Scielo RSS <![CDATA[Arquivos Brasileiros de Cardiologia]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=0066-782X20040013&lang=es vol. 83 num. 1 lang. es <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[<b>XXVIII Olimpíadas, Atenas. O cardiologista está preparado?</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0066-782X2004001300001&lng=es&nrm=iso&tlng=es <![CDATA[<B>Clinical meaning of uncomplicated coronary dissections after stent implantation</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0066-782X2004001300002&lng=es&nrm=iso&tlng=es OBJETIVO: Analisar a influência de dissecções coronarianas não complicadas na incidência de revascularização do vaso alvo e eventos cardiovasculares maiores, em um ano. MÉTODO: Pacientes tratados de junho/1996 a dezembro/2000, sendo os dados coletados, prospectivamente, e comparadas dissecções não complicadas (G1, n=36) às sem dissecções (G2, n=871). Os dados foram analisados com programa estatístico SPSS 8,0, os desfechos comparados com curvas de Kaplan-Meier e o nível de significância avaliado pelo teste do log rank. RESULTADOS: As características clínicas foram semelhantes nos dois grupos: O G1 apresentou diâmetro de referência médio menor (p<0,0001), mais pacientes com lesões tipo C (p=0,01), menores diâmetros luminais ao final do procedimento (p=0,003) e maiores relações balão/artéria (p<0,0001). Por análise multivariada, somente diâmetro de referência e relação balão-artéria foram independentemente associados à presença de dissecções residuais. Não houve diferença estatisticamente significativa nas incidências de revascularização do vaso alvo e eventos cardiovasculares maiores, no seguimento clínico em um ano, entre os grupos de pacientes com ou sem dissecções. Os preditores de eventos clínicos adversos em um ano foram diâmetro de referência, extensão da lesão e estenose residual, mas não a presença de dissecção residual. CONCLUSÃO: Dissecções residuais não complicadas após o implante de "stents" coronarianos estão associadas a artérias de menor calibre e maiores relações balão/artéria, mas não com piores desfechos no seguimento clínico em um ano.<hr/>OBJECTIVE: To assess the influence of uncomplicated coronary dissections in the incidence of target vessel revascularization and cardiovascular events after 1 year. METHODS: Patients treated from June 1996 to December 2000, with data prospectively collected and uncomplicated dissections (G1, n=36), were compared with those patients without dissections (G2, n=871). Data were assessed with SPSS 8.0 statistical software, the outcomes were compared with the Kaplan-Meier curve, and the significance level was assessed using the log-rank test. RESULTS: Clinical features were similar in both groups: G1 had lower mean reference diameters (P<0.0001), a greater number of patients with type C lesions (P=0.01), a lower final lumen diameter at the end of the procedure (P=0.003), and a greater balloon/artery ratio (P<0.0001). In the multivariate analysis, only the reference diameter and the artery/balloon ratio were independently associated with the presence of residual dissections. No statistically significant difference existed in the incidence of revascularization of the target vessel and major cardiovascular events, at 1-year clinical follow-up, between the 2 groups of patients. Predictors of adverse clinical events at 1 year were the reference diameter, lesion extension, and residual stenosis, rather than the presence of residual dissection. CONCLUSION: Uncomplicated residual dissections after coronary stents are associated with narrower vessels and a higher balloon/artery ratio. Residual dissections are not associated with worse outcomes at 1-year clinical follow-up. <![CDATA[<B>The reduction in hospital stay and costs in the care of patients with congenital heart diseases undergoing fast-track cardiac surgery</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0066-782X2004001300003&lng=es&nrm=iso&tlng=es OBJETIVO: Avaliar o atendimento de cardiopatas congênitos e cardiopatas isquêmicos submetidos à cirurgia cardíaca no protocolo de atendimento na via rápida (fast-track recovery) em relação ao convencional. MÉTODOS: Avaliada a movimentação de 175 pacientes, 107 (61%) homens e 68 (39%) mulheres, idades entre 0,3-81 anos nas diferentes unidades hospitalares. RESULTADOS: A taxa de alta das diferentes unidades hospitalares por unidade de tempo, dos cardiopatas congênitos atendidos no protocolo da via rápida em relação ao convencional