Scielo RSS <![CDATA[Revista Brasileira de Medicina do Esporte]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=1517-869220040002&lang=en vol. 10 num. 2 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[<B>A Revista Brasileira de Medicina do Esporte na era das submissões <I>on-line</B></I>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922004000200001&lng=en&nrm=iso&tlng=en <![CDATA[<B>Energetic cost estimation and contribution of different metabolic pathways in speed kayaking</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922004000200002&lng=en&nrm=iso&tlng=en O desempenho na canoagem de velocidade depende da capacidade de o organismo regenerar ATP em grandes quantidades e a altas taxas, a partir das diferentes vias metabólicas. Assim, o objetivo do presente estudo foi combinar dois modelos bioenergéticos, um genérico denominado de potência crítica e outro específico para a canoagem, proposto por Zamparo et al. (1999), na tentativa de produzir estimativas de aptidão aeróbia e anaeróbia para essa modalidade, bem como estabelecer estimativas não-invasivas da contribuição dos sistemas aeróbio e anaeróbio para diferentes distâncias percorridas. Para tanto, 11 atletas de canoagem (16,0 ± 1,2 anos; 174,0 ± 2,4cm; 65,2 ± 4,4kg), do sexo masculino, percorreram diferentes distâncias (500, 1.000 e 1.790m), na máxima velocidade possível, em embarcações do tipo K-1, em um lago com águas calmas. As informações obtidas foram inicialmente convertidas em quantidades geradas de trabalho (kJ) e potência interna (W). Posteriormente, os valores individuais estimados foram aplicados às três equações preditivas da potência crítica (PCrit) e capacidade de trabalho anaeróbio (CTAnaer). Por fim, os valores produzidos foram transformados em unidades de equivalentes de oxigênio para a estimativa da contribuição aeróbia (equivalente de O2 para a PCrit x tempo para a distância) e anaeróbia (equivalente de O2 para a CTAnaer x tempo para a distância), nas diferentes distâncias. A contribuição aeróbia relativa encontrada para as diferentes distâncias analisadas (500, 1.000 e 1.790m) foi de 60,6, 78,6 e 89,4%, respectivamente. Os resultados encontrados confirmaram as informações produzidas anteriormente por outras investigações, o que sugere que os procedimentos adotados neste estudo podem fornecer estimativas confiáveis sobre a participação das vias energéticas no desempenho de canoagem.<hr/>El desempeño del canotaje de velocidad depende de la capacidad del organismo de regenerar ATP en grandes cantidades y a altas tasas, a partir de las diferentes vias metabólicas. Así el objetivo del presente estudio fué combinar dos modelos bioenergéticos, un genérico denominado de potencia crítica y otro específico para el canotaje, propuesto por Zamparo et al. (1999), en la tentativa de producir estimaciones de la aptitud aeróbia y anaeróbia para esa modalidad, así como establecer estimaciones no invasivas de la contribución de los sistemas aeróbico e anaeróbico para diferentes distancias recorridas. Por lo tanto, 11 atletas de canotaje (16,0 ± 1,2 años; 174,0 ± 2,4 cm; 65,2 ± 4,4 kg), del sexo masculino, correrán diferentes distancias (500, 1.000 e 1.790 m), a máxima velocidad posible, en embarcaciones de tipo K-1, en un lago con aguas calmas. Las informaciones obtenidas fueran inicialmente convertidas en cantidades generadas de trabajo (kJ) y potencia interna (W). Posteriormente, los valores individuales estimados fueron aplicados a las tres ecuaciones predictivas de la potencia crítica (PCrit) y capacidad de trabajo anaerobio (CTAnaer). Por fin, los valores producidos fueron transformados en unidades de equivalentes de oxigeno para la estimación de la contribución aeróbica (equivalente de O2 para a PCrit x tiempo para la distancia) y anaeróbica (equivalente de O2 para a CTAnaer x tiempo para la distancia), a diferentes distancias. La contribución aeróbica relativa encontrada para las diferentes distancias analizadas (500, 1.000 e 1.790 m) fue de 60,6, 78,6 e 89,4%, respectivamente. Los resultados encontrados confirmaron las informaciones producidas anteriormente por otras investigaciones, lo que sugiere que los procedimientos adoptados en este estudio pueden realizar estimaciones confiables sobre la participación de las vias energéticas en el desempeño del canotaje.