Scielo RSS <![CDATA[Summa Phytopathologica]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=0100-540520180001&lang=en vol. 44 num. 1 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[Induction of defense enzymes and control of anthracnose in cucumber by <em>Corymbia citriodora</em> aqueous extract]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-54052018000100010&lng=en&nrm=iso&tlng=en ABSTRACT Secondary compounds of medicinal plants can activate defense mechanisms in plants against pathogens. The aqueous extract (AE) of Corymbia citriodora has shown that activity, but there is scarce information about the involved mechanisms of action. Therefore, this study aimed to evaluate the effect of AE on the induction of defense enzymes and protection of cucumber from Colletotrichum lagenarium. Thus, the AE, autoclaved or not, was evaluated for its capability of protecting and inducing peroxidases, polyphenoloxidases, chitinases and β-1.3-glucanases, and phenylalanine ammonia-lyase. Distilled water and acibenzolar-S-methyl (50 mg a.i. L-1) were used as controls. The effect of AE at the concentrations of 1, 5, 10, 15 and 20% was also evaluated, as well as its local and systemic effect, and the effect of one or two applications. Pathogen inoculation or sample collection for determination of enzyme activity was performed at 72 hours after treatments. The AE reduced the severity of C. lagenarium and induced peroxidases and β-1.3-glucanases by 37.6, 67.2 and 122.7%, respectively. There was a reduction in the disease severity and an increase in peroxidases from the concentration of 5% AE. The latter showed only local effect and greater reduction in severity when two applications were performed. These results suggest the effect of AE in inducing resistance in cucumber and inducing peroxidases and β-1.3-glucanases.<hr/>RESUMO Compostos secundários de plantas medicinais podem ativar mecanismos de defesa em plantas contra patógenos. O extrato aquoso (EA) de Corymbia citriodora têm manifestado essa atividade, mas são escassas informações dos mecanismos de ação envolvidos. Assim, esse trabalho teve por objetivo avaliar o efeito do EA na indução de enzimas de defesa e na proteção de pepino à Colletotrichum lagenarium. Para tanto, o EA, autoclavado ou não, foi avaliado quanto a capacidade de proteção e indução de peroxidases, polifenoloxidases, quitinases e b-1,3 glucanases e fenilalanina amônialiase. Água destilada e acibenzolar-S-metil (50 mg i.a. L-1) foram utilizados como testemunhas. Também foi avaliado o efeito do EA nas concentrações de 1, 5, 10, 15 e 20%, bem como o efeito local e sistêmico, e de uma ou duas aplicações. A inoculação do patógeno ou a coleta de amostras para determinação da atividade enzimática foi realizada 72 horas após os tratamentos. O EA reduziu a severidade de C. lagenarium e induziu peroxidases e β-1,3-glucanases em 37,6, 67,2 e 122,7%, respectivamente. Houve redução na severidade da doença e aumento de peroxidases a partir da concentração de 5% do EA. Este apresentou somente efeito local, com maior redução na severidade quando em duas aplicações. Estes resultados sugerem o efeito indutor de resistência do EA em pepino com indução de peroxidases e β-1,3-glucanases. <![CDATA[Identification of protective isolates of <em>Citrus tristeza virus</em> (CTV) for <em>Citrus sinensis</em> (L.) Osbeck]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-54052018000100017&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO O Citrus tristeza virus (CTV) causa significativas perdas na produtividade de laranja doce [Citrus sinensis (L.) Osbeck] e seu controle tem sido realizado principalmente com a premunização. O trabalho teve como objetivo analisar a variabilidade de isolados fortes e fracos de CTV provenientes de plantas de citros inoculadas e mantidas em casa de vegetação e amostras de campo, coletadas em pomar comercial situado no município de Rolândia, PR. Para a determinação da variabilidade e diversidade genética dos isolados foi realizada avaliação dos sintomas e empregadas as técnicas de RT– PCR e RFLP, utilizando os oligonucleotídeos específicos HCP1/HCP2 e posterior sequenciamento dos fragmentos amplificados. Na avaliação de canelura, os isolados mantidos em casa de vegetação induziram sintomas leves, com exceção do isolado severo Capão Bonito. Os sintomas mais severos ocorreram em amostras situadas no campo. De acordo com as análises multivariadas os isolados de CTV tendem a se agrupar conforme a severidade dos sintomas e condições ambientais as quais foram expostas formando agrupamentos distintos entre amostras provenientes do campo e casa de vegetação. O dendrograma gerado a partir do sequenciamento dos isolados e as análises multivariadas revelaram que o isolado proveniente da amostra “Forte Arapongas” apresentou maior similaridade com o controle padrão forte proveniente de Capão Bonito. Os isolados identificados como fracos e provenientes das amostras Pêra IAC e Rolândia 5 apresentaram maior similaridade. Pode-se aferir que plantas hospedeiras mantidas em campo possuem maior variabilidade de isolados.<hr/>ABSTRACT Citrus tristeza virus (CTV) causes significant yield losses to sweet orange [Citrus sinensis (L.) Osbeck] and its control has been carried out especially with premunization. The aim of this study was to analyze the variability of severe and mild CTV isolates from citrus plants inoculated and kept in a greenhouse and field samples collected from a commercial orchard located in the city of Rolândia, Paraná State (PR). To determine the variability and the genetic diversity of isolates, symptoms were evaluated and the techniques RT-PCR and RFLP were employed, using the specific oligonucleotides HCP1 / HCP2 and subsequent sequencing of the amplified fragments. In the evaluation of stem pitting, the isolates kept in greenhouse induced mild symptoms, except for the severe isolate Capão Bonito. The most severe symptoms occurred in samples located in the field. The multivariate analyses showed that CTV isolates tend to cluster according to the severity of symptoms and the environmental conditions to which they were exposed, forming distinct groupings among samples from the field and the greenhouse. The dendrogram generated from the sequencing of isolates and the multivariate analyses revealed that the isolate from the sample “Forte Arapongas” presented