Scielo RSS <![CDATA[Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=0100-720320140005&lang=es vol. 36 num. 5 lang. es <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[Array comparative genomic hybridization (a-CGH): state of the art and perspective]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032014000500189&lng=es&nrm=iso&tlng=es <![CDATA[Why does the prevalence of cytopathological results of cervical cancer screening can vary significantly between two regions of Brazil?]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032014000500192&lng=es&nrm=iso&tlng=es OBJETIVO: Analisar a prevalência dos resultados citopatológicos empregados para o rastreamento do câncer do colo do útero em relação à faixa etária da mulher e ao tempo de realização do último exame, no Rio de Janeiro e Maceió, pelo Sistema Único de Saúde. MÉTODOS: Foram analisadas as informações do Sistema de Informação do Câncer do Colo do Útero referentes aos resultados dos exames citopatológicos realizados em 2011, que totalizaram 206.550 para Rio de Janeiro e 45.243 para Maceió. RESULTADOS: No Rio de Janeiro, predominaram exames citopatológicos realizados com intervalo de um e dois anos e, em Maceió, controles com intervalo de um e três anos. As mulheres atendidas no Maceió eram mais velhas do que aquelas do Rio de Janeiro. A prevalência do resultado citopatológico carcinoma escamoso invasor foi semelhante entre os municípios, porém todos os demais resultados apresentaram prevalência superior no Rio de Janeiro: atipias de significado indeterminado em células escamosas (RP=5,32; IC95% 4,66-6,07); atipias de significado indeterminado não podendo excluir lesão de alto grau (RP=4,27; IC95% 3,15-5,78); células glandulares atípicas (RP=10,02; IC95% 5,66-17,76); lesão intraepitelial escamosa de baixo grau (RP=6,10; IC95% 5,27-7,07); lesão intraepitelial escamosa de alto grau (RP=8,90; IC95% 6,50-12,18) e adenocarcinoma (RP=3,00; IC95% 1,21-7,44). A taxa de amostras insatisfatórias para a análise foi duas vezes maior e de lâminas rejeitadas foi cinco vezes maior em Maceió, quando comparado ao Rio de Janeiro. CONCLUSÕES: As taxas de prevalência de resultados citopatológicos foram significativamente superiores no Rio de Janeiro do que em Maceió, e não há informações objetivas que possam justificar tal diferença. Uma hipótese é que haveria diferença no desempenho diagnóstico do exame citopatológico, o que poderia estar relacionada à qualidade do exame. Assim, tais achados sugerem que seria necessário avaliar este cenário no âmbito nacional, com ênfase no desempenho do exame citopatológico, visando melhorar a efetividade do controle do câncer de colo do útero. <hr/> PURPOSE: To analyze the prevalence of cervical cytopathological results for the screening of cervical cancer with regard to women's age and time since the last examination in Maceió and Rio de Janeiro, Brazil, among those assisted by the Brazilian Unified Health System. METHODS: Cervical cytopathological results available in the Information System of Cervical Cancer Screening for the year 2011 were analyzed, corresponding to 206,550 for Rio de Janeiro and 45,243 for Maceió. RESULTS: In Rio de Janeiro, examination at one and two year intervals predominated, while in Maceió examination at one and three year intervals had a higher predominance. Women who underwent cervical smear screening in Maceió were older than those in Rio de Janeiro. The prevalence of invasive squamous cell carcinoma was similar for the two cities, but all the other results presented a higher prevalence in Rio de Janeiro: ASCUS (PR=5.32; 95%CI 4.66-6.07); ASCH (PR=4.27; 95%CI 3.15-5.78); atypical glandular cells (PR=10.02; 95%CI 5.66-17.76); low-grade squamous intraepithelial lesions (PR=6.10; 95%CI 5.27-7.07); high-grade squamous intraepithelial lesions (PR=8.90; 95%CI 6.50-12.18) and adenocarcinoma (PR=3.00; 95%CI 1.21-7.44). The rate of unsatisfactory cervical samples was two times higher in Maceió and that of rejected samples for analysis was five times higher in Maceió when compared to Rio de Janeiro. CONCLUSIONS: The prevalence rates of altered cervical cytopathological results was significantly higher in Rio de Janeiro than in Maceió. There is no objective information that may justify this difference. One