Scielo RSS <![CDATA[Revista Brasileira de Medicina do Esporte]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=1517-869220150001&lang=es vol. 21 num. 1 lang. es <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[¿La fatiga influencia la respuesta de los músculos eversores después de simulación de esguince de tobillo?]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922015000100008&lng=es&nrm=iso&tlng=es INTRODUÇÃO: a entorse em inversão do tornozelo, uma das lesões mais comuns do esporte, muitas vezes ocorre na fase final de um treino ou competição. Mesmo sabendo que a entorse é multifatorial, tal característica gera a hipótese que a fadiga muscular possa ser um fator predisponente para o desenvolvimento da lesão. OBJETIVO: a presente investigação propõe o estudo da resposta reflexa dos músculos fibular curto e longo em condições de fadiga. MÉTODOS: participaram do estudo 10 voluntárias do sexo feminino, sem histórico de entorse do tornozelo, fisicamente ativas. Utilizou-se uma plataforma simuladora da entorse em inversão do tornozelo, na qual ambos os pés das voluntárias foram fixados e somente abaixo do fixador do pé direito encontrava-se um transdutor de força. Para a indução da fadiga, inicialmente foi registrada a contração isométrica voluntária máxima (CIVM) em eversão. Durante a indução, as voluntárias foram orientadas a manter 70% da CIVM. No momento em que a força aplicada era menor que 60% da CIVM o protocolo era interrompido e as voluntárias imediatamente posicionadas sobre a plataforma simuladora. Antes e após a fadiga foram realizadas 10 simulações da entorse em ambos os tornozelos, de forma aleatória, e simultaneamente, o sinal eletromiográfico foi registrado. A análise, no domínio do tempo, contemplou o estudo da latência e da amplitude do sinal. RESULTADOS: após a fadiga não houve alteração da latência, no entanto, ocorreu uma redução da amplitude do sinal. A queda da amplitude do sinal pode ser considerada uma resposta ao processo de fadiga. Esse decréscimo é um indicativo da diminuição da capacidade de recrutamento das unidades motoras decorrentes das alterações do input neural que chega ao músculo. CONCLUSÃO: a fadiga muscular diminui a amplitude da resposta dos músculos eversores após a entorse do tornozelo. <hr/> INTRODUCTION: inversion ankle sprain is one of the most common sports injuries and it often occurs in the final phase of a training or competition. Although sprain is multifactorial, this characteristic leads to the hypothesis that muscle fatigue can be a predisposing factor to injury. OBJECTIVE: the present study was set to investigate the neuromuscular response of the fibularis brevis and longus in conditions of fatigue. METHODS: the study included 10 physically active female participants with no history of ankle sprain. To simulate the inversion ankle sprain, we used a simulation platform in which participant's feet were attached and, underneath the right foot strap only, there was a transducer. To induce fatigue, we first recorded the maximal voluntary isometric contraction (MVIC) in eversion. During the induction, the participants were instructed to maintain 70% of MVIC. When strength fell below 60% of MVIC, the protocol was interrupted and the participants were immediately placed on the simulation platform. Before and after fatigue, we conducted 10 sprain simulations in both ankles, randomly decided and simultaneously, the electromyographic signal registered. In the time domain, latency and signal amplitude were analyzed. RESULTS: after fatigue, the latency did not change, however there was a reduction of the signal amplitude. The drop in amplitude can be considered a response to the process of fatigue. This decrease indicates a reduction in the ability to recruit motor units due to changes in the neural input that reaches the muscle. CONCLUSION: muscle fatigue reduces the amplitude of the response of the eversion muscles after ankle sprain. <hr/> INTRODUCCIÓN: el esguince en inversión del tobillo, una de las lesiones más comunes del deporte, muchas veces ocurre en la fase final de un entrenamiento o competición. Aún sabiendo que el esguince es multifactorial, tal característica genera la hipótesis de que la fatiga muscular puede ser un factor de predisposición para el desarrollo de la lesión. OBJETIVO: la presente investigación propone el estudio de la respuesta refleja de los músculos fibular corto y largo en condiciones de fatiga. MÉTODOS: participaron en el estudio 10 voluntarias del sexo femenino sin historial de esguince de tobillo, físicamente activas. Se utilizó una plataforma simuladora del esguince en inversión del tobillo, en la que ambos pies de las voluntarias fueron fijados y solamente debajo del fijador del pie derecho se encontraba un transductor de fuerza. Para inducción de la fatiga inicialmente fue registrada la contracción isométrica voluntaria máxima (CIVM) en eversión. Durante la inducción las voluntarias fueron orientadas a mantener 70% de la CIVM. En el momento en que la fuerza aplicada era menor a 60% de la CIVM el protocolo era interrumpido y las voluntarias inmediatamente posicionadas sobre la plataforma simuladora. Antes y después de la fatiga fueron realizadas diez simulaciones de esguince bilateralmente de forma aleatoria y simultáneamente registrada la señal electromiográfica. El análisis, en el dominio del tiempo, contempló el estudio de la latencia y de la amplitud de la señal. RESULTADOS: después de la fatiga no hubo alteración de la latencia, sin embargo ocurrió reducción de la amplitud de la señal. La caída de la amplitud de la señal puede ser considerada una respuesta al proceso de fatiga. Esa disminución es un indicativo de la reducción de la capacidad de reclutamiento de las unidades motrices provenientes de las alteraciones del input neural que llega al músculo. CONCLUSIÓN: la fatiga muscular disminuye la amplitud de la respuesta de los músculos eversores después de esguince del tobillo. <![CDATA[Aptitud cardiorrespiratoria, indicadores sociodemográficos y estado nutricional en adolescentes]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922015000100012&lng=es&nrm=iso&tlng=es INTRODUÇÃO: níveis inadequados de aptidão cardiorrespiratória na adolescência estão inversamente associados a fatores de risco cardiovasculares e metabólicos. OBJETIVO: verificar a associação da aptidão cardiorrespiratória com indicadores sociodemográficos e o estado nutricional em adolescentes. MÉTODOS: estudo transversal realizado em 627 adolescentes (361 moças), com idades de 14 a 17 anos, de ambos os sexos em uma cidade de médio/baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Foram coletadas as variáveis antropométricas (massa corporal - MC e estatura - EST) para a obtenção do índice de massa corporal (IMC=MCkg/ESTm 2) e as informações sociodemográficas (idade, nível econômico e área de domicílio). Para análise da aptidão cardiorrespiratória baixa (teste correr/caminhar 1.600 metros), considerou-se o tempo de realização do teste igual ou superior a 7:45 minutos (min) e 7:30 min para os rapazes de 14 e de 15 a 17 anos, respectivamente, e o tempo de 10:30 min para as moças. RESULTADOS: a aptidão cardiorrespiratória baixa foi verificada em 35,3% dos rapazes e 35,5% das moças. Os rapazes pertencentes aos estratos econômicos menos favorecidos (Classe C: RP=0,54; IC95%=0,31-0,93; Classe: D+E: RP=0,46; IC95%=0,22-0,98) estiveram menos expostos a baixos níveis de aptidão cardiorrespiratória. Por outro lado, os rapazes que nasceram com baixo peso (RP=1,49; IC95%=1,04-2,13) e os rapazes e as moças residentes na área urbana (rapazes: RP=1,79; IC95%=1,28-2,50; moças: RP=1,32; IC95%=0,99-1,75) apresentaram maiores probabilidades de terem baixa aptidão cardiorrespiratória. CONCLUSÃO: os indicadores que apresentaram associação com a aptidão cardiorrespiratória baixa para os rapazes foram área de domicílio urbana e nível econômico intermediário e baixo. Para as moças, o resultado associou-se somente com a área de domicílio. Sugerem-se intervenções para a promoção da saúde voltadas principalmente para os adolescentes residentes na área urbana e pertencentes aos estratos econômicos mais abastados. <hr/> INTRODUCTION: inadequate levels of cardiorespiratory fitness in adolescence are inversely associated with cardiovascular risk factors and metabolic disorders. OBJECTIVE: to assess the association among cardiorespiratory fitness and sociodemographic indicators and nutritional status in adolescents. METHODS: cross-sectional study carried out with 627 adolescents (361 girls), aged 14-17 years, of both sexes, living in a city of intermediate/low Human Development Index (HDI). Anthropometric variables (body mass - BM and height - HEI) were collected to obtain body mass index (BMI = BMkg/HEI m 2), as well as demographic data (age, socioeconomic status and area of ​​residence). The analysis of low cardiorespiratory fitness (1600-meter run/walk test) considered the time for the completion of the test equal to or longer than 7:45 min and 7:30 min for boys aged 14 and 15 -17 years, respectively, and 10:30 min for girls. RESULTS: low cardiorespiratory fitness was observed in 35.3% of boys and 35.5% of girls. Boys belonging to lower economic levels (Class C: RP=0.54, CI95%=0.31-0.93; Class D + E: RP=0.46, CI95%=0.22-0.98) were less exposed to low levels of cardiorespiratory fitness. On the