Scielo RSS <![CDATA[Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=0100-720320060003&lang=en vol. 28 num. 3 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[<B>Cerclage for the prevention of prematurity</B>: <B>for whom should it be indicated?</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032006000300001&lng=en&nrm=iso&tlng=en <![CDATA[<B>Influence of side stream cigarette smoke exposure on body weight gain and food consumption of pregnant rats</B>: <B>analysis of weight and length at birth</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032006000300002&lng=en&nrm=iso&tlng=en OBJETIVOS: analisar o efeito do tabagismo sobre o ganho ponderal e o consumo alimentar de ratas durante a gestação, e o peso e comprimento dos filhotes ao nascimento. MÉTODOS: foram estudadas 51 ratas (Wistar) do 2º dia até o final da gestação, divididas em três grupos: Grupo F: 15 ratas expostas à fumaça de dois cigarros/animal/dia + ar comprimido (10 L/min); Grupo Ar: 18 ratas expostas ao ar comprimido (10 L/min); Grupo C: 18 ratas não manipuladas e não expostas. Os parâmetros aferidos foram: peso das ratas e seu consumo alimentar e comprimento e peso dos filhotes ao nascer. Foi aplicado o teste de Lavene para verificação do comportamento da distribuição das variáveis numéricas, e para análises paramétricas utilizou-se o ANOVA ou teste t de Student, conforme o caso. O nível de significância adotado foi p<0,05. RESULTADOS: as ratas expostas ao tabaco consumiram menos alimentos por dia [Grupo F=18,9 (±1,2) vs Grupo Ar=21,7 (±1,6) vs Grupo C=24,2 (±1,7); (p<0,05)] e apresentaram menor ganho ponderal ao final da gestação em relação às ratas expostas ao ar comprimido e ao grupo controle: peso no vigésimo dia de gestação: Grupo F=338,9 g (±13,8) vs Grupo Ar=352,3g (±15,9) vs Grupo C=366,3 g (±13,1); p<0,001). O peso dos filhotes ao nascimento [(Grupo F=5,5 g (±0,3); Grupo Ar=5,9 g (±0,5); Grupo C=5,9 g (±0,4) p<0,01] e o comprimento ao nascer [Grupo F=6,8 cm (±0,2); Grupo Ar=6,9 cm (±0,2); Grupo C=6,9 cm (±0,1) p<0,05] foram significativamente menores no grupo de ratas expostas ao tabaco em relação aos outros dois grupos, que não diferiram entre si. CONCLUSÕES: a exposição ao tabaco reduziu o ganho ponderal e o consumo alimentar das ratas durante a gestação e produziu redução do peso e do comprimento dos filhotes ao nascimento.<hr/>PURPOSE: to analyze the effect of cigarette smoke on weight gain and food consumption of female pregnant rats, as well as of their offspring's weight and length at birth METHODS: Wistar rats were studied from the second day until the end of pregnancy. Fifty-one female rats were divided into three groups: Group F: 15 rats exposed to tobacco smoke (2 cigarettes/animal/day) plus air flush (10 L/min); Group Air: 18 rats exposed to air flush only (10 L/min); Group C: 18 non-exposed, non-manipulated controls. Body weight was measured every 5 days and food consumption every seven days (expressed as medium consumption per day). Offspring weight and length were measured on the first day of life. The Lavene test was used to verify the behavior of numeric variable distribution and for parametric one-way ANOVA analysis and Student's t test were used, according to the case. Results with p<0.05 were considered to be statistically significant. RESULTS: the rats of Group F consumed less food per day [Group F=18.9 g (±1.2) vs Group Air=21.7 g (±1,6) vs Group C=24.2g (±1,7); (p<0,05)], gained less weight during pregnancy than the animals of the air flush group and the control group: Group F=338.9 g (±13.7) vs Group Air=352.3g (±15,9) vs Group C=366.3 g (±13.1) (p<0.05). Pups birth weight and length were significantly smaller in the smoking group when compared to controls and to the air flush group, while these last two groups did not differ: Group F=5.5 g (±0.3) vs Group Air=5.9 g (±0,5) vs Group C=5.9 g (±0.4) - (p<0,01); Group F=6.8 cm (±0.2) vs Group Air=6.9 cm (±0,2) vs Group C=6.9 cm (±0.1) - (p<0.05), respectively. CONCLUSIONS: tobacco smoke exposure reduced the weight gain and food consumption during pregnancy and reduced the offspring weight and length evaluated at birth. <![CDATA[<B>Ultrasonographic assessment of fetal nasal bone</B>: <B>normal ranges throughout gestation</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032006000300003&lng=en&nrm=iso&tlng=en OBJETIVO: além da ausência ultra-sonográfica do osso nasal fetal, sua hipoplasia também apresenta forte associação com a trissomia 21, porém por não haver clara definição do que seja tal hipoplasia, objetivou-se estabelecer seus valores de referência ao longo da gestação, em população brasileira. MÉTODOS: este estudo seccional se baseou em 625 dentre 902 fetos, entre 10 e 39 semanas, considerando-se uma medida de cada indivíduo. Foram excluídos os malformados e aqueles cujas mães apresentavam doenças que, sabidamente, interferem em seu crescimento. Utilizou-se a imagem ecográfica do perfil fetal, com feixe acústico incidindo em ângulo de 45 ou 135° em relação ao plano da face. A média de cada idade gestacional foi estimada pela regressão polinomial. O teste de Anderson-Darling verificou a distribuição normal das medidas (p>0,05). RESULTADOS: dos 625 fetos, 88,3% originaram-se de gestações simples e 11,7% de gestações múltiplas. O avanço da idade gestacional implicou aumento da medida do osso nasal e aumento de sua variabilidade. Encontrou-se tamanho mínimo de 1,0 mm e 4,7 mm no primeiro e segundo trimestres, respectivamente. CONCLUSÕES: há correlação direta entre o tamanho do osso nasal e a idade gestacional. Essa correlação é válida tanto para gestação simples quanto para múltipla. Este trabalho permite adotar a avaliação ecográfica do osso nasal fetal como marcador de cromossomopatias, ao estabelecer os valores de referência de sua medida ao longo da gestação, útil para a população brasileira, com grande miscigenação étnica. Entretanto, necessita-se aprimorar a sistematização e padronização do estudo ecográfico do osso nasal fetal, além de estabelecer seu real valor em fetos previamente classificados como de alto e baixo risco para aneuploidias.