Scielo RSS <![CDATA[Revista Brasileira de Medicina do Esporte]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=1517-869220050001&lang=en vol. 11 num. 1 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[<B>Use of perceived exertion in determining critical velocity in deep water running</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922005000100001&lng=en&nrm=iso&tlng=en A relação linear entre intensidade do exercício e taxa de aumento da atividade neuromuscular avaliada pela eletromiografia permite a estimativa do limiar de fadiga, que seria a intensidade que poderia ser mantida indefinidamente sem aumento dos sinais eletromiográficos ao longo do tempo. Levantou-se a hipótese de que a percepção subjetiva de esforço teria comportamento semelhante ao da ativação neuromuscular e que um limiar de esforço percebido (LEP), identificado de forma semelhante ao limiar de fadiga eletromiográfica, poderia coincidir com a velocidade crítica (VCrit). Treze indivíduos de ambos os sexos (23,0 &plusmn; 2,5 anos), em uma piscina de 15m de extensão e 2,5m de profundidade, realizaram três testes exaustivos de corrida aquática para determinação dos parâmetros do modelo de velocidade crítica, reportando o esforço percebido (escala de Borg de 6-20 pontos), a cada 15m. Para identificação do LEP, os coeficientes de inclinação das retas do aumento do esforço percebido no tempo (ordenada) e velocidades utilizadas (abscissa) foram ajustados a uma função linear que fornecia um ponto no eixo da velocidade onde, teoricamente, o esforço percebido seria estável indefinidamente. A VCrit foi estimada pelas equações usadas no modelo de velocidade crítica. Para comparação das estimativas de VCrit e do LEP, e de suas associações, foi feita ANOVA para medidas repetidas (p < 0,05) e calculada a correlação de Pearson. Os dados obtidos para a determinação da VCrit atenderam aos critérios adotados para a validade do modelo; a VCrit e o LEP não apresentaram diferença estatística (0,23 &plusmn; 0,02m/s x 0,24 &plusmn; 0,03m/s) e foram significativamente correlacionados (r = 0,85). Esses resultados sugerem que o LEP parece representar a intensidade máxima de exercício em que variáveis fisiológicas e psicofísicas encontrariam estabilidade, e que esse índice pode ser utilizado na determinação da VCrit.<hr/>The linear relation between exercise intensity and the increase rate of the neuromuscular activity assessed by electromyography allows the estimation of the fatigue threshold, which would be the intensity that could be maintained indefinitely without presenting increase on the electromyography signals along time. It has been hypothesized that the subjetive perception of exertion would behave similarly to the neuromuscular activity and that a perceived exertion threshold (PET) identified similarly to the electromyographic fatigue threshold could coincide with the critical velocity (CritV). Thirteen individuals from both genders (23.0 &plusmn; 2.5 years), in a 15 m long x 2.5 m deep swimming pool performed three deep water running exhaustive tests for the determination of the parameters of the critical velocity model, reporting the perceived exertion (6-20 points in Borg scale) each 15 m. For the PET identification, the straight lines inclination coefficients of the increase on the perceived exertion in time (ordinate) and the velocities used (abscissa) were adjusted into a linear function that provided a point in the velocity axis where, theoretically, the perceived exertion would be indefinitely stable. The CritV was estimated through the equations used in the critical velocity model. For comparison purposes of the CritV and PET estimations and their associations, the repeated measures analysis of variance ANOVA was used (p < 0.05) and the Pearson correlation was calculated. The data obtained for the CritV determination fulfilled the criteria adopted for the model's validity and CritV and PET presented no statistical difference (0.23 &plusmn; 0.02 m/s x 0.24 &plusmn; 0.03 m/s), being significantly correlated (r = 0.85). These results suggest that the PET seems to represent the maximum exercise intensity in which the physiological and psychophysical variables would attain stability and that this index may be used in the CritV determination.<hr/>La relación lineal entre la intensidad del ejercicio y la tasa de aumento de la actividad neuromuscular estimada por la electromiografía permite estimar el limite de fatiga que seria la intensidad que podría estar mantenida indefinidamente sin aumento de señales electromiográficos a largo plazo. Se planteó la hipótesis de que la percepción subjetiva del esfuerzo tendría un comportamiento semejante a la activación neuromuscular, y que el umbral del esfuerzo percibido (LEP), identificado de forma semejante al umbral de fatiga electromiográfica, podría coincidir con la velocidad crítica (VCrit). Trece individuos de ambos sexos (23 &plusmn; 2.5 años) en una piscina de 15 ms de extensión y 2.5 ms de profundidad, realizaron 3 tests exhaustivos de maraton acuática para la determinación de los parámetros de velocidad crítica, reportando el esfuerzo percibido (escala de Borg de 6 a 20 puntos) cada 15 min. Para identificación del LEP, los coeficientes de inclinación de las rectas de aumento del esfuerzo percibido en el tiempo (ordenada) y las velocidades utilizadas (abcisa) fueron ajustados a una función lineal que marcaba un punto de crecimiento de velocidad donde teóricamente el esfuerzo percibido estaría establecido indefinidamente. La VCrit fue estimada por las ecuasiones usadas en el modelo de la velocidad crítica. Para comparación de las estimativas de Vcrit, del LEP y de sus asociaciones, fue hecha ANOVA para medidas repetidas (p < 0.05) y calculada la correlación de Pearson. Los datos obtenidos para la determinación de VCrit se ajustaran a los criterios adoptados para la validación del modelo, y la VCrit y LEP no presentaron diferencias estadísticas (0.23 &plusmn; 0.02 m/s x 0.24 +/- 0.03 m/s) y fueron significativamente correlacionados (r = 0.85). Estos resultados sugieren que el LEP parece representar la intensidad máxima de ejercicio en que las variables fisiológicas y sicofísicas encontrarían estabilidad, y que éste índice puede ser utilizado para la determinación de la VCrit. <![CDATA[<B>Nutritional characterization of elite amputee soccer players</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922005000100002&lng=en&nrm=iso&tlng=en Apesar de o futebol ser um esporte popular no Brasil, o futebol de amputados não é conhecido pelo público em geral. Este esporte requer um aumento na demanda metabólica e, com a amputação de membros inferiores, o gasto energético da caminhada e corrida pode aumentar consideravelmente. Logo, o aspecto nutricional tem importante papel no desempenho esportivo e na qualidade de vida desses atletas. O objetivo do presente estudo