Scielo RSS <![CDATA[História, Ciências, Saúde-Manguinhos]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=0104-597020140003&lang=pt vol. 21 num. 3 lang. pt <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[CARTA DAS EDITORAS CONVIDADAS]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702014000300803&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt <![CDATA[Entre mares e continentes: aspectos da trajetória científica de Hermann von Ihering, 1850-1930]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702014000300809&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Este artigo considera momentos da trajetória científica de Hermann von Ihering: sua formação em zoologia em instituições alemãs e em Nápoles, sua atuação internacional a partir do Brasil e retorno à Alemanha. Aborda aspectos da elaboração de suas teorias sobre pontes continentais. Destaca as redes de sociabilidade construídas prioritariamente com Florentino Ameghino e com emigrantes alemães como ele, que lhe permitiram interagir nos círculos científicos internacionais. Menciona fragmentos de suas cartas e de suas publicações nos períodos em que inicia a correspondência com Ameghino (1890); viaja à Europa em busca de apoio para suas teorias (1907); e publica um livro sobre a história do oceano Atlântico (1927).<hr/>This paper covers some periods in Hermann von Ihering’s scientific trajectory: his training in zoology in Germany and Naples, his international activities based in Brazil, and his return to Germany. It deals with aspects of the formulation of his theories on land bridges. It focuses on the network of contacts he maintained with German émigrés like himself, and primarily with Florentino Ameghino, which allowed him to interact in international scientific circles. It mentions excerpts of his letters and his publications in the periods when he began corresponding with Ameghino (1890), when he travelled to Europe in search of support for his theories (1907), and when he published his book on the history of the Atlantic Ocean (1927). <![CDATA[Commercial fishing and the study of marine fauna in Argentina, 1890-1930]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702014000300827&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Este trabajo examina la relación entre el desarrollo de la pesca comercial marítima y el estudio de la fauna marina en la Argentina de fines del siglo XIX y las primeras décadas del siglo XX. Se analizan las investigaciones ictiológicas, la comercialización de productos marítimos frescos y las oportunidades que ofrecieron los mercados urbanos para la formación de colecciones. También se focaliza en los inicios de la pesca de altura que posibilitaría la captura y estudio de nuevas especies así como la acumulación de información sobre el ambiente marino.<hr/>This paper examines the relationship between the development of commercial maritime fishing and the study of marine fauna in Argentina between the end of the nineteenth century and the first decades of the twentieth century. It analyzes ichthyological research, the commercialization of fresh maritime products and the opportunities that urban markets offered for the creation of collections. It also focuses on the beginnings of deep-sea fishing, which would make it possible to capture and study new species as well as gather information about the marine environment. <![CDATA[O mar como ciência: instituições e estratégias da investigação sobre o mar em Portugal no século XX (da Primeira República à democracia)]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702014000300847&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt A perspectiva histórica revelou o interesse português pelo mar numa série de iniciativas e entidades ao longo do século XX. Desde o início do século à Revolução de 1974, estuda-se a génese de organismos vocacionados para a investigação científica do mar, observando suas missões específicas no contexto da formulação de políticas científicas, concretamente na definição de “políticas do mar”. A vocação marítima portuguesa, a realidade costeira e a posição geográfica estimulam a valorização do conhecimento sobre o mar. Percorrendo diferentes conjunturas histórico-políticas e ciclos de desenvolvimento, captam-se pressupostos e implicações políticas que acentuam a dimensão estratégica da política científica, visível na afirmação geopolítica das questões do mar agregadas sob a oceanografia.