<hr/>PURPOSE: the absence of fetal nasal bone is correlated with trisomy 21. Although a hypoplastic nasal bone is also correlated with trisomy 21, there is no clear definition of this term in the literature. Our objective was to establish the reference values for fetal nasal bone size throughout gestation in a local population in Brazil. METHODS: it is a cross-sectional study on 902 fetuses at 10 to 39 weeks of gestation. After having excluded fetal malformations and maternal diseases which are known to interfere with fetal growth, 625 fetuses were selected. We obtained a mid-sagittal view of the fetal profile by holding the ultrasound bean at an angle of 45º or 135º. The nasal bone size mean was calculated by using polynomial regression. The Anderson-Darling test proved the normal distribution of the measurements (p>0.05). RESULTS: of the 625 fetuses, 88.3% were from single gestations and 11.7% from multiple ones. There was a direct correlation between fetal nasal bone size and gestational age. The variability of nasal bone size became larger as gestational age increased. Minimal length of 1.0 and 4.7 mm in the first and second trimesters, respectively, were found. CONCLUSIONS: there is a direct correlation between fetal nasal bone size and gestational age. This correlation is valid either for a single gestation or a multiple one. These measurements of the fetal nasal bone will allow us to use them as a screening test for cromosomal abnormalities. This is a useful study if we consider the large miscegenation of the Brazilian population. However, further systematic and standardized approach to study the fetal nasal bone is needed to establish its real value in fetuses once classified as at high or low risk for aneuploidies. <![CDATA[<B>Serologic profile of toxoplasmosis in pregnant women from a public hospital in Porto Alegre</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032006000300004&lng=en&nrm=iso&tlng=en OBJETIVO: descrever e analisar os resultados da sorologia convencional para toxoplasmose em gestantes acompanhadas pelo pré-natal do Hospital Materno-Infantil Presidente Vargas em Porto Alegre. MÉTODOS: IgG e IgM específicas foram processadas por testes fluorométricos, sendo a IgM de captura. Nova coleta em duas a três semanas foi solicitada às gestantes IgM positivas e as que estavam no início da gestação tiveram realizada a avidez de IgG. IgM neonatal foi obtida nos partos realizados na instituição. A análise foi baseada na distribuição binomial, por meio do cálculo de uma proporção simples para estimar a prevalência de soropositividade e suscetibilidade à infecção pelo Toxoplasma gondii. RESULTADOS: a prevalência da infecção em 10.468 gestantes foi de 61,1 e 38,7% das gestantes eram suscetíveis. Entre as 272 gestantes IgG e IgM positivas, 87 retornaram para nova coleta e em 84 os níveis de anticorpos permaneceram inalterados. De nove gestantes com avidez, houve apenas uma gestante com avidez baixa e a IgM neonatal do recém-nascido foi positiva. Em 44 recém-nascidos na instituição, a IgM neonatal foi positiva em quatro. CONCLUSÕES: encontrou-se alta prevalência da infecção em gestantes e de toxoplasmose congênita, mesmo sem dados sobre soroconversão. A maioria das sorologias IgM positivas foi relacionada a infecção passada. A relação custo-benefício do pré-natal em amostras isoladas pode ser otimizada com a análise do risco de transmissão materno-fetal nas gestantes IgM positivas. Quando houver risco, deve-se solicitar teste de IgM do recém-nascido e acompanhá-lo durante o primeiro ano de vida.<hr/>PURPOSE: to describe and analyze the results of conventional serology for toxoplasmosis in pregnant women during prenatal care at the Hospital Materno-Infantil Presidente Vargas in Porto Alegre. METHODS: specific IgG and IgM determinations were performed using fluorometric tests, with IgM capture. A second sample within two to three weeks was requested from all IgM-positive pregnant women and IgG avidity was performed in IgM-positive pregnant women at the beginning of pregnancy. Neonatal IgM was obtained when the delivery occurred at the institution. The analysis was based on the binomial distribution, through simple ratio estimate, to assess soropositivity prevalence and susceptibility to T. gondi infection. RESULTS: the prevalence of infection in 10,468 pregnant women was 61.1% and 38.7% pregnant women were susceptible. Among the 272 IgG and IgM-positive pregnant women, 87 returned for a second test and in 84 of them the antibody levels remained unchanged. Of nine pregnant women with avidity, there was only one low avidity and her newborn was IgM positive. In 44 newborns delivered at the institution, the neonatal IgM was positive in four. CONCLUSIONS: a high prevalence of infection and congenital toxoplasmosis was