foi avaliar o estado nutricional de quatro jogadores de futebol de amputados, com idade entre 21 e 33 anos, participantes da Seleção Brasileira de Futebol de Amputados. O consumo alimentar foi avaliado através do registro alimentar de seis dias para energia, macronutrientes, fibras alimentares e micronutrientes. A avaliação antropométrica consistiu das medidas da estatura, peso, dobras cutâneas e circunferências que permitiram avaliar o estado nutricional. As análises bioquímicas realizadas foram: hemoglobina, hematócrito, ferritina e transferrina para verificar o estado nutricional de ferro; uréia, albumina e creatinina para caracterizar o perfil protéico e colesterol total e frações e triglicerídios para avaliar o perfil lipídico. Os resultados mostraram que os atletas apresentavam grandes variações quanto ao consumo energético (2.179 a 4.294kcal) e de macronutrientes. Os atletas apresentaram consumo lipídico de 25 a 30% do valor energético total (VET), protéico de 1,8 a 3,9g/kg/dia e baixo percentual de carboidratos (48 a 54% do VET) e baixa ingestão de vitamina E. A avaliação bioquímica demonstrou não haver anemia ferropriva, com as reservas protéicas adequadas e perfil lipídico dentro da faixa de normalidade. Conclui-se que os futebolistas amputados necessitam de orientação nutricional para corrigir os hábitos alimentares, observados no período pré-competitivo e para propiciar melhor desempenho atlético.<hr/>Although soccer is a popular sport in Brazil, the amputee soccer is not known by the public in general. This sport requires an increase on the metabolic demand and with the amputation of lower limbs, the energy cost of walking and running can increase dramatically. Thus, the nutritional aspect plays an important role in the athletic performance and quality of life of these athletes. The objective of the present study was to assess the nutritional status of four amputees soccer players aged between 21 and 33 years old, members of the Brazilian Amputee Soccer Team. Dietary intake was evaluated using the six-day food records for energy, macronutrients, fibers and micronutrients. The anthropometrical evaluation consisted of weight, height, skinfold and circumferences measurements, which allowed to assess the nutritional status. Biochemical analyses were: hemoglobin, hematocrit, ferritin and transferrin to verify the nutritional iron status; urea, albumin and creatinine to feature protein status and the total cholesterol and fractions and triglycerides to evaluate the lipids profile. The results showed that athletes presented high ranges for the energetic intake (2,179 to 4,294 kcal) and the macronutrients. The athletes showed lipid intake between 25 to 30% of daily energy intake, protein intake between 1.8 to 3.9 g/kg/day and a low percentage of carbohydrates (48 to 54% of daily energy intake) and a low ingestion of vitamin E. The biochemical analyses showed no iron anemia, with adequate protein reserves and lipids profile in normal ranges. In conclusion, the amputee soccer athletes need nutritional orientation to correct inadequate food habits, observed in pre-competition period, and to improve the athletic performance.<hr/>A pesar de que el futbol es un deporte popular en el Brasil, el futbol de amputados no es conocido por el público en general. Este deporte requiere un aumento en la demanda metabólica y, com la amputación de miembros inferiores, el gasto energético de la caminata y la corrida puede aumentar considerablemente. Luego, el aspecto nutricional tiene un papel importante en el desempeño deportivo y en la calidad de vida de estos atletas. El objetivo del presente estudio fué evaluar el estado nutricional de cuatro jugadores de futbol de amputados, con edades entre los 21 y 33 años, participantes de la Seleción Brasilera de Futbol de Amputados. El consumo alimenticio fué evaluado a través del registro alimenticio de 6 dias para energia, macronutrientes, fibras alimentarias y micronutrientes. La avaliación antropométrica consistió en las medidas de estatura, peso, pliuegues cutáneos y circunferencias que permitieron evaluar el estado nutricional. Los análisis bioquímicos realizados fueron: hemoglobina, hematocrito, ferritina y transferrina para verificar el estado nutricional de hierro; urea, albúmina y creatinina para caracterizar el perfil protéico y el colesterol total y fracciones de triglicerídeos para evaluar el perfil lipídico. Los resultados mostraron que los atletas presentaban grandes variaciones en cuanto al consumo energético (2179 a 4294 kcal) y de macronutrientes. Los atletas presentaron consumo lipídico de 25 a 30% do VET, protéico de 1,8 a 3,9 g/kg/dia y un bajo percentual de carbohidratos (48 a 54% de VET) y baja ingesta de vitamina E. La evaluación bioquímica demostró que no existía anemia ferropénica, con las reservas protéicas adecuadas y el perfil lipídico dentro de la faja de normalidad. Se concluye que los futbolistas amputados necesitan de orientacion nutricional, para corregir hábitos alimenticios observados en el periodo pre-competitivo y para propiciar un mejor desempeño atletico. <![CDATA[<B>Ventilatory threshold and heart rate variability in adolescents</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922005000100003&lng=en&nrm=iso&tlng=en As análises da concentração sanguínea de lactato e das trocas gasosas respiratórias são métodos tradicionalmente empregados para identificar a transição de produção de energia pelo metabolismo muscular. No entanto, mais recentemente, vem sendo sugerido método alternativo mediante análise da variabilidade da freqüência cardíaca. Pretendeu-se, com o presente estudo, estabelecer comparações entre o limiar de variabilidade da freqüência cardíaca (LiVFC) e o primeiro limiar ventilatório (LV1), em uma amostra de adolescentes. Para tanto, foram submetidos a teste de esforço físico de carga máxima em esteira ergométrica 41 sujeitos (22 rapazes e 19 moças) com idades entre 15 e 18 anos. O LV1 foi identificado mediante o equivalente ventilatório de oxigênio envolvendo recursos de ergoespirometria. A variabilidade da freqüência cardíaca foi analisada por intermédio dos intervalos R-R, através da plotagem de Poincaré, que oferece informações quanto ao desvio-padrão da variabilidade instantânea batimento-a-batimento (SD1), ao desvio-padrão a longo prazo de intervalos R-R contínuos (SD2) e à razão SD1/SD2. O LiVFC foi identificado pelo SD1 de acordo com três critérios: (1) diferenças entre o SD1 de dois estágios consecutivos menor que 1ms; (2) SD1 menor que 3ms; e (3) ocorrência de ambos os critérios em conjunto. Mediante análise dos resultados verificou-se que os intervalos R-R e SD2 diminuíram progressivamente a cada intervalo de 10% do VO2pico até o final do teste de esforço físico (0,05 < p < 0,01). O SD1 diminuiu significativamente desde 20% até 50% do VO2pico. A partir de 60% até o VO2pico o SD1 não apresentou diferenças significativas. A razão SD1/SD2 aumentou a partir de 60%. O LV1 ocorreu a 54,4 &plusmn; 8,8% do VO2pico enquanto o LiVFC, a 52,4 &plusmn; 12,5%, 57,0 &plusmn; 14,1% e 57,8 &plusmn; 13,8% do VO2 pico, para os critérios 1, 2 e 3, respectivamente. Não foram observadas diferenças estatísticas entre o LV1 e os três critérios utilizados para identificação do LiVFC. Observaram-se coeficientes de correlação momento-produto significativos entre o LiVFC identificado mediante os três critérios considerados e o LV1, quando foram utilizados os valores absolutos de VO2. Porém, não foram encontradas correlações estatísticas significativas entre o LiVFC e a identificação do LV1 expresso em proporção do VO2pico. Em assim sendo, concluiu-se que parece ser precipitado tentar empregar o LiVFC como método alternativo na identificação do LV1 de adolescentes.