Scielo RSS <![CDATA[Horizontes Antropológicos]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=0104-718320000001&lang=en vol. 6 num. 13 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[<strong>Apresentação</strong>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-71832000000100001&lng=en&nrm=iso&tlng=en <![CDATA[<b>Individualismo, anonimato e violência na metrópole</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-71832000000100002&lng=en&nrm=iso&tlng=en Este artigo discute algumas questões chaves dos estudos urbanos, especialmente sob o ponto de vista antropológico. Tem como foco principal as relações entre vida metropolitana, individualismo e anonimato. Em seguida, a partir dessa problemática, examina o tema da violência no meio urbano, privilegiando a experiência brasileira contemporânea.<hr/>This article deals with some crucial questions in the area of urban studies, specially through an anthropological point of view. Its main focus is on the relations between metropolitan life, individualism and anonimity. Following, it examines the theme of violence in the urban millieu, focusing the contemporary brazilian experience. <![CDATA[<b><i>Cultura</i> in the modern city</b>: <b>the microgeographies of gender, class, and generation in the costa rican plaza</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-71832000000100003&lng=en&nrm=iso&tlng=en This article examines the microgeographies of everyday life in Parque Central and Plaza de la Cultura, two plazas located in the central city of San José, Costa Rica. These locales are created by the individual temporal and spatial attributes of plaza users whose daily movements and activities define these spaces. The growing differences of these locales in terms of the users' class, gender, and age, and their corresponding social activities, is reinforced by differences in local interpretations of the concept of cultura. These social, behavioral, and ideological differences have created spatial boundaries such that people do not cross from one locale to the other, the users do not overlap, and their representations of cultural life are seen as competitive and mutually exclusive. Based on ethnographic evidence, I suggest that this differentiation is a constructed spatial representation that symbolizes the changing nature of Costa Rican ideology and culture. The contrasting and often conflicting images of the two plazas reflect important differences in class-orientation, gender participation, and generational values that separate contemporary Costa Ricans socially, and politically. In San José, Costa Rica, cultura is often discussed as a value from the past, a cultural ideal that is desired, but that conflicts with aspects of modern life. In order to discuss how cultura remains a cultural theme in the urban plaza the everyday life and social behaviors of Parque Central and Plaza de la Cultura are compared. In this comparison time, space, and social activity change the meaning and interpretation of cultura reinforcing the contrasting metaphors expressed in the physical design of each.<hr/>Este artigo examina as microgeografias cotidianas no Parque Central e na Praça da Cultura, duas praças localizadas no centro da cidade de São José, Costa Rica. Estas localidades são criadas por atributos temporais e espaciais individuais dos usuários da praça cujas atividades e movimentos diários define este espaço. As crescentes diferenças destes locais em termos de seus usuários, classes, gêneros e idade, bem como de suas correspondentes atividades sociais, são reforçadas pelas diferenças das interpretações locais do conceito de cultura. Estas diferenças sociais, comportamentais e ideológicas criaram limites espaciais de tal maneira que as pessoas não cruzam de um local para outro; os usuários não se justapõem, e suas representações de vida cultural expressam a competição e a exclusão. Baseada em evidência etnográfica, sugiro que esta diferenciação é uma representação espacial construída que simboliza a natureza cambiante da ideologia e da cultura costarriquenha. As imagens contrastantes e freqüentemente conflitivas das duas praças refletem importantes diferenças de orientação de classe, identificação de gênero e valores geracionais que separam os costarriquenhos contemporâneos do ponto de vista social e político. Em São José, Costa Rica, a cultura aparece com freqüência nos discursos como um valor do passado, um ideal cultural desejado, mas que entra em conflito com aspectos da vida moderna. Para discutir como a cultura permanece como um tema cultural na praça urbana, o cotidiano e os comportamentos sociais no Parque Central e na Praça da Cultura são comparados. Nesta comparação, tempo, espaço e atividade social mudam o significado e a interpretação de cultura, reforçando as metáforas contrastantes que vão expressas no desenho físico de cada um. <![CDATA[<b>Aragarças</b>: <b>a cidade encantada no sertão de