del contingente de la Sociedad Norteamericana de Anestesiólogos, en actualización de la revisión sistemática incluyendo evidencias desde 1997 a 2002 y en el Guía de Orientación del National Health Service de la Inglaterra. CONCLUSIONES: los exámenes preoperatorios no deben ser solicitados basados en rutinas, sino orientados por la hoja clínica, por el examen físico y por el tipo y porte del procedimiento quirúrgico. <![CDATA[<B>Anesthesia and obstructive sleep apnea</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942006000600012&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A manutenção da permeabilidade das vias aéreas superiores (VAS) é fundamental para anestesia e para pacientes com apnéia obstrutiva do sono (AOS). Durante ambos os estados ocorre uma redução do tônus da musculatura faríngea. Identificar pacientes com AOS é importante a fim de prevenir riscos durante o período perioperatório. O objetivo deste trabalho foi apresentar uma revisão sobre a relação entre AOS e anestesia, levando em conta o planejamento da anestesia, enfatizando a importância da identificação da síndrome da apnéia e hipopnéia obstrutiva do sono (SAHOS). CONTEÚDO: A SAHOS ocorre principalmente por colapso total ou parcial da faringe, podendo levar a diminuição na saturação da oxiemoglobina e complicações cardiovasculares. Os principais fatores predisponentes são sexo masculino, obesidade, características crânio e orofaciais. Seu diagnóstico é clínico e polissonográfico, o que também quantifica a gravidade da AOS. Os pacientes com SAHOS especialmente acentuada podem apresentar problemas durante a intubação traqueal e sedação, estando alguns mais susceptíveis à ocorrência de hipóxia e hipercapnia, mesmo na vigência de pulmões normais. Os autores discutem a importância do diagnóstico prévio e tratamento da SAHOS na tentativa de reduzir o risco anestésico. CONCLUSÕES: O diagnóstico e tratamento prévio da SAHOS com pressão positiva contínua nas VAS podem reduzir complicações perioperatórias e influenciar na conduta anestésica e na recuperação pós-anestésica.<hr/>BACKGROUND AND METHODS: Maintaining the patency of the upper airways is fundamental to anesthesia and patients with obstructive sleep apnea (OSA). During anesthesia and while a person is sleeping, the tonus of the pharyngeal muscles is reduced. It is important to identify patients with OSA to prevent risks in the perioperative period. The objective of this report was to present a revision of the relationship between OSA and anesthesia regarding planning of anesthesia, stressing the importance of identifying the obstructive sleep apnea hypopnea syndrome (OSAHS). CONTENTS: OSAHS is caused mainly by total or partial pharyngeal collapse, which may cause a reduction in hemoglobin saturation and cardiovascular complications. The main predisposing factors include male gender, obesity, and cranial and orofacial characteristics. It is diagnosis by its clinical and polysomnographic characteristics, which also determine its severity. Patients with severe OSAHS may present problems during tracheal intubation and sedation, and may be more susceptible to hypoxia and hypercapnia, even in the presence of normal lungs. The authors discuss the importance of diagnosing and treating OSAHS before surgeries in order to reduce the anesthetic risk. CONCLUSION: Prior diagnosis and treatment of OSAHS with continuous positive pressure in the upper airways may reduce perioperative complications and influence the anesthetic and postanesthetic management.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: El mantenimiento de la permeabilidad de las vías aéreas superiores (VAS) es fundamental para la anestesia y para pacientes con apnea obstructiva del sueño (AOS). Durante los de los estados, ocurre una reducción del tono de la musculatura faríngea. Identificar pacientes con AOS es importante para prevenir riesgos durante el período perioperatorio. El objetivo de este trabajo fue el de presentar una revisión sobre la relación entre AOS y anestesia, teniendo en cuenta la planificación de la anestesia, enfatizando la importancia de la identificación del síndrome de la apnea e hipopnea obstructiva del sueño (SAHOS). CONTENIDO: La SAHOS se da principalmente por colapso total o parcial de la faringe pudiendo llevar a la disminución en la saturación de la oxihemoglobina y complicaciones cardiovasculares. Los principales factores de predisposición son el sexo masculino, obesidad, características del cráneo y orofaciales. Su diagnóstico es clínico y del gráfico de poli sueño, lo que también cuantifica la gravedad de la AOS. Los pacientes con SAHOS especialmente acentuada, pueden presentar problemas durante la intubación traqueal y la sedación pudiendo estar más susceptibles para la incidencia de hipoxia e hipercapnia, incluso con los pulmones normales. Los autores discuten la importancia del diagnóstico previo y el tratamiento de la SAHOS con la intención de reducir el riesgo