foi: a) 11,3 vezes a taxa de alta quando assistidos no protocolo da via convencional, quanto ao tempo de permanência no centro cirúrgico; b) 6,3 vezes quanto à duração da intervenção cirúrgica; c) 6,8 vezes quanto à duração da anestesia; d) 1,5 vezes quanto à duração da perfusão; e) 2,8 vezes quanto à permanência na unidade de recuperação pós-operatória I; f) 6,7 vezes quanto à permanência no hospital (período de tempo entre a data da internação e a data da alta); g) 2,8 vezes quanto à permanência na unidade de internação pré-operatória; h) 2,1 vezes quanto à permanência na unidade de internação após a alta da recuperação pós-operatória; i) associada com redução de despesas pré e pós-operatórias. A diferença não foi significativa nos portadores de cardiopatia isquêmica. CONCLUSÃO: Verificou-se redução do período de internação e de despesas no atendimento dos pacientes submetidos à intervenção cirúrgica cardíaca no protocolo da via rápida.<hr/>OBJECTIVE: To assess the care provided to patients with congenital heart diseases and ischemic heart diseases undergoing cardiac surgery according to the fast-track recovery protocol compared with those undergoing the conventional procedure. METHODS: The transfer of patients from one hospital unit to another was assessed for 175 patients, 107 (61%) men and 68 (39%) women, with ages ranging from 0.3 to 81 years. RESULTS: The discharge rate from the different hospital units per unit of time of the patients with congenital heart diseases treated according to the fast-track recovery protocol compared with that of patients conventionally treated was as follows: a) 11.3 times faster than the discharge rate of patients treated according to the conventional protocol, in regard to the time spent in the operating room; b) 6.3 times faster in regard to the duration of the surgical intervention; c) 6.8 times faster in regard to the duration of anesthesia; d) 1.5 times faster in regard to the duration of perfusion; e) 2.8 times faster in regard to the stay in the postoperative recovery I unit; f) 6.7 times faster in regard to hospital stay (time period between hospital admission and hospital discharge); g) 2.8 times faster in regard to the stay in the preoperative unit; h) 2.1 times faster in regard to the stay in the admission unit after discharge from postoperative recovery; i) associated with reduced costs. The difference was not significant for patients with ischemic heart disease. CONCLUSION: A reduction in the length of hospital stay and costs for the care of patients undergoing cardiac surgery according to the fast-track protocol was observed. <![CDATA[<B>Active orthostatic stress and respiratory sinus arrhythmia in patients with Chagas' disease with preserved left ventricular global systolic function</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0066-782X2004001300004&lng=es&nrm=iso&tlng=es OBJETIVO: Avaliar a utilização do teste de estresse ostostático ativo na detecção de disfunção vagal em chagásicos com função sistólica global preservada, comparando-o ao teste da arritmia sinusal respiratória. MÉTODO: Foram selecionados 61 chagásicos (Ch) e 38 não-chagásicos (NCh) sem evidências significativas de cardiopatia ou doenças sistêmicas, submetidos ao ecodopplercardiograma e às provas autonômicas. O teste da arritmia sinusal respiratória foi realizado através do registro eletrocardiográfico enquanto o paciente respirava profundamente, a 6 irpm, calculando-se a razão E:I (média das razões entre os maiores intervalos RR expiratórios e os menores RR inspiratórios a cada ciclo). O eletrocardiograma foi registrado enquanto o paciente se levantava e nos 30s seguintes (teste do estresse ortostático ativo), calculando-se a razão RR máx./RR min (maior e menor intervalo RR logo após a mudança postural). Os índices foram ajustados para covariáveis significativas. RESULTADOS: A razão RR max:min (NCh: 1,52 [1,44-1,74] x Ch: 1,43 [1,33-1,51], p < 0,001) e a razão E:I (NCh: 1,38&plusmn;0,02 x Ch: 1,25&plusmn;0,02, p<0,001) foram menores entre os chagásicos. Houve elevada correlação entre a razão RR max:min e a razão E:I ajustadas (r = 0,628, p < 0,001), mas ambas não se correlacionaram significativamente com a fração de ejeção do ventrículo esquerdo. CONCLUSÃO: Chagásicos com função sistólica global do ventrículo esquerdo preservada apresentam redução significativa de índices vagais obtidos por provas curtas, quando comparados a controles normais. O teste de estresse ortostático ativo apresentou boa correlação com a manobra de arritmia sinusal respiratória, constituindo-se opção válida na avaliação ambulatorial do controle vagal.