Scielo RSS <![CDATA[Revista Brasileira de Terapia Intensiva]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=0103-507X20170004&lang=en vol. 29 num. 4 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[What every intensivist should know about using high-flow nasal oxygen for critically ill patients]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-507X2017000400399&lng=en&nrm=iso&tlng=en <![CDATA[Intraoperative protective mechanical ventilation: what is new?]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-507X2017000400404&lng=en&nrm=iso&tlng=en <![CDATA[Neurally adjusted ventilatory assist in pediatrics: why, when, and how?]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-507X2017000400408&lng=en&nrm=iso&tlng=en <![CDATA[What every intensivist should know about intensive care unit admission criteria]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-507X2017000400414&lng=en&nrm=iso&tlng=en <![CDATA[The Epimed Monitor ICU Database<sup>®</sup>: a cloud-based national registry for adult intensive care unit patients in Brazil]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-507X2017000400418&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO Objetivo: Descrever a Epimed Monitor ICU Database®, uma base de dados brasileira cujo objetivo é a melhora da qualidade nas unidades de terapia intensiva do país. Métodos: Descrevemos a Epimed Monitor ICU Database®, inclusive sua estrutura e seus dados principais. Com utilização de estatística descritiva, apresentamos dados informativos agregados das admissões às unidades de terapia intensiva entre os anos de 2010 e 2016. Descrevemos também a expansão e o crescimento da base de dados juntamente da distribuição geográfica das unidades participantes no Brasil. Resultados: Os dados principais da base de dados incluíram informações demográficas, parâmetros administrativos e fisiológicos, assim como formulários específicos de relato para obter dados detalhados, com relação ao uso dos recursos da unidade de terapia intensiva, episódios infecciosos, eventos adversos e uma lista de verificação para adesão às melhores práticas clínicas. Até o final de 2016 tomou parte desta base de dados um total de 598 unidades de terapia intensiva para pacientes adultos, localizadas em 318 hospitais, perfazendo 8.160 leitos de terapia intensiva. Em sua maioria, as unidades participantes se localizavam em hospitais privados da Região Sudeste. O número anual de admissões apresentou um crescimento neste período, com predominância de admissões clínicas. A proporção de admissões em razão de doença cardiovascular diminuiu, enquanto as admissões por sepse ou infecções se tornaram mais comuns. Severidade da doença (Simplified Acute Physiology Score - SAPS 3 - 62 pontos), idade (média = 62 anos) e mortalidade hospitalar (cerca de 17%) permaneceram razoavelmente estáveis durante o período. Conclusão: Uma grande base de dados de pacientes críticos privados é viável e pode oferecer dados epidemiológicos abrangentes e relevantes para fins de melhoria da qualidade e comparação de resultados entre as unidades de terapia intensiva participantes. A base de dados é útil não apenas por razões administrativas, mas também por melhorar os cuidados diários, ao facilitar a adoção das melhores práticas e pode também ser utilizada em pesquisas clínicas.<hr/>ABSTRACT Objective: To describe the Epimed Monitor Database®, a Brazilian intensive care unit quality improvement database. Methods: We described the Epimed Monitor® Database, including its structure and core data. We presented aggregated informative data from intensive care unit admissions from 2010 to 2016 using descriptive statistics. We also described the expansion and growth of the database along with the geographical distribution of participating units in Brazil. Results: The core data from the database includes demographic, administrative and physiological parameters, as well as specific report forms used to gather detailed data regarding the use of intensive care unit resources, infectious episodes, adverse events and checklists for adherence to best clinical practices. As of the end of 2016, 598 adult intensive care units in 318 hospitals totaling 8,160 intensive care unit beds were participating in the database. Most units were located at private hospitals in the southeastern region of the country. The number of yearly admissions rose during this period and included a predominance of medical admissions. The proportion of admissions due to cardiovascular disease declined, while admissions due to sepsis or infections became more common. Illness severity (Simplified Acute Physiology Score - SAPS 3 - 62 points), patient age (mean = 62 years) and hospital mortality (approximately 17%) remained reasonably stable during this time period. Conclusion: A large private database of critically ill patients is feasible and may provide relevant nationwide epidemiological data for quality improvement and benchmarking purposes among the participating intensive care units. This database is useful not only for administrative reasons but also for the improvement of daily care by facilitating the adoption of best practices and use for clinical research. <![CDATA[Comparison between conventional protective mechanical ventilation and high-frequency oscillatory ventilation associated with the prone position]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-507X2017000400427&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO Objetivo: Comparar os efeitos da ventilação oscilatória de alta frequência e da ventilação mecânica convencional protetora associadas à posição prona quanto à oxigenação, à histologia e ao dano oxidativo pulmonar em modelo experimental de lesão pulmonar aguda. Métodos: Foram instrumentados com traqueostomia, acessos vasculares e ventilados mecanicamente 45 coelhos. A lesão pulmonar aguda foi induzida por infusão traqueal de salina aquecida. Foram formados três grupos experimentais: animais sadios + ventilação mecânica convencional protetora, em posição supina (Grupo Controle; n = 15); animais com lesão pulmonar aguda + ventilação mecânica convencional protetora, posição prona (GVMC; n = 15); animais com lesão pulmonar aguda + ventilação oscilatória de alta frequência, posição prona (GVAF; n = 15). Após 10 minutos do início da ventilação específica de cada grupo, foi coletada gasometria arterial, sendo este momento denominado tempo zero, após o qual o animal foi colocado em posição prona, permanecendo assim por 4 horas. O estresse oxidativo foi avaliado pelo método de capacidade antioxidante total. A lesão tecidual pulmonar foi determinada por escore histopatológico. O nível de significância adotado foi de 5%. Resultados: Ambos os grupos com lesão pulmonar aguda apresentaram piora da oxigenação após a indução da lesão comparados ao Grupo Controle. Após 4 horas, houve melhora significante da oxigenação no grupo GVAF comparado ao GVMC. A análise da capacidade antioxidante total no plasma mostrou maior proteção no GVAF. O GVAF apresentou menor escore de lesão histopatológica no tecido pulmonar que o GVMC. Conclusão: A ventilação oscilatória de alta frequência, associada à posição prona, melhora a oxigenação, e atenua o dano oxidativo e a lesão pulmonar histopatológica, comparada com ventilação mecânica convencional protetora.