Scielo RSS <![CDATA[Revista Brasileira de Medicina do Esporte]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=1517-869220060006&lang=en vol. 12 num. 6 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[<B>The acute effects of varied resistance training methods on blood lactate and loading characteristics in recreationally trained men</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922006000600001&lng=en&nrm=iso&tlng=en Diversos métodos de treinamento de força (MTF) foram desenvolvidos com o propósito de manipular os estímulos fisiológicos e obter melhores resultados com o treinamento. O propósito do presente estudo foi comparar as respostas metabólicas e mecânicas entre sete diferentes MTF descritos na literatura. Os MTF foram comparados com relação ao lactato sanguíneo, tempo sob tensão (TST) e sobrecarga total (TST x carga) em jovens treinados do sexo masculino. Os MTF testados foram 10RM, superlento, isométrico funcional, oclusão vascular adaptada, 6RM, repetições forçadas e séries descendentes. Todos os MTF produziram elevações significativas no lactato sanguíneo, sem diferenças entre eles. O método de séries descendentes produziu maior tempo sob tensão e sobrecarga total em comparação com os outros MTF testados.<hr/>Several resistance training methods (RTM) have been developed in order to manipulate physiological stimuli and obtain better results with training. The purpose of this study is to compare the metabolic and mechanical responses among seven different RTM reported in the literature. The RTM were compared with regard to blood lactate, time under tension (TUT) and total loading (TUT x load) in recreationally trained young men. The RTM tested were 10RM (TEN), superslow (SL), functional isometrics (FI), adapted vascular occlusion (VO), 6RM (SIX), forced repetitions (FR) and breakdowns (BD). All RTM produced significant increases in blood lactate, with no difference among them. The BD method elicited higher TUT and total loading compared to the other RTM tested.<hr/>Diversos métodos de entrenamiento de fuerza (RTM) fueron desarrollados con el propósito de manipular los estímulos fisiológicos y obtener mejores resultados con el entrenamiento. El propósito del presente estudio ha sido el de comparar las respuestas metabólicas y mecánicas entre siete diferentes RTM descritos en la literatura. Los RTM fueron comparados con respecto al lactato sanguíneo, tiempo bajo tensión (TUT) y sobrecarga total (TUT x carga) en jóvenes entrenados del sexo masculino. Los RTM evaluados fueron 10RM, superlento, pico de contracción, oclusión vascular adaptada, 6RM, repeticiones forzadas y series descendentes. Todos los RTM produjeron incrementos significativos en el lactato sanguíneo, sin diferencias entre ellos. El método de series descendente produjo mayor tiempo bajo tensión y sobrecarga total cuando comparado con los otros RTM evaluados. <![CDATA[<B>Slow component of VO<SUB>2</SUB> in children during running exercise performed at heavy intensity domain</B>: <B>analysis with different mathematical models</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922006000600002&lng=en&nrm=iso&tlng=en O objetivo deste estudo foi verificar e quantificar a magnitude do componente lento do consumo de oxigênio (CL) em crianças submetidas a exercícios de corrida em esteira rolante, com cargas constantes de intensidade acima do limiar de lactato (75%D), utilizando para isso dois modelos de análise: a) modelo matemático com três termos exponenciais; e b) modelo deltaVO2 6-3min. Participaram do estudo oito crianças do sexo masculino (11,92 ± 0,63 anos; 44,06 ± 13,01kg; 146,63 ± 7,25cm; e níveis de maturação sexual 1 e 2), aparentemente saudáveis, não treinadas, que realizaram em diferentes dias: 1) teste incremental na esteira rolante para a determinação do consumo de oxigênio de pico (VO2pico) e do limiar de lactato (LL); e 2) dois testes de carga constante em esteira rolante durante seis minutos na intensidade de 75%delta [75%delta = LL + 0,75 x (VO2pico - LL)]. Para determinação do CL utilizaram-se: a) modelo matemático de três termos (Exp3); e b) a diferença no VO2 entre o sexto e o terceiro minuto de exercício (deltaVO2 6-3min). O CL foi expresso em valores absolutos (ml/min) e também como a contribuição percentual do CL para o aumento do VO2 no final do exercício (%CL). O CL determinado pelo modelo Exp3 (129,69 ± 75,71ml/min e 8,4 ± 2,92%) foi significantemente maior do que o obtido pelo modelo deltaVO2 6-3min (68,69 ± 102,54ml/min e 3,6 ± 7,34%). Portanto, os valores de CL obtidos em crianças durante o exercício de corrida realizado no domínio pesado (75%delta) são dependentes do modelo de análise (Exp3 x deltaVO2 6-3min).