found in pregnant women, even without data on seroconversion. Most of the IgM-positive serologies were related to past infection. The cost-benefit ratio of prenatal care in isolated samples may be optimized analyzing the risk of mother-to-child transmission in IgM-positive pregnant women. When there is a risk, a neonatal IgM test must be requested and the newborn should be followed during the first year of life. <![CDATA[<B>Early placental maturation evaluated by ultrasound and perinatal prognosis</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032006000300005&lng=en&nrm=iso&tlng=en OBJETIVO: descrever os resultados maternos e perinatais das gestações com amadurecimento precoce da placenta detectado pela ultra-sonografia. MÉTODOS: realizou-se estudo retrospectivo, descritivo, tipo série de casos, com comparação de grupos. Foram incluídas 146 gestantes, internadas entre janeiro de 2000 e dezembro de 2002 e em cujo prontuário constavam diagnóstico de amadurecimento precoce da placenta (presença de placenta grau II antes da 32ª semana de gestação ou grau III, antes da 35ª semana de gestação) e descrição das condições materno-fetais. Foram excluídas gestantes com diagnóstico de: amniorrexe prematura, gravidez múltipla, forma aguda de descolamento prematuro de placenta normoinserida e malformação fetal. As complicações clínico-obstétricas foram: doenças hipertensivas, redução do crescimento intra-uterino, alterações do volume de líquido amniótico, infecções, diabete materno, anemia falciforme, soropositividade para HIV, drogadição, litíase renal, epilepsia e asma brônquica. Pelos prontuários, foram identificadas 106 gestantes com complicações clínico-obstétricas (Gcom) e 40, sem essas complicações (Gsem). Para comparação entre os grupos, empregaram-se os testes de chi2 e exato de Fisher, ao nível de significância de 0,05. RESULTADOS: o grupo Gcom apresentou maior freqüência de oligoâmnio (27,3%), restrição de crescimento intra-uterino (44,3%) e cesárea antecedente ao trabalho de parto (36,8%). Comparado ao grupo Gsem, o Gcom caracterizou-se por maior incidência de óbitos fetais, prematuros (58,8 versus 40%), menor índice de Apgar de 5º minuto, peso ao nascer <2.500 g (67,9 versus 40%), recém-nascidos pequenos para a idade gestacional (39,2 versus 10%) e intercorrências mais graves. CONCLUSÕES: o prognóstico perinatal não dependeu do amadurecimento precoce da placenta, mas sim da presença de complicações clínico-obstétricas maternas.<hr/>PURPOSE: to describe perinatal and obstetric characteristics of pregnant women with ultrasonographic early placental aging. METHODS: using a retrospective, descriptive, series of cases, with group comparison, the authors analyzed the data of 146 pregnant women, whose diagnosis of placental early aging (presence of grade II placenta before 32 gestational weeks or grade III, before 35 gestational weeks), and maternal-fetal conditions had been recorded in the medical charts at the "Maternidade Prof. Monteiro de Moraes", Recife, Pernambuco Brazil, from January 2000 to December 2002, where they had been attended as inpatients. The exclusion criteria were diagnoses of: premature amniorrhexis, multiple pregnancies, acute premature detachment of a normally located placenta, and fetal malformation. The clinical and obstetric complications were: hypertensive diseases, intrauterine growth restriction, changes of amniotic fluid volume, infections, maternal diabetes, falciform anemia, HIV seropositivity, drug addiction, renal lithiasis, epilepsy and bronchial asthma. In the medical records, 106 pregnant women were identified as having clinical and obstetric complications (Gwith group) and 40 as not having any of these complications (Gwithout group). For group comparisons, chi2 and exact Fisher statistical tests were used, with significance level of 0.05. RESULTS: Gwith group was associated with higher incidence of oligoamnion (27.3%), intrauterine growth restriction (44.3%) and caesarean section prior to labor (36.8%). Compared to Gwithout, the Gwith group was characterized by high incidence of: fetal death, prematurity (58.8% versus 40%), lower 5th minute Apgar index, birth weight less than 2.500g (67.9% versus 40%); small body size for gestational age (39.2% versus 10%) and more severe intercurrents events. CONCLUSIONS: perinatal prognosis does not depend upon placental early aging, but on clinical and obstetric maternal complications. <![CDATA[<B>Postpartum anxiety</B>: <B>prevalence and risk factors</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032006000300006&lng=en&nrm=iso&tlng=en OBJETIVOS: estimar a prevalência de ansiedade puerperal (AP) e fatores de risco associados, em amostra de mulheres de clínica privada. MÉTODOS: foi realizado estudo de corte transversal com 299 mulheres, atendidas em consulta ginecológica de rotina, durante o período de agosto de 2000 a maio de 2003. Foram utilizados o STAIT (Spielberger State-Trait Anxiety Inventory), para avaliação de ansiedade puerperal, e um questionário com dados sociodemográficos e obstétricos. Os critérios de inclusão foram: puérperas sem história atual ou passada de depressão ou tratamento psiquiátrico, alcoolismo ou abuso de drogas e cujos filhos estavam vivos. As prevalências de AP-traço e AP-estado que avaliam, respectivamente, características de personalidade e ansiedade transitória, segundo o STAIT, foram estimadas, conjuntamente com o intervalo de confiança (IC) 95%. Estimaram-se os