Scielo RSS <![CDATA[Alea : Estudos Neolatinos]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=1517-106X20150002&lang=en vol. 17 num. 2 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[Editorial]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-106X2015000200001&lng=en&nrm=iso&tlng=en <![CDATA[CHILDHOOD]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-106X2015000200199&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumo O ponto de partida é a infância entendida não como um estágio evolutivo, mas como um estado da imaginação. Para isso, analisa-se O pequeno príncipe, um dos mais célebres textos que "ensinam a imaginação" (apontada como fonte e, inclusive, como refúgio do imaginário). O pequeno príncipe seria, nessa perspectiva, um texto emblemático sobre as relações que poderiam ser estabelecidas entre leitura, imaginação e infância.<hr/>Abstract The parting point is childhood understood not as an evolutionary state, but as a state of imagination. To this end, The little prince, one of the most famous texts that "teaches the imagination" (defining it as a source, and even as a refuge, of the imaginary) is analyzed. The little prince would, from this perspective, constitute a landmark text on the relationship that could be established between reading, imagination and childhood.<hr/>Resumen Se parte de la infancia entendida no como un estadio evolutivo sino como un estado de la imaginación. Para ello, se analiza El principito, uno de los más célebres textos que "enseñan la imaginación" (la señala como fuente, e incluso como refugio, de lo imaginario). El principito sería, desde esta perspectiva, un texto emblemático sobre las relaciones que podrían establecerse entre lectura, imaginación e infancia. <![CDATA[VIEWS OF PHILOSOPHY: INFANCY]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-106X2015000200216&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumo Este trabalho é um ensaio sobre as relações entre infância e filosofia. Sócrates e J.-F. Lyotard são as duas figuras principais que o inspiram. O primeiro, como um infante da filosofia, alguém que deu à filosofia uma infância como modo de vida, não apenas cronológica. O segundo, a partir de seu conceito de infantia, como forma do inumano que acompanha o ser humano na sua vida toda. A partir dessas inspirações, este ensaio busca tecer diversas relações da infância e da filosofia com conceitos como tempo, escola, política, escrita e arte.<hr/>Abstract This essay draws some lines on the relationship between infancy and philosophy. Socrates and Lyotard are the two mains inspiring figures. The former, as an infant of philosophy, who gave an infancy, not only chronological, to philosophy, as way of life. The later, with his concept of infantia, as a form of the inhuman that accompanies every human being in his whole life. From these two inspirations, this essay draws different relationships between childhood and philosophy with concepts like time, school, politics and arts.<hr/>Resumen Este trabajo es un ensayo sobre las relaciones entre infancia y filosofía. Sócrates y J.F. Lyotard son las dos figuras principales que lo inspiran. El primero, como un infante de la filosofía, alguien que le dio a la filosofía una infancia como modo de vida no solo cronológico. El segundo, a partir del concepto de infantia, como forma de lo inhumano que acompaña al ser humano en toda su vida. A partir de esas inspiraciones este ensayo busca establecer diversas relaciones de la infancia y la filosofía con conceptos como tiempo, escuela, política, escritura y arte. <![CDATA[CHILDHOOD GHOSTS WITH BOLTANSKI AND BENJAMIN]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-106X2015000200227&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumo O artigo considera a força estético-política de um imaginário associado à infância no trabalho do artista contemporâneo Christian Boltanski na pequena cidade francesa de Vitteaux, onde criou um teatrinho de sombras a céu aberto, projetando nas fachadas das casas, quando anoitece, imagens de bruxas, gatos pretos, morcegos, caveiras. Investiga-se essa coleção de monstros de feição infantil em reflexão cruzada com o pensamento de Walter Benjamin sobre a potência dos encontros repentinos com o mundo esquecido da infância. Ao promover um diálogo entre os dois autores, busca-se evidenciar articulações entre práticas estéticas e práticas políticas para pensar como o campo da infância pode ensejar novos modos de configurar, de sentir e de partilhar um ambiente em comum.