hypothesis is that there may be a difference in the diagnostic performance of the cervical cancer screening, which could be related to the quality of the Pap smear. Thus, these findings suggest that it would be necessary to perform this evaluation at national level, with emphasis on the performance of cervical cancer screening in order to improve the effectiveness of cervical cancer control. <![CDATA[Adherence to cervical cancer screening among woman from communities assisted by the Family Health Strategy at the Baixada Fluminense, Rio de Janeiro State, Brazil]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032014000500198&lng=es&nrm=iso&tlng=es OBJETIVOS : Avaliar a adesão ao rastreamento para câncer do colo do útero em população assistida pela Estratégia Saúde da Família (ESF) e identificar as causas referidas da não adesão. MÉTODOS: Estudo de prevalência seletiva sobre rastreamento para câncer do colo do útero entre mulheres assistidas pela ESF dos municípios de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, nove anos após a participação em estudo conduzido pelo Instituto Nacional de Câncer. Foram elegíveis apenas as mulheres que não tiveram diagnóstico de NIC II ou lesão mais grave na avaliação histopatológica, não se submeteram à histerectomia no período e ainda residiam nas comunidades. Foram identificados os locais, os resultados e os intervalos dos exames, as características socioeconômicas e demográficas, e as causas referidas de não adesão. Os resultados foram coletados por meio de entrevista e consulta a prontuários. Foi calculada a prevalência de adesão ao rastreamento e o teste qui-quadrado foi utilizado para comparar as proporções das variáveis estudadas e sua relação com os motivos referidos de atraso na realização dos exames. RESULTADOS: Foram entrevistadas 764 mulheres, das quais 70,7% estavam com os exames atualizados. As causas referidas para não adesão à coleta dos exames foram: não percepção de risco (44,6%), barreiras sociais (26,3%), barreiras percebidas à ação (22,3%) e barreiras institucionais (21,4%). Estas foram proporcionalmente mais frequentes entre residentes de Nova Iguaçu do que de Duque de Caxias (p&lt;0,01), exceto quanto às barreiras institucionais (p=0,19). CONCLUSÕES: Apesar das dificuldades e barreiras apontadas pelas mulheres, observou-se boa adesão ao rastreamento do câncer do colo do útero. No entanto, há necessidade de treinamento dos profissionais para cumprimento das recomendações do Ministério da Saúde quanto à regularidade de exames e facilitação do acesso ao rastreamento. <hr/> PURPOSE: To assess the adherence to a cervical cancer screening program and to identify reported reasons for inadequate screening in women receiving care as part of the Family Health Strategy. METHODS: A selective prevalence study on cervical cancer screening in women receiving care as part of the Family Health Strategy in the cities of Duque de Caxias and Nova Iguaçu in the state of Rio de Janeiro, southeastern Brazil, nine years after they participated in a previous study of the Brazilian National Cancer Institute. Only those women who were not diagnosed with CIN II or more severe lesions by histopathology, did not undergo hysterectomy during the study period and still resided in the communities were eligible to participate in the study. Information on exam sites, test results and schedules, sociodemographic characteristics and reported reasons of non-adherence was obtained. Data were collected through interviews and medical record review. The prevalence of adherence to screening was estimated, and the chi-square test was used to compare proportions between the variables studied and their relationship with the reported reasons of non-adherence to screening. RESULTS: A total of 764 women were interviewed, 70.7% of whom received adequate cervical cancer screening. The reported reasons for inadequate screening included: no risk perception (44.6%), social barriers (26.3%), perceived barriers to action (22.3%) and institutional barriers (21.4%). These reasons were proportionately higher among residents of Nova Iguaçu than among residents of Duque de Caxias (p&lt;0.01), except for institutional barriers (p=0.19). CONCLUSIONS: Although difficulties and barriers were reported, there