<hr/>ABSTRACT Objective: To compare the effects of high-frequency oscillatory ventilation and conventional protective mechanical ventilation associated with the prone position on oxygenation, histology and pulmonary oxidative damage in an experimental model of acute lung injury. Methods: Forty-five rabbits with tracheostomy and vascular access were underwent mechanical ventilation. Acute lung injury was induced by tracheal infusion of warm saline. Three experimental groups were formed: healthy animals + conventional protective mechanical ventilation, supine position (Control Group; n = 15); animals with acute lung injury + conventional protective mechanical ventilation, prone position (CMVG; n = 15); and animals with acute lung injury + high-frequency oscillatory ventilation, prone position (HFOG; n = 15). Ten minutes after the beginning of the specific ventilation of each group, arterial gasometry was collected, with this timepoint being called time zero, after which the animal was placed in prone position and remained in this position for 4 hours. Oxidative stress was evaluated by the total antioxidant performance assay. Pulmonary tissue injury was determined by histopathological score. The level of significance was 5%. Results: Both groups with acute lung injury showed worsening of oxygenation after induction of injury compared with the Control Group. After 4 hours, there was a significant improvement in oxygenation in the HFOG group compared with CMVG. Analysis of total antioxidant performance in plasma showed greater protection in HFOG. HFOG had a lower histopathological lesion score in lung tissue than CMVG. Conclusion: High-frequency oscillatory ventilation, associated with prone position, improves oxygenation and attenuates oxidative damage and histopathological lung injury compared with conventional protective mechanical ventilation. <![CDATA[Prevalence of cytomegalovirus disease in kidney transplant patients in an intensive care unit]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-507X2017000400436&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO Objetivos: Definir frequência de doença por citomegalovírus dentre pacientes transplantados renais na unidade de terapia intensiva nos quais houve a suspeita desta complicação; identificar fatores predisponentes e possível impacto na evolução clínica. Métodos: Estudo retrospectivo observacional, no qual foram incluídos pacientes transplantados renais acima de 18 anos, internados por quaisquer motivos em uma unidade de terapia intensiva, com pelo menos uma coleta de antigenemia ou reação em cadeia da polimerase para citomegalovírus durante internação. Doença por citomegalovírus foi definida por antigenemia positiva ou reação em cadeia da polimerase acima de 500 cópias/mL, na presença de sintomas, no contexto clínico apropriado, conforme julgamento do médico assistente. Resultados: Foram incluídos 99 pacientes (idade: 53,4 ± 12,8 anos, 71,6% homens). A doença por citomegalovírus foi diagnosticada em 39 pacientes (39,4%). Sintomas respiratórios (51%), piora clínica inespecífica (20%) ou sintomas gastrintestinais (14%) foram os principais motivos para coleta de exames. O tempo de transplante foi menor naqueles com doença por citomegalovírus em relação àqueles sem este diagnóstico (6,5 meses e 31,2 meses; p = 0,001), bem como uso de pulsoterapia nos últimos 6 meses (41% e 16,9%; p = 0,008) e uso prévio de timoglobulina no último ano (35,9% e 6,8%; p &lt; 0,001). No modelo de regressão logística, somente o tempo de transplante e o uso de timoglobulina associaram-se à maior frequência de citomegalovírus. Não houve diferença na evolução clínica entre pacientes com ou sem doença por citomegalovírus. Conclusão: Em pacientes transplantados renais com suspeita de doença por citomegalovírus, a prevalência foi alta. O tempo de transplante menor que 6 meses e o uso de timoglobulina no último ano devem aumentar a suspeita do intensivista para esta complicação.<hr/>ABSTRACT Objectives: To define the frequency of cytomegalovirus disease among kidney transplant patients in an intensive care unit in which this complication was suspected and to identify predisposing factors and their possible impact on clinical outcome. Methods: Retrospective observational study in which kidney transplant patients over the age of 18 years were hospitalized for any reason in an intensive care unit with at least one collection of samples to test for the presence of antigenemia or cytomegalovirus via polymerase chain reaction during hospitalization. Cytomegalovirus disease was defined as positive antigenemia or polymerase chain reaction above 500 copies/mL in the presence of symptoms and in the appropriate clinical setting, as judged by the attending physician. Results: A total of 99 patients were included (age: 53.4 ± 12.8 years, 71.6% male). Cytomegalovirus disease was diagnosed in 39 patients (39.4%). Respiratory symptoms (51%), non-specific clinical worsening (20%) or gastrointestinal symptoms (14%) were the main reasons for exam collection. Transplant time was lower in those with cytomegalovirus disease than in those without this diagnosis (6.5 months and 31.2 months, p = 0.001), along with pulse therapy in the last 6 months (41% and 16.9%, p = 0.008) and previous use of thymoglobulin in the last year (35.9% and 6.8%, p &lt; 0.001). In the logistic regression model, only the transplant time and the use of thymoglobulin were associated with a higher frequency of cytomegalovirus. There was no difference in clinical evolution between patients with and without cytomegalovirus disease. Conclusion: In kidney transplant patients suspected of cytomegalovirus disease, the prevalence was high. Transplant time less than 6 months, and the use of thymoglobulin in the last year should increase the intensivist's suspicion for this complication. <![CDATA[Epidemiology of acute kidney injury