Scielo RSS <![CDATA[Revista Brasileira de PolĂ­tica Internacional]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=0034-732920140003&lang=es vol. 57 num. SPE lang. es <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[China rising - strategies and tactics of China's growing presence in the world: a special issue of RBPI]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-73292014000300005&lng=es&nrm=iso&tlng=es <![CDATA[Mao's steps in Monroe's backyard: towards a United States-China hegemonic struggle in Latin America?]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-73292014000300009&lng=es&nrm=iso&tlng=es Contrary to what could be expected given the United States' historical hegemony of Latin America, growing Chinese influence in this region has not led to a dispute between China and the US. Despite activism of hard-line groups in the United States, both parties have faced the issue with noticeable pragmatism. This attitude could be explained by three variables: the US political negligence towards Latin America in the Post-Cold War, the focus of Sino-Latin American relations on economic rather than geopolitical or ideological affairs, and the scanty relevance of the region in the top priorities of overall Washington-Beijing relations.<hr/>Ao contrário do que se poderia esperar devido à hegemonia histórica dos Estados Unidos na América Latina, a crescente influência chinesa na região não levou a uma disputa entre China e Estados Unidos. Apesar do ativismo de grupos linha-dura nos Estados Unidos, ambas as partes têm enfrentado a questão com pragmatismo perceptível. Essa atitude pode ser explicada por três variáveis: a negligência política americana para a América Latina no pós-Guerra Fria, o foco das relações sino-latino-americana sobre economia, em vez de assuntos geopolíticos ou ideológicos, e a relevância escassa da região no topo de prioridades das relações globais de Washington-Pequim. <![CDATA[Swords into ploughshares? China's Soft Power strategy in Southeast Asia and its challenges1]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-73292014000300028&lng=es&nrm=iso&tlng=es Since the 1990s, alongside China's economic growth, the international community has fostered a general anxiety towards a "China threat." In order to relieve itself from suspicion, China adopted the dual strategies of "harmonious worldview" and "good neighbor policy." The strategies led to the use of soft power in China's foreign policy. China aimed to reduce security concerns implied by the threat theory by supporting an image that caters to international peace and development. This article seeks to explain how China achieves its interests in Southeast Asia through the use of soft power. The authors address the concepts of "harmonious worldview" and "good neighbor policy" and how the twin strategies and soft power have shaped China's foreign policy in recent years. This article aims to provide insights into China's policy options in Southeast Asia in the near future.<hr/>Desde os anos 1990, juntamente com o crescimento econômico da China, a comunidade internacional tem promovido uma ansiedade geral no sentido de uma "ameaça chinesa". Para aliviar-se da suspeita, a China adotou a dupla estratégia de "visão de mundo harmonioso" e "política de boa vizinhança". A estratégia levou ao uso do soft power na política externa da China. A China teve como objetivo reduzir as preocupações de segurança implícitos na teoria da ameaça, apoiando uma imagem que atende à paz e ao desenvolvimento internacional. Este artigo procura explicar como a China atinge os seus interesses no Sudeste da Ásia, por meio da utilização do soft power. Os autores abordam os conceitos de "visão de mundo harmonioso" e "política de boa vizinhança" e como ambas as estratégias juntamente com o soft power moldaram a política externa da China nos últimos anos. Este artigo tem como objetivo fornecer insights sobre as opções políticas da China no Sudeste Asiático em um futuro próximo. <![CDATA[China's rising Soft Power: the role of rhetoric in constructing China-Africa relations]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-73292014000300049&lng=es&nrm=iso&tlng=es As China turns increasingly to the cultivation of soft power in the course of developing its foreign policy, the use of political rhetoric and its explicit and implicit audiences become more and more important, both on a bilateral level and within the international arena at large. Using the case of China's relations with African countries, this article examines key themes within China's diplomatic narrative regarding its role on the African continent and contrasts with Western and African responses.<hr/>À proporção que a China se transforma cada vez mais para o cultivo do soft power no curso de desenvolvimento de sua política externa, o uso da retórica política e seus públicos explícitos e implícitos se tornou cada vez mais importante, tanto a nível bilateral quanto no âmbito internacional em geral. Usando o caso das relações da China com os países africanos, este artigo examina temas-chave dentro da narrativa diplomática da China em relação ao seu papel no continente Africano e contrasta com as respostas ocidentais e africanas. <![CDATA[Japan and India: soft balancing as a reaction to China's rise?]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-73292014000300073&lng=es&nrm=iso&tlng=es What are Indian and Japanese reactions to China's rise in economic, political and military terms? According to realist tradition, their option would be between balancing and bandwagoning. Applying Stephen Walt's balance of threats approach, this work aims to analyze Indian and Japan responses to an increasingly powerful China; its conclusions point to an evolving relationship between India and Japan, in military terms, especially after 2005.