Scielo RSS <![CDATA[Revista de Administração de Empresas]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=0034-759020160004&lang=es vol. 56 num. 4 lang. es <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[ACADEMIA AND PRACTICE]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-75902016000400372&lng=es&nrm=iso&tlng=es <![CDATA[TRANSNATIONAL GOVERNANCE REGIMES IN THE GLOBAL SOUTH: MULTINATIONALS, STATES AND NGOs AS POLITICAL ACTORS]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-75902016000400374&lng=es&nrm=iso&tlng=es <![CDATA[Trayectorias de movilización transnacional para los derechos indígenas en Brasil]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-75902016000400380&lng=es&nrm=iso&tlng=es ABSTRACT While research on episodes of transnational activism has advanced substantially in recent years, our knowledge about how long-term trajectories of cross-border activism affect the formation of national social movements and their capacity to influence domestic institutional change is still limited. This paper addresses this gap by analyzing transnational mobilization around the political and economic rights of indigenous groups in Brazil. We show that early pathways of transnational mobilization generated a set of ideational, organizational and institutional outcomes that enabled previously marginalized actors to shape the directions of institutional change within the country at the time of the Brazilian democratic transition. We identify three initially uncoordinated trajectories of transnational mobilization taking place in the late 1960s and 1970s and show how they converged over time through two social mechanisms - institutional cross-referencing and social networking - to form an increasingly tightly knit inter-sectoral social movement that was capable of influencing institution-building during the period of the National Constitutional Assembly (1978-1988). We conclude with a discussion of the linkages between transnational activism and national social movement formation.<hr/>RESUMO Embora as pesquisas sobre episódios de ativismo transnacional tenham avançado substancialmente nos últimos anos, nosso conhecimento acerca de como as trajetórias de longo prazo do ativismo transfronteiriço afetam a formação de movimentos sociais nacionais, bem como de sua capacidade de influenciar mudanças institucionais domésticas, ainda é limitado. Este artigo aborda esta lacuna ao analisar a mobilização transnacional em torno dos direitos políticos e econômicos de grupos indígenas no Brasil. Mostramos que os caminhos iniciais da mobilização transnacional geraram um conjunto de resultados ideacionais, organizacionais e institucionais, os quais permitiram que atores anteriormente marginalizados moldassem as direções das mudanças institucionais dentro do país no período da transição democrática brasileira. Identificamos três trajetórias inicialmente não coordenadas de mobilização transnacional ocorrendo no final dos anos 1960 e 1970, e mostramos como elas convergiram, com o tempo, através de dois mecanismos sociais - o cruzamento de referências institucionais e a formação de redes sociais - para formar um movimento social intersetorial cada vez mais fortemente entrelaçado, o qual foi capaz de influenciar a formação de instituições durante o período da Assembleia Nacional Constituinte (1987-1988). Encerramos o artigo com uma discussão sobre as ligações entre o ativismo transnacional e a formação de movimentos sociais nacionais.<hr/>RESUMEN Mientras la investigación de episodios de activismo transnacional ha avanzado significativamente en los últimos años, nuestro conocimiento acerca de cómo las trayectorias a largo plazo de activismo transfronterizo afectan la formación de movimientos sociales nacionales y su capacidad de influir en el cambio institucional aún es limitado. El presente artículo trata esta laguna al analizar la movilización transnacional en torno a los derechos políticos y económicos de grupos indígenas en Brasil. Mostramos que salidas tempranas de movilización transnacional generaron un conjunto de resultados de ideas, organizacionales e institucionales que permitieron que actores marginalizados previamente le dieran forma a los rumbos del cambio institucional dentro del país en la época de la transición democrática brasileña. Identificamos tres trayectorias inicialmente descoordinadas de movilización transnacional transcurriendo a fines de la década de 1960 y 1970 y mostramos cómo convergieron con el paso del tiempo a través de dos mecanismos sociales (referencia cruzada institucional y redes sociales) para formar un movimiento social intersectorial cada vez más compacto capaz de influir en la formación de la institución durante el período de la Asamblea Constitucional Nacional (1978-1988). Concluimos con un debate de los vínculos entre activismo transnacional y la formación de movimientos sociales nacionales. <![CDATA[Protocolos comunitarios como herramientas para resistir a la exclusión en gobernanza ambiental global]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-75902016000400395&lng=es&nrm=iso&tlng=es ABSTRACT This paper analyzes the rise of the community protocol approach