greater similarity with the severe pattern control from Capão Bonito. The isolates identified as mild and from the samples Pêra IAC and Rolândia 5 presented greater similarity. Host plants maintained in the field can be considered to have more variability of isolates. <![CDATA[Morphophysiological and pathogenic characterization of <em>Armillaria</em> isolates from the south region of Brazil]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-54052018000100023&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO Armillaria sp. é patógeno causador de podridão de raízes e a morte de árvores de Pinus na região Sul do Brasil. Pouco se conhece sobre aspectos morfofisiológicos e patogênicos dessa espécie. Este trabalho objetivou caracterizar a morfologia, fisiologia, patogenicidade e produção de basidiomas in vitro de isolados de Armillaria da região Sul do Brasil. A análise da morfologia do micélio e rizomorfa foi feita em colônias cultivadas em meio BDA (batata-dextrose-ágar) a 20 ºC, no escuro, por 30 dias e em fragmentos de placas miceliais produzidas em seções de tronco inoculadas com o fungo, com microscopia de luz e de varredura. A fisiologia abordou a análise da biomassa produzida em caldo BD (batata-dextrose) em seis temperaturas. O teste de patogenicidade foi realizado em mudas de Pinus taeda. A indução de basidiomas foi feita em seções de tronco de P. taeda inoculados em frascos com meio BDA. As colônias apresentaram variação na morfologia do micélio, crescimento irregular sem simetria radial, coloração variando do branco, cinza ao marrom, e na maioria das vezes com rizomorfas. A análise da hifa revelou estruturas típicas do gênero Armillaria, como grampos de conexão, septos, pilosidades e massas resinosas sobre a superfície de hifas. A morfologia das rizomorfas mostrou-se variável de acordo com o ambiente, apresentando pilosidades quando em crescimento aéreo e superfície lisa quando desenvolvidas no interior do meio de cultura. A placa micelial mostrou-se crostosa com hifas verrucosas. A temperatura ótima para os isolados de Armillaria variou de 16 a 24 ºC. Somente uma planta inoculada morreu demonstrando a dificuldade de se reproduzir a doença in vivo. Um basidioma foi produzido demonstrando a possibilidade de frutificação in vitro de Armillaria sp.<hr/>ABSTRACT Armillaria sp. is the pathogen causing root rot and death to Pinus trees in the south region of Brazil. Little is known about the morphophysiological and pathogenic aspects of this species. This study aimed to characterize the morphology, physiology, pathogenicity and in vitro basidiome production of Armillaria isolates from the south region of Brazil. Analysis of the mycelium and rhizomorph morphology was done with colonies grown on PDA medium (potato-dextrose-agar) at 20 °C, in the dark, for 30 days, and mycelial fan fragments produced in trunk sections inoculated with the fungus, using light and scanning microscopy. Physiology was based on the analysis of biomass produced in PD broth (potato-dextrose) at six temperatures. Pathogenicity test was done with Pinus taeda seedlings. Basidiome induction was done with P. taeda trunk sections inoculated in flasks containing PDA medium. Colonies presented variation in mycelial morphology, irregular growth without radial symmetry, coloration varying from white, to gray and to brown, and most often with rhizomorphs. Analysis of hyphae revealed typical structures of the Armillaria genus, such as clamp connections, septa, pilosities and resinous masses on the hyphal surface. Rhizomorph morphology appeared variable depending on the environment, presenting pilosities when developed in aerial growth and smooth surface when developed in the culture medium. The mycelial fan was crusted and had verrucous hyphae. Optimum temperatures for Armillaria isolates varied from 16 to 24 ºC. Only one inoculated plant died, indicating difficulty in reproducing the disease in vivo. One basidiome was produced, demonstrating the possibility of in vitro fruiting of Armillaria sp. <![CDATA[Influence of <em>Macrophomina phaseolina</em> inoculation methodologies on the performance of soybean cultivars]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-54052018000100032&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO A podridão de carvão causada pelo fungo Macrophomina phaseolina é uma das principais doenças que causa podridões no sistema radicular e caule das plantas de soja, e sua ocorrência vem aumentando a cada safra. Com isso objetivou-se avaliar a influência de metodologias de inoculação de M. phaseolina no desempenho de cultivares de soja. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado, em parcelas sub-subdivididas no tempo, contendo duas cultivares de soja (NA 7337 RR e CD 2737 RR), seis métodos de inoculação (semente não inoculada, semente inoculada por 48 horas, semente inoculada por 72 horas, infestação do solo com três grãos de arroz, infestação do solo com seis grãos de arroz e infestação do solo com nove grãos de arroz) e 3 períodos de avaliações (20, 40 e 60 dias após a semeadura) com 6 repetições. As avaliações foram realizadas medindo-se a altura de plantas, diâmetro do colo, número de folhas, comprimento e largura de folhas e incidência do fungo Macrophomina phaseolina. Os resultados dos experimentos indicaram que o método de inoculação utilizando grãos de arroz inoculado com o fungo M. phaseolina proporcionou maiores prejuízos à cultivar NA 7337 RR, porém a cultivar CD 2737 RR foi influenciada pelo método de inoculação diretamente na semente de soja. A cultivar NA 7337 RR demostrou ser mais tolerante ao fungo Macrophomina phaseolina. Nos períodos de avaliações os parâmetros de quantificação indireta da doença evoluíram progressivamente aos 20, 40 e 60 dias. Observou-se também que apenas o tratamento testemunha não apresentou o fungo M. phaseolina e todos os métodos de inoculação empregados proporcionaram o desenvolvimento do fungo nas plantas de soja. Todos os métodos de inoculação utilizados foram eficientes na inoculação de M. phaseolina em soja. O método de inoculação diretamente na semente por 48 e 72 horas, desenvolveu sintomas precoces.