<hr/>Quais são as reações indianas e japonesas a ascensão da China no âmbito econômico, político e militar? De acordo com a tradição realista suas opções seriam entre balancing e bandwagoning. Aplicando a abordagem do equilíbrio pela ameaça de Stephen Walts, este trabalho visa analisar as respostas da Índia e do Japão diante de uma crescente e poderosa China; suas conclusões apontam para uma evolução do relacionamento entre Índia e Japão, em termos militares, especialmente após 2005. <![CDATA[The international implications of the Chinese model of development in the Global South: Asian Consensus as a network power]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-73292014000300091&lng=es&nrm=iso&tlng=es This paper analyzes People's Republic of China (PRC) economic and political ascendance in the 21st century focusing on the evolution of the sui generis economic development model and its significances of the evolution of relationship between China and the developing countries in the peripheral "Global South." The objective of this article is to analyze the relationship between China and the Global South (Africa and South America) in the 21st century, characterized as a new Center-periphery global network power based on trade and investment that we call as "Asian Consensus."<hr/>O trabalho pretende analisar a ascensão econômica e política da República Popular da China (RPC) no século 21 focando, especificamente, na evolução do seu modelo de desenvolvimento sui generis e seus desdobramentos nos países periféricos dos sistema capitalista, ou do "Sul Global". O objetivo deste artigo é analisar a relação China/Sul Global no século 21 como conformação de uma nova rede de poder global baseada na interdependência comercial e de investimentos, cujo resultado está sendo a "relocalização" da América do Sul e da África na divisão internacional do trabalho, ancorada numa relação centro-periferia reformulada, a qual denominamos de "Consenso Asiático". <![CDATA[Brazil, China, US: a triangular relation?]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-73292014000300108&lng=es&nrm=iso&tlng=es This article is divided in three sections. The first one explores the so-called "strategic partnership" between Brazil and China. In the second section we shall examine how US-China relations in the global system could affect both Brazil-US, and Brazil-China bilateral relations. A final section presents some recommendations for Brazil strategic orientations regarding the current systemic transition in the allotment of global power.<hr/>Este artigo é dividido em três seções. A primeira explora a chamada "parceria estratégia" entre China e Brasil. Na segunda seção examina-se como as relações EUA-China no sistema global podem afetar as relações bilaterais entre Brasil-EUA e Brasil-China. A última seção apresenta recomendações acerca das orientações estratégicas do Brasil com relação ao atual sistema de transição de distribuição de poder global. <![CDATA[China's proposing behavior in Global Governance: the cases of the WTO Doha Round negotiation and G-20 process]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-73292014000300121&lng=es&nrm=iso&tlng=es This article examines China's proposals on the reform of global governance, and discusses the main features of China's proposing behavior in the cases of the WTO Doha Round negotiation and G-20 Process. The main findings are: (1) in the critical junctures of global governance reform, China engaged the reform of the global governance institutions proactively, and put forward a series of reform proposals; (2) in proposing behavior, China argued the global governance institutions should be properly adjusted without intention to change the basic principles, refrained from playing a leadership role while proposing jointly with other countries, and upheld the principled idea of pro-development.<hr/>O presente artigo analisa as propostas da China sobre a reforma da governança global, e discute as principais características de comportamento da China nos casos de negociação da Rodada Doha da OMC e dos Processos do G-20. As principais conclusões são: (1) nos momentos críticos da reforma da governança global, a China envolveu-se na reforma das instituições de governança global de forma proativa, e apresentou uma série de propostas de reforma; (2) na proposição de comportamento, a China defendeu que as instituições de governança global devem ser ajustadas corretamente sem a intenção de mudar os seus princípios básicos, absteve-se de fazer um papel de liderança enquanto propunha a união com outros países, e confirmou a ideia de princípios de pró-desenvolvimento. <![CDATA[South-South relations and the English School of International Relations: Chinese and Brazilian ideas and involvement in Sub-Saharan Africa]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-73292014000300138&lng=es&nrm=iso&tlng=es The rise of large developing countries has led to considerable discussions of re-balancing global relations and giving greater priority to understanding South-South relations. This paper, in exploring the central ideas of Chinese and Brazilian foreign policy and the behavior of these two rising Southern countries toward Sub-Saharan Africa, argues that the English School of International Relations is well suited to understanding the intentions and actions that characterize South-South relations.