Scielo RSS <![CDATA[Revista Brasileira de Medicina do Esporte]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=1517-869220170002&lang=en vol. 23 num. 2 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[VASTUS LATERALIS OBLIQUE ACTIVITY DURING GAIT OF SUBJECTS WITH PATELLOFEMORAL PAIN]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922017000200088&lng=en&nrm=iso&tlng=en ABSTRACT Introduction: So far, little is known about the behavior of electromyographic activity of vastus lateralis oblique muscle during treadmill gait in subjects with and without patellofemoral pain syndrome. Objective: The purpose of this study was to investigate the electromyographic activity of the patellar stabilizers muscles and the angle of the knee joint flexion in subjects with and without patellofemoral pain syndrome. Method: Fifteen subjects without (21 ± 3 years) and 12 with patellofemoral pain syndrome (20 ± 2 years) were evaluated. The electromyographic activity and flexion angle of the knee joint were obtained during gait on the treadmill with a 5 degree inclination. Results: The knee flexion angle was significantly lower in the subjects with patellofemoral pain syndrome when compared with the healthy controls. The electromyographic activity of vastus lateralis longus was significantly greater during gait on the treadmill with inclination in subjects with patellofemoral pain syndrome. The results also showed that the electromyographic activity of vastus lateralis oblique and vastus medialis oblique were similar in both groups, regardless of the condition (with/without inclination). Conclusion: We have shown that knee kinematics during gait differs among patients with and without patellofemoral pain syndrome and healthy controls and that a different motor strategy persists even when the pain is no longer present. In addition, the findings suggested that the vastus lateralis oblique has a minor role in patellar stability during gait.<hr/>RESUMO Introdução: Até o presente, pouco é conhecido sobre o comportamento da atividade eletromiográfica do músculo vasto lateral oblíquo durante a marcha em esteira em sujeitos com e sem síndrome da dor femoropatelar. Objetivo: A finalidade deste estudo foi investigar a atividade eletromiográfica dos músculos estabilizadores patelares e o ângulo de flexão do joelho em sujeitos com e sem síndrome da dor femoropatelar. Método: Quinze sujeitos sem (21 ± 3 anos) e 12 com síndrome da dor femoropatelar (20 ± 2 anos) foram avaliados. A atividade eletromiográfica e o ângulo de flexão da articulação do joelho foram obtidos durante a marcha em esteira com inclinação de 5 graus. Resultados: O ângulo de flexão do joelho foi significativamente menor nos sujeitos com síndrome da dor femoropatelar quando comparados aos controles saudáveis. A atividade eletromiográfica do vasto lateral longo foi significativamente maior durante a marcha na esteira com inclinação nos sujeitos com síndrome da dor femoropatelar. Os resultados também mostraram que a atividade eletromiográfica dos músculos vasto lateral oblíquo e vasto medial oblíquo foram similares em ambos os grupos, independentemente da condição (com e sem inclinação). Conclusão: Mostramos que a cinemática do joelho durante a marcha é diferente entre sujeitos com e sem síndrome da dor femoropatelar e que a estratégia motora diferente persiste mesmo quando a dor não está mais presente. Adicionalmente, os achados sugerem que o vasto lateral oblíquo tem papel secundário na estabilidade patelar durante a marcha.<hr/>RESUMEN Introducción: Hasta la fecha, se sabe poco sobre el comportamiento de la actividad electromiográfica del músculo vasto lateral oblicuo durante la marcha sobre una cinta rodante en sujetos con y sin síndrome del dolor femoropatelar. Objetivo: El propósito de este estudio fue investigar la actividad electromiográfica de los músculos estabilizadores de la rótula y el ángulo de flexión de la articulación de la rodilla en sujetos con y sin síndrome del dolor femoropatelar. Método: Se evaluaron 15 sujetos sin (21 ± 3 años) y 12 con dolor femoropatelar (20 ± 2 años). La actividad electromiográfica y el ángulo de flexión de la articulación de la rodilla se obtuvieron analizando la marcha en una cinta rodante con inclinación de 5 grados. Resultados: El ángulo de flexión de la articulación de la rodilla fue significativamente menor en los sujetos con síndrome femoropatelar en comparación con los controles sanos. La actividad electromiográfica del músculo vasto lateral largo fue significativamente mayor durante la marcha en cinta rodante con inclinación en sujetos con síndrome femoropatelar. Los resultados también mostraron que la actividad electromiográfica de los músculos vasto lateral oblicuo y vasto medial oblicuo fueron similares en ambos grupos, independientemente de la condición (plana e inclinada). Conclusión: Hemos demostrado que la cinemática de la rodilla durante la marcha difiere entre los sujetos con y sin síndrome femoropatelar y la estrategia motora diferente persiste también cuando el dolor ya no está presente. Además, los hallazgos sugieren que el músculo vasto lateral oblicuo tiene un papel menor en la estabilidad de la rótula durante la marcha. <![CDATA[CROSS-CULTURAL ADAPTATION OF THE QUESTIONNAIRE THREE DAY PHYSICAL ACTIVITY RECALL]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922017000200093&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO Introdução: Diversos são os instrumentos que mensuram atividade física no Brasil. Um deles é o Three Day Physical Activity Recall, porém, até o momento, nenhuma ferramenta foi submetida à adaptação transcultural. Objetivo: Descrever os procedimentos e critérios de escolha do Three Day Physical Activity Recall quanto à equivalência conceitual, semântica e de itens, que resultou na versão brasileira para adolescentes de 10 a 12 anos. Métodos: Foram compilados artigos que continham o instrumento de autorrelato, que tivessem como variáveis de interesse o nível de atividade física e o custo energético. As buscas foram realizadas nas bases de dados BIREME, LILACS, MEDLINE, PubMed, SciELO, Web of Science e SPORTDiscus. Seguiram-se as etapas da adaptação transcultural: dez doutores e 30 membros da população-alvo participaram da avaliação e adequação do constructo à cultura brasileira (equivalência conceitual e de itens) e a versão em português do instrumento seguiu todas as recomendações para equivalência semântica. Resultados: São apresentadas as avaliações dos doutores sobre a versão em português do instrumento, envolvendo questões sobre regionalidade das atividades, dificuldade cognitiva para o autorrelato, instruções, capacidade de mensuração da atividade física e seus domínios. As diferentes versões de tradução e re-tradução do instrumento, com destaque para as modificações solicitadas, assim como a versão final são apresentadas. Conclusões: Tendo sido satisfeitos os pré-requisitos da adaptação transcultural, concluiu-se que o instrumento está adaptado para a população e cultura alvo; entretanto, as qualidades psicométricas, a reprodutibilidade, a validade, o constructo e o critério devem ser testados.<hr/>ABSTRACT Introduction: There are several tools that measure physical activity in Brazil. One of them is the Three Day Physical Activity Recall; however, until now, no tool was subjected to cross-cultural adaptation. Objective: To describe the procedures and criteria for selecting the Three Day Physical Activity Recall on the conceptual, semantic and items equivalence, which resulted in the Brazilian version for adolescents from 10 to 12 years. Methods: Articles have been compiled containing the self-report instrument that had as variables of interest the level of physical activity and energy cost. A survey was conducted in the following databases: BIREME, LILACS, MEDLINE, PubMed, SciELO, Web of Science, and SPORTDiscus. The steps of cultural adaptation came next: 10 doctors and 30 members of the target population participated of the evaluation and adjustment of the construct to the Brazilian culture (conceptual and item equivalence) and the Portuguese version of the instrument followed all recommendations for semantic equivalence. Results: Here we present the evaluations of doctors on the Portuguese version of the instrument, involving questions about regionality of activities, cognitive impairment to self-report, instructions, ability to measure physical activity and their domains. The different versions of the translation and retranslation of the tool, highlighting on the changes requested as well as the final version are presented. Conclusions: Since the prerequisites of cultural adaptation have been met, it was concluded that the tool is adapted for the target population and culture; nevertheless, the psychometric qualities, reproducibility and validity, construct and criterion must be tested.