Scielo RSS <![CDATA[Kriterion: Revista de Filosofia]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=0100-512X20140001&lang=es vol. 55 num. 129 lang. es <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[<b>Hegel e o jovem Lukács: da consonância estética à dissonância política</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100001&lng=es&nrm=iso&tlng=es Este trabalho desenvolve a concordância estética e a diferença política entre Hegel e o jovem Lukács da "Teoria do romance". O jovem autor húngaro se apropria da estrutura conceitual da "Estética" de Hegel, pois entende as formas poéticas em sua relação com o desenvolvimento do conteúdo histórico. Lukács e Hegel concebem, desse modo, as duas formas da grande épica (epopeia e romance) em estreita conexão com o momento histórico que as fundamenta: a Grécia arcaica configurada por Homero e a experiência da fragmentação e da consolidação da subjetividade lírica que a modernidade traz consigo. Não obstante a assunção da herança estética de Hegel, o jovem Lukács se afasta das conclusões positivas de Hegel acerca da modernidade, a saber: da suspensão da liberdade fragmentada e lírica da sociedade civil burguesa pela liberdade objetiva na unidade e totalidade da forma Estado, unidade e totalidade verdadeiramente apreendidas pela forma filosófica. Lukács, ao contrário de Hegel, entende a modernidade a partir do ponto de partida negativo, isto é, não a vê como a consumação da liberdade do homem, mas a compreende como a experiência do sujeito fragmentado e separado das estruturas sociais.<hr/>This work develops the aesthetic agreement and the political difference between Hegel and the young Lukács, who wrote the "Theory of the Novel". The young Hungarian author appropriates the conceptual structure of the Hegel's "Aesthetics", because he understands the poetic forms in their relation with the development of historical content. Lukács and Hegel thereby conceive the two forms of the great epic (Greek epic poem and novel) in close connection with the historical moment in which they arise: the archaic Greece configured by Homer and the experience of fragmentation and consolidation of the lyrical subjectivity brought by modernity itself. Despite the assumption of Hegel's aesthetic heritage, the young Lukács departs from Hegel's positive conclusions about modernity, namely: from the suspension of the fragmented and lyrical liberty of the bourgeois civil society by the objective freedom in the unity and totality of the State form, unity and totality truly seized by the philosophical form. Lukács, in opposition to Hegel, understands modernity from the negative starting point, that is, he does not understand it as the consumation of human freedom, but as the experience of the human subject fragmented and separated from the social structures. <![CDATA[<b>"En el sueño del hombre que soñaba, el soñado se despertó"</b>: <b>ação e história em Jorge Luis Borges</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100002&lng=es&nrm=iso&tlng=es Neste artigo argumentamos que os temas da ação e da história presentes em alguns contos de Jorge Luis Borges antecipam alguns pontos que apareceram nas discussões pós-estruturalistas - nos campos da história, filosofia, antropologia - das últimas décadas do século XX. No seu labirinto literário-filosófico, especialmente por meio da ideia de destino, Borges explora elementos chave que se tornaram parte da noção de crítica que enfatiza as ideias de contingência e da impossibilidade de controle deliberado dos efeitos da ação humana em seu curso temporal.<hr/>It is argued in this paper that the themes action and history present in some of Jorge Luis Borges's short stories have anticipated certain aspects of the post-structuralist debates - on history, philosophy, and anthropology - in the last decades of the twentieth century. In his literary and philosophical labyrinth, especially through the idea of destiny, Borges explores key elements that became part of the notion of critique that emphasize the idea of contingency and the impossibility of deliberated control of the effects of human action in its temporal course. <![CDATA[<b>A potência da ação. Uma crítica ao naturalismo da violência</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100003&lng=es&nrm=iso&tlng=es A tendência de algumas visões naturalistas de deduzir o sentido da ação humana da sua natureza biológica conduz a naturalizar a violência como fenômeno político inexorável. A violência naturalizada leva a sociedade para a dinâmica da inexorável violência, cuja única solução é a legitimação de uma violência total. Propomos, neste ensaio, a desconstrução crítica dos determinismos naturalistas por meio da análise da ação humana e da especificidade de sua potência que se manifesta como potência criadora (Cornelius Castoriadis) e potência do não (Giorgio Agamben). A potência da ação humana transcende os determinismos da sua natureza biológica, embora por eles esteja condicionada.<hr/>The tendency some naturalist visions have to deduce the meaning of human action from their biological nature, leads to a naturalization of violence as an inexorable political phenomenon. Naturalized violence leads the society towards the dynamics of inexorable violence, whose only solution is legitimazing total violence. In this article we propose the critical deconstruction of naturalistic determinism by means of the analysis of human action and the specificity of its power, which is manifested as creative power (Cornelius Castoriadis) and power of no (Giorgio Agamben). The power of human action transcends the biological determinisms of its biologic nature, although the power of human action is conditioned by them. <![CDATA[<b>Aristóteles e o sentido político da comunidade ante o liberalismo</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100004&lng=es&nrm=iso&tlng=es O caráter comunitário da filosofia de Aristóteles resulta das diversas formas de análise da política que o filósofo apresenta na articulação dos seguintes aspectos: a tese de que o ser humano é um animal político; o modo como esta é realizada na comunidade política, na qual o logos se manifesta como atividade discursiva compartilhada; o cultivo de determinadas virtudes ético-políticas presentes na convivência humana, sobretudo, a amizade; a autossuficiência do cidadão e o seu vínculo com a autarquia da comunidade política. A retomada de um moderno conceito de comunidade, na tentativa de reatualizar os princípios gerais do comunitarismo aristotélico, pode ser compatível com determinadas teses liberais, sobretudo a questão da liberdade (autonomia) individual e o fato do pluralismo ético e político nas sociedades modernas.