<hr/>The analysis of blood lactate concentration and pulmonary gas exchanges are methods traditionally employed to identify the transition in the muscle metabolism energy production. However, the analysis of heart rate variability has been recently suggested as an alternative method. The objective of the present study was to compare the heart rate variability threshold (HRVT) with the ventilatory threshold (VT) in a sample of adolescents. Forty-one subjects (22 boys and 19 girls) with age between 15 and 18 years were submitted to a maximal exercise test in a treadmill (modified Bruce protocol). The VT was identified using the ventilatory equivalent of oxygen by means of ergospirometry resources. The heart rate variability was analyzed from the R-R intervals, through the Poincaré plot, which provides information with regard to the standard deviation of the instantaneous beat-to-beat variability (SD1), the standard deviation of the long-term continuous R-R intervals (SD2) and the SD1/SD2 ratio. The HRVT was identified according to three criteria: (1) difference lower than 1 ms in the SD1 between two consecutive exercise levels; (2) SD1 lower than 3 ms; and (3) occurrence of both criteria simultaneously. Through the analysis of the results it was verified that the R-R intervals and the SD2 reduced progressively at each 10% interval of VO2peak until the end of the physical effort (0.05 < p < 0.01). The SD1 reduced significantly since 20% until 50% of VO2peak. From 60% until the VO2peak there was no significant difference in the SD1. The SD1/SD2 ratio began to increase at 60%. The VT occurred at 54.4 &plusmn; 8.8% of VO2peak, while the HRVT occurred at 52.4 &plusmn; 12.5%, 57.0 &plusmn; 14.1% and 57.8 &plusmn; 13.8% of VO2peak, for criteria 1, 2 and 3, respectively. No significant differences between the VT and the three criteria used for HRVT identification were observed. Significant product-moment correlation coefficients were found between the HRVT identified by the three criteria and the VT, when VO2 absolute values were analyzed. However, there was no statistically significant correlation between the HRVT and the VT when expressed in proportion of VO2peak. In short, it seems early to apply the HRVT as an alternative method in the adolescents VT identification.<hr/>El análisis de la concentración sanguínea de lactato y de los cambios gaseosos respiratorios son métodos tradicionalmente empleados para identificar la transición de la producción de energía por el metabolismo muscular. No en tanto, mas recientemente viene siendo sugerido como método alternativo mediante el análisis de la variabilidad de la frecuencia cardíaca. Se pretende con el presente estudio establecer comparaciones entre el umbral de variabilid de la frecuencia cardíaca (LiVFC) y el primero umbral ventilatorio (LV1) en una muestra de adolescentes. Para tanto, fueron sometidos a test de esfuerzo físico de carga máxima en cinta ergométrica 41 sujetos (22 varones e 19 chicas) con edades entre 15 y 18 años. El LV1 fué identificado mediante el equivalente ventilatorio de oxigeno envolviendo recursos de ergoespirometria. La variabilidad de la frecuencia cardíaca fué analizada por intermedio de los intérvalos R-R, a través de la fórmula de Poincaré que oferece informaciones en cuanto al desvío-padrón de la variabilidad instantánea pulso a pulso (SD1), al desvío-padrón a largo plazo de intérvalos R-R contínuos (SD2) y a razón SD1/SD2. El LiVFC fué identificado por el SD1 de acuerdo con tres criterios: (1) diferencias entre el SD1 de dos estadíos consecutivos menor que 1 ms; (2) SD1 menor que 3 ms; y (3) la ocurrencia de ambos de los criterios en conjunto. Mediante análisis de los resultados se verificó que los intervalos R-R y SD2 diminuiran progresivamente a cada intervalo de 10% do VO2pico hasta el final del test de esfuerzo físico (0,05 < p < 0,01). El SD1 diminuyó significativamente desde 20% hasta 50% del VO2pico. A partir de 60% hasta el VO2pico el SD1 no presentó diferencias significativas. La razón SD1/SD2 aumentó a partir de 60%. El LV1 ocurrió a 54,4 &plusmn; 8,8% del VO2pico en cuanto el LiVFC a 52,4 &plusmn; 12,5%, 57,0 &plusmn; 14,1% y 57,8 &plusmn; 13,8% del VO2pico, para los criterios 1, 2 e 3, respectivamente. No fueron observadas diferencias estatísticas entre el LV1 e los tres criterios utilizados para identificación del LiVFC. Se observaron coeficientes de correlación momento-produto significativos entre el LiVFC identificado mediante los tres criterios considerados y el LV1, cuando foram utilizados los valores absolutos de VO2. Por ello, no fueron encontradas correlaciones estadísticas significativas entre el LiVFC y la identificación del LV1 expresso en proporción del VO2pico. Siendo así que se concluye que parecería ser precipitado intentar emplear el LiVFC como método alternativo en la identificación del LV1 de los adolescentes. <![CDATA[<B>Influence of familiarization process on muscular strength assessment in 1-RM tests</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922005000100004&lng=en&nrm=iso&tlng=en Embora testes de uma repetição máxima (1-RM) sejam freqüentemente utilizados para a avaliação da força muscular, acredita-se que os resultados obtidos possam ser afetados pela falta de familiarização prévia, até mesmo em sujeitos com experiência em exercícios com pesos. Assim, o objetivo deste estudo foi investigar o impacto do processo de familiarização para avaliação da força muscular em testes de 1-RM. Para tanto, 21 homens (24,5 &plusmn; 3,8 anos), aparentemente saudáveis, com experiência prévia de pelo menos seis meses em treinamento com pesos, foram submetidos a testes repetitivos de 1-RM nos exercícios supino em banco horizontal, agachamento e rosca direta de bíceps. Os testes foram executados em quatro sessões, intervaladas a cada 48-72 horas. Um número máximo de três tentativas, com intervalo de três a cinco minutos para recuperação, foi utilizado em cada exercício, nas quatro sessões de testagem. ANOVA para medidas repetidas, seguida pelo teste post hoc de Tukey, quando p < 0,05, foi utilizada para o tratamento dos dados. Aumentos significantes na força muscular (p < 0,01) foram encontrados nos três exercícios analisados entre a primeira e a quarta sessão de familiarização (2,4% no supino em banco horizontal, 3,4% no agachamento e 5,4% na rosca direta de bíceps). Todavia, nenhuma diferença estatisticamente significante foi encontrada entre a segunda e a quarta sessão de familiarização na rosca direta de bíceps (p > 0,05), bem como entre a terceira e a quarta sessão no supino em banco horizontal e no agachamento (p > 0,05). Os resultados indicam que a falta de familiarização prévia com testes de 1-RM pode comprometer a avaliação da força muscular. Portanto, sugere-se, para avaliação mais acurada da força muscular mediante testes de 1-RM, a execução de duas a três sessões de familiarização em homens adultos com experiência em exercícios com pesos.