was good adherence to cervical cancer screening among the women studied. Health providers should receive proper training for complying with the Brazilian Ministry of Health guidelines of regular testing and to facilitate access to screening. <![CDATA[PTEN expression in patients with carcinoma of the cervix and its association with p53, Ki-67 and CD31]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032014000500205&lng=es&nrm=iso&tlng=es PURPOSE: To investigate protein expression and mutations in phosphatase and tensin homolog (PTEN) in patients with stage IB cervical squamous cell carcinoma (CSCC) and the association with clinical-pathologic features, tumor p53 expression, cell proliferation and angiogenesis. METHODS: Women with stage IB CSCC (n=20 - Study Group) and uterine myoma (n=20 - Control Group), aged 49.1±1.7 years (mean±standard deviation, range 27-78 years), were prospectively evaluated. Patients with cervical cancer were submitted to Piver-Rutledge class III radical hysterectomy and pelvic lymphadenectomy and patients in the Control Group underwent vaginal hysterectomy. Tissue samples from the procedures were stained with hematoxylin and eosin for histological evaluation. Protein expression was detected by immunohistochemistry. Staining for PTEN, p53, Ki-67 and CD31 was evaluated. The intensity of PTEN immunostaining was estimated by computer-assisted image analysis, based on previously reported protocols. Data were analyzed using the Student's t-test to evaluate significant differences between the groups. Level of significance was set at p&lt;0.05. RESULTS: The PTEN expression intensity was lower in the CSCC group than in the Control (benign cervix) samples (150.5±5.2 versus 204.2±2.6; p&lt;0.001). Our study did not identify any mutations after sequencing all nine PTEN exons. PTEN expression was not associated with tumor expression of p53 (p=0.9), CD31 (p=0.8) or Ki-67 (p=0.3) or clinical-pathologic features in patients with invasive carcinoma of the cervix. CONCLUSIONS: Our findings demonstrate that the PTEN protein expression is significantly diminished in CSCC. <hr/> OBJETIVO: O objetivo do estudo foi investigar a expressão e mutações do PTEN em pacientes com Carcinoma de Células Escamosas (CCE) de Colo do Útero com estadiamento IB e sua associação com fatores prognósticos, expressão do p53, proliferação celular e angiogênese. MÉTODOS: Mulheres com diagnóstico de CCE de colo uterino em estágio IB (n=20) (casos) e mioma uterino (n=20) (controle) com idade de 49.1±1.7 foram acompanhadas. As pacientes com câncer de colo do útero foram submetidas a histerectomia Piver-Rutledge classe III associada a linfadenectomia pélvica e aquelas com mioma uterino a histerectomia vaginal. Amostras de tumor e colo normal foram retiradas para avaliação histológica e marcação imuno-histoquímica das proteínas PTEN, p53, ki-67 e CD 3. A intensidade imuno-histoquímica do PTEN foi estimada por processamento de imagem digital a partir de protocolos pré-estabelecidos. Os dados foram analisados através do teste de qui - quadrado (χ2). O nível de significância foi considerado quando p &lt; 0,05. RESULTADOS: A expressão do PTEN estava diminuída no grupo de pacientes com CCE em comparação ao grupo controle (150.5±5.2 versus 204.2±2.6; p&lt;0.001). Nenhuma mutação no seqüenciamento genético dos nove exons do PTEN foi encontrada. Não houve associação estatisticamente significativa entre a expressão do PTEN e a expressão do p53 (p=0,969), Ki-67 (p=0.283) e CD 31 (p=0.817) ou fatores prognósticos anátomo-clínicos nas pacientes com carcinoma invasor do colo uterino. CONCLUSÕES: Este estudo demonstrou que o PTEN estava significativamente diminuído nas pacientes com CCE. <![CDATA[Correlation between antenatal corticosteroid therapy, resuscitation and mortality in very low birth weight infants]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032014000500211&lng=es&nrm=iso&tlng=es OBJETIVO: Avaliar a correlação entre o uso de corticoterapia antenatal (CAN), a frequência de reanimação em sala de parto e a evolução ao óbito de recém-nascidos menores de 1.500 g e idade gestacional menor ou igual a 34 semanas. MÉTODOS: Estudo de coorte no qual foram acompanhados, desde a internação até a idade gestacional corrigida de 34 