<hr/>RESUMEN Introducción: Existen varios instrumentos que miden la actividad física en Brasil. Uno de ellos es el Three Day Physical Activity Recall. Sin embargo, hasta el momento, ninguna herramienta se sometió a una adaptación transcultural. Objetivo: Describir los procedimientos y criterios para la selección de Three Day Physical Activity Recall relativos a la equivalencia conceptual, semántica y de ítems, lo que resultó en la versión brasileña para adolescentes de 10 a 12 años. Métodos: Se han compilado artículos que contienen el instrumento de autoinforme que tenían como variable de interés el nivel de actividad y los costos energéticos. Las búsquedas se realizaron en las bases de datos BIREME, LILACS, MEDLINE, PubMed, SciELO, Web of Science y SPORTDiscus. Luego vinieron las etapas de adaptación transcultural: diez doctores y 30 miembros de la población objetivo participaron de la evaluación y la adecuación del constructo a la cultura brasileña (equivalencia conceptual y de ítems) y la versión en portugués del instrumento ha seguido todas las recomendaciones para equivalencia semántica. Resultados: Se presentan las evaluaciones de los doctores sobre la versión en portugués del instrumento, que implica cuestiones sobre la regionalidad de las actividades, dificultad cognitiva para el autoinforme, las instrucciones, la capacidad de medición de la actividad física y sus dominios. Se presentan las diferentes versiones de traducción y re-traducción del instrumento, destacando los cambios solicitados, así como en la versión final. Conclusiones: Después de haber satisfecho los prerrequisitos de adaptación transcultural se concluyó que el instrumento se adapta a la población y cultura objetivo; no obstante, las cualidades psicométricas, la reproducibilidad, la validez, el constructo y el criterio deben ser probados. <![CDATA[PHYSICAL FITNESS AND INJURIES: 54 WEEKS OF PHYSICAL TRAINING AMONG MILITARY POLICE OFFICERS]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922017000200098&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO Introdução: A aptidão física é imprescindível para policiais militares. Entretanto, apesar de a finalidade do treinamento militar ser o aperfeiçoamento de diferentes componentes da aptidão física, sua execução de forma não adequada pode associar-se ao desenvolvimento de lesões musculoesqueléticas. Objetivo: Verificar o efeito do treinamento físico militar sobre indicadores de aptidão física e incidência de lesões musculoesqueléticas em participantes do Curso de Formação de Soldados da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Método: A amostra foi composta por 86 homens que foram submetidos ao Teste de Aptidão Física no início e depois de 54 semanas de treinamento. As informações sobre lesões foram obtidas com questionário específico. Resultados: Houve melhora significativa do volume máximo de oxigênio (VO2máx), resistência muscular localizada, força e velocidade ao final do treinamento. Entretanto, 45,3% dos policiais sofreram uma ou mais lesões, sendo 65,6% delas concentradas nos membros inferiores, 18% nos membros superiores e 16,4% no tronco e na cabeça. O nível osteoarticular concentrou 50,8% das lesões, o nível músculo-ligamentar, 26,3% e o tegumentar, 22,9%. Conclusão: Apesar do resultado satisfatório em relação à aptidão física, a incidência de lesões entre os policiais foi elevada.<hr/>ABSTRACT Introduction: Physical fitness is imperative for military police officers. However, although the purpose of military training is to improve different components of physical fitness, its inadequate performance may be associated with the development of musculoskeletal injuries. Objective: To verify the effect of military physical training on indicators of physical fitness and incidence of musculoskeletal injuries in participants of the Training Course of Military Police Officers in the State of São Paulo. Methods: The sample consisted of 86 men who were submitted to the Physical Fitness Test at the beginning and after 54 weeks of training. Information on injuries was obtained with a specific questionnaire. Results: There was significant improvement in maximum oxygen uptake (VO2max), localized muscle endurance, strength and velocity at the end of training. However, 45.3% of the officers suffered one or more injuries, 65.6% of which were concentrated in the lower limbs, 18% in the upper limbs, and 16.4% in the torso and head. The osteoarticular level concentrated 50.8% of the injuries, the musculoligamentous level, 26.3%, and the tegumentary level, 22.9%. Conclusion: Despite the satisfactory results regarding physical fitness, the incidence of injuries among military police officers was high.<hr/>RESUMEN Introducción: La buena aptitud física es indispensable para la policía militar. Si embargo, aunque el propósito del entrenamiento militar sea la mejora de los diferentes componentes de condición física, su ejecución inadecuada puede estar asociada con el desarrollo de lesiones musculoesqueléticas. Objetivo: Verificar el efecto del entrenamiento físico militar sobre los indicadores de aptitud física y la incidencia de lesiones musculoesqueléticas en los participantes del Curso de Entrenamiento de Soldados de la Policía Militar del Estado de São Paulo. Método: La muestra consistió en 86 hombres que fueron sometidos a la Prueba de Aptitud Física al inicio y después de 54 semanas de entrenamiento. La información sobre lesiones se obtuvo con cuestionario específico. Resultados: Hubo una mejora significativa del consumo máximo de oxígeno (VO2máx), la resistencia muscular localizada, fuerza y velocidad al final del entrenamiento. Sin embargo, el 45,3% de los policías sufrieron una o más lesiones, siendo el 65,6% concentrado en las extremidades inferiores, el 18% en las extremidades superiores y el 16,4% en el torso y la cabeza. El nivel osteoarticular concentra el 50,8% de las lesiones, el nivel musculoligamentoso, 26,3% y el tegumentario, 22,9%. Conclusión: A pesar de los resultados satisfactorios en términos de aptitud física, la incidencia de las lesiones entre los policías fue alto. <![CDATA[PHYSICAL INACTIVITY AND ADVERSE HEALTH BEHAVIORS AMONG UNIVERSITY TEACHERS]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922017000200103&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO Introdução: A inatividade física onera a sociedade pelo crescente custo dos cuidados médicos e perda de produtividade, além de figurar entre os quatro principais fatores de risco de doenças crônicas. Objetivo: Verificar os fatores associados à inatividade física, avaliada pela taxa de equivalentes metabólicos (MET), entre professores de uma universidade pública. Métodos: Estudo transversal, com amostra probabilística, incluindo 163 trabalhadores. Além da inatividade física (&lt;450 MET.min/semana), avaliaram-se idade, sexo, estado civil, tabagismo, consumo excessivo de álcool, percepção da saúde e do estresse, presença de diabetes, hipertensão, lombalgia, depressão, doenças do coração e consumo de frutas/verduras/legumes, gordura não saudável, refrigerante e sal. As razões de prevalências e os intervalos de confiança (95%) foram estimados pela regressão de Poisson. Resultados: Os participantes fisicamente inativos tinham menor consumo de frutas/verduras/legumes, consumo excessivo de álcool e pior percepção da saúde. Conclusão: Sugere-se que a inatividade física está associada a um maior perfil de risco de saúde, e a ocorrência simultânea desses fatores deve ser considerada no planejamento das ações de saúde para grupos de trabalhadores e população geral.<hr/>ABSTRACT Introduction: Physical inactivity burdens society by increasing the costs of medical care and loss of productivity, and appears among the four major risk factors for chronic diseases. Objective: To identify the factors associated with physical inactivity, as assessed by metabolic equivalent rate (MET), among teachers of a public university. Methods: Cross-sectional study with probabilistic sample including 163 workers. In addition to physical inactivity (&lt;450 MET.min/week), we evaluated age, sex, marital status, smoking, excessive alcohol consumption, health and stress perception, diabetes, hypertension, low back pain, depression, heart disease and consumption of fruits/vegetables/legumes, unhealthy fat, soft drinks and salt. Prevalence ratios and confidence intervals (95%) were estimated by Poisson regression. Results: The physically inactive participants had a lower intake of fruits/vegetables/legumes, higher alcohol consumption and worse perception of health. Conclusion: We suggest that physical inactivity is associated with a higher profile of health risk and that the simultaneous occurrence of these factors should be considered in the planning of health programs for groups of workers and general population.<hr/>RESUMEN Introducción: La inactividad física sobrecarga la sociedad debido al aumento de los costos de los cuidados médicos y la pérdida de productividad, además de figurar entre los cuatro principales factores de riesgo de enfermedades crónicas. Objetivo: Verificar los factores asociados a la inactividad física, evaluados por la tasa metabólica equivalente (MET) entre profesores de una universidad pública. Métodos: Estudio transversal, con una muestra probabilística, incluyendo 163 trabajadores. Además de la inactividad física (&lt;450 MET.min/semana), se evaluó edad, sexo, estado civil, tabaquismo, consumo excesivo de alcohol, percepción de salud y el estrés, diabetes, hipertensión, dolor lumbar, depresión, enfermedad cardiaca y el consumo de frutas/verduras/legumbres, grasa no saludable, refrigerantes y sal. Las tasas de prevalencia e intervalos de confianza (95%) se estimaron mediante regresión de Poisson. Resultados: Los participantes físicamente inactivos presentaron menor consumo de frutas/verduras/legumbres, mayor consumo de alcohol y peor percepción de la salud. Conclusión: Se sugiere que la inactividad física se asocia con un perfil de mayor riesgo para la salud y que la ocurrencia simultánea de estos factores debe ser considerada en la planificación de acciones de salud para los grupos de trabajadores y la población en general. <![CDATA[EFFECT OF PHYSICAL EFFORT ON SHOOTING PERFORMANCE OF MILITARY OFFICERS OF THE RIOT POLICE]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922017000200109&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO Introdução: O uso de arma de fogo por policiais militares normalmente é precedido por perseguição a pé, e as alterações fisiológicas produzidas pelo esforço físico podem afetar o desempenho do tiro. Objetivo: Verificar o efeito do esforço físico sobre o desempenho de tiro em policiais militares. Métodos: A amostra foi constituída por 15 homens (34,1 ± 5,4 anos; 81,4 ± 8,8 kg; 171,3 ± 5,6 cm; 27,7 ± 2,3 kg/m²; 44,9 ± 4,0 ml.kg-1.min-1) do batalhão de choque da polícia militar. Na primeira sessão, os participantes realizaram um teste de esforço máximo em esteira no qual se mediu o consumo pico de oxigênio (VO2pico). Na segunda sessão, foi avaliado o desempenho (pontuação) e tempo de tiro pré e pós-esforço físico e o tempo gasto no circuito de corrida com obstáculos (297 m). O índice de eficiência de tiro foi calculado pela razão entre a pontuação total e tempo de execução de tiro. O teste de Shapiro-Wilk confirmou a normalidade da distribuição dos dados. Utilizou-se o teste t pareado para comparação das variáveis desfecho pré e pós-esforço e o coeficiente de correlação de Pearson. Resultados: O tempo para completar o percurso de corrida foi 75,3 ± 4,4 s. O desempenho (20,4 ± 11,4 vs. 17,6 ± 9,3 pontos), tempo (4,48 ± 1,1 vs. 4,23 ± 0,9 s) e eficiência de tiro (4,69 ± 2,7 vs. 4,35 ± 2,7 pts./s) não apresentaram diferenças significativas (P &gt; 0,2). Além disso, detectou-se uma correlação entre o VO2pico e o tempo de execução da corrida (r = -0,64; P = 0,01), mas não com o desempenho de tiro (P &gt; 0,05). Conclusão: O esforço físico não afeta o desempenho de tiro de policiais militares. Apesar de o nível de aptidão aeróbica não ser associado ao desempenho de tiro, foi associado ao desempenho físico realizado previamente aos disparos.<hr/>ABSTRACT Introduction: The use of firearms by military police officers is usually preceded by pursuit on foot, and the physiological changes produced by physical exertion may affect shooting performance. Objective: To verify the effect of physical effort on shooting performance in military police officers. Methods: The sample consisted of 15 men (34.1 ± 5.4 years; 81.4 ± 8.8 kg; 171.3 ± 5.6 cm; 27.7 ± 2.3 kg/m²; 44.9 ± 4.0 ml.kg-1.min-1) of the riot police. In the first session, the subjects performed a maximal treadmill stress test in which the peak oxygen consumption (VO2peak) was measured. In the second session, shooting performance (score) and shooting time were measured pre and post-exercise, as well as the time spent to complete a circuit of obstacle running (297 m). Shooting efficiency index was calculated as the ratio between total score and shooting time. The Shapiro-Wilk test confirmed the normal distribution of the data. A paired t-test was used to compare the post-exertion outcomes variables as well as the Pearson correlation coefficient. Results: The time to complete the running circuit was 75.3 ± 4.4 s. Shooting performance (20.4 ± 11.4 vs. 17.6 ± 9.3 points), time (4.48 ± 1.1 vs. 4.23 ± 0.9 s), and efficiency (4.69 ± 2.7 vs. 4.35 ± 2.7 pts/s) did not present significant differences (P&gt;0.2). Additionally, a correlation was detected between VO2peak and running time (r = -0.64; P=0.01), but not with shooting performance (P&gt;0.05). Conclusion: Physical exertion does not affect shooting performance of military police officers. Although the level of aerobic fitness was not associated with shooting performance, it was associated with physical performance prior to shooting.<hr/>RESUMEN Introducción: El uso de armas de fuego por los agentes de la policía militar suele ir precedido de persecución a pie, y los cambios fisiológicos inducidos por el esfuerzo físico pueden afectar el rendimiento de disparo. Objetivo: Determinar el efecto del esfuerzo físico en la ejecución del tiro de la policía militar. Métodos: La muestra consistió en 15 hombres (34,1 ± 5,4 años; 81,4 ± 8,8 kg; 171,3 ± 5,6 cm; 27,7 ± 2 3 kg/m²; 44,9 ± 4,0 ml.kg-1.min-1), del batallón antidisturbios de la policía militar. En la primera sesión, los participantes realizaron una prueba de esfuerzo máximo en una cinta rodante en la que se evaluó el pico de consumo de oxígeno (VO2pico). En la segunda sesión se evaluaron el rendimiento (puntuación) y el tiempo de disparo antes y después del esfuerzo físico y el tiempo trascurrido en el circuito de carrera con obstáculos (297 m). El índice de eficiencia de disparo se calculó como la relación entre la puntuación total y el tiempo de ejecución del tiro. La prueba de Shapiro-Wilk confirmó la distribución normal de los datos. Se utilizó la prueba t pareada para la comparación de las variables pre y post-esfuerzo y el coeficiente de correlación de Pearson. Resultados: El tiempo para completar el curso de la carrera fue de 75,3 ± 4,4 s. El rendimiento (20,4 ± 11,4 vs. 17,6 ± 9,3 puntos), el tiempo (4,48 ± 1,1 vs. 4,23 ± 0,9 s) y la eficiencia de disparo (4,69 ± 2,7 vs. 4,35 ± 2,7 pts./s) no mostraron diferencias significativas (P &gt; 0,2). Por otra parte, hemos detectado una correlación entre VO2pico y el tiempo para completar el circuito de la carrera (r = -0,64; p = 0,01), pero no con el rendimiento de disparo (P &gt; 0,05). Conclusión: El esfuerzo físico no afecta el rendimiento de tiro en los policías militares. Aunque el nivel de la capacidad aeróbica no esté asociado con el rendimiento de tiro, se asoció con el rendimiento físico antes de disparar. <![CDATA[COMPARISON OF LEVELS OF PHYSICAL FITNESS BETWEEN HYPERTENSIVE AND NORMOTENSIVE INDIVIDUALS]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922017000200114&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO Introdução: A hipertensão arterial é um fator de risco de maior importância para morbidade e mortalidade causadas por doenças cardiovasculares. Estudos apontam relação inversa entre taxa de mortalidade e nível de aptidão física. Objetivo: Verificar se existe diferença na aptidão física entre hipertensos e normotensos e se existe efeito da prática regular de atividade física sobre a aptidão física em hipertensos similar às encontradas em normotensos. Métodos: Participaram do estudo 214 mulheres (≥ 40 anos), que fizeram parte, por seis meses, de um programa de atividade física. Todas foram submetidas a uma avaliação antropométrica e avaliação da aptidão física (AAHPERD) . Resultados: Hipertensos têm condição inicial pior com relação a agilidade (GH média inicial= 24,2 ± 0,4 seg. e GN= 20,9 ± 0,8 seg., p &lt; 0,01), coordenação (GH média inicial = 17,5 ± 0,7 seg. e GN média inicial = 11,5 ± 1,2 seg., p &lt; 0,01) e resistência aeróbica (GH média inicial = 568,5 ± 12,2 seg. e GN média inicial = 506,8 ± 21,7 seg., p &lt; 0,02). Após seis meses de prática de atividade física regular, os indivíduos hipertensos continuam apresentando resultados piores quanto a agilidade, coordenação e resistência aeróbica (GH média 6 meses = 22,9 ± 0,4 seg. e GN média 6 meses = 19,97 ± 0,7 seg., p &lt; 0,01; GH 6 meses = 16,1 ± 0,7 seg. e GN 6 meses= 10,6 ± 1,3 seg., p &lt; 0,01; GH 6 meses = 498,9 ± 20,2 seg. e GN 6 meses = 555,7 ± 11,4 segundos, p &lt; 0,02, respectivamente) . Conclusão: Hipertensos apresentam piores níveis de aptidão física comparados aos normotensos, e a prática de atividade física durante o período de seis meses não foi suficiente para diminuir a diferença entre esses grupos.<hr/>ABSTRACT Introduction: Hypertension is a major risk factor for morbidity and mortality caused by cardiovascular diseases. Studies indicate an inverse relationship between mortality rate and physical fitness level. Objective: To determine if there are differences in physical fitness between hypertensive and normotensive individuals and whether there is an effect of regular physical activity on physical fitness in hypertensive similar to that found in normotensive individuals. Methods: The study included 214 women (≥ 40 years), who were part of a physical activity program for 6 months. All subjects were submitted to an anthropometric and physical fitness assessment (AAHPERD) . Results: Hypertensive individuals have a worse initial condition in relation to agility (GH initial mean = 24.2 ± 0.4 sec. and GN = 20.9 ± 0.8 sec., p&lt;0.01), coordination (GH initial mean = 17.5 ± 0.7 sec. and GN initial mean = 11.5 ± 1.2 sec., p&lt;0.01) and aerobic endurance (GH initial mean = 568.5 ± 12.2 sec. and GN initial mean = 506.8 ± 21.7 sec., p&lt;0.02). After 6 months of regular physical practice, hypertensive individuals continued to present worse results regarding agility, coordination and aerobic endurance (mean GH 6 months = 22.9 ± 0.4 sec. and mean GN 6 months = 19.97 ± 0.7 seconds; p&lt;0.01; GH 6 months = 16.1 ± 0.7 sec and GN 6 months = 10.6 ± 1.3 seconds, p&lt;0.01; GH 6 months = 498.9 ± 20.2 sec, and GN 6 months = 555.7 ± 11.4 seconds p&lt;0.02, respectively). Conclusion: Hypertensive individuals have worse levels of physical fitness compared to normotensive and the practice of physical activity during the six-month period was not enough to decrease the difference between groups.