<hr/>Although the use of maximum repetition tests (1-RM) is frequent for assessment of the muscular strength, one believes that the results obtained may be affected by the lack of previous familiarization, even in skilled subjects in exercises with weights. Thus, the objective of this study was to investigate the impact of the familiarization process on the muscular strength assessment in 1-RM tests. To do so, 21 men (24.5 &plusmn; 3.8 years of age), apparently healthy and with previous experience of at least six months on weight training, were submitted to repetitive tests of 1-RM in bench press, squat, and arm curl exercises. The tests were performed in four sessions with intervals every 48-72 hours. A maximum number of three attempts with 3-5 minutes interval for recovery was used in each exercise in the four testing sessions. The analysis of variance ANOVA for repeated measures followed by the post hoc Tukey test when p < 0.05 were used for the data treatment. Significant increases on the muscular strength (p < 0.01) were found in the three exercises analyzed between the first and the fourth familiarization session (2.4% in bench press, 3.4% in squat, and 5.4% in the arm curl). However, no statistically significant difference was found between the second and fourth familiarization sessions in the arm curl (p > 0.05) as well as between the third and fourth sessions in the bench press and squat (p > 0.05). The results indicate that the lack of previous familiarization with 1-RM tests may impair the muscular strength evaluation. Therefore, the performance of two to three familiarization sessions in adult men with previous experience with weightlifting is suggested for a more accurate muscular strength assessment by means of the 1-RM tests.<hr/>Embora la utilización de tests de una repetición máxima (1-RM) es frecuente para la evaluación de la fuerza muscular, se acredita que los resultados obtenidos puedan ser afectados por la falta de familiarización previa, hasta mismo en sujetos con experiencia en ejercicios con pesos. Asi, el objetivo de este estudio fué investigar el impacto del proceso de familiarización para evaluación de la fuerza muscular en tests de 1-RM. Por lo tanto, 21 hombres (24,5 &plusmn; 3,8 años), aparentemente saludables con experiencia previa de por lo menos seis meses de entrenamiento con pesos, fueron sometidos a tests reptitivos de 1-RM en los ejercicios supino en banco horizontal, agachamiento y rosca directa de bíceps. Los tests fueran ejecutados en cuatro sesiones, intervaladas en cada 48-72 horas. Un número máximo de tres tentativas, con intérvalo de tres a cinco minutos para recuperación, fué utilizado en cada ejercicio, en las cuatro sessiones de testeo. ANOVA se utilizó para medidas repetidas, seguida por el test post hoc de Tukey, cuando p < 0,05, fué utilizada para el tratamiento de los datos. Aumentos significantes en la fuerza muscular (p < 0,01) fueron encontrados los tres ejercicios analizados entre la primera y la cuarta sesión de familiarización (2,4% en supino en banco horizontal, 3,4% en agachamiento y 5,4% en la rosca directa del bíceps). Todavía, ninguna diferencia estadísticamente significativamente fuera encontrada entre la segunda y la cuarta sesión de familiarización en la rosca directa de bíceps (p > 0,05), bien con entre la tercera y la cuarta sesión en el supino en el banco horizontal y en el agachamiento (p > 0,05). Los resultados indican que la falta de familiarización previa con tests de 1-RM puede comprometer la evaluación de la fuerza muscular. Por lo tanto, se sugiere para la evaluación mas acurada de la fuerza muscular mediante tests de 1-RM la ejecución de dos a tres sesiones de familiarización en los hombres adultos con experiencia en ejercicios con pesos. <![CDATA[<B>Sports injuries in Brazilian elite of the athletics</B>: <B>study based on referred morbidity</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922005000100005&lng=en&nrm=iso&tlng=en Os processos de quantificação e associação das lesões do esporte aos seus possíveis fatores causais são importantes para melhor entendimento sobre assunto. Assim constituiu-se como objetivo do presente estudo a observação das lesões desportivas (LD) em atletas da elite brasileira do atletismo, associando-as aos seus mecanismos de instalação e características da modalidade. Foram entrevistados 86 atletas (47 homens e 39 mulheres) convocados para representar o Brasil durante o ano de 2003. Utilizou-se um inquérito de morbidade referida, validado anteriormente, para obtenção dos dados referentes aos atletas e suas lesões. Para a análise dos resultados adotou-se o teste de Goodman para contrastes entre e dentro de proporções binomiais, sendo todas as conclusões discutidas para 5% de significância estatística. Os resultados mostraram que há maior taxa de lesão por atleta (l/a), nas provas combinadas (3,5 l/a), seguidas por eventos de velocidade (2,6 l/a), resistência (1,9 l/a) e saltos (1,9 l/a) respectivamente. O principal mecanismo causal é a alta intensidade acometendo preferencialmente velocistas e fundistas. Outra forte associação foi observada entre lesões musculares e provas de velocidade, que também apresentam preferência para ocorrência de lesão na região da coxa. As atividades com elevada intensidade foram o principal responsável por lesões musculares, enquanto as osteoarticulares e tendinopatias ocorrem com excesso de repetições. Concluiu-se, a partir dos achados, que existem associações entre lesões e fatores causais, como entre provas e lesões, mecanismos de lesão e local anatômico.