Scielo RSS <![CDATA[Revista de Administração Contemporânea]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=1415-655520140005&lang=pt vol. 18 num. 5 lang. pt <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[Editorial]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552014000500001&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt <![CDATA[Redes, inovação e desempenho exportador: uma abordagem institucional]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552014000500551&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Diversos estudos prévios buscaram analisar os fatores determinantes do desempenho exportador. Parte significativa desses estudos tem se dedicado à avaliação do papel dos recursos das empresas, gerenciais, organizacionais, assim como do tamanho e experiência da empresa. Outros procuraram medir o efeito da inovação sobre o desempenho exportador. Contudo há poucos estudos que tratam do efeito do quadro institucional sobre o desempenho exportador. O presente estudo tem como objetivo avaliar os determinantes institucionais do desempenho exportador de empresas, com isso, procurando preencher uma lacuna na literatura de negócios internacionais ao analisar os modos pelos quais o quadro institucional do país de origem afeta o desempenho exportador de empresas. Embora diversos estudos tenham investigado o efeito das instituições do país de origem sobre internacionalização e desempenho exportador, ainda são poucos aqueles que avaliaram os modos e mecanismos pelos quais tais instituições agem e configuram o desempenho exportador de empresas. A contribuição do presente estudo é, a partir de modelagem de equações estruturais, mostrar que o quadro institucional não tem efeito direto sobre o desempenho exportador, mas age de maneira indireta, por meio de mecanismos específicos de transmissão. Tal abordagem aponta para redes de relacionamento e inovação como dois mecanismos que desempenham funções específicas para configurar os efeitos das instituições. Conquanto os resultados empíricos não tenham apontado significância da dimensão inovação, as redes mostram-se como mecanismo específico para transmitir os efeitos do quadro institucional sobre o desempenho exportador.<hr/>Several studies have attempted to analyze the determinants of export performance. Most of them have been dedicated to assessing the role of corporate, managerial, and organizational resources, as well as company size and experience. Others sought to measure the effect of innovation on export performance. However, there are few studies that address the effect institutional framework has on export performance. The present study aims to evaluate the institutional determinants of companies' export performance, seeking to fill a gap in the international business literature by examining the ways in which the institutional framework of the country of origin affects companies' export performance. Although several studies have investigated the effect country of origin institutions have on internationalization and export performance, there are few studies that have evaluated the modes and mechanisms by which such institutions act and shape companies' export performance. This study's contribution is using structural equation modeling to show that institutional framework has no direct effect on export performance, but acts indirectly through specific transmission mechanisms. This approach points to social networks and innovation as two mechanisms that perform specific functions to configure institutional effects. Although the empirical results did not show statistical significance for the innovation dimension, the network mechanism has been shown as a specific and efficient mechanism for transmitting institutional framework effects on export performance. <![CDATA[Determinantes Nacionais e Setoriais da Estrutura de Capital na América Latina]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552014000500577&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Este estudo identificou o papel do ambiente nacional (Macroeconomia, Desenvolvimento Financeiro e Qualidade Institucional) e das características dos setores de atividade (Munificência, Dinamismo, Concentração, Ciclo de Vida, Dispersão da Eficiência Tecnológica, Dispersão da Qualidade dos Produtos, Poder de Barganha dos Clientes e Poder de Barganha dos Fornecedores) sobre o endividamento de 612 companhias abertas de sete países da América Latina (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru e Venezuela). Para fins de comparação, estende-se a análise, também, a 847 companhias dos Estados Unidos. O período estudado é o de 1996-2009 e, para a análise, utiliza-se o Modelo Linear Hierárquico, que permite controlar os efeitos de acordo com o nível das variáveis (país, setor, tempo e firma). Os resultados sugerem que o Desenvolvimento Financeiro facilita o acesso a recursos de terceiros e que a Qualidade Institucional é negativamente relacionada com a Alavancagem das empresas. Encontraram-se, também, evidências de que a Qualidade Institucional pode promover o desenvolvimento assimétrico entre o mercado acionário e o de crédito.