<hr/>RESUMEN Introducción: La hipertensión es un factor de riesgo de gran importancia para la morbilidad y la mortalidad causadas por enfermedades cardiovasculares. Los estudios muestran una relación inversa entre la tasa de mortalidad y el nivel de aptitud física. Objetivo: Determinar si existen diferencias en la aptitud física entre hipertensos y normotensos y se hay un efecto de la actividad física regular en la aptitud física en pacientes hipertensos similar al que se encuentran en sujetos normotensos. Métodos: Participaron del estudio 214 mujeres (≥ 40 años), que participaron durante seis meses de un programa de actividad física. Todas fueron sometidas a evaluación antropométrica y evaluación de la aptitud física (AAHPERD). Resultados: Los sujetos hipertensos tienen peor estado inicial, con respecto a la velocidad (GH promedio inicial = 24,2 ± 0,4 seg. y GN = 20,9 ± 0,8 seg., p &lt; 0,01), la coordinación (GH promedio inicial = 17,5 ± 0,7 seg. y GN promedio inicial = 11,5 ± 1,2 seg., p &lt; 0,01) y la resistencia aeróbica (GH promedio inicial = 568,5 ± 12,2 seg. y GN promedio inicial = 506,8 ± 21,7 seg., p &lt; 0,02). Después de seis meses de actividad física regular, los individuos hipertensos siguen teniendo peores resultados con respecto a la agilidad, coordinación y resistencia aeróbica (GH 6 meses promedio = 22,9 ± 0,4 seg. y GN 6 meses promedio = 19,97 ± 0,7 seg., p &lt; 0,01; GH 6 meses = 16,1 ± 0,7 seg. y GN 6 meses = 10,6 ± 1,3 seg., p &lt; 0,01; GH 6 meses = 498,9 ± 20,2 seg. y GN 6 meses = 555,7 ± 11,4 seg., p &lt; 0,02, respectivamente). Conclusión: Los hipertensos tienen niveles de aptitud física peores en comparación con los normotensos y la práctica de la actividad física durante el período de seis meses no fue suficiente para disminuir la diferencia entre los grupos. <![CDATA[POWERLIFTING SESSIONS PROMOTE SIGNIFICANT POST-EXERCISE HYPOTENSION]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922017000200118&lng=en&nrm=iso&tlng=en ABSTRACT Introduction: Powerlifting (PWL) is a worldwide method, frequently used in resistance training programs. However, the relationship between cardiovascular responses and PWL is still unclear in the literature. Objective: To evaluate acute cardiovascular overload and post-exercise hypotension (PEH) after acute powerlifting exercise session in subjects with experience in the modality. Methods: Nine powerlifting athletes (34 ± 5 years) participated voluntarily in this study. The following exercises were used in the session: squat, bench press and deadlift (95% of 1 RM, 2 to 5 repetitions). The anthropometric parameters and blood pressure (systolic, diastolic and mean) were evaluated immediately, 5', 10', 30', 60' and 24 hours after the exercise session with a non-invasive automatic pressure monitor. Results: Significant differences (p&lt;0.05) were found between rest and immediately after exercise on systolic (135 ± 6 vs. 153 ± 10 mmHg) and mean (102 ± 3 vs. 108 ± 3 mmHg) blood pressures, but no difference was found at diastolic (85 ± 3 vs. 85 ± 4 mmHg) blood pressure. Additionally, the increase in systolic pressure did not reach values considered as a risk of cardiovascular overload. Significant PEH was found after 60 minutes (systolic: -12 ± 12%, diastolic: -5 ± 6% and mean: -7 ± 5%) and 24 hours after PWL session (systolic: -5 ± 4%, diastolic: -8 ± 4% and mean: -7 ± 3%). Conclusion: Our data demonstrated that a PWL session does not increase systolic blood pressure up to the risk range and promotes PEH after 60 minutes of exercise and that this cardiovascular response persisted after 24 hours post-exertion in powerlifting athletes.<hr/>RESUMO Introdução: O levantamento de peso básico ou powerlifting (PWL) é um método frequentemente utilizados em programas de treinamento resistido em todo o mundo. Contudo, a relação das respostas cardiovasculares e PWL ainda não está clara na literatura. Objetivo: Avaliar a sobrecarga cardiovascular aguda e a hipotensão pós-exercício (HPE) depois de uma sessão aguda de exercícios de PWL em indivíduos com experiência na modalidade. Métodos: Nove atletas de PWL (34 ± 5 anos) participaram voluntariamente deste estudo. Os seguintes exercícios foram realizados na sessão: agachamento, supino e levantamento terra (95% de 1 RM, 2 a 5 repetições). Os parâmetros antropométricos e a pressão arterial (sistólica, diastólica e média) foram avaliados imediatamente, 5', 10', 30 ', 60' e 24 horas após a sessão de exercício com um monitor automático de pressão não invasivo. Resultados: Foram encontradas diferenças significativas (p &lt; 0,05) de pressão sistólica (135 ± 6 vs. 153 ± 10 mmHg) entre o repouso e imediatamente após o exercício e na média (102 ± 3 vs. 108 ± 3 mmHg), porém, não se verificou nenhuma diferença na pressão diastólica (85 ± 3 vs. 85 ± 4 mmHg). Além disso, o aumento da pressão sistólica não atingiu valores considerados risco de sobrecarga cardiovascular. Constatou-se HPE significativa 60 minutos (sistólica: -12 ± 12%, diastólica: -5 ± 6% e média: -7 ± 5%) e 24 horas (sistólica: -5 ± 4%, diastólica: -8 ± 4 % e média: -7 ± 3%) depois da sessão de PWL. Conclusão: Nossos dados demonstraram que uma sessão de PWL não aumenta a pressão sistólica até a faixa de risco e promove HPE após 60 minutos de exercício e que essa resposta cardiovascular persistiu 24 horas pós-esforço nos atletas de powerlifting.<hr/>RESUMEN Introducción: El levantamiento de pesas o powerlifting (PWL) es un método de uso frecuente en los programas de entrenamiento de resistencia en todo el mundo. Sin embargo, la relación de las respuestas cardiovasculares y el PWL no está clara en la literatura. Objetivo: Evaluar la sobrecarga cardiovascular aguda y la hipotensión post-ejercicio (HPE) después de una sesión aguda de ejercicios de PWL en individuos con experiencia en el deporte. Métodos: Nueve atletas de PWL (34 ± 5 años) participaron voluntariamente en este estudio. Los siguientes ejercicios se realizaron en la sesión: sentadilla, press de banca y peso muerto (95% de 1 RM, 2 a 5 repeticiones). Los parámetros antropométricos y la presión arterial (sistólica, diastólica y media) fueron evaluados inmediatamente, 5', 10', 30', 60' y 24 horas después del entrenamiento, con un monitor de presión automático no invasivo. Resultados: Hubo diferencias significativas (p &lt; 0,05) en la presión sistólica entre el descanso e inmediatamente después del ejercicio (135 ± 6 vs. 153 ± 10 mmHg) y media (102 ± 3 vs. 108 ± 3 mmHg), no obstante, no se encontraron diferencias en la presión diastólica (85 ± 3 vs. 85 ± 4 mmHg). Además, el aumento de la presión sistólica no alcanzó valores considerados de riesgo de sobrecarga cardiovascular. Se encontró HPE significativa 60 minutos (sistólica: -12 ± 12%, diastólica: -5 ± 6% y media: -7 ± 5%) y 24 horas (sistólica: -5 ± 4%, diastólica: -8 ± 4 % y media: -7 ± 3%) después de la sesión de PWL. Conclusión: Nuestros datos demuestran que una sesión de PWL no aumenta la presión sistólica hasta el rango de riesgo y promueve HPE después de 60 minutos de ejercicio y que la respuesta cardiovascular se mantuvo 24 horas después del ejercicio en atletas de powertlifting. <![CDATA[EFFECTS OF AEROBIC TRAINING AND STRENGTHENING IN PATIENTS WITH HEART FAILURE]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922017000200123&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO Introdução: A intolerância ao exercício e a dispneia são os principais sintomas da insuficiência cardíaca (IC). Objetivo: Avaliar os efeitos de um programa de exercícios aeróbicos e de fortalecimento sobre a aptidão cardiorrespiratória, o pico de torque dos flexores e extensores de joelho e a qualidade de vida de pacientes com IC. Métodos: Estudo prospectivo, com avaliação pré e pós-reabilitação cardiovascular (RCV) de sete pacientes, com idade de 61 ± 6 anos, classe funcional II e III e fração de ejeção do ventrículo esquerdo 45,4 ± 2,3%. O programa de RCV consistiu em 24 sessões de 60 minutos com treinamento aeróbico na intensidade do limiar de anaerobiose (LA) e fortalecimento dos membros inferiores usando caneleiras de 3 a 5 kg. No início e após RCV os pacientes realizaram prova de esforço, dinamometria isocinética do joelho dominante e responderam o questionário WHOQOL-bref. Resultados: Após RCV, o tempo de exercício para atingir o LA foi atrasado (p= 0,04) e houve aumento significativo no consumo de oxigênio (VO2) (p &lt; 0,01), da frequência cardíaca (FC) (p= 0,04), pulso de oxigênio (VO2/FC) (p = 0,02) e ventilação (VE) (p = 0,01) na intensidade do LA. Houve aumento do pico de torque dos músculos extensores de joelho (p = 0,02) e melhora significativa do domínio psicológico (p = 0,04) do questionário de qualidade de vida. Conclusão: O programa de RCV foi seguro e resultou em melhora do desempenho de exercícios submáximos, da força dos músculos extensores de joelho e da qualidade de vida de pacientes com IC.<hr/>ABSTRACT Introduction: Exercise intolerance and dyspnea are the main symptoms of heart failure (HF). Objective: To evaluate the effects of a program of aerobic exercises and strengthening on cardiorespiratory fitness, maximum torque of knee flexors and extensors, and quality of life of patients with HF. Methods: Prospective, pre- and post-cardiovascular rehabilitation (CVR) study of seven patients, aged 61 ± 6 years, functional class II and III and left ventricular ejection fraction 45.4 ± 2.3%. The CVR program consisted of 24 sessions of 60 minutes with aerobic training in intensity of the anaerobic threshold (AT) and strengthening of the lower limbs using ankle weights of 3 to 5 kg. At the beginning and after CVR, the patients performed stress test, isokinetic dynamometry of the dominant knee and completed the WHOQOL-bref questionnaire. Results: After CVR, exercise time to reach AT was delayed (p=0.04) and there was a significant increase in oxygen consumption (VO2) (p&lt;0.01), heart rate (HR) (p=0.04), pulse of oxygen (VO2/HR) (p=0.02) and ventilation (VE) (p=0.01) in the intensity of AT. There was an increase in maximum torque of knee extensor muscles (p=0.02) and significant improvement in the psychological domain (p=0.04) of the quality of life questionnaire. Conclusion: The CVR program was safe and resulted in improved performance of submaximal exercises, knee extensor muscles strength and quality of life of patients with HF.