<hr/>Abstract The article considers the aesthetic and political power of a childhood imagery in the work of contemporary artist Christian Boltanski. In the small French town of Vitteaux, he created an outdoor shadow theatre, projecting images of witches, black cats, bats and skulls on the facades of houses at night. We propose to examine Boltanski's collection of childish monsters through a reading of Walter Benjamin's thoughts on the forgotten world of childhood and the potentiality of coming through its sudden contact. By bringing these authors together, we want to show how aesthetic practices and political practices are intertwined and how the field of childhood can give rise to new ways of making, feeling and sharing a common environment.<hr/>Résumé L'article fait remarquer la force esthétique-politique d'un imaginaire associé à l'enfance, dans le travail de l'artiste contemporain Christian Boltanski, dans la petite ville française de Vitteaux, où il a monté un petit théâtre d'ombres en plein air, en projetant sur les façades des maisons, à la tombée de la nuit, des images de sorcières, de chats noirs, de chauves-souris, de têtes de mort. On cherche, dans cette collection de monstres d'aspect enfantin, des rapports avec la pensée de Walter Benjamin sur la force des rencontres inattendues avec le monde oublié de l'enfance. En réalisant une rencontre entre les deux auteurs, on cherche à mettre en évidence des articulations entre des pratiques esthétiques et des pratiques politiques pour penser comment le champ de l'enfance peut éveiller de nouveaux moyens de caractériser, de sentir et de partager une ambiance en commun. <![CDATA[INFANCIA CLANDESTINA OR THE WILL OF FAITH]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-106X2015000200246&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumo Este artigo discute como o filme Infancia clandestina (2012), de Benjamín Ávila, marca uma virada na representação cinematográfica da ditadura de 1976-1983, na Argentina. Por um lado, este filme se distancia de trabalhos de ficção como La historia oficial, de Luis Puenzo, regulado pelo arquivo e pelas evidências testemunhais e documentais disponíveis para o espectador para além do filme; por outro lado, a produção de Ávila não apenas inclui uma figura ausente nos filmes sobre o período feitos imediatamente após a ditadura, denominada guerrilheiro, mas também a desloca da verificação referencial demandada pelo testemunho e pela experiência autobiográfica da primeira pessoa para uma verificação que expressa - com a articulação imanente das unidades narrativas próprias da ficção - uma fábula de identidade comunitária sobre o passado histórico. Enquanto o mesmo poderia ser dito sobre documentários subjetivos mais recentes, centrados em um ponto de vista (aquele dos filhos de desaparecidos, que cresceram com uma biografia inventada) caracterizado pelo apagamento dos limites entre fato e ficção, como Los rubios, de Albertina Carri, ou M, de Nicolás Prividera, Infancia clandestina permanece isolado como um trabalho de ficção que, ao contrário desses filmes, abandona completamente o gênero documental. Finalmente, o artigo sugere que a alegorização do passado histórico em Infancia clandestina é tão poderoso que consegue subsumir numa narração ficcional o trauma da experiência dos anos da ditadura. O que se discute, portanto, não é a memória dessa narração, mas os modos e o valor dessa construção simbólica.<hr/>Abstract This article argues that Benjamin Ávila's Infancia clandestina (2012) marks a turning point in the cinematic representation of the 1976-1983 dictatorship in Argentina. On the one hand, this film distances itself from works of fiction such as Luis Puenzo's La historia oficial, regulated by the archive and by testimonial and documentary evidence available to the viewer beyond the film. Conversely, Ávila's film not only includes a figure absent in films on the period made immediately after the dictatorship, namely the guerrillero, but it also shifts its discourse away from the referential verification demanded by testimony and from the autobiographical experience of the first person, to one that expresses - with the immanent articulation of its own fictional narrative units - a tale of community identity over the historical past. While the same could be said about more recent subjective documentary films centred on a point of view (that of the children of the disappeared who have grown up with an invented biography) characterized by a blurring of the boundaries between fact and fiction, such as Albertina Carri's Los rubios or Nicolás Prividera's M, Infancia clandestina stands alone as a work of fiction that, unlike these films, abandons the documentary genre altogether. Ultimately, the article suggests that the allegorisation of the historic past in Infancia clandestina is so powerful that it manages to subsume in a fictional narration the trauma of the experience of the years of dictatorship. What is at issue here is not the memory of the narrative, but rather the value of symbolic construction.