<hr/>This study identified the role of the national environment (the Macroeconomy, Financial Development and Institutional Quality) and industry characteristics (Munificence, Dynamism, Concentration, Life Cycle, Technological Efficiency Dispersion, Product Quality Dispersion, Customer Bargaining Power and Supplier Bargaining Power) on debt of 612 listed companies from 7 Latin American countries (Argentina, Brazil, Chile, Colombia, Mexico, Peru and Venezuela). For comparison purposes, the analysis is also extended to 847 U.S. companies. The period of study is 1996-2009 and the analysis employed a Hierarchical Linear Model, which controls the effects according to the level of the variables (country, industry, time and firm). The results suggest that Financial Development eases access to external funds and Institutional Quality is negatively related to firm Leverage. The research also finds evidence that institutional quality can promote asymmetrical development between stock markets and credit markets. <![CDATA[Capacidade de Inovação: Revisão Sistemática da Literatura]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552014000500598&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Este trabalho contribui para consolidar a pesquisa acadêmica em capacidade de inovação. Para o desenvolvimento deste estudo, aplicou-se uma metodologia sistemática para revisão da literatura desde 1991. A bibliografia recuperada foi analisada e sintetizada em uma estrutura multidimensional composta de sete fatores determinantes da capacidade de inovação ─ liderança transformadora; intenção estratégica de inovar; gestão de pessoas para inovação; conhecimento do cliente e do mercado; gestão estratégica da tecnologia; organicidade da estrutura organizacional; e gestão de projetos ─ que resultam no desempenho em inovação de produtos e processos. Adicionalmente, fez-se um levantamento das práticas de gestão que caracterizam e embasam os fatores citados. A estrutura de fatores e a de lista de práticas de gestão podem ser utilizadas como base para futuras pesquisas empíricas ou como um guia para melhoria da capacidade da inovação da firma.<hr/>This work contributes to consolidate academic research on innovation capacity. A systematic methodology was applied to review the literature since 1991. The recovered literature was analyzed and synthesized into a multidimensional framework composed of 7 determinants of innovation capability - transformational leadership; strategic intent to innovate; personnel management innovation; customer and market knowledge; strategic management of technology; organicity of the organizational structure; and project management that results in performance innovation in products and processes. Additionally, an inventory of management practices that characterize and underpin the aforementioned factors was conducted and presented. The framework and the list of management practices can be used as a basis for future empirical research or as a guide for improving firms' innovation capabilities. <![CDATA[Pesquisa, Ensino e Prática de Gestão de Operações: Consonâncias e Divergências entre Três Mundos]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552014000500627&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Esta pesquisa analisou a importância atribuída às temáticas da Gestão de Operações a partir das perspectivas da pesquisa, do ensino e da prática empresarial. Os dados foram colhidos por meio de uma survey, também, analisando-se outras evidências da atenção de pesquisadores, professores e praticantes ao corpo de conhecimento da área. A análise baseada na survey não evidenciou diferenças significativas entre os três grupos de profissionais. Alguma dissonância se revelou, contudo, nas atividades profissionais cotidianas também analisadas. Dois temas figuraram entre os 10 mais presentes no dia a dia de pesquisadores, professores e praticantes de Gestão de Operações (Estratégias e políticas de produção e Gerenciamento da qualidade). Três temas (Gerenciamento das informações de operações, Sistemas de produção enxuta e Projeto, mensuração e melhoria do trabalho) destacaram-se entre os mais valorizados por pesquisadores e praticantes. Um tema (Gerenciamento da produção e processos) apresentou-se entre os 10 mais relevantes para professores e praticantes. Outros dois temas (Gestão da cadeia de suprimentos e Gerência de projetos) apareceram com frequência na pesquisa e no ensino.<hr/>This paper analyzes the importance assigned to Operations Management themes by researchers, educators and practitioners in the field. Data were collected by means of a survey and also by analyzing other evidence of concern to researchers, educators and practitioners. The analysis based on the survey did not reveal any significant differences between the three groups of professionals. Some dissonance was perceived, however, in the involvement of these professionals with such themes in their daily activities. Two themes appear among the ten most frequent themes depicted for the three professional groups (Production strategy and policies; and Quality management). Three themes (Operations information management; Lean production systems; and Work design, measurement and improvement) are among the most prevalent ones for researchers