<hr/>The sports injuries (SI) quantification and association processes to their possible causal factors are important for a better understanding on the subject. The objective of the present study was the observation of SI in athletes of the Brazilian elite of the athletics, associating them to their installation mechanisms and characteristics of the modality. Eighty-six athletes were interviewed (47 men and 39 women) summoned to represent Brazil during the season of 2003. A previously validated inquiry of referred morbidity was used for the attainment of data regarding the athletes and their injuries. For the analysis of the results the test of Goodman was adopted for contrasts among and within binomial proportions, being all of the conclusions discussed for 5% of statistical significance. The results showed that there is a higher rate of injuries for athlete (I/a), in the combined events (3.5 I/a), followed by events of intensity (2.6 I/a), resistance (1.9 I/a) and jumps (1.9 I/a), respectively. The main causal mechanism is the high intensity, attacking preferentially sprinters and endurance runners. Another strong association was observed between muscular injuries and intensity events, that also present preference for injury occurrence in the thigh's region. The mechanism of high intensity was the main responsible for muscular injury while bone or joint injuries and tendinopathies occur in high training volume. It is concluded, based on those findings, there are associations between types of injuries and causal factors, as among events and injuries, injuries mechanisms and anatomical place.<hr/>Los procesos de cuantificación y de asociación de las lesiones del deporte y sus posibles factores causales son importantes para un mejor entendimiento sobre el asunto. De esta manera se estarán contribuyendo como objetivo del presente estudio a la observación de las lesiones deportivas (LD) en atletas de la elite brasileña del atletismo, associandolas a los mecanismos propios de instalación y características de la modalidad. Fueron entrevistados 86 atletas (47 hombres y 39 mujeres) convocados para representar al Brasil durante el año de 2003. Se utilizó un interrogatorio de morbilidad referida, validado anteriormente, para obtención de los datos referentes a los atletas y sus lesiones. Para el análisis de los resultados se adaptó el test Goodman para contrastes entre y dentro de proporciones binomiales, siendo todas las conclusiones discutidas para 5% de significancia estadística. Los resultados mostraron que a mayor tasa de lesión por atleta (l/a), en las pruebas combinadas (3,5 l/a), seguidas por eventos de velocidad (2,6 l/a), resistencia (1,9 l/a) y saltos (1,9 l/a) respectivamente. El principal mecanismo causal es la alta intensidad interesando preferencialmente velocistas y fondistas. Otra fuerte asociación fué observada para la ocurrencia de lesiones musculares y la prueba de velocidad que tambien presenta preferencia para ocurrencia de lesión en la región de la cadera. Las actividades con elevada intensidad fué el principal responsáble por la ocurrencia de lesiones musculares en cuanto las osteoarticulares y tendinopatias ocurren con exceso de repeticiones. Se concluye así, a partir de los hallazgos, que existen asociaciones entre lesiones y factores causales, como entre pruebas y lesiones, mecanismos de lesión y zona anatómica. <![CDATA[<B>Relationship of maximal aerobic power and muscular strength with the running economy in endurance athletes</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922005000100006&lng=en&nrm=iso&tlng=en O objetivo deste estudo foi analisar a relação da potência aeróbica máxima e da força muscular (força isotônica máxima e força explosiva de salto vertical) com a economia de corrida (EC) em atletas de endurance. Vinte e seis corredores do sexo masculino (27,9 &plusmn; 6,4 anos; 62,7 &plusmn; 4,3kg; 168,6 &plusmn; 6,1cm; 6,6 &plusmn; 3,1% de gordura corporal) realizaram, em diferentes dias, as seguintes provas: a) teste incremental para a determinação do consumo máximo de oxigênio (VO2max) e sua respectiva intensidade (IVO2max); b) teste submáximo com velocidade constante para determinar a EC; c) teste de carga máxima no leg press; e d) altura máxima de salto com contramovimento (SV). O VO2max (63,8 &plusmn; 8,3ml/kg/min) foi significantemente correlacionado (r = 0,63; p < 0,05) com a EC (48,0 &plusmn; 6,6ml/kg/min). Por outro lado, a IVO2max (18,7 &plusmn; 1,1km/h), a força isotônica máxima (230,3 &plusmn; 41,2kg) e o SV (30,8 &plusmn; 3,8cm) não foram significantemente relacionados com a EC. Conclui-se que a potência aeróbica máxima explica em parte as variações interindividuais da EC em atletas de endurance. Entretanto, a força isotônica máxima e a força explosiva parecem não estar associadas com os valores de EC neste grupo de atletas.<hr/>The objective of this study was to analyze the relationship of maximal aerobic power and the muscular strength (maximal isotonic strength and vertical jump explosive power) with the running economy (RE) in endurance athletes. Twenty-six male runners (27.9 &plusmn; 6.4 years; 62.7 &plusmn; 4.3 kg; 168.6 &plusmn; 6.1 cm; 6.6 &plusmn; 3.1% of body fat) performed in different days the following tests: a) incremental test to determine the maximal oxygen uptake (VO2max) and the intensity corresponding to the VO2max (IVO2max); b) constant-velocity treadmill run to determine RE; c) 1-RM test in the leg press and; d) maximal vertical jump test (VJ). VO2max (63.8 &plusmn; 8.3 ml/kg/min) was significantly correlated (r = 0.63; p < 0.05) with RE (48.0 &plusmn; 6.6 ml/kg/min). However, the IVO2max (18.7 &plusmn; 1.1 km/h), the maximal isotonic strength (230.3 &plusmn; 41.2 kg) and the VJ (30.8 &plusmn; 3.8 cm) were not significantly correlated with RE. One concludes that the maximal aerobic power can explain in part the inter-individual RE variability in endurance athletes. However, maximal isotonic strength and explosive strength seem not to be associated with RE values observed in this group of athletes.<hr/>El objetivo de este estudio fué el de analizar la relación de la potencia aeróbica máxima y da la fuerza muscular (fuerza isotónica máxima y de la fuerza explosiva de salto vertical) con la economía de carrera (EC) en atletas de endurance. Veintiseis corredores de sexo masculino (27,9 &plusmn; 6,4 años; 62,7 &plusmn; 4,3 kg; 168,6 &plusmn; 6,1 cm; 6,6 &plusmn; 3,1% de grasa corporal) realizaron en diferentes días, los seguintes tests: a) test incremental para la determinación del consumo máximo de oxígeno (VO2max) y su respectiva intensidad (IVO2max); b) test submáximo con velocidad constante para determinar la EC; c) test de carga máxima como leg press y; d) altura máxima de salto con contramovimento (SV). El VO2max (63,8 &plusmn; 8,3 ml/kg/min) fué significantemente correlacionado (r = 0,63; p < 0,05) con la EC (48,0 &plusmn; 6,6 ml/kg/min). Por otro lado, la IVO2max (18,7 &plusmn; 1,1 km/h), la fuerza isotónica máxima (230,3 &plusmn; 41,2 kg) y el SV (30,8 &plusmn; 3,8 cm) no fueron significantemente relacionados con la EC. Se concluye que la potencia aeróbica máxima explica en parte las variaciones interindividuales de la EC en atletas de endurance. Entretanto, la