Scielo RSS <![CDATA[Trans/Form/Ação]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=0101-317320110005&lang=en vol. 34 num. 3 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[<b>Palavra do Editor</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732011000500001&lng=en&nrm=iso&tlng=en <![CDATA[<b>Between tradition and innovation</b>: <b>the "history of the philosophers" in ancient, medieval and modern eras</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732011000500002&lng=en&nrm=iso&tlng=en Il graduale passaggio dall'antica "storia dei filosofi" alla moderna "storia della filosofia" viene qui ricostruito nelle sue fasi essenziali, alla luce della dialettica fra tradizione e innovazione, che caratterizza il dialogo filosofico inteso in senso diacronico. Ma in che senso è ancora possibile, oggi, parlare di una "storia della filosofia" distinta sia dall'attività filosofico-ermeneutica sia dalla ricerca strettamente storica, qual è quella condotta dalla Intellectual history?<hr/>In this essay, the gradual transition from ancient "history of the philosophers" to modern "history of philosophy" is presented according to its essential steps and in the light of the dialectic between tradition and innovation that characterizes any philosophical dialogue considered in a diachronic sense. At the same time, however, the essay raises the question of the sense according to which it is nowadays still possible to think of a "history of philosophy" as a research activity distinct both from philosophical hermeneutics and from strictly historical research, such as the one carried out by intellectual history <![CDATA[<b>Plato, Wittgenstein, and complexity</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732011000500003&lng=en&nrm=iso&tlng=en No Teeteto, em uma tentativa de definir o conhecimento, Platão trata da unidade e da complexidade segundo um modelo de análise dos complexos em elementos simples não analisáveis. Wittgenstein, no parágrafo 46 das Investigações Filosóficas, cita esse argumento do Teeteto, introduzindo uma crítica à sua própria noção de objeto, no Tractatus. Nosso tema será um exame das noções de elemento e composto, apresentadas no Teeteto e retomadas no Sofista, tendo como horizonte a aproximação, feita por Wittgenstein, entre o objeto do Tractatus e o elemento do Teeteto<hr/>In Theaetetus, in an attempt to define knowledge, Plato deals with unity and complexity according an analysis model of complexes into unanalysable simple elements. Wittgenstein in paragraph 46 of Philosophical Investigations cites the argument of Theaetetus, introducing a critique of his own notion of object in Tractatus. Our theme will be an examination of the notions of element and complex presented in Theaetetus and resumed in Sophist, at the horizon of Wittgenstein's approach between the object of Tractatus and the element of Theaetetus <![CDATA[<b>Some common things between the aristotelian and kantian ethics</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732011000500004&lng=en&nrm=iso&tlng=en Nosso propósito, neste artigo, é aproximar dois modelos éticos distintos, o kantiano e o aristotélico, com o intuito de detectar alguns pontos comuns onde talvez possamos encontrar certo diálogo entre ambos os modelos éticos<hr/>Our purpose in this paper is to bring together two different ethical models, the kantian and aristotelian, in order to detect some common things where we may find some dialogue between the two ethical models <![CDATA[<b>O <i>De anima</i> de Aristóteles e a concepção das faculdades da alma no <i>Kitáb al-Nafs </i>(Livro da Alma, de Anima) de Ibn Sina (Avicena)</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732011000500005&lng=en&nrm=iso&tlng=en Este artigo apresenta uma comparação conceitual entre a obra De anima, de Aristóteles, e a concepção das faculdades da alma no Kitáb al-Nafs - edição árabe - (Livro da Alma, De anima), de Ibn Sina (Avicena), com o intuito de mostrar similitudes e influências de Aristóteles sobre o pensamento de Ibn Sina, nessa temática. Destaca, ainda, como e a época em que o estagirita foi recebido em terras do Islã, indicando o seu primeiro receptor, o filósofo Al-Kindi, assim como, de modo pormenorizado, uma comparação sobre a definição de alma dada pelos dois filósofos, e as três espécies de alma, com ênfase para o conceito de alma racional. Apresenta, também, a estrutura de cada uma das obras<hr/>Este artículo presenta una comparación conceptual entre la obra "De anima" de Aristóteles y la concepción de las facultades del alma en el Kitáb al-Nafs - edición árabe - (libro del Alma, De anima) de Ibn Sina (Avicena), con el propósito de señalar similitudes e influencias de Aristóteles en el pensamiento de Ibn Sina relativos a esta temática. Destaca, también, el modo y la época en el que el Estagirita fue recibido en tierras del Islam y el primer receptor de Aristóteles, el filósofo Al-Kindi, y compara de modo pormenorizado la definición del alma presentada por los dos filósofos y las tres especies del alma, con énfasis en el concepto del alma racional. Presenta, también, la estructura de cada una de las obras <![CDATA[<b>On the Roots of Medieval Political Vocabulary</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732011000500006&lng=en&nrm=iso&tlng=en O fenômeno da incorporação do corpo lexical político aristotélico transliterado do grego ao contexto latino do século XIII nos remete a problemas sobre as presenças e ausências terminológicas, não somente na tradução da Política, feita por Guilherme de Moerbeke, e nos comentários de Alberto Magno e Tomás de Aquino ao texto latino de Aristóteles, mas também à possível reverberação desses vocábulos políticos moerbekianos em alguns leitores da Política, no século XIV. Não se trata apenas de verificação de quem usou ou não usou tais ou quais termos, nem mesmo da elaboração de juízos sobre esses usos, como que para rotular pensadores; antes, trata-se de tentar individuar, a partir dos usos terminológicos, o surgimento de um novo modo de pensar e compreender a esfera da vida humana que é a dimensão pública, ou melhor, política. Tentaremos compreender, neste artigo, especificamente como emerge, a partir dessa tradução latina da Política, um novo quadro conceitual, a saber: a esfera política. Constataremos que a tradução da Política de Moerbeke consolida um novo vocabulário e um novo quadro conceitual que será, doravante, um dos fundamentos do pensamento político.