Scielo RSS <![CDATA[Revista Brasileira de Anestesiologia]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=0034-709420110005&lang=en vol. 61 num. 5 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[<b>Brave new world</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942011000500001&lng=en&nrm=iso&tlng=en <![CDATA[<b>Brazilian Society of Anesthesiology Recommendations</b>: <b>new approach to old challenges</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942011000500002&lng=en&nrm=iso&tlng=en <![CDATA[<b>Tibial and common fibular nerveblock in the popliteal fossa with single puncture using percutaneous nerve stimulator</b>: <b>anatomical considerations and ultrasound description</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942011000500003&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: As técnicas de bloqueios de nervos periféricos têm ganhado popularidade nas últimas duas décadas, tornando-se crescente opção anestésica para a cirurgia de membros. Este estudo propõe uma técnica de abordagem dos nervos tibial e fibular comum na fossa poplítea por punção única e utilizando o estimulador percutâneo de nervos, considerando a correlação com estudo anatômico e ultrassonográfico. MÉTODO: Estudo prospectivo, observacional e aleatório realizado com 28 pacientes escalados para cirurgias no pé. Após localização dos nervos tibial e fibular comum por meio de estimulação percutânea, realizou-se punção no ponto de estímulo do nervo tibial com agulha de 5 cm (B.Braun, Stimuplex 50) e foram injetados 10 mL de levobupivacaína. A agulha foi recuada e redirecionada para o ponto de estímulo do nervo fibular comum em busca da resposta motora correspondente, injetando-se 10 mL do anestésico. Realizado estudo fotográfico da região poplítea por ultrassonografia para correlação da anatomia com a técnica utilizada. RESULTADOS: Obteve-se anestesia adequada em todos os casos. O tempo médio para a localização dos nervos tibial e fibular comum, utilizando o estimulador percutâneo de nervos, foi de 57,1 e 32,8 segundos, respectivamente, e com o estimulador de nervos foi de 2,22 e 1,79 minutos. A profundidade média da agulha para o nervo tibial foi de 10,7 mm. CONCLUSÕES: A abordagem dos nervos tibial e fibular comum com punção única na fossa poplítea utilizando o estimulador percutâneo de nervos é uma boa opção para anestesia e analgesia para cirurgias do pé.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Techniques of peripheral nerve block have gained popularity over the last two decades becoming a growing anesthetic option for limb surgeries. This study proposes a technical approach of the tibial and common fibular nerves in the popliteal fossa with single puncture using percutaneous nerve stimulator, considering the correlation with an anatomical and ultrasound study. METHODS: This prospective, observational, randomized study was performed with 28 patients scheduled for foot surgeries. After localizing the tibial and common fibular nerves through percutaneous stimulation, the puncture was performed at the point of tibial nerve stimulation with a 5-cm needle (B.Braun, Stimuplex 50), and 10 mL of levobupivacaine were injected. The needle was pulled back and redirected to the point of common fibular nerve stimulation looking for the corresponding motor response, and 10 mL of the local anesthetic were injected. Imaging study of the popliteal region was performed by ultrasound to correlate the anatomy with the technique used. RESULTS: Adequate anesthesia was obtained in all cases. The mean time to localize the tibial and common fibular nerves suing the percutaneous stimulator was 57.1 and 32.8 seconds, respectively, and with the nerve stimulator it was 2.22 and 1.79 minutes, respectively. The mean depth of the needle into the tibial nerve was 10.7 mm. CONCLUSIONS: The approach for tibial and common fibular nerves with single puncture in the popliteal fossa using peripheral nerve stimulator is a good option for anesthesia and analgesia for foot surgeries.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Las técnicas de bloqueos de nervios periféricos ha venido obteniendo popularidad en las últimas de los décadas, y convirtiéndose cada vez más en una opción anestésica para la cirugía de los miembros. Este estudio propone una técnica de abordaje de los nervios tibial y fibular común en la fosa poplítea por punción única y utilizando el estimulador percutáneo de nervios, considerando la correlación con el estudio anatómico y ultrasonográfico. MÉTODO: Estudio prospectivo, observacional y aleatorio realizado con 28 pacientes selecionados para cirugías en el pie. Después de la localización de los nervios tibial y fibular común a través de la estimulación percutánea, se realizó una punción en el punto de estímulo del nervio tibial con la aguja de 5 cm (B.Braun, Stimuplex 50), y fueron inyectados 10 mL de levobupivacaína. La aguja se echó hacia atrás y fue redirigida hacia el punto de estímulo del nervio fibular común en busca de la respuesta motora correspondiente, inyectando 10 mL del anestésico. Se realizó el estudio fotográfico de la región poplítea por ultrasonografía para la correlación de la anatomía con la técnica utilizada. RESULTADOS: En todos los casos se obtuvo la anestesia adecuada. El tiempo promedio para la localización de los nervios tibial y fibular común, utilizando el estimulador percutáneo de nervios, fue de 57,1 y 32,8 segundos respectivamente y con el estimulador de nervios fue de 2,22 y 1,79 minutos. La profundidad promedio de la aguja para el nervio tibial fue de 10,7 mm. CONCLUSIONES: El abordaje de los nervios tibial y fibular común con punción única en la fosa poplítea utilizando el estimulador percutáneo de nervios, es una buena opción para la anestesia y la analgesia en cirugías del pie. <![CDATA[<b>Lumbar epidural anesthesia in the treatment of discal lombosciatalgia</b>: <b>a comparative clinical study between methylprednisolone and methylprednisolone with levobupivacaine</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942011000500004&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A técnica peridural lombar tem sido utilizada no tratamento da lombociatalgia desde 1953. Na maioria das vezes, emprega-se metilprednisolona adicionada a um anestésico local e não se sabe se seu uso isolado tem a mesma eficácia no alívio dos sintomas. O objetivo deste estudo foi comparar a eficácia de duas soluções diferentes - metilprednisolona com soro fisiológico e metilprednisolona com levobupivacaína -, injetadas no espaço peridural para tratar lombociatalgia devido à hérnia discal lombar. MÉTODO: Participaram deste estudo 60 indivíduos, ASA I e II, no período de um ano, submetidos à técnica analgésica peridural lombar interlaminar para tratamento da lombociatalgia sem controle radioscópico, de ambos os sexos, com idade entre 18 e 65 anos, divididos em dois grupos: G-M (metilprednisolona + solução fisiológica a 0,9%) e G-M + L (metilprednisolona + levobupivacaína + solução fisiológica a 0,9%), ambos em um volume de 10 mL. O diagnóstico se baseou na história, no exame físico e em exame por imagem (ressonância magnética nuclear). O trabalho foi conduzido de forma duplo-encoberta, com seleção aleatória dos participantes. Foi aplicada a Escala Analógica Visual (EAV) em um total de dois bloqueios, um a cada 15 dias. RESULTADOS: Houve redução mais significativa da intensidade da dor para o grupo metilprednisolona + levobupivacaína, porém sem significância estatística. CONCLUSÕES: A solução do G-M + L demonstrou eficácia analgésica superior à solução do G-M para o tratamento da lombociatalgia discogênica no que diz respeito ao menor tempo para início da analgesia, mas não de forma significativa, no momento da alta, sendo as duas soluções eficazes no tratamento da lombociatalgia radicular discogênica.