Goiás</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-71832000000100004&lng=en&nrm=iso&tlng=en Analiso aqui o espaço social da cidade de Aragarças que foi construída pela Expedição Roncador-Xingu (1942-1943) e Fundação Brasil Central, (1943-1967), contextualizadas no movimento Marcha para o Oeste, iniciada pelo governo de Getúlio Vargas. A parte Alta da cidade é a materialização no espaço das representações sociais da comunidade de memória que se formou, de modo especial, representada pelos pioneiros servidores que viveram na cidade o apogeu da Fundação Brasil Central, nas décadas de 1940 e 1950, quando foram construídas suas principais obras como o hospital, o hotel Getúlio Vargas, a olaria, o aeroporto e as pontes sobre os rios Garças e Araguaia que uniram a cidade com Barra do Garças (MT). No período, constitui-se uma grande malha área regional, militarizando o espaço aéreo do Brasil Central e Amazônia. Em oposição, existe a parte Baixa da cidade, situada às margens do rio Araguaia, que a Expedição Roncador Xingu já encontrara ocupada pelos garimpeiros e sertanejos. Compreender a fusão cidade/pioneiro é primordial para se ter acesso à cadeia de signos que produzem uma comunicação da cultura do pioneiro do médio Araguaia e suas relações sociais.<hr/>I analyze here the social space of the city of Aragarças. Built by the Roncador-Xingu Expedition (1942-1943) and Fundação Brasil Central [(1943-1967), both contextualized in the movement March to the West, begun by Getúlio Vargas's government. The high part of the city, begun in the space named by the pioneers of the 'Old Base' is the materialization in the space of the social representations from community memory that was formed, in a special way, represented by the pioneer workers that lived in the city the acme of the Brazil Central Foundation, in the decades of 1940 and 1950. Its main works were the building of the hospital, Getúlio Vargas Hotel, the pottery , the airport and the bridges on the rivers Garças and Araguaia that united the city with Barra Garças (MT). At the period, a great regional aerial mesh is constituted, militarizing the aerial space of Central Brazil and Amazônia. In opposition, exists the low part of the city placed at the margins of the river Araguaia, that the Roncador-Xingu Exedition had already found hold for the gravel washer and backwoodsman. To understand the coalition city/pioneers is primordial to have access to the chain of signs that has produced a communication of the pioneer's of medium Araguaia culture and its social relationships. <![CDATA[<b>Londres y Catamarca</b>: <b>la articulación rural / urbano en una localidad del no argentino a fines del S. XX</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-71832000000100005&lng=en&nrm=iso&tlng=en ¿Cómo organiza el espacio la expansión capitalista de fines del S. XX? A partir del análisis del caso de un emprendimiento minero en el noroeste argentino, este artículo realiza una revisión histórica de cómo se organiza, articuló históricamente y articula en la actualidad un centro urbano con unidades sociales mayores.<hr/>How does capitalist expansion manage space at the end of XXth Century? Beginning with a case study on a mining mega enterprise in argentinian NW, this article makes a historical revision on how did a little community survive and how did it managed and articulated with greater social units. <![CDATA[<b>Intérieurs domestiques urbains en France et en Angleterre</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-71832000000100006&lng=en&nrm=iso&tlng=en Cette article concerne une recherche comparative portant sur l'analyse des processus d'appropriation d'objets produits en série dans des ménages de la banlieue parisienne et de Londres. Nous proposons tout d'abord une analyse des décors domestiques français et anglais en dégageant leurs caractéristiques communes et leurs spécificités particulières. Ensuite, nous montrons à travers plusieurs exemples, comment cette construction de l'univers domestique repose sur des processus d'appropriation des objets qui permettent l'expression des identités collectives et individuelles. L'analyse des pratiques et de discours autour des objets domestiques permet de comprendre la façon dont ils peuvent matérialiser différentes dimensions de la vie des ménages, comme les rapports de couple, la structure familiale, l'ancrage géographique, etc. Nous observons alors des contrastes entre Français et Anglais qui ne prennent sens que si on les ramène à un cadre culturel et social spécifique, dans une dynamique historique.