semanas, todos os recém-nascidos admitidos na UTI neonatal de janeiro de 2006 a dezembro de 2011. Foram excluídos os recém-nascidos que apresentaram malformações, síndromes genéticas, infecções congênitas e os transferidos de ou para outras instituições. Os recém-nascidos foram separados em 2 grupos: os que receberam (n=182) e os que não receberam (n=38) corticosteroide antenatal. Os principais desfechos estudados foram a necessidade de reanimação neonatal, a presença das principais morbidades neonatais e a evolução ao óbito durante a internação. As médias das variáveis foram comparadas utilizando-se o teste t de Student ou teste não paramétrico e as frequências foram comparadas pelo teste do χ2, com correção de Fisher. Todas as variáveis que se apresentaram diferentes entre os grupos foram avaliadas por regressão logística. Foi utilizado o pacote estatístico Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) 16.0 e a significância foi considerada 0,05. RESULTADOS: Foram avaliados 220 pacientes. Não houve diferença entre os grupos quanto ao peso de nascimento, à idade gestacional e à presença das principais patologias neonatais. O grupo de recém-nascidos que recebeu CAN apresentou mortalidade 3 vezes menor (IC95% 1,4-6,5) e necessitou 2,4 vezes menos de reanimação (IC95% 1,1-5,0). Além disso, houve diminuição da necessidade de procedimentos avançados de reanimação: em 3,7 vezes o uso de cânula traqueal (IC95% 1,7-7,6), 5,7 vezes o uso de massagem cardíaca (IC95% 2,0-16,5) e 8,9 vezes o uso de drogas (IC95% 2,0-39,4). CONCLUSÕES: A CAN reduziu a necessidade de reanimação em sala de parto, principalmente de procedimentos avançados de reanimação, além de ter diminuído a mortalidade nos recém-nascidos estudados. <hr/> PURPOSE: To evaluate the correlation between the use of antenatal corticosteroid therapy (AC), the frequency of resuscitation in delivery room and mortality of newborn infants under 1,500 g and gestational age less than or equal to 34 weeks. METHODS: A cohort study was conducted on all newborn infants under 1,500 g and with a gestational age less than or equal to 34 weeks admitted at the neonatal ICU between January 2006 and December 2011. Newborns who had congenital anomalies, genetic syndromes, congenital infections and those who were transferred to or came from other institutions were excluded. The studied infants were divided into 2 groups: those who received (n=182) and those who did not receive (n=38) AC. The main outcomes studied were the necessity of neonatal resuscitation, the presence of the main neonatal diseases and mortality during hospitalization. The means of the variables were compared using Student's t-test or non-parametric test and frequencies were compared by χ2test with Fisher's correction. The variables that presented difference between groups were assessed by logistic regression. The Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) 16.0 was used and the significance level was set at 0.05. RESULTS: In this study, 220 patients were evaluated. The groups were similar concerning birth weight, gestational age and the presence of the main neonatal morbidity during hospitalization. The infants who received antenatal corticosteroids showed lower mortality (OR=3.0; 95%CI 1.4-6.5) and required less resuscitation (OR=2.4; 95%CI 1.1-5.0). Besides, they required less advanced resuscitation procedures, such as tracheal cannula (OR=3.7; 95%CI 1.7-7.6), cardiac massage (OR=5.7; 95%CI 2.0-16.5) and medications (OR=8.9; 95%CI 2.0-39.4). CONCLUSIONS: The use of antenatal corticosteroids reduced the need for resuscitation in delivery room, especially advanced procedures, and reduced the mortality in the studied groups. <![CDATA[Effects of physical exercise on the fetal hemodynamic parameters]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032014000500216&lng=es&nrm=iso&tlng=es OBJETIVO: Avaliar as alterações das repercussões fetais ao estudo da dopplervelocimetria após sessão de exercício físico aeróbico em gestantes sem complicações clínicas ou obstétricas. MÉTODOS: A pesquisa compreendeu um estudo transversal realizado com 10 gestantes hígidas, de baixo risco, em 2 períodos gestacionais distintos (início da gravidez: 26ª à 29ª semana e 6 dias; final da gravidez: 30ª à 35ª semana), que