<hr/>RESUMEN Introducción: La intolerancia al ejercicio y la disnea son los síntomas principales de la insuficiencia cardiaca (IC) . Objetivo: Evaluar los efectos de un programa de ejercicio aeróbico y fortalecimiento en la capacidad cardiorrespiratoria, el par máximo de los flexores y extensores de rodilla y la calidad de vida de los pacientes con IC. Métodos: Estudio prospectivo, con evaluación pre y post-rehabilitación cardiovascular (RCV) de siete pacientes, edad 61 ± 6 años, clase funcional II y III y fracción de eyección del ventrículo izquierdo de 45,4 ± 2,3%. El programa de RCV consistió en 24 sesiones de 60 minutos con la intensidad del entrenamiento aeróbico en el umbral de anaerobiosis (UA) y el fortalecimiento de las extremidades inferiores utilizando pesos de tobillo de 3 a 5 kg. Al principio y después de la RCV los pacientes se sometieron a la prueba de esfuerzo, dinamometría isocinética de la rodilla dominante y respondieron el cuestionario WHOQOL-bref. Resultados: Después de la RCV, el tiempo de ejercicio para alcanzar UA se retrasó (p = 0,04) y hubo un aumento significativo en el consumo de oxígeno (VO2) (p &lt; 0,01), frecuencia cardiaca (FC) (p = 0,04), pulso de oxígeno (VO2/FC) (p = 0,02) y la ventilación (VE) (p = 0,01) en la intensidad del UA. Hubo un aumento del par máximo de los músculos extensores de la rodilla (p = 0,02) y una mejora significativa en el dominio psicológico (p = 0,04) del cuestionario de calidad de vida. Conclusión: El programa de RCV fue seguro y mejoró el rendimiento de los ejercicios submáximos, la fuerza de los músculos extensores de la rodilla y la calidad de vida de los pacientes con IC. <![CDATA[ACUTE EFFECT OF STATIC STRETCHING VOLUME ON NEUROMUSCULAR PERFORMANCE OF YOUNG AND ELDERLY WOMEN]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922017000200128&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO Introdução: Os exercícios prévios de alongamento estático (AE) podem promover decréscimo transitório da força muscular. Características dos protocolos de AE e da amostra estudada podem interferir no desempenho neuromuscular subsequente às rotinas de alongamento. Objetivo: Investigar o efeito agudo de dois diferentes volumes de AE sobre o sistema neuromuscular de mulheres jovens e idosas durante a execução do leg press horizontal. Métodos: Vinte e quatro mulheres (12 jovens e 12 idosas), aparentemente saudáveis, compareceram ao local de realização do experimento em seis ocasiões distintas. Nas três primeiras visitas realizaram-se coleta dos dados pessoais, de dados antropométricos, familiarização com o protocolo de AE e registro de esforço isométrico no leg press horizontal. Nas três últimas visitas, foram realizados registros da curva força-tempo isométrica e atividade eletromiográfica (EMG) dos músculos vasto medial e vasto lateral após realização de uma de três condições experimentais: controle (sem alongamento), alongamento com volume total de 60 segundos e 120 segundos. A ordem das condições experimentais foi aleatorizada. O protocolo de AE envolveu três exercícios executados em duas séries de 30 segundos (AE60) ou em quatro séries de 30 segundos (AE120). O teste ANOVA two-way foi utilizado para análises dos dados. Resultados: Nenhuma das rotinas de AE acarretou alteração de taxa de desenvolvimento de força (TDF), contração voluntária máxima e atividade EMG nas mulheres jovens e idosas. Conclusões: Diferentes volumes de AE, em conformidade com recomendações atuais, não influenciaram o desempenho neuromuscular de mulheres jovens e idosas no exercício leg press horizontal.<hr/>ABSTRACT Introduction: Previous static stretching (SS) exercises may promote a transient decrease in muscle strength. The characteristics of SS protocols and sample may interfere with neuromuscular performance subsequent to stretching routines. Objective: To investigate the acute effect of two different SS volumes on neuromuscular system of young and elderly women during horizontal leg press. Methods: Twenty-four women (12 young and 12 elderly), apparently healthy, attended the laboratory on six different occasions. In the first three visits, collection of personal data, anthropometric, familiarization to SS protocol and recording of maximal isometric force-time curve in horizontal leg press were performed. In the last three visits, the isometric force-time curve and electromyographic (EMG) activity of the vastus medialis and vastus lateralis muscles were performed after one of three experimental conditions: control (without stretching), stretching with a total volume of 60 and 120 seconds. The order of the experimental conditions was randomized. The SS protocol involved three exercises performed in two 30-second series (SS60) or in four 30-second series (SS120). The two-way ANOVA test was used for data analysis. Results: None of the SS routines resulted in changes in the rate of force development (RFD), maximal voluntary contraction, and EMG activity of young and elderly women. Conclusion: Different volumes of SS, in accordance with current recommendations, did not influence the neuromuscular performance of young and elderly women in the horizontal leg press exercise.<hr/>RESUMEN Introducción: El ejercicio previo de estiramiento estático (EE) puede favorecer la reducción transitoria de la fuerza muscular. Las características de los protocolos de EE y de la muestra evaluada pueden interferir con el rendimiento neuromuscular subsiguiente a las rutinas de estiramiento. Objetivo: Investigar el efecto agudo de dos volúmenes diferentes de EE en el sistema neuromuscular de mujeres jóvenes y ancianas durante la ejecución de la prensa horizontal de piernas. Métodos: Veinticuatro mujeres (12 jóvenes y 12 ancianas), aparentemente saludables, comparecieron al laboratorio en seis ocasiones distintas. En las tres primeras visitas se realizó colecta de los datos personales, de dados antropométricos, familiarización con el protocolo de EE y registro de esfuerzo isométrico en la prensa horizontal de piernas. En las tres últimas visitas se realizaron registros de la curva fuerza-tiempo isométrica y la actividad electromiográfica (EMG) del músculo vasto medial y vasto lateral después de realizar una de las tres condiciones experimentales: control (sin estiramiento) y estiramiento con volumen total de 60 y 120 segundos. El orden de las condiciones experimentales fue aleatorio. El protocolo de EE implicó tres ejercicios realizados en dos series de 30 segundos (EE60) o cuatro series de 30 segundos (EE120). Se utilizó la prueba ANOVA de dos factores para el análisis de los datos. Resultados: Ninguno de los protocolos de EE ocasionó alteración en la tasa de desarrollo de la fuerza (TDF), contracción voluntaria máxima y la actividad EMG de las mujeres jóvenes y de edad avanzada. Conclusiones: Los diferentes volúmenes de EE, de acuerdo con las recomendaciones actuales, no afectaron el rendimiento neuromuscular de mujeres jóvenes y ancianas en el ejercicio en la prensa horizontal de piernas. <![CDATA[EXERCISE, BLOOD PRESSURE AND MORTALITY: FINDINGS OF EIGHT YEARS OF FOLLOW-UP]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922017000200133&lng=en&nrm=iso&tlng=en ABSTRACT Introduction: In the last decades, unhealthy habits, such as low levels of physical activity and poor diet, have increased. Consequently, the prevalence of cardiovascular diseases and mortality has increased significantly among adults. However, it is known that regular physical exercises help to improve health outcomes. Thus, the aim of this study was to analyze the effects of eight years of regular participation in an exercise program on blood pressure and mortality in the Brazilian public health system. Methods: The sample consisted of 34 participants with hypertension and/or type II diabetes who were followed up for eight years. They were paired by age, body mass index and chronic disease in two groups: exercise and control. During the follow-up period, medical records were used to assess systolic and diastolic blood pressure, as well as number of medical appointments and the occurrence of deaths. Results: In the follow-up period, five participants died in the control group and none in the exercise group. The Kaplan-Meier analysis identified 29.4% lower mortality among active participants (Fisher's exact test with p = 0.044). The number of medical appointments and the values of diastolic blood pressure were significantly lower for active participants. Conclusion: After a follow-up of eight years, participants in the exercise group attended fewer medical appointments, had better blood pressure control and a lower occurrence of deaths.<hr/>RESUMO Introdução: Nas últimas décadas, hábitos pouco saudáveis, como baixos níveis de atividade física e má alimentação, têm aumentado. Consequentemente, a prevalência de doenças cardiovasculares e de mortalidade aumentou significativamente entre adultos. Entretanto, é sabido que a prática regular de exercícios físicos ajuda a melhorar os desfechos de saúde. Assim sendo, o objetivo deste estudo foi analisar os efeitos de oito anos de participação regular em um programa de exercícios sobre a pressão arterial e a mortalidade no sistema brasileiro de saúde pública. Métodos: A amostra foi composta por 34 participantes com hipertensão e/ou diabetes tipo II, que foram acompanhados por oito anos. Eles foram pareados por idade, índice de massa corporal e doença crônica em dois grupos: exercício e controle. Durante o período de acompanhamento, os registros médicos foram usados para avaliar a pressão arterial sistólica e diastólica, bem como o número de consultas médicas e a ocorrência de óbitos. Resultados: No período de acompanhamento, ocorreram cinco óbitos no grupo controle e nenhum no grupo exercício. A análise de Kaplan-Meier identificou mortalidade 29,4% menor entre os participantes ativos (teste exato de Fisher com p = 0,044). A quantidade de consultas médicas e pressão arterial diastólica foram significantemente menores para os participantes ativos. Conclusão: Após acompanhamento de oito anos, participantes do grupo exercício tiveram menor número de consultas médicas, melhor controle da pressão arterial e menor ocorrência de mortes.