<hr/>ABSTRACT Charcoal rot caused by the fungus Macrophomina phaseolina is one of the major diseases that causes rot in the root system and stem of soybean plants, and its occurrence has increased at every harvest season. The aim of this study was to evaluate the influence of M. phaseolina inoculation methodologies on the performance of soybean cultivars. The experiment was conducted in a completely randomized design, in sub-subdivided plots, containing two soybean cultivars (NA 7337 RR and CD 2737 RR), six inoculation methods (non-inoculated seed, seed inoculated for 48 hours, seed inoculated for 72 hours, soil infestation with three rice grains, soil infestation with six rice grains and soil infestation with nine rice grains) and three evaluation periods (20, 40 and 60 days after sowing) with 6 replicates. Evaluations were performed by measuring the height of plants, diameter of the colon, number of leaves, length and width of leaves and incidence of the fungus Macrophomina phaseolina. Results of the experiments indicated that the inoculation method using rice grains inoculated with the fungus M. phaseolina provided greater damage to the cultivar NA 7337 RR, but the cultivar CD 2737 RR was influenced by the method of inoculating directly in the soybean seed. The cultivar NA 7337 RR showed to be more tolerant to the fungus Macrophomina phaseolina. In the evaluation periods, the indirect quantification parameters of the disease progressively evolved at 20, 40 and 60 days. Only control treatment did not present the fungus M. phaseolina and all employed inoculation methods provided the development of the fungus in soybean plants. All inoculation methods were efficient in inoculating M. phaseolina in soybean plants. The method of directly inoculating in the seed for 48 and 72 hours developed early symptoms <![CDATA[Screening of soybean cultivars resistant to black root rot (<em>Macrophomina phaseolina</em>). <em>Summa Phytopathologica</em>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-54052018000100038&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO A seleção a campo de materiais resistentes à podridão negra da raiz, além de ter alto custo, apresenta alta variabilidade, uma vez que muitos fatores externos podem afetar o comportamento das plantas e, inclusive, do fungo, de local para local e de ano para ano. Seleção de variedades com resistência à podridão causada por Macrophomina phaseolina em casa de vegetação apresenta maior uniformidade e estabilidade dos resultados, uma vez que as condições são controladas. No entanto, é recomendado que os resultados obtidos em ambiente protegido, para serem adotados como protocolo de screening, apresentem boa correlação com resultados obtidos em campo. Assim, este trabalho teve por objetivo comparar a eficiência de métodos de screening em casa de vegetação e verificar suas correlações com o comportamento de variedades de soja em ensaio de campo. Os métodos de screening avaliados foram disco de micélio sobre haste cortada; punção da haste com palito colonizado; solo infestado por inóculo produzido em arroz (1g, 5g e 10g por kg de solo); e rega com suspensão de microescleródios (3 x 104 e 6 x 104 UFC/mL) sobre raízes de plântulas. O ensaio de campo foi montado em área com histórico de ocorrência da doença, e o solo foi infestado com sementes de sorgo colonizadas por M. phaseolina, no sulco de semeadura. Plantas inoculadas na haste, em casa de vegetação, foram submetidas a duas condições de umidade: câmara úmida por três dias após a inoculação, e ausência de câmara úmida. A severidade da doença foi avaliada através do comprimento da lesão no método do disco de micélio sobre haste cortada, e, para os métodos da punção da haste com palito colonizado, suspensão de microescleródios e inoculação por infestação do solo, por escala de notas referente à lesão na raiz. Para o último, avaliou-se ainda a altura das plantas. Os métodos do corte da haste e do palito colonizado apresentaram melhores resultados para discriminar os genótipos, e a ausência de câmara úmida proporcionou maior severidade da doença. De maneira geral, BMX Apolo foi mais suscetível à doença, enquanto GDM15I029 e BMX Elite apresentaram maior resistência. Houve redução na altura das plantas inoculadas por infestação do solo, principalmente para a maior concentração do inóculo. A inoculação por suspensão de inóculo foi eficiente somente no maior nível de inóculo, e foi possível diferenciar dois genótipos quanto à severidade, sendo BMX Tornado mais suscetível que GDM15I029. Verificou-se correlação significativa com os dados de campo somente para o método do disco de micélio sobre a haste cortada, com (rs = 0,84) e sem câmara úmida (rs = 0,80). Os resultados sugerem que a seleção de cultivares em casa de vegetação para resistência a podridão negra da raiz realizado pelo método da haste cortada é eficiente e representativa do comportamento dos genótipos de soja em condições de campo.<hr/>ABSTRACT The screening of genotypes resistant to black root rot in the field has high cost and high variability, since a large number of external factors can affect the behavior of plants and even of the fungus, according to the place and the year of cultivation. Screening of varieties resistant to the rot caused by Macrophomina phaseolina at greenhouse presents greater uniformity and stability of results once the conditions are controlled. However, it is recommended that the results obtained in a protected environment present good correlation to the results obtained in the field in order to be adopted as a screening protocol. Thus, this study aimed to compare the efficiency of screening methods at greenhouse and check their correlation with the behavior of soybean varieties in a field test. The evaluated screening methods were mycelium disc on cut stem; stem puncture with colonized toothpick; soil infested by inoculum produced in rice grains (1g, 5g and 10g per kg of soil); and irrigation with suspension of microsclerotia (3x104 and 6x104 CFU/mL) onto seedling roots. The field trial was set in an area with history of the disease occurrence, and the soil was infested with sorghum seeds colonized with M. phaseolina in the sowing groove. Plants inoculated on the stem, at greenhouse, were subjected to two humidity conditions: humid chamber for three days after inoculation and absence of humid chamber. The disease severity was determined based on the length of the lesion, for the method of mycelium disc on cut stem, and on a scale of notes referring to the root lesion, for the methods of stem puncture with colonized