anestésico. CONCLUSIONES: El diagnóstico y tratamiento previo de la SAHOS con presión positiva continua en las VAS pueden reducir complicaciones perioperatorias e influenciar la conducta anestésica y en la recuperación postanestésica. <![CDATA[<B>Comparing the hemodynamic effects of acute intoxication with racemic bupiva-caine and with 50% enantiomeric excess mixture (S75:R25)</B>: <B>an experimental study in dogs</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942006000600013&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A manutenção da permeabilidade das vias aéreas superiores (VAS) é fundamental para anestesia e para pacientes com apnéia obstrutiva do sono (AOS). Durante ambos os estados ocorre uma redução do tônus da musculatura faríngea. Identificar pacientes com AOS é importante a fim de prevenir riscos durante o período perioperatório. O objetivo deste trabalho foi apresentar uma revisão sobre a relação entre AOS e anestesia, levando em conta o planejamento da anestesia, enfatizando a importância da identificação da síndrome da apnéia e hipopnéia obstrutiva do sono (SAHOS). CONTEÚDO: A SAHOS ocorre principalmente por colapso total ou parcial da faringe, podendo levar a diminuição na saturação da oxiemoglobina e complicações cardiovasculares. Os principais fatores predisponentes são sexo masculino, obesidade, características crânio e orofaciais. Seu diagnóstico é clínico e polissonográfico, o que também quantifica a gravidade da AOS. Os pacientes com SAHOS especialmente acentuada podem apresentar problemas durante a intubação traqueal e sedação, estando alguns mais susceptíveis à ocorrência de hipóxia e hipercapnia, mesmo na vigência de pulmões normais. Os autores discutem a importância do diagnóstico prévio e tratamento da SAHOS na tentativa de reduzir o risco anestésico. CONCLUSÕES: O diagnóstico e tratamento prévio da SAHOS com pressão positiva contínua nas VAS podem reduzir complicações perioperatórias e influenciar na conduta anestésica e na recuperação pós-anestésica.<hr/>BACKGROUND AND METHODS: Maintaining the patency of the upper airways is fundamental to anesthesia and patients with obstructive sleep apnea (OSA). During anesthesia and while a person is sleeping, the tonus of the pharyngeal muscles is reduced. It is important to identify patients with OSA to prevent risks in the perioperative period. The objective of this report was to present a revision of the relationship between OSA and anesthesia regarding planning of anesthesia, stressing the importance of identifying the obstructive sleep apnea hypopnea syndrome (OSAHS). CONTENTS: OSAHS is caused mainly by total or partial pharyngeal collapse, which may cause a reduction in hemoglobin saturation and cardiovascular complications. The main predisposing factors include male gender, obesity, and cranial and orofacial characteristics. It is diagnosis by its clinical and polysomnographic characteristics, which also determine its severity. Patients with severe OSAHS may present problems during tracheal intubation and sedation, and may be more susceptible to hypoxia and hypercapnia, even in the presence of normal lungs. The authors discuss the importance of diagnosing and treating OSAHS before surgeries in order to reduce the anesthetic risk. CONCLUSION: Prior diagnosis and treatment of OSAHS with continuous positive pressure in the upper airways may reduce perioperative complications and influence the anesthetic and postanesthetic management.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: El mantenimiento de la permeabilidad de las vías aéreas superiores (VAS) es fundamental para la anestesia y para pacientes con apnea obstructiva del sueño (AOS). Durante los de los estados, ocurre una reducción del tono de la musculatura faríngea. Identificar pacientes con AOS es importante para prevenir riesgos durante el período perioperatorio. El objetivo de este trabajo fue el de presentar una revisión sobre la relación entre AOS y anestesia, teniendo en cuenta la planificación de la anestesia, enfatizando la importancia de la identificación del síndrome de la apnea e hipopnea obstructiva del sueño (SAHOS). CONTENIDO: La SAHOS se da principalmente por colapso total o parcial de la faringe pudiendo llevar a la disminución en la saturación de la oxihemoglobina y complicaciones cardiovasculares. Los principales factores de predisposición son el sexo masculino, obesidad, características del cráneo y orofaciales. Su diagnóstico es clínico y del gráfico de poli sueño, lo que también cuantifica la gravedad de la AOS. Los pacientes con SAHOS especialmente acentuada, pueden presentar problemas durante la intubación traqueal y la sedación pudiendo estar más susceptibles para la incidencia de hipoxia e hipercapnia, incluso con los pulmones normales. Los autores discuten la importancia del diagnóstico previo y el tratamiento de la SAHOS con la intención de reducir el riesgo anestésico. CONCLUSIONES: El diagnóstico y tratamiento previo de