Scielo RSS <![CDATA[Revista Brasileira de Medicina do Esporte]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=1517-869219980004&lang=en vol. 4 num. 4 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86921998000400001&lng=en&nrm=iso&tlng=en <![CDATA[<b>Atividade física e saúde na infância e adolescência</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86921998000400002&lng=en&nrm=iso&tlng=en <![CDATA[<b>Prolapso de válvula mitral e exercício</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86921998000400003&lng=en&nrm=iso&tlng=en O prolapso de válvula mitral é um diagnóstico relativamente comum e, por essa razão, com freqüência o especialista em medicina do esporte e/ou o cardiologista são consultados pelos pais, pelo próprio atleta ou ainda o não-atleta que deseja ingressar num programa de atividade física, a respeito dos possíveis riscos da prática de esportes em indivíduos com essa patologia. Existem portadores de PVM sem risco de desenvolver complicações e aqueles em que esse risco existe. Assim, algumas rotinas devem ser seguidas para determinar quais os tipos de esporte que podem ser praticados de acordo com a classificação em que se encontram esses indivíduos. <![CDATA[<b>Validation of the measuring time of the heart rate after submaximal physical exercise at 50% and 80%</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86921998000400004&lng=en&nrm=iso&tlng=en O objetivo deste estudo foi de verificar a existência de diferença significativa entre a freqüência cardíaca de recuperação medida em diferentes intervalos de tempo após o esforço (respectivamente 6, 10, 15, 20, 25, 30, 35, 40, 45, 50, 55 e 60 segundos) e a freqüência cardíaca de esforço. Foram avaliados 26 indivíduos voluntários na faixa etária entre 19 e 26 anos, sendo todos do sexo masculino, não atletas, com e sem prática de exercícios físicos e não fumantes. A coleta de dados foi realizada no Laboratório de Performance Humana do Departamento de Educação Física - UFV (Viçosa - MG). A instrumentação utilizada foi constituída de um cicloergômetro marca Moviment 2000, para a realização do esforço, além do cardiotacômetro Polar Acurex para mensuração da freqüência cardíaca. O protocolo desenvolvido inclui a mensuração da curva de recuperação da freqüência cardíaca durante um minuto, após a realização de um exercício em nível submáximo, caracterizando um tempo de 10 minutos em steady state em duas situações: (a) 50% e (b) 80%. Para o cálculo da freqüência cardíaca-alvo (FCT) levou-se em consideração a seguinte fórmula proposta por Karvonen: FCT = % (FCMax - FCRep) + FCRep. Após os 10 minutos de steady state o avaliador era orientado a interromper completamente o exercício, iniciando um processo passivo de recuperação, sendo considerada a última FC registrada durante o esforço e em seguida registrado os valores da FC nos seguintes intervalos pós-esforço: 6, 10, 15, 20, 25, 30, 35, 40, 45, 50, 55 e 60 segundos. O tratamento estatístico incluiu a análise de variância (Estatística - Levin, J.) entre a média de cada mensuração da FC e o tempo zero (última FC registrada ao término da atividade submáxima no cicloergômetro). Os resultados apurados apontaram como não significativa (p < 0,05) a diferença dos valores obtidos apenas para a parcial de 6 segundos, tanto para o esforço a 50 e 80%, sendo considerada significativa a diferença dos valores obtidos da FC a partir dos 10 segundos de mensuração. Com os resultados obtidos neste estudo, é possível concluir que o registro ideal da FC pós-esforço submáximo de 50 3 80% da FCM deverá compreender um tempo de aproximadamente 6 segundos. A parcial de 10 segundos, apesar de haver sido considerada, estatisticamente, como significativamente diferente, apresentou em valores absolutos uma redução que em termos práticos não interfere no planejamento da curva de intensidade. A coleta da FC, utilizando a parcial de 15 segundos, geralmente empregada por boa parte dos preparadores físicos, freqüentemente poderá induzir a erro de interpretação da intensidade proposta pelo exercício, o que, por sua vez, modificará a planificação do treinamento de forma incorreta.