<hr/>The communal nature of Aristotle's philosophy results from the various forms of analysis of the politics the philosopher shows in the articulation of the following features: the thesis that man is a political animal; the way the political community is accomplished through this thesis, in which the logos itself manifests as a shared discoursive activity; the cultivation of certain ethical and political virtues present in the human companionship, above all, friendship; citizen self-sufficiency and its relationship with the autarchy of the political community. In an attempt to bring up to date the general principles of Aristotelian communitarianism, the resumption of a modern concept of community can be compatible with certain liberal theses, especially the issue of individual freedom (autonomy) and the fact of the ethical and political pluralism in the modern societies. <![CDATA[<b>Le concept de plateau chez Deleuze et Guattari : ses implications epistemologique et ethique</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100005&lng=es&nrm=iso&tlng=es Neste artigo, interrogamos os funcionamentos do conceito de platô em "Mil Platôs" (1980), a obra-prima de Deleuze e Guattari. Essa pesquisa esclarece, de forma concreta, duas linhas de pensamento, que são a epistemológica, por um lado, e a ética, por outro, enfocando os parágrafos nos quais Deleuze e Guattari usam efetivamente esse conceito. Do ponto de vista epistemológico, o conceito de platô permite praticar uma maneira de escrita rizomática e a explicação antiteleológica. Do ponto de vista ético, esse conceito, tirado de Gregory Bateson, nos convida a formar a alegria contínua e global, ou a gaieté em termos espinosistas.<hr/>In this paper, we question the workings of the concept of plateau in "A Thousand Plateaus" (1980), Deleuze and Guattari's chef-d'oeuvre. This research specifically clarifies two lines of thought, which are epistemological on the one hand, and ethics on the other hand, focusing on the paragraphs where Deleuze and Guattari actually employ this concept. From the epistemological point of view, the concept of plateau allows practicing a way of rhizomatic writing and anti-teleological explanation. From the point of view of ethics, this concept borrowed from Gregory Bateson invites us to form the continuous and global joy, or gaiety in Spinoza's terms. <![CDATA[<b>The harm principle and the greatest happiness principle: the missing link</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100006&lng=es&nrm=iso&tlng=es Neste artigo, apresento uma solução possível para o clássico problema da aparente incompatibilidade entre o Princípio da Maior Felicidade de John Stuart Mill e seu Princípio da Liberdade, argumentando que na esfera "concernente aos outros" os julgamentos de experiência e o conhecimento acumulado através da história têm força moral e legal, enquanto na esfera "autoconcernente" os julgamentos dos experientes têm apenas valor prudencial, e a razão para isto é a ideia que cada um de nós é um juiz, melhor do que qualquer outra pessoa, para decidir o que nos causa dor e que tipo de prazer preferimos (o assim chamado argumento epistemológico). Considerando que o Princípio da Maior Felicidade não é nada mais do que o agregado da felicidade de cada pessoa, levando em consideração o argumento epistemológico concluiríamos que, deixando as pessoas livres até mesmo para causar dano a elas mesmas, ainda estaríamos maximizando a felicidade, e então ambos os princípios (O Princípio da Maior Felicidade e o Princípio da Liberdade) poderiam ser compatíveis.<hr/>In this article I present a possible solution for the classic problem of the apparent incompatibility between Mill's Greatest Happiness Principle and his Principle of Liberty arguing that in the other-regarding sphere the judgments of experience and knowledge accumulated through history have moral and legal force, whilst in the self-regarding sphere the judgments of the experienced people only have prudential value and the reason for this is the idea according to which each of us is a better judge than anyone else to decide what causes us pain and which kind of pleasure we prefer (the so-called epistemological argument). Considering that the Greatest Happiness Principle is nothing but the aggregate of each person's happiness, given the epistemological claim we conclude that, by leaving people free even to cause harm to themselves, we still would be maximizing happiness, so both principles (the Greatest Happiness Principle and the Principle of Liberty) could be compatible. <![CDATA[<b>Condorcet e Kant: a esperança como horizonte do projeto político</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100007&lng=es&nrm=iso&tlng=es Este trabalho analisa o conceito de esperança nas obras de Condorcet e Kant. Defende-se que o conceito de esperança no progresso da humanidade é de fundamental importância para a compreensão da filosofia política de ambos os autores. Por um lado, esperança oferece um horizonte de sentido que protege suas propostas políticas de visões de mundo antagônicas; por outro, ela se incorpora no próprio projeto político tendo ao mesmo tempo a função de motivação e de criação de instituições políticas com caráter pedagógico.