<hr/>Resumen Este artículo discute cómo Infancia clandestina (2012), de Benjamín Ávila, señala un viraje en la representación cinematográfica de la dictadura argentina de 1976-1983. Por un lado, el filme se distancia de trabajos de ficción como La historia oficial, de Luis Puenzo, regulado por el archivo y por las evidencias testimoniales y documentales disponibles para el espectador más allá del propio filme. Por otro lado, la producción de Ávila no sólo incluye una figura ausente en las películas sobre el período hechas inmediatamente después de la dictadura, denominada guerrillero, sino que la desplaza de la verificación referencial demandada por el testimonio y por la experiencia autobiográfica de la primera persona hacia una verificación que expresa - con la articulación inmanente de unidades narrativas propias de la ficción- una fábula de identidad comunitaria sobre el pasado histórico. Mientras lo mismo podría ser dicho sobre documentales subjetivos más recientes centrados en un punto de vista (el de los hijos de desaparecidos que crecieron con una biografía inventada) caracterizado por la borradura de los límites entre hecho y ficción, como Los rubios de Albertina Carri o M de Nicolás Prividera, Infancia clandestina permanece aislado como trabajo de ficción que, al contrario de esos filmes, abandona completamente el género documental. Por último, el artículo sugiere que la alegorización del pasado histórico en Infancia clandestina es tan poderosa que logra subsumir en una narración ficcional el trauma de la experiencia de los años de dictadura. Lo que se discute, por lo tanto, no es la memoria de esa narración, sino los modos y el valor de dicha construcción simbólica. <![CDATA[MARCELINO PAN Y VINO, A FOUNDATIONAL FILM ABOUT MASKING POLITICAL ORPHANHOOD]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-106X2015000200264&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumen Marcelino pan y vino (1954) del director húngaro Ladislao Vajda, y con la actuación estelar de Pablito Calvo es un film basado en un cuento popular religioso cuya versión escrita es de la autoría de José María Sánchez Silva (1952) quien participó de la escritura del guión. Este estudio se concentrará en el análisis fílmico; en la inversión de roles genéricos por la cual se feminiza a los frailes en su rol maternal, en la elipsis temporal en la que se sitúa la historia (1808-14), en el origen misterioso de Marcelino, entre los elementos más salientes. Asimismo se demostrará mediante los prejuicios religiosos y la represión política como el film enmascara el trauma de la Guerra civil española y los cientos de niños huérfanos como resultado del conflicto. Finalmente, se concluirá vinculando el film con el monumento del Valle de los Caídos como otro gesto simbólico religioso de reconciliación sobre la Guerra fratricida.<hr/>Resumo Marcelino pan y vino (1954), do diretor húngaro Ladislao Vajda, com a atuação estelar de Pablito Calvo é um filme baseado em um conto popular religioso, cuja versão escrita é de autoria de José María Sánchez Silva (1952), que participou da escrita do roteiro. O estudo se concentra na análise fílmica; na inversão dos papéis de gênero pela qual se feminiza os frades no seu rol maternal; na elipse temporal na qual se situa a historia (1808-14) e na origem misteriosa de Marcelino, dentre os elementos mais destacados. Da mesma forma, busca-se demonstrar mediante os preconceitos religiosos e a repressão política, como o filme mascara o trauma da Guerra civil espanhola e as centenas de crianças órfãs que resultaram do conflito. Finalmente, conclui-se vinculando o filme com o monumento do Valle de los caídos como outro gesto simbólico religioso de reconciliação sobre a guerra fratricida.