<hr/>Este artigo trata de uma pesquisa comparativa baseada na análise dos processos de apropriação de objetos produzidos em série nos lares da periferia parisiense e de Londres. O artigo propõe primeiramente uma análise das decorações domésticas francesas e inglesas investigando suas características comuns e suas especificidades particulares. Em seguida, mostramos através de vários exemplos, como esta construção do universo doméstico repousa sobre os processos de apropriação dos objetos que permitem a expressão das identidades coletivas e individuais. A análise das práticas e dos discursos em torno dos objetos domésticos permite compreender a maneira através do qual eles podem materializar diferentes dimensões da vida e dos lares, como as relações de casais, a estrutura familiar, a inserção geográfica, etc. Nós observamos então os contrastes entre franceses e ingleses que só expressam sentido se inseridos em um quadro cultural e social específico, em uma dinâmica histórica. <![CDATA[<b>Cartões postais paulistanos da virada do século XX</b>: <b>problematizando a São Paulo "moderna"</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-71832000000100007&lng=en&nrm=iso&tlng=en Considerando que os cartões postais dotados de reproduções fotográficas começam a difundir-se em São Paulo em fins do século XIX, o objetivo deste artigo é analisar se, enquanto documentação iconográfica do contexto paulistano daquele momento, este material teria veiculado, para a sociedade da época, basicamente representações visuais de uma cidade moderna por excelência - e portanto distanciada dos referenciais culturais rurais e escravocratas originados em seu passado colonial. A fim de responder esta questão, explorei, em imagens postais da virada do século XX que tematizam o bonde nas ruas aparentemente mais modernas da área central da cidade, a relação signo-referente por meio de uma contextualização do dia-a-dia vivenciado pelos transeuntes nas ruas retratadas. O estudo revelou que a associação comumente feita entre as vistas urbanas paulistanas da virada do século e a imagem da São Paulo "moderna" não dá conta da lógica que norteia a concepção que a própria sociedade teria tido a respeito das fotografias, em seu tempo.<hr/>Based on the fact that photographic postcards start to be edited in São Paulo at the end of the 19th century, this article analyses if the cards, as modern iconographic documents in the paulistano past, basically propagated, to the society of that time, visual representations of a modern city par excellence - thus free from rural and slavish cultural references, which were brought about in its colonial past. In order to answer this question I evaluated the relation between sign and referent in postcard photographs of tramways in downtown São Paulo in the turn of the 20th century by contextualizing the day-by-day experienced by pedestrians in the photographed streets . The study reveals that the common association between turn-of-the-century São Paulo urban photographs and the image of a "modern" city is not a sufficient explanation if the aim is the comprehension of that society's own conception about the photographs, in that time. <![CDATA[<b>Do espaço ao lugar</b>: <b>do lugar às remodelações sócio-espaciais</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-71832000000100008&lng=en&nrm=iso&tlng=en Partindo do pressuposto que a objectividade e visibilidade do espaço é possível através do estudo do "lugar", abordo algumas perspectivas de âmbito teórico e empírico que, no decurso da investigação em contextos urbanos, têm-me permitido reflectir sobre os processos de manutenção e transformação socio-espaciais. Utilizo como parâmetro balizador desta reflexão a ideia de "remodelação", por entender que esta permite entender as dinâmicas socio-espaciais como processos de (re)criação ou invenção constante dos espaços-habitat, das formas de habitar e das formas de pensar o habitat.<hr/>Considering the undertaken that the objectivity and visibility of the space are possible through the study of the "place", boarding some perspectives of theoretical and empirical scope that, in the continuation of the inquiry in urban contexts, have allowed me to reflect on the processes of maintenance and transformation. I use as parameter maker of this reflection the idea of "remodeling", for understanding that this allows to understand the social and spatial dynamics as processes of (re)creation or constant invention of the space-habitat, of the forms to inhabit and of the forms to think the habitat. <![CDATA[<b>Medo e violência no contexto urbano</b>: <b>o caso de José</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-71832000000100009&lng=en&nrm=iso&tlng=en O presente artigo trata a questão do medo na cidade a partir da apresentação de um caso de estudo, um dos moradores da Vila Jardim, bairro da zona norte da cidade de Porto Alegre/RS. Este morador foi enviado ao presídio por duas vezes, sendo que, na segunda vez, por um crime que não cometeu, logo após uma denúncia que havia feito junto aos "Direitos Humanos". Trata-se de um jovem afro-descendente, na época com 26 anos de idade, trabalhador empregado na construção civil, cuja formação escolar era o primeiro grau incompleto. O artigo procura refletir sobre medo e violência urbana, associados ao sistema judicial, às categorias de justiça, injustiça, destino, hamartia.