Scielo RSS <![CDATA[Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=0100-720320000010&lang=en vol. 22 num. 10 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <link>http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032000001000001&lng=en&nrm=iso&tlng=en</link> <description/> </item> <item> <title><![CDATA[Effects of Corticosteroids in the Urethra and Bladder of Castrated Female Rats before and during Estrogen Replacement Teraphy]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032000001000002&lng=en&nrm=iso&tlng=en Objetivo: avaliar os efeitos do uso de corticóides sobre os vasos e o epitélio da bexiga e da uretra de ratas. Método: utilizaram-se 54 ratas, divididas em 5 grupos: Grupo I - dez ratas castradas; Grupo II - onze ratas castradas que receberam succinato sódico de prednisolona, na dose de 15 mg/kg de peso, por via intraperitoneal durante 26 dias; Grupo III - doze ratas castradas que receberam o mesmo corticosteróide, na mesma dose associado ao 17 beta-estradiol na dose de 10 mg/kg, subcutâneo, nos últimos 5 dias antes de serem sacrificadas; Grupo IV - onze ratas castradas que receberam placebo por 26 dias; Grupo V - dez ratas não-castradas que receberam o mesmo corticosteróide, na dose e duração do grupo II. Resultados: observou-se na bexiga do grupo castrado que recebeu corticosteróide uma média de 1,8 vasos, número semelhante ao que recebeu corticosteróide e estrogênio, contra 0,8 vasos no grupo com placebo. Já na uretra, identificaram-se 0,7 vaso no grupo com corticosteróide, contra 0,9 vaso do grupo com corticosteróide associado ao estrogênio e 0,4 vaso no grupo placebo. Quanto à mucosa, observou-se que a espessura do epitélio vesical passou de 14,1 mm do grupo placebo para 20,6 mm no que recebeu corticosteróide e para 22,6 mm com corticosteróide e estrogênio. Da mesma maneira, a espessura do epitélio uretral passou de 12,4 mm no grupo controle para 15,1 mm no grupo com corticosteróide e para 16,7 mm com corticosteróide e estrogênio. Conclusões: a prednisolona, na dose e na duração utilizadas, aumentaram o número de vasos e a espessura do epitélio da bexiga e da uretra.<hr/>Purpose: the effects of corticosteroids on the female urinary tract are not well understood, specially in climacteric women with or without estrogen replacement therapy. We studied the effects of corticosteroids on the blood vessels and epithelium of the bladder and urethra of female rats. Method: fifty-four female rats were used, divided into five groups. Group I - ten castrated female rats; Group II - eleven castrated female rats which receivedintraperitoneally 15 mg/kg weight prednisolone, for 26 days; Group III - twelve castrated female rats which received the same amount of corticosteroid, during the same time, and subcutaneously 10 mg/kg 17 beta-estradiol, in the last five days before they were sacrificed; Group IV - eleven castrated rats which received placebo for 26 days; and Group V - no castrated female rats which received the same dose of corticosteroid during the same time as in Group II. Results: we observed an average of 1.8 vessels in the bladder of the castrated group which received corticosteroid, a similar number to that of those which received corticosteroid and estrogen, compared with 0.8 vessel in the placebo group. Regarding the urethra, 0.7 vessel was observed in the group which received corticosteroid, as compared with 0.9 vessel in the group treated with corticosteroid associated with estrogen and 0.4 in the placebo group. Regarding the mucous membrane, the vesical epithelium thickness of 14.1 mm in the placebo group increased to 20.6 mm in that with corticosteroid and to 22.6 mm in that with corticosteroid plus estrogen. The urethral epithelium thickness of 12.4 mm in the placebo group increased to 15.1 mm in the group with corticosteroid and to 16.7 mm in that with corticosteroid plus estrogen. Conclusion: corticosteroids significantly increased the vascularization and the thickness of the vesical and urethral epithelia of castrated female rats. <![CDATA[Videolaparoscopic Management of Ovarian Endometriomas]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032000001000003&lng=en&nrm=iso&tlng=en Objetivo: avaliar os resultados do tratamento videolaparoscópico de 32 pacientes com endometrioma ovariano. Métodos: estudo retrospectivo que incluiu trinta e duas pacientes encaminhadas