<hr/>Abstract Marcelino pan y vino (1954) directed by Hungarian Ladislao Vajda, with the stellar participation of Pablito Calvo in the role of Marcelino is based on a popular religious story whose written version is authored by José María Sánchez Silva (1952). This study will focus on film analysis including: gender role inversion by which friars are feminized in their maternal role; temporal ellipsis situating the story in 1808-14; Marcelino and his mystery of origin, among some of the most salient aspects of the film. Moreover, the study argues that the religious and political prejudices are masked in order to render a mythological origin of an orphan child as a way to deal with the trauma of the Spanish Civil War in which hundreds of children were left orphans. Finally, it will conclude relating the film to the monument of the "Valle de los Caídos" as another religious symbolic act promoting social reconciliation about a fratricidal conflict. <![CDATA[IN THE FRENCH'S HIDEOUT: ON MANÈGES/LA CASA DE LOS CONEJOS BY LAURA ALCOBA]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-106X2015000200277&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumen El trabajo propone leer las diversas estrategias de traducción al español de Manèges. Petite histoire argentine de Laura Alcoba (2007), como una intervención textual que busca revertir la funcionalidad narrativa e identitaria que la lengua francesa construiría en esta novela. Para esto se visibiliza la figura de su traductor, el también novelista Leopoldo Brizuela, y se destacan las diversas maneras en que su traducción, aparecida en 2008 bajo el título de La casa de los conejos, reconvertiría las representaciones de una infancia signada por la memoria del terrorismo de estado durante la última dictadura argentina.<hr/>Abstract The article proposes to read some writing strategies of the Spanish translation of Manèges. Petite histoire argentine by Laura Alcoba (2007), considering this translation as a textual intervention that aims to revert the narrative and identity aspects based on the French language constructed by this novel. For this goal, the article stress its translator, the roman writer Leopoldo Brizuela, and focus the different ways in which his translation, La casa de los Conejos (2008), works on the representation of a childhood besieged by the memoire of the State terrorism during the last dictatorship in Argentina.<hr/>Resumo O trabalho propõe ler as diversas estratégias de tradução para o espanhol de Manèges. Petite histoire argentine de Laura Alcoba (2007), como uma intervenção textual que procura reverter a funcionalidade narrativa e identitária que a língua francesa construiria neste romance. Assim sendo, é destacada a figura do tradutor, o também romancista Leopoldo Brizuela, e são analisadas as várias formas nas quais essa tradução, aparecida em 2008 sob o título de La casa de los conejos, reconverteria as representações de uma infância caracterizada pela memória do terrorismo de estado durante a última ditadura argentina. <![CDATA[MIGUILINS' UNDEREXPOSED PORTRAITS]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-106X2015000200291&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumo Este texto tem como objetivo analisar as imagens da infância presentes nos relatos de memória de moradores do Vale do Jequitinhonha, nordeste de Minas Gerais, com base nas reflexões de Georges Didi-Huberman a respeito da representação dos povos, sua super ou subexposição, assim como na arqueologia dos brinquedos proposta por Walter Benjamin. Observa-se, ainda, a estreita relação existente entre o universo descrito nesses relatos e a poética de Guimarães Rosa.<hr/>Abstract This text aims to analyse the childhood images presented in Vale do Jequitinhonha inhabitants' memory stories, located in the northeast of Minas Gerais, based on Georges Didi-Huberman studies on peoples' representations, their over or underexposure, as well as on the toys' archaeology proposed by Walter Benjamin. We observe, moreover, a narrow relationship between the universe describe by these stories and Guimaraes Rosa's poetics.