and chronic kidney disease in the intensive care unit]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-507X2017000400444&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMEN Objetivo: Describir la epidemiología de la injuria renal aguda, la relación con la enfermedad renal crónica y los factores asociados a su incidencia. Métodos: Estudio de cohorte y seguimiento en una unidad de terapia intensiva de Montevideo - Uruguay. Se incluyeron pacientes ingresados entre noviembre 2014 a octubre 2015, mayores de 15 años con dos mediciones de creatinina sérica. Se excluyeron pacientes con menos de 48 horas de internación o fallecidos en ese tiempo y portadores de enfermedad renal crónica en hemodiálisis o diálisis peritoneal. No hubo intervenciones. La injuria renal aguda se definió según criterios Acute Kidney Injury Disease Improving Global Outcomes y la enfermedad renal crónica según Cronic Kidney Disease Work Group. Resultados: Se incluyeron 401 pacientes, sexo masculino 56,6%, mediana de edad 68 (rango intercuartílico - RIC 51 - 79) años. El diagnóstico al ingreso fue sepsis grave 36,3%, neurocrítico 16,3%, politrauma 15,2% y otros 32,2%. La incidencia de injuria renal aguda fue de 50,1%. El 14,1% eran portadores de enfermedad renal crónica. La incidencia de injuria renal aguda séptica fue de 75,3%. La mortalidad en los pacientes con o sin injuria renal aguda fue de 41,8 y 14% respectivamente (p &lt; 0,001). En el análisis multivariado las variables de mayor significación para la injuria renal aguda fueron enfermedad renal crónica (odds ratio - OR 5,39 IC95% 2,04 - 14,29 p = 0,001), shock (OR 3,94 IC95% 1,72 - 9,07 p = 0,001) y sepsis grave (OR 7,79 IC 95% 2,02 - 29,97 p = 0,003). Conclusión: La incidencia de injuria renal aguda es elevada principalmente en pacientes sépticos. La enfermedad renal crónica se asoció de forma independiente al desarrollo de injuria renal aguda.<hr/>ABSTRACT Objective: To describe the epidemiology of acute kidney injury, its relationship to chronic kidney disease, and the factors associated with its incidence. Methods: A cohort study and follow-up were conducted in an intensive care unit in Montevideo, Uruguay. We included patients admitted between November 2014 and October 2015 who were older than 15 years of age and who had at least two measurements of serum creatinine. We excluded patients who were hospitalized for less than 48 hours, patients who died at the time of hospitalization, and patients with chronic renal disease who were on hemodialysis or peritoneal dialysis. There were no interventions. Acute kidney injury was defined according to the criteria set forth in Acute Kidney Injury Disease: Improving Global Outcomes, and chronic kidney disease was defined according to the Chronic Kidney Disease Work Group. Results: We included 401 patients, 56.6% male, median age of 68 years (interquartile range (IQR) 51-79 years). The diagnosis at admission was severe sepsis 36.3%, neurocritical 16.3%, polytrauma 15.2%, and other 32.2%. The incidence of acute kidney injury was 50.1%, and 14.1% of the patients suffered from chronic kidney disease. The incidence of acute septic kidney injury was 75.3%. Mortality in patients with or without acute kidney injury was 41.8% and 14%, respectively (p &lt; 0.001). In the multivariate analysis, the most significant variables for acute kidney injury were chronic kidney disease (odds ratio (OR) 5.39, 95%CI 2.04 - 14.29, p = 0.001), shock (OR 3.94, 95%CI 1.72 - 9.07, p = 0.001), and severe sepsis (OR 7.79, 95%CI 2.02 - 29.97, p = 0.003). Conclusion: The incidence of acute kidney injury is high mainly in septic patients. Chronic kidney disease was independently associated with the development of acute kidney injury. <![CDATA[Assessment of PIM-2 performance among surgical patients with heart disease and correlation of results with RACHS-1]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-507X2017000400453&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO Objetivo: Avaliar o desempenho do Pediatric Index of Mortality (PIM) 2 e do Escore de Risco Ajustado para Cirurgia Cardíaca Congênita (RACHS) no pós-operatório de cardiopatas congênitos. Métodos: Estudo transversal retrospectivo. Foram coletados dados de prontuário para gerar os escores e predições com as técnicas preconizadas, os dados demográficos e os desfechos. Para estatística, utilizaram-se o teste de Mann-Whitney, o teste de Hosmer-Lemeshow, a taxa de mortalidade padronizada, a área sobre a curva COR, qui quadrado, regressão de Poisson com variância robusta e teste de Spearman. Resultados: Foram avaliados 263 pacientes, e 72 foram a óbito (27,4%). Estes apresentaram valores de PIM-2 significativamente maiores que os sobreviventes (p &lt; 0,001). Na classificação RACHS-1, a mortalidade foi progressivamente maior, de acordo com a complexidade do procedimento, com aumento de 3,24 vezes na comparação entre os grupos 6 e 2. A área abaixo da curva COR para o PIM-2 foi 0,81 (IC95% 0,75 - 0,87) e, para RACHS-1, de 0,70 (IC95% 0,63 - 0,77). A RACHS apresentou melhor poder de calibração na amostra analisada. Foi encontrada correlação significativamente positiva entre os resultados de ambos os escores (rs = 0,532; p &lt; 0,001). Conclusão: A RACHS apresentou bom poder de calibração, e RACHS-1 e PIM-2 demonstraram bom desempenho quanto à capacidade de discriminação entre sobreviventes e não sobreviventes. Ainda, foi encontrada correlação positiva entre os resultados dos dois escores de risco.<hr/>ABSTRACT Objective: To assess the performance of the Pediatric Index of Mortality (PIM) 2 and the Risk Adjustment for Congenital Heart Surgery (RACHS) in the postoperative period of congenital heart disease patients. Methods: Retrospective cross-sectional study. Data were collected from patient records to generate the scores and predictions using recommended techniques, demographic data and outcomes. The Mann-Whitney test, Hosmer-Lemeshow test, standardized mortality rate, area under the receiver operating characteristic (ROC) curve, chi square test, Poisson regression with robust variance and Spearman's test were used for statistical analysis. Results: A total of 263 patients were evaluated, and 72 died (27.4%). These patients presented significantly higher PIM-2 values than survivors (p &lt; 0.001). In the RACHS-1 classification, mortality was progressively higher according to the complexity of the procedure, with a 3.24-fold increase in the comparison between groups 6 and 2. The area under the ROC curve for PIM-2 was 0.81 (95%CI 0.75 - 0.87), while for RACHS-1, it was 0.70 (95%CI 0.63 - 0.77). The