odds ratios (OR) e os intervalos de confiança de 95%, na avaliação da associação entre AP e as variáveis explicativas. Utilizou-se o teste do chi2 ou chi2 de tendência, quando as categorias foram ordenadas para análise estatística. Valor de p<0,05 foi considerado estatisticamente significativo. RESULTADOS: a prevalência de AP foi de 44,8 (IC 95%: 39,1 - 50,7), para AP-estado, e 46,1% (IC 95%: 40,4 - 52,0), para AP-traço. A concordância formal entre as escalas foi moderada (kappa = 0,55, p<0,001). Na análise multivariada, AP-traço e AP-estado se associaram com maior renda da mulher (OR:0,39; IC 95%: 0,21 - 0,74, p=0,005); (OR: 0,46; IC 95%: 0,24 - 0,87, p=0,02) e com presença de intercorrências com o recém-nascido (OR:2,15; IC 95%: 1,02 - 4,54, p=0,04; OR:2,47; IC 95%: 1,16 - 5,25, p=0,02), respectivamente. AP-traço se associou com maior faixa etária (OR: 0,34; IC 95%: 0,13 - 0,88, p=0,008), ao passo que AP-estado se associou com maior número de filhos vivos (OR:1,82; IC 95: 1,01 - 3,29, p=0,04). CONCLUSÕES: AP foi muito prevalente nesta amostra de mulheres atendidas em clínica privada. Maior renda e maior faixa etária da mulher diminuem o risco, ao passo que a presença de intercorrências com o recém-nascido e maior número de filhos vivos aumentam o risco de AP.<hr/>PURPOSE: postpartum anxiety (PPA) is highly prevalent and has important consequences on mother and newborn. The aim of the present study was to estimate the prevalence of PPA and its risk factors, in a sample of women attending a private setting. METHODS: a cross-sectional study was performed with 299 women, at a routine gynecological visit, from August 2000 to May 2003. The Spielberger State-Trait Anxiety Inventory (STAIT) and a questionnaire with sociodemographic data and obstetric data were used. Inclusion criteria were: women with no past or present history of depression, psychiatric treatment, alcohol or drug abuse and whose children were alive. The prevalences of PPA-trace and PPA-state, that evaluate characteristics of personality and transitory anxiety, respectively, were estimated with 95% confiance intervals (CI). Odds ratios and 95% CI were used to examine the association between PPA and exposure variables. Hypothesis testing was done by the chi2 test or chi2 test for linear trend, when categories were ordered. A p value < 0.05 was considered to be statistically significant. RESULTS: the prevalences of PPA-state and PPA-trace were 44.8% (CI 95%: 39.1 - 50.7) and 46.1% (CI 95%: 40.4 - 52.0, respectively). Formal agreement between scales was moderate (kappa = 0.55; p<0.001). By univariate analysis, lower mother income and presence of newborn complications were associated with PPA-state and PPA-trace. Lower maternal age and greater number of alive children were associated with PPA-trace and PPA-state, respectively. By multivariate analysis, PPA-trace and PPA-state were associated with higher mother income (OR:0.39; IC 95%: 0.21 - 0.74, p=0,005; OR:0.46; IC 95%: 0.24 - 0.87, p=0.02) and presence of complications in newborns (OR:2.15; IC 95%: 1.02 - 4.54, p=0.04) (OR:2.47; IC 95%: 1.16 - 5.25, p=0.02), respectively. PPA-trace was associated with greater maternal age (OR:0.34; IC 95%: 0.13 - 0.88, p=0.008), while PPA-state was associated with greater number of alive children (OR:1.82; IC 95%: 1.01 - 3.29, p=0.04). CONCLUSIONS: PPA was highly prevalent in this sample of women attending a private setting. Higher mother income and greater maternal age decrease the risk of AP, while presence of complications in newborns and greater number of alive children increase the risk. <![CDATA[<B>Antiphospholipid antibodies in gestational and pregestational diabetic women</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032006000300007&lng=en&nrm=iso&tlng=en OBJETIVO: identificar e descrever a prevalência de anticorpos antifosfolípides (anticorpo anticardiolipina e anticoagulante lúpico) em gestantes diabéticas. MÉTODOS: estudo prospectivo de prevalência, realizado no período de julho de 2003 a março de 2004. Foram estudadas 56 gestantes diabéticas gestacionais e pré-gestacionais que ingressaram ao pré-natal e aceitaram participar do estudo. Nenhuma gestante foi excluída. Se um ou outro anticorpo estivesse presente, a gestante seria tratada com heparina e ácido acetilsalicílico. Foram caracterizados os perfis da gestante, a evolução da gestação e o recém-nascido. RESULTADOS: foram diagnosticados anticorpos antifosfolípides em apenas quatro gestantes das 56 estudadas, o que representou prevalência de 7% (IC 95% - 0,1-13,9). Nas gestantes diabéticas com anticorpos antifosfolípides a duração do diabetes foi de cinco anos ou mais. A idade variou de 27 a 38 anos, sendo uma primigesta, outra secundigesta e as outras duas multíparas. As gestantes com anticorpos antifosfolípides, que foram tratadas, tiveram recém-nascidos vivos, de termo, cujos pesos variaram entre 2.650 g e 4.000 g. CONCLUSÃO: a prevalência de anticorpos antifosfolípides em gestantes diabéticas gestacionais é baixa, e similar à população geral de grávidas. Está prevalência aumenta quando a gestante é diabética pré-gestacional.