<hr/>Resumen Este texto tiene como objetivo analizar las imágenes de la infancia presentes en los relatos de memoria de habitantes del Vale do Jequitinhonha, nordeste de Minas Gerais, con base en las reflexiones de Georges Didi-Huberman acerca de la representación de los pueblos, su sobrexposición o subexposición, así como en la arqueología de los juguetes propuesta por Walter Benjamin. Se observa, aún, la estrecha relación existente entre el universo descripto en esos relatos y la poética de Guimarães Rosa. <![CDATA[A BOY IN LANDSCAPEHOOD: FAR AWAY AND LONG AGO BY WILLIAM HENRY HUDSON]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-106X2015000200305&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumen El presente artículo se interroga sobre la construcción de la memoria de infancia en Allá lejos y hace tiempo de Guillermo Enrique Hudson, concibiendo esta memoria, no tanto como una evocación de la temporalidad perdida sino de un espacio y un paisaje perdidos, el de la pampa, a mediados del siglo XIX. Leemos aquí las estrategias de construcción de aquello que Susan Stewart denomina "la enfermedad social de la nostalgia", así como la concepción de memoria que organiza esta autobiografía de infancia.<hr/>Resumo O artigo indaga a construção da memória de infância em Allá lejos y hace tiempo de Guillermo Enrique Hudson, concebendo essa memória não como uma evocação da temporalidade, mas de um espaço e uma paisagem perdidos: o espaço dos pampas ao redor dos anos cinquenta do século dezenove. Lemos as estratégias de construção daquilo que Susan Stewart denomina "a enfermidade social da nostalgia", como também a concepção da memória que organiza esta autobiografia de infância.<hr/>Abstract This paper explores the construction of childhood memory in Far Away and Long Ago by William Henry Hudson. We consider memory an evocation, rather than of a lost temporality, of a lost space and landscape, namely the Pampas in mid-19th Century. We study the strategies of construction of what Susan Stewart calls "nostalgia as a social disease", as well as the concept of memory that organizes this autobiography of childhood. <![CDATA[IMAGINATION OF INFANCY IN MEMORIAS DE ALTAGRACIA]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-106X2015000200322&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumen Este artículo considera Memorias de Altagracia (1974) del venezolano Salvador Garmendia con el propósito de revisar aspectos de su escritura, en especial su modo de procesar el pasado y su configuración excéntrica de una experiencia traducida desde una perspectiva celebratoria de la infancia y el juego. El artículo también considera la importancia de dichas opciones y ciertas operaciones que permiten a Garmendia construir su particular autobiografía memorialista.<hr/>Abstract This article focuses on Memorias de Altagracia (1974) by the Venezuelan Salvador Garmendia with the purpose of reviewing aspects of his writing, his way of processing the past and his eccentric configuration of the experience that celebrates infancy and playing. This article also considers the importance of these options and operations that have helped Garmendia build his particular memorialistic-auto- biography.<hr/>Resumo O artigo foca Memorias de Altagracia (1974) do venezuelano Salvador Garmendia com o propósito de revisar aspectos de sua escrita, em especial, o modo de processar o passado e a configuração excêntrica de uma experiência, traduzida a partir de uma perspectiva que celebra a infância e do jogo. O artigo também considera a importância dessas opções e algumas operações que permitem a Garmendia construir sua particular autobiografia memorialística. <![CDATA[CHILDHOOD AND POETRY IN THE FINAL LYRIC OF JORGE DE LIMA]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-106X2015000200336&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumo Neste texto, pretendemos analisar como Jorge de Lima se utiliza de alguns aspectos relacionados ao mundo lúdico infantil e da memória de sua infância para a criação de Invenção de Orfeu.<hr/>Abstract In this text, we intend to analyze as Jorge de Lima make use of some features related to childish world and his boyhood memories for creation of Invenção de Orfeu.<hr/>Resumen En este texto, nos proponemos analizar cómo Jorge de Lima utiliza algunos aspectos relacionados con el mundo lúdico de los niños y el recuerdo de su infancia en la creación de la Invenção de Orfeu. <![CDATA[FULL OF GRACE: THE POETICS OF THE MINIMUM IN THE WORKS OF GUIMARÃES ROSA AND OSMAN LINS]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-106X2015000200353&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumo Este ensaio discute a agraciada força das poéticas "menores" de dois grandes vates da literatura brasileira moderna: Guimarães Rosa e Osman Lins, através da análise do papel do riso e da comicidade na construção metalinguística de algumas de suas obras, que refletem, cada uma a seu modo, uma visão de mundo curiosamente próxima - afeita aos princípios da carnavalização e do circo. A alegria é, para esses escritores, a pedra fundamental de uma estética do insignificante e do ínfimo, e de uma ética profundamente humana, de vida, morte e renovação.