Scielo RSS <![CDATA[Revista de Administração Contemporânea]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=1415-655520140004&lang=es vol. 18 num. 4 lang. es <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[Editorial]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552014000400001&lng=es&nrm=iso&tlng=es <![CDATA[Culture of Innovation: Concepts and Theoretical Models]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552014000400372&lng=es&nrm=iso&tlng=es O presente artigo apresenta uma abrangente revisão de literatura sobre o tema cultura de inovação, com o objetivo de caracterizar o seu significado e, principalmente, descrever diferentes modelos teóricos que buscam compreender como ele ocorre no contexto organizacional. Para enriquecer a análise, foram incluídos resultados de pesquisas que evidenciam a relação da cultura organizacional e a inovação. A pesquisa bibliográfica foi realizada em 2011, em bases disponíveis no portal da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), na Proquest e no Directory Open Articles Journal (DOAJ), sem delimitar tempo de início. Os descritores usados foram a expressão cultura de inovação e os termos conjuntos cultura e inovação e com a inclusão somente de artigos completos. Também, foram revisados artigos relativos ao tema citados nas obras identificadas na pesquisa bibliográfica. A análise dos 40 artigos de acordo com os critérios previamente definidos permitiu revelar que se trata de um tema de interesse de pesquisadores em diferentes regiões do mundo, caracterizado por sua complexidade e pelo caráter sistêmico dos fatores que o determinam. Observou-se o predomínio de pesquisas quantitativas e forte evidência da relação de cultura organizacional e inovação, sendo necessária a realização de pesquisas nas quais os modelos teóricos propostos pelos diferentes autores sejam testados.<hr/>This study portrays the state of the art in scientific literature on the culture of innovation, with the objective of characterizing its meaning and especially describing different theoretical models that seek to understand how it occurs in an organizational environment. To enrich the analysis, research results show the relationship between organizational culture and innovation. The literature review was carried out in 2011 using the following databases: Coordination for the Improvement of Higher Education Personnel (CAPES), Proquest and Directory of Open Access Journals (DOAJ). The keywords used were the expression culture of innovation and the joint terms culture and innovation, only full articles were included in the research. Culture of innovation articles that were cited in the papers identified in the literature search were also considered. The analysis consisted of 40 articles, based on the predefined criteria, and showed that this is a topic of interest for researchers in different world regions. It is a complex theme determined by factors with a systemic character. There is a predominance of quantitative research and strong evidence of a relationship between organizational culture and innovation, which requires further research to test the theoretical models proposed by these different authors. <![CDATA[Financial Performance, Strategic Change and Industrial Concentration Dynamics in Brazilian Companies]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552014000400397&lng=es&nrm=iso&tlng=es O impacto da mudança estratégica da empresa em relação ao seu desempenho financeiro é um tema inconclusivo na área de gestão. Isso se deve, entre outros fatores, à não adoção de uma perspectiva dinâmica. Nesta pesquisa, investigaram-se os efeitos das mudanças estratégicas pretéritas dos conselhos de administração, dos clientes e dos produtos (considerando, para tanto, a concentração industrial representada pela quantidade de empresas no setor) sobre a lucratividade, o crescimento das vendas e o valor de mercado em empresas de capital aberto. Foram igualmente avaliados os impactos dos desempenhos passados e da concentração do setor sobre as mudanças estratégicas subsequentes. Usando dados de 68 companhias em 10 anos, construiu-se análise em painel within-enterprise, realizada através de equações de estimação generalizadas, técnica que considera a autocorrelação temporal da variável dependente. Os resultados indicaram que as mudanças estratégicas geram efeitos de curto e longo prazo nos desempenhos financeiros, e estes têm efeitos posteriores na mudança empresarial, independentes da concentração industrial. Esta, por sua vez, ora incentiva o alto desempenho e a mudança estratégica, ora os desestimula. A pesquisa contribui para explicações causais evolucionistas das relações entre o desempenho financeiro e as mudanças estratégicas.