ao setor de Endoscopia Ginecológica do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital do Servidor Público Estadual "Francisco Morato de Oliveira" - São Paulo, as quais tinham diagnóstico clínico e ultra-sonográfico de endometrioma ovariano e foram tratadas por videolaparoscopia. Onze pacientes com endometriomas com diâmetro menor que 3 cm foram submetidas à drenagem do endometrioma e exérese da cápsula na primeira laparoscopia. Vinte e uma pacientes com endometriomas com diâmetros maior que 3 cm foram submetidas à drenagem do endometrioma e lavagem do cisto na primeira laparoscopia. A seguir, utilizaram análogo do GnRH por quatro meses (1 ampola mensal) e então foram submetidas à segunda laparoscopia para retirada da cápsula do endometrioma. O exame histopatológico do material obtido na cirurgia foi realizado em todos os casos. Avaliou-se o resultado imediato do procedimento e a freqüência de recidivas. Resultados: não se registraram intercorrências cirúrgicas ou complicações pós-operatórias. Ocorreram três recidivas em um período de seis a doze meses, todas no grupo de 21 pacientes com endometriomas com o diâmetro maior que 3 cm. Conclusão: o tratamento videolaparoscópico dos endometriomas ovarianos com retirada da cápsula apresenta bons resultados e baixo índice de recidiva.<hr/>SUMMARY Purpose: to evaluate the videolaparoscopic surgical mana-gement of 32 patients with ovarian endometrioma. Method: retrospective study of thirty-two patients admitted to the Gynecologic Endoscopy Section - Gynecology and Obstetrics Department of the Hospital do Servidor Público Estadual "Francisco Morato de Oliveira" - São Paulo - Brazil with clinical and ultrasonographic diagnosis of ovarian endometrioma, who have been submitted to videolaparoscopic surgery. Eleven of them had endometriomas less than 3 cm and had the tumor emptied and the capsule excised at the first laparoscopy. Twenty-one patients with endometriomas larger than 3 cm were submitted to emptying and washing of the cyst at the first laparoscopy. These women used GnRH analogues for four months (1 dose each month) and were then submitted to a second laparoscopy when the capsule was excised. Histopathologic study was performed in the surgical tissues of all cases. The early results of the procedure and the recurrence rate were evaluated. Results: there were no surgical intercurrent episodes or postsurgical complications. The problem was solved in all but three patients among the 21 with endometriomas larger than 3 cm. These patients presented recurrence of the disease within a period of 6 to 12 months. Conclusion: the videolaparoscopic surgical management of ovarian endometriomas, with capsule excision, showed good results and small number of recurrences. <![CDATA[Endouterine Cavity Investigation: Comparative Study between X-ray Hysterography, Sonohysterography and Hysteroscopy]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032000001000004&lng=en&nrm=iso&tlng=en Objetivo: realizar um estudo comparativo entre os métodos utilizados para avaliar a cavidade uterina por meio da análise da sensibilidade e especificidade da histerografia e da histerossonografia, comparadas com a histeroscopia (padrão ouro). Métodos: foi realizado um estudo prospectivo para a investigação da cavidade uterina com a histerografia, a histerossonografia e a histeroscopia em 18 pacientes. Todas as pacientes apresentavam suspeita de anomalias da cavidade uterina. As principais indicações para a investigação foram: distúrbios do ciclo menstrual, sangramento pós-menopausa e alterações observadas em exames ultra-sonográficos sugestivas de pólipos, miomas e/ou espessamento endometrial. Resultados: a sensibilidade da histerossonografia foi de 90% e a especificidade 87,5%, quando comparadas à histeroscopia. O valor preditivo positivo foi de 90% e o negativo 87,5%. A histerografia, por sua vez, apresentou sensibilidade de 70%, especificidade de 75%, valor preditivo positivo de 77,7% e valor preditivo negativo de 75%. Conclusão: a histerossonografia parece ser um bom método alternativo para a avaliação da cavidade uterina, identificando algumas lesões não observadas à ultra-sonografia convencional ou à histerografia, e permitindo a triagem das pacientes candidatas à realização de uma histeroscopia diagnóstica ou cirúrgica. A histerografia apresentou resultados inferiores à histerossonografia, e não parece ser de utilidade na triagem das pacientes.