<hr/>Historical perspective has revealed the many aspects of Portugal’s interest in the sea, evident in a series of initiatives and entities throughout the twentieth century. From the beginning of the century until the 1974 Revolution, the genesis of organizations devoted to the scientific study of the sea is analyzed, observing their specific missions in the context of the formulation of science policy, and more specifically “ocean policies.” The Portuguese valued knowledge of the sea due to their maritime vocation, coastal life and geographic position. Traversing different historical and political contexts and development cycles, the assumptions and political implications that accentuate the strategic dimension of science policy, visible in the geopolitical affirmation of oceanography, are studied. <![CDATA[O mar no museu: um olhar sobre a educação nos aquários]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702014000300867&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt A musealização do mar, hoje capitaneada por aquários e oceanários, envolveu a relação do homem com esses ambientes, assim como técnicas que permitiram sua exploração e a manutenção de organismos em cativeiro. Reconhecendo o papel de pesquisa e entretenimento que os aquários possuem, são analisados alguns aspectos sobre sua constituição ao longo do tempo, especialmente, a dimensão de educação e divulgação que esses locais assumiram mais fortemente nos dias atuais. Para tal, esmiuçamos o exemplo de uma instituição nacional – o Aquário de Ubatuba –, indicando como sua musealização possui intenções claras de ensinar e divulgar conteúdos ligados à zoologia, ecologia e conservação.<hr/>The musealization of the sea, today spearheaded by aquariums and oceanariums, encapsulated man’s relationship with these environments and the techniques used to explore them and keep organisms alive in captivity. Recognizing the combined roles of research and entertainment at aquariums, some aspects of their constitution over time are analyzed, especially the education and communication dimensions they have focused on more in recent times. For this purpose, we investigate in detail a Brazilian institution, Ubatuba Aquarium, indicating how its musealization incorporates clear intentions to promote education and communication in subjects from the realms of zoology, ecology and conservation. <![CDATA[A prática oceanográfica e a coleção iconográfica do rei dom Carlos I]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702014000300883&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Após a expedição do Challenger (1872-1878), outras nações começaram a interessar-se pela pesquisa oceanográfica e a organizar suas próprias expedições. Desde 1885 que o príncipe Albert I de Mónaco realizava campanhas oceanográficas, com a colaboração de alguns dos melhores cientistas em biologia marinha e em oceanografia física, inventando técnicas e instrumentos para a realização dos trabalhos oceanográficos. A atividade científica do príncipe Albert certamente contribuiu para estimular o interesse do seu amigo, o rei dom Carlos I de Portugal, pelo estudo dos oceanos e da vida marinha. Ambos compartilhavam a necessidade de usar a fotografia para documentar suas pesquisas. Este artigo analisa o papel da fotografia científica na ciência oceanográfica, particularmente nas expedições realizadas pelo monarca português.<hr/>After the Challenger expedition (1872-1878), other nations started to show interest in oceanographic research and organizing their own expeditions. As of 1885, Prince Albert I of Monaco conducted oceanographic campaigns with the collaboration of some of the best marine biologists and physical oceanographers of the day, inventing new techniques and instruments for the oceanographic work. Prince Albert’s scientific activity certainly helped kindle the interest of his friend, Dom Carlos I, king of Portugal, in the study of the oceans and marine life. Both shared the need to use photography to document their studies. This article analyzes the role of scientific photography in oceanography, especially in the expeditions organized by the Portuguese monarch. <![CDATA[O Brasil no relato de viagens do comandante Robert FitzRoy do HMS Beagle, 1828-1839]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702014000300911&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Na década de 1830, os navios da Marinha Real britânica tinham a missão de realizar mapeamentos precisos de costas e portos, contatar governos locais e estabelecer relações comerciais e diplomáticas. Ao voltar à Inglaterra, homens como Robert FitzRoy, comandante do His Majesty’s Ship (HMS) Beagle, publicaram relatos de suas expedições. Descreveram e analisaram as sociedades visitadas, comparando-as com a atuação britânica no globo. No Brasil, entusiasmaram-se com as paisagens tropicais e criticaram seus habitantes, tidos como ineficientes na exploração econômica e socialmente atrasados. Naqueles anos, a ciência acompanhou a expansão imperial britânica, e os relatos dos comandantes legitimaram discursos sobre suas práticas de dominação.