<hr/>The impact a company's change in strategy has on its financial performance is an inconclusive topic in management. This is partially due to a failure to adopt a dynamic perspective. This study investigated the effects of past strategic changes in boards of directors, customers and products (taking into consideration the industrial concentration represented by the number of companies in the sector) on profitability, sales growth and market value of publicly traded companies. We also assessed the impact past performance and industry concentration has on subsequent strategic changes. Using data from 68 companies over ten years, we built up a within-enterprise panel analysis using generalized estimating equations, a technique that considers the temporal autocorrelation of the dependent variable. The results indicated that strategic changes generate short and long-term financial performances and these effects generate subsequent strategic changes, independent of industry concentration. This, in turn, sometimes encourages high financial performance and strategic change, but at other times discourages them. This research contributes to evolutionary causal explanations on the relationship between financial performance and strategic changes. <![CDATA[Foreign Direct Investment Entry Modes: A Study of the Empirical Literature]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552014000400416&lng=es&nrm=iso&tlng=es Este trabalho é uma revisão de estudos empíricos, de cunho quantitativo, no contexto da literatura internacional, sobre modos de entrada no mercado externo por meio de capital próprio, utilizados por empresas manufatureiras. O trabalho sintetiza e avalia a contribuição dos estudos existentes a respeito, assim, identificando o conhecimento acumulado no período de 1990 a 2011 quanto aos antecedentes da decisão de modos de entrada no investimento direto no exterior e o impacto dos modos de entrada escolhidos sobre o desempenho, de modo a prover os pesquisadores com um conjunto de sugestões que lhes permita construírem seus estudos de forma mais efetiva no tocante ao conhecimento existente.<hr/>This work is a review of quantitative empirical studies extracted from the international literature on equity entry modes used by manufacturing companies in foreign markets. The work synthesizes and evaluates the contribution of the extant literature on the topic, and identifies the cumulative knowledge from the 1990-2011 period concerning the antecedents to foreign direct investment entry-mode decisions and the impact these entry modes have on subsidiary performance, in order to offer researchers a set of suggestions to more effectively build their studies based on existing knowledge. <![CDATA[Work Levels and Embeddedness in a Drug Rehab Center Social Network]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552014000400446&lng=es&nrm=iso&tlng=es Vários são os estudos sobre intensidade das relações e força de atores em redes sociais dentro do âmbito organizacional, mas poucos incluem a ideia de níveis de complexidade - termo derivado do conceito de work levels. No presente estudo, conduziu-se uma pesquisa multinível numa rede composta por 38 comunidades terapêuticas (CT) de Curitiba-PR e Região Metropolitana. Investigou-se o nível de complexidade da atuação do dirigente e o posicionamento da CT numa rede intraorganizacional (quando filial de instituições multiunidades), dentro da rede interorganizacional e com instituições além desta rede. Graus de complexidade elevados se mostraram associados à centralidade interna (inDegree) na rede e à articulação com atores fora da rede; já o posicionamento na rede intraorganizacional não apresentou correlação com níveis de complexidade. Na rede estudada, indivíduos que trabalham em maior nível de complexidade tendem a ocupar uma posição mais central e realizam mais contatos fora da rede. A correlação entre níveis de complexidade do dirigente e centralidade na rede não significa necessariamente uma relação causal. Limita-se a afirmar que a relação existe e que, provavelmente, os dois movimentos ocorrem simultaneamente.<hr/>There are several studies about the intensity of the relationships and strength of actors in a network within an organizational scope, but only a few include the concept of work levels. Thus, we conducted a multilevel survey in a network of 38 drug rehab centers (Comunidades Terapêuticas [CT]) in the Region of Curitiba, Brazil. We investigated the CT leader's work level and the positioning of the CT in an intraorganizational net (when belonging to multi-branch institutions) within the network and with institutions beyond this network. High degrees of work levels were associated with internal network centrality (inDegree) and coordination with actors outside the network; intra-network positioning did not correlate with work levels. Higher work level leaders belonged to organizations with central positions in the network; they also manage more contacts outside the network. The correlation