<hr/>The present article brings up the issue of fear in the cities through the analysis of a showcase situation ¾ one of the inhabitants of Vila Jardim, a neighborhood in the north of the city of Porto Alegre/RS. This inhabitant was sent to prison twice, on the second time for a crime he had not committed, right after he had denounced to a Human Rights office. It concerns to a young afro-descendent man, being 26 years old at the time, a worker employed by a construction firm, scholarship consisting of uncompleted elementary school. This article makes a reflection on fear and urban violence associated to the Law System and the issues of justice, injustice, fate, hamartia. <![CDATA[<b>"De reunión en reunión"</b>: <b>la observación participante en el conocimiento etnográfico de procesos políticos 'urbanos'</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-71832000000100010&lng=en&nrm=iso&tlng=en Discuto la validez de hacer observación participante de reuniones entre gobernantes y gobernados para conocer procesos políticos 'urbanos' considerando mi investigación sobre las implicancias de la política facciosa en la producción de representaciones y acciones sobre la política municipal. En el campo, la experimentación de frecuentes y prolongadas "reuniones" entre los actores mencionados chocaba con el supuesto de que ellas debían representar el universo mayor de agentes que invocaban, que debían ser partes de una totalidad mayor: la comunidad política urbana - el barrio o la ciudad. Para trascender este supuesto y demostrar el carácter constituyente de las "reuniones" en dichos procesos muestro la importancia de priorizar el sentido indexical de la acción, desnaturalizar el concepto de sociedad y precisar el holismo antropológico en el estudio de mundos contemporáneos. El argumento valdrá para cuestionar estudios de antropología urbana que esquivan la reflexión sobre las implicancias del estudio etnográfico de "mundos nativos" al investigador.<hr/>As a result of a research on the consequences of the factional politics in the production of the actions on and the representations of the municipal politics, I discuss the reliability of the participant observation of reunions. Fieldwork experience of long and frequent "reunions" between rulers and subordinates refutes the assumption that they should represent the global universe of agents they invoked, and that they should be part of a larger totality: the urban political community -the barrio or the city. To transcend this assumption, and to demonstrate the constituent character of the "reunions", I remark the importance of giving priority to: the indexical meaning of actions, denaturalising the concept of society, and specifying the anthropological holism in the study of contemporary worlds. This argument will allow us a to discuss some studies of urban anthropology that have avoided the reflection on the consequences of the ethnographic study of researcher's "native worlds". <![CDATA[<b>O itinerário da antropologia urbana do ponto de vista da jornada de um autor</b>: <b>uma conversa com Ruben George Oliven</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-71832000000100011&lng=en&nrm=iso&tlng=en Entrevista com o Prof. Dr. Ruben George Oliven, Coordenador do PPGAS/UFRGS, a respeito de sua trajetória acadêmica e produção intelectual no âmbito da antropologia urbana.<hr/>Interview with Prof. Ruben George Oliven, Ph.D, Chair of the Graduate Program in Social Anthropology of the Federal University of Rio Grande do Sul, about his academic career and his studies and publications on urban anthropology. <![CDATA[<b>Conversation sur les préoccupations scientifiques et les perspectives de recherche au sein du Laboratoire d'Anthropologie Visuelle et Sonore du Monde Contemporain</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-71832000000100012&lng=en&nrm=iso&tlng=en La présent conversation a été pensée comme l'opportunité de présenter le "Laboratoire d'Anthropologie Visuelle et Sonore du Monde Contemporain", de l'Université Paris 7 - Denis Diderot. Il a été crée en 1992 par monsieur le professeur Dr. Jean Arlaud, anthropologue et cinéaste, directeur auteur et réalisateur de plus de vingt filmes sur des sociétés de tous les continents, dans le même esprit que Jean Rouch, son directeur de doctorat. Ce laboratoire, qui regroupe actuellement 35 chercheurs statutaires et associés, développe des programmes de recherche en Asie Centrale (population Kalash, culture populaire et identité), Asie du Sud-Est ( danses masquées, musique, silat), Îles du Pacifique (Vanuatu), Etats Unis (population Cajun), Afrique (population nilotiques Nyangatom, populations Dogon et Bambara) et Europe (anthropologie urbaine, anthropologie rurale, identité, migrations/changements). Ce dialogue, fruit de l'initiative du doctorant brésilien Luiz Eduardo Robinson Achutti, chercheur associé au laboratoire, présent la démarche scientifique et méthodologique du laboratoire. A travers les paroles du Dr. Jean Arlaud, du Dr.Pascal Dibie, de la Dra.Christine Louveau de la Guigneraye et Achutti, sont abordés les sujets et les préoccupations actuels de ces chercheurs, questions sur l'anthropologie de proximité, l'approche poétique, la pratique du travail avec les images et les sons, la ville comme lieu de recherche et les connections entre anthropologie et multimédia.