<hr/>RESUMEN Introducción: En las últimas décadas, han aumentado los hábitos poco saludables, como los bajos niveles de actividad física y la mala alimentación. Por consiguiente, la prevalencia de enfermedad cardiovascular y la mortalidad fue significativamente mayor entre los adultos. Sin embargo, se sabe que el ejercicio físico ayuda a mejorar los resultados en salud. Por lo tanto, el objetivo de este estudio fue analizar los efectos de ocho años de participación regular en un programa de ejercicios sobre la presión arterial y la mortalidad en pacientes del sistema brasileño de salud pública. Métodos: La muestra consistió en 34 participantes con hipertensión y/o diabetes tipo II que fueron seguidos durante ocho años. Ellos fueron pareados por edad, índice de masa corporal y enfermedad crónica, en dos grupos: ejercicio y control. Durante el período de seguimiento, se utilizaron los registros médicos para evaluar la presión sistólica y diastólica, así como el número de consultas médicas y la ocurrencia de muertes. Resultados: En el período de seguimiento, hubo cinco muertes en el grupo control y ninguna en el grupo de ejercicio. El análisis de Kaplan-Meier identificó 29,4% de mortalidad más baja entre los participantes activos (prueba exacta de Fisher p = 0,044). El número de consultas médicas y la presión arterial diastólica fueron significativamente menores para los participantes activosnúm. Conclusión: Después de un seguimiento de ocho años, los participantes en el grupo de ejercicio tuvieron un menor número de consultas médicas, un mejor control de la presión arterial y menor incidencia de muertes. <![CDATA[STRENGTH TRAINING AND ANABOLIC STEROID DO NOT AFFECT MUSCLE CAPILLARIZATION OF MIDDLE-AGED RATS]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922017000200137&lng=en&nrm=iso&tlng=en ABSTRACT Introduction: It is generally accepted that the capillary network decreases with advancing age. The combined effect of resistance training (RT) and testosterone still needs to be elucidated. Objective: This study aimed to measure capillary profile of different skeletal muscles of middle-aged rats undergoing RT and administration of exogenous testosterone. Methods: Wistar rats were divided into five experimental groups: control with 13-month-old rats (SC), control with 16-month-old rats (SE), aged rats + anabolic agent (SA), aged rats + RT (T), and aged rats + RT + anabolic agent (TA). Results: For soleus, the SE group presented a decrease in the percentage of capillaries in comparison to SC group. SA, T, and TA groups had increased capillary volume in comparison to SC. As for the extensor digitorum longus (EDL), SA, T, and TA groups demonstrated lower capillary volume and numeric density in comparison to SC and SE. The EDL of the T and TA groups presented 70% less capillaries than soleus. The numerical and volumetric density and capillary ratio by muscle fiber were not statistically altered by any intervention. The cross-sectional area (CSA) of the soleus of the SA, T and TA groups was statistically different from SC group. The soleus CSA was greater in the TA and T groups than in the SC, SE and SA groups, and the EDL CSA was greater in the TA compared to all other groups. The TA group had greater values than the SE, SA, and T groups. Conclusion: The type of intervention used did not affect any variables measured in the capillary profile. However, the use of anabolic steroid and/or RT showed a tendency to decrease the density of capillaries in the EDL.<hr/>RESUMO Introdução: Em geral, se aceita que a rede capilar diminui com o avanço da idade. O efeito combinado de treinamento resistido (TR) e testosterona ainda precisa ser elucidado. Objetivo: Este estudo visou medir o perfil capilar de diferentes músculos esqueléticos em ratos de meia-idade submetidos a TR e administração de testosterona exógena. Métodos: Ratos Wistar foram divididos em cinco grupos experimentais: controle com ratos de 13 meses de idade (SC), controle com ratos de 16 meses de idade (SE), ratos idosos + anabolizante (SA), ratos idosos + TR (T) e ratos idosos + TR + anabolizante (TA) . Resultados: Para o músculo sóleo, o grupo SE apresentou decréscimo do percentual de capilares em comparação com o grupo SC. Os grupos SA, T e TA tiveram aumento do volume de capilares em comparação com o SC. Por outro lado, para o músculo extensor longo dos dedos (ELD), os grupos SA, T e TA demonstraram menor volume e densidade numérica de capilares, em comparação com SC e SE. O músculo ELD dos grupos T e TA apresentou 70% menos capilares do que o sóleo. A densidade numérica e volumétrica e a razão de capilares por fibra muscular não foram estatisticamente alteradas por nenhuma das intervenções. A área de corte transversal (ACT) do músculo sóleo dos grupos SA, T e TA foi estatisticamente diferente do grupo SC. A ACT do sóleo foi maior nos grupos TA e T do que nos grupos SC, SE e SA e a ACT do ELD foi maior no grupo TA comparada com todos os outros grupos. O grupo TA teve valores maiores do que os grupos SE, SA e T. Conclusão: O tipo de intervenção usada não afetou qualquer variável mensurada do perfil capilar. Entretanto, o uso de esteroide anabolizante e/ou TR mostrou tendência de diminuir a densidade de capilares no músculo ELD.<hr/>RESUMEN Introducción: Se acepta en general que la red capilar disminuye con la edad. El efecto combinado de entrenamiento de resistencia (ER) y la testosterona todavía necesita ser aclarado. Objetivo: Este estudio tuvo como objetivo medir el perfil capilar de diferentes músculos esqueléticos de ratas de mediana edad sometidas a ER y la administración de testosterona exógena. Métodos: Se dividieron ratas Wistar en cinco grupos: control con ratas de 13 meses de edad (SC), control con ratas de 16 meses de edad (SE), ratas de edad avanzada + anabolizantes (SA), ratas de edad avanzada + ER (T) y ratas de edad avanzada + ER + anabolizante (TA). Resultados: Para el músculo sóleo, el grupo SE mostró una disminución en el porcentaje de capilares en comparación con el grupo SC. Los grupos SA, T y TA presentaron aumento del volumen de capilares en comparación con el SC. Por otro lado, para el músculo extensor largo de los dedos (ELD), los grupos SA, T y TA mostraron menor volumen y menor número de capilares en comparación con los grupo SC y SE. El músculo ELD de los grupos T y TA presentó 70% menos capilares que el sóleo. La densidad numérica y volumétrica y la proporción de capilares por fibra muscular no se alteraron significativamente por ninguna de las intervenciones. El área de sección transversal (AST) del músculo sóleo de los grupos SA, T y TA fue estadísticamente diferente que el grupo SC. El AST del sóleo fue mayor en los grupos TA y T que en los grupos SC, SE y SA, y el AST del ELD fue mayor en el grupo TA en comparación con todos los demás grupos. El grupo TA tuvo valores más altos que los grupos SE, SA y T. Conclusión: El tipo de intervención utilizada no afecta a ninguna variable medida del perfil capilar. Sin embargo, el uso de esteroides anabolizantes y/o ER tendió a reducir la densidad capilar en el músculo ELD. <![CDATA[SIX-MINUTE WALK TEST: PERFORMANCE OF OVERWEIGHT CHILDREN]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922017000200142&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO Introdução: O teste de caminhada de seis minutos (TC6') tem sido utilizado para avaliar a capacidade funcional do exercício em crianças. Objetivo: Comparar o desempenho no teste de caminhada de seis minutos em escolares na faixa etária entre 8 a 10 anos, conforme a classificação nutricional, com base em dois diferentes critérios. Métodos: A amostra de 226 crianças entre 8 a 10 anos foi dividida em três grupos (eutrófico, sobrepeso e obeso), de acordo com os critérios de classificação nutricional propostos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela International Obesity Task Force (IOTF) e avaliada por meio do teste de caminhada de seis minutos. Resultados: A prevalência de sobrepeso e obesidade na amostra foi de 42,48% de acordo com o critério da OMS e 38,94% pelo critério da IOTF. Não ocorreram diferenças estatisticamente significantes entre os grupos eutrófico, sobrepeso e obeso, quando os resultados do TC6' foram comparados, tanto na distância percorrida quanto no percentual do predito para a criança, de acordo com os valores de referência, e também de acordo com os dois critérios de classificação nutricional. A frequência cardíaca final do teste foi estatisticamente maior nos grupos sobrepeso e obeso, tanto pelo critério OMS (p = 0,0015), quanto pelo critério IOTF (p = 0,0160) . Conclusões: Na amostra estudada não houve diferença no desempenho do TC6' entre crianças eutróficas, com sobrepeso e obesas. Porém, a frequência cardíaca final do teste foi significantemente maior entre as crianças com excesso de peso. Os resultados ressaltam que medidas de prevenção, acompanhamento e tratamento são necessárias, promovendo hábitos saudáveis.