between the leaders' work levels and organization centrality in the network does not necessarily mean a causal relationship. We merely stated that the relationship exists and that probably the two movements occur simultaneously. <![CDATA[Evaluation of Teaching Entrepreneurship among University Students by Means of an Entrepreneur Profile]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552014000400465&lng=es&nrm=iso&tlng=es O empreendedorismo é um fenômeno socioeconômico que tem sido valorizado em virtude da sua influência no crescimento e desenvolvimento de economias regionais e nacionais. O principal agente promotor desse fenômeno é o empreendedor, sujeito dotado de múltiplas características que compõem seu perfil e que atua de uma forma dinâmica e voltada para colher resultados, frutos de seus esforços pessoais. A educação empreendedora é destacada como uma das formas mais eficientes de se divulgar a cultura e formar novos empreendedores. Observa-se, entretanto, certa dificuldade de se avaliar a eficiência do ensino-aprendizagem desse tema. Assim, o objetivo deste estudo foi analisar, por meio de técnicas multivariadas, um instrumento que tem como função mensurar a aprendizagem do ensino de Empreendedorismo, nesse sentido, verificando a alteração do perfil empreendedor entre 407 estudantes universitários participantes e não participantes do processo de formação empreendedora. Os resultados evidenciaram que os estudantes que participaram de atividades educacionais de formação em Empreendedorismo apresentaram alterações significativas no perfil empreendedor. As principais contribuições mostram crescimento nas dimensões Autorrealização, Planejador, Inovador e Assume riscos no perfil estudado.<hr/>Entrepreneurship is a socioeconomic phenomenon that has been valued for its influence on the growth and development of regional and national economies. The main promoter of this phenomenon are entrepreneurs, subjects endowed with multiple features that make up their profiles. They are dynamic and results oriented, benefitting from the fruits of their own personal efforts. Entrepreneurial education is highlighted as one of the most efficient ways to promote an entrepreneurial culture and train new entrepreneurs. However, some difficulty has been observed in assessing the effectiveness of teaching and learning this subject. The objective of this study was to analyze, by means of multivariate techniques, an instrument whose function is to measure the learning of Entrepreneurship, verifying the change in entrepreneur profiles of 407 college students participating or not in an entrepreneurial training process. The results showed that students who participated in Entrepreneurship educational training activities showed significant changes in their entrepreneurial profiles. The main contributions showed growth in the Self-realization, Planner, Innovative and Risks Assumed dimensions. <![CDATA[Collective Action and Information Technology: Stimulating Configuration of Intelligent Collectives]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552014000400487&lng=es&nrm=iso&tlng=es Comunidades de prática (CoP) são contextos propícios para o surgimento de coletivos inteligentes, que são espaços voltados para a interação. O caso evidenciado neste estudo exemplifica como o Conselho Nacional das Entidades de Provedores de Serviços de Internet (CONAPSI) apresenta aspectos similares aos das CoP e, logo, desenhou-se como objetivo norteador da investigação analisar como as ações coletivas suportadas pela tecnologia da informação caracterizam-se como elementos indutores à ascensão das CoP a coletivos inteligentes. Para dar suporte ao estudo de caso, a fundamentação teórica trouxe definições e características das comunidades de prática, dos coletivos inteligentes e das tecnologias da informação que apoiam grupos. Na investigação, foram empreendidas análises documentais em listas de discussão eletrônicas, tratadas com estatística descritiva, e em entrevistas com representantes do Conselho, interpretadas com análise de conteúdo. Os resultados demonstram que o uso de listas de discussão eletrônicas impulsiona o surgimento de espaços virtuais de convivência e, consequentemente, coletivos inteligentes virtuais.