<hr/>O presente diálogo se fez como uma oportunidade de apresentar o "Laboratoire d'Anthropologie Visuelle et Sonore du Monde Contemporain ", ligado a Universidade de Paris 7 St. Denis Diderot. Criado em 1992 pelo professor Dr. Jean Arlaud, antropólogo - cineasta, autor de mais de vinte filmes sobre as populações de todos os continentes na mesma linha de Jean Rouch, seu orientador de doutorado. Laboratório que reúne atualmente 35 pesquisadores e pesquisadores associados, desenvolve programas de pesquisa na Ásia Central (população Kalash, cultura popular e identidade), Ásia Sudeste ( danses masquées, musica, silat), Ilhas do Pacífico (Vanuatu), Estados Unidos (população Cajun), África (populações nilotiques Nyangatom, populações Dogon e Bambara) e Europa (antropologia urbana, identidade, antropologia rural, migração/mudança). Este diálogo, fruto da iniciativa do doutorando brasileiro Luiz Eduardo Robinson Achutti, pesquisador associado ao laboratório, apresenta a dèmarche científica e metodológica do laboratório. Pelas palavras de Dr. Jean Arlaud, Dr. Pascal Dibie, Dra. Christine Louveau de la Guigneraye e Achutti, são abordados temas pertinentes as preocupações atuais destes pesquisadores. questões sobre antropologia de proximidade, poesia, a prática do trabalho com imagens e som, a cidade como lugar de pesquisa e as conexões entre antropologia e multimídia. <![CDATA[<b>Brujas y adivinos en Tucumán (siglos XVII y XVIII)</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-71832000000100013&lng=en&nrm=iso&tlng=en La présent conversation a été pensée comme l'opportunité de présenter le "Laboratoire d'Anthropologie Visuelle et Sonore du Monde Contemporain", de l'Université Paris 7 - Denis Diderot. Il a été crée en 1992 par monsieur le professeur Dr. Jean Arlaud, anthropologue et cinéaste, directeur auteur et réalisateur de plus de vingt filmes sur des sociétés de tous les continents, dans le même esprit que Jean Rouch, son directeur de doctorat. Ce laboratoire, qui regroupe actuellement 35 chercheurs statutaires et associés, développe des programmes de recherche en Asie Centrale (population Kalash, culture populaire et identité), Asie du Sud-Est ( danses masquées, musique, silat), Îles du Pacifique (Vanuatu), Etats Unis (population Cajun), Afrique (population nilotiques Nyangatom, populations Dogon et Bambara) et Europe (anthropologie urbaine, anthropologie rurale, identité, migrations/changements). Ce dialogue, fruit de l'initiative du doctorant brésilien Luiz Eduardo Robinson Achutti, chercheur associé au laboratoire, présent la démarche scientifique et méthodologique du laboratoire. A travers les paroles du Dr. Jean Arlaud, du Dr.Pascal Dibie, de la Dra.Christine Louveau de la Guigneraye et Achutti, sont abordés les sujets et les préoccupations actuels de ces chercheurs, questions sur l'anthropologie de proximité, l'approche poétique, la pratique du travail avec les images et les sons, la ville comme lieu de recherche et les connections entre anthropologie et multimédia.<hr/>O presente diálogo se fez como uma oportunidade de apresentar o "Laboratoire d'Anthropologie Visuelle et Sonore du Monde Contemporain ", ligado a Universidade de Paris 7 St. Denis Diderot. Criado em 1992 pelo professor Dr. Jean Arlaud, antropólogo - cineasta, autor de mais de vinte filmes sobre as populações de todos os continentes na mesma linha de Jean Rouch, seu orientador de doutorado. Laboratório que reúne atualmente 35 pesquisadores e pesquisadores associados, desenvolve programas de pesquisa na Ásia Central (população Kalash, cultura popular e identidade), Ásia Sudeste ( danses masquées, musica, silat), Ilhas do Pacífico (Vanuatu), Estados Unidos (população Cajun), África (populações nilotiques Nyangatom, populações Dogon e Bambara) e Europa (antropologia urbana, identidade, antropologia rural, migração/mudança). Este diálogo, fruto da iniciativa do doutorando brasileiro Luiz Eduardo Robinson Achutti, pesquisador associado ao laboratório, apresenta a dèmarche científica e metodológica do laboratório. Pelas palavras de Dr. Jean Arlaud, Dr. Pascal Dibie, Dra. Christine Louveau de la Guigneraye e Achutti, são abordados temas pertinentes as preocupações atuais destes pesquisadores. questões sobre antropologia de proximidade, poesia, a prática do trabalho com imagens e som, a cidade como lugar de pesquisa e as conexões entre antropologia e multimídia. <![CDATA[<b>A nova era no Mercosul</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-71832000000100014&lng=en&nrm=iso&tlng=en La présent conversation a été pensée comme l'opportunité de présenter le "Laboratoire d'Anthropologie Visuelle