other hand, boys with low birth weight (RP=1.49, CI95%=1.04-2.13) and boys and girls living in the urban area (boys: RP=1.79, CI95%=1.28-2.50; girls: RP=1.32, CI95%=0.99-1.75) were more likely to have low cardiorespiratory fitness. CONCLUSION: the indicators that were associated with low cardiorespiratory fitness for boys were living in the urban area and intermediate and low economic levels. For girls, the outcome was associated only with the area of ​​residence. Interventions for health promotion primarily aimed at adolescents living in urban areas and belonging to higher economic levels should be implemented. <hr/> INTRODUCCIÓN: los niveles inadecuados de aptitud cardiorrespiratoria en la adolescencia están inversamente asociados a factores de riesgo cardiovasculares y metabólicos. OBJETIVO: Verificar la asociación de la aptitud cardiorrespiratoria con indicadores sociodemográficos y el estado nutricional en adolescentes. MÉTODOS: estudio transversal realizado en 627 adolescentes (361 del sexo femenino), con edades de 14 a 17 años, de ambos sexos de una ciudad de mediano/bajo Índice de Desarrollo Humano (IDH). Fueron colectadas las variables antropométricas (masa corporal - MC y estatura - EST) para la obtención del índice de masa corporal (IMC=MCkg/ESTm 2) y las informaciones sociodemográficas (edad, nivel económico y área de domicilio). Para análisis de la aptitud cardiorrespiratoria baja (test correr/caminar 1.600 metros), se consideró el tiempo de realización del test igual o superior a 7:45 minutos (min) y 7:30 min para los muchachos de 14 y de 15 a 17 años, respectivamente, y el tiempo de 10:30 min para las muchachas. RESULTADOS: la aptitud cardiorrespiratoria baja fue verificada en 35,3% de los muchachos y 35,5% de las muchachas. Los muchachos pertenecientes a los estratos económicos menos favorecidos (Clase C: RP=0,54; IC95%=0,31-0,93; Clase: D + E: RP=0,46; IC95%=0,22-0,98) estuvieron menos expuestos a bajos niveles de aptitud cardiorrespiratoria. Por otro lado, los muchachos con bajo peso (RP=1,49; IC95%=1,04-2,13) y los muchachos y las muchachas residentes en el área urbana (muchachos: RP=1,79; IC95%=1,28-2,50; muchachas: RP=1,32; IC95%=0,99-1,75) presentaron mayores probabilidades de haber baja aptitud cardiorrespiratoria. CONCLUSIÓN: los indicadores que presentaron asociación con la aptitud cardiorrespiratoria baja para los muchachos fueron área de domicilio urbana y nivel económico intermedio y bajo. Para las muchachas, el resultado se asoció solamente con el área de domicilio. Se sugieren intervenciones para la promoción de la salud dirigidas principalmente para los adolescentes residentes en el área urbana y pertenecientes a los estratos económicos más elevados. <![CDATA[Comparación entre los métodos directo e indirecto de determinación del VO <sub>2máx </sub>de practicantes de carrera]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922015000100017&lng=es&nrm=iso&tlng=es INTRODUÇÃO: testes diretos são considerados "padrão ouro" para determinar variáveis fisiológicas, porém o seu custo financeiro é elevado e há a necessidade de mão de obra especializada para sua operacionalização. Sendo assim, os testes indiretos são utilizados pela maioria dos profissionais de Educação Física como uma alternativa acessível à falta da medida direta. OBJETIVO: comparar os valores de consumo máximo de oxigênio (VO2máx) determinados diretamente por um sistema de espirometria com valores determinados a partir de protocolos indiretos. MÉTODOS: participaram 15 pessoas do gênero masculino (27,4 ± 3,5 anos), fisicamente ativas, que realizaram o teste incremental em esteira rolante para determinação direta do VO2máx com analisador de gases. Os testes para predição do VO2máx foram: ErgoPC; Polar Fitness Test; testes do banco e de Cooper. Foi utilizada a estatística descritiva (média ± desvio padrão - DP); a esfericidade foi testada pelo teste de Mauchly, os métodos foram comparados por ANOVA de medidas repetidas com o ajuste de Bonferroni para comparações múltiplas. A normalidade dos dados foi aferida pelo teste de Shapiro-Wilk e também foi aplicado o teste coeficiente de correlação de Pearson, adotando-se p&lt;0,05. RESULTADOS: o valor médio de VO2máx direto foi de 55,8 ± 6,1 ml•kg-1•min-1 e os valores para os testes indiretos, percentual de subestimação e coeficiente de correlação, foram, respectivamente: ErgoPc 33,7 ± 4,5 ml•kg-1•min-1 (39,6%; r = 0,71; p&lt;0,001); Polar Fitness Test 53,2 ± 6,4 ml•kg-1•min-1 (4,6%; r = 0,64; p = 0,774); teste do banco 48,8 ± 6,3 ml•kg-1•min-1 (12,5%; r = 0,60; P=0,001) e de Cooper 43,9 ± 7,9 ml•kg-1•min-1 (21,4%; r = 0,65; p&lt;0,001). CONCLUSÃO: os métodos indiretos podem sugerir sobrecarga de treino inferior ou superior para adaptações fisiológicas pretendidas por subestimarem o direto, sendo o Polar Fitness Test o mais indicado para uso diário, pois apresentou valores mais próximos ao valor direto. <hr/> INTRODUCTION: direct tests are considered "gold standard" for determining physiological variables. However, the financial cost is high and there is the need of skilled labor for its operation. Thus, the indirect tests are used by most professional of Physical Education as an affordable alternative to the lack of direct measurement. OBJECTIVE: to compare the values of maximum consumption of oxygen (VO2max), determined directly by a system with spirometry values determined from indirect protocols. METHODS: 15 male individuals participated (27.4 ± 3.5 years), physically active, who performed the incremental test on treadmill for the direct determination of VO2max with the gas analyzer. The tests for the prediction of VO2max were ErgoPC; Polar Fitness Test, test bank and Cooper. We used descriptive statistics (mean ± standard deviation - SD); the sphericity was tested by Mauchly's test, the methods were compared by ANOVA of repeated measurements, with Bonferroni adjustment for multiple comparisons. Data normality was evaluated by the Shapiro-Wilk test, and the Pearson correlation coefficient was also applied, adopting a significance level of p &lt;0.05. RESULTS: the average VO2max was determined directly from 55.8 ± 6.1 ml • kg -1 • min-1 and the values for the indirect tests, the percentage of underestimation and correlation coefficient were, respectively: 33.7 ErgoPc ± 4.5 ml • kg -1 • min-1 (39.6%, r = 0.71, p &lt;0.001); Polar Fitness Test 53.2 ± 6.4 ml • kg -1 • min-1 (4.6%, r = 0.64, p = 0.774); bank test 48.8 ± 6.3 ml • kg -1 • min-1 (12.5%, r = 0.60, p = 0.001 ) and Cooper 43.9 ± 7.9 ml • kg -1 • min-1 (21.4%, r = 0.65, p &lt;0.001). CONCLUSION: the indirect methods may suggest overload in lower or higher training for required physiological adaptations and only the Polar Fitness Test showed no difference statistically significant. <hr/> INTRODUCCIÓN: los tests directos son considerados "estándar oro" para determinar variables fisiológicas, sin embargo su costo financiero es elevado y se necesita mano de obra especializada para su operacionalización. Siendo así, los tests indirectos son usados por la mayoría de los profesionales de Educación Física como una alternativa accesible a la falta de la medida directa. OBJETIVO: comparar los valores de consumo máximo de oxígeno (VO2máx) determinados directamente por un sistema de espirometría con valores determinados a partir de protocolos indirectos. MÉTODOS: participaron 15 sujetos del género masculino (27,4 ± 3,5 años), físicamente activos que realizaron el test incremental en cinta para determinación directa del VO2máx con analizador de gases. Los tests para predicción del VO2máx fueron: ErgoPC; Polar Fitness Test; tests del banco y de Cooper. Fue utilizada la estadística descriptiva (promedio ± desvío estándar - DP); la esfericidad fue probada por el test de Mauchly, los métodos fueron comparados por ANOVA de medidas repetidas con el ajuste de Bonferroni para comparaciones múltiples. La normalidad de los datos fue probada a través del test de Shapiro-Wilk y aplicado el test coeficiente de correlación de Pearson, adoptándose p&lt;0,05. RESULTADOS: el valor promedio de VO2máx directo fue de 55,8 ± 6,1 ml•kg-1•min-1 y los valores para los tests indirectos, porcentual de subestimación y coeficiente de correlación fueron, respectivamente: ErgoPc 33,7 ± 4,5 ml•kg-1•min-1 (39,6%; r = 0,71; p&lt;0,001); Polar Fitness Test 53,2 ± 6,4 ml•kg-1•min-1 (4,6%; r = 0,64; p = 0,774); test del banco 48,8 ± 6,3 ml•kg-1•min-1 (12,5%; r = 0,60; P=0,001) y de Cooper 43,9 ± 7,9 ml•kg-1•min-1 (21,4%; r = 0,65; p&lt;0,001). CONCLUSIÓN: los métodos indirectos pueden sugerir sobrecarga de entrenamiento inferior o superior para adaptaciones fisiológicas pretendidas, por subestimar el directo, siendo el Polar Fitness Test el más indicado para uso diario, pues presentó valores más próximos al valor directo. <![CDATA[Actividad física en la vida diaria y densidad mineral ósea en mujeres ancianas]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922015000100022&lng=es&nrm=iso&tlng=es INTRODUÇÃO: o rápido envelhecimento da população contemporânea tem influenciado no desenvolvimento de estratégias para a prevenção da osteoporose em idosos. A atividade física diária é vista como uma possível estratégia para aumentar a massa óssea e ajudar a prevenir a perda óssea em pessoas idosas. No entanto, é essencial saber a quantidade mínima ou a intensidade adequada de atividade física que