toothpick, suspension of microsclerotia and soil infested by inoculum. For the latter, the height of plants was also evaluated. The methods of stem cut and colonized toothpick were the best to discriminate genotypes, while the absence of humid chamber provided greater severity of the disease. In general, BMX Apolo was more susceptible to the disease, while GDM15I029 and BMX Elite showed more resistance. There was a reduction in the height of plants inoculated by soil infestation, especially for the higher inoculum concentration. Inoculation with inoculum suspension was efficient only at the highest inoculum level, and allowed to differentiate genotypes for severity, showing that BMX Tornado was more susceptible than GDM15I029. There was a significant correlation with the field data only for the method of mycelium disc on cut stem, with (rs = 0.84) and without humid chamber (rs = 0.80). The results suggest that screening for resistance to black root rot at greenhouse using the method of cut stem is efficient and representative of the behavior of soybean genotypes under field conditions. <![CDATA[Induction of resistance to <em>Macrophomina phaseolina</em> in soyben treated with rosemary extract]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-54052018000100045&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO Extratos vegetais podem induzir mecanismos de resistência de plantas em função da presença de compostos com características eliciadoras. O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito do extrato bruto de alecrim nas concentrações 0%; 1%; 2,5% e 5% sobre a atividade de peroxidase, polifenoloxidase e fenilalanina amônia-liase (FAL) em soja inoculada com Macrophomina phaseolina. Foram retiradas amostras nos tempos 0, 36, 72, 120, 168, 216 e 264 h após o tratamento. Nas amostras retiradas do colo das plantas, para peroxidase, as concentrações mais elevadas do extrato proporcionaram dois picos de indução. Houve constante incremento na atividade de polifenoloxidase desde 36 até 120 h após o tratamento para a concentração 5%. Para FAL apenas a concentração 5% promoveu incremento 83% e 130% maior nos tempos 168 e 216 h após o tratamento, respectivamente. Para as atividades na raiz, peroxidase novamente apresentou dois picos de incremento para concentração 5%, a polifenoloxidase foi 426% maior na concentração 5% às 216 h após o tratamento e a atividade de FAL apresentou incremento de 340% no tempo 216 h após o tratamento com 5% do extrato. Estes resultados indicam o potencial do extrato de alecrim em induzir a atividade de enzimas de defesa em colo e raiz de soja.<hr/>ABSTRACT Plant extracts may induce resistance mechanisms in plants due to the presence of compounds with eliciting characteristics. The aim of this study was to evaluate the effect of rosemary crude extract at the concentrations 0%; 1%; 2.5% and 5% on the activity of peroxidase, polyphenol oxidase and phenylalanine ammonia-lyase (PAL) in soybean plants inoculated with Macrophomina phaseolina. Samples were collected at 0, 36, 72, 120, 168, 216 and 264 hours after treatment. Considering the samples collected at the collar region of plants, for peroxidase, the highest concentrations of the extract provided two induction peaks. There was a constant increase in polyphenol oxidase activity from 36 to 120 hours after treatment at 5% concentration. For PAL, only the concentration of 5% led to increases 83% to 130% higher at 168 and 216 hours after treatment, respectively. For the activities in the root, peroxidase again showed two increment peaks at 5% concentration; polyphenol oxidase was 426% higher at 5% concentration at 216 hours after treatment and PAL activity showed an increase of 340% at 216 hours after treatment with 5% extract. These results indicate the potential of rosemary extract to induce the activity of defense enzymes in the collar region and in the root of soybean plants. <![CDATA[Geostatistical analysis of tospovirus in tomato crop]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-54052018000100051&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO Em relação às diversas doenças que reduzem a produção da cultura do tomateiro, destaca-se a ocorrência da virose conhecida como “vira-cabeça”. Epidemias dessa doença são frequentes com altas taxas de progresso e danos significativos. Nesse caso, estudos sobre a variabilidade espaço-temporal podem auxiliar em propor estratégias de manejo. Portanto, o objetivo desse estudo foi mapear a distribuição espacial da incidência do “vira-cabeça” ao longo do tempo em lavoura de tomateiro, para entender os mecanismos de dispersão do patógeno e progresso da doença. Para isso, a presença ou ausência de sintomas da doença foi monitorada ao longo do tempo em 120 plantas georreferenciadas, dispostas em malha regular e distribuídos num espaçamento de 1,0 x 0,5 m. Os dados de incidência da doença foram submetidos à análise geoestatística. Após o ajuste dos semivariogramas foi realizada a interpolação dos dados por krigagem. Houve epidemia da doença na lavoura de tomate, e a taxa de progresso (Dy/Dt) variou de 4,7 a 6 plantas doentes/dia, e 100% das plantas apresentaram sintomas aos 20 dias após a primeira detecção da doença na lavoura. Houve dependência espacial forte da distribuição das plantas de tomateiro com sintomas de “vira-cabeça” em todas as avaliações, e valor de alcance variando de 4,3 a 1,69 m. Ao longo do tempo surgiram focos secundários da doença, expansão lateral e coalescência desses, caracterizando dispersão por ação do agente vetor associado às fontes de inóculo inicial, internas e externas à lavoura. O padrão aleatório de distribuição da doença evoluiu para agregado, e posteriormente regular.