under the access and benefit-sharing (ABS) transnational governance arena, to understand how local initiatives translate a global environmental regulation. This paper contributes to the literature on transnational governance by showing how this is constituted by a series of translation processes and each time a concept is introduced in a transnational arena and then translated by a community or organization, it gains new forms and uses depending on the interests and experiences of the actors involved. However, the same concept used for the same goal by communities in different parts of the world led to different concrete outcomes, which points to the idea that the outcomes in translation processes are not only ongoing but also unpredictable. In addition, the cases illustrate that in the process of actively translating a global regulation, the local actors themselves also change. Finally, the emergent findings show how community protocols were translated to become translocal tools to resist exclusion in environmental governance through two main mechanisms: connecting goals and practices and (re)connecting social networks.<hr/>RESUMO Este artigo analisa a ascensão da abordagem dos protocolos comunitários no âmbito da governança transnacional de compartilhamento de acesso e benefícios (access and benefit- sharing - ABS), a fim de compreender como iniciativas locais traduzem uma regulamentação ambiental global. Este artigo contribui para a literatura sobre governança transnacional ao mostrar como este fenômeno é constituído por uma série de processos de tradução e, cada vez que um conceito é introduzido em uma instância internacional, e depois traduzido por uma comunidade ou organização, adquire novas formas e usos, dependendo dos interesses e experiências dos atores envolvidos. Entretanto, os mesmos conceitos utilizados para os mesmos objetivos por comunidades em diferentes partes do mundo levaram a resultados concretos diferentes, o que aponta para a ideia de que os resultados nos processos de tradução não são apenas continuados, mas também imprevisíveis. Além disso, os casos ilustram que, no processo de tradução ativa de uma regulamentação global, os próprios atores locais também mudam. Finalmente, os resultados obtidos mostram como os protocolos comunitários foram traduzidos de modo a se tornar ferramentas translocais voltadas à resistência à exclusão no campo da governança ambiental, através de dois mecanismos principais: conexão de objetivos de práticas e (re)conexão de redes sociais.<hr/>RESUMEN El presente artículo analiza el aumento del abordaje de protocolo comunitario según la arena de gobernanza transnacional de acceso y distribución de beneficios (access and benefit-sharing -ABS), para entender cómo las iniciativas locales traducen una norma ambiental global. El presente artículo contribuye a la literatura sobre gobernanza transnacional al mostrar cómo está constituido por una serie de procesos de traducción y cada vez que se introduce un concepto en una arena transnacional y luego es traducida por una comunidad u organización, gana nuevas formas y usos dependiendo de los intereses y experiencias de los actores involucrados. Sin embargo, el mismo concepto utilizado con el mismo objetivo por comunidades en diferentes partes del mundo llevó a diferentes resultados concretos, lo que apunta hacia la idea de que los resultados en procesos de traducción no son tan sólo constantes sino también impredecibles. Además, los casos ilustran que en el proceso de traducir activamente una norma global, los actores locales mismos también cambian. Por último, los descubrimientos emergentes muestran cómo los protocolos comunitarios fueron traducidos para convertirse en reglas translocales para resistir a la exclusión en gobernanza ambiental a través de dos mecanismos principales: conectar objetivos y prácticas y (re)conectar redes sociales. <![CDATA[Difusión de estándares globales de sostenibilidad: Adecuación institucional del estándar ASC-Shrimp en Indonesia]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-75902016000400411&lng=es&nrm=iso&tlng=es ABSTRACT The past two decades saw a rapid proliferation of sustainability standards created by multi-stakeholder partnerships of multinationals and international NGOs. This paper argues that the transformative capacity of these global partnerships to bring about sustainable change largely depends on how well the institutional features of global sustainability standards fit local organizational fields. This paper therefore aims to unravel the dynamics of global-local interactions. To this end, the concept of institutional fit is operationalized to assess whether and how the technical, cultural and political characteristics intrinsic to global sustainability standards are able to connect to local projects, strategies and practices. The introduction of the Aquaculture Stewardship Council's standard into the Indonesian shrimp sector is used as a case to investigate these interactions. This paper shows that a process of fitting occurs when provisional institutions generated within a global partnership can be modified. We argue that global sustainability standards can benefit from steering more explicitly on dovetailing regulative and normative structures of global and local organizational fields. Local NGOs can play important mediating roles in this regard, which can potentially increase the transformative capacity of global standards in terms of generating and accelerating sustainable change.