<hr/>Purpose: to compare the methods used to investigate the endouterine cavity by testing the sensitivity and specificity of X-ray hysterography and sonohysterography compared with hysteroscopy (gold standard). Methods: we carried out a prospective study with 18 patients who, due to symptoms such as irregular menstrual cycles, unexplained postmenopausal uterine bleeding and ultrasound disturbance, were candidates for uterine cavity investigation by X-ray hysterography, sonohysterography and hysteroscopy. Results: sonohysterography sensitivity and specificity were 90 and 87.5%, respectively. Positive and negative predictive values were 90 and 87.5%. For X-ray hysterography, sensitivity, specificity, positive and negative predictive values were 70, 75, 77.7 and 75%, respectively. Conclusion: the use of saline instilation into the endometrial cavity in order to enhance the acuracy of the vaginal ultrasonography seems reliable as a mean to distinguish lesions in the uterine cavity, thereby facilitating the identification of candidates for diagnostic or operative hysteroscopy. X-ray hysterography produces results inferior to hysterosonography. <![CDATA[Puerperal Mastitis: Study of Predisposing Factors]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032000001000005&lng=en&nrm=iso&tlng=en Objetivos: conhecer as características clínicas e bacteriológicas da mastite, classificação e tratamento. Métodos: as pacientes foram inquiridas sobre dados pessoais, pré-natal, atendimento no parto, no puerpério e quadro clínico. A mastite foi classificada pelos critérios de Vinha. Nos casos que evoluíram para abscesso, foi realizada análise bacteriológica, utilizando-se o meio de cultura caldo de enriquecimento Tryptone Soya Broth. Resultados: das 70 lactantes, 57% eram primíparas, 57% com idade entre 20 e 29 anos e 51% com 1º grau incompleto. A renda era menor que um salário mínimo em 63% dos casos. Exerciam atividade domiciliar sem apoio em 66% dos casos. Em 50%, as mamas não foram examinadas. No pré-natal não tiveram orientação sobre aleitamento e ordenha em respectivamente 50% e 58% dos casos. Em 63% o parto não foi em hospitais Amigos da Criança. Ocorreu ingurgitamento em 46% e fissura mamilar em 47% dos casos. Na classificação citada: 44% eram do tipo lobar, 39% ampolar e 17% glandular. No material de cultura houve crescimento de Staphylococcus aureus em 55%. Conclusões: fatores como baixa escolaridade, baixa renda, atividade familiar sem apoio, primiparidade e falta de orientação são fatores de risco para o aparecimento da mastite.<hr/>Purpose: to investigate clinical and bacteriological aspects, follow-up and treatment of mastitis in our clinic. Methods: this study was performed at Cleriston Andrade General Hospital. Patients were interviewed regarding personal data, prenatal care, care received during delivery and puerperium and clinical aspects. Their mastitides were classified by Vinha's criteria. The patients with abscesses had them drained for bacteriological study. Culture medium Tryptone Soya Broth was used. Results: seventy nursing mothers were interviewed; 57% of them had given birth for the first time, 57% were between 20 and 29 years old, 51% had not finished elementary school, 63% had income less than the minimum wage, 66% of them had nobody to help with the housework. Out of the seventy females, 50% had not had their breasts examined. Approximately half of them had not been told how to breastfeed (50%) or how to express breast milk (58%). Sixty-three percent had not delivered in institutions designated by WHO as "Children's Friends Hospitals". Engorgement occurred in 46% of the cases and nipple fissures in 47%. According to Vinha's criteria, 44% had lobar, 39% ampular and 17% glandular locations. Presence of Staphylococcus aureus was detected in 55% of the cases. Conclusion: factors such as low schooling, low incomes, no assistance in housework, giving birth for the first time and lack of professional help contributed to occurrence of mastitis. <![CDATA[Evaluation of Risk for Preterm Delivery by Fetal Fibronectin: Test and Measurement of Uterine Cervix]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032000001000006&lng=en&nrm=iso&tlng=en Objetivo: avaliar o risco de parto prematuro em gestantes com antecedentes de parto pré-termo espontâneo por