<hr/>PURPOSE: to diagnose and treat diabetic pregnant women with antiphospholipid antibodies and to describe the gestational and perinatal results. METHODS: we evaluated 56 gestational and pregestational diabetic women who were attended at one specialized prenatal care unit, between July 2003 and March 2004. All of them had a blood test to quantify antiphospholipid antibodies. If positive, they were treated with heparin and aspirin at low doses and the usual treatment for diabetes. We calculated the prevalence and 95% confidence interval for all and also those for the pregestational ones. The characteristics of the pregnancies and the newborns are described. RESULTS: antiphospholipid antibodies prevalence among the diabetic pregnant women was 7% (95% CI - 0.1 to 13.9). Among pregestational diabetic women it was 12% (95% CI - 0.2 to 23.3). Among the diabetic women with antiphospholipid antibodies the duration of disease was five years or more. Maternal age in positive antiphospholipid antibodies diabetics ranged from 27 to 38 years; one was primiparous, another was secundiparous and two were multiparous. CONCLUSION: antiphospholipid antibodies prevalence in diabetic pregnant women was similar to that in the general population and lower than that of the pregestational diabetic women. <![CDATA[<B>Effects of chronic nelfinavir treatment on rat pregnancy</B>: <B>biological assay</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032006000300008&lng=en&nrm=iso&tlng=en OBJETIVO: avaliar o efeito do uso crônico do nelfinavir sobre o peso de ratas albinas prenhes e seus conceptos, bem como o número de implantações, fetos, placentas, reabsorções e mortalidade materna e fetal. MÉTODOS: 50 ratas albinas EPM-1 Wistar, prenhes, foram aleatoriamente divididas em cinco grupos: 2 controles, Contr1 (controle do estresse) e Contr2 (controle do veículo), e três experimentais, Exp40, Exp120 e Exp360, que receberam, respectivamente, 40, 120 e 360 mg/kg por dia de nelfinavir por via oral. A droga e o veículo (água destilada) foram administrados por gavagem em duas tomadas diárias (12/12 horas), desde o primeiro dia até o dia 20 da prenhez. No último dia do experimento, todos os animais foram anestesiados e sacrificados. Foram avaliados a evolução do peso, número de implantações, reabsorções, fetos, placentas, óbitos intra-uterinos, o peso dos fetos e das placentas e malformações maiores. A análise estatística foi realizada pela análise de variância (ANOVA) completada pelo teste de Kruskal-Wallis. RESULTADOS: em relação ao ganho de peso das ratas, houve ganho normal em todos os grupos, não sendo constatadas diferenças significantes entre eles. ANOVA mostrou ausência de diferenças significativas entre os grupos quanto aos parâmetros estudados. As médias do número de fetos foram: controles = 9,7±0,50; grupos tratados com nelfinavir = 9,7±0,81. Para as médias de números de placentas e implantações, controles = 9,7±0,50; grupos tratados com nelfinavir = 9,7±0,78. Quanto às médias de pesos fetais, controles = 4,04±0,50; grupos tratados com nelfinavir = 3,91±0,33 g. Finalmente, para as médias de pesos de placentas, controles = 0,64±0,02; grupos tratados com nelfinavir = 0,67±0,02 g. Além disto, não foram observadas reabsorções, mortalidade das matrizes, óbitos e malformações fetais. CONCLUSÕES: o nelfinavir, em todas as doses administradas, não influiu no ganho de peso das ratas prenhes e não mostrou efeitos deletérios sobre os conceptos.<hr/>PURPOSE: to evaluate the chronic effects of nelfinavir on body weight gain of pregnant albino rats and their concepts, as well as on the number of implantations, reabsorptions, fetuses, placentae, and maternal and fetal mortality. METHODS: fifty pregnant EPM-1 Wistar albino rats were randomly divided into five groups: two controls, Contr1 (control of stress) and Contr2 (drug vehicle control), and 3 experimental groups, Exp40, Exp120, Exp360, which received 40, 120 or 360 mg/kg per day of oral solution of nelfinavir, respectively. The drug and the vehicle (distilled water) were administered twice a day (12/12 h) by gavage from the first up to the 20th day of pregnancy. After sacrifice under deep anesthesia, the following parameters were evaluated: number of implantations and reabsorptions, the weight of fetuses and placentae, and the number of intrauterine deaths as well as inspection for major malformations. Data were evaluated by ANOVA followed by the Kruskal-Wallis multiple comparison test. RESULTS: body weight gain during pregnancy was normal for all the groups, and no significant differences were detected between them. ANOVA did not reveal any significant effect of nelfinavir on the studied parameters. The means of number of fetuses were: control = 9.7±0.50; nelfinavir-treated groups = 9.7±0.81. Regarding the means of number of placentae and implantations, controls = 9.7±0.50; nelfinavir-treated groups = 9.6±0.78. The mean fetal weights were as follows: controls = 4.04±0.50; nelfinavir-treated groups = 3.91±0.33 g. Finally, control placental weights averaged 0.64±0.02; nelfinavir-treated groups = 0.67±0.02 g. CONCLUSION: nelfinavir was well tolerated at all the administered doses; no damage was produced on the fetuses. <![CDATA[<B>Early determination of gender by analysis of fetal DNA in maternal plasma</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032006000300009&lng=en&nrm=iso&tlng=en OBJETIVO: avaliar a possibilidade do diagnóstico precoce do sexo fetal no plasma materno pela técnica da reação em cadeia da polimerase em tempo real (PCR em tempo real) a partir da 5ª semana de gestação. MÉTODOS: nesse estudo prospectivo foi coletado sangue periférico de gestantes com feto único a partir da 5ª semana de gestação. Após centrifugação do sangue, 0,4 mL de plasma foi separado para