<hr/>Communities of Practice (CoP) are appropriate settings for the emergence of intelligent collective spaces that are meant for interaction contexts. The case shown in this study exemplifies how the National Council of Internet Service Provider Entities (CONAPSI) has similar aspects to a CoP. This soon found a guiding purpose of analyzing how collective actions supported by information technology are characterized as inducing CoPs to become intelligent collectives. To support the case study, the theoretical foundation included definitions and characteristics of communities of practice, intelligent communities and information technologies that support groups. Research consisted of conducting document analysis of online discussion threads, treated with descriptive statistics, and interviews with Council representatives, interpreted using content analysis. Results demonstrate that the use of electronic discussion drives the emergence of virtual living spaces and consequently intelligent virtual communities. <![CDATA[Coopetition in Interpersonal Networks: Networks are Networks]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552014000400508&lng=es&nrm=iso&tlng=es A sociedade se organiza em redes. A perspectiva das redes, então, é algo que deve ser considerado como inerente à vida social, especialmente, quando se observa o fato de que não é viável (ou mesmo possível) para um dado ator - seja ele uma pessoa ou uma organização - viver de forma completamente independente e isolada de outros e em múltiplas instâncias. Estes arranjos ou estruturas em rede, habitualmente, são abordados na literatura de Administração sob uma perspectiva organizacional e, nesse sentido, podem ser formados em contextos que variam entre a competição, a colaboração e um tipo de relação mista. Nesta, atores que normalmente competem entre si resolvem colaborar de alguma forma para atingir algum objetivo que seja comum, ou seja, tem-se a colaboração entre atores que interagem em um ambiente competitivo. A este tipo de relação entre as organizações dá-se o nome de coopetição. O presente trabalho propõe que seja abandonada a exclusividade da adoção do termo e desta modalidade de relação no contexto meso. Para demonstrar que não há argumentação teórica suficientemente organizada que leve o pesquisador a acreditar que esta abordagem deva ser associada exclusivamente a um contexto meso, o presente trabalho lança mão de um estudo bibliográfico sobre o conceito em questão. Como previamente apresentado, o objetivo é o de evidenciar que o conceito de coopetição, também, pode ser aplicado ao contexto das relações individuais. <hr/>Society is organized in networks. The network perspective is something that should be regarded as inherent to social life, especially when looking at the fact that it is not feasible (or even possible) for a given actor - whether a person or an organization - to live completely independently and isolated from others. These arrangements or network structures are usually addressed in management literature under an organizational perspective and, accordingly, may be formed in contexts ranging from competition, collaboration and a mixed type of relationship. In the latter, players who normally compete instead collaborate to achieve any goal that is held in common. This type of relationship between organizations is denominated coopetition. This paper proposes abandoning the exclusive adoption of the term and this type of relationship in the meso context. To demonstrate that there is no theoretical argument sufficiently organized that leads researchers to believe that this approach should be linked exclusively to a meso context, this paper makes use of a bibliographic study. As presented, the goal is to show that the concept of coopetition can also be applied to the context of individual relationships (micro). <![CDATA[Are Networks Just Networks or Are Networks Organizations?]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552014000400523&lng=es&nrm=iso&tlng=es A sociedade se organiza em redes. A perspectiva das redes, então, é algo que deve ser considerado como inerente à vida social, especialmente, quando se observa o fato de que não é viável (ou mesmo possível) para um dado ator - seja ele uma pessoa ou uma organização - viver de forma completamente independente e isolada de outros e em múltiplas instâncias. Estes arranjos ou estruturas em rede, habitualmente, são abordados na literatura de Administração sob uma perspectiva organizacional e, nesse sentido, podem ser formados em contextos que variam entre a competição, a colaboração e um tipo de relação mista. Nesta, atores que normalmente competem entre si resolvem colaborar de alguma forma para atingir algum objetivo que seja comum, ou seja, tem-se a colaboração entre atores que interagem em um ambiente competitivo. A este tipo de relação entre as organizações dá-se o nome de coopetição. O presente trabalho propõe que seja abandonada a exclusividade da adoção do termo e desta modalidade de relação no contexto meso. Para demonstrar que não há argumentação teórica suficientemente organizada que leve o pesquisador a acreditar que esta abordagem deva ser associada exclusivamente a um contexto meso, o presente trabalho lança mão de um estudo bibliográfico sobre o conceito em questão. Como previamente apresentado, o objetivo é o de evidenciar que o conceito de coopetição, também, pode ser aplicado ao contexto das relações individuais. <hr/>Society is organized in networks. The network perspective