<hr/>OBJECTIVE: To assess the use of the active orthostatic stress test for detecting vagal dysfunction in patients with Chagas' disease with preserved overall systolic function, and to compare it with the respiratory sinus arrhythmia test. METHODS: Sixty-one chagasic patients (Ch) and 38 nonchagasic (NCh) patients with no significant evidence of heart disease or systemic diseases underwent Doppler echocardiography and autonomic function tests. The respiratory sinus arrhythmia test was performed through electrocardiographic recording during deep breathing, at 6 ripm, calculating the E:I ratio (mean ratio between the longest expiratory RR interval and the shortest inspiratory RR interval at each cycle). The electrocardiogram was recorded during the act of standing and during the following 30 seconds (active orthostatic stress test), and the max RR/min RR ratio (the longest and shortest RR intervals right after change in posture) was calculated. The indices were adjusted for significant covariables. RESULTS: The max RR/min RR ratio (NCh: 1.52 [1.44-1.74] x Ch: 1.43 [1.33-1.51], P < 0.001) and the E:I ratio (NCh: 1.38&plusmn;0.02 x Ch: 1.25&plusmn;0.02, P<0.001) were lower among chagasic patients. A high correlation was observed between the adjusted max RR/min RR ratio and E:I ratio (r = 0.628, P < 0.001), but neither significantly correlated with left ventricular ejection fraction. CONCLUSION: Chagasic patients with preserved left ventricular overall systolic function showed a significant reduction in the vagal indices obtained on short-lasting tests, as compared with normal controls. The active orthostatic stress test that, showed a good correlation with the respiratory sinus arrhythmia maneuver, constituted a valid option for the outpatient care assessment of vagal control. <![CDATA[<B>Ductus venosus flow and myocardial hypertrophy in fetuses of diabetic mothers</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0066-782X2004001300005&lng=es&nrm=iso&tlng=es OBJETIVO: Testar a hipótese de que o índice de pulsatilidade do ducto venoso (IPDV) é maior nos fetos de mães diabéticas (FMD) com hipertrofia miocárdica (HM) do que em FMD sem HM e em fetos controles de mães não diabéticas (FMND) comparando os resultados com os picos de velocidade dos fluxos diastólicos nas valvas mitral e tricúspide. MÉTODOS: Estudo transversal incluindo fetos com idade gestacional entre 20 semanas até o termo, divididos em 3 grupos: 56 FMD com HM (grupo I), 36 FMD sem HM (grupo II) e 53 FMND (grupo III, controle). O Doppler-ecocardiograma avaliou o IPDV através da razão (velocidade sistólica - velocidade pré-sistólica)/velocidade média. As ondas E e A dos fluxos mitral e tricúspide foram também avaliadas. RESULTADOS: A média do IPDV no grupo I foi de 1,13 &plusmn; 0,64, no grupo II, de 0,84 &plusmn; 0,38 e no grupo III de 0,61&plusmn;0,17. Aplicando-se a ANOVA e o teste de Tukey, houve diferença estatisticamente significativa entre os 3 grupos (p= 0,015 entre os grupos I e II, p < 0,001 entre os grupos I e III e p = 0,017 entre os grupos II e III). A média da onda E mitral foi significativamente maior no grupo I (0,39 &plusmn; 0,12 m/s) do que nos grupos II (0,32 &plusmn; 0,08 m/s) (p=0,024) e III (0,32 &plusmn; 0,08 m/s) (p=0,023). A média da onda E tricúspide foi também maior no grupo I (0,43 &plusmn; 0,1 m/s) do que no grupo III (0,35 &plusmn; 0,10 m/s) (p= 0,031). CONCLUSÃO: O IPDV é significativamente maior em FMD com HM do que em FMD sem HM e do que em FMND. Como o IPDV pode representar modificações na complacência ventricular, este índice pode ser um parâmetro mais sensível para a avaliação da função diastólica fetal.<hr/>OBJECTIVE: To test the hypothesis that the pulsatility index of ductus venosus (PIDV) is greater in the fetuses of diabetic mothers (FDM) with myocardial hypertrophy (MH) than in the FDM with no MH and in the control fetuses of nondiabetic mothers (FNDM). Comparing the results with mitral and tricuspid diastolic peak flows. METHODS: The cross-sectional study included fetuses with gestational ages ranging from 20 weeks to term, divided into the following 3 groups: 56 FDM with MH (group I), 36 FDM with no MH (group II), and 53 FNDM (group III, control). The Doppler echocardiogram assessed the PIDV through the ratio (systolic velocity - presystolic velocity)/mean velocity. The mitral and tricuspid E and A waves were also