extração de DNA fetal. O DNA foi analisado em duplicata por PCR em tempo real para duas regiões genômicas (uma do cromossomo Y e outra comum a ambos os sexos) pelo método de TaqMan®, o qual utiliza um par de primers e uma sonda fluorescente. Foram excluídos da amostragem os casos que evoluíram para aborto. Para o cálculo da sensibilidade e especificidade, usamos o método de comparação com padrão-ouro, que foi o sexo ao nascimento. RESULTADOS: foram realizados 79 exames de DNA fetal no plasma materno de 52 gestantes. O resultado dos exames foi comparado com o sexo da criança após o parto. O índice de acerto conforme a idade gestacional foi de 92,6% (25 de 27 casos) na 5ª semana, conferindo sensibilidade de 87% e 95,6% (22 de 23 casos) na 6ª semana, com sensibilidade de 92%. A partir da 7ª semana de gestação o acerto foi em 100% (29 de 29 casos). A especificidade foi de 100% independente da idade gestacional. CONCLUSÕES: a técnica de PCR em tempo real para detecção do sexo fetal a partir da 5ª semana no plasma materno possui boa sensibilidade e excelente especificidade. Houve concordância do resultado em 100% dos casos em que o diagnóstico foi masculino, independente da idade gestacional, e no caso de feminino, a partir da 7ª semana de gestação.<hr/>PURPOSE: to verify the viability of early diagnosis of fetal gender in maternal plasma by the real-time polymerase chain reaction (real-time PCR) starting at the 5th week of pregnancy. METHODS: peripheral blood was collected from pregnant women with single fetus starting at the 5th week of gestation. After centrifugation, 0.4 mL plasma was separated for fetal DNA extraction. The DNA was analyzed in duplicate by real-time PCR for two genomic regions, one of the Y chromosome and the other common to both sexes, through the TaqMan® method, which uses a pair of primers and a fluorescent probe. Patients who aborted were excluded. RESULTS: a total of 79 determinations of fetal DNA in maternal plasma were performed in 52 pregnant women. The results of the determinations were compared to fetal gender after delivery. Accuracy according to gestational age was 92.6% (25 of 27 cases) at 5 weeks with 87% sensitivity, and 95.6% (22 of 23 cases) at 6 weeks with 92% sensitivity. Starting at the 7th week of pregnancy, accuracy was 100% (29 of 29 cases). Specificity was 100% regardless of gestational age. CONCLUSION: real-time PCR for the detection of fetal gender in maternal plasma starting at the 5th week of gestation has good sensitivity and excellent specificity. There was agreement of the results in 100% of the cases in which male gender was diagnosed, regardless of gestational age, and from the 7th week of gestation for female gender diagnosis. <![CDATA[<B>Quality of life in breast cancer survivors</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032006000300010&lng=en&nrm=iso&tlng=en O câncer de mama é uma das neoplasias mais comuns entre mulheres. O diagnóstico e a terapia antineoplásica determinam repercussões sociais, econômicas, físicas, emocionais/psicológicas e sexuais. Os principais parâmetros empregados na avaliação dos resultados da terapia antineoplásica são a sobrevida livre de doença e a sobrevida global. Mais recentemente, a qualidade de vida (QV) tem sido considerada mais um desses parâmetros. Não existe consenso quanto à definição de QV. Porém, a maioria das definições contempla os aspectos multidimensional e subjetivo da QV. A identificação dos fatores relacionados à QV e a compreensão da forma como esses fatores contribuem para a percepção da QV são motivos de discussão, uma vez que o conceito de QV está diretamente relacionado ao contexto sociocultural em que o indivíduo está inserido. A idade ao diagnóstico, uso de quimioterapia, tipo de cirurgia, sintomas climatéricos, relacionamento conjugal e sexualidade são alguns fatores associados à QV de mulheres com câncer de mama. A QV associada a diferentes terapias antineoplásicas pode auxiliar pacientes e médicos na escolha da melhor modalidade terapêutica. Nesse sentido, o presente artigo revisa diversos aspectos da QV de mulheres com câncer de mama, apresentando e discutindo o estado atual do conhecimento sobre o tema.<hr/>Breast cancer is one of the most common malignancies among women. Its diagnosis and treatment have social, economic, physical, emotional/psychological and sexual repercussions. The main parameters used to assess the results of anticancer therapy are disease-free survival and overall survival. More recently, quality of life (QOL) has been considered an additional parameter. No consensus exists about the definition of QOL. However, most definitions take into account multidimensional and subjective aspects of QOL. The identification of factors related to QOL and comprehension of how these factors contribute to the perception of QOL are reasons for debate, since the concept of QOL is directly related to the social and cultural context in which the individual is inserted. Age at diagnosis, chemotherapy, type of surgery, climacteric symptoms, relationship between the couple, and sexuality are several factors associated with QOL in women with breast cancer. QOL associated with different antineoplastic therapies may help patients and physicians choose the best therapeutic modality. Towards this end, the current article addresses various aspects of QOL of breast cancer women, and presents the state-of-the-art knowledge on the topic. <![CDATA[<B>Histological study