<hr/>ABSTRACT Considering the various diseases that reduce tomato crop production, the virosis known as “vira-cabeça” is highlighted. Epidemics of this disease are frequent, showing high progress rates and expressive damage. In this case, studies about the space-time variability can help propose management strategies. Therefore, the aim this study was to map the spatial distribution of tospovirus incidence over time in a tomato crop in order to understand the dispersal mechanisms of this pathogen and the disease progress. Thus, the presence or the absence of symptoms of this disease was monitored over time in 120 georeferenced plants, arranged in a regular mesh and distributed in a spacing of 1.0 x 0.5 m. The disease incidence data were subjected to the geostatistical analysis. After the adjustment of semivariograms, interpolation of data was performed by means of kriging. There was epidemic of the disease in tomato crop, and the progress rate (Dy/Dt) varied from 4.7 to 6 diseased plants/day, while 100% plants exhibited symptoms at 20 days after the first detection of the disease on the crop. There was strong spatial dependence of the distribution of tomato plants with symptoms of “vira-cabeça” in all assessments, and the reach value varied from 4.3 to 1.69 m. Over time, secondary foci of the disease emerged, as well as lateral expansion and coalescence of the latter, characterizing dispersion due to the action of the vector agent associated with initial inoculum sources, internal and external to the tomato crop. The random pattern of the disease distribution progressed to aggregated and subsequently regular. <![CDATA[Validation of a diagrammatic scale to quantify the severity of corn leaf anthracnose]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-54052018000100056&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO A ocorrência de doenças foliares no milho (Zea mays) causadas por fungos é facilmente observada no campo. Entretanto são necessárias ferramentas para obter informações precisas sobre a quantificação de doenças. O objetivo deste trabalho foi elaborar uma escala diagramática para estimar a severidade da antracnose foliar causada por Colletotrichum graminicola na cultura do milho. Para elaboração da escala diagramática foram coletadas 100 folhas de milho com diferentes severidade da doença e levadas a laboratório para seleção e captação das imagens com o aplicativo Quant v.1.0.2. As imagens foram analisadas por 22 avaliadores experientes e por 13 avaliadores inexperientes. Conhecendo o grau de severidade real pode-se através da análise de regressão, determinar a relação entre o grau de severidade real e o grau de severidade estimado com o uso e sem o uso da escala. A precisão do avaliador foi determinada pelo coeficiente de determinação (R2) e pela variância. A escala proposta, com 18 severidades distintas, apresentou-se como uma ferramenta assertiva para a quantificação da severidade da antracnose. A acurácia e precisão de todos os avaliadores, aumentou quando usaram a escala; pois entre os avaliadores experientes 14 dos 22 aumentaram a acurácia e, entre os inexperientes, nove também tiveram sua acurácia melhorada pelo uso da escala proposta. Portanto os ganhos foram maiores para os avaliadores sem experiência, 69,2%.<hr/>ABSTRACT The occurrence of foliar diseases in corn (Zea mays), caused by fungi, is easily diagnosed in the field. However, tools to obtain accurate information on disease quantification are necessary. The objective of this study was to develop a diagrammatic scale to estimate the severity of leaf anthracnose caused by Colletotrichum graminicola in corn. To elaborate the diagrammatic scale, 100 corn leaves showing different severity levels of the disease were collected and taken to the laboratory for selection and capture of images using Quant v.1.0.2 software. The images were analyzed by 22 experienced evaluators and by 13 inexperienced evaluators. Once the actual severity degree was known, regression analysis was used to determine the relationship between the actual severity degree and the estimated severity degree with the use or without the use of the scale. The accuracy of the evaluator was determined based on the coefficient of determination (R2) and variance. The proposed scale, with 18 distinct severities, showed to be an efficient tool to quantify the severity of anthracnose. The accuracy of all evaluators increased when the scale was used since, among the experienced evaluators, 14 out of 22 increased their accuracy and, among inexperienced ones, nine also had their accuracy improved by using the proposed scale. Therefore, the gains were higher for evaluators without experience, 69.2%. <![CDATA[Essential oils and thermal treatment in the postharvest control of green mold in orange]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-54052018000100065&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO O bolor verde é a principal doença de frutos cítricos pós-colheita. Produtos e processos alternativos para controle de doenças de plantas vêm sendo cada vez mais requeridos. O objetivo deste trabalho foi avaliar a atividade antifúngica de óleos essenciais sobre Penicillium digitatum em laranjas, isoladamente ou em combinação com tratamento térmico. Para tanto, um isolado do fungo foi submetido, in vitro, a diferentes concentrações dos óleos de canela, capim-limão e palmarosa, em meio de cultura BDA, sendo avaliada também a atividade antifúngica dos compostos voláteis dos óleos. Além disso, foi realizado um estudo do efeito dos óleos sobre laranjas inoculadas, de modo curativo e protetivo. Laranjas foram inoculadas com 10 uL de suspensão de conídios (105 conídios mL-1), em dois períodos de incubação (4 h antes ou 24 h após os tratamentos). Os tratamentos com óleos essenciais por aspersão foram: testemunha, canela, capim-limão e palmarosa, a 0,5 e 1,0 g L-1, acrescidos de Tween20. Outro teste com óleo de canela, para verificar a melhor dose, foi realizado com 0,0; 0,12; 0,25; 0,5 e 1,0 g L-1 e um blend de canela (0,12 g L-1) e capim-limão (0,12 g L-1). O armazenamento foi a 25 °C e 80% de umidade relativa (UR) por até 6 dias. Posteriormente, efetuou-se um teste em laranjas inoculadas 4 h antes dos tratamentos: testemunha; canela (0,12 g L-1); termoterapia (60 °C por 20 s); termoterapia + óleo de canela; imazalil (1000 mg L-1). Armazenaram-se os frutos a 10 °C/85% UR por 6 dias mais 3 dias em condições ambiente. In vitro, o óleo de canela foi o mais fungitóxico para P. digitatum, inibindo totalmente o índice de crescimento micelial em concentrações superiores a 0,5 g L-1 por contato e, reduzindo significativamente pelos seus constituintes voláteis. Sobre laranjas inoculadas, o óleo de canela foi mais efetivo como curativo e, capim-limão como protetivo. No teste screening, a dose de 0,12 g L-1 do óleo de canela mostrou melhor resultado frente às doses superiores e ao blend de canela mais capim-limão. A combinação termoterapia seguida de aspersão de óleo de canela reduziu significativamente o desenvolvimento do bolor verde (AACPD) nos frutos (40,5%), quando armazenados sob refrigeração; entretanto, o fungicida imazalil proporcionou um controle mais efetivo (97%) durante o armazenamento prolongado.