assessed. RESULTS: The mean PIDV in groups I, II, and III were 1.13 &plusmn; 0.64, 0.84 &plusmn; 0.38, and 0.61&plusmn;0.17, respectively. Using ANOVA and the Tukey test, a statistically significant difference was found in the 3 groups (P = 0.015 between groups I and II; P < 0.001 between groups I and III; and P = 0.017 between groups II and III). The mean mitral E wave was significantly greater in group I (0.39 &plusmn; 0.12 m/s) than in groups II (0.32 &plusmn; 0.08 m/s) (P = 0.024) and III (0.32 &plusmn; 0.08 m/s) (P = 0.023). The mean tricuspid E wave was also greater in group I (0.43 &plusmn; 0.1 m/s) than in group III (0.35 &plusmn; 0.10 m/s) (P = 0.031). CONCLUSION: The PIDV is significantly greater in FDM with MH than in FDM with no MH and in FNDM. Because the PIDV may represent modifications in ventricular compliance, this index may be a more sensitive parameter for assessing fetal diastolic function. <![CDATA[<b>Intracoronary brachytherapy. </b><b>Treatment of in-stent restenosis with the Beta-Cath system</b>: <b>initial experience in </b><b>Latin America</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0066-782X2004001300006&lng=es&nrm=iso&tlng=es OBJETIVO: Avaliar a segurança e eficácia da braquiterapia intracoronariana usando o sistema Beta-CathTM na prevenção da recorrência de restenose intra-stent (RIS), por meio da análise dos resultados clínicos, angiográficos e pelo ultra-som intracoronariano (USIC). MÉTODO: Foram submetidos à angioplastia com cateter-balão, seguida de beta-radiação intracoronariana com o sistema Beta-CathTM (90Sr/Y) 30 pacientes com RIS em artérias coronárias nativas e, posteriormente, avaliados. RESULTADOS: Incluíram-se lesões reestenóticas complexas (77% do tipo difuso-proliferativo) com extensão elevada (18,66±4,15 mm). O sucesso da braquiterapia foi de 100%. A dose média utilizada foi de 20,7±2,3 Gy, liberada em um período médio de 3,8±2,1 min. No seguimento tardio, o diâmetro luminal mínimo (DLM) intra-stent diminuiu discretamente (1,98±0,30mm para 1,84±0,39 aos 6 meses, p=0,13), com uma perda tardia de 0,14±0,18 mm. O DLM intra-segmentar foi significativamente menor do que o intra-stent (1,55±0,40mm vs.1,84±0,39mm, p=0,008), associando-se à perda tardia (0,40±0,29mm vs. 0,14±0,18mm; p=0,0001). No USIC, observou-se discreto incremento do tecido neointimal em 6,8±14,3 mm³ aos 6 meses (p=0,19) e a percentagem de obstrução volumétrica aumentou em 4,7±7,5%. A reestenose binária e a revascularização do vaso-alvo recorreram em 17% dos casos; houve 1 caso (3%) de oclusão tardia, associada a infarto do miocárdio. A sobrevida livre de eventos foi de 80%. CONCLUSÃO: O manejo da reestenose intra-stent com a beta-radiação intracoronariana mostrou-se procedimento seguro e eficaz, com alta taxa de sucesso imediato, representando uma opção terapêutica para a inibição da hiperplasia neointimal.<hr/>OBJECTIVE: To assess the safety and efficacy of intracoronary brachytherapy using the Beta-Cath systemTM for preventing recurrence of in-stent restenosis (ISR), by analyzing clinical, angiographic, and intracoronary ultrasound (ICUS) results. METHODS: This study assessed 30 patients with ISR in native coronary arteries who underwent balloon catheter angioplasty followed by intracoronary beta radiation with the Beta-Cath systemTM (90Sr/Y). RESULTS: The study comprised complex, extensive (18.66±4.15 mm) restenotic lesions, 77% of which were of the diffuse-proliferative type. Brachytherapy was successful in 100% of the cases. The mean radiation dose used was 20.7±2.3 Gy, released for a mean period of 3.8±2.1 minutes. On late follow-up, the in-stent minimum luminal diameter (MLD) slightly decreased (from 1.98±0.30 mm to 1.84±0.39 mm at 6 months; P=0.13), with a late loss of 0.14±0.18 mm. The intrasegmentary MLD was significantly smaller than the in-stent diameter (1.55±0.40 mm vs 1.84±0.39 mm; P=0.008), and was associated with a more significant late loss (0.40±0.29 mm vs 0.14±0.18 mm; P=0.0001). On ICUS, a mild increase of 6.8±14.3 mm³ in the neointimal tissue was observed at 6 months (P=0.19), and the percentage of volumetric obstruction increased by 4.7±7.5%. Binary restenosis and revascularization of the target vessel recurred in 17% of the cases; late occlusion associated with myocardial infarction occurred in 1 case (3%). Event-free survival was 80%. CONCLUSION: The management of in-stent restenosis with intracoronary beta radiation proved to be a safe and effective procedure, with a high rate of immediate