fuerza isotónica máxima y la fuerza explosiva parecen no estar asociadas con los valores de EC en este grupo de atletas. <![CDATA[<B>Effect of hydration with carbohydrates on the glycemic response in type I diabetics during exercise</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922005000100007&lng=en&nrm=iso&tlng=en Não está claro se a ingestão de carboidratos (CHO) através de bebidas esportivas pode manter a glicemia em diabéticos tipo 1. A finalidade deste estudo foi examinar a glicemia em adolescentes com diabetes tipo 1 que ingeriram bebidas esportivas com 6% de CHO durante e após o exercício. Dez adolescentes (5 meninas e 5 meninos, 15,3 &plusmn; 2,4 anos) com o diabetes controlado (HbA1c < 12%), e sem complicações da doença, exercitaram-se em um cicloergômetro a 55-60% do pico máximo de consumo de O2 (VO2pico) durante 60 minutos em dois dias separados. Em ordem randomizada e desenho duplo-cego, os sujeitos ingeriram (5ml&middot;kg-1 antes do exercício, e 2ml&middot;kg-1 a cada 15 minutos de exercício) bebida esportiva com 6% de CHO ou água com sabor sem CHO (placebo) com cor e sabor similares aos da bebida esportiva. Após uma hora de exercício, a glicemia não diminuiu significativamente quando foi ministrada bebida esportiva (CHO-6%) (221,0 &plusmn; 78 para 200,5 &plusmn; 111mg&middot;dL-1, p > 0,05), e diminuiu significativamente na situação placebo (282,9 &plusmn; 85 para 160,2 &plusmn; 77mg&middot;dL-1, p < 0,05) (9 vs. 43,2%). Após 30 minutos de recuperação, a glicemia foi de 177,2 &plusmn; 107mg&middot;dL-1 com CHO e 149,1 &plusmn; 69,6mg&middot;dL-1 com placebo, representando 20,1% e 47,3% dos níveis pré-exercício. Não foram encontradas diferenças significativas entre as situações na freqüência cardíaca, taxa de percepção de esforço, na insulina e eletrólitos sanguíneos. Não foram encontradas alterações no hematócrito e hemoglobina durante o exercício, indicando que os sujeitos permaneceram euidratados. Em conclusão, o uso de bebidas contendo 6% de CHO atenuou a redução da glicemia induzida pelo exercício em adolescentes com diabetes tipo 1.<hr/>It is not clear whether the carbohydrate (CHO) ingestion through sports drinks can maintain blood glucose concentrations in type I diabetics. The objective of this study was to examine blood glucose concentrations in adolescents with type I diabetics who ingest a sport drink with 6% CHO during and after exercise. Ten (5 males and 5 females) adolescents (15.3 &plusmn; 2.4 years) with a well-controlled type 1 diabetics (HbA1C < 12%), and without complications of the disease, cycled at 55-60% of their peak VO2 during 60 minutes in two separate days. In a randomized order and double-blinded design, subjects ingested (5 ml&middot; kg¹ prior to exercise, and 2 ml&middot; kg¹ every 15 minutes of exercise) a sport drink with 6% CHO (CHO-6%) or a flavored water without CHO (placebo) with similar color and taste as the sport drink. After one hour of exercise, blood glucose concentrations in the CHO-6% situation did not decrease significantly (221.0 &plusmn; 78 to 200.5 &plusmn; 111mg&middot; dL-1, p > 0.05) as it did in the placebo situation (282.9 &plusmn; 85.1 to 160.2 &plusmn; 77.0 mg&middot; dL-1, p < 0,05) (9 vs 43.2%). After 30 min of recovery, blood glucose concentrations were 177.2 &plusmn; 107 mg&middot;dL-1 with CHO-6% and 149.1 &plusmn; 69.6 mg&middot;dL-1 in the placebo situation, representing 20.1% and 47.3% of pre-exercise levels. No significant differences between situations were found in heart rate, rate of perceived exertion or in blood insulin and electrolytes levels. No changes in hematocrit and hemoglobin were found during exercise, indicating that subjects remained euhydrated. In conclusion, the use of drinks containing 6% of CHO was shown to attenuate the exercise-induced reduction of blood glucose concentration in adolescents with type I diabetes.<hr/>No está claro se la ingestión de carbohidratos (CHO) a través de bebidas deportivas puede mantener la glicemia en diabéticos tipo 1. La finalidad de este estudio fué examinar la glicemia en adolescentes con diabetes tipo 1 que ingerirían bebidas deportivas con 6% de CHO durante y después del ejercicio. Diez adolescentes (5 chicas y 5 chicos, 15,3 &plusmn; 2,4 años) con la diabetes controlada (HbA1c < 12%), y sin complicaciones de patología, se ejercitaron en un cicloergómetro a 55-60 % de pico máximo de consumo de O2 (VO2pico) durante 60 minutos en dos días separados. En orden randomizado y diseño doble-ciego, los sujetos ingeriran (5 ml&middot;kg-1 antes del ejercício, y 2 ml&middot;kg-1 cada 15 minutos de ejercicio) bebida deportiva con 6% de CHO en agua con sabor sin CHO (placebo) con color y sabor similar a bebida deportiva. Después de una hora de ejercicio, la glicemia no disminuyó significativamente cuando fue administrada la bebida deportiva (CHO-6%) (221,0 &plusmn; 78 para 200,5 &plusmn; 111 mg&middot;dL-1, p > 0,05), y disminuyó significativamente en la situación placebo (282,9 &plusmn; 85 para 160,2 &plusmn; 77 mg&middot;dL-1, p < 0,05) (9 vs 43,2%). Después de 30 minutos de recuperación, la glicemia fue de 177,2 &plusmn; 107 mg&middot;dL-1 con CHO y 149,1 &plusmn; 69,6 mg&middot;dL-1 con placebo, representando 20,1 % y 47,3% dos niveles pre-ejercicio. No fueron encontradas diferencias significativas entre las situaciones de la frecuencia cardíaca, tasa de percepción de esfuerzo, de la insulina y eletrolitos de la sangre. No fueron encontradas alteraciones en el hematocrito y en la hemoglobina durante el ejercicio, indicando que los sujetos permaneceran euhidratados. En conclusión, el uso de bebidas conteniendo 6% de CHO atenuó la reducción de la glicemia inducida por el ejercicio en adolescentes con diabetes tipo 1. <![CDATA[<B>Analysis of resting metabolic rate and body composition in elderly males before and after six months of endurance exercise</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922005000100008&lng=en&nrm=iso&tlng=en O objetivo deste trabalho foi o de comparar a taxa metabólica basal e a composição corporal antes e após um programa de exercício de resistência. Foram selecionados 46 voluntários do sexo masculino com idade entre 60 e 75 (66,97 &plusmn; 4,80 anos), que foram distribuídos aleatoriamente em dois grupos: 1) grupo controle, que foi orientado a não alterar seus hábitos rotineiros e não se engajar em nenhum programa de exercício físico; e 2) grupo experimental, que participou de um programa de exercícios em cicloergômetro três vezes por semana (60 minutos) em dias alternados por seis meses, com intensidade prescrita referente à freqüência cardíaca do limiar ventilatório 1 (LV-1). Os voluntários foram submetidos a avaliação da composição corporal (DEXA); calorimetria indireta, análise sanguínea e teste ergoespirométrico. Após o período de estudo, foram observados decréscimo significativo nos hormônios tireoidianos e mudanças no metabolismo basal em ambos os grupos, mas não foram constatadas alterações na composição corporal. No entanto, o grupo experimental apresentou aumento significativo no consumo de oxigênio pico e na carga de trabalho referente à intensidade do LV-1. Os dados sugerem que um programa de exercícios aeróbios na intensidade do LV-1 não é suficiente para provocar alterações favoráveis no metabolismo basal e composição corporal de idosos, embora promova benefícios cardiovasculares.