la SAHOS con presión positiva continua en las VAS pueden reducir complicaciones perioperatorias e influenciar la conducta anestésica y en la recuperación postanestésica. <![CDATA[<B>Dr. Manoel Luiz Moreira de Sousa * 04/13/1947 - † 08/12/2006</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942006000600014&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A manutenção da permeabilidade das vias aéreas superiores (VAS) é fundamental para anestesia e para pacientes com apnéia obstrutiva do sono (AOS). Durante ambos os estados ocorre uma redução do tônus da musculatura faríngea. Identificar pacientes com AOS é importante a fim de prevenir riscos durante o período perioperatório. O objetivo deste trabalho foi apresentar uma revisão sobre a relação entre AOS e anestesia, levando em conta o planejamento da anestesia, enfatizando a importância da identificação da síndrome da apnéia e hipopnéia obstrutiva do sono (SAHOS). CONTEÚDO: A SAHOS ocorre principalmente por colapso total ou parcial da faringe, podendo levar a diminuição na saturação da oxiemoglobina e complicações cardiovasculares. Os principais fatores predisponentes são sexo masculino, obesidade, características crânio e orofaciais. Seu diagnóstico é clínico e polissonográfico, o que também quantifica a gravidade da AOS. Os pacientes com SAHOS especialmente acentuada podem apresentar problemas durante a intubação traqueal e sedação, estando alguns mais susceptíveis à ocorrência de hipóxia e hipercapnia, mesmo na vigência de pulmões normais. Os autores discutem a importância do diagnóstico prévio e tratamento da SAHOS na tentativa de reduzir o risco anestésico. CONCLUSÕES: O diagnóstico e tratamento prévio da SAHOS com pressão positiva contínua nas VAS podem reduzir complicações perioperatórias e influenciar na conduta anestésica e na recuperação pós-anestésica.<hr/>BACKGROUND AND METHODS: Maintaining the patency of the upper airways is fundamental to anesthesia and patients with obstructive sleep apnea (OSA). During anesthesia and while a person is sleeping, the tonus of the pharyngeal muscles is reduced. It is important to identify patients with OSA to prevent risks in the perioperative period. The objective of this report was to present a revision of the relationship between OSA and anesthesia regarding planning of anesthesia, stressing the importance of identifying the obstructive sleep apnea hypopnea syndrome (OSAHS). CONTENTS: OSAHS is caused mainly by total or partial pharyngeal collapse, which may cause a reduction in hemoglobin saturation and cardiovascular complications. The main predisposing factors include male gender, obesity, and cranial and orofacial characteristics. It is diagnosis by its clinical and polysomnographic characteristics, which also determine its severity. Patients with severe OSAHS may present problems during tracheal intubation and sedation, and may be more susceptible to hypoxia and hypercapnia, even in the presence of normal lungs. The authors discuss the importance of diagnosing and treating OSAHS before surgeries in order to reduce the anesthetic risk. CONCLUSION: Prior diagnosis and treatment of OSAHS with continuous positive pressure in the upper airways may reduce perioperative complications and influence the anesthetic and postanesthetic management.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: El mantenimiento de la permeabilidad de las vías aéreas superiores (VAS) es fundamental para la anestesia y para pacientes con apnea obstructiva del sueño (AOS). Durante los de los estados, ocurre una reducción del tono de la musculatura faríngea. Identificar pacientes con AOS es importante para prevenir riesgos durante el período perioperatorio. El objetivo de este trabajo fue el de presentar una revisión sobre la relación entre AOS y anestesia, teniendo en cuenta la planificación de la anestesia, enfatizando la importancia de la identificación del síndrome de la apnea e hipopnea obstructiva del sueño (SAHOS). CONTENIDO: La SAHOS se da principalmente por colapso total o parcial de la faringe pudiendo llevar a la disminución en la saturación de la oxihemoglobina y complicaciones cardiovasculares. Los principales factores de predisposición son el sexo masculino, obesidad, características del cráneo y orofaciales. Su diagnóstico es clínico y del gráfico de poli sueño, lo que también cuantifica la gravedad de la AOS. Los pacientes con SAHOS especialmente acentuada, pueden presentar problemas durante la intubación traqueal y la sedación pudiendo estar más susceptibles para la incidencia de hipoxia e hipercapnia, incluso con los pulmones normales. Los autores discuten la importancia del diagnóstico previo y el tratamiento de la SAHOS con la intención de reducir el riesgo anestésico. CONCLUSIONES: El diagnóstico y tratamiento previo de la SAHOS con presión positiva continua en las VAS pueden reducir complicaciones perioperatorias e influenciar la conducta anestésica y en la recuperación postanestésica.