success, representing a therapeutic option for inhibiting neointimal hyperplasia. <![CDATA[<b>Inferior myocardial infarction and shock associated with left ventricular outflow tract obstruction</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0066-782X2004001300007&lng=es&nrm=iso&tlng=es OBJETIVO: Avaliar a segurança e eficácia da braquiterapia intracoronariana usando o sistema Beta-CathTM na prevenção da recorrência de restenose intra-stent (RIS), por meio da análise dos resultados clínicos, angiográficos e pelo ultra-som intracoronariano (USIC). MÉTODO: Foram submetidos à angioplastia com cateter-balão, seguida de beta-radiação intracoronariana com o sistema Beta-CathTM (90Sr/Y) 30 pacientes com RIS em artérias coronárias nativas e, posteriormente, avaliados. RESULTADOS: Incluíram-se lesões reestenóticas complexas (77% do tipo difuso-proliferativo) com extensão elevada (18,66±4,15 mm). O sucesso da braquiterapia foi de 100%. A dose média utilizada foi de 20,7±2,3 Gy, liberada em um período médio de 3,8±2,1 min. No seguimento tardio, o diâmetro luminal mínimo (DLM) intra-stent diminuiu discretamente (1,98±0,30mm para 1,84±0,39 aos 6 meses, p=0,13), com uma perda tardia de 0,14±0,18 mm. O DLM intra-segmentar foi significativamente menor do que o intra-stent (1,55±0,40mm vs.1,84±0,39mm, p=0,008), associando-se à perda tardia (0,40±0,29mm vs. 0,14±0,18mm; p=0,0001). No USIC, observou-se discreto incremento do tecido neointimal em 6,8±14,3 mm³ aos 6 meses (p=0,19) e a percentagem de obstrução volumétrica aumentou em 4,7±7,5%. A reestenose binária e a revascularização do vaso-alvo recorreram em 17% dos casos; houve 1 caso (3%) de oclusão tardia, associada a infarto do miocárdio. A sobrevida livre de eventos foi de 80%. CONCLUSÃO: O manejo da reestenose intra-stent com a beta-radiação intracoronariana mostrou-se procedimento seguro e eficaz, com alta taxa de sucesso imediato, representando uma opção terapêutica para a inibição da hiperplasia neointimal.<hr/>OBJECTIVE: To assess the safety and efficacy of intracoronary brachytherapy using the Beta-Cath systemTM for preventing recurrence of in-stent restenosis (ISR), by analyzing clinical, angiographic, and intracoronary ultrasound (ICUS) results. METHODS: This study assessed 30 patients with ISR in native coronary arteries who underwent balloon catheter angioplasty followed by intracoronary beta radiation with the Beta-Cath systemTM (90Sr/Y). RESULTS: The study comprised complex, extensive (18.66±4.15 mm) restenotic lesions, 77% of which were of the diffuse-proliferative type. Brachytherapy was successful in 100% of the cases. The mean radiation dose used was 20.7±2.3 Gy, released for a mean period of 3.8±2.1 minutes. On late follow-up, the in-stent minimum luminal diameter (MLD) slightly decreased (from 1.98±0.30 mm to 1.84±0.39 mm at 6 months; P=0.13), with a late loss of 0.14±0.18 mm. The intrasegmentary MLD was significantly smaller than the in-stent diameter (1.55±0.40 mm vs 1.84±0.39 mm; P=0.008), and was associated with a more significant late loss (0.40±0.29 mm vs 0.14±0.18 mm; P=0.0001). On ICUS, a mild increase of 6.8±14.3 mm³ in the neointimal tissue was observed at 6 months (P=0.19), and the percentage of volumetric obstruction increased by 4.7±7.5%. Binary restenosis and revascularization of the target vessel recurred in 17% of the cases; late occlusion associated with myocardial infarction occurred in 1 case (3%). Event-free survival was 80%. CONCLUSION: The management of in-stent restenosis with intracoronary beta radiation proved to be a safe and effective procedure, with a high rate of immediate success, representing a therapeutic option for inhibiting neointimal hyperplasia. <![CDATA[<b>Surgical treatment of coil embolization to the pulmonary artery after an attempt at percutaneous closure of patent ductus arteriosus</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0066-782X2004001300008&lng=es&nrm=iso&tlng=es OBJETIVO: Avaliar a segurança e eficácia da braquiterapia intracoronariana usando o sistema Beta-CathTM na prevenção da recorrência de restenose intra-stent (RIS), por meio da análise dos resultados clínicos, angiográficos e pelo ultra-som intracoronariano (USIC). MÉTODO: Foram submetidos à angioplastia com cateter-balão, seguida de beta-radiação intracoronariana com o sistema Beta-CathTM (90Sr/Y) 30 pacientes com RIS em artérias coronárias nativas e, posteriormente, avaliados. RESULTADOS: Incluíram-se lesões reestenóticas complexas (77% do tipo difuso-proliferativo) com