<hr/>ABSTRACT Green mold is the primary postharvest disease of citrus fruits. Alternative products and processes for plant disease control have been increasingly required. The aim of this study was to evaluate the antifungal activity of essential oils on P. digitatum in oranges, alone or in combination with thermal treatment. Thus, an isolate of the fungus was subjected, in vitro, to different concentrations of oils of cinnamon, lemongrass and palmarose, in PDA culture medium; the antifungal activity of the volatile compounds of oils was also evaluated. Furthermore, a study was conducted to verify the effect of oils on inoculated oranges, in a protective and curative mode. Oranges were inoculated with 10 uL conidial suspension (105 conidia mL-1), two incubation periods (4 h before or 24 h after treatments). The treatments with essential oils that were sprayed were: control, cinnamon, lemongrass and palmarose, at 0.5 and 1.0 g L-1, plus Tween20. Another test with cinnamon oil, to determine the best dose, was conducted by using 0.0; 0.12; 0.25; 0.5 and 1.0 g L-1 and a blend of cinnamon (0.12 g L-1) and lemongrass (0.12 g L-1). Storage was at 25 °C and 80% relative humidity (RH) for up to 6 days. Subsequently, a test was conducted in oranges inoculated 4 h before treatments: control; cinamon (0.12 g L-1); thermotherapy (60 °C for 20 s); thermotherapy + cinnamon oil; and imazalil (1000 mg L-1). The fruits were stored at 10 °C/85% RH for 6 days plus 3 days at room conditions. In vitro, cinnamon oil was most fungitoxic for P. digitatum, totally inhibiting the mycelial growth index at concentrations higher than 0.5 g L-1 by contact and significantly reducing it by its volatile compounds. For inoculated oranges, cinnamon oil was more effective as curative and lemon grass as protective. In the screening test, the dose of 0.12 g L-1 cinnamon oil showed better result compared to higher doses and to the blend of cinnamon and lemon grass. The thermotherapy combination followed by spraying of cinnamon oil significantly reduced green mold development (AACPD) in fruits (40.5%) stored under refrigeration; however, the fungicide imazalil provided a more effective control (97%) during prolonged storage. <![CDATA[Antagonism of <em>Trichoderma</em> spp. To the etiological agent of Ceratocystis wilt in cacao]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-54052018000100072&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO O controle biológico da Murcha de Ceratocystis do cacaueiro (Ceratocystis cacaofunesta) pode ser uma alternativa promissora ainda inexplorada para controlar esta doença. Testaram-se doze isolados de Trichoderma spp. como agentes de biocontrole (BCAs) para C. cacaofunesta. Neste estudo, avaliou-se: i) antagonismo por confronto in vitro entre BCAs e patógeno, e por inibição da germinação de esporos do patógeno pelo secretoma dos antagonistas; ii) efeito dos BCAs na formação de peritécios do patógeno sobre discos de folhas; iii) efeito dos BCAS no controle da Murcha de Ceratocystis em mudas de cacaueiro em condição de casa de vegetação. Os BCAs testados inibiram 100% do crescimento in vitro do patógeno no terceiro dia; e reduziram a germinação de esporos do patógeno. Trichoderma virens (T68), T. harzianum (2927), T. loningiopsis (Tc26) e T. atroviride (7CC) inibiram entre 98,5 e 92,3% a formação de peritécios do patógeno. Os isolados 7CC, T68, Tc26 e 2729 são promissores como BCAs. Em BCAs combinados, maior inibição ocorreu nos tratamentos incluindo T68. Não se evidenciou a eficiência esperada nos testes com mudas.<hr/>ABSTRACT The biological control of Ceratocystis wilt of cacao (Ceratocystis cacaofunesta) may be a promising alternative not explored yet to control this disease. Twelve isolates of Trichoderma spp. were tested as biocontrol agents (BCAs) for C. cacaofunesta. In this study, the following items were evaluated: i) antagonism by in vitro confronting between BCAs and the pathogen and by inhibition of the pathogen’s spore germination by the antagonist’s secretome; ii) effect of BCAs on the pathogen’s perithecium formation over leaf discs; iii) effect of BCAS on Ceratocystis wilt control in cacao seedlings under greenhouse conditions. The tested BCAs inhibited 100% in vitro growth of the pathogen on the third day and reduced the pathogen’s spore germination. Trichoderma virens (T68), T. harzianum (2927), T. loningiopsis (Tc26) and T. atroviride (7CC) inhibited by 98.5 to 92.3% the pathogen’s perithecium formation. Isolates 7CC, T68, Tc26 and 2729 are promising as BCAs. In combined BCAs, greater inhibition occurred for treatments including T68. There was no evidence of the expected efficiency in tests with seedlings. <![CDATA[Effectiveness of <em>Fusarium</em> spp. in controlling bacterial wilt in beans]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-54052018000100079&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO O presente trabalho teve como objetivos avaliar a ação inibitória de Fusarium oxysporum f. sp. phaseoli e Fusarium spp. in vitro sobre isolados de Curtobacterium flaccumfaciens pv. flaccumfaciens (Cff) e ação de Fusarium spp. no controle da murcha-de-curtobacteriurn, em plantas de feijoeiro cultivar IAC Carioca, conduzidas em vaso com substrato infestado pelo fungo em quatro concentrações. Os isolados de F. oxysporum f. sp. phaseoli e Fusarium spp. cultivados sobre discos de papel-de-filtro em meio de cultura agarizado produziram metabólitos que inibiram o crescimento dos isolados de Cff. Porém, extratos obtidos por filtragem de cultivos dos isolados fúngicos em meio líquido não inibiram, in vitro, o crescimento dos isolados de Cff. Os isolados de Fusarium spp. infestados no substrato, independente da concentração utilizada, não foram eficazes no controle da murcha-de-curtobacterium nas plantas de feijoeiro.