<hr/>In the 1830s, the Royal Navy’s ships were charged with precisely mapping out coastlines and ports, contacting local governments, and establishing trade and diplomatic relations. On returning to Britain, men like Robert FitzRoy, captain of the His Majesty’s Ship (HMS) Beagle, would publish reports on their expeditions. They described and analyzed the societies they visited and compared them with Britain’s actions around the globe. Brazil’s tropical landscapes inspired their admiration, but its inhabitants were criticized for the inefficiency of their economic explorations and social backwardness. In this period, science accompanied the expansion of the British Empire, and accounts written by ships’ captains legitimized the discourse about its practices of domination. <![CDATA[O litoral do Nordeste do Brasil como objeto científico darwinista: as prospecções de John Casper Branner, 1899-1911]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702014000300931&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt John Casper Branner, geólogo norte-americano, desenvolveu uma longa história de investigação no Brasil. Analisa-se, aqui, como ele tratou a geologia do litoral do Nordeste na Branner-Agassiz Expedition (1899) e na Stanford Expedition (1911). As expedições indicam como a geomorfologia das bacias sedimentares, dos recifes de arenito e dos recifes de corais foi caracterizada sob uma perspectiva evolutiva darwinista. Branner integrou o modelo de pesquisa de campo da história natural com as práticas da biologia moderna e da geologia dinâmica, e interpretou a evolução da formação geológica a partir dos fatores físico-químicos. Os estudos zoológicos identificaram o lugar da variação e das adaptações evolutivas das espécies marinhas isoladas como fator auxiliar da seleção natural.<hr/>John Casper Branner, a US geologist, had a long history of research in Brazil. The article analyzes his exploration of the geology of the coast of Northeast Brazil during the Branner-Agassiz (1899) and Stanford (1911) expeditions. In the findings from both voyages, Branner characterized the geomorphology of sedimentary basins, sandstone reefs, and coral reefs from a Darwinian evolutionary perspective, blending natural history’s model of field research with the practices of modern biology and dynamic geology. He based his interpretation of the evolution of the geological formation on physical and chemical factors. Zoological studies identified the place of evolutionary variation and adaptations of isolated marine species as an auxiliary factor in natural selection. <![CDATA[O Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo: um capítulo do processo de emergência e consolidação das ciências oceanográficas no Brasil, 1946-1969]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702014000300951&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Os historiadores das ciências ainda não se preocuparam em estudar o processo de emergência e consolidação das ciências oceanográficas no Brasil. O objetivo deste artigo é analisar esse processo. Para tal foi escolhida a contribuição do Instituto Paulista de Oceanografia, primeira instituição de pesquisa oceanográfica nacional, criada em 1946, que, ao ser incorporado à Universidade de São Paulo em 1951, passou a ser Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo. A análise está centrada na atuação de três cientistas que integraram o quadro inicial de pesquisadores da instituição: Wladimir Besnard, Ingvar Emilsson e Marta Vannucci.<hr/>Historians of science have yet to study the process by which the oceanographic sciences emerged and became firmly established in Brazil. The main goal of this article is to offer a preliminary analysis of this process by focusing on the contribution of the Instituto Paulista de Oceanografia (Paulista Institute of Oceanography), Brazil’s first institution for oceanographic research; it was founded in 1946 and became part of the University of São Paulo in 1951, at which time it was renamed the Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (Oceanographic Institute of the University of São Paulo). The analysis centers on the role of three scientists who were on the facility’s early research staff: Wladimir Besnard, Ingvar Emilsson, and Marta Vannucci. <![CDATA[O Kraken: quando mito e ciência se encontram]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702014000300971&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Hundreds of years ago, sailors were terrified by the Kraken, a dreadful sea monster capable of sinking ships and with a taste for human flesh. Today we know the legends of this monster were based on sightings of giant squids. This animal belongs to the genus Architeuthis and was the subject of many scientific studies. Despite its enormous size (up to 18m), the giant squid is astoundingly elusive and much of its biology remains unknown. Thus shrouded in mystery, Architeuthis is almost a mythological creature and has a place both in science and in myth: the very last of the legends to persist to this day.