<hr/>The aim of this study was to compare basal metabolic rate and body composition before and after an endurance-type physical fitness program. The study involved 46 sedentary aging males, aged 60-75 (66.97 &plusmn; 4.80 years), who were randomly allocated to two groups: 1) control group, which was asked not to change their daily routine or join a regular physical fitness program; and 2) experimental group, who took part in an aerobic fitness program consisting of working on cycle ergometer three times a week (60 minutes) on alternate days for six months, at heart rate corresponding to ventilatory threshold 1 (VT-1) intensity. Subjects were submitted to measurement of body composition (DEXA); indirect calorimetry, blood analysis and ergospirometric testing. After the study period, the authors found a significant decrease in thyroid hormones as well as basal metabolism changes in both groups, but no changes in body composition. The experimental group, however, showed a significant increase in peak oxygen uptake and workload at VT-1 intensity. The data suggest that although an aerobic exercise program at VT-1 intensity is not enough to alter the basal metabolism and body composition of healthy seniors, it does lead to cardiovascular benefits.<hr/>El objetivo de este trabajo fué el de comparar la tasa metabólica basal y la composición corporal antes y despues de un programa de ejercicio de endurance. Fueron seleccionados 46 voluntarios del sexo masculino con edad entre 60 y 75 (66.97&plusmn; 4.80 años) que fueron distribuidos aleatoriamente en 2 grupos: 1) grupo control, que fué orientado a no alterar sus hábitos rutinarios y no se encajar en ningún programa de ejercício físico; y 2) grupo experimental, que participó de un programa de ejercicios en cicloergometro 3 veces por semana (60 minutos) en días alternados por seis meses con intensidad prescrita referente a la frecuencia cardiaca del umbral ventilatorio I (VT-1). Los voluntarios fueron sometidos a una evaluación de la composición corporal (DEXA); calorimetría indirecta, análisis sanguíneo y test ergoespirométrico. Después del período de estudio, fue observado un decrecimiento significativo en las hormonas tiroideas y cambios en el metabolismo basal en ambos grupos, pero no fueron observadas alteraciones en la composición corporal. En tanto, el grupo experimental presentó un aumento significativo en el consumo de oxigeno pico y en la carga de trabajo referente a la intensidad del VT-1. Los datos sugieren que un programa de ejercicios aeróbicos en la intensidad del VT-1 no es suficiente para provocar alteraciones favorables en el metabolismo basal y en la composición corporal de añosos, así mismo promueva beneficios cardiovasculares. <![CDATA[<B>Technical error of measurement in anthropometry</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922005000100009&lng=en&nrm=iso&tlng=en As medidas antropométricas estão sendo amplamente utilizadas para o acompanhamento e desenvolvimento de crianças, na verificação das adaptações em resposta ao treinamento, na seleção de atletas e em estudos de caracterização étnica, entre várias outras áreas. O controle da qualidade dessas medidas vai resultar em dados mais confiáveis e medidas antropométricas mais precisas. O propósito do presente estudo é difundir a estratégia para a obtenção do erro técnico de medição (ETM), segundo a metodologia de Kevin Norton e Tim Olds (2000), e avaliar o desempenho de estagiários de laboratório. Três antropometristas iniciantes do Laboratório de Fisiologia do Exercício (Labofise) da Universidade do Brasil foram avaliados. Eles realizaram as medidas de dobras cutâneas (Cescorf, 0,1mm) em nove diferentes pontos antropométricos de 35 voluntários (25,45 &plusmn; 9,96 anos). Para as medidas, foi adotada a padronização da International Society for Advancement in Kinanthropometry (ISAK). Para a verificação do ETM intra-avaliador, as medidas foram realizadas nos mesmos voluntários em dois dias diferentes; e, para a obtenção do ETM interavaliador, as medidas foram feitas em um mesmo grupo de voluntários, no mesmo dia, pelos três antropometristas. Os resultados apontaram ETMs não aceitáveis apenas para dois avaliadores na análise intra-avaliador. Os demais ETMs alcançaram resultados aceitáveis. Os ETMs não aceitáveis demonstram a necessidade de treinamento técnico dos antropometristas, de modo a minimizar a variabilidade constatada.<hr/>The anthropometrical measurements have been widely utilized to follow children's development, in the verification of the adaptations to the physical training in the athletes' selection, in studies of ethnic characterization, among others. The control of the precision and accuracy of the measurements will result in more reliable data. The objective of the present study was to diffuse the strategies to compute the technical error of measurement (TEM) according to Kevin Norton's and Tim Olds methodology (2000) and to analyze the laboratory' trainees performance. Three beginner observers (anthropometrists) of the Exercise Physiology Laboratory (Labofise) of the University of Brazil were analyzed. They accomplished measures of skin folds thickness (Cescorf, 0.1 mm) in nine different anthropometric points in 35 volunteers (25.45 &plusmn; 9.96 years). To accomplish the measures the International Society for Advancement in Kinanthropometry (ISAK) was adopted. For the TEM intra-evaluator verification, the measures were accomplished in the same volunteers in two different days and, to obtain the inter-observers TEM, the measures were accomplished in a same group of volunteers, in the same day by the three evaluators. The results indicated not acceptable TEMs only for two evaluators in the intra-evaluator analysis. The other TEMs reached acceptable results. Not acceptable TEMs demonstrated the need of technical training of evaluators in order to minimize the variability verified.