produza o aumento da massa óssea em mulheres idosas. OBJETIVO: analisar, durante uma semana, a relação entre a quantidade e a intensidade da atividade física diária com a densidade mineral óssea (DMO) da mão, por meio da quantificação de atividade física diária em idosas. MÉTODOS: a amostra do estudo foi composta por 24 mulheres (idade 66-78 anos), que realizaram atividade física, durante 7 dias, com um gravador da aceleração dos movimentos do corpo em seu pulso, para uma quantificação individual da atividade física. Para medir a densidade mineral óssea da mão direita foi utilizada a técnica de dupla absorção de raios-X (DXA). RESULTADOS: uma relação significativa entre a prática semanal e o T-score (r = 0,99) e a prática semanal horizontal e o T-score (r = 0,99) foi encontrada no osso normal e no grupo ósseo com osteoporose, respectivamente. A relação entre T-score e a quantidade de atividade física não era clara em ambos os grupos. CONCLUSÃO: na amostra analisada, foi encontrada uma associação positiva entre a maior qualidade do osso da mão e a intensidade mais elevada de atividade física. A combinação de absorciometria acelerometria e de raios-X na mão obteve resultados semelhantes ao encontrados com outros métodos menos acessíveis. <hr/> INTRODUCTION: the fast aging of contemporary population has influenced the development of strategies for the prevention of osteoporosis among elderly people. Daily physical activity is believed to increase bone mass and possibly help to prevent bone loss in old people. However, the minimal amount or intensity of physical activity to induce higher bone mass in old women remains insufficiently studied. OBJECTIVE: to examine the association between the amount and the intensity of daily physical activity and bone mineral density (BMD) in the hand, in elderly women. METHODS: the study subjects were 24 women (age 66-78 years), who carried an accelerometer-based body movement recorder in their wrist for 7 days for individual quantification of their daily physical activity. To measure BMD, the right hand with dual-energy X-ray absorptiometry (DXA) was developed. RESULTS: a significant relationship between weekday counts and T-score (r=0.99), and horizontal weekday counts and T-score (r=0.99), was found in normal bone and osteoporotic bone group respectively. The relation between T-score and the minutes of physical activity was not clear in both groups. CONCLUSION: the higher quality of the bone in the hand is associated with the higher weekday physical activity intensity in this elderly women sample. The combination of accelerometry and X-ray absorptiometry at the hand level brings similar results than other less accessible methods. <hr/> INTRODUCCIÓN: el rápido envejecimiento de la población contemporánea ha influenciado el desarrollo de estrategias para la prevención de la osteoporosis en ancianos. La actividad física diaria es vista como una posible estrategia para aumentar la masa ósea y ayudar a prevenir la pérdida ósea en personas ancianas. Sin embargo, es esencial saber la cantidad mínima o la intensidad de actividad física que produzca el aumento de la masa ósea en mujeres ancianas. OBJETIVOS: analizar durante una semana la relación entre la cantidad y la intensidad de la actividad física diaria con densidad mineral ósea (DMO) de la mano, a través de la cuantificación de actividad física diaria en ancianas. MÉTODOS: la muestra del estudio fue compuesta por 24 mujeres (edad 66-78 años), que realizaron actividad física durante 7 días con un acelerómetro de pulso basado en grabador de movimiento corporal para una cuantificación individual de la actividad física. Para medir la densidad mineral ósea de la mano derecha fue utilizada la técnica de doble absorción de rayos X (DXA). RESULTADOS: fue encontrada una relación significativa entre la práctica semanal y el T-score (r = 0,99) y counts de semana horizontales y T-score (r = 0,99), fue encontrada normalidad en el hueso normal y grupo óseo con osteoporosis, respectivamente. La relación entre T-score y la cantidad de actividad física diaria no era clara en ambos grupos. CONCLUSIÓN: en la muestra realizada, fue encontrada una asociación positiva entre la mejor calidad del hueso de la mano y la intensidad más elevada de actividad física. La combinación de absorciometría, acelerometría de rayos X en la mano, obtuvo resultados semejantes a los encontrados en este estudio y mejores que otros métodos menos accesibles. <![CDATA[Creatina y entrenamiento resistido: efecto en la hidratación y masa corporal magra]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922015000100027&lng=es&nrm=iso&tlng=es INTRODUÇÃO: a creatina é um recurso ergogênico cuja suplementação tem sido associada ao aumento da hidratação corporal total e ao aumento da massa muscular dos consumidores. Entretanto, estudiosos questionam se o aumento da massa muscular é um ganho real. OBJETIVO: avaliar o efeito da suplementação de creatina sobre a hidratação e o aumento de massa magra em indivíduos previamente treinados e não treinados, submetidos a um programa de treinamento resistido. MÉTODOS: ensaio clínico não randomizado, constituído por três momentos, M1 - Início da suplementação com 20g/dia de creatina; M2 - 7 dias após iniciada a suplementação e redução da suplementação para 5g/dia; M3 - 28 dias de suplementação. Nos momentos propostos, foram realizadas aferições de peso, estatura e avaliação da composição corporal (massa magra, água corporal total) com a utilização do BYODINAMICS(r) Modelo 310. Para todos os testes estatísticos, foi adotado o nível de significância de 95% (p&lt;0,05). RESULTADOS: participaram desse estudo 14 voluntários adultos do sexo masculino, com idade média de 22,57(±1,45) anos, dos quais sete eram treinados e sete não treinados. Após 28 dias de suplementação, no grupo treinado observou-se um aumento significativo no peso, água corporal total, massa magra e hidratação da massa magra, mas nenhum aumento significativo foi observado no grupo não treinado. Em relação ao ângulo de fase, este aumentou no grupo não treinado e reduziu no grupo treinado. CONCLUSÃO: a suplementação de creatina associada ao treinamento resistido é mais efetiva na hidratação de indivíduos treinados, como também é suficiente para reduzir a diferença significativa do ângulo de fase intergrupos, sugerindo assim, maior hidratação celular em ambos os grupos. Contudo, esse aumento na hidratação não revelou aumento significativo no tecido muscular. <hr/> INTRODUCTION: creatine is an ergogenic aid which supplementation has been associated to increased hydration and increased muscle mass of consumers. However, researchers have questioned whether the increase in muscle mass is a real gain. OBJECTIVE: to evaluate the effect of creatine supplementation on hydration and increased lean mass in individuals previously trained and untrained, under a resistance training program. METHODS: clinical non-randomized study, consisting of three moments, M1 - start of 20g/day creatine supplementation; M2 - 7 days after the beginning of supplementation and reduction to 5g/day; M3 - 28 days of supplementation. In the proposed moments were made measurements of weight, height and evaluation of body composition (lean mass, total body water) using the BYODINAMICS (r) Model 310. For all statistical tests, we used a significance level of 95% (p&lt;0.05). RESULTS: 14 adult male volunteers with a mean age of 22.57 (±1.45) years, including seven trained and seven untrained individuals, participated in the study. After 28 days of supplementation, the trained group had a significant increase in weight, total body water, lean body mass and hydration of lean mass, but no significant increase was observed in the untrained group. Regarding the phase angle, it increased in the untrained group and decreased in the trained group. CONCLUSION: creatine supplementation combined with resistance training is more effective in hydrating trained individuals and it's also sufficient to reduce the difference of the angle phase intergroup, thus suggesting improved cellular hydration in both groups. However, this increase in hydration revealed no significant increase in muscle tissue. <hr/> INTRODUCCIÓN: la creatina es un recurso ergogénico cuya suplementación ha sido asociada al aumento de la hidratación corporal total y al aumento de la masa muscular de los consumidores. Entretanto, estudiosos cuestionan si el aumento de la masa muscular es un aumento real. OBJETIVO: evaluar el efecto de la suplementación de creatina sobre la hidratación y el aumento de masa magra en individuos previamente entrenados y no entrenados, sometidos a un programa de entrenamiento resistido. MÉTODOS: ensayo clínico no aleatorio, constituido por tres momentos, M1 - Inicio de la suplementación con 20g/día de creatina; M2 - 7 días después de iniciada la suplementación y reducción de la suplementación para 5g/día; M3 - 28 días de suplementación. En los momentos propuestos, fueron realizadas mediciones de peso, estatura y evaluación de la composición corporal (masa magra, agua corporal total) con el uso de BYODINAMICS(r) Modelo 310. Para todos los tests estadísticos, fue adoptado el nivel de significancia de 95% (p&lt;0,05). RESULTADOS: participaron en este estudio 14 voluntarios adultos del sexo masculino, con edad promedio de 22,57(±1,45) años, de los que siete eran