Scielo RSS <![CDATA[Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=0100-720320150002&lang=es vol. 37 num. 2 lang. es <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[Pre-implantation genetic screening and diagnosis: what doctors should know]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032015000200053&lng=es&nrm=iso&tlng=es <![CDATA[Comparison between two growth curves for small for gestational age diagnosis]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032015000200059&lng=es&nrm=iso&tlng=es OBJETIVO: Foi comparar a aplicação de duas curvas de crescimento para o diagnóstico de recém-nascidos pequenos para a idade gestacional (PIG), utilizando o percentil 10 como referência. MÉTODOS: Estudo retrospectivo com informações do parto de 20.567 recém-nascidos vivos, de gestações únicas, ocorridos entre janeiro de 2003 e junho de 2014, divididos em grupos por idade gestacional: (a) 23 a 26, (b) 26 a 29, (c) 29 a 32, (d) 32 a 35, (e) 35 a 38, (f) 38 a 41 e (g) &gt;41 semanas. Os dados foram pareados e os grupos comparados por teste de igualdade de proporções segundo método de McNemar. O nível de significância foi estabelecido em p&lt;0,05. RESULTADOS: A curva de Alexander apresentou maior taxa de diagnóstico de PIG do que a curva de Fenton em todas as faixas de idade gestacional até a 41a semana, com maior diferença entre as curvas entre 32 e 35 semanas (18,5%). No período entre 37 e 40 semanas, o diagnóstico de PIG, empregando-se a curva de Alexander, superou o de Fenton em 9,1% dos casos. Com exceção dos grupos entre 23 e 26 semanas, todas as outras faixas de idade gestacional mostraram-se significativamente diferentes quanto ao diagnóstico de RN PIG. CONCLUSÃO: A curva de Fenton é um instrumento estatístico mais robusto, construída com informações mais recentes, e permite a avaliação do crescimento por três parâmetros e por sexo. <hr/> PURPOSE: It was to compare the use of two growth curves for the diagnosis of small-for-gestational-age (SGA) infants, having the 10th percentile as reference. METHODS: In a retrospective study, data of 20,567 singleton live births from January 2003 to June 2014 were analyzed, and divided according to gestational age: (a) 23 to 26, (b) 26 to 29, (c) 29 to 32, (d) 32 to 35, (e) 35 to 38, (f) 38 to 41 and (g) &gt;41 weeks. Data were paired and analyzed using the McNemar test, with the level of significance set at 0.05. RESULTS: The curve designed by Alexander indicated a higher percentage of diagnosis of SGA than the curve constructed by Fenton for every category of gestational age up to 41 weeks, more markedly in the 32-35 week group (18.5%). Between 37 and 40 weeks of gestational age, Alexander's curve exceeded Fenton's curve in 9.1% of the cases in the diagnosis of SGA. CONCLUSIONS: The Fenton curve provides a more accurate evaluation of an infant's growth since it is gender-specific and allows measurement of three parameters. It has also been constructed with newer data and more sophisticated statistical tools. <![CDATA[Prevalence of toxoplasmosis in pregnant women in two reference centers in a city in Northeast Brazil]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032015000200064&lng=es&nrm=iso&tlng=es OBJETIVO: Determinar a prevalência de toxoplasmose e identificar os principais fatores associados à sororeatividade em gestantes atendidas em dois centros de referência em uma cidade do Nordeste do Brasil. MÉTODOS: Foi realizado um estudo transversal com 561 gestantes atendidas em dois centros de referência para pré-natal de alto risco em uma cidade do Nordeste do Brasil. Todas foram entrevistadas por meio de um questionário epidemiológico e foram coletadas amostras de sangue em que foram realizadas sorologia anti-Toxoplasma gondii para IgG e IgM (ELISA), teste de avidez da IgG e reação em cadeia da polimerase (PCR). A análise estatística foi realizada com o programa SPSS version 18.0 Windows, usando odds ratio e intervalo de confiança de 95%, considerando-se o nível de significância de 5%. RESULTADOS: Constatou-se sororeatividade para toxoplasmose em 437 (77,0%), susceptibilidade em 124 (22,1%) e 5 (0,9%) gestantes com infecção ativa. Não encontramos associação significativa entre sororeatividade para toxoplasmose e idade, procedência, renda, escolaridade, situação da rede de esgotos, número de gestações e idade gestacional. As variáveis com associação significativa (p≤0,05) para sororeatividade foram: multigestas (p=0,03) e convívio com cães soltos na rua (p=0,001). CONCLUSÕES: O estudo permitiu identificar uma alta sororeatividade para toxoplasmose entre as pacientes atendidas no pré-natal, assim como os fatores associados à sororeatividade, devendo ser reforçadas orientações