<hr/>The performance of the speed kayaking depends on the organism capacity of regenerating ATP in large amounts and high rates from different metabolic pathways. Thus, the objective of the present study was to combine two bioenergetic models, the first a generic one, called critical power, and the other specific for kayaking, proposed by Zamparo et al. (1999), in the attempt of producing estimations of aerobic and anaerobic fitness for this modality, as well as establishing non-invasive estimations of the contribution of aerobic and anaerobic systems for different distances performed. In that purpose, 11 male kayaking athletes (16.0 ± 1.2 years; 174.0 ± 2.4 cm; 65.2 ± 4.4 kg), performed different distances (500, 1,000 and 1,790 m), at the maximal speed as possible in kayaks type K-1 in a calm water lake. The informations obtained were initially converted into work generated quantity (kJ) and internal power (W). The estimated individual values were afterwards applied to three predictive equations of critical power (PCrit) and anaerobic work capacity (CTAnaer). Finally, the values produced were transformed into oxygen equivalence units for the estimation of the aerobic contribution (O2 equivalence for PCrit x time required to perform the distance) and anaerobic contribution (O2 equivalence for CTAnaer x time required to perform the distance) at the different distances. The relative anaerobic contribution found for the different distances analyzed (500, 1,000 and 1,790 m) was of 60.6; 78.6 and 89.4%, respectively. The results found corroborate the information previously produced by other investigations, suggesting that the procedures adopted in this study may provide reliable estimations on the participation of the energetic pathways on the kayaking performance. <![CDATA[<B>Muscular strength of 9-18-year old volleyball athletes through computational dynamometry</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922004000200003&lng=en&nrm=iso&tlng=en O objetivo deste estudo foi descrever e comparar as forças musculares isométrica e isocinética em diferentes graus maturacionais de meninos e meninas atletas de voleibol. Participou do estudo um total de 66 crianças e adolescentes saudáveis, em treinamento esportivo competitivo. Dos 37 meninos, 10 eram pré-púberes (PP), 15 púberes (PU) e 12 pós-púberes (PO). Das 29 meninas, 11 eram PP, 13 PU e 5 PO. Foi utilizado um dinamômetro computadorizado (Cybex Norm) para medir a força isocinética de flexão do cotovelo (FC) e de extensão de joelho (EJ) nas velocidades de 60 e 90º.s-1. A força isométrica foi medida nos mesmos exercícios nos ângulos de 60 e 90º (FC), e 45 e 60º (EJ). Utilizou-se a ANOVA para comparações entre os gêneros e graus maturacionais, e o teste post hoc de Tuckey. O nível de significância considerado foi de p < 0,05. Entre os graus maturacionais, os grupos mais velhos foram sempre mais fortes do que os mais jovens, tanto para o gênero masculino quanto para o feminino. Entre os gêneros, os meninos foram mais fortes do que as meninas apenas no grupo PO, nos dois ângulos dos testes isométricos de FC e no teste isocinético em 90º.s-1. Nos testes isométricos de EJ, os valores não foram significativamente diferentes para meninos e meninas, independentemente do grau maturacional. Nos testes isocinéticos, os meninos foram mais fortes do que as meninas nos grupos PP e PO, em 60 e 90º.s-1. Esses resultados sugerem que o grau maturacional é maior determinante da força muscular de jovens atletas de voleibol do que o gênero.<hr/>El objetivo de este estudio fué describir y comparar las fuerzas musculares isométrica e isocinética en diferentes grados maduracionales de niños y niñas atletas de voleibol. Participó del estudio un total de 66 niños y adolescentes, en tratamiento deportivo competitivo. De los 37 niños, 10 eran pre-púberes (PP), 15 púberes (PU) y 12 post-púberes (PO). De las 29 niñas, 11 eran PP, 13 PU e 5 PO. Fué utilizado un dinamómetro computarizado (Cybex Norm) para medir la fuerza isocinética de flexión de codo (FC) y extensión de rodilla (EJ) en las velocidades de 60 y 90º.s-1. La fuerza isométrica fue medida en los mismos ejercicios en los ángulos de 60 y 90º (FC), y 45 y 60º (EJ). Se utilizó la ANOVA para comparaciones entre los géneros y grados maduracionales y el test post hoc