and practitioners. One theme (Operations and process management) is among the ten most relevant for educators and practitioners. Two other themes (Supply chain management; and Project management) frequently appear to be important for researchers and educators. <![CDATA[Perspectiva Institucional dos Sistemas de Informação em Saúde em Dois Estados Brasileiros]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552014000500650&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Os Sistemas de Informação em Saúde (SIS) são artefatos tecnológicos que respaldam gestores das três esferas governamentais a obter informações imprescindíveis para apoiarem a gestão e o planejamento do Sistema Único de Saúde (SUS). Neste estudo, foi escolhida a Teoria Institucional como lente teórica para analisar a incorporação de SIS na saúde pública brasileira, uma vez que pode existir uma influência direta do ambiente organizacional. Esta perspectiva possibilita encontrar explicações à influência dos fatores ambientais, sejam eles de cunho coercitivo, normativo ou mimético, no momento da decisão do uso de tecnologias em governos. O objetivo do artigo é verificar a influência desses fatores institucionais na utilização dos SIS pelas Secretarias Estaduais de Saúde (SES). Para atendimento do objetivo da pesquisa, optou-se por uma abordagem qualitativa, com estudos de casos múltiplos nas SES dos estados do Paraná e Rio Grande do Sul, tendo como unidade de análise o Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) e o Sistema de Informações Hospitalares Descentralizado (SIHD). Com base no modelo conceitual proposto, foram apresentados diferentes fatores institucionais que influenciam na utilização dos referidos SIS, na forma de pressões coercitivas, miméticas e normativas.<hr/>Health Information Systems (SIS) are technological artifacts allowing public managers in three government spheres to obtain essential information for the management and planning of the Brazilian Unified Health System (SUS - the public health system). Institutional Theory was chosen as the theoretical framework to analyze the incorporation of SIS in Brazilian public health, since there may be a direct influence from the organizational environment. This perspective makes it possible to find explanations for environmental factor influence, be they coercive, normative or mimetic, when deciding on the use of technology in government. The aim of this paper is to investigate the influence these institutional factors have on SIS use by State Health Departments (SES). In order to achieve our objective, we chose a qualitative approach, with multiple SES case studies in the states of Paraná and Rio Grande do Sul. The Mortality Information System (SIM) and the Decentralized Hospital Information System (SIHD) were considered the units of analysis for this study. Based on the proposed conceptual model, institutional factors that influence the use of these SIS, in the form of coercive, mimetic and normative pressures, are presented and analyzed. <![CDATA[Estresse, Enfrentamento e Qualidade de Vida: Um Estudo Sobre Gerentes Brasileiros]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552014000500670&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Este estudo analisa a relação entre o estresse percebido no trabalho, a estratégia de enfrentamento adotada e a qualidade de vida de gerentes atuantes em organizações brasileiras. Foram aplicados três instrumentos em conjunto: o Job Stress Scale, de Karasek, o Coping with Job Stress, de Latack, e o WHOQOL - Bref, da OMS, em uma amostra de 1.290 gerentes distribuídos pelo Brasil. Aplicou-se uma análise de correlação entre as variáveis: estresse, qualidade de vida e estratégia de enfrentamento. Para melhor avaliar a relação das três dimensões de interesse, foram desenvolvidos modelos de regressão linear e regressão logística. Os achados demonstraram que a maior parte dos gerentes encontra-se em um nível elevado de estresse, mas com bom suporte social e boa percepção quanto à sua qualidade de vida. A maioria utiliza estratégias de controle para enfrentamento do estresse. As estratégias de controle e administração de sintomas influenciam significativamente a percepção de qualidade de vida, enquanto que estratégias de evitação implicam em diminuição dessa percepção. Gerentes com alta tensão (Karasek &amp; Theorell, 1990) tendem a ter uma qualidade de vida mais pobre, mesmo moderada pelo apoio social.<hr/>This study analyzes the relationship between perceived stress at work, the coping strategy adopted, and the quality of life of active managers in Brazilian organizations. Three instruments were applied together: Karasek's Job Stress Scale, Latack's Coping with Job Stress and WHO'S WHOQOL-Bref to a sample of 1290 managers throughout Brazil. An analysis of the correlation between the variables stress, quality of life and coping strategy was applied. To further evaluate the relationship between the three dimensions of interest, linear and logistic regression models were developed. The findings show that most managers find themselves under a high stress level, but share good social support and have good perceptions about their quality of life. Most use control strategies to cope with stress. Control strategies and symptom management significantly influence the perception of quality of life, whereas avoidance strategies imply a decrease in this perception. Managers with jobs classified as high strain (Karasek &amp; Theorell, 1990) tend to have a poorer quality of life, even when moderated by social support. <![CDATA[Por que ler os clássicos no ensino e na pesquisa em administração?]