<hr/>ABSTRACT This study aimed to evaluate the inhibitory action of Fusarium oxysporum f. sp. phaseoli and Fusarium spp., in vitro, on isolates of Curtobacterium flaccumfaciens pv. flaccumfaciens (Cff) and the action of Fusarium spp. in controlling bacterial wilt in bean plants, cultivar IAC Carioca, grown in pots with substrate infested by the fungus at four concentrations. Isolates of F. oxysporum f. sp. phaseoli and Fusarium spp. grown on paper filter discs, in agar culture medium, produced metabolites that inhibited the growth of Cff isolates. However, extracts obtained by filtering the cultures of fungal isolates in liquid medium did not inhibit, in vitro, the growth of Cff isolates. The isolates of Fusarium spp. infested in the substrate, regardless of the used concentration, were not effective in controlling bacterial wilt in bean plants. <![CDATA[An atypical <em>Lettuce mosaic virus</em> isolate breaking <em>mo1</em><sup>2</sup> gene in lettuce]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-54052018000100083&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO A alface (Lactuca sativa L.) pertencente à família Asteraceae e é uma das hortaliças mais consumidas no Brasil. O Lettuce mosaic virus (LMV) é um dos vírus mais importantes da cultura e, atualmente, a principal forma de controle é a utilização de genótipos portadores do gene de tolerância mol1 e mo12. Um isolado de LMV proveniente de Botucatu (SP), denominado LMV-Bot, foi identificado quanto as suas características biológicas e moleculares. Ao ser inoculado nas variedades de alface diferenciadoras de patótipos de LMV em alface (‘Ithaca - gene Mo’, ‘Malika - mo11’, ‘Vanguard 75 – Mo e mo12’ e ‘Salinas 88 - mo12’), o LMV-Bot induziu sintomas somente em ‘Salinas 88’. A porção N’ terminal que codifica a proteína capsidial foi amplificada, sequenciada e seu posicionamento filogenético revelou similaridade com dois isolados brasileiros denominados Br6 e A435 e também com um coletado na França (Fr4). Porém, o LMV-Bot não se enquadrou no sub-grupo Most e Common. Os resultados sugerem que apesar de raros, isolados atípicos de LMV são encontrados na natureza infectando alface, e podem contornar o gene de resistência mol2.<hr/>ABSTRACT Lettuce (Lactuca sativa L.) belongs to the Asteraceae family and is one of the most consumed vegetables in Brazil. Lettuce mosaic virus (LMV) an important virus for this crop and, currently, its main control form is based on the utilization of genotypes carrying the tolerance gene mol1 and mol2. A LMV isolate from Botucatu (SP), named LMV-Bot, was identified considering its biological and molecular characteristics. When inoculated in distinctive lettuce varieties that classifies LMV pathotypes (‘Ithaca - Mo gene’, ‘Malika – mol1’ ‘Vanguard 75 - Mo and mol2’ and ‘Salinas 88 - mo12’), LMV-Bot induced symptoms only in ‘Salinas 88’. The N’ terminal coding region for the capsid protein was amplified and sequenced, and its phylogenetic position revealed similarity to two Brazilian isolates named BR6 and A435 and to another one from France (FR4). However, LMV-Bot did not fit in the sub-group Most and Common. Results suggest that, although rare, atypical isolates of LMV are found in nature infecting lettuce and can break the resistance gene mol2. <![CDATA[First report of <em>Erysiphe quercicola</em> S. Takam. & U. Braun in <em>Quercus robur</em> Linnaeus in Brazil]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-54052018000100086&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO A alface (Lactuca sativa L.) pertencente à família Asteraceae e é uma das hortaliças mais consumidas no Brasil. O Lettuce mosaic virus (LMV) é um dos vírus mais importantes da cultura e, atualmente, a principal forma de controle é a utilização de genótipos portadores do gene de tolerância mol1 e mo12. Um isolado de LMV proveniente de Botucatu (SP), denominado LMV-Bot, foi identificado quanto as suas características biológicas e moleculares. Ao ser inoculado nas variedades de alface diferenciadoras de patótipos de LMV em alface (‘Ithaca - gene Mo’, ‘Malika - mo11’, ‘Vanguard 75 – Mo e mo12’ e ‘Salinas 88 - mo12’), o LMV-Bot induziu sintomas somente em ‘Salinas 88’. A porção N’ terminal que codifica a proteína capsidial foi amplificada, sequenciada e seu posicionamento filogenético revelou similaridade com dois isolados brasileiros denominados Br6 e A435 e também com um coletado na França (Fr4). Porém, o LMV-Bot não se enquadrou no sub-grupo Most e Common. Os resultados sugerem que apesar de raros, isolados atípicos de LMV são encontrados na natureza infectando alface, e podem contornar o gene de resistência mol2.<hr/>ABSTRACT Lettuce (Lactuca sativa L.) belongs to the Asteraceae family and is one of the most consumed vegetables in Brazil. Lettuce mosaic virus (LMV) an important virus for this crop and, currently, its main control form is based on the utilization of genotypes carrying the tolerance gene mol1 and mol2. A LMV isolate from Botucatu (SP), named LMV-Bot, was identified considering its biological and molecular characteristics. When inoculated in distinctive lettuce varieties that classifies LMV pathotypes (‘Ithaca - Mo gene’, ‘Malika – mol1’ ‘Vanguard 75 - Mo and mol2’ and ‘Salinas 88 - mo12’), LMV-Bot induced symptoms only in ‘Salinas 88’. The N’ terminal coding region for the capsid protein was amplified and sequenced, and its phylogenetic position revealed similarity to two Brazilian isolates named BR6 and A435 and to another one from France (FR4). However, LMV-Bot did not fit in the sub-group Most and Common. Results suggest that, although rare, atypical isolates of LMV are found in nature infecting lettuce and can break the resistance gene mol2. <![CDATA[Avaliação de formulados biológicos no crescimento e manejo da raiz rosada em cebolinha-verde]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-54052018000100088&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO A alface (Lactuca sativa L.) pertencente à família Asteraceae e é uma das hortaliças mais consumidas no Brasil. O Lettuce mosaic virus (LMV) é um dos vírus mais importantes da cultura e, atualmente, a principal forma de controle é a utilização de genótipos portadores do gene de tolerância mol1 e mo12. Um isolado de LMV proveniente de Botucatu (SP), denominado LMV-Bot, foi identificado quanto as suas características biológicas e moleculares. Ao ser inoculado nas variedades de alface diferenciadoras de patótipos de LMV em alface (‘Ithaca - gene Mo’, ‘Malika - mo11’, ‘Vanguard 75 – Mo e mo12’ e ‘Salinas 88 - mo12’), o LMV-Bot induziu sintomas somente em ‘Salinas 88’. A porção N’ terminal que codifica a proteína capsidial foi amplificada, sequenciada e seu posicionamento filogenético revelou similaridade com dois isolados brasileiros denominados Br6 e A435 e também com um coletado na França (Fr4). Porém, o LMV-Bot não se enquadrou no sub-grupo Most e Common. Os resultados sugerem que apesar de raros, isolados atípicos de LMV são encontrados na natureza infectando alface, e podem contornar o gene de resistência mol2.