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Lumbar epidural technique has been used in the treatment of lombosciatalgia since 1953. In most cases, methylprednisolone is used along with a local anesthetic, and it is not known whether the isolated use of methylprednisolone is equally effective in relieving symptoms. The objective of this study was to compare the efficacy of two different solutions - methylprednisolone with saline and methylprednisolone with levobupivacaine injected in the epidural space to heal lombosciatalgia secondary to lumbar herniated disk. METHODS: Sixty individuals ASA I and II, of both genders, ages 18 to 65 years participated in this randomized, double-blind study over a period of one year. They underwent interlaminar lumbar epidural analgesia without radioscopic control to heal a lombosciatalgia and they were divided into two groups: G-M (methylprednisolone + saline) and G-M + L (methylprednisolone + levobupivacaine + saline) both at a volume of 10 mL. Diagnosis was based on history, physical exam, and imaging exam (MRI). The Visual Analogue Scale (VAS) was applied in a total of two blockades, 15 days apart. RESULTS: A reduction in pain severity was observed in the methylprednisolone-levobupivacaine group, but without statistical significance. CONCLUSIONS: The analgesic efficacy of the G-M + L solution was superior to that of the G-M solution in the treatment of discal lombosciatalgia regarding the shorter time to onset of analgesia, but this was not significant at the time of discharge, and both solutions were effective in the treatment of discal lombosciatalgia.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La técnica epidural lumbar ha sido utilizada en el tratamiento de la lumbociatalgia desde 1953. En la mayoría de los casos, se usa la metilprednisolona añadida a un anestésico local, y no se conoce si su uso aislado tiene la misma eficacia en el alivio de los síntomas. El objetivo de este estudio fue comparar la eficacia de dos soluciones diferentes: metilprednisolona con suero fisiológico y metilprednisolona con levobupivacaína, inyectadas en el espacio epidural, para tratar la lumbociatalgia debido a la hernia de disco lumbar. MÉTODO: Participaron en este estudio 60 individuos, ASA I y II, en el período de un año, sometidos a la técnica analgésica epidural lumbar interlaminar para el tratamiento de la lumbociatalgia sin control radioscópico, de ambos sexos, con una edad entre los 18 y los 65 años y que se dividieron en dos grupos: G-M (metilprednisolona + solución fisiológica al 0,9%) y G-M + L (metilprednisolona + levobupivacaína + solución fisiológica al 0,9%), ambos en un volumen de 10 mL. El diagnóstico estuvo basado en el historial, en el examen físico y en el examen por imagen (resonancia magnética nuclear). El trabajo fue realizado a doble ciego, con la selección aleatoria de los participantes. Se aplicó la Escala Analógica Visual (EAV), en un total de dos bloqueos, uno a cada 15 días. RESULTADOS: El resultado fue una reducción más significativa de la intensidad del dolor para el grupo metilprednisolona + levobupivacaína, pero sin significancia estadística. CONCLUSIONES: La solución del G-M + L demostró una eficacia analgésica superior a la solución del G-M para el tratamiento de la lumbociatalgia discogénica, en lo que se refiere al menor tiempo para el inicio de la analgesia, pero no de forma significativa en el momento del alta, siendo las dos soluciones eficaces en el tratamiento de la lumbociatalgia radicular discogénica. <![CDATA[<b>Can manual hyperinflation maneuvers cause aspiration of oropharyngeal secretions in patients under mechanical ventilation?</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942011000500005&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVO: Avaliar se manobra de hiperinsuflação manual (HM) pode propiciar aspiração das secreções orofaríngeas em paciente sob ventilação mecânica. MÉTODOS: Participaram do estudo pacientes adultos sob ventilação mecânica nos quais foi injetado corante na cavidade orofaríngea e aspirada secreção traqueal após 30 minutos (min). Na ocorrência de deslizamento do corante, o paciente foi eliminado. Os demais foram alocados em Grupo Controle: pacientes em que se aspiravam secreções traqueais após 30, 60, 120 e 180 min e Grupo Experimental: após 30 min, foram realizadas manobras de HM e aspirada secreção nos intervalos estabelecidos. RESULTADOS: Estudaram-se 43 pacientes. Em 13, ocorreu deslizamento do corante após 30 min antes da alocação dos grupos. Os demais 29 pacientes forneceram 226 amostras de secreções. Houve presença de secreções coradas em apenas duas amostras, após realização de HM, em pacientes do grupo experimental. CONCLUSÃO: A manobra de hiperinflação manual não propiciou aspiração de secreções orofaríngeas em paciente sob ventilação mecânica.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: To evaluate whether manual hyperinflation maneuvers can cause aspiration of oropharyngeal secretions in patients under mechanical ventilation. METHODS: Adult patients under mechanical ventilation in whom a dye was injected in the oropharyngeal cavity and had their tracheal secretion aspirated after 30 minutes (min) participated in this study. In the event of dye slid, the patient was eliminated. The other patients were divided in Control Group: patients in whom tracheal secretions were aspirated after 30, 60, 120, and 180 min, and Experimental Group: after 30 min, manual hyperventilation maneuvers were performed and secretions were aspirated on the established intervals. RESULTS: Forty-three patients were enrolled in this study. In 13, dye slippage was observed after 30 min, before allocating them into two groups. In the remaining 29 patients, 226 secretion samples were collected. In only two samples the presence of dye in the secretion was observed after manual hyperinflation maneuvers in the experimental group. CONCLUSION: Manual hyperinflation maneuvers did not cause aspiration of oropharyngeal secretions in patients under mechanical ventilation.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVO: Evaluar si la maniobra de hiperinsuflación manual (HM), puede propiciar la aspiración de las secreciones orofaríngeas en el paciente que está bajo ventilación mecánica. MÉTODOS: Participaron en el estudio pacientes adultos bajo ventilación mecánica, en los cuales se inyectó un colorante en la cavidad orofaríngea y se aspiró la secreción traqueal después de 30 minutos (min). Al ocurrir el deslizamiento del colorante, el paciente fue eliminado. Los demás pacientes fueron derivados al Grupo Control: pacientes en que se aspiraban secreciones traqueales después de 30, 60, 120 y 180 min y un Grupo Experimental: después de 30', en que fueron realizadas las maniobras de HM y aspirada la secreción en los intervalos establecidos. RESULTADOS: Fueron estudiados 43 pacientes. En 13 de ellos, ocurrió deslizamiento del colorante después de 30 min antes de la ubicación de los grupos. Los demás 29 pacientes suministraron 226 muestras de secreciones. Se registró la presencia de secreciones de colorante en solamente dos muestras después de la realización de HM, en pacientes del grupo experimental. CONCLUSIONES: La maniobra de hiperinflación manual no generó la aspiración de secreciones orofaríngeas en el paciente bajo ventilación mecánica. <![CDATA[<b>Assessing the effects of transcutaneous electrical nerve stimulation (TENS) in post-thoracotomy analgesia</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942011000500006&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A estimulação nervosa elétrica transcutânea (TENS) é uma modalidade frequentemente usada para o tratamento da dor musculoesquelética, mas também pode ser indicada em caso de analgesia pós-operatória. O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito analgésico da TENS após toracotomia. MÉTODO: Foram incluídos 30 pacientes entre 18 e 60 anos submetidos à toracotomia para ressecção de câncer pulmonar, no segundo dia após a operação, alocados em dois grupos, G1 e G2. Os pacientes do G1 foram submetidos ao tratamento com TENS; nos do G2 (sem TENS), os eletrodos foram colocados, porém o aparelho não foi ligado. A TENS foi mantida por uma hora. A avaliação do efeito analgésico ocorreu através da escala analógica visual em três momentos: antes da aplicação (M0), imediatamente após o término do procedimento (M1) e uma hora depois (M2), com o paciente em repouso, em elevação dos membros superiores, com mudança de decúbito e tosse. RESULTADOS: A intensidade da dor em repouso foi maior em G2 imediatamente após o término, mas não uma hora após o procedimento. Com elevação dos membros superiores, mudança de decúbito e tosse, não houve diferença entre os grupos. CONCLUSÕES: Com aplicação de TENS durante uma hora no segundo dia após toracotomia em pacientes que receberam fentanil (50 µg) associada à bupivacaína (5 mL) em repouso, houve diminuição da intensidade da dor imediatamente após o término da aplicação; com elevação dos membros superiores e mudança de decúbito e tosse não houve redução da intensidade da dor.