RACHS presented better calibration power in the sample analyzed. A significantly positive correlation was found between the results of both scores (rs = 0.532; p &lt; 0.001). Conclusion: RACHS presented good calibration power, and RACHS-1 and PIM-2 demonstrated good performance with regard to their discriminating capacities between survivors and non-survivors. Moreover, a positive correlation was found between the results of the two risk scores. <![CDATA[Functional evaluation of pediatric patients after discharge from the intensive care unit using the Functional Status Scale]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-507X2017000400460&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO Objetivo: Avaliar a funcionalidade de pacientes pediátricos após alta da unidade de terapia intensiva pediátrica por meio da Functional Status Scale e comparar o tempo de ventilação mecânica invasiva, tempo de internação e o Pediatric Index of Mortality 2 entre os indivíduos com diferentes graus de comprometimento funcional. Métodos: Estudo transversal, realizado com pacientes egressos de uma unidade de terapia intensiva pediátrica. A avaliação funcional pela Functional Status Scale foi realizada no primeiro dia após a alta da unidade, tendo sido utilizado o Pediatric Index of Mortality 2 como índice preditivo de mortalidade do momento da admissão na unidade. Resultados: A amostra foi composta por 50 indivíduos, sendo 60% do sexo masculino, com mediana de idade de 19 meses [6 - 61]. O escore global da Functional Status Scale foi de 11,5 [7 - 15] e maiores escores nos domínios "função motora" 3 [1 - 4] e "alimentação" 4 [1 - 4]. Os pacientes que reinternaram na unidade de terapia intensiva pediátrica demonstraram, comparativamente aos que não reinternaram, ter pior escore global (p = 0,01), "função motora" (p = 0,01), "alimentação" (p = 0,02), "respiração" (p = 0,036) e maior índice de mortalidade pelo Pediatric Index of Mortality 2 (p = 0,025). Conclusão: A avaliação da Functional Status Scale indicou disfunção funcional moderada dos pacientes após a alta da unidade de terapia intensiva pediátrica, principalmente na função motora e alimentação; pacientes que reinternaram na unidade de terapia intensiva pediátrica demonstraram ter piores escore funcional global e função motora, alimentação e respiração. Indivíduos com maior comprometimento funcional apresentaram maior tempo de ventilação mecânica invasiva e internação na unidade de terapia intensiva pediátrica.<hr/>ABSTRACT Objective: To evaluate the functional status of pediatric patients after discharge from the pediatric intensive care unit using the Functional Status Scale and to compare the time of invasive mechanical ventilation, length of stay in the pediatric intensive care unit, and Pediatric Index of Mortality 2 results among individuals with different degrees of functional impairment. Methods: A cross-sectional study was conducted on patients who were discharged from a pediatric intensive care unit. The functional evaluation by the Functional Status Scale was performed on the first day after discharge from the unit, and the Pediatric Index of Mortality 2 was used to predict the mortality rate at the time of admission to the pediatric intensive care unit. Results: The sample consisted of 50 individuals, 60% of which were male, with a median age of 19 [6 - 61] months. The overall score of the Functional Status Scale was 11.5 [7 - 15], and the highest scores were observed in the "motor function" 3 [1 - 4] and "feeding" 4 [1 - 4] domains. Compared to patients who were not readmitted to the pediatric intensive care unit, patients who were readmitted presented a worse overall score (p = 0.01), worse scores in the "motor function" (p = 0.01), "feeding" (p = 0.02), and "respiratory" (p = 0.036) domains, and a higher mortality rate according to the Pediatric Index of Mortality 2 (p = 0.025). Conclusion: Evaluation of the functional status using the Functional Status Scale indicated moderate impairment in patients after discharge from the pediatric intensive care unit, mainly in the "motor function" and "feeding" domains; patients who were readmitted to the pediatric intensive care unit demonstrated worse overall functional, motor function, feeding and respiratory scores. Individuals with greater functional impairment had longer times of invasive mechanical ventilation and hospitalization in the pediatric intensive care unit. <![CDATA[Weakness acquired in the intensive care unit. Incidence, risk factors and their association with inspiratory weakness. Observational cohort study]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-507X2017000400466&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMEN Objetivo: Conocer la incidencia acumulada y analizar los factores riesgo asociados al desarrollo de debilidad adquirida en la unidad de cuidados intensivos y su asociación con la debilidad inspiratoria. Métodos: Estudio de cohorte prospectivo en un solo centro, unidad de cuidados intensivos médico-quirúrgica polivalente. Se incluyeron pacientes adultos, que hayan requerido ventilación mecánica ≥ 24 horas entre julio de 2014 y enero de 2016. No hubo intervenciones. Se registraron datos demográficos, diagnóstico clínico y factores relacionados con el desarrollo de debilidad adquirida en la unidad de cuidados intensivos y Presión inspiratoria máxima. Resultados: Ciento once pacientes incluidos, 66 desarrollaron debilidad adquirida en la unidad de cuidados intensivos, con una incidencia acumulada del 40,5% en 18 meses. El grupo con debilidad adquirida en la unidad de cuidados intensivos presentó mayor edad (55,9 ± 17,6 versus 45.8 ± 16.7), además de más días con ventilación mecánica (7 [4 - 10] versus 4 [2 - 7,3]), más días en unidad de cuidados intensivos (15,5 [9,2 - 22,8] versus 9 [6 - 14]). Hubo más pacientes con delirio (68% versus 39%), con hiperglucemia &gt; 3 días (84% versus 59%); y con balance positivo &gt; 3 días (73,3% versus 37%). Todas las comparaciones fueron significativas con p &lt; 0,05. La regresión logística múltiple identificó a la edad, la hiperglucemia ≥ 3 días, el delirio y la ventilación mecánica &gt; 5 días como predictores independientes para debilidad adquirida en la unidad de cuidados intensivos. La presión inspiratoria máxima baja se asoció a debilidad adquirida en la unidad de cuidados intensivos (p &lt; 0,001) y el punto de corte presión inspiratoria máxima &lt; 36cmH2O obtuvo una sensibilidad y especificidad del 31,8% y 95,5% para clasificar al grupo con debilidad adquirida en la unidad de cuidados intensivos. Conclusión: La debilidad adquirida en la unidad de cuidados intensivos es una condición con un alta incidencia en nuestro medio. El desarrollo de debilidad adquirida en la unidad de cuidados intensivos se asoció a la edad, delirio, hiperglucemia y la ventilación mecánica &gt; 5 días. La presión inspiratoria máxima ≥ 36cmH2O demostró un alto valor diagnóstico para descartar la presencia de debilidad adquirida en la unidad de cuidados intensivos.