is something that should be regarded as inherent to social life, especially when looking at the fact that it is not feasible (or even possible) for a given actor - whether a person or an organization - to live completely independently and isolated from others. These arrangements or network structures are usually addressed in management literature under an organizational perspective and, accordingly, may be formed in contexts ranging from competition, collaboration and a mixed type of relationship. In the latter, players who normally compete instead collaborate to achieve any goal that is held in common. This type of relationship between organizations is denominated coopetition. This paper proposes abandoning the exclusive adoption of the term and this type of relationship in the meso context. To demonstrate that there is no theoretical argument sufficiently organized that leads researchers to believe that this approach should be linked exclusively to a meso context, this paper makes use of a bibliographic study. As presented, the goal is to show that the concept of coopetition can also be applied to the context of individual relationships (micro). <![CDATA[Networks of Individuals and Networks of Institutions as Networks and, of course, as Organizations]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552014000400534&lng=es&nrm=iso&tlng=es A sociedade se organiza em redes. A perspectiva das redes, então, é algo que deve ser considerado como inerente à vida social, especialmente, quando se observa o fato de que não é viável (ou mesmo possível) para um dado ator - seja ele uma pessoa ou uma organização - viver de forma completamente independente e isolada de outros e em múltiplas instâncias. Estes arranjos ou estruturas em rede, habitualmente, são abordados na literatura de Administração sob uma perspectiva organizacional e, nesse sentido, podem ser formados em contextos que variam entre a competição, a colaboração e um tipo de relação mista. Nesta, atores que normalmente competem entre si resolvem colaborar de alguma forma para atingir algum objetivo que seja comum, ou seja, tem-se a colaboração entre atores que interagem em um ambiente competitivo. A este tipo de relação entre as organizações dá-se o nome de coopetição. O presente trabalho propõe que seja abandonada a exclusividade da adoção do termo e desta modalidade de relação no contexto meso. Para demonstrar que não há argumentação teórica suficientemente organizada que leve o pesquisador a acreditar que esta abordagem deva ser associada exclusivamente a um contexto meso, o presente trabalho lança mão de um estudo bibliográfico sobre o conceito em questão. Como previamente apresentado, o objetivo é o de evidenciar que o conceito de coopetição, também, pode ser aplicado ao contexto das relações individuais. <hr/>Society is organized in networks. The network perspective is something that should be regarded as inherent to social life, especially when looking at the fact that it is not feasible (or even possible) for a given actor - whether a person or an organization - to live completely independently and isolated from others. These arrangements or network structures are usually addressed in management literature under an organizational perspective and, accordingly, may be formed in contexts ranging from competition, collaboration and a mixed type of relationship. In the latter, players who normally compete instead collaborate to achieve any goal that is held in common. This type of relationship between organizations is denominated coopetition. This paper proposes abandoning the exclusive adoption of the term and this type of relationship in the meso context. To demonstrate that there is no theoretical argument sufficiently organized that leads researchers to believe that this approach should be linked exclusively to a meso context, this paper makes use of a bibliographic study. As presented, the goal is to show that the concept of coopetition can also be applied to the context of individual relationships (micro). <![CDATA[Teorias da Administração Pública. Robert Denhardt. São Paulo: Cengage Learning, 2012. 367 p. ISBN: 8522110816.]