extensão elevada (18,66±4,15 mm). O sucesso da braquiterapia foi de 100%. A dose média utilizada foi de 20,7±2,3 Gy, liberada em um período médio de 3,8±2,1 min. No seguimento tardio, o diâmetro luminal mínimo (DLM) intra-stent diminuiu discretamente (1,98±0,30mm para 1,84±0,39 aos 6 meses, p=0,13), com uma perda tardia de 0,14±0,18 mm. O DLM intra-segmentar foi significativamente menor do que o intra-stent (1,55±0,40mm vs.1,84±0,39mm, p=0,008), associando-se à perda tardia (0,40±0,29mm vs. 0,14±0,18mm; p=0,0001). No USIC, observou-se discreto incremento do tecido neointimal em 6,8±14,3 mm³ aos 6 meses (p=0,19) e a percentagem de obstrução volumétrica aumentou em 4,7±7,5%. A reestenose binária e a revascularização do vaso-alvo recorreram em 17% dos casos; houve 1 caso (3%) de oclusão tardia, associada a infarto do miocárdio. A sobrevida livre de eventos foi de 80%. CONCLUSÃO: O manejo da reestenose intra-stent com a beta-radiação intracoronariana mostrou-se procedimento seguro e eficaz, com alta taxa de sucesso imediato, representando uma opção terapêutica para a inibição da hiperplasia neointimal.<hr/>OBJECTIVE: To assess the safety and efficacy of intracoronary brachytherapy using the Beta-Cath systemTM for preventing recurrence of in-stent restenosis (ISR), by analyzing clinical, angiographic, and intracoronary ultrasound (ICUS) results. METHODS: This study assessed 30 patients with ISR in native coronary arteries who underwent balloon catheter angioplasty followed by intracoronary beta radiation with the Beta-Cath systemTM (90Sr/Y). RESULTS: The study comprised complex, extensive (18.66±4.15 mm) restenotic lesions, 77% of which were of the diffuse-proliferative type. Brachytherapy was successful in 100% of the cases. The mean radiation dose used was 20.7±2.3 Gy, released for a mean period of 3.8±2.1 minutes. On late follow-up, the in-stent minimum luminal diameter (MLD) slightly decreased (from 1.98±0.30 mm to 1.84±0.39 mm at 6 months; P=0.13), with a late loss of 0.14±0.18 mm. The intrasegmentary MLD was significantly smaller than the in-stent diameter (1.55±0.40 mm vs 1.84±0.39 mm; P=0.008), and was associated with a more significant late loss (0.40±0.29 mm vs 0.14±0.18 mm; P=0.0001). On ICUS, a mild increase of 6.8±14.3 mm³ in the neointimal tissue was observed at 6 months (P=0.19), and the percentage of volumetric obstruction increased by 4.7±7.5%. Binary restenosis and revascularization of the target vessel recurred in 17% of the cases; late occlusion associated with myocardial infarction occurred in 1 case (3%). Event-free survival was 80%. CONCLUSION: The management of in-stent restenosis with intracoronary beta radiation proved to be a safe and effective procedure, with a high rate of immediate success, representing a therapeutic option for inhibiting neointimal hyperplasia. <![CDATA[<B>Conn's adenoma</B>: <B>a cause of hypertension and hypokalemia</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0066-782X2004001300009&lng=es&nrm=iso&tlng=es OBJETIVO: Avaliar a segurança e eficácia da braquiterapia intracoronariana usando o sistema Beta-CathTM na prevenção da recorrência de restenose intra-stent (RIS), por meio da análise dos resultados clínicos, angiográficos e pelo ultra-som intracoronariano (USIC). MÉTODO: Foram submetidos à angioplastia com cateter-balão, seguida de beta-radiação intracoronariana com o sistema Beta-CathTM (90Sr/Y) 30 pacientes com RIS em artérias coronárias nativas e, posteriormente, avaliados. RESULTADOS: Incluíram-se lesões reestenóticas complexas (77% do tipo difuso-proliferativo) com extensão elevada (18,66±4,15 mm). O sucesso da braquiterapia foi de 100%. A dose média utilizada foi de 20,7±2,3 Gy, liberada em um período médio de 3,8±2,1 min. No seguimento tardio, o diâmetro luminal mínimo (DLM) intra-stent diminuiu discretamente (1,98±0,30mm para 1,84±0,39 aos 6 meses, p=0,13), com uma perda tardia de 0,14±0,18 mm. O DLM intra-segmentar foi significativamente menor do que o intra-stent (1,55±0,40mm vs.1,84±0,39mm, p=0,008), associando-se à perda tardia (0,40±0,29mm vs. 0,14±0,18mm; p=0,0001). No USIC, observou-se discreto incremento do tecido neointimal em 6,8±14,3 mm³ aos 6 meses (p=0,19) e a percentagem de obstrução volumétrica aumentou em 4,7±7,5%. A reestenose binária e a revascularização do vaso-alvo recorreram em 17% dos casos; houve 1 caso (3%) de oclusão tardia, associada a infarto do miocárdio. A sobrevida livre de eventos foi de 80%. CONCLUSÃO: O manejo da reestenose intra-stent com a beta-radiação intracoronariana mostrou-se procedimento seguro e eficaz, com alta taxa de sucesso imediato, representando uma opção terapêutica para a inibição da hiperplasia neointimal.