<hr/>Séculos atrás, marinheiros se amedrontavam com histórias do Kraken, um terrível monstro marinho capaz de afundar embarcações e devorar suas tripulações. Atualmente, sabemos que a lenda desse monstro foi baseada em encontros com lulas-gigantes. Esse animal pertence ao gênero Architeuthis e foi alvo de muitos estudos científicos. Apesar de seu enorme tamanho (pode chegar a 18m), a lula-gigante é incrivelmente elusiva e muito de sua biologia permanece desconhecida. Assim, envolto em mistério, Architeuthis é quase um ser mitológico, ocupando um lugar tanto na ciência como no mito: a última das lendas a persistir nos dias de hoje. <![CDATA[O conhecimento da fauna marinha bentônica brasileira através dos tempos]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702014000300995&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Ambientes com características geomorfológicas, geofísicas e com organismos peculiares compõem os ecossistemas da plataforma continental e as ilhas oceânicas da costa brasileira. A extensão da costa, a biodiversidade, a alta taxa de endemismos e a escassez de especialistas dificultam o conhecimento da fauna marinha. Apresentamos o estado atual de conhecimento da biodiversidade marinha e as perspectivas para a área no Brasil, com base em revisão bibliográfica sistemática. Constatamos que iniciativas governamentais em diferentes âmbitos têm permitido maior conhecimento das espécies da fauna marinha brasileira, abrindo perspectivas que incluem o uso de ferramentas complexas na descrição dos habitats bentônicos marinhos quanto à sua composição geológica, geofísica e biótica.<hr/>The ecosystems of Brazil’s continental shelf and oceanic islands comprise a variety of environments that display unique geomorphological and geophysical features and biotic components. The quest to attain knowledge of Brazilian marine fauna is hampered by coastline length, biodiversity, a high rate of endemism, and a shortage of specialized researchers. Based on a systematic bibliographic review, the article offers an overview of the history, current knowledge, and outlook for the field of marine biodiversity in Brazil. Our findings show that government initiatives have afforded greater knowledge of Brazilian marine fauna species and opened new perspectives, including reliance on complex tools to describe benthic marine habitats in terms of their geological, geophysical, and biotic composition. <![CDATA[O astrolábio, o mar e o Império]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702014000301011&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt A partir de alguns textos escritos pelos cosmógrafos do Reino, entre os séculos XVI e XVIII, em Portugal, pretendemos evidenciar as bases técnicas e científicas que possibilitaram a expansão marítima europeia destacando as relações entre elas e a construção e o uso dos instrumentos matemáticos utilizados na navegação oceânica. Nosso objetivo, além de sublinhar os conteúdos científicos relacionados aos artefatos utilizados para as medições, é também verificar como a ciência e o conhecimento adquirem significado prático, estratégico e simbólico no contexto da expansão ultramarina de Portugal.<hr/>Based on certain texts written by Portugal’s cosmographers of the kingdom between the sixteenth and eighteenth centuries, we bring to light the technical and scientific foundations for the European maritime expansion, highlighting the relationships between them and the making and use of the mathematical instruments used in ocean navigation. Our objective is not just to underline the scientific aspects of the artefacts used for these measurements, but also to ascertain how science and knowledge acquired a practical, strategic and symbolic meaning within the context of Portugal’s expansion overseas. <![CDATA[“A souvenir of undersea landscapes”: underwater photography and the limits of photographic visibility, 1890-1910]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702014000301029&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Los