foram submetidas a exercício físico aeróbico em esteira até a fadiga. Foram obtidos os dados ultrassonográficos de repouso e após o exercício (índices da dopplervelocimetria da artéria umbilical, da cerebral média, do ducto venoso e das artérias uterinas). A análise foi efetuada por meio do teste t de Student pareado e independente, com o Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) versão 21.0. RESULTADOS: Demonstrou-se vasodilatação do índice de pulsatilidade com valor mediano pré-exercício físico de 1,1±0,1 e pós-exercício de 1,0±0,1, índice de resistência apresentando valor mediano pré-exercício físico de 0,7±0,04 e pós de 0,6±0,07 e da relação sístole/diástole da artéria umbilical com p=0,03 (valor mediano pré-exercício físico de 3,1±0,4 e pós de 2,9±0,2) após a atividade física no início da gravidez. Não foi demonstrada alteração nos parâmetros da dopplervelocimetria das artérias uterinas, da cerebral média e do ducto venoso após a atividade física em nenhum dos períodos estudados. Ao analisarmos de forma pareada pré e pós-atividade física entre os períodos, o estudo hemodinâmico das artérias umbilicais e da cerebral média demonstrou diminuição da resistência entre os períodos (p&lt;0,04). CONCLUSÕES: A realização de exercício físico em gestantes hígidas não leva a alterações no fluxo sanguíneo sistêmico e feto-placentário após a atividade, podendo ser prescrita a realização de atividades de intensidade leve a moderada. <hr/> PURPOSE: To assess the effects of aerobic physical exercise on the Doppler velocimetry of fetal vessels in pregnant women with no clinical or obstetrical complications. METHODS: A cross-sectional study was conducted on 10 healthy low-risk pregnant women at 2 different gestational times: between the 26th and 29th week and 6 days, and at the end of pregnancy, between the 30th and 35th week. The patients were submitted to aerobic physical exercise on a treadmill until reaching fatigue. Ultrasonographic data were obtained at rest and after physical exercise (Doppler velocimetry indices for the umbilical artery, middle cerebral artery, ductus venosus, and uterine arteries). Data were analyzed statistically by the paired and independent Student's t-test using the Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) package, version 21.0. RESULTS: A change in the pulsatility index was observed, with an indication of vasodilatation, with a median value of 1.1±0.1 before exercise and of 1.0±0.1 after exercise; the median value of the resistance index was 0.7±0.04 before exercise and 0.6±0.07 after exercise. The median systole/diastole ratio of the umbilical artery was 3.1±0.4 before exercise and 2.9±0.2 (p=0.03) after exercise at the beginning of pregnancy. No changes in the Doppler velocimetry parameters were observed for the uterine arteries, the middle cerebral artery or the ductus venosus after physical activity at either testing time. Paired analysis of pre- and post-activity data showed a reduction of resistance from the first to the second period (p&lt;0.04). CONCLUSIONS: Physical exercise does not lead to changes in systemic blood flow or fetal-placental flow in healthy pregnant women, confirming that exercises of mild to moderate intensity can be prescribed. <![CDATA[Risk factors associated with weight retention in postpartum period]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032014000500222&lng=es&nrm=iso&tlng=es OBJETIVO: Identificar fatores de risco para retenção de peso em mulheres após o parto. MÉTODOS: Foi um estudo prospectivo observacional que acompanhou durante seis meses mulheres adultas que realizaram o parto em uma maternidade terciária. Aplicou-se um questionário estruturado antes da alta hospitalar e no período de seis semanas e seis meses após o parto, por meio de visitas domiciliares. O desfecho considerado foi retenção de peso após o parto (se risco &gt;7,5 kg). As variáveis analisadas foram: idade, cor da pele, trabalho na gravidez e atual, renda, escolaridade, estado civil, idade da menarca, idade da mãe no primeiro parto, paridade, tipo de parto, intervalo interpartal, peso pré-gravídico, ganho de peso gestacional, percentual de gordura corpórea e estado nutricional. A verificação dos dados se iniciou com análises bivariadas entre prevalência