<hr/>The purpose of this study was to evaluate the existence of significant different between the recovery heart rate, measured at different intervals of time after physical exercise (6, 10, 15, 20, 25, 30, 35, 40, 45, 50, 55, and 60 seconds, respectively) and the exercise heart rate. Twenty-six voluntary subjects at ages varying from 19 to 26 years were evaluated. All were male, non-athletes, nonsmokers, with or without regular practice of physical exercise. The data were collected at the Laboratory of Human Performance of the Department of Physical Education, at the University of Viçosa. State of Minas Gerais, Brazil. The instrument used for physical effort was "Movimento 2000" cycloergometer and "Polar Acurex" cardiotachometer was used for heart rate measurements. The protocol included the measurement of the heart rate recovery curve during one minute after a bout of submaximal exercise, characterizing a time of 10 minutes at steady state in two situations: (a) 50% and (b) 80%. For the target heart rate (THR) calculation, the following formula proposed by Karvonen was used: THR = % (Max-HR - RestHR) + RestHR. After 10 minutes of steady state, the subject was instructed to interrupt the exercise completely, starting a passive process of recovery. The last HR during effort and the HR at the following intervals after effort were recorded: 6, 10, 15, 20, 25, 30, 35, 40, 45, 50, 55, and 60 seconds. The only non-significant result (p > 0.05) obtained was for the 6-second partial measurement, both for the effort at 50% and 80%; the differences of the values obtained for the HR from the 10-second partial measurement and beyond it were significant. With the results obtained in this study, it is possible to conclude that the ideal recording of the HR after a submaximal exercise at 50 and 80% of MaxHR should encompass a time of approximately 6 seconds. The 10-second partial measurement, albeit considered statistically significant and different, presented in absolute values a reduction that in practice does not interfere in the planning of the intensity curve. The collection of HR data using the 15-seconds partial measurement, generally used by most physical education instructors, will frequently induce misinterpretation as to the intensity proposed by the exercise, which will therefore modify incorrectly the planning of the training. <![CDATA[<b>Exercício para a saúde</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86921998000400005&lng=en&nrm=iso&tlng=en O objetivo deste estudo foi de verificar a existência de diferença significativa entre a freqüência cardíaca de recuperação medida em diferentes intervalos de tempo após o esforço (respectivamente 6, 10, 15, 20, 25, 30, 35, 40, 45, 50, 55 e 60 segundos) e a freqüência cardíaca de esforço. Foram avaliados 26 indivíduos voluntários na faixa etária entre 19 e 26 anos, sendo todos do sexo masculino, não atletas, com e sem prática de exercícios físicos e não fumantes. A coleta de dados foi realizada no Laboratório de Performance Humana do Departamento de Educação Física - UFV (Viçosa - MG). A instrumentação utilizada foi constituída de um cicloergômetro marca Moviment 2000, para a realização do esforço, além do cardiotacômetro Polar Acurex para mensuração da freqüência cardíaca. O protocolo desenvolvido inclui a mensuração da curva de recuperação da freqüência cardíaca durante um minuto, após a realização de um exercício em nível submáximo, caracterizando um tempo de 10 minutos em steady state em duas situações: (a) 50% e (b) 80%. Para o cálculo da freqüência cardíaca-alvo (FCT) levou-se em consideração a seguinte fórmula proposta por Karvonen: FCT = % (FCMax - FCRep) + FCRep. Após os 10 minutos de steady state o avaliador era orientado a interromper completamente o exercício, iniciando um processo passivo de recuperação, sendo considerada a última FC registrada durante o esforço e em seguida registrado os valores da FC nos seguintes intervalos pós-esforço: 6, 10, 15, 20, 25, 30, 35, 40, 45, 50, 55 e 60 segundos. O tratamento estatístico incluiu a análise de variância (Estatística - Levin, J.) entre a média de cada mensuração da FC e o tempo zero (última FC registrada ao término da atividade submáxima no cicloergômetro). Os resultados apurados apontaram como não significativa (p < 0,05) a diferença dos valores obtidos apenas para a parcial de 6 segundos, tanto para o esforço a 50 e 80%, sendo considerada significativa a diferença dos valores obtidos da FC a partir dos 10 segundos de mensuração. Com os resultados obtidos neste estudo, é possível concluir que o registro ideal da FC pós-esforço submáximo de 50 3 80% da FCM deverá compreender um tempo de aproximadamente 6 segundos. A parcial de 10 segundos, apesar de haver sido considerada, estatisticamente, como significativamente diferente, apresentou em valores absolutos uma redução que em termos práticos não interfere no planejamento da curva de intensidade. A coleta da FC, utilizando a parcial de 15 segundos, geralmente empregada por boa parte dos preparadores físicos, freqüentemente poderá induzir a erro de interpretação da intensidade proposta pelo exercício, o que, por sua vez, modificará a planificação do treinamento de forma incorreta.