primeros intentos conocidos por tomar fotografías bajo la superficie del agua fueron llevados adelante poco después de la aparición del daguerrotipo en 1839. Los más antiguos registros datan de la década de 1850. Hacia fines de ese siglo y con el propósito de auxiliar a los estudios científicos de la vida marina se obtuvo lo que se consideran las primeras fotografías subacuáticas. En estos intentos se valoró la fotografía en tanto productora de evidencia al mismo tiempo que se discutían los límites y alcances de su visibilidad. Aquí compararemos algunas experiencias europeas y norteamericanas, particularmente aquellas emprendidas por los biólogos Louis Boutan y Jacob Reighard en sus estudios de la fauna marina realizados entre 1890 y 1910.<hr/>The first known attempts to take photographs below the surface of the water were carried out shortly after the appearance of the daguerreotype in 1839. The earliest records date from the 1850s. Towards the end of that century, in order to help advance scientific study of marine life, what are considered to be the first underwater photographs were taken. In these attempts, photography was valued as producing evidence, while at the same time the limits of its range of visibility were debated. Here we compare some European and American experiments, particularly those of biologists Louis Boutan and Jacob Reighard in their studies of marine fauna from 1890 to 1910. <![CDATA[Joséphine Schouteden-Wéry no litoral belga: uma bióloga entre o trabalho de campo e a formação de coleções]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702014000301049&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt O texto apresenta resultados e aspectos relacionados à prática de campo da bióloga Joséphine Schouteden-Wéry no litoral belga. Tais informações encontram-se em artigo publicado no periódico Recueil de L’Institut Botanique Léo Errera, da Universidade de Bruxelas, em 1911. Schouteden-Wéry dá uma resposta à Real Sociedade de Ciências Naturais e Médicas de Bruxelas sobre os fatores geológicos, climáticos, hidrológicos, entre outros, que regulam a distribuição geográfica das espécies. A bióloga participou de viagens de estudos no Congo, colônia belga no continente africano, e desempenhou papel de destaque atuando junto à L’Union des Femmes Coloniales.<hr/>This text presents the findings and other aspects about the fieldwork of biologist Joséphine Schouteden-Wéry on the coast of Belgium. The information is taken from an article published in 1911 in Recueil de L’Institut Botanique Léo Errera, a periodical of the University of Brussels. Schouteden-Wéry replied to the Royal Society for Medical and Natural Sciences of Brussels (Société Royale des Sciences Médicales et Naturelles de Bruxelles) about the geological, climatic, hydrological and other factors that regulate the geographical distribution of species. She took part in study trips to the Congo, a Belgian colony in Africa, and was a leading member of the Union of Colonial Women (L’Union des Femmes Coloniales). <![CDATA[Ilhas e oceanos: espaços de campo e laboratório]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702014000301059&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt O texto apresenta resultados e aspectos relacionados à prática de campo da bióloga Joséphine Schouteden-Wéry no litoral belga. Tais informações encontram-se em artigo publicado no periódico Recueil de L’Institut Botanique Léo Errera, da Universidade de Bruxelas, em 1911. Schouteden-Wéry dá uma resposta à Real Sociedade de Ciências Naturais e Médicas de Bruxelas sobre os fatores geológicos, climáticos, hidrológicos, entre outros, que regulam a distribuição geográfica das espécies. A bióloga participou de viagens de estudos no Congo, colônia belga no continente africano, e desempenhou papel de destaque atuando junto à L’Union des Femmes Coloniales.<hr/>This text presents the findings and other aspects about the fieldwork of biologist Joséphine Schouteden-Wéry on the coast of Belgium. The information is taken from an article published in 1911 in Recueil de L’Institut Botanique Léo Errera, a periodical of the University of Brussels. Schouteden-Wéry replied to the Royal Society for Medical and Natural Sciences of Brussels (Société Royale des Sciences Médicales et Naturelles de Bruxelles) about the geological, climatic, hydrological and other factors that regulate the geographical distribution of species. She took part in study trips to the Congo, a Belgian colony in Africa, and was a leading member of the Union of Colonial Women (L’Union des Femmes