et Sonore du Monde Contemporain", de l'Université Paris 7 - Denis Diderot. Il a été crée en 1992 par monsieur le professeur Dr. Jean Arlaud, anthropologue et cinéaste, directeur auteur et réalisateur de plus de vingt filmes sur des sociétés de tous les continents, dans le même esprit que Jean Rouch, son directeur de doctorat. Ce laboratoire, qui regroupe actuellement 35 chercheurs statutaires et associés, développe des programmes de recherche en Asie Centrale (population Kalash, culture populaire et identité), Asie du Sud-Est ( danses masquées, musique, silat), Îles du Pacifique (Vanuatu), Etats Unis (population Cajun), Afrique (population nilotiques Nyangatom, populations Dogon et Bambara) et Europe (anthropologie urbaine, anthropologie rurale, identité, migrations/changements). Ce dialogue, fruit de l'initiative du doctorant brésilien Luiz Eduardo Robinson Achutti, chercheur associé au laboratoire, présent la démarche scientifique et méthodologique du laboratoire. A travers les paroles du Dr. Jean Arlaud, du Dr.Pascal Dibie, de la Dra.Christine Louveau de la Guigneraye et Achutti, sont abordés les sujets et les préoccupations actuels de ces chercheurs, questions sur l'anthropologie de proximité, l'approche poétique, la pratique du travail avec les images et les sons, la ville comme lieu de recherche et les connections entre anthropologie et multimédia.<hr/>O presente diálogo se fez como uma oportunidade de apresentar o "Laboratoire d'Anthropologie Visuelle et Sonore du Monde Contemporain ", ligado a Universidade de Paris 7 St. Denis Diderot. Criado em 1992 pelo professor Dr. Jean Arlaud, antropólogo - cineasta, autor de mais de vinte filmes sobre as populações de todos os continentes na mesma linha de Jean Rouch, seu orientador de doutorado. Laboratório que reúne atualmente 35 pesquisadores e pesquisadores associados, desenvolve programas de pesquisa na Ásia Central (população Kalash, cultura popular e identidade), Ásia Sudeste ( danses masquées, musica, silat), Ilhas do Pacífico (Vanuatu), Estados Unidos (população Cajun), África (populações nilotiques Nyangatom, populações Dogon e Bambara) e Europa (antropologia urbana, identidade, antropologia rural, migração/mudança). Este diálogo, fruto da iniciativa do doutorando brasileiro Luiz Eduardo Robinson Achutti, pesquisador associado ao laboratório, apresenta a dèmarche científica e metodológica do laboratório. Pelas palavras de Dr. Jean Arlaud, Dr. Pascal Dibie, Dra. Christine Louveau de la Guigneraye e Achutti, são abordados temas pertinentes as preocupações atuais destes pesquisadores. questões sobre antropologia de proximidade, poesia, a prática do trabalho com imagens e som, a cidade como lugar de pesquisa e as conexões entre antropologia e multimídia. <![CDATA[<b>New trends and developments in african religions</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-71832000000100015&lng=en&nrm=iso&tlng=en La présent conversation a été pensée comme l'opportunité de présenter le "Laboratoire d'Anthropologie Visuelle et Sonore du Monde Contemporain", de l'Université Paris 7 - Denis Diderot. Il a été crée en 1992 par monsieur le professeur Dr. Jean Arlaud, anthropologue et cinéaste, directeur auteur et réalisateur de plus de vingt filmes sur des sociétés de tous les continents, dans le même esprit que Jean Rouch, son directeur de doctorat. Ce laboratoire, qui regroupe actuellement 35 chercheurs statutaires et associés, développe des programmes de recherche en Asie Centrale (population Kalash, culture populaire et identité), Asie du Sud-Est ( danses masquées, musique, silat), Îles du Pacifique (Vanuatu), Etats Unis (population Cajun), Afrique (population nilotiques Nyangatom, populations Dogon et Bambara) et Europe (anthropologie urbaine, anthropologie rurale, identité, migrations/changements). Ce dialogue, fruit de l'initiative du doctorant brésilien Luiz Eduardo Robinson Achutti, chercheur associé au laboratoire, présent la démarche scientifique et méthodologique du laboratoire. A travers les paroles du Dr. Jean Arlaud, du Dr.Pascal Dibie, de la Dra.Christine Louveau de la Guigneraye et Achutti, sont abordés les sujets et les préoccupations actuels de ces chercheurs, questions sur l'anthropologie de proximité, l'approche poétique, la pratique du travail avec les images et les sons, la ville comme lieu de recherche et les connections entre anthropologie et multimédia.