<hr/>Las medidas antropométricas están siendo ampliamente utilizadas para el acompañamiento y el desenvolvimiento de niños, en la verificación de las adaptaciones en respuesta a entrenamiento, en la seleción de atletas y en estudios de caracterización étnica, entre várias otras áreas. El control da la calidad de esas medidas va a resultar en datos mas confiables y medidas antropométricas mas precisas. El propósito del presente estudio es el de difundir la estrategia para la obtención del error técnico de medición (ETM), siguiendo la metodología de Kevin Norton y Tim Olds (2000) y evaluar el desempeño de empleados de laboratorio. Tres antropometristas del Laboratorio de Fisiologia del Ejercicio (Labofise) de la Universidad del Brasil fueron evaluados. Ellos realizaron las medidas de pliegues cutáneos (Cescorf, 0.1mm) en nueve diferentes puntos antropométricos de 35 voluntarios (25,45 &plusmn; 9,96 años). Para las medidas, fue adoptada la padronización de la International Society for Advancement in Kinanthropometry (ISAK). Para la verificación del ETM intra-evaluador, las medidas fueron realizadas en los mismos voluntarios en dos días diferentes; y, para la obtención del ETM inter-avaliador, las medidas fueron hechas en un mismo grupo de voluntarios, en el mesmo dia, por los tres antropometristas. Los resultados apuntaron ETMs no aceptables apenas para dos evaluadores en el análisis intra-evaluador. Los demás ETMs alcanzaron resultados aceptables. Los ETMs no aceptables demostraron la necesidad de entrenamiento técnico de los antropometristas, de modo de minimizar la variabilidad constatada. <![CDATA[<B>Physical exercise and oxidative stress</B>: <B>effect of intense physical exercise on the urinary chemiluminescence and plasmatic malondialdehyde</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922005000100010&lng=en&nrm=iso&tlng=en Estudos têm demonstrado que o exercício físico intenso provoca estresse oxidativo em animais e humanos, estando possivelmente relacionado, por exemplo, com fadiga e lesões teciduais. Por outro lado, poucos estudos relatam a sua ocorrência em atletas sob treinamento intenso, principalmente devido a problemas metodológicos. O presente estudo teve como objetivo, portanto, estudar em atletas a possível ocorrência de lesões oxidativas em lipídeos em decorrência do exercício físico ou do treinamento através da quantificação da quimioluminescência urinária e malondialdeído (MDA) plasmático. Os exercícios utilizados foram: a) corrida na esteira rolante (25-30min), com a quantificação de ambos os parâmetros e da capacidade antioxidante plasmática total; b) corrida de 20km realizada por maratonistas; c) treinamento intervalado intenso realizado por corredores de 400m rasos; d) jogo de futebol com 50min de duração; e e) treinamento de força/musculação com e sem suplementação com creatina. Nos quatro últimos itens, somente a quimioluminescência urinária foi avaliada. As condições em que se notou elevação significativa na quimioluminescência urinária após a realização do exercício são: a) corrida de 20km; b) jogo de futebol; e c) treinamento de força/musculação sem suplementação com creatina. A corrida na esteira promoveu aumento na concentração plasmática de MDA durante e após a sua realização; a capacidade antioxidante plasmática total modificou-se de forma inversamente proporcional ao aumento no MDA. Os exercícios praticados pelos atletas neste trabalho provocaram estresse oxidativo de maneira diferente, estando possivelmente relacionado com a duração e a intensidade dos mesmos, e não somente com a intensidade. Neste trabalho também se constatou que o consumo de creatina associado ao treinamento de força/musculação pode atuar como antioxidante.<hr/>Several studies have demonstrated that intense physical exercise causes oxidative stress in animals and humans, being possibly related, for instance, to fatigue and tissue lesions. However, the effects of high intensity exercise or training performed by athletes on the occurrence of oxidative stress are not fully clear, possibly due to methodological limitations. The objective of this study was to identify the occurrence of oxidative lesions in lipids due to physical training in athletes, through the quantification of the urinary chemiluminescence and plasmatic malondialdehyde (MDA). Post-exercise samples were collected after four training protocols: a) treadmill running (25-30 min); b) 20 km running performed by marathon runners; c) interval training accomplished by 400 m runners; d) soccer game with 50 min duration; and e) strength training with and without creatine supplementation. In the last four items, only the urinary chemiluminescence was evaluated. The conditions that presented elevation in urinary chemiluminescence after exercise completion were: a) 20 km running; b) soccer game; and c) strength training without creatine supplementation. The treadmill running increased plasmatic MDA concentration during and after its performance, and the plasmatic antioxidant capacity had an inverse behavior compared to the increase in MDA. The exercise used in this work promoted oxidative stress in a different way and this may be related to the duration and the intensity performed by athletes, and not only to intensity. In this work it was also observed that creatine ingestion associated with strength training might work as antioxidant.<hr/>Estudios tienen demostrado que el ejercicio físico intenso provoca estrés oxidativo en animales y humanos, estando posiblemente relacionado, por ejemplo, con fatiga y lesiones tendinosas. Por otro lado, pocos estudios relatan a su hallazgos en atletas bajo entrenamiento intenso, principalmente debido a problemas metodológicos. El presente estudio tiene como objetivo, por tanto, estudiar en atletas la posible ocurrencia de lesiones oxidativas en lípidos en disminución del ejercicio físico o de entrenamiento a través de la cuantificación de la quimioluminescencia urinaria y del malondialdheído (MDA) plasmático. Los ejercicios utilizados fueron: a) carrera en cinta rodante (25-30 min), con la cuantificación de ambos parámetros y de la capacidad antioxidante plasmática total; b) carrera de 20 km realizada por maratonistas; c) entrenamiento intervalado intenso realizado por corredores de 400 m planos; d) juego de fútbol con 50 min de duración y; e) entrenamiento de fuerza / musculación con y sin suplementación con creatina. Los cuatro últimos ítems, solamente la quimioluminescencia urinaria fue evaluada. Las condiciones en que se notó elevación significativa de la quimioluminescencia urinaria después de la realización del ejercício son: a) carrera de 20 kms; b) juego de futbol y; c) entrenamiento de fuerza / musculación sin suplementación con creatina. La carrera en la cinta promovió un aumento en la concentración plasmática de MDA durante y después su realización, siendo que la capacidad antioxidante plasmática total se modificó de forma inversamente proporcional al aumento del MDA. Los ejercícios praticados por los atletas en este trabajo provocaran strés oxidativo de manera diferente, estando posiblemente relacionado con la duración y la intensidad de los mismos, y no solamente con la intensidad. En este trabajo también se constató que el consumo de creatina asociado al entrenamiento de fuerza / musculación puede actuar como antioxidante.