entrenados y siete no entrenados. Después de 28 días de suplementación, en el grupo entrenado se observó un aumento significativo en el peso, agua corporal total, masa magra e hidratación de la masa magra, pero ningún aumento significativo fue observado en el grupo no entrenado. En relación al ángulo de fase, aumentó en el grupo no entrenado y se redujo en el grupo entrenado. CONCLUSIÓN: la suplementación de creatina asociada al entrenamiento resistido es más efectiva en la hidratación de individuos entrenados, como también es suficiente para reducir la diferencia significativa del ángulo de fase intergrupos, sugiriendo así mayor hidratación celular en ambos grupos. Sin embargo, ese aumento en la hidratación no reveló aumento significativo en el tejido muscular. <![CDATA[La dependencia de la evaluación a la práctica del karate y su relación con el tiempo de entrenamiento]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922015000100032&lng=es&nrm=iso&tlng=es INTRODUÇÃO: a prática de artes marciais tem se tornado uma atividade em grande ascensão, seja no âmbito recreacional ou competitivo. Embora sejam inegáveis os benefícios da prática regular de exercícios físicos, crescem as evidências do excesso de treino entre atletas e desportistas de diferentes modalidades, chegando mesmo à dependência da prática em situações negativas e patológicas. Este excesso, denominado Dependência da Prática de Exercícios (DPE), pode se apresentar na forma primária ou secundária. OBJETIVO: avaliar a Dependência da Prática de Karatê (DPK) em atletas e desportistas para determinar a prevalência e o grau de dependência e sua associação a comportamentos de risco. MÉTODOS: foram recrutados 46 indivíduos de ambos os sexos, com média de 45,4(10,6) anos, 74,8(10,7) kg, 173,1(7,2) cm, cujo índice de massa corporal de 24,89(2,93) kg/m2 os classificou como eutróficos. Nós consideramos medidas antropométricas, índices de uma escala de dependência adaptada para DPK, e informações sobre a percepção da autoimagem corporal. RESULTADOS: foi constatado um índice significativamente maior de DPK em atletas mais experientes, porém quanto à insatisfação da autoimagem corporal, esta foi significativa apenas no grupo de praticantes menos experientes. CONCLUSÃO: a aplicação da Escala de DPK mostrou-se útil na detecção de dependência em praticantes de karatê em relação ao tempo de treino, embora não se tenha indicação de desdobramentos negativos advindos deste quadro de dependência. Recomenda-se a aplicação desta escala para as diferentes artes marciais, a fim de determinar, nos diferentes estilos, as motivações e possíveis consequências de um engajamento patológico no esporte. <hr/> INTRODUCTION: martial arts training has been showing tremendous growth at both entertainment and competitive levels. Although the benefits of regular exercising are undeniable, we have growing evidence of excessive practice among athletes and sportsmen, with presence of pathological addiction traits. Physical Exercise Addiction (PEA) is displayed in primary and secondary forms. OBJECTIVE: our goal is to assess the Karate Practice Addiction (KPA) in athletes and sportsmen determining its prevalence and dependence levels, as well as associations with risky behaviors. METHODS: we studied 46 individuals, from both genders, with mean age 45.4 (10.6), 74.8 (10.7) kg, 173.1 (7.2) cm, for which the body mass index 24.89 (2.93) kg / m2 established an eutrophic pattern. We gathered anthropometric measurements, scores from an addiction scale adapted for KPA, and body image perception data. RESULTS: seasoned athletes showed a significantly higher KPA score, while less experienced practitioners were significantly less satisfied with their body image. CONCLUSION: the KPA scale proved useful to correlate addiction and time of engagement to Karate. We recommend the use of this scale as an assessment tool to determine motivations and risks of pathological behavior in Karate and other martial arts. <hr/> INTRODUCCIÓN: las artes marciales se han transformado en actividades con gran crecimiento, ya sea desde el punto de vista recreacional o competitivo. Aunque sean innegables los beneficios de la práctica regular de ejercicios físicos, aumentan las evidencias de que el exceso de ejercicio entre atletas y deportistas de diferentes modalidades deportivas puede llevar a la dependencia e incluso a situaciones patológicas. Este exceso denominado Dependencia de la Práctica del Ejercicio (DPE) puede presentarse en la forma primaria o secundaria. OBJETIVO: evaluar la Dependencia de la Práctica de Karate (DPK) en atletas y deportistas para determinar la prevalencia y el grado de dependencia y asociar a potenciales consecuencias negativas o riesgos. MÉTODOS: fueron reclutados 46 individuos de ambos sexos con promedio de edad de 45,4 (10,6) años, 74,8 (10,7) kg, 173,1 (7,2) cm cuyo índice de masa corporal de 24,89 (2,93) kg/cm2 los clasificó como eutróficos. Además de la evaluación antropométrica fue aplicada la Escala de Dependencia de Práctica de Karate (DPK) adaptada para las artes marciales y una escala de evaluación para la autoimagen corporal. RESULTADOS: fue constatado un aumento significativo de DPK en atletas con más experiencia, pero cuanto a la insatisfacción de la auto imagen corporal, ésta fue significativa apenas en el grupo de practicantes con menor experiencia. CONCLUSIÓN: la aplicación de la Escala de DPK se mostró útil en la detección de la dependencia en practicantes de karate en relación al tiempo de práctica, aunque no hubo manifestación negativa como consecuencia de este cuadro de dependencia. Se recomienda la aplicación de esta escala para las diferentes artes marciales a fin de determinar en los diferentes estilos las motivaciones y posibles consecuencias de algún problema patológico en el deporte. <![CDATA[Evaluación de sóleos de ratas Wistar ooforectomizadas y removilizadas en medio acuático]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922015000100036&lng=es&nrm=iso&tlng=es INTRODUÇÃO: as incertezas sobre a forma mais eficaz de remobilização para músculos após períodos de imobilização. OBJETIVO: avaliar o comportamento da remobilização com natação sobre parâmetros histomorfométricos do músculo sóleo de ratas ooforectomizadas e pseudo-ooforectomizadas. MÉTODOS: foram utilizadas 24 ratas Wistar subdivididas em quatro grupos: G1: submetidos à ooforectomia, imobilização por 15 dias e remobilizados livremente; G2: ooforectomia, imobilização e remobilizados com natação por 10 dias; G3: pseudo-ooforectomia, imobilização e remobilizados livremente; G4: pseudo-ooforectomia, imobilização e remobilizados com natação. Os músculos sóleos direitos e esquerdos foram dissecados para as análises histomorfométricas longitudinal e transversal. A contagem de sarcômeros se deu em 300 µm e o comprimento da fibra muscular foi medida por paquímetro analógico. O peso muscular foi obtido em balança analítica e o diâmetro foi realizado em 100 fibras por músculo. RESULTADOS: houve redução significativa, tanto na análise longitudinal quanto transversal, quando comparados os músculos sóleos direitos e esquerdos de ambos os grupos. CONCLUSÃO: a imobilização do músculo sóleo de ratas ooforectomizadas e pseudo-ooforectomizadas acarreta efeitos deletérios à morfometria muscular e a remobilização por meio da natação não foi capaz de promover o retorno dos padrões estruturais do músculo sóleo. <hr/> INTRODUCTION: uncertainty about the most effective way to muscles remobilization after periods of immobilization. OBJECTIVE: to evaluate the behavior of swimming remobilization on histomorphometric soleus muscle parameters of ovariectomized rats. METHODS: we used 24 Wistar rats divided into four groups: G1: underwent oophorectomy, immobilization for 15 days and remobilized freely; G2: oophorectomy, immobilization and remobilized with swimming for 10 days; G3: pseudo-oophorectomy, immobilization and remobilized freely; G4: pseudo-oophorectomy, immobilization and remobilized with swimming. The right and left soleus muscles were dissected for longitudinal and transverse histomorphometric analysis. The count of sarcomeres occurred at 300 µm and muscle fiber length was measured by analog caliper. The muscle weight was obtained in an analytical scale and the diameter was performed on 100 fibers per muscle. RESULTS: there was a significant reduction in both, the longitudinal and transversal analysis, when comparing the right with the left soleus muscles of all groups. CONCLUSION: the immobilization of the soleus muscle of ovariectomized rats and pseudo-ovariectomized cause deleterious effects on muscle morphology and remobilization through swimming was not able to promote the return of the structural patterns of the soleus muscle. <hr/> INTRODUCCIÓN: a la incertidumbre sobre la manera más eficaz de removilización de los músculos después de períodos de inmovilización. OBJETIVO: Evaluar el comportamiento de removilización con natación sobre parámetros histomorfométricos del músculo sóleo de ratas ooforectomizadas y pseudo ooforectomizadas. MÉTODOS: Se utilizaron 24 ratas Wistar subdivididas en cuatro grupos: G1: sometidas a ooforectomía, inmovilización por 15 días y removilizadas libremente; G2: ooforectomía, inmovilización y removilizadas con natación por 10 días; G3: pseudo ooforectomía, inmovilización y removilizadas libremente; G4: pseudo