<hr/>Since its translation from Greek into Latin in the 13th century, the phenomenon of incorporation of Aristotelian political lexicon into the Latin context raises issues regarding which terminology was left out and which one was taken in. These questions are raised not only concerning the translation of the Politics by William of Moerbeke, but also the first commentaries on the Aristotelian Latin text by Albertus Magnus and Thomas Aquinas, as well as the possible reverberation of those new Moerbekian political vocables in some readers of the Politics in the 14th century. This is neither only about verifying who has used or not used certain vocabulary nor about pronouncing judgments on these practices in order to stick a label on a thinker. Rather, this is about trying to specify the beginning of a new way of thinking and to understand that domain of human life that is its public dimension, or rather, its political dimension from the use of vocables. More specifically, this paper intends to understand how a new conceptual framework emerges from the Latin translation of the Politics, i.e., the political sphere. It is granted that the translation of the Politics by Moerbeke sets a new vocabulary and a new conceptual framework that will be among the grounds of the political thinking from then on. <![CDATA[<b>On some interpretations about the relationships between Ockham's philosophy and the physics of the modern age</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732011000500007&lng=en&nrm=iso&tlng=en O texto traz uma análise sobre algumas das várias interpretações que defendem a existência de uma relação entre a filosofia moderna e o experimentalismo e a física ockhamianas. Buscando esclarecer alguns dos pressupostos dessas interpretações, o presente artigo sugere apontar alguns de seus limites, visando a uma descrição mais acurada do problema por elas enfrentado<hr/>In this paper we analyze some of the many interpretations defending a relation between modern philosophy, empiricism and ockhamian physics. Trying to clarify some assumptions of these interpretations, we intend to point out some of its limits, trying to achieve a more accurate description of the problem faced by them <![CDATA[<b>Modern strategies of critical approach on ancient skepticism</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732011000500008&lng=en&nrm=iso&tlng=en Este texto pretende apresentar, de forma sucinta, um conjunto de estratégias de filósofos modernos para a retomada e crítica do ceticismo antigo, procurando destacar algumas semelhanças e diferenças<hr/>This text intends to present briefly some strategies adopted by modern philosophers for reception and criticism of ancient skepticism, and to remark some resemblances and differences <![CDATA[<b>Aristotle on Subjectivity</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732011000500009&lng=en&nrm=iso&tlng=en Gli storici della filosofia solitamente attribuiscono ai pensatori moderni l'invenzioni di concetto "soggetto", "oggetto" e "soggettività" e li concepiscono in direttamente in contrasto con la filosofia scolastica e aristotelica. Questo articolo suggerisce la presenza di una proto-teoria della soggettività in Aristotele. La teoria aristotelica della soggettività è fondata principalmente su quattro dottrine. In primo luogo, si può riscontrare nell'epistemologia aristotelica la presenza di una "prospettiva" e di un "punto di vista". Il secondo aspetto significativo è il concetto di determinazione dell'oggetto della conoscenza, che nella filosofia aristotelica è rappresentato dalla nozione di "prosthesis". La terza dottrina si fonda sulla distinzione fra ciò che è più conoscibile per noi (gnorimoteron emin) e ciò che è più conoscibile per natura (gnorimoteron te physei). L'ultima dottrina riguarda la seconda natura del soggetto e gli abiti della conoscenza acquisiti attraverso l'esperienza, i quali spiegano perché i soggetti abbiano conoscenze diverse degli stessi oggetti secondo le loro precedenti esperienze<hr/>Philosophers usually attribute to modernity the invention of concepts like 'subject', 'object' and 'subjectivity' and they understand them in contrast to Scholastic and Aristotelian philosophies. The present paper suggests the presence of a proto-theory of subjectivity in Aristotle. The Aristotelian theory of subjectivity is grounded principally on four doctrines. First, we can recognize the presence of a 'perspective' and of a 'point of view' in the Aristotelian epistemology. The second relevant aspect is the concept of determination of the object of knowledge, which is in Aristotelian philosophy the notion of 'prosthesis'. The third doctrine lies on the distinction between 'what is more known to us' (gnorimoteron emin) and 'what is more known by nature' (gnorimoteron te physei). The last doctrine concerns the 'second nature' of the subject and the habits of knowledge acquired by experience, which explain why knowing subjects have different cognitions of the same object according to their own previous experience