<hr/>RESUMO As duas últimas décadas assistiram a uma rápida proliferação de padrões de sustentabilidade criados por parcerias multi-stakeholder de ONGs multinacionais e internacionais. O presente artigo argumenta que a capacidade transformadora dessas parcerias para trazer mudanças depende, em grande medida, de como as características institucionais dos padrões globais de sustentabilidade se adequam aos campos organizacionais locais. Este artigo, portanto, visa a revelar as dinâmicas das interações globais-locais. Para isso, o conceito de adequação institucional é operacionalizado com o intuito de avaliar se e como as características técnicas, culturais e políticas intrínsecas aos padrões globais de sustentabilidade são capazes de se conectar aos projetos, estratégias e práticas locais. A introdução do padrão do Aquaculture Stewardship Council no setor camaroneiro indonésio é utilizada como caso para a investigação dessas interações. Este artigo mostra que um processo de adequação ocorre quando instituições provisórias geradas no âmbito de uma parceria global podem ser modificadas. Argumentamos que os padrões globais de sustentabilidade podem se beneficiar de uma orientação mais explicitamente voltada ao encaixe entre as estruturas regulatórias e normativas globais e os campos organizacionais locais. As ONGs locais podem desempenhar importantes papéis de mediação nesse sentido, o que pode potencialmente aumentar a capacidade transformadora dos padrões globais em termos de geração e aceleração de mudanças sustentáveis.<hr/>RESUMEN Las últimas dos décadas vieron una rápida proliferación de estándares de sostenibilidad creados por sociedades de múltiples partes interesadas de ONG multinacionales e internacionales. El presente artículo argumenta que la capacidad transformadora de dichas sociedades globales para causar un cambio sostenible depende en gran medida de lo bien que las características institucionales de los estándares globales se adecuen a los campos organizacionales locales. Por lo tanto, el objetivo de este artículo es descubrir la dinámica de las interacciones globales-locales. A este fin, el concepto de adecuación institucional se pone en práctica para evaluar si y cómo las características técnicas, culturales y políticas intrínsecas de los estándares globales de sostenibilidad son capaces de conectarse con proyectos, estrategias y prácticas locales. La introducción del estándar del Aquaculture Stewardship Council en el sector de camarones de Indonesia se usa como caso para investigar dichas interacciones. El presente artículo muestra que un proceso de adecuación ocurre cuando pueden modificarse instituciones provisorias generadas con una sociedad global. Planteamos que los estándares globales de sostenibilidad pueden beneficiarse de brindar orientación más explícitamente sobre hacer coincidir estructuras reguladoras y normativas de campos organizacionales globales y locales. Las ONG locales desempeñan papeles mediadores importantes al respecto, que pueden aumentar potencialmente la capacidad transformadora de estándares globales en términos de generar y acelerar un cambio sostenible. <![CDATA[¿Un sistema agroalimentario transnacional para quién? La lucha por hegemonía en Rio+20]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-75902016000400424&lng=es&nrm=iso&tlng=es ABSTRACT Food has been one of the most debated and contested discourses in recent global environmental governance without this fact being reflected, however, in management and organizational studies (MOS). In this paper, we analyze the different positions taken in relation to the transnational agri-food system by the state sector, the private sector and civil society actors and we map key differences and similarities in the discourses of these groups at the influential 2012 Rio+20 Conference. Using neo-Gramscian discourse theory, we uncover the different politico-economic interests that exist and show how these different actors deal with the agri-food system. We demonstrate that international NGOs and grassroots social movements are very diverse in how they approach the question of food security, which in turn is reflected in how they vary in their approach to doing politics. This analysis contributes to our understanding of how hegemony is organized, highlighting the important role of different civil society actors in either maintaining or resisting hegemonic approaches to the transnational agri-food system.