<hr/>ABSTRACT Objective: This paper sought to determine the accumulated incidence and analyze the risk factors associated with the development of weakness acquired in the intensive care unit and its relationship to inspiratory weakness. Methods: We conducted a prospective cohort study at a single center, multipurpose medical-surgical intensive care unit. We included adult patients who required mechanical ventilation ≥ 24 hours between July 2014 and January 2016. No interventions were performed. Demographic data, clinical diagnoses, the factors related to the development of intensive care unit -acquired weakness, and maximal inspiratory pressure were recorded. Results: Of the 111 patients included, 66 developed intensive care unit -acquired weakness, with a cumulative incidence of 40.5% over 18 months. The group with intensive care unit-acquired weakness were older (55.9 ± 17.6 versus 45.8 ± 16.7), required more mechanical ventilation (7 [4 - 10] days versus 4 [2 - 7.3] days), and spent more time in the intensive care unit (15.5 [9.2 - 22.8] days versus 9 [6 - 14] days). More patients presented with delirium (68% versus 39%), hyperglycemia &gt; 3 days (84% versus 59%), and positive balance &gt; 3 days (73.3% versus 37%). All comparisons were significant at p &lt; 0.05. A multiple logistic regression identified age, hyperglycemia ≥ 3 days, delirium, and mechanical ventilation &gt; 5 days as independent predictors of intensive care unit-acquired weakness. Low maximal inspiratory pressure was associated with intensive care unit-acquired weakness (p &lt; 0.001), and the maximum inspiratory pressure cut-off value of &lt; 36cmH2O had sensitivity and specificity values of 31.8% and 95.5%, respectively, when classifying patients with intensive care unit-acquired weakness. Conclusion: The intensive care unit acquired weakness is a condition with a high incidence in our environment. The development of intensive care unit-acquired weakness was associated with age, delirium, hyperglycemia, and mechanical ventilation &gt; 5 days. The maximum inspiratory pressure value of ≥ 36cmH2O was associated with a high diagnostic value to exclude the presence of intensive care unit -acquired weakness. <![CDATA[Bedside ultrasound is a practical measurement tool for assessing muscle mass]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-507X2017000400476&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO Objetivo: Avaliar a intra e interconfiabilidade, e a facilidade de medir a espessura muscular do quadríceps, usando ultrassom à beira do leito. Métodos: Trata-se de um estudo prospectivo, observacional. A avaliação da espessura muscular do quadríceps foi realizada em dois pontos de referência e quantificada com ultrassom portátil em modo B em dois voluntários saudáveis. Para padronização das medidas e validação das coletas das imagens, foi realizada capacitação da equipe por meio de treinamentos com aulas teóricas e práticas, com carga horária de 6 horas. Resultados: Foram examinadas 112 imagens pelo treinador e comparadas com os alunos. A correlação de Person encontrou excelente relação entre o treinador e todos os alunos (R2 &gt; 0,90). A melhor associação foi entre o treinador e os nutricionistas (R2: 0,99; p &lt; 0,001), e a pior, entre o treinador e alunos médicos (R2: 0,92; p &lt; 0,001). Quanto à comparação de Bland-Altman, a maior porcentagem de erro encontrada entre treinador e alunos foi de 5,12% (IC95% 3,64 - 12,37) e a menor, 1,01% (IC95% 0,72 - 2,58); o maior viés dos valores descrito foi -0,12 ± 0,19, e o menor, -0,01 ± 0,04. Conclusão: Os dados analisados mostraram boa correlação entre as medidas feitas pelo instrutor e alunos, mostrando que o ultrassom de músculo quadríceps é uma ferramenta viável e de fácil aplicabilidade.<hr/>ABSTRACT Objective: To evaluate the intra- and inter-reliability and the ease of measuring the quadriceps muscle thickness using bedside ultrasound. Methods: This is a prospective, observational study. The assessment of quadriceps muscle thickness was performed at two reference points and was quantified using portable B-mode ultrasound in two healthy volunteers. For standardization of measurements and validation of image collections, the team was trained through theoretical and practical classes, with a 6-hour workload. Results: A total of 112 images were examined by the coach and compared with the trainees. Pearson's correlation analysis found an excellent relationship between the coach and all trainees (R2 &gt; 0.90). The best association was between the coach and the dietitians (R2: 0.99; p &lt; 0.001), and the worst association was between the coach and the medical trainees (R2: 0.92; p &lt; 0.001). In the Bland-Altman comparison, the highest error rate found between coach and trainees was 5.12% (95% confidence interval [CI] 3.64-12.37), and the lowest was 1.01% (95%CI 0.72 - 2.58); the highest bias of the values described was -0.12 ± 0.19, and the lowest was -0.01 ± 0.04. Conclusion: The data analyzed showed a good correlation between the measurements made by the coach and trainees, indicating that ultrasound of the quadriceps muscle is a viable and easily applicable tool. <![CDATA[Autonomic nervous system monitoring in intensive care as a prognostic tool. Systematic review]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-507X2017000400481&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO Objetivo: Apresentar uma revisão sistemática do uso da monitorização do sistema nervoso autônomo como ferramenta de prognóstico, verificando a variabilidade da frequência cardíaca nas unidades de cuidados intensivos. Métodos: Revisão de literatura publicada até julho de 2016 na PubMed/MEDLINE de estudos realizados em unidades de cuidados intensivos, sobre a monitorização do sistema nervoso autônomo, por meio da análise da variabilidade da frequência cardíaca, como ferramenta de prognóstico - estudo da mortalidade. Foram utilizados os seguintes termos em inglês no campo de pesquisa: ("autonomic nervous system" OR "heart rate variability") AND ("intensive care" OR "critical care" OR "emergency care" OR "ICU") AND ("prognosis" OR "prognoses" OR "mortality"). Resultados: A probabilidade de morte nos doentes aumentou com a diminuição da variabilidade da frequência cardíaca, estudada por meio da variância da frequência cardíaca, desacoplamento cardíaco, volatilidade da frequência cardíaca, integer heart rate variability, desvio padrão de todos os intervalos RR normais, raiz quadrada da média do quadrado das diferenças entre intervalos RR adjacentes, poder total, componente de baixa frequência, componente de muito baixa frequência, razão entre o componente de baixa frequência e o componente de alta frequência), razão entre expoentes fractais de curto e longo prazo, entropia de Shannon, entropia multiescalar e entropia aproximada. Conclusão: Nos doentes internados em unidades de cuidados intensivos, independentemente da patologia que motivou o internamento, a variabilidade da frequência cardíaca varia de forma inversa com a gravidade clínica e com o prognóstico.