ooforectomía, inmovilización y removilizadas con natación. Los músculos sóleos derechos e izquierdos fueron disecados para análisis histomorfométricos longitudinal y transversal. El recuento de los sarcómeros se hizo en 300 micras y la longitud de la fibra muscular fue medida por paquímetro analógico. El peso muscular fue obtenido en balanza analítica y el diámetro se realizó en 100 fibras por músculo. RESULTADOS: Hubo reducción significativa tanto en el análisis longitudinal como en el transversal cuando se compararon los músculos sóleos derechos e izquierdos de ambos grupos. CONCLUSIÓN: La inmovilización del músculo sóleo de ratas ooforectomizadas y pseudo ooforectomizadas causa efectos nocivos para la morfometría muscular y la removilización por medio de la natación no fue capaz de promover el retorno de los patrones estructurales del músculo sóleo. <![CDATA[La inmersión en agua fría no aceleró la recuperación después de un partido de futsal]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922015000100040&lng=es&nrm=iso&tlng=es INTRODUÇÃO: a imersão em água fria (IAF) é uma estratégia popular de recuperação, no entanto, há poucas evidências sobre a eficácia desse método no contexto do esporte. OBJETIVO: investigar o efeito da IAF sobre a dor muscular e o desempenho anaeróbio após uma partida de Futsal. MÉTODOS: dez jogadores participaram de duas partidas simuladas, seguidas por duas condições de recuperação randomizadas (IAF ou repouso passivo), separadas por sete dias. Durante as intervenções de recuperação, os jogadores permaneceram sentados em uma posição confortável (C) ou foram imersos em uma piscina com água fria (condição IAF; 15±1ºC) por 12 minutos. A avaliação da dor muscular, o teste de salto movimento contra (SCM), o teste de saltos repetidos (TSR) e o teste de sprints repetidos (TSPR) foram realizados antes da partida (PRÉ), imediatamente após a intervenção de recuperação (P1) e 24h depois da intervenção de recuperação (P2). RESULTADOS: foi observado aumento na sensação de dor muscular após a partida de Futsal para ambas as intervenções (IAF e C) (P1 e P2, p &lt;0,05); no entanto, não houve diferença entre as intervenções (IAF e C; p&gt; 0,05). Houve diminuição no desempenho anaeróbio (SCM, TSR e TSPR) imediatamente após a intervenção IAF quando comparado ao C (P1, p &lt;0,05). Não houve diferença no desempenho anaeróbio entre as duas condições no P2 (IAF e C; p&gt; 0,05). CONCLUSÃO: a IAF não melhorou a recuperação relacionada à dor muscular e o desempenho anaeróbio de jogadores de Futsal. <hr/> INTRODUCTION: cold-water immersion (CWI) is a popular recovery strategy; however, there is limited evidence of the effectiveness of this method in sport settings. OBJECTIVE: to investigate the effect of CWI on muscle soreness and anaerobic performance after a Futsal match. METHODS: ten players performed two simulated matches followed by two randomized recovery conditions (CWI or passive rest - C), separated for seven days. During the recovery interventions, the players remained seated in a comfortable position (C) or were immersed in a pool with cold water (CWI condition; 15±1ºC) for 12 minutes. Muscle soreness assessment, counter movement jump (CMJ) test, repeated jump ability (RJA) test, and repeated sprint running test (rRST) were conducted prior to the match (Pre), immediately after the recovery intervention (P1) and 24h after the recovery intervention (P2). RESULTS: a significant increase in muscle soreness after the Futsal match was observed for both interventions (C and CWI) during all time points (P1 and P2, p&lt;0.05); however, no significant difference was detected between CWI and C interventions (p&gt;0.05). There was a significant decrease in anaerobic performance (CMJ, RJA and rRST) immediately after the CWI intervention when compared to C (P1, p&lt;0.05). No significant difference in anaerobic performance was detected between the two conditions at P2 (CWI and C; p&gt;0.05). CONCLUSION: the CWI did not improve recovery related to muscle soreness and anaerobic performance of Futsal players. <hr/> INTRODUCCIÓN: la inmersión en agua fría (IAF) es una estrategia de recuperación popular, sin embargo, la evidencia de la efectividad de este método en el ámbito deportivo es limitada. OBJETIVO: investigar el efecto de la IAF en el dolor muscular y en el rendimiento anaeróbico después de un partido de Futsal. MÉTODOS: diez jugadores realizaron dos partidos simulados seguido de dos condiciones aleatorias de recuperación (IAF o descanso pasivo - C) separado por siete días. Durante las intervenciones de recuperación, los jugadores se sentaron en una posición cómoda (C) o se sumergieron en una piscina con agua fría (condición de la IAF; 15±1°C) durante 12 minutos. La evaluación del dolor muscular, la prueba de salto contra movimiento (SCM), prueba de saltos repetidos (PSR) y la prueba de sprints repetidos (PSPR) se realizaron antes del partido (PRE), inmediatamente después de la intervención de recuperación (P1) y 24 horas después de la intervención de recuperación (P2). RESULTADOS: la sensación de dolor muscular aumentó después de partido de Futsal para ambas intervenciones (IAF y C) (P1 y P2; p &lt;0,05); sin embargo, sin diferencia entre las intervenciones (IAF y C; p&gt; 0,05). El rendimiento anaeróbico disminuyó (SCM, PSR y PSPR) inmediatamente después de la intervención de IAF en comparación con C (P1, p &lt;0,05). No hubo diferencias en el rendimiento aneróbico entre las dos condiciones en P2 (IAF y C; p&gt; 0,05). CONCLUSIÓN: el IAF no ha mejorado la recuperación relacionada con el dolor muscular y rendimiento anaeróbico de los jugadores de Futsal. <![CDATA[Validez predictiva de la medida y estimativas del VO<sub>2máx</sub> en el desempeño de Mountain Bikers]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922015000100044&lng=es&nrm=iso&tlng=es INTRODUÇÃO: considerando o racional para a utilização das equações preditivas na estimativa do VO2máx em atletas, nenhum estudo estabeleceu sua validade para o desempenho no mountain bike cross-country (XCO). OBJETIVO: comparar diferentes estratégias de determinação do VO2máx, de forma direta ou indireta, para a predição do desempenho em uma prova real e outra simulada. MÉTODOS: 20 atletas de XCO do sexo masculino (31,6 ± 6,8 anos; 68,1 ± 6,5 kg; 175,5 ± 5,7cm; 64,9 ± 4,4 mL. kg-1.min-1), foram submetidos a três sessões experimentais. A primeira visita consistiu na estratificação de risco, avaliação antropométrica e teste progressivo máximo. Na segunda, foi realizada a prova simulada e, na terceira, foi realizada a competição de XCO. RESULTADOS: a correlação entre a prova simulada e as equações preditivas do VO2máx de forma absoluta alcançaram relação quase perfeita (r ≥ 0,9). As correlações entre a competição real e as estimativas de VO2máx relativizadas à massa corporal alcançaram resultados classificados como muito altos (r = 0,7-0,89). As associações entre a medida direta do VO2máx e a simulação apresentaram uma classificação baixa para valores relativos à massa corporal (r = 0,10, IC95% -0,35 a 0,51). Para o desempenho real, a classificação foi moderada (r = 0,48, IC95% 0,009 a 0,78). CONCLUSÃO: o presente estudo foi o primeiro a demonstrar a validade preditiva das estimativas do VO2máx para o desempenho simulado e real de MTB. Em complemento, confirmou a baixa validade preditiva da medida direta do VO2máx para o mesmo propósito. <hr/> INTRODUCCIÓN: considerando el racional para el uso de las ecuaciones predictivas en la estimativa del VO2máx en atletas de ciclismo, ningún estudio estableció su validez predictiva para el desempeño en el mountain bike cross-country (XCO). OBJETIVO: comparar diferentes estrategias de determinación del VO2máx, de forma directa o indirecta, para la predicción del desempeño en una prueba real y otra simulada. MÉTODOS: veinte atletas de XCO del sexo masculino (31,6 ± 6,8 años; 68,1 ± 6,5 kg; 175,5 ± 5,7cm; 64,9 ± 4,4 mL. kg-1.min-1), fueron sometidos a tres sesiones experimentales. La primera visita consistió en la estratificación de riesgo, evaluación antropométrica y test progresivo máximo. En la segunda, fue realizada la prueba simulada y en la tercera fue realizada la competición de XCO. RESULTADOS: la correlación entre la prueba simulada y las ecuaciones predictivas del VO2máx de forma absoluta alcanzaron relación casi perfecta (r ≥ 0,9). Las correlaciones entre la competición real y las estimativas de VO2máx relativizada a la masa corporal alcanzaron resultados clasificados como muy grande (r = 0,7-0,89). Las asociaciones entre la medida directa del VO2máx y la simulación presentaron clasificación pequeña para valores relativos a masa corporal (r = 0,10, IC95% -0,35 a 0,51). Para el desempeño real, la clasificación fue moderada (r = 0,48, IC95% 0,009 a 0,78). CONCLUSIÓN: el presente estudio fue el primero en demostrar la validez predictiva de las estimativas del VO2máx para el desempeño simulado y real de MTB. En complemento, confirmó la baja validez predictiva de la medida directa del VO2máx para el mismo propósito. <hr/> INTRODUCTION: considering the rationale for the use of predictive equations to estimate VO2max in athletes, no study has established its validity for performance in mountain bike cross-country (XCO). OBJECTIVE: the aim was to compare different strategies for determining VO2max, directly or indirectly, for predicting