apropriadas sobre medidas de prevenção primária e monitoramento sorológico trimestral das gestantes nesse município e outras regiões do Nordeste do Brasil. <hr/> PURPOSE: To determine the prevalence of toxoplasmosis and to identify the main factors associated with seroreactivity in pregnant women cared for at two reference centers in a city in Northeast Brazil. METHODS: A cross-sectional study was conducted on 561 pregnant women at two high-risk prenatal reference centers in a city in Northeast Brazil. All women were interviewed using an epidemiological questionnaire and had their blood samples collected for the following serological tests: anti-Toxoplasma gondii IgG and IgM (ELISA), IgG avidity test, and polymerase chain reaction (PCR). Statistical analysis was carried out using SPSS version 18.0 for Windows, calculating odds ratio, confidence interval of 95% and with the level of significance set at 5%. RESULTS: Seroreactivity for toxoplasmosis was detected in 437 women (77.0%), susceptibility in 124 (22.1%) and active infection in 5 (0.9%). There was no significant association between seroreactivity for toxoplasmosis and age, location, income, education, availability of sewage, number of pregnancies or gestational age. The variables significantly associated (p≤0.05) with seroreactivity were multiparity (p=0.03) and living with stray dogs (p=0.01). CONCLUSIONS: This study identified high seroreactivity for toxoplasmosis among patients seen during prenatal care, as well as factors associated with seroreactivity. Appropriate guidelines about primary preventive measures should be emphasized and quarterly serological monitoring is recommended for pregnant women in this city and elsewhere in the Northeast of Brazil. <![CDATA[Metabolism and gene polymorphisms of the folate pathway in Brazilian women with history of recurrent abortion]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032015000200071&lng=es&nrm=iso&tlng=es PURPOSE: To investigate the association between polymorphisms in genes that encode enzymes involved in folate- and vitamin B12-dependent homocysteine metabolism and recurrent spontaneous abortion (RSA). METHODS: We investigated the C677T and A1298C polymorphisms of the methylenetetrahydrofalate reductase gene (MTHFR), the A2756G polymorphism of the methionine synthase gene (MS) and the 844ins68 insertion of the cystathionine beta synthetase gene (CBS). The PCR technique followed by RFLP was used to assess the polymorphisms; the serum levels of homocysteine, vitamin B12 and folate were investigated by chemiluminescence. The EPI Info Software version 6.04 was used for statistical analysis. Parametric variables were compared by Student's t-test and nonparametric variables by the Wilcoxon rank sum test. RESULTS: The frequencies of gene polymorphisms in 89 women with a history of idiopathic recurrent miscarriage and 150 controls were 19.1 and 19.6% for the C677T, insertion, 20.8 and 26% for the A1298C insertion, 14.2 and 21.9% for the A2756G insertion, and 16.4 and 18% for the 844ins68 insertion, respectively. There were no significant differences between case and control groups in any of the gene polymorphisms investigated. However, the frequency of the 844ins68 insertion in the CBS gene was higher among women with a history of loss during the third trimester of pregnancy (p=0.003). Serum homocysteine, vitamin B12 and folate levels id not differ between the polymorphisms studied in the case and control groups. However, linear regression analysis showed a dependence of serum folate levels on the maintenance of tHcy levels. CONCLUSION: The investigated gene polymorphisms and serum homocysteine, vitamin B12 and folate levels were not associated with idiopathic recurrent miscarriage in the present study. Further investigations are needed in order to confirm the role of the CBS 844ins68 insertion in recurrent miscarriage. <hr/> OBJETIVO: Investigar a associação entre polimorfismos nos genes que codificam enzimas envolvidas no metabolismo da homocisteína dependente de folato e vitamina B12 e aborto espontâneo recorrente. MÉTODOS: Investigamos os polimorfismos C677T e A1298C no gene methilenotetrahidrofalato redutase (MTHFR); o polimorfismo A2756G no gene metionina sintase (MS) e a inserção 844ins68 no gene da cistationina beta-sintetase (CBS). A técnica de PCR seguido por RFLP foi utilizada para investigar os polimorfismos. Os níveis séricos de homocisteína, vitamina B12 e de folato foram investigados pela técnica de quimioluminescência. O Software Epi Info versão 6.04 foi utilizado para realizar a análise estatística. As variáveis paramétricas foram comparadas pelo teste t de Student e as variáveis não paramétricas pelo teste de Wilcoxon rank