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552014000400547&lng=es&nrm=iso&tlng=es A sociedade se organiza em redes. A perspectiva das redes, então, é algo que deve ser considerado como inerente à vida social, especialmente, quando se observa o fato de que não é viável (ou mesmo possível) para um dado ator - seja ele uma pessoa ou uma organização - viver de forma completamente independente e isolada de outros e em múltiplas instâncias. Estes arranjos ou estruturas em rede, habitualmente, são abordados na literatura de Administração sob uma perspectiva organizacional e, nesse sentido, podem ser formados em contextos que variam entre a competição, a colaboração e um tipo de relação mista. Nesta, atores que normalmente competem entre si resolvem colaborar de alguma forma para atingir algum objetivo que seja comum, ou seja, tem-se a colaboração entre atores que interagem em um ambiente competitivo. A este tipo de relação entre as organizações dá-se o nome de coopetição. O presente trabalho propõe que seja abandonada a exclusividade da adoção do termo e desta modalidade de relação no contexto meso. Para demonstrar que não há argumentação teórica suficientemente organizada que leve o pesquisador a acreditar que esta abordagem deva ser associada exclusivamente a um contexto meso, o presente trabalho lança mão de um estudo bibliográfico sobre o conceito em questão. Como previamente apresentado, o objetivo é o de evidenciar que o conceito de coopetição, também, pode ser aplicado ao contexto das relações individuais. <hr/>Society is organized in networks. The network perspective is something that should be regarded as inherent to social life, especially when looking at the fact that it is not feasible (or even possible) for a given actor - whether a person or an organization - to live completely independently and isolated from others. These arrangements or network structures are usually addressed in management literature under an organizational perspective and, accordingly, may be formed in contexts ranging from competition, collaboration and a mixed type of relationship. In the latter, players who normally compete instead collaborate to achieve any goal that is held in common. This type of relationship between organizations is denominated coopetition. This paper proposes abandoning the exclusive adoption of the term and this type of relationship in the meso context. To demonstrate that there is no theoretical argument sufficiently organized that leads researchers to believe that this approach should be linked exclusively to a meso context, this paper makes use of a bibliographic study. As presented, the goal is to show that the concept of coopetition can also be applied to the context of individual relationships (micro). <![CDATA[Gestão Pública do Turismo no Brasil: Teorias, Metodologias e Aplicações]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552014000400550&lng=es&nrm=iso&tlng=es A sociedade se organiza em redes. A perspectiva das redes, então, é algo que deve ser considerado como inerente à vida social, especialmente, quando se observa o fato de que não é viável (ou mesmo possível) para um dado ator - seja ele uma pessoa ou uma organização - viver de forma completamente independente e isolada de outros e em múltiplas instâncias. Estes arranjos ou estruturas em rede, habitualmente, são abordados na literatura de Administração sob uma perspectiva organizacional e, nesse sentido, podem ser formados em contextos que variam entre a competição, a colaboração e um tipo de relação mista. Nesta, atores que normalmente competem entre si resolvem colaborar de alguma forma para atingir algum objetivo que seja comum, ou seja, tem-se a colaboração entre atores que interagem em um ambiente competitivo. A este tipo de relação entre as organizações dá-se o nome de coopetição. O presente trabalho propõe que seja abandonada a exclusividade da adoção do termo e desta modalidade de relação no contexto meso. Para demonstrar que não há argumentação teórica suficientemente organizada que leve o pesquisador a acreditar que esta abordagem deva ser associada exclusivamente a um contexto meso, o presente trabalho lança mão de um estudo bibliográfico sobre o conceito em questão. Como previamente apresentado, o objetivo é o de evidenciar que o conceito de coopetição, também, pode ser aplicado ao contexto das relações individuais. <hr/>Society is organized in networks. The network perspective is something that should be regarded as inherent to social life, especially when looking at the fact that it is not feasible (or even possible) for a given actor - whether a person or an organization - to live completely independently and isolated from others. These arrangements or network structures are usually addressed in management literature under an organizational perspective and, accordingly, may be formed in contexts ranging from competition, collaboration and a mixed type of relationship. In the latter, players who normally compete instead collaborate to achieve any goal that is held in common. This type of relationship between organizations is denominated coopetition. This paper proposes abandoning the exclusive adoption of the term and this type of relationship in the meso context. To demonstrate that there is no theoretical argument sufficiently organized that leads researchers to believe that this approach should be linked exclusively to a meso context, this paper makes use of a bibliographic study. As presented, the goal is to show that the concept of coopetition can also be applied to the context of individual relationships (micro).