<hr/>This paper analyses the concept of hope in the works of Condorcet and Kant. It will be advocated that the concept of hope in the progress of humanity is of great importance for the comprehension of the political philosophy of both authors. On the one hand, hope gives a horizon of meaning to political philosophy that protects it against antagonistic world views. On the other hand, hope is incorporated into the political philosophy itself having, at once, a motivational function and creation of political institutions with a pedagogical character, as well. <![CDATA[<b>Sismogramas do choque</b>: <b>considerações sobre o choque em "Teoria da vanguarda", de Peter Bürger, e em "Filosofia da nova música", de Theodor W. Adorno</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100008&lng=es&nrm=iso&tlng=es Em "Teoria da vanguarda", de Peter Bürger, o choque é compreendido como o artifício intencional dos movimentos de vanguarda contra a autonomia do esteticismo modernista, a fim de devolver a arte à práxis vital. Adotando uma perspectiva distinta, o choque, para Adorno, expõe antes a crise da experiência da formalização do tempo decorrente da incongruência entre as forças produtivas e as relações de produção na sociedade industrial, sendo que dois caminhos artísticos distintos derivam da inflexão histórica da crise da experiência. Em Schoenberg, na esteira do que Bürger classificaria como esteticismo, o choque seria amortizado pela expansão da linguagem musical, mediante seu registro. Em Stravinsky, o procedimento mecânico de golpes rítmicos e de montagem, em consonância com a profusão de vivências do choque, surge como elemento regressivo. Os choques não seriam dispositivos críticos, mas sismogramas de reações às mudanças da consciência subjetiva do tempo na modernidade. O artigo procura enfatizar as premissas conflitantes entre Bürger e Adorno quanto à posição do conceito de choque, assim como as críticas de Bürger ao modernismo adorniano.<hr/>In Peter Bürger's "Theory of the avant-garde", the concept of shock is rendered as an intentional avant-garde procedure against the institutionalization of art, i.e., against the autonomous criteria of modernist aestheticism, with the purpose of bringing art back to everyday life and vital praxis. From a quite different materialistic perspective, the concept of shock, in Adorno's musical writings, exposes the crisis of experience (Erfahrung) of the dissociation of time within two major streams of modern music, namely Schoenberg's school and Stravinsky's. This paper aims to point out the conflicting assumptions and consequences between Adorno and Bürger regarding their respective theoretical grasps on the concept of shock, as well as the critique to Adorno's musical modernism that Bürger addresses in this book. <![CDATA[<b>Internismo sem intelectualismo e sem reflexividade</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100009&lng=es&nrm=iso&tlng=es Em seu livro, "Perception as a Capacity for Knowledge" (2011), John McDowell defende que a garantia fornecida pela percepção é infalível. Para tanto, é preciso entender o papel que a razão tem na constituição de estados perceptivos genuínos. Por meio dela, posicionamos estes estados no espaço lógico das razões. Assim, não só fazemos do estado perceptivo um episódio de conhecimento, mas também obtemos conhecimento de como chegamos a este conhecimento. McDowell sustenta que esta condição para o conhecimento, a posse da capacidade de posicionar um estado perceptivo no espaço lógico das razões, não o compromete com o intelectualismo. Neste artigo, defendo que o internismo de McDowell não está totalmente livre do intelectualismo e que o internismo é mais plausível não só sem intelectualismo, mas também sem reflexividade.<hr/>In his book, "Perception as a Capacity for Knowledge" (2011), John McDowell advocates that the warranty provided by perception is infallible. For such, it is necessary understanding the role reason plays for the constitution of genuine perceptual states. Through reason, we situate these states on the logical space of reasoning. So, we not only make of the perceptual state into an episode of knowledge, but we also acquire knowledge of how we arrived to that knowledge. McDowell argues that this condition for knowledge - the possession of the capacity to situate a perceptual state in the logical space of reasoning - does not compromise him with intellectualism. In this paper, I defend that McDowell's internalism is not entirely exempt from intellectualism, and that internalism is more reasonable not only without intellectualism, but also without reflexivity. <![CDATA[<b>Simplicidade de Deus e racionalidade do mundo</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100010&lng=es&nrm=iso&tlng=es Neste artigo, pretendo examinar a tese cartesiana da livre criação das verdades eternas a partir da conjugação dos atributos divinos que, segundo Descartes, são conhecidos por nós e sua tese de que, entre as verdades eternas livremente criadas por Deus, estão incluídos os princípios lógicos. A partir desse exame, concluo que, até onde o intelecto finito do homem pode conceber, a tese cartesiana da livre criação das verdades eternas envolve ao menos as seguintes teses: a) Deus, por ser infinito e puro pensamento em ato, estabelece necessariamente em si todas as essências e verdades, incluindo essências e verdades que para o intelecto finito parecem impossíveis, já que lhe aparecem como contraditórias; b) ao estabelecer as essências e verdades, Deus instancia algumas (e assim as cria) como conteúdos de ideias inatas nas mentes finitas, que são criadas com estrutura lógica; c) ao estabelecer as essências e verdades, Deus instancia no mundo atual ao menos algumas das essências e verdades não contraditórias instanciadas nas mentes finitas; e d) embora a mente humana finita não as possa conceber clara e distintamente, é certo que Deus instancia no mundo atual ao menos algumas das essências e verdades que aparecem como contraditórias, isto é, instancia no mundo atual ao menos algumas das essências e verdades que para a mente finita aparecem como impossíveis por serem por ela inconcebíveis, o que é confirmado por ao menos dois casos mencionados por Descartes.