meio do teste da fibronectina fetal e da medida do colo uterino pela ultra-sonografia transvaginal. Métodos: foram relacionadas 107 gestantes na 24ª, 28ª e 32ª semana de gestação para realização do teste da fibronectina fetal no conteúdo cérvico- vaginal. No mesmo período, o comprimento do colo uterino foi medido, entre o orifício interno e externo, pela ultra-sonografia transvaginal. Consideramos o colo curto quando a medida da cérvice foi menor ou igual ao ponto de corte estabelecido pela curva ROC ("receiver-operating characteristic") para predição do parto prematuro. Comparamos o resultado dos exames com a ocorrência do parto antes de 34 e 37 semanas de gestação. Resultados: a incidência do parto prematuro foi de 37,4% (40/107). O melhor ponto de corte do comprimento do colo uterino indicado pela curva ROC para maximizar sensibilidade e especificidade foi 30 mm para 24 e 28 semanas de gestação e 25 mm para 32 semanas. O teste positivo da fibronectina fetal teve um risco relativo (RR) significante apenas na 28ª semana (RR: 1,77; intervalo de confiança (IC) 95%: 1,10-2,84) para a ocorrência do parto antes de 37 semanas. O colo curto mostrou um RR significativo para ocorrência do parto antes de 37 semanas, na 24ª, 28ª e 32ª semana. O RR foi mais elevado quando o colo curto esteve presente na 24ª semana para ocorrência do parto antes de 34 semanas (RR: 4,42; IC 95%: 1,25-15,56). Conclusão: em pacientes com antecedentes de prematuridade espontânea, a medida do comprimento do colo uterino por meio da ultra-sonografia transvaginal é melhor que o teste da fibronectina fetal para avaliar o risco de parto prematuro.<hr/>Purpose: to evaluate the risk of preterm delivery using the fetal fibronectin test and the measurement of the cervix by transvaginal ultrasonography in pregnant women with previous preterm delivery. Methods: one hundred and seven women were enrolled in the study at 24th, 28thand 32ndweek to detect the presence of fetal fibronectin by immediate-reading membrane test and to perform vaginal ultrasonography to measure the length of the cervix between the internal and external cervical os. The cervix was considered to be short when the cervical length was at or below the cutoff set by the receiver-operating characteristic (ROC) curve for prediction of preterm delivery. Sonographic cervical length and fetal fibronectin were compared to assess the risk of preterm birth before 34 and 37 weeks. Results: the spontaneous preterm delivery rate was 37.4% (40/107). The analysis made by the ROC curve indicated 30 mm as the best cutoff to maximize sensitivity and specificity at 24 and 28 weeks and 25 mm at 32 weeks of gestation. The positive test of fetal fibronectin had a significant relative risk (RR: 1.77; 95% confidence interval (IC): 1.10-2.84) to predict delivery before 37 weeks, when compared with a negative test, only at 28 weeks. The presence of short cervix at 24, 28 and 32 weeks showed a significative RR for birth before 37 weeks. The highest RR occurred with a short cervix at 24 weeks (RR: 4.42; 95% CI: 1.25-15.56). Conclusion: we concluded that the measurement of uterine cervix by vaginal ultrasonography is better than the fetal fibronectin test for evaluating the risk of preterm delivery in women with previous preterm delivery. <![CDATA[Effect of Cigarette Smoking on Maternal-fetal Blood Flow: Doppler Velocimetry Study]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032000001000007&lng=en&nrm=iso&tlng=en Objetivo: avaliar a influência do tabagismo materno na dinâmica vascular materno-fetal, por meio da dopplervelocimetria obstétrica das artérias uterinas, umbilical e cerebral média. Métodos: estudo prospectivo em 42 gestantes saudáveis, sendo 20 fumantes e 22 não-fumantes. Foram realizadas ultra-sonografias para determinar o tempo de gestação e exame de dopplervelocimetria pulsátil das artérias uterinas, umbilical e cerebral média nas 24ª, 28ª, 32ª e 36ª semana para avaliar o fluxo vascular materno-fetal. As fumantes foram orientadas a não fumar por pelo menos 2 horas antes do exame. Resultados: o índice de resistência (IR) médio das artérias uterinas D e E foi maior no grupo de fumantes na 36ª semana com média de 0,50 e desvio padrão de 0,034. O índice de pulsatilidade (IP) da artéria umbilical foi maior no grupo de fumantes na 28ª semana [x (DP) = 1,135 (0,182)], p = 0,008; o IP da artéria cerebral média (ACM) não se mostrou diferente entre os grupos, porém, a relação IP ACM/umbilical foi menor no grupo de fumantes, na 32ª semana [x (DP) = 1,9 (0,291)], p = 0,027 e na 36ª semana [x (DP) = 1,850 (0,465)], p = 0,014. Conclusões: os índices de dopplervelocimetria mostraram que no grupo de fumantes há aumento na resistência da circulação útero-placentária e feto-placentária, associado a concomitante diminuição na resistência da ACM, mimetizando uma tendência do tabagismo levar à hipóxia crônica do feto.