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Transcutaneous electrical nerve stimulation (TENS) is commonly used to treat musculoskeletal pain, but it may also be indicated for postoperative analgesia. The objective of this study was to evaluate the analgesic effects of TENS on post-thoracotomy. METHODS: Thirty patients between 18 and 60 years of age undergoing thoracotomy for lung cancer resection on the second postoperative day were included in this study. Patients were divided into two groups (G1 and G2). G1 patients were treated with TENS; and in G2 (without TENS) electrodes were placed but the equipment was not turned on. TENS was maintained for one hour. The visual analogue scale was used to evaluate the analgesic effects on three moments: before TENS (M0), immediately after TENS (M1), and one hour later (M2), with the patient at rest, elevation of the upper limbs, change in decubitus, and coughing. RESULTS: The intensity of pain at rest was higher in G2 immediately after TENS, but not one hour after the procedure. There was no difference between both groups with elevation of the upper limbs, decubitus change, and coughing. CONCLUSIONS: With the use of TENS for one hour on the second post-thoracotomy day in patients who received fentanyl (50 µg) associated with bupivacaine (5 mL), a reduction in pain intensity was observed at rest immediately after TENS; with elevation of the upper limbs, change in decubitus, and coughing, a reduction in pain severity was not observed.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La estimulación nerviosa eléctrica transcutánea (TENS), es una modalidad frecuentemente usada para el tratamiento del dolor musculoesquelético, pero también puede ser indicada en caso de analgesia postoperatoria. El objetivo de este estudio fue evaluar el efecto analgésico de la TENS después de la toracotomía. MÉTODO: Se incluyeron 30 pacientes entre 18 y 60 años, sometidos a la toracotomía para la resección de cáncer pulmonar, en el segundo día después de la operación. Los pacientes del G1 se sometieron al tratamiento con TENS; en los del G2 (sin TENS), se colocaron los electrodos, pero el aparato no se encendió. La TENS se mantuvo durante una hora. La evaluación del efecto analgésico se dio a través de la escala analógica visual en tres momentos: antes de la aplicación (M0), inmediatamente después del término del procedimiento (M1) y una hora después (M2), con el paciente en reposo, la elevación de los miembros superiores, el cambio de decúbito y con tos. RESULTADOS: La intensidad del dolor en el estado de reposo fue más elevada en el G2, inmediatamente después del término, pero no una hora después del procedimiento. Con la elevación de los miembros superiores, el cambio de decúbito y la tos, no hubo diferencia entre los grupos. CONCLUSIONES: Con la aplicación de TENS durante una hora en el segundo día después de la toracotomía en pacientes que recibieron fentanil (50 µg), asociada a la bupivacaína (5 mL) en reposo, se registró una reducción en la intensidad del dolor inmediatamente después del término de la aplicación. Pero con la elevación de los miembros superiores, el cambio de decúbito y la tos, no hubo reducción en la intensidad del dolor. <![CDATA[<b>Retrospective analysis of risk factors and predictors of intraoperative complications in neuraxial blocks at Faculdade de Medicina de Botucatu-UNESP</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942011000500007&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: As alterações cardiovasculares associadas aos bloqueios do neuroeixo apresentam interesse pela frequência com que ocorrem e porque algumas delas podem ser consideradas efeitos fisiológicos desencadeados pelo bloqueio do sistema nervoso simpático. O objetivo desta pesquisa foi avaliar as complicações cardiovasculares intraoperatórias e os fatores preditores associados aos bloqueios do neuroeixo em pacientes com idades > 18 anos submetidos a procedimentos não obstétricos, em um período de 18 anos, em hospital universitário de atendimento terciário-HCFMB-UNESP. MÉTODO: Foi realizada análise retrospectiva das seguintes complicações: hipertensão arterial, hipotensão arterial, bradicardia sinusal e taquicardia sinusal. Tais complicações foram correlacionadas com técnica anestésica, estado físico (ASA), idade, sexo e comorbidades pré-operatórias. Para a análise estatística, foram utilizadas o teste de Tukey para comparações entre proporções e regressão logística. RESULTADOS: Foram avaliados 32.554 pacientes submetidos a bloqueios do neuroeixo e houve 4.109 citações de hipotensão arterial, 1.107 de bradicardia sinusal, 601 de taquicardia sinusal e 466 de hipertensão arterial no período intraoperatório. Hipotensão foi mais frequente nos pacientes submetidos à anestesia subaracnoidea contínua (29,4%, OR = 2,39), com idades > 61 anos e do sexo feminino (OR = 1,27). CONCLUSÕES: Hipotensão e bradicardia intraoperatórias foram complicações mais frequentes, sendo que a hipotensão arterial esteve relacionada à técnica anestésica (ASC), faixa etária elevada e sexo feminino. Taquicardia e hipertensão arterial podem não ter sido diretamente relacionadas aos bloqueios do neuroeixo.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Cardiovascular changes associated with neuraxial blocks are a cause of concern due to their frequency and because some of them can be considered physiological effects triggered by the sympathetic nervous system blockade. The objective of this study was to evaluate intraoperative cardiovascular complications and predictive factors associated with neuraxial blocks in patients > 18 years of age undergoing non-obstetric procedures over an 18-year period in a tertiary university hospital - HCFMB-UNESP. METHODS: A retrospective analysis of the following complications was undertaken: hypertension, hypotension, sinus bradycardia, and sinus tachycardia. These complications were correlated with anesthetic technique, physical status (ASA), age, gender, and preoperative co-morbidities. The Tukey test for comparisons among proportions and logistic regression was used for statistical analysis. RESULTS: 32,554 patients underwent neuraxial blocks. Intraoperative complications mentioned included hypotension (n = 4,109), sinus bradycardia (n = 1,107), sinus tachycardia (n = 601), and hypertension (n = 466). Hypotension was seen more often in patients undergoing continuous subarachnoid anesthesia (29.4%, OR = 2.39), > 61 years of age, and female (OR = 1.27). CONCLUSIONS: Intraoperative hypotension and bradycardia were the complications observed more often. Hypotension was related to anesthetic technique (CSA), increased age, and female. Tachycardia and hypertension may not have been directly related to neuraxial blocks.