de Tuckey. El nivel de significancia considerado fue de p < 0,05. Entre los grados maduracionales los grupos mas viejos fueron siempre mas fuertes que los de los mas jovenes tanto para el género masculino como para el femenino. Entre los sexos, los niños fueron mas fuertes que las niñas apenas en el grupo PO en los dos ángulos de los tests isométricos de FC y en el test isocinético en 90ºs-1. En los tests isométricos de EJ los valores no fueron significativamente diferentes para niños y niñas independientemente do grado de maturación. En los test isocinéticos, los niños fueron más fuertes que las niñas en los grupos PP e PO, en 60 e 90º.s-1. Esos resultados sugieren que el grado maturacional es un mayor determinante de la fuerza muscular en jóvenes atletas de voleibol que el sexo.<hr/>The objective of this work was to describe and to compare the isometric and isokinetic muscular strength at different maturational degree of boys and girls volleyball athletes. 66 healthy children and youth participated in the study in a competitive sportive training. From the 37 boys, 10 were prepubescent (PP), 15 pubescent (PU) and 12 postpubescent (PO). From the girls, 11 were PP, 13 PU and 5 PO. A computational dynamometer (Cybex Norm) was used to measure the isokinetic strength of the elbow flexion (FC) and the knee extension (EJ) at speeds of 60 and 90&ordm;.s-1. The isometric strength was measured in the same exercises at angles of 60 and 90&ordm; (FC), and 45 and 60&ordm; (EJ). The analysis of variance ANOVA and the post hoc Tuckey test were used for the comparisons between gender and maturational degrees. The significance level was considered as p < 0.05. Among the maturational degrees, the older groups were always stronger than the younger groups for both genders. Among genders, the boys were stronger than girls only for group PO, at both angles of the isometric test of FC and in the isokinetic test at 90&ordm;.s-1. In the isometric tests of EJ, the values were not significantly different for boys and girls, regardless the maturational degree. In the isokinetic tests, the boys were stronger than girls in groups PP and PO, at 60 and 90&ordm;.s-1. These results suggest that the maturational degree is more determinant of muscular strength of volleyball young athletes than the gender. <![CDATA[<B>Physical activity and levels of fatigue in cancer patients</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922004000200004&lng=en&nrm=iso&tlng=en OBJETIVO: O presente estudo teve como objetivo relacionar as adaptações fisiológicas proporcionadas pela atividade física e os níveis de fadiga em pacientes portadores de câncer. MATERIAL E MÉTODOS: Vinte e sete pacientes (56,7 ± 14,8 anos) diagnosticados com câncer e que participavam de tratamento de quimioterapia, de radiação ou de uma combinação desses dois tipos de tratamentos foram os voluntários neste projeto. Todos os pacientes participaram de duas avaliações físicas: uma antes do início do programa de exercícios físicos e outra seis meses após. Nos dias das avaliações físicas, os pacientes responderam ao questionário de escala de fadiga de Piper et al. (1989). Todas as variáveis independentes (adaptações fisiológicas) foram padronizadas (escores Z). De acordo com o modelo de regressão linear múltipla, todas as variáveis independentes foram inseridas no modelo simultaneamente. RESULTADOS: Os resultados não demonstraram relação significativa (p < 0,01) na variação da redução de fadiga (r² = 0,102). Após o resultado não significativo da análise de regressão linear múltipla, os resultados das correlações simples também não demonstraram resultados significativos. CONCLUSÃO: Apesar de a melhora na aptidão física dos pacientes com câncer não ter apresentado correlação significativa com a redução da fadiga, a relação entre a melhora do condicionamento físico geral em pacientes com câncer mostrou um padrão positivo e linear.