<hr/>O presente diálogo se fez como uma oportunidade de apresentar o "Laboratoire d'Anthropologie Visuelle et Sonore du Monde Contemporain ", ligado a Universidade de Paris 7 St. Denis Diderot. Criado em 1992 pelo professor Dr. Jean Arlaud, antropólogo - cineasta, autor de mais de vinte filmes sobre as populações de todos os continentes na mesma linha de Jean Rouch, seu orientador de doutorado. Laboratório que reúne atualmente 35 pesquisadores e pesquisadores associados, desenvolve programas de pesquisa na Ásia Central (população Kalash, cultura popular e identidade), Ásia Sudeste ( danses masquées, musica, silat), Ilhas do Pacífico (Vanuatu), Estados Unidos (população Cajun), África (populações nilotiques Nyangatom, populações Dogon e Bambara) e Europa (antropologia urbana, identidade, antropologia rural, migração/mudança). Este diálogo, fruto da iniciativa do doutorando brasileiro Luiz Eduardo Robinson Achutti, pesquisador associado ao laboratório, apresenta a dèmarche científica e metodológica do laboratório. Pelas palavras de Dr. Jean Arlaud, Dr. Pascal Dibie, Dra. Christine Louveau de la Guigneraye e Achutti, são abordados temas pertinentes as preocupações atuais destes pesquisadores. questões sobre antropologia de proximidade, poesia, a prática do trabalho com imagens e som, a cidade como lugar de pesquisa e as conexões entre antropologia e multimídia. <![CDATA[<b>Imagem em foco</b>: <b>novas perspectivas em antropologia</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-71832000000100016&lng=en&nrm=iso&tlng=en La présent conversation a été pensée comme l'opportunité de présenter le "Laboratoire d'Anthropologie Visuelle et Sonore du Monde Contemporain", de l'Université Paris 7 - Denis Diderot. Il a été crée en 1992 par monsieur le professeur Dr. Jean Arlaud, anthropologue et cinéaste, directeur auteur et réalisateur de plus de vingt filmes sur des sociétés de tous les continents, dans le même esprit que Jean Rouch, son directeur de doctorat. Ce laboratoire, qui regroupe actuellement 35 chercheurs statutaires et associés, développe des programmes de recherche en Asie Centrale (population Kalash, culture populaire et identité), Asie du Sud-Est ( danses masquées, musique, silat), Îles du Pacifique (Vanuatu), Etats Unis (population Cajun), Afrique (population nilotiques Nyangatom, populations Dogon et Bambara) et Europe (anthropologie urbaine, anthropologie rurale, identité, migrations/changements). Ce dialogue, fruit de l'initiative du doctorant brésilien Luiz Eduardo Robinson Achutti, chercheur associé au laboratoire, présent la démarche scientifique et méthodologique du laboratoire. A travers les paroles du Dr. Jean Arlaud, du Dr.Pascal Dibie, de la Dra.Christine Louveau de la Guigneraye et Achutti, sont abordés les sujets et les préoccupations actuels de ces chercheurs, questions sur l'anthropologie de proximité, l'approche poétique, la pratique du travail avec les images et les sons, la ville comme lieu de recherche et les connections entre anthropologie et multimédia.<hr/>O presente diálogo se fez como uma oportunidade de apresentar o "Laboratoire d'Anthropologie Visuelle et Sonore du Monde Contemporain ", ligado a Universidade de Paris 7 St. Denis Diderot. Criado em 1992 pelo professor Dr. Jean Arlaud, antropólogo - cineasta, autor de mais de vinte filmes sobre as populações de todos os continentes na mesma linha de Jean Rouch, seu orientador de doutorado. Laboratório que reúne atualmente 35 pesquisadores e pesquisadores associados, desenvolve programas de pesquisa na Ásia Central (população Kalash, cultura popular e identidade), Ásia Sudeste ( danses masquées, musica, silat), Ilhas do Pacífico (Vanuatu), Estados Unidos (população Cajun), África (populações nilotiques Nyangatom, populações Dogon e Bambara) e Europa (antropologia urbana, identidade, antropologia rural, migração/mudança). Este diálogo, fruto da iniciativa do doutorando brasileiro Luiz Eduardo Robinson Achutti, pesquisador associado ao laboratório, apresenta a dèmarche científica e metodológica do laboratório. Pelas palavras de Dr. Jean Arlaud, Dr. Pascal Dibie, Dra. Christine Louveau de la Guigneraye e Achutti, são abordados temas pertinentes as preocupações atuais destes pesquisadores. questões sobre antropologia de proximidade, poesia, a prática do trabalho com imagens e som, a cidade como lugar de pesquisa e as conexões entre antropologia e multimídia. <![CDATA[<b>O mal que se adivinha</b>: <b>polícia e menoridade no Rio de Janeiro, 1910-1920</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-71832000000100017&lng=en&nrm=iso&tlng=en La présent conversation a été pensée comme l'opportunité de présenter le "Laboratoire d'Anthropologie Visuelle et Sonore du Monde Contemporain", de l'Université Paris 7 - Denis Diderot. Il a été crée en 1992 par monsieur le professeur Dr. Jean Arlaud, anthropologue et cinéaste, directeur auteur et réalisateur de plus de vingt filmes sur des sociétés de tous les continents, dans le même esprit que Jean Rouch, son directeur de doctorat. Ce laboratoire, qui regroupe actuellement 35 chercheurs statutaires et associés, développe des programmes de recherche en Asie Centrale (population Kalash, culture populaire et identité), Asie du Sud-Est ( danses masquées, musique, silat), Îles du Pacifique (Vanuatu), Etats Unis (population Cajun), Afrique (population nilotiques Nyangatom, populations Dogon et Bambara) et Europe (anthropologie urbaine, anthropologie rurale, identité, migrations/changements). Ce dialogue, fruit de l'initiative du doctorant brésilien Luiz Eduardo Robinson Achutti, chercheur associé au laboratoire, présent la démarche scientifique et méthodologique du laboratoire. A travers les paroles du Dr. Jean Arlaud, du Dr.Pascal Dibie, de la Dra.Christine Louveau de la Guigneraye et Achutti, sont abordés les sujets et les préoccupations actuels de ces chercheurs, questions sur l'anthropologie de proximité, l'approche poétique, la pratique du travail avec les images et les sons, la ville comme lieu de recherche et les connections entre anthropologie et multimédia.