<hr/>ABSTRACT Introduction: The six-minute walk test (6MWT) has been used to evaluate exercise functional capacity in children. Objective: To compare the performance in six-minute walk test in schoolchildren aged 8 to 10 years, according to nutritional classification based on two different criteria. Methods: The sample of 226 children aged 8 to 10 years was divided into three groups (eutrophic, overweight, and obese), according to the criteria of nutritional classification proposed by the World Health Organization (WHO) and by the International Obesity Task Force (IOTF) and assessed by the six-minute walk test. Results: The prevalence of overweight and obesity in the sample was 42.48% according to the WHO criteria and 38.94% according to the IOTF criteria. There were no statistically significant differences between the groups eutrophic, overweight, and obese, when the results of the 6MWT were compared, both in the distance covered and in the percentage predicted for children, according to the reference values, and according to the two criteria of nutritional classification. The final heart rate of the test was statistically higher in the overweight or obese groups, both by the WHO criteria (p=0.0015) and by the IOTF criteria (p=0.0160) . Conclusions: In the studied sample, there was no difference in the performance of the 6MWT among eutrophic, overweight, and obese children. However, the final heart rate test was significantly higher among overweight children. The results emphasize that prevention, monitoring and treatment measures are necessary, promoting healthy habits.<hr/>RESUMEN Introducción: La prueba de caminata de seis minutos (PC6'), ha sido utilizada para evaluar la capacidad funcional de ejercicio en niños. Objetivo: Comparar el rendimiento de la prueba de caminata de seis minutos en la población escolar entre 8 y 10 años de edad, de acuerdo con la clasificación nutricional con base en dos criterios diferentes. Métodos: La muestra de 226 niños de 8 a 10 años fue dividida en tres grupos (eutrófico, sobrepeso y obesidad) de acuerdo con los criterios de clasificación nutricional propuestos por la Organización Mundial de la Salud (OMS) y la International Obesity Task Force (IOTF), y evaluada por la prueba de caminata de seis minutos. Resultados: La prevalencia de sobrepeso y obesidad en la muestra fue de 42,48% de acuerdo con los criterios de la OMS y 38,94% según la IOTF. No se encontraron diferencias significativas entre los grupos eutrófico, sobrepeso y obeso, cuando se compararon los resultados de la PC6' tanto en distancia y en porcentaje del predicho para niños, según los valores de referencia y también de acuerdo a los dos criterios de clasificación nutricional. La frecuencia cardiaca al final de la prueba, fue estadísticamente mayor en los grupos sobrepeso y obesidad, tanto en los criterios de la OMS (p = 0,0015) y los de la IOTF (p = 0,0160) . Conclusiones: En esta muestra no hubo ninguna diferencia en el rendimiento de la PC6' entre los niños eutróficos, con sobrepeso y obesidad. Sin embargo, la frecuencia cardiaca al final de la prueba fue significativamente mayor en los niños con exceso de peso. Los resultados señalan que la prevención, seguimiento y tratamiento son esenciales para promover hábitos saludables. <![CDATA[SPORTS DENTISTRY - AN INNOVATIVE PROPOSAL]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922017000200147&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO O objetivo deste trabalho é inserir definitivamente a odontologia no contexto do esporte de alto rendimento, com o firme propósito de estabelecer uma linguagem comum com a medicina do esporte. Consideramos que as práticas clínicas aplicadas a atletas de alto desempenho devem obedecer a regras e momentos adequados, levando-se em conta o contexto das demandas relativas aos atletas de ponta, ou seja, o desgaste fisiológico e o processo adaptativo ao sobre-esforço, e todas as suas consequências. A odontologia dentro dos clubes esportivos promoveria a saúde bucal e sistêmica dos atletas, controlando lesões bucais em integração com outros departamentos da área médica, equilíbrio hídrico, controle dietético, sobretreinamento e uso de energéticos e isotônicos. Quando as ações educativas forem inseridas desde a infância nas práticas esportivas, teremos, certamente, menor número de problemas bucais com mais necessidades preventivas que curativas. Sugerimos para as categorias de base, para atletas em formação, a inclusão de um odontopediatra nos clubes esportivos, como um profissional de importante atuação em saúde.<hr/>ABSTRACT The purpose of this work is to definitively insert Dentistry in the context of high performance sports, with the main goal of establishing a common language with Sports Medicine. We consider that the clinical practices applied to high performance athletes should obey appropriate rules and moments, taking into account the context of the demands on the top athletes, i.e., the physiological wastage and the adaptive process to over-effort, and all its consequences. Dentistry inside the sports clubs would promote the oral and systemic health of athletes, controlling oral lesions integrated with other medical departments, water balance, dietary control, overtraining, and the intake of energy and isotonic drinks. When educational actions are inserted since childhood in sports practices, we will certainly have fewer oral problems with more preventive than curative needs. We suggest for the basic categories, for athletes in training, the inclusion of a pediatric dentist in sports clubs, as a health professional who plays an important role.<hr/>RESUMEN El objetivo de este trabajo es, sin duda introducir la odontología en el contexto del deporte de alto rendimiento, con el firme propósito de establecer un lenguaje común con la medicina deportiva. Creemos que la práctica clínica aplicada a los atletas de alto rendimiento deben obedecer las reglas y los momentos apropiados, teniendo en cuenta el contexto de las demandas relacionadas con atletas de alto rendimiento, es decir, el desgaste fisiológico y el proceso de adaptación a un exceso de ejercicio, y todas sus consecuencias. La odontología, en los clubes deportivos promovería la salud oral y sistémica de los atletas mediante el control de las lesiones orales, interactuando con otros departamentos médicos, el balance hídrico, control de la dieta, el sobreentrenamiento y el consumo de bebidas energéticas e isotónicas. Cuando se introducen actividades educacionales desde la infancia en las prácticas deportivas, sin duda vamos a tener problemas dentales menores, con mayor necesidad de prevención en lugar de curación. Sugerimos a las categorías básicas, para los atletas en formación, incluir un dentista pediátrico en los clubes deportivos, como profesional de importante acción relacionada con la salud. <![CDATA[ACUTE RESPONSES OF PHYSICAL EXERCISE IN PEOPLE INFECTED BY HIV: A SYSTEMATIC REVIEW]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922017000200152&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO O treinamento físico é uma estratégia importante para a saúde de pessoas que vivem com HIV/AIDS; contudo, suas respostas a curto prazo ainda não foram amplamente estudadas, o que limita o entendimento dos efeitos e da segurança da prescrição do treinamento para essa população. Portanto, objetivou-se revisar sistematicamente as respostas agudas decorrentes do exercício físico em pessoas com HIV sobre variáveis fisiológicas e imunológicas. Para isso, foi realizada uma revisão sistemática a partir de trabalhos indexados nas seguintes bases de dados: Medline, Lilacs, Scielo, Web of Science e Science Direct. Os descritores utilizados foram: acquired immunodeficiency syndrome, HIV, AIDS, seropositive, acute session, short, physical activity, exercise, training. As buscas foram realizadas em fevereiro de 2015 e atualizadas em dezembro de 2015 e foram conduzidas sem restrição de datas de publicação ou idioma específico. Foram incluídos para esta revisão artigos que avaliaram as respostas agudas decorrentes de algum modelo de prescrição de treinamento físico envolvendo exercícios aeróbicos, com pesos ou combinados (exercícios aeróbicos e com pesos) relacionados com variáveis fisiológicas e imunológicas em pessoas infectadas pelo HIV. Foram encontrados 2.422 títulos, dos quais, após exclusão das duplicatas e a aplicação dos critérios de elegibilidade, foram selecionados sete artigos para síntese qualitativa. De acordo com os resultados reportados pelos estudos há evidências de que, imediatamente após a realização do exercício físico, ocorre um aumento do número de células circulantes, incluindo leucócitos totais, neutrófilos, monócitos e linfócitos T CD8+ em pessoas infectadas pelo HIV. Além disso, também se observaram alterações significantes nas concentrações de lactato, triglicerídeos, epinefrina e norepinefrina imediatamente após a realização do treinamento aeróbico, independentemente do uso de TARV e/ou de hiperlactatemia. No entanto, não há evidências suficientes para afirmar que o treinamento físico seja totalmente seguro e eficaz para esta população.