<hr/>In this article I intend to examine the Cartesian view on the free creation of the eternal truths considering the conjunction of the divine attributes, which according to the Cartesian thesis, are known to us and his thesis that logical principles are among the eternal truths freely created by God. From this examination I conclude that, as far as the finite intellect of man can conceive, the Cartesian view of the free creation of the eternal truths involves at least the following theses: a) being pure and infinite thinking in action, God necessarily sets in himself all the form of essence and truth, including all essence and truth that for, the finite intellect, seem impossible since they may appear to him as contradictory; b) while establishing all essence and truth, God instantiates some of them (and thus creates some of them) as contents of innate ideas in finite minds, which are created with a logical structure; c) while establishing all essence and truth God instantiates in the actual world at least some of the non-contradictory essences which are instantiated in the finite mind; and d) although the finite human mind cannot conceive it clearly and distinctly, it is certain that God instantiates in the actual world at least some of essence and truth that seem to be contradictory for the human mind, that is, God instantiates at least some of the essences and truths which appear to the finite mind as impossible since inconceivable, which is confirmed by at least two cases mentioned by Descartes. <![CDATA[<b>Kant e o monstro</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100011&lng=es&nrm=iso&tlng=es O artigo procura avaliar a consolidação e os desdobramentos da função heurística e simbólica ocupada pelo Ungeheuer [o monstro ou o monstruoso] na filosofia kantiana, tendo em vista a emergência do horizonte da racionalidade moderna. Uma reconfiguração dessas imagens do Monstro e da Monstruosidade parece ter lugar no momento mesmo em que a filosofia moderna procurou pensar sua identidade e seus limites. O pensamento de Kant, que ocupa - de fato ou de direito - um lugar central nessa ruptura, apresentaria de modo exemplar, embora não evidente, o percurso dessa transformação.<hr/>This work intends to evaluate the origins and developments of the symbolic and heuristic function at stake in the term Ungeheuer [the monster or the monstrous] within Kant's philosophy, regarding the rising horizon of modern rationality. A reconfiguration of the Monster and Monstrous imagery seems to take place right at the moment when modern philosophy had to reflect upon its own identity and limits. Kant's thought, that occupies - de jure or de facto - a central place within this rupture could exemplarily, but not obviously, show the path of such transformation. <![CDATA[<b>Aristóteles y Carl Schmitt sobre el derecho natural</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100012&lng=es&nrm=iso&tlng=es De acordo com as interpretações mais conhecidas (por exemplo, Hofmann, Strauss, Löwith ou Kuhn), o pensamento jurídico e político de Carl Schmitt mantém distância de Aristóteles. Este artigo tem a intenção de mostrar que a concepção de direito de Schmitt, apesar de ser desenvolvida em um contexto diferente, contém semelhanças significativas com o entendimento de direito em Aristóteles. Para mostrar essa proximidade, considera-se especialmente a noção de totalidade presente no conceito aristotélico de polis, que implica que a unidade política é o principal modo de se realizar o direito.<hr/>According to mostly known interpretations (e.g.: Hofman, Strauss, Löwith or Kuhn), the legal and political thought of Carl Schmitt keeps distance from Aristotle's. This article intends to show that Schmitt's concept of law, despite developed in a different context, holds significant likelihood with Aristotle's comprehension of law. With the Purpose of building this proximity, the notion of entirety present in the Aristotelic concept of polis implies that political unit is the main way to accomplish law. <![CDATA[<b>Haverá uma <i>antinomia</i> na doutrina kantiana do direito público?</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100013&lng=es&nrm=iso&tlng=es O objetivo deste artigo é examinar a hipótese de que a teoria kantiana do direito público seja estruturalmente antinômica, a despeito de que Kant só lhe tenha admitido o aspecto paradoxal. Com efeito, a teoria kantiana do direito público simultaneamente sustenta: (i) que o ingresso dos homens em um estado juridicamente organizado depende da obediência ao comando da razão que nos ordena celebrar o pactum unionis civilis e aceitar a submissão a uma ordem constitucional civil; (ii) que devemos aceitar como nosso legítimo soberano a quem quer que tenha condições de efetivamente impor seu poder sobre nós. Bons intérpretes como Bouterwek e Hermann Cohen pensaram, contudo, que a verdadeira dificuldade dessa análise é uma desconcertante confusão dos conceitos de soberano e de soberania. A hipótese que procuramos explorar neste artigo é a de que se obterá um melhor entendimento da posição de Kant se admitirmos que os dois planos de análise e as teses conflitantes a que se acaba de aludir estão em uma posição reciprocamente equivalente à que se encontram tese e antítese nas antinomias dinâmicas analisadas na "Crítica da razão pura".