<hr/>ABSTRACT Objective: To present a systematic review of the use of autonomic nervous system monitoring as a prognostic tool in intensive care units by assessing heart rate variability. Methods: Literature review of studies published until July 2016 listed in PubMed/Medline and conducted in intensive care units, on autonomic nervous system monitoring, via analysis of heart rate variability as a prognostic tool (mortality study). The following English terms were entered in the search field: ("autonomic nervous system" OR "heart rate variability") AND ("intensive care" OR "critical care" OR "emergency care" OR "ICU") AND ("prognosis" OR "prognoses" OR "mortality"). Results: There was an increased likelihood of death in patients who had a decrease in heart rate variability as analyzed via heart rate variance, cardiac uncoupling, heart rate volatility, integer heart rate variability, standard deviation of NN intervals, root mean square of successive differences, total power, low frequency, very low frequency, low frequency/high frequency ratio, ratio of short-term to long-term fractal exponents, Shannon entropy, multiscale entropy and approximate entropy. Conclusion: In patients admitted to intensive care units, regardless of the pathology, heart rate variability varies inversely with clinical severity and prognosis. <![CDATA[The spectrum of cardiovascular effects of dobutamine - from healthy subjects to septic shock patients]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-507X2017000400490&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO A dobutamina é o inotrópico mais comumente utilizado em pacientes com choque séptico, com o objetivo de aumentar o débito cardíaco e corrigir a hipoperfusão. Embora alguns ensaios clínicos tenham demonstrado que a dobutamina pode melhorar a hemodinâmica sistêmica e regional, outras pesquisas identificaram que seus efeitos são heterogêneos e imprevisíveis. Nesta revisão, analisamos as propriedades farmacodinâmicas da dobutamina e seus efeitos fisiológicos. Nosso objetivo foi demonstrar que os efeitos da dobutamina podem diferir entre voluntários saudáveis, estudos experimentais e insuficiência cardíaca clínica, em modelos de estudo em animais e em pacientes com choque séptico. Discutimos as evidências que suportam a afirmativa de que a dobutamina utilizada no tratamento do choque séptico frequentemente se comporta como fármaco cronotrópico e vasodilatador, sem evidências de ação inotrópica. Como seus efeitos colaterais são muito comuns e os benefícios terapêuticos não são claros, sugerimos que ela deve ser utilizada com cautela no choque séptico. Antes de uma decisão terapêutica definitiva, a eficácia e a tolerabilidade da dobutamina devem ser avaliadas por um tempo curto com monitoramento estrito de seus efeitos positivos e efeitos colaterais negativos.<hr/>ABSTRACT Dobutamine is the inotrope most commonly used in septic shock patients to increase cardiac output and correct hypoperfusion. Although some experimental and clinical studies have shown that dobutamine can improve systemic and regional hemodynamics, other research has found that its effects are heterogenous and unpredictable. In this review, we analyze the pharmacodynamic properties of dobutamine and its physiologic effects. Our goal is to show that the effects of dobutamine might differ between healthy subjects, in experimental and clinical cardiac failure, in animal models and in patients with septic shock. We discuss evidence supporting the claim that dobutamine, in septic shock, frequently behaves as a chronotropic and vasodilatory drug, without evidence of inotropic action. Since the side effects are very common, and the therapeutic benefits are unclear, we suggest that dobutamine should be used cautiously in septic shock. Before a definitive therapeutic decision, the efficacy and tolerance of dobutamine should be assessed during a brief time with close monitoring of its positive and negative side effects. <![CDATA[Toxic epidermal necrolysis: a paradigm of critical illness]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-507X2017000400499&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMEN La necrolisis epidérmica tóxica es una reacción cutánea adversa de tipo inmunológico secundaria en la mayor parte de los casos a la administración de un fármaco. La necrolisis epidérmica tóxica, el síndrome de Steven Johnson y el eritema exudativo multiforme forman parte del mismo espectro de enfermedad. La mortalidad de la necrolisis epidérmica tóxica es alrededor del 30%. La fisiopatología de la necrolisis epidérmica tóxica es semejante en muchos aspectos a la de las quemaduras dérmicas superficiales. La afectación mucosa del epitelio ocular y genital se asocia con secuelas graves si no se trata de forma temprana. Se acepta en general que los pacientes con necrolisis epidérmica tóxica son tratados mejor en unidades de grandes quemados, donde existe experiencia en el manejo de enfermos con pérdida cutánea extensa. El tratamiento es de soporte, eliminación y cobertura con derivados biosintéticos de la piel de las zonas afectadas, tratamiento de la afectación mucosa, y tratamiento inmunosupresor específico. De los tratamientos ensayados sólo se usa actualmente en la mayor parte de los centros la inmunoglobulina G y la ciclosporina A, aun cuando no existe evidencia sólida para recomendar ningún tratamiento específico. Entre los aspectos particulares del tratamiento de esta enfermedad se encuentra la prevención de secuelas relacionadas con la formación de sinequias, los cuidados oculares para prevenir secuelas graves que pueden conducir a la ceguera, y el tratamiento específico inmunosupresor. Un mejor conocimiento de los principios del manejo de la necrolisis epidérmica tóxica llevará a un mejor manejo de la enfermedad, a una mayor supervivencia y una menor prevalencia de las secuelas.