of the mammary glands of rats submitted to treatment with sex steroids</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032006000300011&lng=en&nrm=iso&tlng=en O câncer de mama é uma das neoplasias mais comuns entre mulheres. O diagnóstico e a terapia antineoplásica determinam repercussões sociais, econômicas, físicas, emocionais/psicológicas e sexuais. Os principais parâmetros empregados na avaliação dos resultados da terapia antineoplásica são a sobrevida livre de doença e a sobrevida global. Mais recentemente, a qualidade de vida (QV) tem sido considerada mais um desses parâmetros. Não existe consenso quanto à definição de QV. Porém, a maioria das definições contempla os aspectos multidimensional e subjetivo da QV. A identificação dos fatores relacionados à QV e a compreensão da forma como esses fatores contribuem para a percepção da QV são motivos de discussão, uma vez que o conceito de QV está diretamente relacionado ao contexto sociocultural em que o indivíduo está inserido. A idade ao diagnóstico, uso de quimioterapia, tipo de cirurgia, sintomas climatéricos, relacionamento conjugal e sexualidade são alguns fatores associados à QV de mulheres com câncer de mama. A QV associada a diferentes terapias antineoplásicas pode auxiliar pacientes e médicos na escolha da melhor modalidade terapêutica. Nesse sentido, o presente artigo revisa diversos aspectos da QV de mulheres com câncer de mama, apresentando e discutindo o estado atual do conhecimento sobre o tema.<hr/>Breast cancer is one of the most common malignancies among women. Its diagnosis and treatment have social, economic, physical, emotional/psychological and sexual repercussions. The main parameters used to assess the results of anticancer therapy are disease-free survival and overall survival. More recently, quality of life (QOL) has been considered an additional parameter. No consensus exists about the definition of QOL. However, most definitions take into account multidimensional and subjective aspects of QOL. The identification of factors related to QOL and comprehension of how these factors contribute to the perception of QOL are reasons for debate, since the concept of QOL is directly related to the social and cultural context in which the individual is inserted. Age at diagnosis, chemotherapy, type of surgery, climacteric symptoms, relationship between the couple, and sexuality are several factors associated with QOL in women with breast cancer. QOL associated with different antineoplastic therapies may help patients and physicians choose the best therapeutic modality. Towards this end, the current article addresses various aspects of QOL of breast cancer women, and presents the state-of-the-art knowledge on the topic. <![CDATA[<B>Acupuncture in the rehabilitation of women after surgical treatment of breast cancer</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032006000300012&lng=en&nrm=iso&tlng=en O câncer de mama é uma das neoplasias mais comuns entre mulheres. O diagnóstico e a terapia antineoplásica determinam repercussões sociais, econômicas, físicas, emocionais/psicológicas e sexuais. Os principais parâmetros empregados na avaliação dos resultados da terapia antineoplásica são a sobrevida livre de doença e a sobrevida global. Mais recentemente, a qualidade de vida (QV) tem sido considerada mais um desses parâmetros. Não existe consenso quanto à definição de QV. Porém, a maioria das definições contempla os aspectos multidimensional e subjetivo da QV. A identificação dos fatores relacionados à QV e a compreensão da forma como esses fatores contribuem para a percepção da QV são motivos de discussão, uma vez que o conceito de QV está diretamente relacionado ao contexto sociocultural em que o indivíduo está inserido. A idade ao diagnóstico, uso de quimioterapia, tipo de cirurgia, sintomas climatéricos, relacionamento conjugal e sexualidade são alguns fatores associados à QV de mulheres com câncer de mama. A QV associada a diferentes terapias antineoplásicas pode auxiliar pacientes e médicos na escolha da melhor modalidade terapêutica. Nesse sentido, o presente artigo revisa diversos aspectos da QV de mulheres com câncer de mama, apresentando e discutindo o estado atual do conhecimento sobre o tema.<hr/>Breast cancer is one of the most common malignancies among women. Its diagnosis and treatment have social, economic, physical, emotional/psychological and sexual repercussions. The main parameters used to assess the results of anticancer therapy are disease-free survival and overall survival. More recently, quality of life (QOL) has been considered an additional parameter. No consensus exists about the definition of QOL. However, most definitions take into account multidimensional and subjective aspects of QOL. The identification of factors related to QOL and comprehension of how these factors contribute to the perception of QOL are reasons for debate, since the concept of QOL is directly related to the social and cultural context in which the individual is inserted. Age at diagnosis, chemotherapy, type of surgery, climacteric symptoms, relationship between the couple, and sexuality are several factors associated with QOL in women with breast cancer. QOL associated with different antineoplastic therapies may help patients and physicians choose the best therapeutic modality. Towards this end, the current article addresses various aspects of QOL of breast cancer women, and presents the state-of-the-art