<hr/>O grande aumento de países em desenvolvimento tem levado à ocorrência de discussões consideráveis acerca de um reequilíbrio nas relações globais e dado maior importância à compreensão das relações Sul-Sul. Este trabalho explora as ideias centrais da política externa chinesa e brasileira e o comportamento destes dois crescentes países do Sul em direção à África Subsaariana, argumentando que a Escola Inglesa de Relações Internacionais é a mais adequada para a compreensão das intenções e ações que caracterizam as relações Sul-Sul. <![CDATA[Between system maker and privileges taker: the role of China in the Greater Mekong Sub-region]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-73292014000300157&lng=es&nrm=iso&tlng=es Utilizing China's leadership projects in the Great Mekong Sub-Region (GMS) as a case study, this paper aims to investigate whether China qualifies as an international leader. This work argues that its geographic position and economic rise allow China to be a "system maker and privilege taker," which is a dual role forming in economic-political relations in the GMS in the last ten years. China is among major driving forces to set up an economic zone in GMS. Growing Chinese regional power is intimately related to the creation of various hubs connecting regional transportation, communication and energy systems that foster the economic development of this region. However, China also proves dark sides of rising powers which take advantage of their privileges to gain benefits. As a "system maker" with its own position and capability, China has notably benefited from building hydropower systems. More importantly, while China is pursuing its benefits and privileges, its hydropower projects have caused some negative effects for the ecosystem in the region. The inflation of dam constructions in both China and GMS countries is raising concerns about using natural resources of the Mekong River. Our concluding part addresses the pressing need to start a serious discussion on the balance between national interests and regional solidarity within the formulation of Chinese foreign policy in GMS.<hr/>Utilizando os projetos de liderança da China na Sub-região do Grande Mekong (GMS) como estudo de caso, este artigo almeja investigar se a China se qualifica como um líder internacional. Este trabalho argumenta que sua posição geográfica e ascensão econômica permitem que a China seja um "criador do sistema e aproveitador de privilégios", que é um duplo papel, formando relações econômico-políticas na GMS nos últimos dez anos. A China está entre as maiores forças impulsoras a estabelecer uma zona econômica na GMS. A crescente potência regional chinesa está intimamente relacionada com a criação de vários centros que conectam sistemas regionais de transporte, comunicação e energia que fomentam o desenvolvimento econômico dessa região. Entretanto, a China também passa pelo lado sombrio das potências em ascensão que se aproveitam de seus privilégios para se beneficiar. Como uma "criadora do sistema" com sua própria posição e capacidade, a China se beneficiou visivelmente de ter construído sistemas de energia hidrelétrica. Mais importante, enquanto a China segue atrás de seus benefícios e privilégios, seus projetos de hidrelétricas têm causado alguns efeitos negativos para o ecossistema na região. O crescimento das construções de represas tanto na China quanto na GMS está causando preocupações sobre o uso de recursos naturais do rio Mekong. Nossa conclusão aborda a necessidade premente de iniciar uma discussão séria sobre o equilíbrio entre interesses nacionais e solidariedade regional dentro da formulação da política externa chinesa na GMS. <![CDATA[Chinese energy policy progress and challenges in the transition to low carbon development, 2006-2013]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-73292014000300174&lng=es&nrm=iso&tlng=es If the world is not to jeopardize the chances for human life on Earth, climate change must be mitigated; therefore, achieving low carbon development is crucial. China is the world's greatest GHG emitter, energy producer and energy consumer; investigating its energy-climate policy developments and international positions are of utmost importance to understand and tackle current stumbling blocks of the global energy and climate governance.<hr/>Se o mundo não quiser colocar em risco a continuidade da vida humana na Terra, as mudanças climáticas precisam ser mitigadas, e alcançar o desenvolvimento de baixo carbono é essencial. A China é o maior emissor de gases de efeito estufa e o maior produtor e consumidor de energia; investigar os desdobramentos de suas políticas em energia e clima e suas posições internacionais nos temas é fundamental para compreender e enfrentar os obstáculos da governança energética e climática global. <![CDATA[The tale of a Trojan horse or the quest for market access? China and the World Trade Organization]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-73292014000300193&lng=es&nrm=iso&tlng=es In 2001, China finally joined the WTO. The accession of China was looked forward to by many WTO members and China itself. However, observers had some fears that the Chinese accession would prove to be a Trojan horse, disrupting the working of the WTO. This paper looks into the Chinese accession and its involvement in the WTO Dispute Settlement and argues that these fears seem so far to be unfounded.