<hr/>ABSTRACT Toxic epidermal necrolysis is an adverse immunological skin reaction secondary in most cases to the administration of a drug. Toxic epidermal necrolysis, Stevens-Johnson syndrome, and multiform exudative erythema are part of the same disease spectrum. The mortality rate from toxic epidermal necrolysis is approximately 30%. The pathophysiology of toxic epidermal necrolysis is similar in many respects to that of superficial skin burns. Mucosal involvement of the ocular and genital epithelium is associated with serious sequelae if the condition is not treated early. It is generally accepted that patients with toxic epidermal necrolysis are better treated in burn units, which are experienced in the management of patients with extensive skin loss. Treatment includes support, elimination, and coverage with biosynthetic derivatives of the skin in affected areas, treatment of mucosal involvement, and specific immunosuppressive treatment. Of the treatments tested, only immunoglobulin G and cyclosporin A are currently used in most centers, even though there is no solid evidence to recommend any specific treatment. The particular aspects of the treatment of this disease include the prevention of sequelae related to the formation of synechiae, eye care to prevent serious sequelae that can lead to blindness, and specific immunosuppressive treatment. Better knowledge of the management principles of toxic epidermal necrolysis will lead to better disease management, higher survival rates, and lower prevalence of sequelae. <![CDATA[Safety criteria to start early mobilization in intensive care units. Systematic review]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-507X2017000400509&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO Pacientes críticos internados em unidade de terapia intensiva devem ser mobilizados com base em critérios de segurança. O objetivo desta revisão foi verificar os critérios de segurança mais utilizados para iniciar a mobilização precoce em pacientes sob ventilação mecânica internados em unidade de terapia intensiva. Os artigos foram pesquisados nas bases de dados PubMed, PEDro, LILACS, Cochrane e CINAHL, tendo sido incluídos ensaios clínicos randomizados e controlados, ensaios clínicos quase randomizados, coortes, estudos comparativos com ou sem controles simultâneos, séries de casos com dez ou mais casos consecutivos, e estudos descritivos. O mesmo foi feito para estudos prospectivos, retrospectivos e transversais, nos quais, em sua metodologia, deveria constar a descrição dos critérios de segurança utilizados para iniciar a mobilização precoce. Dois revisores selecionaram, independentemente, estudos em potencial, de acordo com os critérios de inclusão, extraíram os dados e avaliaram a qualidade metodológica. Na análise dos dados, foi utilizada descrição narrativa para resumir as características e os resultados dos estudos obtidos, sendo os critérios de segurança categorizados nos seguintes subgrupos: cardiovasculares, respiratórios, neurológicos, ortopédicos e outros. Obtivemos 37 estudos elegíveis. O critério de segurança cardiovascular apresentou o maior número de variáveis identificadas. No entanto, o critério de segurança respiratório apresentou maior concordância. Houve maior divergência entre os autores em relação aos critérios neurológicos. Faz-se necessário reforçar o reconhecimento dos critérios de segurança utilizados para segurança da mobilização precoce do paciente crítico, ao mesmo tempo em que os parâmetros e as variáveis encontradas poderão auxiliar na incorporação à rotina dos serviços, com a intenção de iniciar, progredir e guiar a prática clínica.<hr/>ABSTRACT Mobilization of critically ill patients admitted to intensive care units should be performed based on safety criteria. The aim of the present review was to establish which safety criteria are most often used to start early mobilization for patients under mechanical ventilation admitted to intensive care units. Articles were searched in the PubMed, PEDro, LILACS, Cochrane and CINAHL databases; randomized and quasi-randomized clinical trials, cohort studies, comparative studies with or without simultaneous controls, case series with 10 or more consecutive cases and descriptive studies were included. The same was performed regarding prospective, retrospective or cross-sectional studies where safety criteria to start early mobilization should be described in the Methods section. Two reviewers independently selected potentially eligible studies according to the established inclusion criteria, extracted data and assessed the studies' methodological quality. Narrative description was employed in data analysis to summarize the characteristics and results of the included studies; safety criteria were categorized as follows: cardiovascular, respiratory, neurological, orthopedic and other. A total of 37 articles were considered eligible. Cardiovascular safety criteria exhibited the largest number of variables. However, respiratory safety criteria exhibited higher concordance among studies. There was greater divergence among the authors regarding neurological criteria. There is a need to reinforce the recognition of the safety criteria used to start early mobilization for critically ill patients; the parameters and variables found might contribute to inclusion into service routines so as to start, make progress and guide clinical practice. <![CDATA[Sepsis definitions]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-507X2017000400520&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO Pacientes críticos internados em unidade de terapia intensiva devem ser mobilizados com base em critérios de segurança. O objetivo desta revisão foi verificar os critérios de segurança mais utilizados para iniciar a mobilização precoce em pacientes sob ventilação mecânica internados em unidade de terapia intensiva. Os artigos foram pesquisados nas bases de dados PubMed, PEDro, LILACS, Cochrane e CINAHL, tendo sido incluídos ensaios clínicos randomizados e controlados, ensaios clínicos quase randomizados, coortes, estudos comparativos com ou sem controles simultâneos, séries de casos com dez ou mais casos consecutivos, e estudos descritivos. O mesmo foi feito para estudos prospectivos, retrospectivos e transversais, nos quais, em sua metodologia, deveria constar a descrição dos critérios de segurança utilizados para iniciar a mobilização