de retenção de peso aos 6 meses e as diversas covariáveis (p&lt;0,2). Foram calculados os valores da Odds Ratio (OR) bruta e seus respectivos intervalos de confiança de 95% (IC95%). A última etapa da análise compreendeu a regressão logística multivariada para controle dos fatores de confusão, com estimativa de OR e IC95%. RESULTADOS: A frequência de retenção de peso &gt;7,5 kg após 6 meses após o parto foi de 15%. Na análise bivariada, a retenção de peso se associou às seguintes variáveis: idade da menarca &lt;12 anos (OR=3,7; IC95% 1,1−13,2), ganho de peso gestacional ≥16 kg (OR=5,8; IC95% 1,8−18,6), percentual de gordura corporal no início do seguimento &gt;30% (OR=5,0; IC95% 1,1−23,6) e estado nutricional 6 semanas após o parto &gt;25 kg/m2 (OR=7,7; IC95% 1,6−36,1). A partir da análise multivariada, somente o ganho de peso gestacional excessivo (OR=74,1; IC95% 9,0−609,6) permaneceu como fator de risco. CONCLUSÃO: O ganho de peso excessivo durante a gestação deve ter atenção especial na assistência pré-natal, tendo em vista a sua associação com a retenção de peso e possível excesso ponderal em mulheres após o parto nessas mulheres. <hr/> PURPOSE: To identify risk factors for weight retention in women after childbirth. METHODS: This was a prospective observational study that followed for six months adult women who delivered at a tertiary center. Were applied a structured questionnaire before hospital discharge and at six weeks and six months after childbirth, through home visits. The outcome was weight retention after childbirth (if risk &gt;7.5 kg). The variables analyzed were: age, skin color, working during pregnancy, income, education, marital status, age at menarche, maternal age at first birth, parity, mode of delivery, birth interval, pre-pregnancy weight, gestational weight gain, percent body fat, and nutritional status. Data were first analyzed by bivariate analysis between prevalence of weight retention at six months and several covariates (p&lt;0.2). We then calculated the Odds Ratio (OR) and their respective gross confidence intervals of 95% (95%CI) and finally performed multivariate logistic regression to control for confounding factors and to estimate the OR and 95%CI. RESULTS: The frequency of weight retention &gt;7.5 kg by 6 months after delivery was 15%. In bivariate analysis, weight retention was associated with the following variables: age at menarche &lt;12 years (OR=3.7; 95%CI1.1-13.2), gestational weight gain ≥16 kg (OR=5.8; 95%CI 1.8-18.6), percent body fat at baseline &gt;30% (OR=5.0; 95%CI 1.1-23.6), and nutritional status by 6 weeks postpartum &gt;25 kg/m2 (OR=7.7; 95%CI1.6-36.1). In multivariate analysis, only excessive gestational weight gain (OR=74.1; 95%CI 9.0-609.6) remained as a risk factor. CONCLUSION: Excessive weight gain during pregnancy should receive special attention in prenatal care in view of its association with weight retention and excess weight in women after childbirth. <![CDATA[Quality of life of pregnant women infected with the human immunodeficiency virus (HIV) in the city of São Paulo]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032014000500228&lng=es&nrm=iso&tlng=es OBJETIVO: Avaliar a qualidade de vida (QV) de gestantes infectadas pelo HIV, utilizando o questionário HIV/AIDS - Targeted Quality of Life (HAT-QoL). MÉTODOS: Estudo descritivo que incluiu 60 gestantes atendidas no Núcleo Multidisciplinar de Patologias Infecciosas na Gestação (NUPAIG) - UNIFESP/EPM e na rede de referência da Secretaria Municipal de São Paulo. Foi realizado no período de fevereiro de 2011 a outubro de 2012. Foram coletadas variáveis sociodemográficas e clínicas de 60 gestantes infectadas pelo HIV, que responderam o questionário HAT-QoL, o qual incluiu 34 questões sobre qualidade de vida. RESULTADOS: A média de idade foi 30 anos e o tempo médio de infecção pelo HIV foi de 5,7 anos. Somente 8,3% das pacientes tinham contagem de células CD4 ≤200 células mm³ e 45% apresentavam carga viral indetectável. Os escores médios dos domínios variaram entre 47,5 e 83,7. Os domínios com escores mais baixos foram preocupações financeiras e preocupações com o sigilo. Os domínios com escores mais altos e menor impacto na qualidade de vida foram preocupações com a medicação e confiança