<hr/>The aim of this paper is to examine the hypothesis that Kantian theory of public rights is founded on an antinomic conceptual structure, even though Kant only admitted the paradoxical character of his doctrine. Kant's theory on public right states, at the same time, that: (i) the access to a rightful condition is dependent on our compliance to the command of reason to celebrate the pactum unionis civilis and the corresponding submission of the citizens under a civil constitution; (ii) we shall accept as our legitimate sovereign whoever is able to impose his power over us. Good interpreters, as Bouterwek and Hermann Cohen thought, however, that the true difficulty with his analysis is that it contains an astonishing confusion of the concepts of sovereign and sovereignty. The hypothesis I would like to explore in this paper is that perhaps a better understanding of Kant's position on this theme can be obtained by admitting that the two levels of analysis and the conflicting thesis we found in his doctrine of public rights are in a position reciprocally analogous to that occupied by thesis and antithesis in the dynamical antinomies assessed in the Critique of Pure Reason. <![CDATA[<b>Feuerbach e a fundação sensível da filosofia: imediatidade e mediação na relação Eu-Tu</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100014&lng=es&nrm=iso&tlng=es Este artigo se propõe a apresentar a formulação feuerbachiana do fundamento sensível do pensamento, buscando mostrar que nesse empreendimento Feuerbach: [1] toma como base uma teoria da objetivação, inseparável de uma teoria do homem como essência-gênero (Gattungswesen); [2] formula uma interpretação do desenvolvimento moderno da filosofia ao qual sua proposta filosófica seria imanente e do qual seria o resultado necessário; e [3] chega a formular as bases de uma nova posição ética, no plexo Eu-Tu. Desse modo, sua posição ontológica, ao reivindicar o sensível como o verdadeiro, não se constitui num imediatismo, pois o sensível aí apresentado é ele mesmo mediado pela existência genérica dos homens.<hr/>This paper intends to present the Feuerbachian formulation of the sensitive basis of thought, attempting to show that, for such enterprise, Feuerbach: [1] takes as its foundation a theory of objectification, inseparable from a theory of humans as essence-species (Gattungswesen); [2] formulates an interpretation of the modern development of philosophy, from which his philosophical proposal would be immanent and of which it would be the necessary result; and [3] ends up formulating the basis of a new ethical position within the I-You plexus. Thus, his ontological position whereby he claims that that which is sensitive is that which is true does not constitute immediatism because such sensitivity is, itself, mediated by the generic existence of humanity. <![CDATA[<b>Transformações do significado de conflito na "História de Florença" de Maquiavel</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100015&lng=es&nrm=iso&tlng=es O estudo da questão do conflito a partir da "História de Florença" nos fornece elementos capazes de mostrar que a reflexão maquiaveliana não se desenvolve de modo tão simples e linear quanto parece nos "Discursos". Com efeito, revelará que a oposição entre dois tipos de conflito - positivo e negativo - descrita nos "Discursos" se define progressivamente, a partir da análise da história florentina, como de um só tipo - trágico e violento - baseado sobre contraposições que não são possíveis de serem resolvidas em termos de uma virtù clássica, característica do primeiro período da história de Roma. Esta transformação levanta um conjunto de interrogações para as quais, de algum modo, o presente estudo pretende oferecer respostas: teria Maquiavel renunciado à ideia de conflito como fundamento da liberdade republicana e se entregado à utopia de uma ordem homogênea e estável? A que se deve atribuir o fato de as discórdias não haverem produzido em Florença os mesmos efeitos que em Roma? Seriam todas as discórdias naturais e, portanto, inevitáveis, ou poderia haver divisões "artificiais" e, portanto, evitáveis?<hr/>The exam of the issue of conflict since the "History of Florence" provides us with elements capable to show the Machiavellian reflection does not evolve according to such a simple and linear way as it is shown in the "Discourses". In fact, investigation will reveal that the opposition between the two types of conflict - positive conflict and negative conflict -, described in the "Discourses", is progressively defined, from the analysis of Florentian history, as being just one type - the tragic and violent type -, based on contrapositions that cannot be solved in terms of a classical virtú, characteristic of the first period of Roman history. Such transformations arise a set of questions to which, in some way, the present paper intends to offer some answers: Would Machiavelli have renounced to the idea of conflict as foundation of republican liberty and surrended himself to the utopia of a homogeneous and stable order? Which element should be to blame due to the fact that disagreements did not produce, in Florence, the same effects which were seen in Rome? Would all disagreements be natural and, for that reason, inevitable, or could there be "artificial" divisions and, by that reason, avoidable ones? <![CDATA[<b>Husserl y el antirrealismo (¿o realismo?) científico</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100016&lng=es&nrm=iso&tlng=es O presente artigo se propõe a confrontar uma leitura antirrealista da obra do fenomenólogo Edmund Husserl e a sugerir que ela pode ser interpretada mais adequadamente como marco do realismo científico. Para tanto, primeiramente, será exposto um dos mais recentes e elaborados projetos nos quais Husserl se relaciona ao Empirismo Construtivo de Van Fraassen. Posteriormente, serão assinaladas as dificuldades encontradas para interpretar algumas teses de Husserl desde o marco antirrealista, enfocando, principalmente, a discussão sobre os inobserváveis, mostrando como a sua existência não é uma tese indiferente à fenomenologia husserliana. Por fim, será indicado como Husserl poderia estar mais próximo do marco realista.