<hr/>Purpose: to evaluate the influence of cigarette smoking on uteroplacental, fetoplacental and fetal blood flow by obstetric Doppler velocimetry of the uterine, umbilical and middle cerebral arteries. Method: a prospective study with 42 healthy pregnant women, 20 of whom were smokers and 24 nonsmokers. Ultrasound was performed initially to determine the gestation time. The pregnant women next underwent pulsed and color Doppler velocimetry of the uterine, umbilical and middle cerebral arteries at the 24th, 28th, 32nd, 36th, and 40th week. The smokers were instructed not to smoke for at least two hours before the test. Results: the mean resistance index (RI) of the right and left uterine arteries was greatest in the smoking group at the 36th week [mean (SD) = 0.501 (0.034)], (p = 0.002). The pulsatility index (PI) of the umbilical artery was greatest in the smoking group at the 28th week [mean (SD) = 1.135 (0.182)], (p = 0.008). No difference in the PI of the middle cerebral artery (MCA) was detected between the two groups. However, the MCA/umbilical PI ratio was lower in the smoking group at the 32nd [mean (SD) = 1.977 (0.291)], (p = 0.027), and 36th week [mean (SD) = 1.850 (0.465)], (p = 0.014). Conclusion: it was concluded that smoking increases resistance in the uteroplacental and fetoplacental circulation while simultaneously reducing resistance in the MCA, imitating a "brain-sparing" effect, most likely due to chronic hypoxia. <![CDATA[Use of Ciprofloxacin in Pregnant Rats: effects on Mother and Fetuses]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032000001000008&lng=en&nrm=iso&tlng=en Objetivos: estudar os efeitos da ciprofloxacina sobre a taxa de abortos, ganho de peso durante a gravidez, morte materna e fetal, malformações fetais grosseiras, número de recém-nascidos, peso dos filhotes e análise dos reflexos neurológicos dos filhotes. Métodos: foram utilizadas 30 ratas da linhagem Wistar, divididas em três grupos. Os grupos tratados receberam ciprofloxacina e o grupo controle soro fisiológico, uma vez ao dia, durante os primeiros 7 dias após o cruzamento. As doses para os grupos D50 e D100 foram, respectivamente, de 50 e 100 mg de ciprofloxacina por kg de peso corporal por dia. Os parâmetros avaliados foram: o ganho de peso durante a prenhez, a prevalência de abortamentos, mortes fetal e materna e malformações fetais grosseiras. Nos 217 filhotes nascidos analisamos o número, o peso e reflexos neurológicos (postural, preensão e orientação) no 1º, 3º, 5º e 10º dia de vida por ninhada. Resultados: não houve diferenças estatisticamente significativas no número de ratas que ficaram prenhes, na média de ganho de peso materno ou número de filhotes. Os filhotes apresentaram diferenças significativas nos pesos das observações do 3º, 5º e 10º dia (p = 0,006, 0,01 e 0,03, respectivamente), sendo a média menor no grupo D100. Observamos alteração significativa (p = 0,002) na positividade do reflexo de orientação no primeiro dia de vida, alteração que não se manteve nas outras observações. Não se observou caso de abortamento ou malformações grosseiras nos recém-nascidos. Conclusões: a ciprofloxacina alterou o peso ao nascimento e o reflexo dos filhotes nos primeiros dias de vida. Portanto, deve-se estudar a restrição ao seu uso durante a gravidez.