<hr/>OBJETIVO: El presente estudio tiene como objetivo relacionar las adaptaciones fisiológicas proporcionadas por la actividad física y los niveles de fatiga en pacientes portadores de cáncer. MATERIAL Y MÉTODOS: Veintisiete pacientes (56,7 ± 14,8 años) diagnosticados con cáncer y que participaban de un tratamiento de quimioterapia, de radiación o de una combinación de esos dos tipos de tratamientos fueran los voluntarios de este projecto. Todos los pacientes participaran de dos evaluaciones físicas: una antes del inicio del programa de ejercicios físicos y otra seis meses después. En los días de las evaluaciones físicas, los pacientes respondieron un cuestionario de escala de fatiga de Piper et al. (1989). Todas las variables independientes (adaptaciones fisiológicas) fueron padronizadas (escores Z). De acuerdo con el modelo de regresión lineal múltiple, todas las variables independientes fueron insertas en el modelo simultáneamente. RESULTADOS: Los resultados no demonstraron una relación significativa (p < 0,01) de una variación de la reducción de fatiga (r² = 0,102). Después del resultado no significativo del análisis de regresión lineal múltiple, los resultados de las correlaciones simples no demonstraron resultados significativos. CONCLUSIÓN: A pesar de la mejora en la actividad física de los pacientes con cáncer, no se presenta una correlación significativa con la reducción de la fatiga, la relación entre la mejora del acondicionamiento físico general en pacientes con cáncer presentó un padrón positivo y lineal.<hr/>PURPOSE: The purpose of this study was to correlate physiological adaptations caused by physical activity and levels of fatigue in cancer patients. METHODS: Twenty-seven cancer patients (56.67 &plusmn; 14.82 years old) who have been treated with chemotherapy, radiation or the combination of both treatments, were voluntary for this study. All patients were submitted to pre-exercise and post-exercise physical assessment. During the physical assessment a questionnaire measuring levels of fatigue was applied (Piper et al. 1989). All independent variables (physiological adaptations) were standardized (Z scores). According to the multiple regression linear models, all variables were analyzed simultaneously. RESULTS: The results did not show any significant (p < 0.05) relationship between reduction in fatigue and improvement in physical fitness (r2 = 0.102). The multiple linear regression analysis and the simple correlation results were not significant. CONCLUSION: Although there was no significant correlation between improvement in physical fitness and reduction of fatigue, the relationship between fatigue and physical fitness was linear and positive. <![CDATA[<B>Application of mood states validation instruments in the detection of the overtraining syndrome</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922004000200005&lng=en&nrm=iso&tlng=en As pressões provocadas pelas exigências do esporte competitivo levam muitos atletas a excederem os limites de sua capacidade física e psicológica, acarretando a manifestação da síndrome do excesso de treinamento (overtraining). O intuito deste artigo de revisão é, a partir do material original, discutir o processo de validação do Perfil dos Estados de Humor-Adolescentes (POMS-A) para uso em adultos(1). Esse instrumento foi desenvolvido para permitir uma rápida mensuração dos estados de humor entre populações de adolescentes e adultos, já tendo sido demonstrada, em recentes pesquisas, sua eficácia no diagnóstico desses estados alterados pelo treinamento intensivo. O POMS-A foi administrado a atletas adultos de competição, atletas estudantes adultos, atletas adolescentes de competição e estudantes adolescentes. Um subgrupo de atletas estudantes adultos foi utilizado para testar a validade do critério do POMS-A. A análise do fator confirmatório deu suporte para a validade fatorial do modelo de 24 itens e seis fatores, usando ambas as análises: independente e amostras múltiplas. Relações entre os escores do POMS-A e medidas validadas previamente, que eram coerentes com fundamentações teóricas, sustentaram a validade do critério de medida. Evidências foram encontradas dando suporte à integridade psicométrica do POMS-A quando se estendeu de adolescentes para populações de adultos. Tais evidências sugerem que o POMS-A é um instrumento apropriado para avaliação de perfis do humor, além do que a brevidade do teste facilita a coleta de dados em ambientes de pesquisa. Pretende-se, em estudos posteriores, validar e aplicar o instrumento BRUMS (nome atual do POMS-A) na detecção da síndrome do excesso de treinamento em atletas brasileiros, para o que já existe autorização dos autores Terry, Lane e Fogarty(1).