<hr/>In this paper I confront an anti-realistic approach to Edmund Husserl's Phenomenological work and I suggest that this work could most suitably constitute into the Scientific Realistic framework. In order to this, I will first show one of most recent and elaborate claims which relates Husserl with Van Fraassen's Constructive Empiricism. Later, I will point out some existing difficulties to interpret the Husserlian thesis using the anti-realist framework. I will specially focus on the discussion about unobservable entities, arguing how the existence of the unobservable is not an alien thesis to the Phenomenology of Husserl. Finally, I will point out how Husserl is closer to the Realistic framework. <![CDATA[<b>A potência da crítica: o problema da aporia em Habermas e seu destino em Adorno</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100017&lng=es&nrm=iso&tlng=es Este artigo procura refletir acerca do ponto a partir do qual Habermas afirma a inatualidade da crítica social da primeira geração frankfurtiana, em específico Adorno, a saber, a ideia de que a crítica radical da racionalidade articulada com a análise social conduziria inevitavelmente a uma aporia analítica, a qual só poderia ser superada pela mudança de paradigma no interior da teoria crítica. Focalizando como Adorno busca manter a situação aporética da crítica social, busco redimensionar a aporia tirando-a do registro de obstáculo inultrapassável em direção à condição de possibilidade do exercício crítico.<hr/>This article seeks to reflect on the point from which Habermas argues on the obsolescence of social criticism of the first generation from the Frankfurt School, especially Adorno, from the idea that the radical critique of rationality articulated with social analysis would inevitably lead to an analytic aporia, which could only be overcome by the paradigm shift within the critical theory. Focusing as Adorno tries to keep the aporetic situation of social critique, we sought to re-dimension the idea of the obstacle of aporia by removing it from the unsurpassable obstacle towards the condition of possibility of the critical exercise. <![CDATA[<b>Melhoramentos humanos, no plural</b>: <b>pela qualificação de um importante debate filosófico</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100018&lng=es&nrm=iso&tlng=es No artigo, abordo a ideia de melhoramento humano (MH), visando a contestar três frustrantes tendências dos seus críticos, a saber, as ideias de: (1) que a natureza humana será artificializada, sugerindo que estaremos diante de algo novo e incomparavelmente perigoso, bem como que ainda seja possível preservar uma separação radical entre natureza e técnica; (2) que é possível abordar e criticar o MH a partir de uma singularidade semântica; e, diretamente relacionada à anterior, (3) que há univocidade entre os defensores do MH acerca de como os indivíduos devem lidar com os meios biotecnocientíficos disponibilizados, a saber, como uma ingênua e acrítica obrigação de melhorar.<hr/>In this paper, I discuss the idea of human enhancement (HE). My goal is to refute three frustrating trends in the HE criticism, namely the ideas that: (1) human nature will become artificial, suggesting that we will be facing something new and uniquely dangerous, and that it is still possible to preserve a radical separation between nature and technique; (2) it is possible to address and criticize HE from a semantic uniqueness, which is directly related to the previous item; and (3) there is an univocity among the HE's defenders on how individuals should handle the available bio-techno-scientific tools made available, namely, as a naive and uncritical obligation to become enhanced. <![CDATA[<b>Greenberg, Danto e O Fim da Arte</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100019&lng=es&nrm=iso&tlng=es Este estudo discute a questão do fim da arte com base nas reflexões críticas de Clement Greenberg e na posterior apropriação dessas reflexões por Arthur Danto. Em primeiro lugar, pretendo mostrar como a visão negativa de Greenberg acerca da arte produzida a partir dos anos 1960 implica o tema do fim da arte. Em segundo, pretendo expor a tarefa assumida por Danto a partir de sua avaliação dos diagnósticos e da teoria de Greenberg.<hr/>This paper addresses the question of the end of art based on the critical reflections of Clement Greenberg and the subsequent appropriation of these reflections by Arthur Danto. Firstly, I intend to show how the negative view of Greenberg about art produced from the 60's implies the issue of the end of art. Secondly, I intend to expose the task taken up by Danto based on his debate with Greenberg's theory. <![CDATA[<b>Deleuze, leitor de Espinosa: automatismo espiritual e fascismo no cinema</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100020&lng=es&nrm=iso&tlng=es Neste texto, procuro encontrar as origens de um dos mais importantes conceitos de Gilles Deleuze, o conceito de Imagem-tempo. Este conceito remete-nos para os primeiros textos de Deleuze dedicados à filosofia de Espinosa e ao problema do autómato espiritual e relaciona-se directamente com o problema da passividade/actividade do espectador. Ou seja, o conceito crucial na sua filosofia do cinema, a Imagem-tempo, esconde uma importante reflexão sobre a Imagem cinematográfica como arte de massas, os (im)poderes do pensamento e o modo fascista de se pensar.