precoce. Dois revisores selecionaram, independentemente, estudos em potencial, de acordo com os critérios de inclusão, extraíram os dados e avaliaram a qualidade metodológica. Na análise dos dados, foi utilizada descrição narrativa para resumir as características e os resultados dos estudos obtidos, sendo os critérios de segurança categorizados nos seguintes subgrupos: cardiovasculares, respiratórios, neurológicos, ortopédicos e outros. Obtivemos 37 estudos elegíveis. O critério de segurança cardiovascular apresentou o maior número de variáveis identificadas. No entanto, o critério de segurança respiratório apresentou maior concordância. Houve maior divergência entre os autores em relação aos critérios neurológicos. Faz-se necessário reforçar o reconhecimento dos critérios de segurança utilizados para segurança da mobilização precoce do paciente crítico, ao mesmo tempo em que os parâmetros e as variáveis encontradas poderão auxiliar na incorporação à rotina dos serviços, com a intenção de iniciar, progredir e guiar a prática clínica.<hr/>ABSTRACT Mobilization of critically ill patients admitted to intensive care units should be performed based on safety criteria. The aim of the present review was to establish which safety criteria are most often used to start early mobilization for patients under mechanical ventilation admitted to intensive care units. Articles were searched in the PubMed, PEDro, LILACS, Cochrane and CINAHL databases; randomized and quasi-randomized clinical trials, cohort studies, comparative studies with or without simultaneous controls, case series with 10 or more consecutive cases and descriptive studies were included. The same was performed regarding prospective, retrospective or cross-sectional studies where safety criteria to start early mobilization should be described in the Methods section. Two reviewers independently selected potentially eligible studies according to the established inclusion criteria, extracted data and assessed the studies' methodological quality. Narrative description was employed in data analysis to summarize the characteristics and results of the included studies; safety criteria were categorized as follows: cardiovascular, respiratory, neurological, orthopedic and other. A total of 37 articles were considered eligible. Cardiovascular safety criteria exhibited the largest number of variables. However, respiratory safety criteria exhibited higher concordance among studies. There was greater divergence among the authors regarding neurological criteria. There is a need to reinforce the recognition of the safety criteria used to start early mobilization for critically ill patients; the parameters and variables found might contribute to inclusion into service routines so as to start, make progress and guide clinical practice. <![CDATA[ERRATUM]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-507X2017000400522&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO Pacientes críticos internados em unidade de terapia intensiva devem ser mobilizados com base em critérios de segurança. O objetivo desta revisão foi verificar os critérios de segurança mais utilizados para iniciar a mobilização precoce em pacientes sob ventilação mecânica internados em unidade de terapia intensiva. Os artigos foram pesquisados nas bases de dados PubMed, PEDro, LILACS, Cochrane e CINAHL, tendo sido incluídos ensaios clínicos randomizados e controlados, ensaios clínicos quase randomizados, coortes, estudos comparativos com ou sem controles simultâneos, séries de casos com dez ou mais casos consecutivos, e estudos descritivos. O mesmo foi feito para estudos prospectivos, retrospectivos e transversais, nos quais, em sua metodologia, deveria constar a descrição dos critérios de segurança utilizados para iniciar a mobilização precoce. Dois revisores selecionaram, independentemente, estudos em potencial, de acordo com os critérios de inclusão, extraíram os dados e avaliaram a qualidade metodológica. Na análise dos dados, foi utilizada descrição narrativa para resumir as características e os resultados dos estudos obtidos, sendo os critérios de segurança categorizados nos seguintes subgrupos: cardiovasculares, respiratórios, neurológicos, ortopédicos e outros. Obtivemos 37 estudos elegíveis. O critério de segurança cardiovascular apresentou o maior número de variáveis identificadas. No entanto, o critério de segurança respiratório apresentou maior concordância. Houve maior divergência entre os autores em relação aos critérios neurológicos. Faz-se necessário reforçar o reconhecimento dos critérios de segurança utilizados para segurança da mobilização precoce do paciente crítico, ao mesmo tempo em que os parâmetros e as variáveis encontradas poderão auxiliar na incorporação à rotina dos serviços, com a intenção de iniciar, progredir e guiar a prática clínica.<hr/>ABSTRACT Mobilization of critically ill patients admitted to intensive care units should be performed based on safety criteria. The aim of the present review was to establish which safety criteria are most often used to start early mobilization for patients under mechanical ventilation admitted to intensive care units. Articles were searched in the PubMed, PEDro, LILACS, Cochrane and CINAHL databases; randomized and quasi-randomized clinical trials, cohort studies, comparative studies with or without simultaneous controls, case series with 10 or more consecutive cases and descriptive studies were included. The same was performed regarding prospective, retrospective or cross-sectional studies where safety criteria to start early mobilization should be described in the Methods section. Two reviewers independently selected potentially eligible studies according to the established inclusion criteria, extracted data and assessed the studies' methodological quality. Narrative description was employed in data analysis to summarize the characteristics and results of the included studies; safety criteria were categorized as follows: cardiovascular, respiratory, neurological, orthopedic and other. A total of 37 articles were considered eligible. Cardiovascular safety criteria exhibited the largest number of variables. However, respiratory safety criteria exhibited higher concordance among studies. There was greater divergence among the authors regarding neurological criteria. There is a need to reinforce the recognition of the safety criteria used to start early mobilization for critically ill patients; the parameters and variables found might contribute to inclusion into service routines so as to start, make progress and guide clinical practice.