<hr/>Las presiones provocadas por las exigencias del deporte competitivo llevan muchos atletas a exceder los límites de su capacidades físicas y sicológicas acarreando la manifestación del síndrome de exceso de entrenamiento (overtraining). El cometido de este artículo de revisión, a partir del material original, es discutir el proceso de la validación del Perfil de los Estados de Humor Adolescentes (POMS - A) para el uso en adultos(1). Este instrumento fué desarrollado para permitir una rápida medida de los estados de humor entre poblaciones de adolescentes y de adultos, ya teniendo demostrado en recientes pesquisas su eficacia en el diagnóstico de estados alterados por el entrenamiento intensivo. El POMS-A fué administrado a atletas adultos de competición, atletas estudiantes adultos, atletas adolescentes de competición y estudiantes adolescentes. Un subgrupo de atletas estudiantes adultos fué utilizado para comprobar la validez del criterio de POMS-A. El análisis del factor confirmatorio dio suporte para la validez factorial del modelo de 24 items y seis factores, usando ambas análisis: independiente y a muestras múltiples. Relaciones entre los escores del POMS-A y las medidas validadas previamente, que eran coherentes con fundamentaciones teóricas, sustentaron la validez del criterio de la medida. Evidencias fueron encontradas dando soporte a la integridad psicométrica del POMS-A cuando se extendió de adolescentes a poblaciones de adultos. Tales evidencias sugieren que el POMS-A es un instrumento apropiado para evaluación de perfiles del humor, además que la brevedad del test facilita la colecta de datos en ambientes de pesquisa. Se ha pretendido en estudios posteriores validar y aplicar el instrumento BRUMS (nombre actual del estudio POMS-A) en la detección del síndrome de exceso de entrenamiento (SEE) en atletas brasileños, para lo que ya existe autorización de los autores Terry, Lane y Fogarty(1).<hr/>The pressures tempted by the exigencies from the competitive sport lead many athletes to exceed the limits of their physical and psychological capacity, causing the manifestation of overtraining syndrome. The purpose of this review article is to discuss, through the original material, the validation process of the Profile of Mood States-Adolescents (POMS-A) for use with adults(1). This instrument was developed to serve as a brief measure of mood states among adolescents and adult populations, and had already demonstrated, in recent researches, effectiveness in the diagnosis of these altered states by intensive training. The POMS-A was administered to adult athletes prior to competition, adult student athletes, adolescent athletes prior to competition, and adolescent students. A subset of adult student athletes was used to test the criterion validity of the POMS-A. Confirmatory factor analysis provided support for the factorial validity of 24-item, six-factor model using both independent and multi-sample analyses. Relationships between POMS-A scores and previously validated measures, that were consistent with theoretical predictions, supported the criterion validity. Evidences were found in support of the psychometric integrity of the POMS-A when extended from adolescent to adult populations. It is suggested that the POMS-A is an appropriate tool with which mood profiles will be tested, besides the brevity of the test facilitates data collection in research environments. Subsequent studies aim the validation and applicability of the instrument BRUMS (current name of the POMS-A) in detection of overtraining syndrome in Brazilian athletes, for what already exists authorization by the authors Terry, Lane and Fogarty(1). <![CDATA[<B>Acute effects of resistance exercise on energy expenditure</B>: <B>revisiting the impact of the training variables</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922004000200006&lng=en&nrm=iso&tlng=en Considerando a crescente prevalência de sobrepeso e obesidade no Brasil e em várias partes do mundo, tornam-se necessárias estratégias que busquem o seu controle. A associação entre dieta e exercícios físicos aeróbios é, há muito, reconhecida como uma maneira inócua e efetiva de contornar o problema; já o impacto da atividade contra-resistência na perda de peso é, ainda, bastante questionável. Assim, o