<hr/>This text seeks to find the origins of one of the most important of Gilles Deleuze's concepts, the concept of Image-time. This concept leads us to his first texts regarding Spinoza's philosophy and the problem of the spiritual automaton, and concerns directly about the problem of passivity/activity of the audience. That is to say that the crucial concept of his film philosophy, Image-time, hides a fundamental consideration on the cinematic image as a mass art, the (un)powers of thinking and the fascist way of thought. <![CDATA[<b>RIBEIRO, N. "Pessoa Philosophical Essays". New York: Contra Mundum Press, 2012. 260p</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100021&lng=es&nrm=iso&tlng=es Neste texto, procuro encontrar as origens de um dos mais importantes conceitos de Gilles Deleuze, o conceito de Imagem-tempo. Este conceito remete-nos para os primeiros textos de Deleuze dedicados à filosofia de Espinosa e ao problema do autómato espiritual e relaciona-se directamente com o problema da passividade/actividade do espectador. Ou seja, o conceito crucial na sua filosofia do cinema, a Imagem-tempo, esconde uma importante reflexão sobre a Imagem cinematográfica como arte de massas, os (im)poderes do pensamento e o modo fascista de se pensar.<hr/>This text seeks to find the origins of one of the most important of Gilles Deleuze's concepts, the concept of Image-time. This concept leads us to his first texts regarding Spinoza's philosophy and the problem of the spiritual automaton, and concerns directly about the problem of passivity/activity of the audience. That is to say that the crucial concept of his film philosophy, Image-time, hides a fundamental consideration on the cinematic image as a mass art, the (un)powers of thinking and the fascist way of thought. <![CDATA[<b>IANNINI, G. "Estilo e verdade em Jacques Lacan". Belo Horizonte: Autêntica, 2012. 374 p</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100022&lng=es&nrm=iso&tlng=es Neste texto, procuro encontrar as origens de um dos mais importantes conceitos de Gilles Deleuze, o conceito de Imagem-tempo. Este conceito remete-nos para os primeiros textos de Deleuze dedicados à filosofia de Espinosa e ao problema do autómato espiritual e relaciona-se directamente com o problema da passividade/actividade do espectador. Ou seja, o conceito crucial na sua filosofia do cinema, a Imagem-tempo, esconde uma importante reflexão sobre a Imagem cinematográfica como arte de massas, os (im)poderes do pensamento e o modo fascista de se pensar.<hr/>This text seeks to find the origins of one of the most important of Gilles Deleuze's concepts, the concept of Image-time. This concept leads us to his first texts regarding Spinoza's philosophy and the problem of the spiritual automaton, and concerns directly about the problem of passivity/activity of the audience. That is to say that the crucial concept of his film philosophy, Image-time, hides a fundamental consideration on the cinematic image as a mass art, the (un)powers of thinking and the fascist way of thought. <![CDATA[<b>Painel: </b><b>Filosofia no Brasil - perspectivas no ensino, na pesquisa e na vida pública</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100023&lng=es&nrm=iso&tlng=es Neste texto, procuro encontrar as origens de um dos mais importantes conceitos de Gilles Deleuze, o conceito de Imagem-tempo. Este conceito remete-nos para os primeiros textos de Deleuze dedicados à filosofia de Espinosa e ao problema do autómato espiritual e relaciona-se directamente com o problema da passividade/actividade do espectador. Ou seja, o conceito crucial na sua filosofia do cinema, a Imagem-tempo, esconde uma importante reflexão sobre a Imagem cinematográfica como arte de massas, os (im)poderes do pensamento e o modo fascista de se pensar.<hr/>This text seeks to find the origins of one of the most important of Gilles Deleuze's concepts, the concept of Image-time. This concept leads us to his first texts regarding Spinoza's philosophy and the problem of the spiritual automaton, and concerns directly about the problem of passivity/activity of the audience. That is to say that the crucial concept of his film philosophy, Image-time, hides a fundamental consideration on the cinematic image as a mass art, the (un)powers of thinking and the fascist way of thought. <![CDATA[<b>Sobre a nossa tradição exegética e a necessidade de uma reavaliação do ensino de Filosofia no país</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100024&lng=es&nrm=iso&tlng=es Neste texto, procuro encontrar as origens de um dos mais importantes conceitos de Gilles Deleuze, o conceito de Imagem-tempo. Este conceito remete-nos para os primeiros textos de Deleuze dedicados à filosofia de Espinosa e ao problema do autómato espiritual e relaciona-se directamente com o problema da passividade/actividade do espectador. Ou seja, o conceito crucial na sua filosofia do cinema, a Imagem-tempo, esconde uma importante reflexão sobre a Imagem cinematográfica como arte de massas, os (im)poderes do pensamento e o modo fascista de se pensar.<hr/>This text seeks to find the origins of one of the most important of Gilles Deleuze's concepts, the concept of Image-time. This concept leads us to his first texts regarding Spinoza's philosophy and the problem of the spiritual automaton, and concerns directly about the problem of passivity/activity of the audience. That is to say that the crucial concept of his film philosophy, Image-time, hides a fundamental consideration on the cinematic image as a mass art, the (un)powers of thinking and the fascist way of thought. <![CDATA[<b>Perspectivas da Filosofia no Brasil do ponto de vista de um <i>scholar</i></b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100025&lng=es&nrm=iso&tlng=es Neste texto, procuro encontrar as origens de um dos mais importantes conceitos de Gilles Deleuze, o conceito de Imagem-tempo. Este conceito remete-nos para os primeiros textos de Deleuze dedicados à filosofia de Espinosa e ao problema do autómato espiritual e relaciona-se directamente com o problema da passividade/actividade do espectador. Ou seja, o conceito crucial na sua filosofia do cinema, a Imagem-tempo, esconde uma importante reflexão sobre a Imagem cinematográfica como arte de massas, os (im)poderes do pensamento e o modo fascista de se pensar.