Coloniales). <![CDATA[Entre dogmas e pesquisas: um elo na construção de uma ciência]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702014000301061&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt O texto apresenta resultados e aspectos relacionados à prática de campo da bióloga Joséphine Schouteden-Wéry no litoral belga. Tais informações encontram-se em artigo publicado no periódico Recueil de L’Institut Botanique Léo Errera, da Universidade de Bruxelas, em 1911. Schouteden-Wéry dá uma resposta à Real Sociedade de Ciências Naturais e Médicas de Bruxelas sobre os fatores geológicos, climáticos, hidrológicos, entre outros, que regulam a distribuição geográfica das espécies. A bióloga participou de viagens de estudos no Congo, colônia belga no continente africano, e desempenhou papel de destaque atuando junto à L’Union des Femmes Coloniales.<hr/>This text presents the findings and other aspects about the fieldwork of biologist Joséphine Schouteden-Wéry on the coast of Belgium. The information is taken from an article published in 1911 in Recueil de L’Institut Botanique Léo Errera, a periodical of the University of Brussels. Schouteden-Wéry replied to the Royal Society for Medical and Natural Sciences of Brussels (Société Royale des Sciences Médicales et Naturelles de Bruxelles) about the geological, climatic, hydrological and other factors that regulate the geographical distribution of species. She took part in study trips to the Congo, a Belgian colony in Africa, and was a leading member of the Union of Colonial Women (L’Union des Femmes Coloniales). <![CDATA[Muito além do CSI: história e sociologia da polícia científica]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702014000301065&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt O texto apresenta resultados e aspectos relacionados à prática de campo da bióloga Joséphine Schouteden-Wéry no litoral belga. Tais informações encontram-se em artigo publicado no periódico Recueil de L’Institut Botanique Léo Errera, da Universidade de Bruxelas, em 1911. Schouteden-Wéry dá uma resposta à Real Sociedade de Ciências Naturais e Médicas de Bruxelas sobre os fatores geológicos, climáticos, hidrológicos, entre outros, que regulam a distribuição geográfica das espécies. A bióloga participou de viagens de estudos no Congo, colônia belga no continente africano, e desempenhou papel de destaque atuando junto à L’Union des Femmes Coloniales.<hr/>This text presents the findings and other aspects about the fieldwork of biologist Joséphine Schouteden-Wéry on the coast of Belgium. The information is taken from an article published in 1911 in Recueil de L’Institut Botanique Léo Errera, a periodical of the University of Brussels. Schouteden-Wéry replied to the Royal Society for Medical and Natural Sciences of Brussels (Société Royale des Sciences Médicales et Naturelles de Bruxelles) about the geological, climatic, hydrological and other factors that regulate the geographical distribution of species. She took part in study trips to the Congo, a Belgian colony in Africa, and was a leading member of the Union of Colonial Women (L’Union des Femmes Coloniales). <![CDATA[ERRATA]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702014000301071&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt O texto apresenta resultados e aspectos relacionados à prática de campo da bióloga Joséphine Schouteden-Wéry no litoral belga. Tais informações encontram-se em artigo publicado no periódico Recueil de L’Institut Botanique Léo Errera, da Universidade de Bruxelas, em 1911. Schouteden-Wéry dá uma resposta à Real Sociedade de Ciências Naturais e Médicas de Bruxelas sobre os fatores geológicos, climáticos, hidrológicos, entre outros, que regulam a distribuição geográfica das espécies. A bióloga participou de viagens de estudos no Congo, colônia belga no continente africano, e desempenhou papel de destaque atuando junto à L’Union des Femmes Coloniales.<hr/>This text presents the findings and other aspects about the fieldwork of biologist Joséphine Schouteden-Wéry on the coast of Belgium. The information is taken from an article published in 1911 in Recueil de L’Institut Botanique Léo Errera, a periodical of the University of Brussels. Schouteden-Wéry replied to the Royal Society for Medical and Natural Sciences of Brussels (Société Royale des Sciences Médicales et Naturelles de Bruxelles) about the geological, climatic, hydrological and other factors that regulate the geographical distribution of species. She took part in study trips to the Congo, a Belgian colony in Africa, and was a leading member of the Union of Colonial Women (L’Union des Femmes Coloniales).