<hr/>ABSTRACT Lettuce (Lactuca sativa L.) belongs to the Asteraceae family and is one of the most consumed vegetables in Brazil. Lettuce mosaic virus (LMV) an important virus for this crop and, currently, its main control form is based on the utilization of genotypes carrying the tolerance gene mol1 and mol2. A LMV isolate from Botucatu (SP), named LMV-Bot, was identified considering its biological and molecular characteristics. When inoculated in distinctive lettuce varieties that classifies LMV pathotypes (‘Ithaca - Mo gene’, ‘Malika – mol1’ ‘Vanguard 75 - Mo and mol2’ and ‘Salinas 88 - mo12’), LMV-Bot induced symptoms only in ‘Salinas 88’. The N’ terminal coding region for the capsid protein was amplified and sequenced, and its phylogenetic position revealed similarity to two Brazilian isolates named BR6 and A435 and to another one from France (FR4). However, LMV-Bot did not fit in the sub-group Most and Common. Results suggest that, although rare, atypical isolates of LMV are found in nature infecting lettuce and can break the resistance gene mol2. <![CDATA[Efeito da temperatura e do fotoperíodo no desenvolvimento micelial de <em>Botrytis squamosa,</em> agente causal da queima das pontas da cebola]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-54052018000100090&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO A alface (Lactuca sativa L.) pertencente à família Asteraceae e é uma das hortaliças mais consumidas no Brasil. O Lettuce mosaic virus (LMV) é um dos vírus mais importantes da cultura e, atualmente, a principal forma de controle é a utilização de genótipos portadores do gene de tolerância mol1 e mo12. Um isolado de LMV proveniente de Botucatu (SP), denominado LMV-Bot, foi identificado quanto as suas características biológicas e moleculares. Ao ser inoculado nas variedades de alface diferenciadoras de patótipos de LMV em alface (‘Ithaca - gene Mo’, ‘Malika - mo11’, ‘Vanguard 75 – Mo e mo12’ e ‘Salinas 88 - mo12’), o LMV-Bot induziu sintomas somente em ‘Salinas 88’. A porção N’ terminal que codifica a proteína capsidial foi amplificada, sequenciada e seu posicionamento filogenético revelou similaridade com dois isolados brasileiros denominados Br6 e A435 e também com um coletado na França (Fr4). Porém, o LMV-Bot não se enquadrou no sub-grupo Most e Common. Os resultados sugerem que apesar de raros, isolados atípicos de LMV são encontrados na natureza infectando alface, e podem contornar o gene de resistência mol2.<hr/>ABSTRACT Lettuce (Lactuca sativa L.) belongs to the Asteraceae family and is one of the most consumed vegetables in Brazil. Lettuce mosaic virus (LMV) an important virus for this crop and, currently, its main control form is based on the utilization of genotypes carrying the tolerance gene mol1 and mol2. A LMV isolate from Botucatu (SP), named LMV-Bot, was identified considering its biological and molecular characteristics. When inoculated in distinctive lettuce varieties that classifies LMV pathotypes (‘Ithaca - Mo gene’, ‘Malika – mol1’ ‘Vanguard 75 - Mo and mol2’ and ‘Salinas 88 - mo12’), LMV-Bot induced symptoms only in ‘Salinas 88’. The N’ terminal coding region for the capsid protein was amplified and sequenced, and its phylogenetic position revealed similarity to two Brazilian isolates named BR6 and A435 and to another one from France (FR4). However, LMV-Bot did not fit in the sub-group Most and Common. Results suggest that, although rare, atypical isolates of LMV are found in nature infecting lettuce and can break the resistance gene mol2. <![CDATA[Efeito da temperatura e do fotoperíodo na germinação <em>in vitro</em> de esporângios de <em>Peronospora destructor</em>, agente etiológico do míldio da cebola]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-54052018000100092&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO A alface (Lactuca sativa L.) pertencente à família Asteraceae e é uma das hortaliças mais consumidas no Brasil. O Lettuce mosaic virus (LMV) é um dos vírus mais importantes da cultura e, atualmente, a principal forma de controle é a utilização de genótipos portadores do gene de tolerância mol1 e mo12. Um isolado de LMV proveniente de Botucatu (SP), denominado LMV-Bot, foi identificado quanto as suas características biológicas e moleculares. Ao ser inoculado nas variedades de alface diferenciadoras de patótipos de LMV em alface (‘Ithaca - gene Mo’, ‘Malika - mo11’, ‘Vanguard 75 – Mo e mo12’ e ‘Salinas 88 - mo12’), o LMV-Bot induziu sintomas somente em ‘Salinas 88’. A porção N’ terminal que codifica a proteína capsidial foi amplificada, sequenciada e seu posicionamento filogenético revelou similaridade com dois isolados brasileiros denominados Br6 e A435 e também com um coletado na França (Fr4). Porém, o LMV-Bot não se enquadrou no sub-grupo Most e Common. Os resultados sugerem que apesar de raros, isolados atípicos de LMV são encontrados na natureza infectando alface, e podem contornar o gene de resistência mol2.<hr/>ABSTRACT Lettuce (Lactuca sativa L.) belongs to the Asteraceae family and is one of the most consumed vegetables in Brazil. Lettuce mosaic virus (LMV) an important virus for this crop and, currently, its main control form is based on the utilization of genotypes carrying the tolerance gene mol1 and mol2. A LMV isolate from Botucatu (SP), named LMV-Bot, was identified considering its biological and molecular characteristics. When inoculated in distinctive lettuce varieties that classifies LMV pathotypes (‘Ithaca - Mo gene’, ‘Malika – mol1’ ‘Vanguard 75 - Mo and mol2’ and ‘Salinas 88 - mo12’), LMV-Bot induced symptoms only in ‘Salinas 88’. The N’ terminal coding region for the capsid protein was amplified and sequenced, and its phylogenetic position revealed similarity to two Brazilian isolates named BR6 and A435 and to another one from France (FR4). However, LMV-Bot did not fit in the sub-group Most and Common. Results suggest that, although rare, atypical isolates of LMV are found in nature infecting lettuce and can break the resistance gene mol2.