<hr/>Abstract This essay discusses the blessed strength of the poetics of the "minor" literature of Guimaraes Rosa and Osman Lins, two big vates of modern Brazilian literature. We discuss the role of laughter and comedy in some metalinguistic constructions of their works that reflect, each in its way, a worldview curiously close and accustomed to the principles of carnivalization and circus. Joy is, for these writers, the cornerstone of an aesthetics of the small and the insignificant; and of a deeply human ethics of life, death and renewal.<hr/>Resumen Este ensayo analiza la fuerza de poética galardonado "menor" de dos grandes vates de la literatura brasileña moderna: Guimarães Rosa y Osman Lins, examinando el papel de la risa y el humor en la construcción metalingüística de algunas de sus obras que reflejan cada uno de los a su manera, una visión del mundo con curiosidad siguiente - acostumbrado a los principios de la carnavalización y circo. La alegría es, para estos autores, la piedra angular de una estética de la insignificante y despreciable; y de una ética profundamente humana, de la vida, la muerte y la renovación. <![CDATA[W OR THE INVENTION OF MEMORY AS AN INSCRIPTION OF THE SUBJECT]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-106X2015000200368&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumo Em 1975, Georges Perec publica W ou le souvenir d'enfance, obra ao mesmo tempo ficcional e autobiográfica, na qual dois regimes diferentes de enunciação aparecem lado a lado. Em seu livro, Perec coloca em cena esse indecidível entre o imperativo de narrar o que ele não viveu e sua impossibilidade absoluta, desenvolvendo uma estratégia narrativa na qual, através da ficção, ele procura enfrentar sua falta de lembranças. O objetivo deste artigo é analisar o modo como esses dois regimes operam, permitindo a criação de um espaço duplo em que autor e narrador não cessam de se confundir em um jogo em que o sujeito só pode existir sob o risco de sua completa dissolução.<hr/>Abstract In 1975, Georges Perec published W ou le souvenir d'enfance, a work that is both fictional and autobiographical, and in which there are two different systems of enunciation side by side. In his book, Perec shows this undecidability between the imperative of narrating that which he hasn't lived and the complete impossibility of such narrative. By developing a narration strategy based on a certain use of fiction, Perec tries to face his lack of memories. This paper aims at analyzing how these two systems operate in order to create a double space where author and narrator get mixed up, creating a game in which the subject can only exist at the risk of his complete dissolution.<hr/>Resume En 1975, Georges Perec fait publier W ou le souvenir d'enfance, œuvre à la fois fictionnelle et autobiographique où deux régimes différents d'énonciation sont mis côte à côte. Dans ce textePerec met en scène cet indécidable entre l'impératif de narrer ce qu'il n'a pas vécu et son impossibilité absolue, développant une stratégie narrative où, à travers la fiction, il essaie de faire face à l'expérience de son manque de souvenirs. Le but de cet article est d'analyser la façon dont ces deux régimes opèrent pour permettre la création de cet espace double où l'auteur et le narrateur ne cessent de se confondre dans un jeu où le sujet ne peut exister qu'au risque de sa complète dissolution. <![CDATA[SCHOOL ESSAYS AND DIARIES: SCANDALOUS WRITING]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-106X2015000200377&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumo Este ensaio é produto de um mergulho crítico nas obras Elogio da madrasta, de Mario Vargas Llosa, e O caderno rosa de Lori Lamby, de Hilda Hilst, analisando o tratamento dado por essas obras à questão da sexualidade infantil. Darei destaque para a figura da criança sedutora como personagem ficcional que, através da escrita, possibilita uma reflexão sobre a literatura, a infância e a sexualidade.<hr/>Abstract This essay is a critical immersion in Mario Vargas Llosa's Elogio da madrasta and in Hilda Hilst's O caderno rosa de Lori Lamby, focusing on the matter of children's sexuality. I will privilege the figure of the seductive child as a writer, namely a fictional character that makes possible a reflection on literature, childhood and sexuality.