<hr/>OBJECTIVE: To assess the safety and efficacy of intracoronary brachytherapy using the Beta-Cath systemTM for preventing recurrence of in-stent restenosis (ISR), by analyzing clinical, angiographic, and intracoronary ultrasound (ICUS) results. METHODS: This study assessed 30 patients with ISR in native coronary arteries who underwent balloon catheter angioplasty followed by intracoronary beta radiation with the Beta-Cath systemTM (90Sr/Y). RESULTS: The study comprised complex, extensive (18.66±4.15 mm) restenotic lesions, 77% of which were of the diffuse-proliferative type. Brachytherapy was successful in 100% of the cases. The mean radiation dose used was 20.7±2.3 Gy, released for a mean period of 3.8±2.1 minutes. On late follow-up, the in-stent minimum luminal diameter (MLD) slightly decreased (from 1.98±0.30 mm to 1.84±0.39 mm at 6 months; P=0.13), with a late loss of 0.14±0.18 mm. The intrasegmentary MLD was significantly smaller than the in-stent diameter (1.55±0.40 mm vs 1.84±0.39 mm; P=0.008), and was associated with a more significant late loss (0.40±0.29 mm vs 0.14±0.18 mm; P=0.0001). On ICUS, a mild increase of 6.8±14.3 mm³ in the neointimal tissue was observed at 6 months (P=0.19), and the percentage of volumetric obstruction increased by 4.7±7.5%. Binary restenosis and revascularization of the target vessel recurred in 17% of the cases; late occlusion associated with myocardial infarction occurred in 1 case (3%). Event-free survival was 80%. CONCLUSION: The management of in-stent restenosis with intracoronary beta radiation proved to be a safe and effective procedure, with a high rate of immediate success, representing a therapeutic option for inhibiting neointimal hyperplasia. <![CDATA[<b>Conheço&Aplico&Comporto-me identidade bioética do cardiologista</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0066-782X2004001300010&lng=es&nrm=iso&tlng=es OBJETIVO: Avaliar a segurança e eficácia da braquiterapia intracoronariana usando o sistema Beta-CathTM na prevenção da recorrência de restenose intra-stent (RIS), por meio da análise dos resultados clínicos, angiográficos e pelo ultra-som intracoronariano (USIC). MÉTODO: Foram submetidos à angioplastia com cateter-balão, seguida de beta-radiação intracoronariana com o sistema Beta-CathTM (90Sr/Y) 30 pacientes com RIS em artérias coronárias nativas e, posteriormente, avaliados. RESULTADOS: Incluíram-se lesões reestenóticas complexas (77% do tipo difuso-proliferativo) com extensão elevada (18,66±4,15 mm). O sucesso da braquiterapia foi de 100%. A dose média utilizada foi de 20,7±2,3 Gy, liberada em um período médio de 3,8±2,1 min. No seguimento tardio, o diâmetro luminal mínimo (DLM) intra-stent diminuiu discretamente (1,98±0,30mm para 1,84±0,39 aos 6 meses, p=0,13), com uma perda tardia de 0,14±0,18 mm. O DLM intra-segmentar foi significativamente menor do que o intra-stent (1,55±0,40mm vs.1,84±0,39mm, p=0,008), associando-se à perda tardia (0,40±0,29mm vs. 0,14±0,18mm; p=0,0001). No USIC, observou-se discreto incremento do tecido neointimal em 6,8±14,3 mm³ aos 6 meses (p=0,19) e a percentagem de obstrução volumétrica aumentou em 4,7±7,5%. A reestenose binária e a revascularização do vaso-alvo recorreram em 17% dos casos; houve 1 caso (3%) de oclusão tardia, associada a infarto do miocárdio. A sobrevida livre de eventos foi de 80%. CONCLUSÃO: O manejo da reestenose intra-stent com a beta-radiação intracoronariana mostrou-se procedimento seguro e eficaz, com alta taxa de sucesso imediato, representando uma opção terapêutica para a inibição da hiperplasia neointimal.<hr/>OBJECTIVE: To assess the safety and efficacy of intracoronary brachytherapy using the Beta-Cath systemTM for preventing recurrence of in-stent restenosis (ISR), by analyzing clinical, angiographic, and intracoronary ultrasound (ICUS) results. METHODS: This study assessed 30 patients with ISR in native coronary arteries who underwent balloon catheter angioplasty followed by intracoronary beta radiation with the Beta-Cath systemTM (90Sr/Y). RESULTS: The study comprised complex, extensive (18.66±4.15 mm) restenotic lesions, 77% of which were of the diffuse-proliferative type. Brachytherapy was successful in 100% of the cases. The mean radiation dose used was 20.7±2.3 Gy, released for a mean period of 3.8±2.1 minutes. On late