performance in a simulated and in a real competition. METHODS: 20 XCO male athletes (31.6 ± 6.8 anos; 68.1 ± 6.5 kg; 175.5 ± 5.7cm; VO2max 64.9 ± 4.4 mL. kg-1.min-1), were submitted to three experimental sessions. In the first visit, there were risk stratification, anthropometric evaluation and maximum progressive test. In the second, a simulated race was performed and, in the third session, a XCO competition was performed. RESULTS: the correlation between the simulated competition and the predictive equations of VO2max in absolute values reached an almost perfect relationship (r ≥ 0.9). The correlations between the real competition and estimated VO2max relativized to body mass achieved results classified as very high (r = 0.7 to .89). The associations between the direct measurement of VO2max and the simulation were classified as small for values relative to body mass (r = 0.10, CI95% -0.35 to 0.51). For the actual performance, the classification was moderate (r = 0.48, CI95% 0.009 to 0.78). CONCLUSION: this study was the first to demonstrate the predictive validity of the estimates of VO2max for the simulated and real MTB performance. In addition, it confirmed the low predictive validity of direct measurement of VO2max for the same purpose. <![CDATA[Efectos del método pilates en el torque isocinético de los extensores y flexores de la rodilla: estudio piloto]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922015000100049&lng=es&nrm=iso&tlng=es INTRODUÇÃO: apesar da popularização do método Pilates como forma de exercício físico, os estudos com a técnica ainda não têm explorado os seus efeitos sobre o torque isocinético dos músculos extensores e flexores do joelho. OBJETIVO: verificar os efeitos do método Pilates no torque isocinético dos extensores e flexores do joelho em mulheres jovens. MÉTODOS: 10 voluntárias foram submetidas à avaliação isocinética (60°/s e 300°/s) dos extensores e flexores do joelho, do membro inferior dominante, pré e pós-intervenção com o método Pilates, considerando-se o pico de torque (PT) e o trabalho total (TT). Oito intervenções foram realizadas ao longo de quatro semanas, constando de 28 exercícios de alongamento e fortalecimento para os principais grupos musculares. A análise estatística, utilizando os testes t de Student ou Wilcoxon para amostras dependentes, foi utilizada (p&lt;0,05). RESULTADOS: os resultados mostraram melhora significativa para a maioria das variáveis observadas, tanto na extensão do joelho (TT 60°/s - 8,98%, p = 0,0166; PT 300°/s - 11,80%, p = 0,0077; TT 300°/s - 19,68%, p = 0,0051), quanto na flexão (PT 60°/s - 11,44%, p = 0,0171; TT 60°/s - 11,55%, p = 0,0395; TT 300°/s - 12,86%, p = 0,0145), com exceção para duas variáveis, uma referente ao movimento de extensão do joelho (PT 60°/s - 3,04%, p = 0,4413) e outra ao movimento de flexão (PT 300°/s - 2,30%, p = 0,3873). CONCLUSÃO: foi possível verificar que oito sessões de Pilates, realizadas ao longo de quatro semanas, proporcionaram melhora significativa do torque isocinético dos músculos extensores e flexores do joelho em mulheres jovens, em relação ao PT e TT (60°/s e 300°/s) para a maioria das variáveis analisadas. <hr/> INTRODUCTION: despite the popularity of Pilates as a form of exercise, studies with the technique still have not explored their effects on isokinetic torque of the extensor and flexor muscles of the knee. OBJECTIVES: check the effects of the Pilates method on isokinetic torque of the knee extensors and flexors in young women. METHODS: 10 volunteers underwent isokinetic evaluation (60°/s and 300°/s) of the knee extensors and flexors of the dominant leg, pre-and post-intervention with the Pilates method, considering the peak torque (PT) and total work (TW). Eight interventions were conducted over four weeks, 28 consisting of stretching and strengthening exercises for the major muscle groups. Statistical analysis using the Student t or Wilcoxon for dependent samples was used (p&lt;0.05). RESULTS: the results showed significant improvement for most of the observed variables in both knee extension (TW 60°/s - 8.98%, p = 0.0166, PT 300°/s - 11.80%, p = 0.0077, TW 300°/s - 19.68%, p = 0.0051) and in flexion (PT 60°/s - 11.44%, p = 0.0171; TW 60°/s - 11.55%, p = 0.0395; TW 300°/s - 12.86%, p = 0.0145), as an exception to two variables: one related to the movement of knee extension (PT 60°/s - 3.04 %, p = 0.4413) and the other to flexion (PT 300°/s - 2.30%, p = 0.3873). CONCLUSION: we found that eight sessions of Pilates, conducted over four weeks, provided significant improvement in isokinetic torque of the extensor and flexor muscles of the knee in young women, in relation to the PT and TT (60°/s and 300°/s) for most variables. <hr/> INTRODUCCIÓN: a pesar de la popularización del método Pilates, como una forma de ejercicio físico, los estudios con la técnica aún no han explorado sus efectos sobre el torque isocinético de los músculos extensores y flexores de la rodilla. OBJETIVOS: verificar los efectos del método Pilates, el torque isocinético de los extensores y flexores de la rodilla en mujeres jóvenes. MÉTODOS: diez voluntarias fueron sometidas a evaluación isocinética (60°/s y 300º/s) de los extensores y flexores de la rodilla, del miembro inferior dominante, antes y después de la intervención con el método Pilates, considerándose el pico de torque (PT) y trabajo total (TT). Ocho intervenciones fueron realizadas durante cuatro semanas, siendo 28 ejercicios de alongamiento y fortalecimiento para los principales grupos musculares. Fue aplicado análisis estadístico utilizando los tests t de Student o de Wilcoxon para muestras dependientes (p &lt;0,05). RESULTADOS: los resultados mostraron mejora significativa para la mayoría de las variables observadas, tanto en extensión de la rodilla (TT 60°/s - 8,98%, p = 0,0166, PT 300°/s - 11,80%, p = 0,0077, TT 300°/s - 19,68%, p = 0,0051) como en la flexión (PT 60°/s - 11,44%, p = 0,0171; TT 60°/s - 11,55%, p = 0,0395; TT 300°/s - 12,86%, p = 0,0145), como excepción a dos variables: una referente al movimiento de extensión de la rodilla (PT 60°/s - 3,04 %, p = 0,4413) y otra al movimiento de flexión (PT 300°/s - 2,30%, p = 0,3873). CONCLUSIÓN: fue posible verificar que ocho sesiones de Pilates, realizadas a lo largo de cuatro semanas, proporcionó mejora significativa en el torque isocinético, de los músculos extensores y flexores de la rodilla en mujeres jóvenes, en relación al PT y TT (60°/s y 300º/s), para la mayoría de las variables analizadas. <![CDATA[Evaluación de la calidad de vida y sueño de atletas paralímpicos brasileños]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922015000100053&lng=es&nrm=iso&tlng=es INTRODUÇÃO: o esporte paralímpico brasileiro vem ganhando destaque no cenário mundial e, com isso, a avaliação de variáveis que possam influenciar positivamente no desempenho desses atletas é de suma importância para o acompanhamento durante o seu período de treinamento. OBJETIVO: avaliar a qualidade de vida e do sono de atletas paralímpicos brasileiros. MÉTODOS: foram estudados 49 atletas paralímpicos das modalidades natação (n=20) e atletismo (n=29). Os atletas responderam a questionários que avaliaram seu padrão e queixas de sono e qualidade de vida. RESULTADOS: a maioria dos atletas (65,30%) relatou má qualidade do sono, visto que a latência do sono neste grupo foi significativamente maior do que em atletas com boa qualidade de sono. Cinquenta por cento dos atletas relataram o desejo de fazer mudanças em seu horário de sono e 52% gostariam de aumentar o seu tempo de sono. A sonolência diurna excessiva foi observada em 53,06% dos atletas. Quanto às queixas de distúrbios do sono, foram relatados chute ou espasmos das pernas e ronco. Menores índices de qualidade de vida foram encontrados no meio ambiente em comparação com os domínios físicos, psicológicos ou sociais. CONCLUSÕES: os resultados sugerem que a maioria dos atletas apresentou uma má qualidade do sono e, consequentemente, um alto índice de insatisfação com o sono. Além disso, menores escores de qualidade de vida foram encontrados no domínio ambiental, que está relacionado com a segurança física, proteção e condições em casa. <hr/> INTRODUCCTION: Brazilian paralympic sports are gaining prominence on the world stage. That's why the evaluation of some characteristics that may influence positively the athletes' performance is so important to be observed during the training sessions. OBJECTIVE: to assess the quality of life and sleep quality of Brazilian paralympic athletes. METHODS: 49 paralympic athletes participating in swimming (n=20) and athletics (n=29) were studied. The athletes answered questionnaires assessing their sleep patterns and complaints and their quality of life. RESULTS: most athletes (65,30%) reported poor sleep quality, and the sleep latency in this group was significantly greater than in the athletes with good sleep quality. Fifty percent of the athletes reported a desire to make changes in their sleep schedule and 52% would like to increase their sleep time. Excessive daytime sleepiness was observed in 53.06% of the athletes. Regarding complaints of sleep disorders, there were reported kicking or jerking of the legs and snore. Lower scores for quality of life were found in the environment if compared to the physical, psychological or social relationship domains. CONCLUSION: most