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Las alteraciones cardiovasculares asociadas a los bloqueos del neuro eje son de interés por la frecuencia con que ocurren y porque algunas de ellas pueden ser consideradas como efectos fisiológicos desencadenados por el bloqueo del sistema nervioso simpático. El objetivo de esta investigación, fue evaluar las complicaciones cardiovasculares intraoperatorias y los factores predictores asociados a los bloqueos del neuro eje, en pacientes con edades > 18 años, sometidos a procedimientos no obstétricos, en un período de 18 años, en un hospital universitario de atención terciario-HCFMB-UNESP. MÉTODO: Fue realizado un análisis retrospectivo de las siguientes complicaciones: hipertensión arterial, hipotensión arterial, bradicardia sinusal y taquicardia sinusal. Esas complicaciones se correlacionaron con la técnica anestésica, estado físico (ASA), edad, sexo y comorbilidades preoperatorias. Para el análisis estadístico, se usó el test de Tukey para las comparaciones entre las proporciones y la regresión logística. RESULTADOS: Fueron evaluados 32.554 pacientes sometidos a bloqueos del neuro eje y hubo 4.109 apariciones de hipotensión arterial, 1.107 de bradicardia sinusal, 601 de taquicardia sinusal y 466 de hipertensión arterial en el período intraoperatorio. La hipotensión fue más frecuente en los pacientes sometidos a la anestesia subaracnoidea continua (29,4%, OR = 2,39), con edades > 61 años y pertenecientes al sexo femenino (OR =1,27). CONCLUSIONES: La hipotensión y la bradicardia intraoperatorias fueron las complicaciones más frecuentes, siendo que la hipotensión arterial se relacionó con la técnica anestésica (ASC), franja etaria elevada y sexo femenino. La taquicardia y la hipertensión arterial pueden no haber sido directamente relacionadas con los bloqueos del neuro eje. <![CDATA[<b>Comparison of enflurane and propofol in electroconvulsive therapy, a randomized crossover open preliminary study on seizure duration and anaesthetic recovery</b>: <b>un estudio preliminar, aleatorio, abierto y cruzado sobre la duración de las convulsiones y la recuperación Anestésica</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942011000500008&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A eletroconvulsoterapia (ECT) é comumente utilizada para o tratamento de depressão, mania e transtornos do humor. Anestésicos para anestesia geral durante a ECT devem ter início e despertar rápidos, não interferir com a atividade da convulsão e não encurtar a duração das crises. O objetivo deste estudo é comparar os efeitos do enflurano, um agente anestésico pró-convulsivo, e o propofol na duração das ocnvulsões, no índice de supressão pós-ictal e nos tempos de recuperação durante a eletroconvulsoterapia. MÉTODO: Pacientes sem uso de medicação pré-anestésica foram alocados em dois grupos de acordo com a indução da anestesia. Os pacientes foram induzidos para a ECT com 5% de enflurano no grupo E e 1,2 mg.kg-1 de propofol no grupo P, até perda de consciência. A duração das crises motora e no eletroencefalograma (EEG), o índice de supressão pós-ictal, o tempo para respiração espontânea, para duração da abertura dos olhos e obedecer aos comandos foram registrados. RESULTADOS: Não houve diferença estatisticamente significativa entre os grupos quanto aos tempos das crises motora e no EEG e índice de supressão pós-ictal nos registros de EEG. Tempos de recuperação (tempo de início de respiração espontânea, de abertura dos olhos e para obedecer aos comandos) foram significativamente menores no grupo E em relação ao grupo P. Não foram observados náuseas ou vômitos e nenhuma anormalidade no ECG, exceto bradicardia sinusal transitória e taquicardia sinusal. CONCLUSÕES: Embora convulsões suficientes para o tratamento tenham ocorrido durante a anestesia com enflurano, nenhum benefício adicional foi observado sobre os tempos de convulsão ou índice de supressão pós-ictal quando comparado à anestesia com propofol. Por outro lado, o tempo de recuperação após anestesia com enflurano foi mais curto que com propofol. No entanto, ainda há necessidade de mais estudos em diferentes níveis de ETCO2.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Electroconvulsive therapy (ECT) is commonly used for treatment of depression, mania and affective disorders. Anaesthetics for general anaesthesia during ECT should have rapid onset, rapid emerge, not interfere with seizure activity and not shorten seizure duration. The aim of this study is to compare effects of enflurane, a pro-convulsive anaesthetic agent, and propofol on seizure durations, postictal suppression index and recovery times during electroconvulsive therapy. METHODS: Unpremedicated subjects were divided into two groups according to induction of anaesthesia. Patients were induced for ECT with 5% enflurane in group E and 1.2 mg.kg-1 propofol in group P until loss of consciousness. The durations of electroencephalogram (EEG) and motor seizures, postictal suppression index, time to spontaneous breathing, duration of eye opening, and obeying commands were recorded. RESULTS: There was no statistically significant difference between the groups regarding motor and EEG seizure times and postictal suppression index on the EEG records. Recovery times (times of starting spontaneous breathing, eye opening, and obeying command) were significantly shorter in group E compared to group P. No nausea or vomiting were observed and no ECG abnormality was noted except transient sinus bradycardia and sinus tachycardia. CONCLUSIONS: Although sufficient seizure for the treatment was provided during enflurane anaesthesia, any additional benefit was not revealed regarding seizure times or postictal suppression index when compared to propofol anaesthesia. On the other hand, recovery times after enflurane anaesthesia were shorter than propofol anaesthesia. However, there is still a need for further study in different ETCO2 levels.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La electroconvulsoterapia (ECT), se usa a menudo para el tratamiento de la depresión, manía y transtornos del humor. Los anestésicos para la anestesia general durante la ECT deben tener un inicio y un despertar rápidos, no interferir en la actividad de la convulsión y no acortar la duración de las crises. El objetivo de este estudio, es comparar los efectos del enflurano, un agente anestésico pro convulsivo, y el propofol, en la duración de las convulsiones, en el índice de supresión postictal y en los tiempos de recuperación durante la electroconvulsoterapia. MÉTODO: Pacientes sin uso de medicación preanestésica que fueron colocados en dos grupos de acuerdo con la inducción de la anestesia. Los pacientes fueron inducidos para la ECT con 5% de enflurano en el grupo E y 1,2 mg.kg-1 de propofol en el grupo P, hasta la pérdida de la conciencia. También fueron registrados la duración de las crises motora y en el electroencefalograma (EEG), el índice de supresión postictal, el tiempo para la respiración espontánea, para la duración de la abertura de los ojos y obedecer a los comandos. RESULTADOS: No hubo diferencia estadísticamente significativa entre los grupos en cuanto a los tiempos de las crises motora y en el EEG e índice de supresión postictal en los registros de EEG. Los tiempos de recuperación (tiempo de inicio de la respiración espontánea, de abertura de los ojos, y para obedecer a los comandos), fueron significativamente menores en el grupo E con relación al grupo P. No se observaron náuseas o vómitos, ni ninguna anormalidad en el ECG tampoco fue notada, excepto bradicardia sinusal transitoria y taquicardia sinusal. CONCLUSIONES: Aunque las convulsiones suficientes para el tratamiento hayan sucedido durante la anestesia con enflurano, ningún beneficio adicional fue observado sobre los tiempos de convulsión o sobre el índice de supresión postictal cuando se le comparó con la anestesia con propofol. Por otro lado, el tiempo de recuperación después de la anestesia con enflurano fue más corto que con el propofol. Sin embargo, todavía se hacen necesarios más estudios en diferentes niveles de ETCO2. <![CDATA[<b>Effects of the inhalational anesthetics halothane and sevoflurane on an experimental model of hepatic injury</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942011000500009&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A lesão hepática pós-anestesia inalatória ainda é controversa. Estudos sugerem que agentes inalatórios geram uma resposta imune que pode provocar lesões hepáticas. O objetivo deste estudo é analisar o efeito dos anestésicos inalatórios halotano e sevoflurano no fígado de ratos submetidos à hipóxia e à reperfusão. MÉTODO: Foram utilizados 30 ratos Wistar pré-tratados com fenobarbital 0,1% por cinco dias, com