sum. RESULTADOS: As frequências dos polimorfismos gênicos em 89 mulheres com história de aborto recorrente idiopático e 150 controles foram de 19,1 e 19,6% para o C677T; 20,8 e 26% para o A1298C; 14,2 e 21,9% para o A2756G e 16,4 e 18% para a inserção 844ins68, respectivamente. Não houve diferenças significantes entre os grupos caso e controle em todos os polimorfismos dos genes investigados. No entanto, a frequência da inserção 844ins68 no gene CBS foi maior entre mulher com histórico de perdas no terceiro trimestre da gravidez p=0.003). Os níveis de homocisteína, vitamina B12 e folato séricos não foram diferentes entre os polimorfismos estudados nos grupos casos e controles. No entanto, a análise de regressão linear mostrou dependência dos níveis séricos de folato na manutenção dos níveis de homocisteína. CONCLUSÃO: Os polimorfismos gênicos investigados, assim como homocisteína, vitamina B12 e os níveis séricos de folato não foram associados com abortos recorrentes idiopático no presente estudo. Novas investigações devem ser realizados a fim de confirmar o papel da inserção 844ins68-CBS nos abortos recorrentes. <![CDATA[Predictive factors for recurrence of ovarian endometrioma after laparoscopic excision]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032015000200077&lng=es&nrm=iso&tlng=es OBJETIVO: Analisar os fatores que possam influenciar na recorrência do endometrioma ovariano após tratamento videolaparoscópico. MÉTODOS: Estudo de coorte retrospectivo. Foram avaliadas 129 pacientes submetidas à videolaparoscopia, entre 2003 e 2012, para tratamento de endometrioma ovariano, com seguimento pós-operatório mínimo de 2 anos. Foi realizada ultrassonografia transvaginal para excluir persistência da lesão e identificação de recidiva. Para comparação de variáveis contínuas foi utilizado o teste t de Student, e para o teste de homogeneidade entre as proporções, o teste do χ2 ou exato de Fisher (para frequências menores do que cinco). Para a obtenção de fatores prognósticos ligados à recidiva foi aplicado o modelo de regressão linear multivariado. O nível de significância utilizado para a análise foi de 5%. RESULTADOS: A taxa de recorrência foi de 18.6%. O tamanho do endometrioma, a modalidade cirúrgica empregada e os dados demográficos como idade, índice de massa corpórea, presença de sintomas, tabagismo e prática de exercícios físicos não se associaram ao aumento da recorrência. Foi observado que a interrupção do tratamento clínico pós-operatório apresentou risco significativo para aumento da recorrência (OR 23,7; IC95% 5,26-107,05; p=0,001). CONCLUSÃO: O uso contínuo de contracepção oral parece reduzir dramaticamente a taxa de recidiva de endometrioma ovariano. Neste estudo, a interrupção do tratamento foi o fator associado com maior taxa de recidiva da lesão após o tratamento videolaparoscópico. <hr/> PURPOSE: To analyze the factors that might influence the recurrence of ovarian endometriomas after laparoscopic excision. METHODS: A retrospective cohort study. We evaluated 129 patients who underwent laparoscopic excision of ovarian endometriomas from 2003 to 2012 and who were followed up for at least two years after surgery. Vaginal ultrasound was repeated to exclude persistent lesion and to identify recurrence. The Student's t-test was used to compare continuous variables and the χ2 or Fischer exact test (for values of less than five) was used to test homogeneity between proportions. A logistic regression model for multivariate proportional hazards was used to analyze predictors of long-term outcome. The level of significance was set at 5% in all analyses. RESULTS: The overall rate of ovarian endometrioma recurrence was 18.6%. Endometrioma diameter, surgical procedure techniques and demographic data such as age, presenting symptoms, body mass index, smoking and physical exercise habits were not associated with recurrence, whereas interruption of postoperative medical treatment was significantly correlated with a higher recurrence rate (OR 23.7; 95%CI 5.26-107.05; p=0.001). CONCLUSION: Current oral contraceptive use appears to be associated with a dramatic reduction in the risk of recurrence of ovarian endometriotic cysts. Treatment interruption was associated with a higher recurrence rate of ovarian endometrioma after laparoscopic treatment. <![CDATA[Risk factors for urinary incontinence in elderly women practicing physical exercises]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032015000200082&lng=es&nrm=iso&tlng=es OBJETIVO: Analisar os fatores de risco para incontinência urinária (IU) em mulheres idosas praticantes de exercícios físicos (EF). MÉTODOS: Participaram deste estudo 152 mulheres idosas, com média de idade de 68,6±5,8 