follow-up, the in-stent minimum luminal diameter (MLD) slightly decreased (from 1.98±0.30 mm to 1.84±0.39 mm at 6 months; P=0.13), with a late loss of 0.14±0.18 mm. The intrasegmentary MLD was significantly smaller than the in-stent diameter (1.55±0.40 mm vs 1.84±0.39 mm; P=0.008), and was associated with a more significant late loss (0.40±0.29 mm vs 0.14±0.18 mm; P=0.0001). On ICUS, a mild increase of 6.8±14.3 mm³ in the neointimal tissue was observed at 6 months (P=0.19), and the percentage of volumetric obstruction increased by 4.7±7.5%. Binary restenosis and revascularization of the target vessel recurred in 17% of the cases; late occlusion associated with myocardial infarction occurred in 1 case (3%). Event-free survival was 80%. CONCLUSION: The management of in-stent restenosis with intracoronary beta radiation proved to be a safe and effective procedure, with a high rate of immediate success, representing a therapeutic option for inhibiting neointimal hyperplasia. <![CDATA[<b>Caso 6/2004 - Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0066-782X2004001300011&lng=es&nrm=iso&tlng=es OBJETIVO: Avaliar a segurança e eficácia da braquiterapia intracoronariana usando o sistema Beta-CathTM na prevenção da recorrência de restenose intra-stent (RIS), por meio da análise dos resultados clínicos, angiográficos e pelo ultra-som intracoronariano (USIC). MÉTODO: Foram submetidos à angioplastia com cateter-balão, seguida de beta-radiação intracoronariana com o sistema Beta-CathTM (90Sr/Y) 30 pacientes com RIS em artérias coronárias nativas e, posteriormente, avaliados. RESULTADOS: Incluíram-se lesões reestenóticas complexas (77% do tipo difuso-proliferativo) com extensão elevada (18,66±4,15 mm). O sucesso da braquiterapia foi de 100%. A dose média utilizada foi de 20,7±2,3 Gy, liberada em um período médio de 3,8±2,1 min. No seguimento tardio, o diâmetro luminal mínimo (DLM) intra-stent diminuiu discretamente (1,98±0,30mm para 1,84±0,39 aos 6 meses, p=0,13), com uma perda tardia de 0,14±0,18 mm. O DLM intra-segmentar foi significativamente menor do que o intra-stent (1,55±0,40mm vs.1,84±0,39mm, p=0,008), associando-se à perda tardia (0,40±0,29mm vs. 0,14±0,18mm; p=0,0001). No USIC, observou-se discreto incremento do tecido neointimal em 6,8±14,3 mm³ aos 6 meses (p=0,19) e a percentagem de obstrução volumétrica aumentou em 4,7±7,5%. A reestenose binária e a revascularização do vaso-alvo recorreram em 17% dos casos; houve 1 caso (3%) de oclusão tardia, associada a infarto do miocárdio. A sobrevida livre de eventos foi de 80%. CONCLUSÃO: O manejo da reestenose intra-stent com a beta-radiação intracoronariana mostrou-se procedimento seguro e eficaz, com alta taxa de sucesso imediato, representando uma opção terapêutica para a inibição da hiperplasia neointimal.<hr/>OBJECTIVE: To assess the safety and efficacy of intracoronary brachytherapy using the Beta-Cath systemTM for preventing recurrence of in-stent restenosis (ISR), by analyzing clinical, angiographic, and intracoronary ultrasound (ICUS) results. METHODS: This study assessed 30 patients with ISR in native coronary arteries who underwent balloon catheter angioplasty followed by intracoronary beta radiation with the Beta-Cath systemTM (90Sr/Y). RESULTS: The study comprised complex, extensive (18.66±4.15 mm) restenotic lesions, 77% of which were of the diffuse-proliferative type. Brachytherapy was successful in 100% of the cases. The mean radiation dose used was 20.7±2.3 Gy, released for a mean period of 3.8±2.1 minutes. On late follow-up, the in-stent minimum luminal diameter (MLD) slightly decreased (from 1.98±0.30 mm to 1.84±0.39 mm at 6 months; P=0.13), with a late loss of 0.14±0.18 mm. The intrasegmentary MLD was significantly smaller than the in-stent diameter (1.55±0.40 mm vs 1.84±0.39 mm; P=0.008), and was associated with a more significant late loss (0.40±0.29 mm vs 0.14±0.18 mm; P=0.0001). On ICUS, a mild increase of 6.8±14.3 mm³ in the neointimal tissue was observed at 6 months (P=0.19), and the percentage of volumetric obstruction increased by 4.7±7.5%. Binary restenosis and revascularization of the target vessel recurred in 17% of the cases; late occlusion associated with myocardial infarction occurred in 1 case (3%). Event-free survival was 80%. CONCLUSION: The management of in-stent restenosis with intracoronary beta radiation proved to be a safe and effective procedure, with a high rate of immediate success, representing a therapeutic option for inhibiting neointimal hyperplasia.