suspensão da medicação 24 horas antes do experimento, a fim de provocar a lesão hepática. Os animais foram distribuídos em cinco grupos com seis ratos cada. O Grupo C foi o de controle, sem qualquer tipo de tratamento; o Grupo F foi aquele no qual se induziu lesão hepática com fenobarbital; o Grupo Hipóxia foi exposto a 14% de oxigênio (O2); o Grupo H recebeu halotano 1% e 14% de O2; e o Grupo S recebeu sevoflurano 2% e 14% de O2. Contadas 24 horas após a exposição dos gases, realizaram-se coletas de sangue para avaliação de transaminases (AST e ALT) e de amostras de fígado para avaliação histológica. Foram usados os testes de Análise de Variância não paramétrica de Kruskal-Wallis e, para comparação de médias, os testes de Newman-Keuls. RESULTADOS: A atividade enzimática revelou que os valores de média amostral de AST (280,33 para halotano, 181 para sevoflurano) e ALT (235 para halotano e 48,33 para sevoflurano) não indicaram diferença estatística significativa; os grupos testados apresentaram valores elevados. O sevoflurano, quando comparado com o halotano à microscopia óptica, apresentou índices menores de alteração morfológica, com p = 0,045 para esteatose, p = 0,0075 para infiltrado inflamatório e p = 0,0074 para necrose. CONCLUSÕES: O Grupo sevoflurano, quando comparado ao Grupo halotano, não apresentou lesão no parênquima hepático quando avaliado por microscopia óptica.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Hepatic injury after inhalational anesthesia is controversial. Studies have suggested that inhalational agents generate an immune response that can provoke hepatic injury. The objective of this study was to analyze the effects of the inhalational agents halothane and sevoflurane on the liver of rats submitted to hypoxia and reperfusion. METHODS: Thirty Wistar rats, pretreated with 0.1% phenobarbital for 5 days, with discontinuation of the drug 24 hours before the experiment to cause hepatic injury, were used. Animals were distributed in five groups of six rats each. The control group (C) did not receive any treatment; in the F group, phenobarbital was used to induce hepatic injury; the Hypoxia group was submitted to 14% oxygen (O2); the H group received 1% halothane and 14% O2; and the S group received 2% sevoflurane and 14% O2. Twenty-four hours after exposure to the gases, blood samples were collected to evaluate transaminases (AST and ALT), and liver samples were collected for histological evaluation. Kruskal-Wallis Analysis of Variance and the Newman-Keuls test were used. RESULTS: Enzymatic activity mean values of AST (280.33, for halothane, 181, for sevoflurane) and ALT (235 for halothane, and 48.33, for sevoflurane) did not show significant differences, and all groups showed elevated values. Compared to halothane on optical microscopy, sevoflurane had lower indices of morphologic changes with p = 0.045, for steatosis, p = 0.0075, for inflammatory infiltrate, and p = 0.0074, for necrosis. CONCLUSIONS: Compared to the halothane group, sevoflurane did not show injuries of the liver parenchyma on optical microscopy.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La lesión hepática postanestesia inhalatoria todavía es algo controversial. Algunos estudios sugieren que los agentes inhalatorios generan una respuesta inmune que puede provocar lesiones hepáticas. El objetivo de este estudio fue analizar el efecto de los anestésicos inhalatorios halotano y sevoflurano en el hígado de ratones que fueron sometidos a la hipoxia y a la reperfusión. MÉTODO: Fueron utilizados 30 ratones Wistar tratados previamente con fenobarbital al 0,1% durante cinco días, con suspensión de la medicación 24 horas antes del experimento para provocar la lesión hepática. Los animales fueron distribuidos en cinco grupos con seis ratones cada uno. El grupo C fue el de control, sin ningún tipo de tratamiento; el grupo F fue aquel en el cual se indujo la lesión hepática con fenobarbital; el grupo Hipoxia se expuso a un 14% de oxígeno (O2); el grupo H recibió halotano al 1% y al 14% de O2; y el grupo S recibió sevoflurano al 2% y al 14% de O2. Contadas 24 horas después de la exposición de los gases, se realizó la recolección de sangre para la evaluación de las transaminasas (AST y ALT), y de las muestras de hígado para la evaluación histológica. Fueron usados los test de Análisis de Variancia no paramétrica de Kruskal-Wallis, y para la comparación de los promedios se usaron los test de Newman-Keuls. RESULTADOS: La actividad enzimática arrojó valores de promedio de muestra de AST (280,33 para halotano, 181 para sevoflurano y ALT 235 para halotano y 48,33 para sevoflurano), que no indicaron diferencia estadística significativa: los grupos testados presentaron valores elevados. El sevoflurano, cuando fue comparado con el halotano a la microscopía óptica, presentó índices menores de alteración morfológica, con p = 0,045 para esteatosis, p = 0,0075 para infiltrado inflamatorio y p = 0,0074 para necrosis. CONCLUSIONES: El grupo sevoflurano, cuando se comparó con el grupo halotano, no presentó lesión en el parénquima hepático cuando se evaluó por la microscopía óptica. <![CDATA[<b>Thyrotoxic crisis associated with gestational trophoblastic disease</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942011000500010&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A gonadotrofina coriônica humana (HCG) e o hormônio tireotrófico (TSH) apresentam analogia entre suas estruturas, assim como seus receptores. Os altos níveis de HCG encontrados nas doenças trofoblásticas gestacionais podem induzir um quadro de hipertireoidismo secundário. O objetivo deste relato é apresentar um caso em que a administração de contraste iodado precipitou um quadro de crise tireotóxica. RELATO DO CASO: Paciente com mola hidatiforme completa foi admitida no centro cirúrgico com sangramento vaginal intenso após realização de tomografia com contraste iodado. Durante indução anestésica, paciente apresentou quadro compatível com crise tireotóxica. CONCLUSÕES: A incidência de quadros graves associados à doença trofoblástica gestacional tende a diminuir com seu diagnóstico precoce. Ainda que isso aconteça, o anestesiologista deve estar atento à possibilidade de crise tireotóxica nesses pacientes.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Human chorionic gonadotropin (HCG) and thyrotrophic hormone (TSH) have analogies in their structures, as well as in their receptors. The high levels of HCG seen in gestational trophoblastic diseases may induce secondary hyperthyroidism. The objective of this report was to present a case in which the administration of iodinated contrast triggered a thyrotoxic crisis. CASE REPORT: Patient with complete hydatidiform mole who was admitted to the operating room with severe vaginal bleeding after a tomographic exam with iodinated contrast. During anesthetic induction, the patient presented symptoms compatible with thyrotoxic crisis. CONCLUSIONS: The incidence of severe presentations associated with gestational trophoblastic disease tends to decrease with early diagnosis. Still, the anesthesiologist should be aware of the possibility of those patients developing thyrotoxic crisis.