anos, praticantes de EF regularmente. Foram identificadas a presença de IU e fatores de risco ginecológicos, obstétricos, clínicos, comportamentais, hereditários e antropométricos. Também foi aplicado o Domínio 4 do Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ) para identificação do nível de atividade física e mensurados índice de massa corporal (IMC) e circunferência da cintura (CC). Os dados foram tratados por meio de estatística descritiva e inferencial, com nível de significância de 5%. RESULTADOS: A prevalência de IU na amostra foi de 32,2%. Entre os fatores avaliados, apenas o uso de diuréticos (RC=2,7; IC95% 1,0-7,0) e o histórico familiar de perda urinária positivo (RC=2,3; IC95% 1,1-4,8) foram associados aos sintomas de IU. CONCLUSÃO: O uso de diuréticos é considerado um fator de risco modificável da IU, enquanto o histórico familiar é um fator de risco não modificável. <hr/> PURPOSE: To analyze the risk factors for urinary incontinence (UI) in older women practicing physical exercises (PE). METHODS: A total of 152 older women with a mean age of 68.6±5.8 years who regularly practiced PE participated in the study. The presence of UI and gynecological, obstetric, clinical, behavioral, hereditary and anthropometric risk factors was determined identified. It was also applied the Domain 4 of the International Physical Activity Questionnaire (IPAQ) to determine the level of physical activity and body mass index and waist circumference were measured. Data were analyzed using descriptive and inferential statistics, with the level of significance set at 5%. RESULTS: The prevalence of UI in the sample was 32.2%. Among the factors evaluated, only the use of diuretics (OR=2.7; 95%CI 1.0-7.0) and a positive family history of urinary incontinence (OR=2.3; 95%CI 1.1-4.8) were associated with UI symptoms. CONCLUSION: The use of diuretics is considered to be a modifiable risk factor for UI, whereas a family history is not considered to be a modifiable risk factor. <![CDATA[Histological classification and quality of life in women with endometriosis]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032015000200087&lng=es&nrm=iso&tlng=es OBJETIVO: Avaliar a relação entre a classificação histológica em pacientes operadas de endometriose e a qualidade de vida. MÉTODOS: Estudo observacional transversal, com avaliação de 32 biópsias de intestino, peritônio e ligamento uterossacro em 40 mulheres portadoras de endometriose profunda. Para a análise da qualidade de vida (QV) foi aplicado o questionário SF-36 antes da cirurgia e após 6 e 12 meses. As biópsias foram classificadas histologicamente em estromal puro (EP), glandular diferenciada (GD), indiferenciada (GI) e mista (GM), sendo que ficaram na amostra apenas o GI e GM, relacionadas aos oito domínios do SF-36. RESULTADOS: Observamos a seguinte distribuição de acordo com o tipo histológico: no peritônio 63% GI e 22% GM; no intestino 19% GI e 24% G e no uterossacro 41% GI e 35% GM. Quanto à QV e à classificação histológica, a evolução dos casos com implante no intestino mostrou que apenas o tipo GM apresentou melhora de 0 a 6 meses no aspecto social e no aspecto emocional. Ainda entre esses casos, o GI mostrou que os domínios estado geral da saúde (p=0,01) e aspecto social (p=0,04) têm relação significativa com a melhora da QV de 0 a 6 meses e uma tendência à melhora do estado geral da saúde de 0 a 12 meses. Quanto à dor (p=0,06) e ao aspecto emocional (p=0,05), observamos tendência à melhora na QV de 0 a 6 meses e na capacidade vital (p=0,1) de 0 a 6 e de 0 a 12 meses. No que se refere ao aspecto emocional, foi observado que entre as pacientes com tipo histológico GI, diferente do GM, não houve evolução favorável de 0 a 6 meses. No uterossacro não observamos relações significativas entre tipo histológico e QV. CONCLUSÃO: A melhora da QV em mulheres submetidas ao tratamento cirúrgico laparoscópico de endometriose profunda apresenta associação com grau de diferenciação histológica. Apenas as pacientes com endometriose classificada como indiferenciada e com lesões no peritônio mostraram melhora da QV após a cirurgia. <hr/> PURPOSE: To assess the relationship between the histological classification and the quality of life of patients operated for endometriosis. METHODS: A cross-sectional observational study, with assessment of 32 biopsies of the intestine, peritoneum and uterosacral ligament from 40 women with deep endometriosis. The quality of life (QOL) was determined by applying the SF-36 questionnaire pre-operatively and at 6 and 12 months postoperatively. Biopsies were histologically classified into pure stromal (EP), glandular differentiated (GD), glandular undifferentiated (GI) and mixed (GM), remaining in the sample only GI and GM, which are related to eight domains of the SF-36. RESULTS: According to the histologic type, the following distribution was observed: peritoneum 63% GI and 35% GM; intestine 19% GI and 24% GM; uterosacral ligament with 41% GI and 35% GM. Regarding the QOL and the histological classification, in the intestine only GM was associated with improvement of social and emotional aspects from 0 to 6 months; the domains general health status (p=0.01) and social aspect (p=0.04) were significantly related to improvement of the QOL from 0 to 6 months, and the general health status tended to improve from 0 to 12 months. Regarding pain (p=0.06) and the emotional aspect (p=0.05), the QOL tended to improve from 0 to 6 months and the vital capacity (p=0.1) improved from 0 to 6 months and from 0 to 12 months. Regarding the emotional aspect, evolution of the two histological types was not favorable for improvement in MG from 0 to 6 months. No significant relationships between histologic type and QOL were evident in the uterosacral ligament samples. CONCLUSION: Improvement in the QOL of women undergoing laparoscopic surgery for deep endometriosis is associated with the histologic grade. The peritoneal biopsy of GI revealed improved QOL after surgery. <![CDATA[Comparison of two techniques for HPV genotyping in women with high-grade squamous intraepithelial lesion]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032015000200094&lng=es&nrm=iso&tlng=es OBJETIVO: Comparar o desempenho de duas técnicas de genotipagem de papilomavírus humano (HPV), Linear Array e PapilloCheck, em mulheres com lesão intra-epitelial de alto grau (LIAG). MÉTODOS: Foram selecionadas 88 mulheres com diagnóstico citopatológico de LIAG em 2 centros de referência em patologia cervical em Salvador, Bahia, no período de julho de 2006 a janeiro de 2009. Após o diagnóstico citopatológico de LIAG, foram realizadas a coleta de células do colo uterino para a genotipagem do HPV e a biópsia sob visão colposcópica para análise histopatológica do fragmento retirado. Posteriormente à confirmação de NIC2+ pelo exame histopatológico, foi realizada a genotipagem do HPV em 41 mulheres pelas técnicas Linear Array e PapilloCheck. RESULTADOS: Os dois testes apresentaram taxa de concordância geral para detecção do vírus HPV de 97,2% (35/36). Das 36 amostras válidas, 35 (97,2%) foram consideradas positivas em ambos os testes e apenas uma amostra (2,8%) foi considerada discordante. Os genótipos do HPV mais prevalentes detectados através da técnica do Linear Array foram: HPV 16, HPV 56, HPV 35, HPV 45 e HPV 70; e pela técnica PapilloCheck foram: HPV 16, HPV 56, HPV 11, HPV 35 e HPV 42. Foi observado índice semelhante de infecção por múltiplos tipos do HPV nos dois testes analisados (72,5% no Linear Array e 75,0% no PapilloCheck). CONCLUSÕES: Os testes de genotipagem Linear Array e PapilloCheck apresentaram um desempenho equivalente na detecção dos tipos de HPV oncogênicos em mulheres com LIAG, tendo o PapilloCheck a vantagem de ser um método que evita a subjetividade da leitura dos genótipos de HPV. <hr/> PURPOSE: The aim of this study was to compare the performance of two human papillomavirus (HPV) genotyping techniques, Linear Array and PapilloCheck, in women with high-grade squamous intraepithelial lesion (HSIL). METHODS: A total of 88 women with cytological diagnosis of HSIL were recruited at 2 reference centers in cervical pathology in Salvador, Bahia, Brazil, from July 2006 to January 2009. After the cytological diagnosis of HSIL, cervix cells were collected to determine the HPV genotype and a biopsy was obtained under colposcopic vision for histopathological analysis. After the confirmation of CIN2+ by histopathology, HPV genotyping was performed on 41 women by the Linear Array and PapilloCheck methods. RESULTS: Both tests showed an overall concordance rate for HPV detection of 97.2% (35/36). Of the 36 valid samples, 35 (97.2%) were positive in both tests and 1 (2.8%) was discordant, with the Linear Array indicating the presence of multiple types. The most prevalent HPV genotypes detected by the Linear Array technique were HPV 16, HPV 56, HPV 35, HPV 45, and HPV 70; and those detected by the PapilloCheck technique were HPV 16, HPV 56, HPV 11, HPV 35, and HPV 42. A similar rate of infection with multiple HPV types was observed with the two tests (72.5% with the Linear Array and 75.0% with the PapilloCheck). CONCLUSIONS: Linear Array genotyping assay and PapilloCheck showed equivalent performance for the detection of oncogenic HPV types in women with HSIL, with PapilloCheck having the advantage of being a method that avoids subjectivity when reading the HPV genotypes.