athletes reported poor sleep quality and, consequently, a high index of dissatisfaction with their sleep. Moreover, lower quality of life scores were found in the environmental domain, which is related to physical safety, protection and conditions at home. <hr/> INTRODUCCIÓN: El deporte paralímpico brasileño viene ganando destaque en el escenario mundial y con eso la evaluación de variables que puedan influenciar positivamente en el desempeño de esos atletas es de suma importancia para el acompañamiento durante su período de entrenamiento. OBJETIVO: Evaluar la calidad de vida y del sueño de atletas paralímpicos brasileños. MÉTODOS: Fueron estudiados 49 atletas paralímpicos de las modalidades natación (n=20) y atletismo (n=29). Los atletas respondieron a cuestionarios que evaluaron su estándar y quejas de sueño y calidad de vida. RESULTADOS: La mayoría de los atletas (65,30%) relató mala calidad del sueño, visto que la latencia del sueño en este grupo fue significativamente mayor que en atletas con buena calidad de sueño. Cincuenta por ciento de los atletas relató el deseo de hacer cambios en su horario de sueño, y a 52% le gustaría aumentar su tiempo de sueño. La somnolencia diurna excesiva fue observada en 53,06% de los atletas. Cuanto a las quejas de disturbios del sueño, fueron relatadas patadas o espasmos de las piernas y ronquido. Menores valores de calidad de vida fueron encontrados en el medio ambiente en comparación con los dominios físicos, psicológicos o sociales. CONCLUSIONES: Los resultados sugieren que la mayoría de los atletas presentó una mala calidad del sueño y, consiguientemente, un alto índice de insatisfacción con el sueño. Además, menores valores de calidad de vida fueron encontrados en el dominio ambiental, que está relacionado con la seguridad física, protección y condiciones en casa. <![CDATA[Barreras y facilitadores para la práctica de la actividad física de longevas físicamente inactivas]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922015000100057&lng=es&nrm=iso&tlng=es INTRODUÇÃO: o avanço da idade ocasiona uma diminuição das capacidades físicas, aumentando o risco de inatividade física nas idades mais avançadas. OBJETIVO: analisar as percepções quanto às barreiras e os facilitadores para a prática de atividade física. MÉTODOS: desenvolveu-se um estudo qualitativo, com 30 idosas fisicamente inativas, participantes dos Grupos de Convivência cadastrados na Prefeitura Municipal de Florianópolis-SC. Para a coleta de dados, foi utilizado o roteiro das questões norteadoras dos grupos focais e os dados foram tratados pela análise de conteúdo temática. RESULTADOS: as idosas fisicamente inativas perceberam mais barreiras do que facilitadores para a prática de atividades físicas. As principais barreiras foram: a limitação física, a falta de disposição, o excesso de cuidado da família, os exercícios físicos inadequados, as doenças, a falta de segurança, o casamento e o cuidar dos filhos, nunca ter realizado atividades físicas para lazer, o medo de quedas e o aumento da idade. Os principais facilitadores foram: o prazer pela prática de atividade física, a socialização, os benefícios da atividade física, os exercícios físicos adequados, ter companhia para praticar atividades físicas e o programa de atividades físicas da Prefeitura Municipal de Florianópolis-SC. CONCLUSÃO: o conhecimento dessas barreiras e facilitadores pode contribuir para o planejamento de estratégias a serem aplicadas em intervenções com a população de idosas fisicamente inativas, buscando modificações de comportamentos para a adoção de um estilo de vida ativo, que lhes proporcionará anos de vida com melhor capacidade funcional, condições de saúde e independência. <hr/> INTRODUCTION: the advancing age causes a physical capacity decline in the elderly, increasing the risk of physical inactivity in older ages. OBJECTIVE: to analyze the perceptions regarding the barriers and facilitators to physical activity. METHOD: we developed a qualitative study, with 30 elderly women, physically inactive, participants of Companionship Groups registered in the Prefecture of Florianópolis-SC. To collect data, we used the script of the guiding questions of the focus groups and the data was processed by thematic content analysis. RESULTS: the physically inactive elderly women perceived more barriers than facilitators for physical activity. The main barriers were: the physical limitation, unwillingness, excess of family care, inadequate physical exercise, disease, unsafe, marriage and caring for children, never performed physical activities during leisure time, the fear of falling and the increasing age. The main facilitators were: the pleasure of physical activity, socialization, the benefits of physical activity, appropriate exercise, to have company to practice physical activities and the physical activity program of the Prefecture of Florianópolis-SC. CONCLUSION: the knowledge of these barriers and facilitators can contribute to the planning of strategies to be applied in interventions with the oldest population of physically inactive, seeking modification of behaviors for the adoption of an active lifestyle, that will provide years of life with better functional capacity, health and independence. <hr/> INTRODUCCIÓN: El avance de la edad provoca una disminución de las capacidades físicas del anciano aumentando el riesgo de inactividad física en edades más avanzadas. OBJETIVO: Analizar las percepciones sobre las barreras y facilitadores para la práctica de actividad física. MÉTODOS: Se desarrolló un estudio cualitativo de naturaleza participante, con 30 ancianas longevas inactivas físicamente, participantes de los grupos de Convivencia registrados en la Municipalidad de Florianópolis-SC. Para la colecta de datos fue utilizado el sistema de preguntas norteadoras de los grupos focales y los datos fueron tratados por el análisis de contenido temático. RESULTADOS: Las ancianas longevas físicamente inactivas percibieron más barreras que facilitadores para la práctica de actividad física. Las principales barreras fueron: limitación física, falta de disposición, exceso de atención de la familia, ejercicios físicos inadecuados, enfermedades, falta de seguridad, el matrimonio y el cuidado de los hijos, nunca haber realizado actividades físicas en el tiempo libre, miedo de caídas y aumento de edad. Los principales facilitadores fueron: el placer por la práctica de actividad física, la socialización, los beneficios de la actividad física, ejercicios físicos adecuados, tener compañía para la práctica de actividades físicas y el programa de actividades físicas de la Municipalidad de Florianópolis-SC. CONCLUSIÓN: El conocimiento de estas barreras y facilitadores puede contribuir para la planificación de las estrategias a ser aplicadas en las intervenciones con la población de ancianas longevas físicamente inactivas, buscando modificaciones de comportamientos para la adopción de un estilo de vida activo, que les proporcionará años de vida con mejores capacidad funcional, condiciones de salud e independencia. <![CDATA[Ejercicio físico y factores de riesgo cardiovasculares en mujeres obesas en la post menopausia]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922015000100065&lng=es&nrm=iso&tlng=es INTRODUÇÃO: o exercício físico tem sido recomendado, como estratégia terapêutica não farmacológica, no tratamento de importantes fatores de risco cardiovascular. OBJETIVO: analisar o impacto de um programa de exercício físico, adaptado à realidade das Unidades de Saúde da Família (USF), sobre a composição corporal, fatores de risco cardiovasculares e Escore de Framingham de mulheres obesas na pós-menopausa. MÉTODOS: 70 mulheres entre 50 e 79 anos, sedentárias, obesas e sem menstruar por no mínimo doze meses, foram distribuídas aleatoriamente em um grupo treinado (GT) (n=35) e um não treinado (GnT) (n=35). O GT participou de vinte semanas de um programa de exercícios físicos com três sessões semanais, constituído por atividades de monitoramento e aquecimento (10 min); 25 min de exercício de flexibilidade e força; 50 min de caminhada com intensidade entre 50 a 65% do VO2max; e 5 min de relaxamento. O GnT foi orientado a manter suas atividades normais. RESULTADOS: o GT apresentou reduções significativas do índice de massa corporal (30,1+3,7 vs. 29,3+3,7; p=0,0001), circunferência de cintura (93,3+10,3 vs. 89,1+10,4; p=0,0001), percentual de gordura (54,2+2,9 vs. 53,2+3,3; p=0,0001), pressão arterial sistólica (128,0+14,6 vs. 119,2+10,3; p=0,0001), triglicerídeos (148,4+66,1 vs. 122,8+40,7; p=0,006), VLDL colesterol (29,7+13,2 vs. 24,5+8,0; p=0,005) e Escore de Framingham (13,08+4,0 vs. 11,77+4,1; p=0,010). No grupo não treinado foram observados aumentos significativos do percentual de gordura (55,0+4,0 vs. 57,0+3,8; p=0,0001), pressão arterial sistólica (128,6+10,5 vs. 133,7+12,0; p=0,001), glicemia de jejum (95,2+18,4 vs. 113,7+28,8; p=0,001) e Escore de Framingham (12,82+3,2 vs. 13,91+4,0; p=0,043), como também reduções do HDL colesterol (55,1+10,5 vs. 51,7+11,0; p=0,017). CONCLUSÃO: o programa de exercício físico adaptado às condições de USF foi efetivo na redução dos fatores de risco cardiovascular de mulheres obesas na pós-menopausa atendidas pelo programa SUS. <hr/> INTRODUCTION: physical exercise has been recommended as a non-pharmacological, therapeutic strategy in the