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La HCG y el TSH presentan una analogía entre sus estructuras, como también sus receptores. Los altos niveles de HCG encontrados en las enfermedades trofoblásticas de la gestación pueden inducir a un cuadro de hipertiroidismo secundario. El objetivo de este relato es presentar un caso en que la administración de contraste yodado precipitó un cuadro de crisis tirotóxica. RELATO DEL CASO: Paciente con mola hidatiforme completa que entró en quirófano con sangramiento vaginal intenso después de la realización de una tomografía con contraste yodado. Durante la inducción anestésica, la paciente presentó un cuadro compatible con la crisis tirotóxica. CONCLUSIONES: La incidencia de cuadros graves asociados a la enfermedad trofoblástica gestacional tiende a reducirse con su diagnóstico precoz. Pero incluso si eso ocurre, el anestesiólogo debe estar atento a la posibilidad de una crisis tirotóxica en esos pacientes. <![CDATA[<b>Use of a minimally invasive uncalibrated cardiac output monitor in patients undergoing cesarean section under spinal anesthesia</b>: <b>report of four cases</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942011000500011&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Durante cesariana sob raquianestesia observam-se alterações hemodinâmicas. São realizadas medidas de pressão arterial (PA) não invasiva e de frequência cardíaca (FC) para diagnosticar essas alterações, mas com atraso e imprecisão. Outros monitores como cateteres de pressão de enchimento e débito cardíaco (DC) com calibração externa são muito invasivos ou imprecisos. O objetivo deste estudo foi relatar as medidas de débito cardíaco obtidas por um monitor minimamente invasivo não calibrado (LiDCO rapid) em pacientes submetidas à cesariana sob raquianestesia. RELATO DO CASO: Após aprovação da comissão de ética, quatro pacientes consentiram em participar do estudo. Elas foram submetidas à cesariana sob raquianestesia quando estavam conectadas ao LiDCO rapid por uma linha arterial radial. Os dados de DC, FC e BP foram registrados no momento basal, após instalação da raquianestesia, após extração fetal e placentária e após infusão de ocitocina e metaraminol. Foram observadas queda da PA, com aumento da FC e DC após a raquianestesia e infusão de ocitocina; e aumento da BP, com queda da FC e DC após bolus de vasopressor. CONCLUSÕES: Embora não calibrado, esse monitor produziu tendência de dados consistentes sobre a hemodinâmica de pacientes obstétricas e pode ser usado como guia terapêutico ou como ferramenta de pesquisa<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Hemodynamic changes are observed during cesarean section under spinal anesthesia. Non-invasive blood pressure (BP) and heart rate (HR) measurements are performed to diagnose these changes, but they are delayed and inaccurate. Other monitors such as filling pressure and cardiac output (CO) catheters with external calibration are very invasive or inaccurate. The objective of the present study was to report the cardiac output measurements obtained with a minimally invasive uncalibrated monitor (LiDCO rapid) in patients undergoing cesarean section under spinal anesthesia. CASE REPORT: After approval by the Ethics Commission, four patients agreed to participate in this study. They underwent cesarean section under spinal anesthesia while at the same time being connected to the LiDCO rapid by a radial artery line. Cardiac output, HR, and BP were recorded at baseline, after spinal anesthesia, after fetal and placental extraction, and after the infusion of oxytocin and metaraminol. We observed a fall in BP with an increase of HR and CO after spinal anesthesia and oxytocin infusion; and an increase in BP with a fall in HR and CO after bolus of the vasopressor. CONCLUSIONS: Although this monitor had not been calibrated, it showed a tendency for consistent hemodynamic data in obstetric patients and it may be used as a therapeutic guide or experimental tool<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Durante la cesárea bajo raquianestesia, se observaron alteraciones hemodinámicas. La medidas de presión arterial (PA), no invasiva y de frecuencia cardíaca (FC), para diagnosticar esas alteraciones se realizan, pero con atraso e imprecisión. Otros monitores como catéteres de presión de llenado y débito cardíaco (DC), con calibración externa son muy invasivos o imprecisos. El objetivo de este estudio, fue relatar las medidas de débito cardíaco obtenidas por un monitor mínimamente invasivo no calibrado (LiDCO rapid), en pacientes sometidas a la cesárea bajo raquianestesia. RELATO DEL CASO: Después de la aprobación por parte de la comisión de ética, cuatro pacientes estuvieron de acuerdo en participar en el estudio. Se sometieron entonces a la cesárea bajo raquianestesia cuando estaban conectadas al LiDCO rapid por una línea arterial radial. Los datos de DC, FC y BP se registraron al momento basal, después de la instalación de la raquianestesia, después de la extracción fetal y placentaria, y después de la infusión de ocitocina y metaraminol. Observamos una caída de la PA, con un aumento de la FC y DC posterior a la raquianestesia e infusión de ocitocina; y un aumento de la BP, con una caída de la FC y DC después de un bolo de vasopresor. CONCLUSIONES: Aunque no esté calibrado, ese monitor nos ofreció datos consistentes sobre la hemodinámica de las pacientes obstétricas y puede ser usado como guía terapéutico o como una herramienta de investigación <![CDATA[<b>Spinal myoclonus after subarachnoid anesthesia with bupivacaine</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942011000500012&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Apresenta-se neste relato de caso uma complicação muito rara após a anestesia espinhal, com o objetivo de oferecer algum subsídio ao manuseio e à conduta terapêutica. RELATO DO CASO: Paciente de 63 anos, negro, ASA I, programado para a ressecção transuretral da próstata (RTU), foi submetido a uma anestesia subaracnoidea com bupivacaína (15 mg) sem adrenalina. A punção não apresentou intercorrências e o paciente foi posicionado para cirurgia. Logo após o posicionamento cirúrgico, o paciente reclamou de dor intensa na região perineal, acompanhada de movimentos involuntários, tipo contrações tônico-clônicas, nos membros inferiores. O paciente recebeu benzodiazepínico para controle das mioclonias, sem resultado. Em seguida, o paciente apresentou agitação importante e, submetido à intubação orotraqueal, foi mantido em ventilação controlada e encaminhado para a Unidade de Cuidados Intensivos. Apesar da realização de todos os exames bioquímicos e de imagem, nenhuma causa aparente foi detectada. Não houve troca de medicação e o mesmo lote de anestésico havia sido usado em outros pacientes naquele dia, sem intercorrências. CONCLUSÕES: Com o afastamento de todas as causas possíveis, foi aceito, por exclusão, o diagnóstico de mioclonia espinhal pós-raquianestesia com bupivacaína<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: It is presented in this case report a very rare complication after spinal anesthesia to provide subsidies to the management and therapeutic conduct. CASE REPORT: This is a 63-year old African-Brazilian patient, ASA I, scheduled for transurethral resection of the prostate (TURP). He underwent subarachnoid anesthesia with bupivacaine (15 mg) without adrenaline. Intercurrences were not observed during puncture, and the patient was positioned for surgery. Soon after positioning the patient, he complained of severe pain in the perineum region followed by involuntary tonic-clonic movements of the lower limbs. The patient was treated with a benzodiazepine to control the myoclonus without response. This episode was followed by significant agitation and the patient was intubated. He was maintained in controlled ventilation and transferred to the Intensive Care Unit. Despite all biochemical and imaging tests performed, an apparent cause was not detected. The medication was not changed and the same batch of anesthetic had been used in other patients that same day without intercurrences. CONCLUSIONS: After ruling out all possible causes, the diagnosis of spinal myoclonus after spinal anesthesia with bupivacaine was made by exclusion<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: En este relato de caso, presentamos una complicación muy rara después de la anestesia espinal, con el objetivo de ofrecer algún subsidio para el manejo y la conducta terapéutica. RELATO DEL CASO: Paciente de 63 años, negro, ASA I, programado para la resección transuretral de la próstata (RTU), que fue sometido a una anestesia subaracnoidea con bupivacaína (15 mg), sin adrenalina. La punción no presentó intercurrencias y el paciente fue posicionado para la cirugía. Inmediatamente después del posicionamiento quirúrgico, el paciente se quejó de un intenso dolor en la región perineal, seguido de movimientos involuntarios, como contracciones tónico-clónicas en los miembros inferiores. El paciente recibió benzodiazepínico