<hr/>Resumen Este ensayo es una immersión crítica en Elogio de la madrastra, de Mario de Vargas Llosa, y O caderno rosa de Lori Lamby, de Hilda Hilst, analizando el tratamiento dado a la cuestión de la sexualidad infantil. Daré destaque a la figura del niño seductor como personaje ficticio que, a través de la escritura, posibilita una reflexión sobre la literatura, la infancia y la sexualidad. <![CDATA[A FORÇA ÉTICA DE UMA REFLEXÃO]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-106X2015000200393&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumo Este ensaio é produto de um mergulho crítico nas obras Elogio da madrasta, de Mario Vargas Llosa, e O caderno rosa de Lori Lamby, de Hilda Hilst, analisando o tratamento dado por essas obras à questão da sexualidade infantil. Darei destaque para a figura da criança sedutora como personagem ficcional que, através da escrita, possibilita uma reflexão sobre a literatura, a infância e a sexualidade.<hr/>Abstract This essay is a critical immersion in Mario Vargas Llosa's Elogio da madrasta and in Hilda Hilst's O caderno rosa de Lori Lamby, focusing on the matter of children's sexuality. I will privilege the figure of the seductive child as a writer, namely a fictional character that makes possible a reflection on literature, childhood and sexuality.<hr/>Resumen Este ensayo es una immersión crítica en Elogio de la madrastra, de Mario de Vargas Llosa, y O caderno rosa de Lori Lamby, de Hilda Hilst, analizando el tratamiento dado a la cuestión de la sexualidad infantil. Daré destaque a la figura del niño seductor como personaje ficticio que, a través de la escritura, posibilita una reflexión sobre la literatura, la infancia y la sexualidad. <![CDATA[MONSTROS E ARQUIVOS. TEXTOS CRÍTICOS REUNIDOS]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-106X2015000200398&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumo Este ensaio é produto de um mergulho crítico nas obras Elogio da madrasta, de Mario Vargas Llosa, e O caderno rosa de Lori Lamby, de Hilda Hilst, analisando o tratamento dado por essas obras à questão da sexualidade infantil. Darei destaque para a figura da criança sedutora como personagem ficcional que, através da escrita, possibilita uma reflexão sobre a literatura, a infância e a sexualidade.<hr/>Abstract This essay is a critical immersion in Mario Vargas Llosa's Elogio da madrasta and in Hilda Hilst's O caderno rosa de Lori Lamby, focusing on the matter of children's sexuality. I will privilege the figure of the seductive child as a writer, namely a fictional character that makes possible a reflection on literature, childhood and sexuality.<hr/>Resumen Este ensayo es una immersión crítica en Elogio de la madrastra, de Mario de Vargas Llosa, y O caderno rosa de Lori Lamby, de Hilda Hilst, analizando el tratamiento dado a la cuestión de la sexualidad infantil. Daré destaque a la figura del niño seductor como personaje ficticio que, a través de la escritura, posibilita una reflexión sobre la literatura, la infancia y la sexualidad. <![CDATA[ERRATA]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-106X2015000200402&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumo Este ensaio é produto de um mergulho crítico nas obras Elogio da madrasta, de Mario Vargas Llosa, e O caderno rosa de Lori Lamby, de Hilda Hilst, analisando o tratamento dado por essas obras à questão da sexualidade infantil. Darei destaque para a figura da criança sedutora como personagem ficcional que, através da escrita, possibilita uma reflexão sobre a literatura, a infância e a sexualidade.<hr/>Abstract This essay is a critical immersion in Mario Vargas Llosa's Elogio da madrasta and in Hilda Hilst's O caderno rosa de Lori Lamby, focusing on the matter of children's sexuality. I will privilege the figure of the seductive child as a writer, namely a fictional character that makes possible a reflection on literature, childhood and sexuality.<hr/>Resumen Este ensayo es una immersión crítica en Elogio de la madrastra, de Mario de Vargas Llosa, y O caderno rosa de Lori Lamby, de Hilda Hilst, analizando el tratamiento dado a la cuestión de la sexualidad infantil. Daré destaque a la figura del niño seductor como personaje ficticio que, a través de la escritura, posibilita una reflexión sobre la literatura, la infancia y la sexualidad.