<hr/>This text seeks to find the origins of one of the most important of Gilles Deleuze's concepts, the concept of Image-time. This concept leads us to his first texts regarding Spinoza's philosophy and the problem of the spiritual automaton, and concerns directly about the problem of passivity/activity of the audience. That is to say that the crucial concept of his film philosophy, Image-time, hides a fundamental consideration on the cinematic image as a mass art, the (un)powers of thinking and the fascist way of thought. <![CDATA[<b>Falta debate</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100026&lng=es&nrm=iso&tlng=es Neste texto, procuro encontrar as origens de um dos mais importantes conceitos de Gilles Deleuze, o conceito de Imagem-tempo. Este conceito remete-nos para os primeiros textos de Deleuze dedicados à filosofia de Espinosa e ao problema do autómato espiritual e relaciona-se directamente com o problema da passividade/actividade do espectador. Ou seja, o conceito crucial na sua filosofia do cinema, a Imagem-tempo, esconde uma importante reflexão sobre a Imagem cinematográfica como arte de massas, os (im)poderes do pensamento e o modo fascista de se pensar.<hr/>This text seeks to find the origins of one of the most important of Gilles Deleuze's concepts, the concept of Image-time. This concept leads us to his first texts regarding Spinoza's philosophy and the problem of the spiritual automaton, and concerns directly about the problem of passivity/activity of the audience. That is to say that the crucial concept of his film philosophy, Image-time, hides a fundamental consideration on the cinematic image as a mass art, the (un)powers of thinking and the fascist way of thought. <![CDATA[<b>Os livros e a noite</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100027&lng=es&nrm=iso&tlng=es Neste texto, procuro encontrar as origens de um dos mais importantes conceitos de Gilles Deleuze, o conceito de Imagem-tempo. Este conceito remete-nos para os primeiros textos de Deleuze dedicados à filosofia de Espinosa e ao problema do autómato espiritual e relaciona-se directamente com o problema da passividade/actividade do espectador. Ou seja, o conceito crucial na sua filosofia do cinema, a Imagem-tempo, esconde uma importante reflexão sobre a Imagem cinematográfica como arte de massas, os (im)poderes do pensamento e o modo fascista de se pensar.<hr/>This text seeks to find the origins of one of the most important of Gilles Deleuze's concepts, the concept of Image-time. This concept leads us to his first texts regarding Spinoza's philosophy and the problem of the spiritual automaton, and concerns directly about the problem of passivity/activity of the audience. That is to say that the crucial concept of his film philosophy, Image-time, hides a fundamental consideration on the cinematic image as a mass art, the (un)powers of thinking and the fascist way of thought. <![CDATA[<b>Contra o Febeapá</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100028&lng=es&nrm=iso&tlng=es Neste texto, procuro encontrar as origens de um dos mais importantes conceitos de Gilles Deleuze, o conceito de Imagem-tempo. Este conceito remete-nos para os primeiros textos de Deleuze dedicados à filosofia de Espinosa e ao problema do autómato espiritual e relaciona-se directamente com o problema da passividade/actividade do espectador. Ou seja, o conceito crucial na sua filosofia do cinema, a Imagem-tempo, esconde uma importante reflexão sobre a Imagem cinematográfica como arte de massas, os (im)poderes do pensamento e o modo fascista de se pensar.<hr/>This text seeks to find the origins of one of the most important of Gilles Deleuze's concepts, the concept of Image-time. This concept leads us to his first texts regarding Spinoza's philosophy and the problem of the spiritual automaton, and concerns directly about the problem of passivity/activity of the audience. That is to say that the crucial concept of his film philosophy, Image-time, hides a fundamental consideration on the cinematic image as a mass art, the (un)powers of thinking and the fascist way of thought. <![CDATA[<b>[Discussão da mesa com o público]</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2014000100029&lng=es&nrm=iso&tlng=es Neste texto, procuro encontrar as origens de um dos mais importantes conceitos de Gilles Deleuze, o conceito de Imagem-tempo. Este conceito remete-nos para os primeiros textos de Deleuze dedicados à filosofia de Espinosa e ao problema do autómato espiritual e relaciona-se directamente com o problema da passividade/actividade do espectador. Ou seja, o conceito crucial na sua filosofia do cinema, a Imagem-tempo, esconde uma importante reflexão sobre a Imagem cinematográfica como arte de massas, os (im)poderes do pensamento e o modo fascista de se pensar.<hr/>This text seeks to find the origins of one of the most important of Gilles Deleuze's concepts, the concept of Image-time. This concept leads us to his first texts regarding Spinoza's philosophy and the problem of the spiritual automaton, and concerns directly about the problem of passivity/activity of the audience. That is to say that the crucial concept of his film philosophy, Image-time, hides a fundamental consideration on the cinematic image as a mass art, the (un)powers of thinking and the fascist way of thought.