para el control de las mioclonías, sin resultados. Enseguida, debutó con una agitación importante y fue sometido a la intubación orotraqueal y mantenido bajo ventilación controlada. Posteriormente fue derivado a la Unidad de Cuidados Intensivos. A pesar de la realización de todos los exámenes bioquímicos y de imagen, no se detectó ninguna causa aparente. No hubo cambio de medicación y se usó el mismo lote de anestésico que había sido usado en otros pacientes aquel día, sin intercurrencias. CONCLUSIONES: Al descartar todas las posibles causas, se aceptó, por exclusión, el diagnóstico de la mioclonía espinal postraquianestesia con bupivacaína <![CDATA[<b>Update on cardiopulmonary resuscitation guidelines of interest to anesthesiologists</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942011000500013&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: As novas diretrizes de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) enfatizam a importância das compressões torácicas de alta qualidade e modificam algumas rotinas. Este artigo tem por objetivo revisar as principais alterações na reanimação praticada pelo médico anestesiologista. CONTEÚDO: A ênfase para realização das compressões torácicas de alta qualidade, com frequência e profundidade adequadas, permitindo retorno total do tórax e com interrupção mínima nas compressões, assume posição de destaque nesta atualização. Não se deve levar mais de dez segundos verificando o pulso antes de iniciar a RCP. A relação universal de 30:2 é mantida, modificando-se sua ordem de realização, iniciando-se pelas compressões torácicas, para, em seguida, prosseguir para as vias aéreas e respiração (C-A-B, em vez de A-B-C). O procedimento "ver, ouvir e sentir se há respiração" foi removido do algoritmo e o uso de pressão cricoidea durante as ventilações, em geral, não é mais recomendado. A frequência das compressões foi modificada para um mínimo de cem por minuto, em vez de aproximadamente cem por minuto, sendo sua profundidade em adultos alterada para 5 cm, em lugar da faixa antes recomendada de 4 a 5 cm. Choque único é mantido, devendo ser de 120 a 200 J quando bifásico, ou 360 J quando monofásico. No suporte avançado de vida, o uso de capnografia e capnometria para confirmação da intubação e monitoração da qualidade da RCP é uma recomendação formal. A atropina não é mais recomendada para uso rotineiro no tratamento da atividade elétrica sem pulso ou assistolia. CONCLUSÕES: É importante a atualização quanto às novas diretrizes de RCP, sendo enfatizado o contínuo aprendizado. Isso irá melhorar a qualidade da reanimação e sobrevida de pacientes em parada cardíaca<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: The new cardiopulmonary resuscitation (CPR) guidelines emphasize the importance of high-quality chest compressions and modify some routines. The objective of this report was to review the main changes in resuscitation practiced by anesthesiologists. CONTENTS: The emphasis on high-quality chest compressions with adequate rate and depth allowing full recoil of the chest and with minimal interruptions is highlighted in this update. One should not take more than ten seconds checking the pulse before starting CPR. The universal relationship of 30:2 is maintained, modifying its order, initiating with chest compressions, followed by airways and breathing (C-A-B instead of A-B-C). The procedure "look, listen, and feel whether the patient is breathing" was removed from the algorithm, and the use of cricoid pressure during ventilations is not recommended any more. The rate of chest compressions was changed for at least one hundred per minute instead of approximately one hundred per minute, and its depth in adults was changed to 5 cm instead of the prior recommendation of 4 to 5 cm. The single shock is maintained, and it should be of 120 to 200 J when it is biphasic; and 360 J when it is monophasic. In advanced cardiac life support, the use of capnography and capnometry to confirm intubation and monitoring the quality of CPR is a formal recommendation. Atropine is no longer recommended for routine use in the treatment of pulseless electrical activity or asystole. CONCLUSIONS: Updating the phases of the new CPR guidelines is important, and continuous learning is recommended. This will improve the quality of resuscitation and survival of patients in cardiac arrest<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Las nuevas directrices de resucitación cardiopulmonar (RCP), destacan la importancia de las compresiones torácicas de alta calidad y modifican algunas rutinas. Este artículo tiene el objetivo de revisar las principales alteraciones en la reanimación practicada por el médico anestesista. CONTENIDO: El énfasis para la realización de las compresiones torácicas de alta calidad, con la frecuencia y la profundidad adecuadas, permitiendo el retorno total del tórax y con interrupción mínima en las compresiones, asume una posición de destaque en esta actualización. No debemos llevar más de 10 segundos verificando el pulso antes de iniciar la RCP. La relación universal de 30:2 se mantiene, modificando su orden de realización, e iniciándose por las compresiones torácicas para, enseguida, proseguir hacia las vías aéreas y la respiración (C-A-B, en vez de A-B-C). El procedimiento "ver, oír y sentir si hay respiración", fue retirado del algoritmo, y el uso de presión cricoide durante las ventilaciones, en general no se recomienda más. La frecuencia de las compresiones fue modificada para un mínimo de 100 por minuto, en vez de aproximadamente 100 por minuto, siendo su profundidad en adultos alterada para 5 cm, en lugar de la franja antes recomendada de 4 a 5 cm. El choque único se mantiene y debe ser de 120 a 200 J, cuando es bifásico, o 360 J, cuando es monofásico. En el soporte avanzado de vida, el uso de capnografía y capnometría para la confirmación de la intubación y de la monitorización de la calidad de la RCP, es una recomendación formal. La atropina no se recomienda más para el uso de rutina en el tratamiento de la actividad eléctrica sin pulso o asistolia. CONCLUSIONES: Es importante la actualización sobre las nuevas directrices de RCP, destacando su continuo aprendizaje. Eso mejorará la calidad de la reanimación y la sobrevida de los pacientes en una parada cardíaca <![CDATA[<b>Painful peripheral neuropathies</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942011000500014&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: As neuropatias dolorosas são frequentes e muitas vezes de difícil tratamento. O objetivo deste texto foi fazer uma revisão para facilitar o diagnóstico e o alívio da dor. CONTEÚDO: Descreveram-se a classificação, as causas, o tipo de fibra envolvida, as manifestações, o diagnóstico, os exames complementares, os questionários usados para diagnóstico e os tratamentos. CONCLUSÕES: O tema é bastante amplo e envolve diversas causas e tratamentos que muitas vezes devem ser associados para o controle adequado da dor.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Painful neuropathies are common and often difficult to treat. The objective of this report was to review the subject to facilitate diagnosis and pain relief. CONTENTS: The classification, causes, type of fibers involved, manifestations, diagnosis, adjuvant tests, questionnaires used in the diagnosis, and treatment are described. CONCLUSIONS: The subject is very broad and involves several causes and treatments that often should be combined to obtain adequate pain control.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Las neuropatías dolorosas son comunes y muchas veces, de difícil tratamiento. El objetivo de este texto fue hacer una revisión para facilitar el diagnóstico y el alivio del dolor. CONTENIDO: Fueron descritas la clasificación, las causas, el tipo de fibra involucrada, las manifestaciones, el diagnóstico, los exámenes complementarios, los cuestionarios usados para el diagnóstico y los tratamientos. CONCLUSIONES: Eltema es muy amplio y envuelve diversas causas y tratamientos que muchas veces deben ser asociados con el control adecuado del dolor. <![CDATA[<b>Protective mechanical ventilation, why use it?