<hr/>ABSTRACT Physical training is an important strategy for the health of people living with HIV/aids; however, its short-term responses have not yet been extensively studied, which limits the understanding of the effects and safety training prescription for this population. Therefore, we aimed to systematically review the acute responses resulting from physical exercise in people with HIV on physiological and immunological variables. For this, a systematic review was carried out from works indexed in the following databases: Medline, Lilacs, Scielo, Web of Science and Science Direct. The keywords used were acquired immunodeficiency syndrome, HIV, AIDS, seropositive, acute session, short, physical activity, exercise, training. The searches were conducted in February 2015 and updated in December 2015 and were conducted without restriction of publication dates or specific language. We included for this review articles that evaluated the acute responses derived from some model of prescription of physical training involving aerobic, weight or combined exercises (aerobic and weight exercises) related to physiological and immunological variables in HIV infected individuals. We found 2,422 titles of which, after exclusion of the duplicates and the application of the eligibility criteria, seven articles were selected for qualitative synthesis. According to the results reported by the studies, there is evidence that immediately after physical exercise an increase in the number of circulating cells occurs, including total leukocytes, neutrophils, monocytes and T CD8+ lymphocytes in HIV-infected people. Furthermore, significant changes in the concentrations of lactate, triglycerides, epinephrine and norepinephrine were also observed immediately after aerobic training regardless the use of HAART and/or hyperlactatemia. However, there is insufficient evidence to state that physical training is totally safe and effective for this population.<hr/>RESUMEN El entrenamiento físico es una estrategia importante para la salud de las personas que viven con el VIH/SIDA. Sin embargo, sus respuestas a corto plazo no han sido ampliamente estudiadas, lo que limita la comprensión de los efectos y la seguridad de la prescripción de entrenamiento para esta población. Por lo tanto, el objetivo fue revisar sistemáticamente las respuestas agudas al ejercicio en personas con VIH en las variables fisiológicas e inmunológicas. Para esto, se realizó una revisión sistemática de artículos indexados en las siguientes bases de datos: Medline, Lilacs, Scielo, Web of Science y Science Direct. Los descriptores utilizados fueron: acquired immunodeficiency syndrome, HIV, AIDS, seropositive, acute session, short, physical activity, exercise, training. Las búsquedas se realizaron en febrero de 2015 y fueron actualizadas en diciembre de 2015, siendo llevadas a cabo sin restricciones de fecha de publicación o idioma específico. Se seleccionaran en esta revisión los artículos que evaluaron las respuestas agudas de algún modelo de entrenamiento físico que implica la prescripción de ejercicios aeróbicos, con pesas o combinados (práctica de ejercicio aeróbico y pesas) relacionadas con variables fisiológicas e inmunológicas en las personas con VIH. Se encontraron 2.422 títulos, de los cuales, después de la exclusión de duplicados y la aplicación de los criterios de elegibilidad, se seleccionaron siete artículos para síntesis cualitativa. De acuerdo con los resultados reportados por estudios hay pruebas de que inmediatamente después del ejercicio hay un aumento en el número de células circulantes, incluyendo leucocitos totales, neutrófilos, monocitos y linfocitos T CD8+ en individuos infectados por el VIH. Además, se observaron cambios significativos en las concentraciones de lactato, triglicéridos, epinefrina y norepinefrina inmediatamente después del entrenamiento aeróbico, independientemente del uso de HAART y/o hiperlactatemia. Sin embargo, no hay pruebas suficientes para afirmar que el entrenamiento físico es completamente seguro y eficaz para esta población. <![CDATA[RETURN TO SPORTS AFTER TOTAL KNEE ARTHROPLASTY: A SYSTEMATIC REVIEW]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922017000200160&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO Esta revisão sistemática da literatura teve como objetivo analisar as variáveis envolvidas no retorno às atividades esportivas em pacientes submetidos à artroplastia total do joelho (ATJ), verificar o tipo de esporte recomendado, o tempo de retorno ao esporte, a satisfação do paciente e o nível de atividade física após a cirurgia. Os estudos relacionados com a prática de atividade física e desportiva depois da ATJ foram selecionados por dois revisores independentes. Foram incluídos 11 estudos (10 transversais retrospectivos e um caso-controle). A maioria dos pacientes que participou de alguma atividade física regular antes da ATJ retornou à prática esportiva após a cirurgia, sendo mais comuns os esportes de baixo impacto como caminhada, esportes aquáticos, golfe, bicicleta estacionária, entre outros. Foi possível observar que o nível de atividade física não depende da dor e dos sintomas pós-operatórios, mas da satisfação com a cirurgia, motivação e capacidade funcional dos indivíduos. O tempo de retorno ao esporte variou de seis a 18 meses depois da ATJ. Apesar de alguns estudos mostrarem que os cirurgiões não recomendam a prática de esportes de alto impacto após a cirurgia, alguns estudos mostraram bons resultados, desde que o nível de atividade prévio à cirurgia, a população adequada e a expectativa do paciente no pós-operatório sejam considerados. Assim, conclui-se que o retorno ao esporte após ATJ não só é possível, como é recomendado em níveis recreativos, e um paciente colaborativo, instruído e com preparo adequado de condicionamento físico pode melhorar tanto no nível funcional e cardiovascular quanto no psicológico, com aumento da autoestima e da qualidade de vida. Há ainda a necessidade de estudos futuros, de boa qualidade metodológica como os ensaios clínicos randomizados, sobre os efeitos (benefícios e prejuízos) dos esportes de alto impacto para os pacientes submetidos à ATJ.<hr/>ABSTRACT This systematic review of the literature aimed to analyze the variables involved in the return to sports activities in patients who underwent total knee arthroplasty (TKA), to verify the recommended type of sport, the time to return to sport, patient satisfaction and the level of physical activity after surgery. Studies related to the practice of physical and sports activity after TKA were selected by two independent reviewers. Eleven studies (10 retrospective cross-sectional and 1 case-control) were included. Most patients who participated in any regular physical activity before TKA returned to sports after surgery with low impact sports such as walking, water sports, golf, and stationary bicycle, among others. It was observed that the level of physical activity does not depend on pain and the postoperative symptoms, but on the satisfaction with the surgery, motivation, and functional capacity of individuals. The time take to return to sports ranged from six to 18 months after TKA. Although some studies show that surgeons do not recommend high-impact sports after surgery, some studies have shown good results, provided that the level of activity prior to surgery, the appropriate population and the patient's expectation in the postoperative period are all considered. Thus, it is concluded that the return to sports after TKA is not only possible, as it is recommended at recreational levels, and a collaborative, knowledgeable and well-trained patient can improve both the functional and cardiovascular level, as well as the psychological, with increased self-esteem and quality of life. There is also a need for further studies of good methodological quality as randomized clinical trials on the effects (benefits and damages) of high impact sports for patients who underwent TKA.<hr/>RESUMEN Esta revisión sistemática tuvo como objetivo analizar las variables que intervienen en el retorno a las actividades deportivas en los pacientes sometidos a artroplastia total de rodilla (ATR), comprobar el tipo recomendado de deporte, el tiempo para volver al deporte, la satisfacción del paciente y el nivel la actividad física después de la cirugía. Estudios relacionados con la práctica de la actividad física y deportiva después de la ATR fueron seleccionados por dos revisores independientes. Once estudios (10 transversales retrospectivos y 1 caso control) fueron incluidos. La mayoría de los pacientes que participaron en alguna actividad física regular antes de la ATR regresó al deporte después de la cirugía, siendo más comunes los deportes de bajo impacto, como la caminata, deportes acuáticos, golf, bicicleta estática, entre otros. Fue posible observar que el nivel de actividad física no depende del dolor ni de los síntomas postoperatorios, sino de la satisfacción con la cirugía, motivación y capacidad funcional de los individuos. El tiempo para volver al deporte varió de seis a 18 meses después de la ATR. Aunque algunos estudios muestran que los cirujanos no recomiendan la práctica de deportes de alto impacto después de la cirugía, algunos estudios mostraron buenos resultados, desde que sean considerados el nivel de actividad previo a la cirugía, la población adecuada y la expectativa del paciente en el postoperatorio. Por lo tanto, se concluye que el retorno al deporte después de la ATR no sólo es posible, como se recomienda en los niveles de recreo, y un paciente colaborador, bien informado y adecuadamente entrenado puede mejorar la aptitud tanto a nivel funcional y cardiovascular como psicológico, con aumento de la autoestima y calidad de vida. También existe la necesidad de más estudios de buena calidad metodológica como ensayos clínicos aleatorios sobre los efectos (beneficios y daños) de deportes de alto impacto para los pacientes sometidos a ATR.