<hr/>Purpose: to study the effects of ciprofloxacin on abortion percentage, maternal weight gain during pregnancy, fetal and maternal death, gross fetal malformation, newborn number, weight and neurological reflexes. Methods: we used 30 Wistar rats, divided into three groups: D50-treated (ciprofloxacin, 50 mg/kg); D100-treated (ciprofloxacin 100 mg/kg) and control group which received physiological saline per os, from the 1st to the 7th day after mating. We studied abortion percentage, maternal weight gain during pregnancy, fetal and maternal death, gross fetal malformation, newborn number and weight at 1st, 3rd, 5th and 10th day of life and newborn neurological reflexes at 1st, 3rd, 5th and 10th day of life. Results: there was no difference between groups in the number of rats that became pregnant. The same was found for maternal weight gain and newborn number. There was a difference in newborn mean weight on day 3rd, 5th and 10th (p = 0.006, 0.01 and 0.03, respectively). The D100 newborn group was the one with less weight gain up to the 10th day of life. We found a significant difference (p = 0.002) in the newborn orientation reflex on the 1st day of life, that disappeared afterwards. No abortion or gross malformation was found in this study. Conclusions: ciprofloxacin modified the newborn weight and reflex on the first days of life. In conclusion, we consider that the use of ciprofloxacin should be restricted during the pregnancy. <![CDATA[Chronic Appendicitis Simulating Müllerian Malformation in Children: Case Report]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032000001000009&lng=en&nrm=iso&tlng=en A apendicite crônica pode simular diversas situações clínicas, dificultando a conduta clínica. Descrevemos neste trabalho um caso de uma menina de 9 anos com dor abdominal há 13 meses, sendo visualizada massa expansiva no baixo ventre após exames de ultra-som e tomografia computadorizada abdominal e laparoscopia diagnóstica. Houve enorme dificuldade diagnóstica, pois o quadro clínico, laboratorial e imaginológico não foi conclusivo, levando a várias hipóteses diagnósticas. O diagnóstico definitivo de plastrão apendicular ocorreu somente após laparotomia exploradora. Discutem-se neste estudo vários diagnósticos diferenciais quando da presença de massa formada por plastrão apendicular com enfoque nas malformações ginecológicas, endometriose, neoplasias e pseudotumores.<hr/>Chronic appendicitis might simulate several diseases, making clinical management difficult. We report the case of a 9-year-old girl with an abdominal pain for 13 months. Ultrasound and tomography showed an expansive mass in the lower abdomen. It was extremely difficult to establish the diagnosis because the symptoms, laboratory results and images were inconclusive. The definitive diagnosis occurred only after laparotomy. We discuss in the present article several differential diagnoses for chronic appendicitis, mainly gynecological malformations, endometriosis, neoplasias and pseudotumors. <![CDATA[Estudo Retrospectivo da Prova de Trabalho de Parto na Viabilização do Parto Vaginal em Gestantes com uma Cesárea Anterior]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032000001000010&lng=en&nrm=iso&tlng=en A apendicite crônica pode simular diversas situações clínicas, dificultando a conduta clínica. Descrevemos neste trabalho um caso de uma menina de 9 anos com dor abdominal há 13 meses, sendo visualizada massa expansiva no baixo ventre após exames de ultra-som e tomografia computadorizada abdominal e laparoscopia diagnóstica. Houve enorme dificuldade diagnóstica, pois o quadro clínico, laboratorial e imaginológico não foi conclusivo, levando a várias hipóteses diagnósticas. O diagnóstico definitivo de plastrão apendicular ocorreu somente após laparotomia exploradora. Discutem-se neste estudo vários diagnósticos diferenciais quando da presença de massa formada por plastrão apendicular com enfoque nas malformações ginecológicas, endometriose, neoplasias e pseudotumores.<hr/>Chronic appendicitis might simulate several diseases, making clinical management difficult. We report the case of a 9-year-old girl with an abdominal pain for 13 months. Ultrasound and tomography showed an expansive mass in the lower abdomen. It was extremely difficult to establish the diagnosis because the symptoms, laboratory results and images were inconclusive. The definitive diagnosis occurred only after laparotomy. We discuss in the present article several differential diagnoses for chronic appendicitis, mainly gynecological malformations, endometriosis, neoplasias and pseudotumors. <![CDATA[Impacto da Ação Educativa sobre a Taxa de Abandono do Serviço de Esterilidade Conjugal da UNICAMP]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032000001000011&lng=en&nrm=iso&tlng=en A apendicite crônica pode simular diversas situações clínicas, dificultando a conduta clínica. Descrevemos neste trabalho um caso de uma menina de 9 anos com dor abdominal há 13 meses, sendo visualizada massa expansiva no baixo ventre após exames de ultra-som e tomografia computadorizada abdominal e laparoscopia diagnóstica. Houve enorme dificuldade diagnóstica, pois o quadro clínico, laboratorial e imaginológico não foi conclusivo, levando a várias hipóteses diagnósticas. O diagnóstico definitivo de plastrão apendicular ocorreu somente após laparotomia exploradora. Discutem-se neste estudo vários diagnósticos diferenciais quando da presença de massa formada por plastrão apendicular com enfoque nas malformações ginecológicas, endometriose, neoplasias e pseudotumores.