knowledge on the topic. <![CDATA[<B>Quality of life and aspects of the sexuality of women treated for breast cancer</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032006000300013&lng=en&nrm=iso&tlng=en O câncer de mama é uma das neoplasias mais comuns entre mulheres. O diagnóstico e a terapia antineoplásica determinam repercussões sociais, econômicas, físicas, emocionais/psicológicas e sexuais. Os principais parâmetros empregados na avaliação dos resultados da terapia antineoplásica são a sobrevida livre de doença e a sobrevida global. Mais recentemente, a qualidade de vida (QV) tem sido considerada mais um desses parâmetros. Não existe consenso quanto à definição de QV. Porém, a maioria das definições contempla os aspectos multidimensional e subjetivo da QV. A identificação dos fatores relacionados à QV e a compreensão da forma como esses fatores contribuem para a percepção da QV são motivos de discussão, uma vez que o conceito de QV está diretamente relacionado ao contexto sociocultural em que o indivíduo está inserido. A idade ao diagnóstico, uso de quimioterapia, tipo de cirurgia, sintomas climatéricos, relacionamento conjugal e sexualidade são alguns fatores associados à QV de mulheres com câncer de mama. A QV associada a diferentes terapias antineoplásicas pode auxiliar pacientes e médicos na escolha da melhor modalidade terapêutica. Nesse sentido, o presente artigo revisa diversos aspectos da QV de mulheres com câncer de mama, apresentando e discutindo o estado atual do conhecimento sobre o tema.<hr/>Breast cancer is one of the most common malignancies among women. Its diagnosis and treatment have social, economic, physical, emotional/psychological and sexual repercussions. The main parameters used to assess the results of anticancer therapy are disease-free survival and overall survival. More recently, quality of life (QOL) has been considered an additional parameter. No consensus exists about the definition of QOL. However, most definitions take into account multidimensional and subjective aspects of QOL. The identification of factors related to QOL and comprehension of how these factors contribute to the perception of QOL are reasons for debate, since the concept of QOL is directly related to the social and cultural context in which the individual is inserted. Age at diagnosis, chemotherapy, type of surgery, climacteric symptoms, relationship between the couple, and sexuality are several factors associated with QOL in women with breast cancer. QOL associated with different antineoplastic therapies may help patients and physicians choose the best therapeutic modality. Towards this end, the current article addresses various aspects of QOL of breast cancer women, and presents the state-of-the-art knowledge on the topic. <![CDATA[<B>Errata</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032006000300014&lng=en&nrm=iso&tlng=en O câncer de mama é uma das neoplasias mais comuns entre mulheres. O diagnóstico e a terapia antineoplásica determinam repercussões sociais, econômicas, físicas, emocionais/psicológicas e sexuais. Os principais parâmetros empregados na avaliação dos resultados da terapia antineoplásica são a sobrevida livre de doença e a sobrevida global. Mais recentemente, a qualidade de vida (QV) tem sido considerada mais um desses parâmetros. Não existe consenso quanto à definição de QV. Porém, a maioria das definições contempla os aspectos multidimensional e subjetivo da QV. A identificação dos fatores relacionados à QV e a compreensão da forma como esses fatores contribuem para a percepção da QV são motivos de discussão, uma vez que o conceito de QV está diretamente relacionado ao contexto sociocultural em que o indivíduo está inserido. A idade ao diagnóstico, uso de quimioterapia, tipo de cirurgia, sintomas climatéricos, relacionamento conjugal e sexualidade são alguns fatores associados à QV de mulheres com câncer de mama. A QV associada a diferentes terapias antineoplásicas pode auxiliar pacientes e médicos na escolha da melhor modalidade terapêutica. Nesse sentido, o presente artigo revisa diversos aspectos da QV de mulheres com câncer de mama, apresentando e discutindo o estado atual do conhecimento sobre o tema.<hr/>Breast cancer is one of the most common malignancies among women. Its diagnosis and treatment have social, economic, physical, emotional/psychological and sexual repercussions. The main parameters used to assess the results of anticancer therapy are disease-free survival and overall survival. More recently, quality of life (QOL) has been considered an additional parameter. No consensus exists about the definition of QOL. However, most definitions take into account multidimensional and subjective aspects of QOL. The identification of factors related to QOL and comprehension of how these factors contribute to the perception of QOL are reasons for debate, since the concept of QOL is directly related to the social and cultural context in which the individual is inserted. Age at diagnosis, chemotherapy, type of surgery, climacteric symptoms, relationship between the couple, and sexuality are several factors associated with QOL in women with breast cancer. QOL associated with different antineoplastic therapies may help patients and physicians choose the best therapeutic modality. Towards this end, the current article addresses various aspects of QOL of breast cancer women, and presents the state-of-the-art knowledge on the topic.