no profissional. CONCLUSÃO: Neste estudo inicial, com 60 grávidas, concluímos que o HAT-QOL poderá contribuir para a avaliação da qualidade de vida na população de gestantes infectadas pelo HIV no Brasil. <hr/> PURPOSE: It was to assess the quality of life (QOL) of HIV-infected pregnant women using the HIV/AIDS - Targeted Quality of Life (HAT-QoL) questionnaire. METHODS: A descriptive study of 60 pregnant women attended at the Multidisciplinary Nucleus of Infectious Diseases During Pregnancy (NUPAIG) - UNIFESP/EPM and in the referral network of the Municipal Office of São Paulo, conducted from February 2011 to October 2012. Sociodemographic and clinical variables were collected from 60 HIV-infected pregnant women who answered the HAT-QoL questionnaire, which included 34 questions about quality of life. RESULTS: The average age was 30 years and the average period of HIV infection was 5.7 years. Only 8.3% of patients had a CD4 cell score of ≤200 cells/mm³ and 45% showed undetectable viral load. The average domain scores ranged from 47.5 to 83.7. The domains with the lowest scores were financial concerns and concerns about secrecy. The domains with the highest scores and lower impact on quality of life were concerns about medication and confidence in the professional. CONCLUSION: In this initial study with 60 pregnant women, we concluded that the HAT-QOL can contribute to the assessment of quality of life in the population of HIV-infected pregnant women in Brazil. <![CDATA[Effects of streptozotocin induced diabetes on the extracellular matrix and urethral striated muscle in pregnant rats]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032014000500233&lng=es&nrm=iso&tlng=es OBJETIVO: Avaliar a qualidade de vida (QV) de gestantes infectadas pelo HIV, utilizando o questionário HIV/AIDS - Targeted Quality of Life (HAT-QoL). MÉTODOS: Estudo descritivo que incluiu 60 gestantes atendidas no Núcleo Multidisciplinar de Patologias Infecciosas na Gestação (NUPAIG) - UNIFESP/EPM e na rede de referência da Secretaria Municipal de São Paulo. Foi realizado no período de fevereiro de 2011 a outubro de 2012. Foram coletadas variáveis sociodemográficas e clínicas de 60 gestantes infectadas pelo HIV, que responderam o questionário HAT-QoL, o qual incluiu 34 questões sobre qualidade de vida. RESULTADOS: A média de idade foi 30 anos e o tempo médio de infecção pelo HIV foi de 5,7 anos. Somente 8,3% das pacientes tinham contagem de células CD4 ≤200 células mm³ e 45% apresentavam carga viral indetectável. Os escores médios dos domínios variaram entre 47,5 e 83,7. Os domínios com escores mais baixos foram preocupações financeiras e preocupações com o sigilo. Os domínios com escores mais altos e menor impacto na qualidade de vida foram preocupações com a medicação e confiança no profissional. CONCLUSÃO: Neste estudo inicial, com 60 grávidas, concluímos que o HAT-QOL poderá contribuir para a avaliação da qualidade de vida na população de gestantes infectadas pelo HIV no Brasil. <hr/> PURPOSE: It was to assess the quality of life (QOL) of HIV-infected pregnant women using the HIV/AIDS - Targeted Quality of Life (HAT-QoL) questionnaire. METHODS: A descriptive study of 60 pregnant women attended at the Multidisciplinary Nucleus of Infectious Diseases During Pregnancy (NUPAIG) - UNIFESP/EPM and in the referral network of the Municipal Office of São Paulo, conducted from February 2011 to October 2012. Sociodemographic and clinical variables were collected from 60 HIV-infected pregnant women who answered the HAT-QoL questionnaire, which included 34 questions about quality of life. RESULTS: The average age was 30 years and the average period of HIV infection was 5.7 years. Only 8.3% of patients had a CD4 cell score of ≤200 cells/mm³ and 45% showed undetectable viral load. The average domain scores ranged from 47.5 to 83.7. The domains with the lowest scores were financial concerns and concerns about secrecy. The domains with the highest scores and lower impact on quality of life were concerns about medication and confidence in the professional. CONCLUSION: In this initial study with 60 pregnant women, we concluded that the HAT-QOL can contribute to the assessment of quality of life in the population of HIV-infected pregnant women in Brazil.