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552014000500695&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Este estudo analisa a relação entre o estresse percebido no trabalho, a estratégia de enfrentamento adotada e a qualidade de vida de gerentes atuantes em organizações brasileiras. Foram aplicados três instrumentos em conjunto: o Job Stress Scale, de Karasek, o Coping with Job Stress, de Latack, e o WHOQOL - Bref, da OMS, em uma amostra de 1.290 gerentes distribuídos pelo Brasil. Aplicou-se uma análise de correlação entre as variáveis: estresse, qualidade de vida e estratégia de enfrentamento. Para melhor avaliar a relação das três dimensões de interesse, foram desenvolvidos modelos de regressão linear e regressão logística. Os achados demonstraram que a maior parte dos gerentes encontra-se em um nível elevado de estresse, mas com bom suporte social e boa percepção quanto à sua qualidade de vida. A maioria utiliza estratégias de controle para enfrentamento do estresse. As estratégias de controle e administração de sintomas influenciam significativamente a percepção de qualidade de vida, enquanto que estratégias de evitação implicam em diminuição dessa percepção. Gerentes com alta tensão (Karasek &amp; Theorell, 1990) tendem a ter uma qualidade de vida mais pobre, mesmo moderada pelo apoio social.<hr/>This study analyzes the relationship between perceived stress at work, the coping strategy adopted, and the quality of life of active managers in Brazilian organizations. Three instruments were applied together: Karasek's Job Stress Scale, Latack's Coping with Job Stress and WHO'S WHOQOL-Bref to a sample of 1290 managers throughout Brazil. An analysis of the correlation between the variables stress, quality of life and coping strategy was applied. To further evaluate the relationship between the three dimensions of interest, linear and logistic regression models were developed. The findings show that most managers find themselves under a high stress level, but share good social support and have good perceptions about their quality of life. Most use control strategies to cope with stress. Control strategies and symptom management significantly influence the perception of quality of life, whereas avoidance strategies imply a decrease in this perception. Managers with jobs classified as high strain (Karasek &amp; Theorell, 1990) tend to have a poorer quality of life, even when moderated by social support. <![CDATA[Réplica 1 ? Clássicos & formação em administração: O que, quando, para que]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552014000500710&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Este estudo analisa a relação entre o estresse percebido no trabalho, a estratégia de enfrentamento adotada e a qualidade de vida de gerentes atuantes em organizações brasileiras. Foram aplicados três instrumentos em conjunto: o Job Stress Scale, de Karasek, o Coping with Job Stress, de Latack, e o WHOQOL - Bref, da OMS, em uma amostra de 1.290 gerentes distribuídos pelo Brasil. Aplicou-se uma análise de correlação entre as variáveis: estresse, qualidade de vida e estratégia de enfrentamento. Para melhor avaliar a relação das três dimensões de interesse, foram desenvolvidos modelos de regressão linear e regressão logística. Os achados demonstraram que a maior parte dos gerentes encontra-se em um nível elevado de estresse, mas com bom suporte social e boa percepção quanto à sua qualidade de vida. A maioria utiliza estratégias de controle para enfrentamento do estresse. As estratégias de controle e administração de sintomas influenciam significativamente a percepção de qualidade de vida, enquanto que estratégias de evitação implicam em diminuição dessa percepção. Gerentes com alta tensão (Karasek &amp; Theorell, 1990) tendem a ter uma qualidade de vida mais pobre, mesmo moderada pelo apoio social.<hr/>This study analyzes the relationship between perceived stress at work, the coping strategy adopted, and the quality of life of active managers in Brazilian organizations. Three instruments were applied together: Karasek's Job Stress Scale, Latack's Coping with Job Stress and WHO'S WHOQOL-Bref to a sample of 1290 managers throughout Brazil. An analysis of the correlation between the variables stress, quality of life and coping strategy was applied. To further evaluate the relationship between the three dimensions of interest, linear and logistic regression models were developed. The findings show that most managers find themselves under a high stress level, but share good social support and have good perceptions about their quality of life. Most use control strategies to cope with stress. Control strategies and symptom management significantly influence the perception of quality of life, whereas avoidance strategies imply a decrease in this perception. Managers with jobs classified as high strain (Karasek &amp; Theorell, 1990) tend to have a poorer quality of life, even when moderated by social support. <![CDATA[Réplica 2 ? Por que ler os clássicos no ensino e na pesquisa em administração?]