</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942011000500015&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: As estratégias de ventilação mecânica (VM) vêm sofrendo modificações nas últimas décadas, com tendência ao uso de volumes correntes (VC) cada vez menores. Porém, em pacientes sem lesão pulmonar aguda (LPA) ou SARA (síndrome da angústia respiratória do adulto), o uso de VC altos ainda é muito comum. Estudos retrospectivos sugerem que o uso dessa prática pode estar relacionado à LPA associada à ventilação mecânica. O objetivo desta revisão é buscar evidências científicas que norteiem uma VM protetora para pacientes com pulmões sadios e sugerir estratégias para ventilar adequadamente um pulmão com LPA/SARA. CONTEÚDO: Realizou-se revisão com base nos principais artigos que englobam o uso de estratégias de ventilação mecânica. CONCLUSÕES: Ainda faltam estudos consistentes para que se determine qual seria a melhor maneira de ventilar um paciente com pulmão sadio. As recomendações dos especialistas e as atuais evidências apresentadas neste artigo indicam que o uso de um VC inferior a 10 mL.kg-1 de peso corporal ideal, associado à pressão expiratória final positiva (PEEP) > 5 cmH2O e sem ultrapassar uma pressão de platô de 15 a 20 cmH2O, poderia minimizar o estiramento alveolar no final da inspiração e evitar possível inflamação ou colabamento alveolar.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Mechanical ventilation (MV) strategies have been modified over the last decades with a tendency for increasingly lower tidal volumes (VT). However, in patients without acute lung injury (ALI) or acute respiratory distress syndrome (ARDS) the use of high VTs is still very common. Retrospective studies suggest that this practice can be related to mechanical ventilation-associated ALI. The objective of this review is to search for evidence to guide protective MV in patients with healthy lungs and to suggest strategies to properly ventilate lungs with ALI/ARDS. CONTENTS: A review based on the main articles that focus on the use of strategies of mechanical ventilation was performed. CONCLUSIONS: Consistent studies to determine which would be the best way to ventilate a patient with healthy lungs are lacking. Expert recommendations and current evidence presented in this article indicate that the use of a VT lower than 10 mL.kg-1, associated with positive endexpiratory pressure (PEEP) > 5 cmH2O without exceeding a pressure plateau of 15 to 20 cmH2O could minimize alveolar stretching at the end of inspiration and avoid possible inflammation or alveolar collapse.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Las estrategias de ventilación mecánica (VM), han venido sufriendo modificaciones en las últimas décadas, con una tendencia al uso de volúmenes corrientes (VC) cada vez menores. Sin embargo, en los pacientes sin Lesión Pulmonar Aguda (LPA) o SARA (Síndrome de la angustia respiratoria del adulto), el uso de VC altos todavía es algo muy común. Estudios retrospectivos sugieren que el uso de esa práctica puede estar relacionado con la LPA asociada a la ventilación mecánica. El objetivo de esta revisión, es buscar evidencias científicas que guíen una VM protectora para los pacientes con pulmones sanos y sugerir estrategias para una adecuada ventilación de un pulmón con LPA/SARA. CONTENIDO: Se realizó una revisión basándonos en los principales artículos que engloban el uso de las estrategias de ventilación mecánica. CONCLUSIONES: Todavía faltan estudios consistentes para determinar cuál sería la mejor manera de ventilar a un paciente con un pulmón sano. Las recomendaciones de los expertos, y las actuales evidencias presentadas en este artículo, indican que el uso de un VC menor que 10 mL.kg-1 de peso corporal ideal asociado a la PEEP > 5 cmH2O y sin rebasar una presión de meseta de 15 a 20 cmH2O, podría minimizar el estiramiento alveolar al final de la inspiración y evitar una posible inflamación o colapso alveolar. <![CDATA[<b>Brazilian Society of Anesthesiology Recommendations for safety in regional anesthesia</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942011000500016&lng=en&nrm=iso&tlng=en JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: As estratégias de ventilação mecânica (VM) vêm sofrendo modificações nas últimas décadas, com tendência ao uso de volumes correntes (VC) cada vez menores. Porém, em pacientes sem lesão pulmonar aguda (LPA) ou SARA (síndrome da angústia respiratória do adulto), o uso de VC altos ainda é muito comum. Estudos retrospectivos sugerem que o uso dessa prática pode estar relacionado à LPA associada à ventilação mecânica. O objetivo desta revisão é buscar evidências científicas que norteiem uma VM protetora para pacientes com pulmões sadios e sugerir estratégias para ventilar adequadamente um pulmão com LPA/SARA. CONTEÚDO: Realizou-se revisão com base nos principais artigos que englobam o uso de estratégias de ventilação mecânica. CONCLUSÕES: Ainda faltam estudos consistentes para que se determine qual seria a melhor maneira de ventilar um paciente com pulmão sadio. As recomendações dos especialistas e as atuais evidências apresentadas neste artigo indicam que o uso de um VC inferior a 10 mL.kg-1 de peso corporal ideal, associado à pressão expiratória final positiva (PEEP) > 5 cmH2O e sem ultrapassar uma pressão de platô de 15 a 20 cmH2O, poderia minimizar o estiramento alveolar no final da inspiração e evitar possível inflamação ou colabamento alveolar.<hr/>BACKGROUND AND OBJECTIVES: Mechanical ventilation (MV) strategies have been modified over the last decades with a tendency for increasingly lower tidal volumes (VT). However, in patients without acute lung injury (ALI) or acute respiratory distress syndrome (ARDS) the use of high VTs is still very common. Retrospective studies suggest that this practice can be related to mechanical ventilation-associated ALI. The objective of this review is to search for evidence to guide protective MV in patients with healthy lungs and to suggest strategies to properly ventilate lungs with ALI/ARDS. CONTENTS: A review based on the main articles that focus on the use of strategies of mechanical ventilation was performed. CONCLUSIONS: Consistent studies to determine which would be the best way to ventilate a patient with healthy lungs are lacking. Expert recommendations and current evidence presented in this article indicate that the use of a VT lower than 10 mL.kg-1, associated with positive endexpiratory pressure (PEEP) > 5 cmH2O without exceeding a pressure plateau of 15 to 20 cmH2O could minimize alveolar stretching at the end of inspiration and avoid possible inflammation or alveolar collapse.<hr/>JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Las estrategias de ventilación mecánica (VM), han venido sufriendo modificaciones en las últimas décadas, con una tendencia al uso de volúmenes corrientes (VC) cada vez menores. Sin embargo, en los pacientes sin Lesión Pulmonar Aguda (LPA) o SARA (Síndrome de la angustia respiratoria del adulto), el uso de VC altos todavía es algo muy común. Estudios retrospectivos sugieren que el uso de esa práctica puede estar relacionado con la LPA asociada a la ventilación mecánica. El objetivo de esta revisión, es buscar evidencias científicas que guíen una VM protectora para los pacientes con pulmones sanos y sugerir estrategias para una adecuada ventilación de un pulmón con LPA/SARA. CONTENIDO: Se realizó una revisión basándonos en los principales artículos que engloban el uso de las estrategias de ventilación mecánica. CONCLUSIONES: Todavía faltan estudios consistentes para determinar cuál sería la mejor manera de ventilar a un paciente con un pulmón sano. Las recomendaciones de los expertos, y las actuales evidencias presentadas en este artículo, indican que el uso de un VC menor que 10 mL.kg-1 de peso corporal ideal asociado a la PEEP > 5 cmH2O y sin rebasar una presión de meseta de 15 a 20 cmH2O, podría minimizar el estiramiento alveolar al final de la inspiración y evitar una posible inflamación o colapso alveolar.