<hr/>Chronic appendicitis might simulate several diseases, making clinical management difficult. We report the case of a 9-year-old girl with an abdominal pain for 13 months. Ultrasound and tomography showed an expansive mass in the lower abdomen. It was extremely difficult to establish the diagnosis because the symptoms, laboratory results and images were inconclusive. The definitive diagnosis occurred only after laparotomy. We discuss in the present article several differential diagnoses for chronic appendicitis, mainly gynecological malformations, endometriosis, neoplasias and pseudotumors. <![CDATA[Avaliação Clínica e Urodinâmica de Mulheres com Instabilidade Vesical Antes e Após Eletro-estimulação Funcional do Assoalho Pélvico]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032000001000012&lng=en&nrm=iso&tlng=en A apendicite crônica pode simular diversas situações clínicas, dificultando a conduta clínica. Descrevemos neste trabalho um caso de uma menina de 9 anos com dor abdominal há 13 meses, sendo visualizada massa expansiva no baixo ventre após exames de ultra-som e tomografia computadorizada abdominal e laparoscopia diagnóstica. Houve enorme dificuldade diagnóstica, pois o quadro clínico, laboratorial e imaginológico não foi conclusivo, levando a várias hipóteses diagnósticas. O diagnóstico definitivo de plastrão apendicular ocorreu somente após laparotomia exploradora. Discutem-se neste estudo vários diagnósticos diferenciais quando da presença de massa formada por plastrão apendicular com enfoque nas malformações ginecológicas, endometriose, neoplasias e pseudotumores.<hr/>Chronic appendicitis might simulate several diseases, making clinical management difficult. We report the case of a 9-year-old girl with an abdominal pain for 13 months. Ultrasound and tomography showed an expansive mass in the lower abdomen. It was extremely difficult to establish the diagnosis because the symptoms, laboratory results and images were inconclusive. The definitive diagnosis occurred only after laparotomy. We discuss in the present article several differential diagnoses for chronic appendicitis, mainly gynecological malformations, endometriosis, neoplasias and pseudotumors. <![CDATA[Isoformas de Prolactina no Fluido Folicular de Pacientes Submetidas a FIV]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032000001000013&lng=en&nrm=iso&tlng=en A apendicite crônica pode simular diversas situações clínicas, dificultando a conduta clínica. Descrevemos neste trabalho um caso de uma menina de 9 anos com dor abdominal há 13 meses, sendo visualizada massa expansiva no baixo ventre após exames de ultra-som e tomografia computadorizada abdominal e laparoscopia diagnóstica. Houve enorme dificuldade diagnóstica, pois o quadro clínico, laboratorial e imaginológico não foi conclusivo, levando a várias hipóteses diagnósticas. O diagnóstico definitivo de plastrão apendicular ocorreu somente após laparotomia exploradora. Discutem-se neste estudo vários diagnósticos diferenciais quando da presença de massa formada por plastrão apendicular com enfoque nas malformações ginecológicas, endometriose, neoplasias e pseudotumores.<hr/>Chronic appendicitis might simulate several diseases, making clinical management difficult. We report the case of a 9-year-old girl with an abdominal pain for 13 months. Ultrasound and tomography showed an expansive mass in the lower abdomen. It was extremely difficult to establish the diagnosis because the symptoms, laboratory results and images were inconclusive. The definitive diagnosis occurred only after laparotomy. We discuss in the present article several differential diagnoses for chronic appendicitis, mainly gynecological malformations, endometriosis, neoplasias and pseudotumors.