<hr/>Em 2001, a China finalmente aderiu à OMC. A adesão da China foi esperada por muitos membros da OMC e da própria China. No entanto, os observadores tinham alguns receios de que a adesão da China viria a ser um cavalo de Tróia, interrompendo o funcionamento da OMC. Este artigo analisa a adesão da China e seu envolvimento na Solução de Controvérsias da OMC e defende que estes receios parecem ser infundados. <![CDATA[Peaceful rise and the limits of Chinese exceptionalism]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-73292014000300210&lng=es&nrm=iso&tlng=es Throughout the last thirty years of opening to the world Beijing has stressed that its rise will be peaceful and that, from a strategic point of view, China is exceptional. There are many challenges facing Beijing's response to the US rebalancing to the Asia-Pacific, but we consider that the ones with greater impact are, in point of fact, of a domestic nature and constitute limits to Chinese exceptionalism.<hr/>Ao longo dos últimos trinta anos de abertura ao mundo, Pequim salientou que sua ascensão seria pacífica e que, de um ponto de vista estratégico, a China é excepcional. Há muitos desafios para a resposta de Pequim frente ao reequilíbrio dos EUA na Ásia-Pacífico, mas consideramos que aqueles com maior impacto são, na verdade, de natureza interna e constituem limites ao excepcionalismo chinês. <![CDATA[Macau in China's relations with the lusophone world]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-73292014000300225&lng=es&nrm=iso&tlng=es After the transfer of the Portuguese administration to China, Macau kept its role as a bridge between East and West, inspired in the Portuguese settlement 500 years ago. The pragmatism of the Chinese central government, using the Lusophone specificities of this Special Administrative Region, supported the creation of the Forum for Economic and Trade Cooperation between China and the Portuguese-speaking Countries, reviving the statute of the Portuguese language and culture in its own territory.<hr/>Depois da transferência da administração portuguesa para a China em 1999, Macau manteve o seu papel de ponte entre o Oriente e o Ocidente, inspirado pela chegada dos portugueses 500 anos atrás. O pragmatismo do Governo Central chinês na utilização das especificidades lusófonas desta Região Administrativa Especial permitiu a criação do Fórum de Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa, reavivando o estatuto da língua e cultura portuguesas no seu próprio território. <![CDATA[Muddle or march: China and the 21st century Concert of Powers]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-73292014000300243&lng=es&nrm=iso&tlng=es Concert of Powers has emerged as an attractive modality in global governance. As an emerging power, China must seriously take this template into account. This article seeks to analyze the incentives, possibilities, and uncertainties for China to participate in Concert with reference to China's history memory on Concert, China's intellectual endeavors, as well as China's evolving foreign preferences. It concludes that China is generally qualified and capable of being a key participant in Concert of Powers with increasing willingness. Yet, China's involvement depends on 1) if Concert template can overcome its own deficiencies; 2) if Concert have competitive advantages compared with other governance alternatives for China; and 3) if China can keep its momentum on both willingness and capacity in power transition.<hr/>O Concerto de Poderes surgiu como uma modalidade atraente na governança global. Como potência emergente, a China deve levar seriamente em consideração esse modelo. Este artigo procura analisar os incentivos, possibilidades e incertezas para a participação da China no Concerto com referência a memória da história da China em Concertos, seus esforços intelectuais, bem como a evolução das suas preferências estrangeiras. Conclui-se que a China é geralmente qualificada e capaz de ser um participante chave no Concerto de Poderes com o aumento da vontade. No entanto, o envolvimento da China depende de 1) se o modelo do Concerto pode superar suas próprias deficiências; 2) se o Concerto têm vantagens competitivas em comparação com outras alternativas de governança para a China; e 3) se a China pode manter a sua dinâmica de vontade e capacidade de transição de poder. <![CDATA[Chinese engagement for Global Governance: aiming for a better room at the table?]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-73292014000300265&lng=es&nrm=iso&tlng=es The text defends the thesis that China is aware that its process of modernization is still recent and needs more growth, maturation and consolidation to assume the role and responsibilities of a regional or even a global leader. This text pursues an understanding about the Chinese stance in relation to the negotiations for the redefinitions of the International Order and the International System (and, hence, Global Governance) and, secondly, seeks to perceive the reactions of non-developed and developed countries in relation to Chinese strategies.<hr/>O artigo defende a tese de que a China está ciente de que seu processo de modernização ainda é recente e precisa de mais crescimento, maturidade e consolidação para assumir o papel e a responsabilidade de um líder regional ou até mesmo global. Este texto desenvolve uma compreensão sobre a postura da China em relação às negociações para as redefinições da Ordem Internacional e do Sistema Internacional (e, portanto, da Governança Global) e, por outro, procura perceber as reações dos países não desenvolvidos e em desenvolvimento em relação às estratégias chinesas.