<hr/>The purpose of this study was to evaluate the existence of significant different between the recovery heart rate, measured at different intervals of time after physical exercise (6, 10, 15, 20, 25, 30, 35, 40, 45, 50, 55, and 60 seconds, respectively) and the exercise heart rate. Twenty-six voluntary subjects at ages varying from 19 to 26 years were evaluated. All were male, non-athletes, nonsmokers, with or without regular practice of physical exercise. The data were collected at the Laboratory of Human Performance of the Department of Physical Education, at the University of Viçosa. State of Minas Gerais, Brazil. The instrument used for physical effort was "Movimento 2000" cycloergometer and "Polar Acurex" cardiotachometer was used for heart rate measurements. The protocol included the measurement of the heart rate recovery curve during one minute after a bout of submaximal exercise, characterizing a time of 10 minutes at steady state in two situations: (a) 50% and (b) 80%. For the target heart rate (THR) calculation, the following formula proposed by Karvonen was used: THR = % (Max-HR - RestHR) + RestHR. After 10 minutes of steady state, the subject was instructed to interrupt the exercise completely, starting a passive process of recovery. The last HR during effort and the HR at the following intervals after effort were recorded: 6, 10, 15, 20, 25, 30, 35, 40, 45, 50, 55, and 60 seconds. The only non-significant result (p > 0.05) obtained was for the 6-second partial measurement, both for the effort at 50% and 80%; the differences of the values obtained for the HR from the 10-second partial measurement and beyond it were significant. With the results obtained in this study, it is possible to conclude that the ideal recording of the HR after a submaximal exercise at 50 and 80% of MaxHR should encompass a time of approximately 6 seconds. The 10-second partial measurement, albeit considered statistically significant and different, presented in absolute values a reduction that in practice does not interfere in the planning of the intensity curve. The collection of HR data using the 15-seconds partial measurement, generally used by most physical education instructors, will frequently induce misinterpretation as to the intensity proposed by the exercise, which will therefore modify incorrectly the planning of the training. <![CDATA[<b>Exercício para pacientes com doença arterial coronariana</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86921998000400006&lng=en&nrm=iso&tlng=en O treinamento físico aumenta a capacidade funcional e reduz os sintomas nos pacientes coronariopatas. Entretanto, tais pacientes têm um risco maior de complicações durante a prática de exercícios; portanto, devem-se seguir orientações adequadas para minimizar esses riscos. Com base nos benefícios e nos riscos documentados do exercício físico para pacientes com doença arterial coronariana, é Posicionamento Oficial do Colégio Americano de Medicina do Esporte que a maior parte dos pacientes coronariopatas deve participar de um programa de exercícios individualmente prescritos para atingir uma saúde ideal dos pontos de vista físico e emocional. <![CDATA[<b>Efeitos do exercício físico em indivíduos infectados pelo vírus da imunodeficiência humana-1</b>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86921998000400007&lng=en&nrm=iso&tlng=en A doença relacionada com a infecção por HIV-1 segue uma progressão que se caracteriza por diminuição da resposta imunológica que dá lugar a aumento da suscetibilidade a infecções oportunistas. Este trabalho recorre a investigações recentes sobre os efeitos de programas de exercício físico nos parâmetros psicológicos, imunológicos e cardiorrespiratórios de indivíduos infectados por HIV-1. Um programa de exercício aeróbico pode produzir adaptações fisiológicas relacionadas com a função muscular e o estado cardiorrespiratório, pode aumentar alguns componentes críticos da imunidade celular assim como atuar como um "amortecedor" das alterações de ânimo que normalmente acompanham o estresse.