treatment of important cardiovascular risk factors. OBJECTIVE: to analyze the impact of an exercise program, tailored to the reality of the Family Health Units (FHU), on body composition, cardiovascular risk factors and Framingham score in obese postmenopausal. METHODS: 70 women between 50 and 79 years, sedentary, obese and without menstruating for at least twelve months, were randomly assigned to a trained group (TG) (n = 35) and an untrained (GnT) (n = 35). The GT took 20 weeks of a physical exercise program with three weekly sessions, consisting of monitoring activities and heating (10 minutes), 25 minutes of exercise flexibility and strength, 50 minute walk with intensity between 50-65% of VO2max and 5-minute cool-down. The GnT was instructed to maintain their normal activities. RESULTS: TG showed significant reductions in body mass index (30,1+3,7 vs. 29,3+3,7; p=0,0001), waist circumference (93,3+10,3 vs. 89,1+10,4; p=0,0001), percentage of fat (54,2+2,9 vs. 53,2+3,3; p=0,0001), systolic blood pressure (128,0+14,6 vs. 119,2+10,3; p=0,0001), triglycerides (148,4+66,1 vs. 122,8+40,7; p=0,006), VLDL cholesterol (29,7+13,2 vs. 24,5+8,0; p=0,005) and Framingham score (13,08+4,0 vs. 11,77+4,1; p=0,010). In the untrained group were observed significant increases in the percentage of fat (55,0+4,0 vs. 57,0+3,8; p=0,0001), systolic blood pressure (128,6+10,5 vs. 133,7+12,0; p=0,001), fasting glucose (95,2+18,4 vs. 113,7+28,8; p=0,001) and Framingham score (12,82+3,2 vs. 13,91+4,0; p=0,043), but also decreases levels of HDL cholesterol (55,1+10,5 vs. 51,7+11,0; p=0,017). CONCLUSION: the exercise program, adapted to the conditions of FHU, was effective in reducing cardiovascular risk factors in obese postmenopausal women served by the SUS program. <hr/> INTRODUCCIÓN: El ejercicio físico ha sido recomendado como estrategia terapéutica no farmacológica, en el tratamiento de importantes factores de riesgo cardiovascular. OBJETIVO: analizar el impacto de un programa de ejercicio físico adaptado a la realidad de Unidades de Salud de la Familia (USF) sobre la composición corporal, factores de riesgo cardiovasculares y valor de Framingham de mujeres obesas en la post menopausia. MÉTODOS: setenta mujeres entre 50 y 79 años, sedentarias, obesas y sin menstruar por como mínimo doce meses fueron distribuidas aleatoriamente en grupo entrenado (GT) (n=35) y no entrenado (GnT) (n=35). El GT participó de veinte semanas de un programa de ejercicios físicos con tres sesiones semanales, constituido por actividades de monitoreo y calentamiento (10 minutos); 25 minutos de ejercicio de flexibilidad y fuerza; 50 minutos de caminata con intensidad entre 50 a 65% del VO2max; y 5 minutos de vuelta a la calma. El GnT fue orientado a mantener sus actividades normales. RESULTADOS: el GT presentó reducciones significativas del índice de masa corporal (30,1+3,7 vs. 29,3+3,7; p=0,0001), circunferencia de cintura (93,3+10,3 vs. 89,1+10,4; p=0,0001), porcentual de grasa (54,2+2,9 vs. 53,2+3,3; p=0,0001), presión arterial sistólica (128,0+14,6 vs. 119,2+10,3; p=0,0001), triglicéridos (148,4+66,1 vs. 122,8+40,7; p=0,006), VLDL colesterol (29,7+13,2 vs. 24,5+8,0; p=0,005) y Valor de Framingham (13,08+4,0 vs. 11,77+4,1; p=0,010). En el grupo no entrenado se observaron aumentos significativos del porcentual de grasa (55,0+4,0 vs. 57,0+3,8; p=0,0001), presión arterial sistólica (128,6+10,5 vs. 133,7+12,0; p=0,001), glicemia de ayuno (95,2+18,4 vs. 113,7+28,8; p=0,001) y Valor de Framingham (12,82+3,2 vs. 13,91+4,0; p=0,043), como también reducciones del HDL colesterol (55,1+10,5 vs. 51,7+11,0; p=0,017). CONCLUSIÓN: el programa de ejercicio físico adaptado a las condiciones de USF fue efectivo en la reducción de los factores de riesgo cardiovascular de mujeres obesas en la post menopausia atendidas por el programa SUS. <![CDATA[Cambios en el desarrollo temporal de la fuerza en mujeres de diferentes grupos de edad]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922015000100070&lng=es&nrm=iso&tlng=es INTRODUÇÃO: redução na força e na velocidade da contração muscular são duas das maiores causas de debilidade funcional em idosos. OBJETIVO: analisar as mudanças relacionadas à idade no desenvolvimento temporal da força de preensão manual e dos extensores do joelho em mulheres. MÉTODOS: a amostra foi constituída por 52 mulheres subdivididas em três grupos (JO. n=24, 25,2±3,7 anos; MI. n=13, 58±4,2 anos; ID. n=15, 71,3±3,9 anos). Os testes realizados foram o de preensão manual e o de extensão do joelho. Foram executadas três tentativas de esforço isométrico máximo em cada teste, e a curva com o valor máximo de força foi selecionada para análise por meio de um algoritmo desenvolvido em linguagem Matlab(r). A massa livre de gordura (MLG) foi avaliada por meio da absortometria radiológica de dupla energia. RESULTADOS: foram observados entre os grupos valores semelhantes de força (p=0,831) e MLG do membro superior (p=0,207). A taxa de desenvolvimento da força (TDF) foi menor nos intervalos iniciais da contração muscular (0-50 e 0-100ms) nos grupos MI (p=0,005 e p=0,000, para 50ms e 100ms, respectivamente) e ID (p=0,003 e p=0,000, para 50ms e 100ms, respectivamente). A MLG e a força do membro inferior foram menores nos grupos MI (p=0,006, p=0,014, respectivamente) e ID (p&lt;0,000, p=0,000, respectivamente) em comparação ao JO. Já a TDF dos extensores do joelho foi semelhante no grupo MI (p&gt;0,05), porém, menor no grupo ID (p&lt;0,05) em comparação ao JO, em todos os intervalos analisados. CONCLUSÃO: os resultados deste estudo sugerem que os grupos musculares dos membros superiores e inferiores possam ser afetados em diferentes magnitudes pelo envelhecimento. As diferenças entre os membros podem estar relacionadas à quantidade e qualidade das atividades físicas realizadas. <hr/> INTRODUCTION: reduction in strength and reduction in speed of muscle contraction are the two major causes of functional impairment in the elderly. OBJECTIVE: to examine age-related changes in the temporal development of the force of the handgrip and knee extensors in women. METHODS: the sample consisted of 52 women subdivided in three groups (JO. n=24, 25.2±3.7 years; MI. n=13, 58±4.2 years; ID. n=15, 71.3±3.9 years). Tests of handgrip and knee extension were performed. Three attempts of maximum isometric effort were performed in each test, and the curve with the maximum strength value was selected for analysis by means of an algorithm developed using MATLAB(r). The fat free mass (FFM) was assessed by Dual-energy X-ray absorptiometry. RESULTS: we observed similar values in strength (p=0.831) and FFM (p=0.207) of the upper limb. The rate of the force development (RFD) was lower in the initial periods of muscle contraction (0-50 and 0-100ms) in the MI group (p = 0.005 and p = 0.000 for 50ms and 100ms, respectively) and ID (p = 0.003 p = 0.000 for 50ms and 100ms, respectively). The FFM and lower limb strength were lower in the MI group (p=0.006, p =0.014, respectively) and ID (p&lt;0.000, p=0.000, respectively) compared to the JO. Already, the RFD of the knee extensors was similar in the MI group (p&gt;0.05), but lower in the ID group (p&lt;0.05) compared to the JO in all analyzed intervals. CONCLUSION: the results of this study demonstrate that the muscle groups of the upper and lower limbs are affected in different magnitudes by the aging process. The differences between limbs may be related to the quantity and quality of physical activities. <hr/> INTRODUCCIÓN: reducción en la fuerza y en la velocidad de la contracción muscular son dos de las mayores causas de debilidad funcional en ancianos. OBJETIVO: analizar los cambios relacionados a la edad en el desarrollo temporal de la fuerza de aprehensión manual y de los extensores de la rodilla en mujeres. MÉTODOS: la muestra fue constituida por 52 mujeres subdivididas en tres grupos (JO. n=24, 25,2±3,7 años; MI. n=13, 58±4,2 años; ID. n=15, 71,3±3,9 años). Los tests realizados fueron el de aprehensión manual y el de extensión de la rodilla. Fueron ejecutadas tres tentativas de esfuerzo isométrico máximo en cada test, y la curva con el valor máximo de fuerza fue seleccionada para análisis por medio de un algoritmo desarrollado en lenguaje Matlab(r). La masa libre de grasa (MLG) fue evaluada por medio de la absortometría radiológica de doble energía. RESULTADOS: fueron observados entre los grupos valores semejantes de fuerza (p=0,831) y MLG del miembro superior (p=0,207). La tasa de desarrollo de la fuerza (TDF) fue menor en los intervalos iniciales de la contracción muscular (0-50 y 0-100ms) en los grupos MI (p=0,005 y p=0,000, para 50ms y 100ms, respectivamente) e ID (p=0,003 y p=0,000, para 50ms y 100ms, respectivamente). La MLG y fuerza del miembro inferior fue menor en los grupos MI (p=0,006, p=0,014, respectivamente) e ID (p&lt;0,000, p=0,000, respectivamente) en comparación al JO. Ya la TDF de los extensores de la rodilla fue semejante en el grupo MI (p&gt;0,05), aunque menor en el grupo ID (p&lt;0,05) en comparación al JO, en todos los intervalos analizados. CONCLUSIÓN: los resultados de este estudio sugieren que los grupos musculares de los miembros superiores e inferiores puedan ser afectados en diferentes magnitudes por el envejecimiento. Las diferencias entre los miembros pueden estar relacionadas a la cantidad y calidad de las actividades físicas realizadas.