<hr/>O presente diálogo se fez como uma oportunidade de apresentar o "Laboratoire d'Anthropologie Visuelle et Sonore du Monde Contemporain ", ligado a Universidade de Paris 7 St. Denis Diderot. Criado em 1992 pelo professor Dr. Jean Arlaud, antropólogo - cineasta, autor de mais de vinte filmes sobre as populações de todos os continentes na mesma linha de Jean Rouch, seu orientador de doutorado. Laboratório que reúne atualmente 35 pesquisadores e pesquisadores associados, desenvolve programas de pesquisa na Ásia Central (população Kalash, cultura popular e identidade), Ásia Sudeste ( danses masquées, musica, silat), Ilhas do Pacífico (Vanuatu), Estados Unidos (população Cajun), África (populações nilotiques Nyangatom, populações Dogon e Bambara) e Europa (antropologia urbana, identidade, antropologia rural, migração/mudança). Este diálogo, fruto da iniciativa do doutorando brasileiro Luiz Eduardo Robinson Achutti, pesquisador associado ao laboratório, apresenta a dèmarche científica e metodológica do laboratório. Pelas palavras de Dr. Jean Arlaud, Dr. Pascal Dibie, Dra. Christine Louveau de la Guigneraye e Achutti, são abordados temas pertinentes as preocupações atuais destes pesquisadores. questões sobre antropologia de proximidade, poesia, a prática do trabalho com imagens e som, a cidade como lugar de pesquisa e as conexões entre antropologia e multimídia. <![CDATA[<b>Teses e dissertações em antropologia defendidas de janeiro a junho de 2000 na Universidade Federal do Rio Grande do Sul</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-71832000000100018&lng=en&nrm=iso&tlng=en La présent conversation a été pensée comme l'opportunité de présenter le "Laboratoire d'Anthropologie Visuelle et Sonore du Monde Contemporain", de l'Université Paris 7 - Denis Diderot. Il a été crée en 1992 par monsieur le professeur Dr. Jean Arlaud, anthropologue et cinéaste, directeur auteur et réalisateur de plus de vingt filmes sur des sociétés de tous les continents, dans le même esprit que Jean Rouch, son directeur de doctorat. Ce laboratoire, qui regroupe actuellement 35 chercheurs statutaires et associés, développe des programmes de recherche en Asie Centrale (population Kalash, culture populaire et identité), Asie du Sud-Est ( danses masquées, musique, silat), Îles du Pacifique (Vanuatu), Etats Unis (population Cajun), Afrique (population nilotiques Nyangatom, populations Dogon et Bambara) et Europe (anthropologie urbaine, anthropologie rurale, identité, migrations/changements). Ce dialogue, fruit de l'initiative du doctorant brésilien Luiz Eduardo Robinson Achutti, chercheur associé au laboratoire, présent la démarche scientifique et méthodologique du laboratoire. A travers les paroles du Dr. Jean Arlaud, du Dr.Pascal Dibie, de la Dra.Christine Louveau de la Guigneraye et Achutti, sont abordés les sujets et les préoccupations actuels de ces chercheurs, questions sur l'anthropologie de proximité, l'approche poétique, la pratique du travail avec les images et les sons, la ville comme lieu de recherche et les connections entre anthropologie et multimédia.<hr/>O presente diálogo se fez como uma oportunidade de apresentar o "Laboratoire d'Anthropologie Visuelle et Sonore du Monde Contemporain ", ligado a Universidade de Paris 7 St. Denis Diderot. Criado em 1992 pelo professor Dr. Jean Arlaud, antropólogo - cineasta, autor de mais de vinte filmes sobre as populações de todos os continentes na mesma linha de Jean Rouch, seu orientador de doutorado. Laboratório que reúne atualmente 35 pesquisadores e pesquisadores associados, desenvolve programas de pesquisa na Ásia Central (população Kalash, cultura popular e identidade), Ásia Sudeste ( danses masquées, musica, silat), Ilhas do Pacífico (Vanuatu), Estados Unidos (população Cajun), África (populações nilotiques Nyangatom, populações Dogon e Bambara) e Europa (antropologia urbana, identidade, antropologia rural, migração/mudança). Este diálogo, fruto da iniciativa do doutorando brasileiro Luiz Eduardo Robinson Achutti, pesquisador associado ao laboratório, apresenta a dèmarche científica e metodológica do laboratório. Pelas palavras de Dr. Jean Arlaud, Dr. Pascal Dibie, Dra. Christine Louveau de la Guigneraye e Achutti, são abordados temas pertinentes as preocupações atuais destes pesquisadores. questões sobre antropologia de proximidade, poesia, a prática do trabalho com imagens e som, a cidade como lugar de pesquisa e as conexões entre antropologia e multimídia.