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552014000500719&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Este estudo analisa a relação entre o estresse percebido no trabalho, a estratégia de enfrentamento adotada e a qualidade de vida de gerentes atuantes em organizações brasileiras. Foram aplicados três instrumentos em conjunto: o Job Stress Scale, de Karasek, o Coping with Job Stress, de Latack, e o WHOQOL - Bref, da OMS, em uma amostra de 1.290 gerentes distribuídos pelo Brasil. Aplicou-se uma análise de correlação entre as variáveis: estresse, qualidade de vida e estratégia de enfrentamento. Para melhor avaliar a relação das três dimensões de interesse, foram desenvolvidos modelos de regressão linear e regressão logística. Os achados demonstraram que a maior parte dos gerentes encontra-se em um nível elevado de estresse, mas com bom suporte social e boa percepção quanto à sua qualidade de vida. A maioria utiliza estratégias de controle para enfrentamento do estresse. As estratégias de controle e administração de sintomas influenciam significativamente a percepção de qualidade de vida, enquanto que estratégias de evitação implicam em diminuição dessa percepção. Gerentes com alta tensão (Karasek &amp; Theorell, 1990) tendem a ter uma qualidade de vida mais pobre, mesmo moderada pelo apoio social.<hr/>This study analyzes the relationship between perceived stress at work, the coping strategy adopted, and the quality of life of active managers in Brazilian organizations. Three instruments were applied together: Karasek's Job Stress Scale, Latack's Coping with Job Stress and WHO'S WHOQOL-Bref to a sample of 1290 managers throughout Brazil. An analysis of the correlation between the variables stress, quality of life and coping strategy was applied. To further evaluate the relationship between the three dimensions of interest, linear and logistic regression models were developed. The findings show that most managers find themselves under a high stress level, but share good social support and have good perceptions about their quality of life. Most use control strategies to cope with stress. Control strategies and symptom management significantly influence the perception of quality of life, whereas avoidance strategies imply a decrease in this perception. Managers with jobs classified as high strain (Karasek &amp; Theorell, 1990) tend to have a poorer quality of life, even when moderated by social support. <![CDATA[Réplica 3 ? Clássicos... Quais clássicos? ? Antinomias e tensões no ?fazer ciência? em administração]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552014000500726&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Este estudo analisa a relação entre o estresse percebido no trabalho, a estratégia de enfrentamento adotada e a qualidade de vida de gerentes atuantes em organizações brasileiras. Foram aplicados três instrumentos em conjunto: o Job Stress Scale, de Karasek, o Coping with Job Stress, de Latack, e o WHOQOL - Bref, da OMS, em uma amostra de 1.290 gerentes distribuídos pelo Brasil. Aplicou-se uma análise de correlação entre as variáveis: estresse, qualidade de vida e estratégia de enfrentamento. Para melhor avaliar a relação das três dimensões de interesse, foram desenvolvidos modelos de regressão linear e regressão logística. Os achados demonstraram que a maior parte dos gerentes encontra-se em um nível elevado de estresse, mas com bom suporte social e boa percepção quanto à sua qualidade de vida. A maioria utiliza estratégias de controle para enfrentamento do estresse. As estratégias de controle e administração de sintomas influenciam significativamente a percepção de qualidade de vida, enquanto que estratégias de evitação implicam em diminuição dessa percepção. Gerentes com alta tensão (Karasek &amp; Theorell, 1990) tendem a ter uma qualidade de vida mais pobre, mesmo moderada pelo apoio social.<hr/>This study analyzes the relationship between perceived stress at work, the coping strategy adopted, and the quality of life of active managers in Brazilian organizations. Three instruments were applied together: Karasek's Job Stress Scale, Latack's Coping with Job Stress and WHO'S WHOQOL-Bref to a sample of 1290 managers throughout Brazil. An analysis of the correlation between the variables stress, quality of life and coping strategy was applied. To further evaluate the relationship between the three dimensions of interest, linear and logistic regression models were developed. The findings show that most managers find themselves under a high stress level, but share good social support and have good perceptions about their quality of life. Most use control strategies to cope with stress. Control strategies and symptom management significantly influence the perception of quality of life, whereas avoidance strategies imply a decrease in this perception. Managers with jobs classified as high strain (Karasek &amp; Theorell, 