objetivo da presente revisão foi discutir o efeito termogênico da atividade contra-resistência, buscando esclarecer o impacto das diversas variáveis - intensidade, duração, número de séries, intervalo entre séries, velocidade de execução e modo (circuito ou séries múltiplas) a ela relacionadas. Os estudos apontam que a atividade contra-resistência pode aumentar o gasto energético total de forma aguda, através do próprio custo energético de sua execução, assim como durante o período de recuperação (EPOC). É reconhecido, também, que as diversas variáveis associadas ao exercício contra-resistência afetam de maneiras distintas os resultados obtidos. Número de repetições, carga, intervalo de recuperação entre séries e número de séries, quando manipulados de forma a aumentar o volume ou a intensidade da atividade, podem, em última análise, aumentar sobremaneira o gasto energético decorrente de uma sessão típica de exercícios. De maneira geral, considerando todas as limitações dos estudos revisados, a literatura aponta que o volume é a variável de maior impacto sobre o gasto energético durante a realização da atividade e a intensidade sobre o EPOC.<hr/>Considerando la creciente prevalencia del sobrepeso y la obesidad en el Brasil y en varias partes del mundo, se torna necesario buscar estrategias que intenten su control. La asociación entre dieta y ejercicios físicos aeróbicos hace mucho es reconocida como una manera inócua y efectiva de controlar el problema, así como el impacto de la actividad contra resistencia en la pérdida de peso es además bastante cuestionable. Así, el objetivo de la presente revisión fué discutir el efecto termogénico de la actividad contra resistencia y el impacto de las diferentes variables - intensidad, duración, número de series, intervalo entre las series, velocidad de ejecución y forma (circuito de séries múltiples) a ella relacionadas. Los estudios apuntan que actividades contra resistencia pueden aumentar el gasto energético total en forma aguda, a través del propio costo energético de su ejecución, así como durante el período de recuperación (EPOC). Es reconocido también que las diversas variables asociadas al ejercicio contra resistencia afectan de manera distinta los resultados obtenidos. El número de repeticiones, carga, intervalo de recuperación entre séries y el número de series, cuando son manipulados de forma de aumentar el volumen o la intensidad de la actividad, pueden, en un último análisis, aumentar de sobremanera el gasto energético resultante de una sesión típica de ejercicios. De una manera general, considerando todas las limitaciones de los estudios revisados, la literatura muestra que el volumen es la variable de mayor impacto sobre el gasto energético durante la realización de la actividad y la intensidad sobre el EPOC.<hr/>The prevalence of obese and overweight persons is growing, both in Brazil and in other parts of the world. It is, therefore, important to establish strategies that will try to control this. The combination of energy restriction and aerobic exercises has long been recognized as an effective means of controlling body composition; on the other hand, the impact of resistance exercises on weight loss is still questionable. Thus, the purpose of this review was to discuss the effect of resistance exercises on energy expenditure, considering each of its related variables - intensity, duration, number of sets, interval between sets, movement velocity and type of training (circuit or multiple sets). The reviewed studies showed that resistance exercises may induce an acute increase in energy expenditure, through the energy cost of the exercise session itself and through the excess post-exercise oxygen consumption (EPOC). It is also recognized that the many variables related to resistance exercises influence the results in different ways. Number of repetitions, load, rest interval between sets and number of sets, when manipulated in order to increase volume or intensity, may significantly increase the energy expenditure of a typical exercise session. In general, considering all the limitations of the reviewed studies, the literature indicates that volume is the variable with greatest impact on energy expenditure during the training session, and that intensity has its largest impact on EPOC.