<hr/>RESUMO A alimentação tem sido um dos discursos mais debatidos e contestados na governança ambiental global, sem que haja, contudo, uma reflexão nos campos da Gestão e Estudos Organizacionais. Neste artigo, analisamos as diferentes posições assumidas no sistema agro-alimentar transnacional por atores estatais, privados e da sociedade civil. Mapeamos as principais diferenças e semelhanças nos discursos desses grupos na influente Rio+20, em 2012. Com base na teoria de discurso neogramsciana, desvelamos os diferentes interesses político-econômicos e posicionamentos no sistema agro-alimentar. Demonstramos que as ONGs internacionais e os movimentos sociais de base possuem abordagens muito divergentes sobre a segurança alimentar, o que se refletido nas suas diferentes formas de atuação política. Assim, o artigo contribui para a nossa compreensão de como a hegemonia é organizada, destacando o importante papel dos diferentes atores da sociedade civil na manutenção ou na resistência de abordagens hegemônicas ao sistema agro-alimentar transnacional.<hr/>RESUMEN Los alimentos han sido uno de los discursos más debatidos y controvertidos en la gobernanza ambiental global reciente sin que este hecho se vea reflejado, sin embargo, en estudios de gestión y organización (MOS). En el presente artículo, analizamos las diferentes posiciones tomadas con relación al sistema agroalimentario transnacional por el sector estatal, el sector privado y actores de la sociedad civil, y mapeamos las principales diferencias y semejanzas de los discursos de estos grupos en la influyente Conferencia Rio+20 2012. Utilizando la teoría del discurso neogramsciano, desvelamos los diferentes intereses político-económicos que existen y mostramos cómo estos diferentes actores tratan con el sistema agroalimentario. Demostramos que las ONG y movimientos sociales populares internacionales son muy diversos en cómo abordan la cuestión de la seguridad alimentaria, que por su parte se refleja en cómo varían en su abordaje de hacer política. Este análisis contribuye a nuestro entendimiento de cómo se organiza la hegemonía, resaltando el papel importante de diferentes actores de la sociedad civil en mantener o resistir a los abordajes hegemónicos al sistema agroalimentario transnacional. <![CDATA[Gobernanza transnacional y los Trilhos Urbanos: Resistencia de la sociedad civil a los megaeventos en Rio de Janeiro]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-75902016000400438&lng=es&nrm=iso&tlng=es ABSTRACT Mega-events are urban spectacles that bring together capital, physical materials, symbols, people and organizations, to produce sports and cultural events. Rio de Janeiro hosted the soccer World Cup in 2014 and will shortly host the 2016 Olympics, two such mega-events. This paper discusses these mega-events in terms of a new and influential model of transnational governance that involves market-based alliances between urban leaders, real-estate developers, global corporations and sports-related civil society groups. It begins by defining mega-events and their significance to transnational governance, and then describes the mega-events being held in Rio de Janeiro. In the final section, the implications of these mega-events are reviewed, highlighting the on-going period of contestation within urban visions of transnational governance.<hr/>RESUMO Os Megaeventos são espetáculos urbanos que reúnem capital, materiais físicos, símbolos, pessoas e organizações, para produzir eventos culturais e esportivos. O Rio de Janeiro sediou a Copa do Mundo de 2014, e, em breve, sediará os Jogos Olímpicos de 2016, dois desses megaeventos. Este artigo discute tais megaeventos em termos de um novo e influente modelo de governança transnacional envolvendo alianças baseadas em mercado entre líderes urbanos, incorporadoras, corporações globais e grupos da sociedade civil relacionados aos esportes. O artigo começa definindo os megaeventos e seu significado para a governança transnacional, e, em seguida, descreve os megaeventos que estão sendo sediados no Rio de Janeiro. Na seção final, as implicações destes megaeventos são revistas, ressaltando o período atual de contestação no âmbito das visões urbanas de governança transnacional.<hr/>RESUMEN Los megaeventos son espectáculos urbanos que unen capital, materiales físicos, símbolos, personas y organizaciones, para producir eventos deportivos y culturales. Rio de Janeiro fue sede de la Copa Mundial de Fútbol en 2014 y en breve lo será de las Olimpíadas 2016, ambos megaeventos. El presente artículo trata los megaeventos en términos de un modelo nuevo e influyente de gobernanza transnacional que involucra alianzas de mercado entre líderes urbanos, constructoras inmobiliarias, corporaciones globales y grupos de la sociedad civil relacionados con los deportes. Comienza definiendo los megaeventos y su significado para la gobernanza transnacional y entonces describe los megaeventos realizados en Rio de Janeiro. En la parte final, se revén las implicaciones de dichos megaeventos, destacando el período actual de oposición dentro de los puntos de vista urbanos de la gobernanza transnacional. <![CDATA[TRANSNATIONAL REGULATORY INTEGRATION AND DEVELOPMENT: A NEW FRAMEWORK FOR INSTITUTIONAL CHANGE]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-75902016000400447&lng=es&nrm=iso&tlng=es ABSTRACT Mega-events are urban spectacles that bring together capital, physical materials, symbols, people and organizations, to produce sports and cultural events. Rio de Janeiro hosted the soccer World Cup in 2014 and will shortly host the 2016 Olympics, two such mega-events. This paper discusses these mega-events in terms of a new and influential model of transnational governance that involves market-based alliances between urban leaders, real-estate developers, global corporations and sports-related civil society groups. It begins by defining mega-events and their significance to transnational governance, and then describes the mega-events being held in Rio de Janeiro. In the final section, the implications of these mega-events are reviewed, highlighting the on-going period of contestation within urban visions of transnational governance.