1990) tend to have a poorer quality of life, even when moderated by social support. <![CDATA[Tréplica ? A transcendência dos clássicos]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552014000500736&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Este estudo analisa a relação entre o estresse percebido no trabalho, a estratégia de enfrentamento adotada e a qualidade de vida de gerentes atuantes em organizações brasileiras. Foram aplicados três instrumentos em conjunto: o Job Stress Scale, de Karasek, o Coping with Job Stress, de Latack, e o WHOQOL - Bref, da OMS, em uma amostra de 1.290 gerentes distribuídos pelo Brasil. Aplicou-se uma análise de correlação entre as variáveis: estresse, qualidade de vida e estratégia de enfrentamento. Para melhor avaliar a relação das três dimensões de interesse, foram desenvolvidos modelos de regressão linear e regressão logística. Os achados demonstraram que a maior parte dos gerentes encontra-se em um nível elevado de estresse, mas com bom suporte social e boa percepção quanto à sua qualidade de vida. A maioria utiliza estratégias de controle para enfrentamento do estresse. As estratégias de controle e administração de sintomas influenciam significativamente a percepção de qualidade de vida, enquanto que estratégias de evitação implicam em diminuição dessa percepção. Gerentes com alta tensão (Karasek &amp; Theorell, 1990) tendem a ter uma qualidade de vida mais pobre, mesmo moderada pelo apoio social.<hr/>This study analyzes the relationship between perceived stress at work, the coping strategy adopted, and the quality of life of active managers in Brazilian organizations. Three instruments were applied together: Karasek's Job Stress Scale, Latack's Coping with Job Stress and WHO'S WHOQOL-Bref to a sample of 1290 managers throughout Brazil. An analysis of the correlation between the variables stress, quality of life and coping strategy was applied. To further evaluate the relationship between the three dimensions of interest, linear and logistic regression models were developed. The findings show that most managers find themselves under a high stress level, but share good social support and have good perceptions about their quality of life. Most use control strategies to cope with stress. Control strategies and symptom management significantly influence the perception of quality of life, whereas avoidance strategies imply a decrease in this perception. Managers with jobs classified as high strain (Karasek &amp; Theorell, 1990) tend to have a poorer quality of life, even when moderated by social support. <![CDATA[Qualidade de vida no trabalho: Uma abordagem centrada no olhar dos trabalhadores. Mário César Ferreira. Brasília: Paralelo 15, 2012. 341 p. ISBN978-85-86315-79-4]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552014000500745&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Este estudo analisa a relação entre o estresse percebido no trabalho, a estratégia de enfrentamento adotada e a qualidade de vida de gerentes atuantes em organizações brasileiras. Foram aplicados três instrumentos em conjunto: o Job Stress Scale, de Karasek, o Coping with Job Stress, de Latack, e o WHOQOL - Bref, da OMS, em uma amostra de 1.290 gerentes distribuídos pelo Brasil. Aplicou-se uma análise de correlação entre as variáveis: estresse, qualidade de vida e estratégia de enfrentamento. Para melhor avaliar a relação das três dimensões de interesse, foram desenvolvidos modelos de regressão linear e regressão logística. Os achados demonstraram que a maior parte dos gerentes encontra-se em um nível elevado de estresse, mas com bom suporte social e boa percepção quanto à sua qualidade de vida. A maioria utiliza estratégias de controle para enfrentamento do estresse. As estratégias de controle e administração de sintomas influenciam significativamente a percepção de qualidade de vida, enquanto que estratégias de evitação implicam em diminuição dessa percepção. Gerentes com alta tensão (Karasek &amp; Theorell, 1990) tendem a ter uma qualidade de vida mais pobre, mesmo moderada pelo apoio social.<hr/>This study analyzes the relationship between perceived stress at work, the coping strategy adopted, and the quality of life of active managers in Brazilian organizations. Three instruments were applied together: Karasek's Job Stress Scale, Latack's Coping with Job Stress and WHO'S WHOQOL-Bref to a sample of 1290 managers throughout Brazil. An analysis of the correlation between the variables stress, quality of life and coping strategy was applied. To further evaluate the relationship between the three dimensions of interest, linear and logistic regression models were developed. The findings show that most managers find themselves under a high stress level, but share good social support and have good perceptions about their quality of life. Most use control strategies to cope with stress. Control strategies and symptom management significantly influence the perception of quality of life, whereas avoidance strategies imply a decrease in this perception. Managers with jobs classified as high strain (Karasek &amp; Theorell, 1990) tend to have a poorer quality of life, even when moderated by social support.