<hr/>RESUMO Os Megaeventos são espetáculos urbanos que reúnem capital, materiais físicos, símbolos, pessoas e organizações, para produzir eventos culturais e esportivos. O Rio de Janeiro sediou a Copa do Mundo de 2014, e, em breve, sediará os Jogos Olímpicos de 2016, dois desses megaeventos. Este artigo discute tais megaeventos em termos de um novo e influente modelo de governança transnacional envolvendo alianças baseadas em mercado entre líderes urbanos, incorporadoras, corporações globais e grupos da sociedade civil relacionados aos esportes. O artigo começa definindo os megaeventos e seu significado para a governança transnacional, e, em seguida, descreve os megaeventos que estão sendo sediados no Rio de Janeiro. Na seção final, as implicações destes megaeventos são revistas, ressaltando o período atual de contestação no âmbito das visões urbanas de governança transnacional.<hr/>RESUMEN Los megaeventos son espectáculos urbanos que unen capital, materiales físicos, símbolos, personas y organizaciones, para producir eventos deportivos y culturales. Rio de Janeiro fue sede de la Copa Mundial de Fútbol en 2014 y en breve lo será de las Olimpíadas 2016, ambos megaeventos. El presente artículo trata los megaeventos en términos de un modelo nuevo e influyente de gobernanza transnacional que involucra alianzas de mercado entre líderes urbanos, constructoras inmobiliarias, corporaciones globales y grupos de la sociedad civil relacionados con los deportes. Comienza definiendo los megaeventos y su significado para la gobernanza transnacional y entonces describe los megaeventos realizados en Rio de Janeiro. En la parte final, se revén las implicaciones de dichos megaeventos, destacando el período actual de oposición dentro de los puntos de vista urbanos de la gobernanza transnacional. <![CDATA[HAITI: A TALE OF TWO DISASTERS]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-75902016000400456&lng=es&nrm=iso&tlng=es ABSTRACT Mega-events are urban spectacles that bring together capital, physical materials, symbols, people and organizations, to produce sports and cultural events. Rio de Janeiro hosted the soccer World Cup in 2014 and will shortly host the 2016 Olympics, two such mega-events. This paper discusses these mega-events in terms of a new and influential model of transnational governance that involves market-based alliances between urban leaders, real-estate developers, global corporations and sports-related civil society groups. It begins by defining mega-events and their significance to transnational governance, and then describes the mega-events being held in Rio de Janeiro. In the final section, the implications of these mega-events are reviewed, highlighting the on-going period of contestation within urban visions of transnational governance.<hr/>RESUMO Os Megaeventos são espetáculos urbanos que reúnem capital, materiais físicos, símbolos, pessoas e organizações, para produzir eventos culturais e esportivos. O Rio de Janeiro sediou a Copa do Mundo de 2014, e, em breve, sediará os Jogos Olímpicos de 2016, dois desses megaeventos. Este artigo discute tais megaeventos em termos de um novo e influente modelo de governança transnacional envolvendo alianças baseadas em mercado entre líderes urbanos, incorporadoras, corporações globais e grupos da sociedade civil relacionados aos esportes. O artigo começa definindo os megaeventos e seu significado para a governança transnacional, e, em seguida, descreve os megaeventos que estão sendo sediados no Rio de Janeiro. Na seção final, as implicações destes megaeventos são revistas, ressaltando o período atual de contestação no âmbito das visões urbanas de governança transnacional.<hr/>RESUMEN Los megaeventos son espectáculos urbanos que unen capital, materiales físicos, símbolos, personas y organizaciones, para producir eventos deportivos y culturales. Rio de Janeiro fue sede de la Copa Mundial de Fútbol en 2014 y en breve lo será de las Olimpíadas 2016, ambos megaeventos. El presente artículo trata los megaeventos en términos de un modelo nuevo e influyente de gobernanza transnacional que involucra alianzas de mercado entre líderes urbanos, constructoras inmobiliarias, corporaciones globales y grupos de la sociedad civil relacionados con los deportes. Comienza definiendo los megaeventos y su significado para la gobernanza transnacional y entonces describe los megaeventos realizados en Rio de Janeiro. En la parte final, se revén las implicaciones de dichos megaeventos, destacando el período actual de oposición dentro de los puntos de vista urbanos de la gobernanza transnacional.