<hr/>The purpose of this study was to identify and quantify the magnitude of the slow component of VO2 (SC) in children during running exercise, performed at heavy intensity domain (75%delta), using two different mathematical models: a) three-exponential model and; b) deltaVO2 6-3 min. Eight healthy male children (11.92 ± 0.63 years; 44.06 ± 13.01 kg; 146.63 ± 7.25 cm; and sexual maturity levels 1 and 2), not trained, performed in different days the following tests: 1) incremental running treadmill test to determine the peak oxygen uptake (VO2peak) and the lactate threshold (LT); and 2) two transitions from baseline to 75%delta [75%D = LT + 0.75 x (VO2 peak - LT)] for six minutes on treadmill. The SC was deter mined by two models: a) three-exponential model (Exp3); and b) the VO2 difference between the sixth and the third exercise minute (deltaVO2 6-3min). The SC was expressed as the absolute (ml/min) and percent contribution (%) to the total change in VO2. The SC values determined by model Exp3 (129.69 ± 75.71 ml/min and 8.4 ± 2.92%) and deltaVO2 6-3 min (68.69 ± 102.54 ml/min and 3.6 ± 7.34%) were significantly different. So, the SC values in children during running exercise performed at heavy intensity domain (75%delta) are dependent of the analysis model (Exp3 x deltaVO2 6-3 min).<hr/>El objetivo de este estudio ha sido el de verificar y cuantificar la magnitud del componente lento del consumo de oxígeno (CL) en niños, sometidos a ejercicios de carrera en cinta rodante, con cargas constantes de intensidad por encima del límite de lactato (75%delta), utilizando para esto dos modelos de análisis: a) modelo matemático con tres términos exponenciales; y b) modelo deltaVO2 6-3 min. Participaron del estudio 8 niños del sexo masculino (11,92 ± 0,63 años; 44,06 ± 13,01 kg; 146,63 ± 7,25 cm; y niveles de madurez sexual 1 y 2), aparentemente saludables, no entrenados, que realizaron en diferentes días: 1) Test incremental en la cinta rodante para determinar el consumo de oxígeno de pico (VO2pico) y del límite de lactato (LL); y 2) Dos tests de carga constante en cinta rodante durante seis minutos a intensidad de 75%delta [75%delta = LL + 0,75 x (VO2pico - LL)]. Para determinar el CL usamos: a) modelo matemático de tres términos (Exp3); y b) la diferencia en el VO2 entre el sexto y el tercer minuto de ejercicio (deltaVO2 6-3 min). El CL fue expresado en valores absolutos (ml/min) y también como contribución porcentual de CL para el aumento de VO2 al final del ejercicio (%CL). El CL determinado por el modelo Exp3 (129,69 ± 75,71 ml/min y 8,4 ± 2,92%) fue significativamente mayor al que fue obtenido por el modelo deltaVO2 6-3 min (68,69 ± 102,54 ml/min y 3,6 ± 7,34%). Por tanto, los valores de CL obtenidos en niños durante el ejercicio de carrera realizado en dominio pesado (75%delta) son dependientes del modelo de análisis (Exp3 x deltaVO2 6-3 min). <![CDATA[<B>Post-exercise hypotension in hypertensive individuals submitted to aerobic exercises of alternated intensities and constant intensity-exercise</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922006000600003&lng=en&nrm=iso&tlng=en O exercício agudo pode resultar em hipotensão pós-exercício (HPE), que tem sido observada em normotensos e hipertensos, especialmente após exercícios contínuos (intensidade baixa a moderada). O objetivo foi comparar os efeitos hipotensores de exercícios de intensidade variada (EIV) e constante (EIC) e verificar se EIV potencializa a HPE. Onze hipertensos (56,8 ± 2,6 anos; IMC = 26,5 ± 0,3kg/m²) foram submetidos a teste ergométrico (TE) e a duas sessões de exercícios submáximos em esteira (45 min), em dias distintos e com intervalo de 48h, sendo uma sessão de EIV alternando-se 2 min a 55,9 ± 2,6% e 1 min a 74,5 ± 4,0% da reserva de freqüência cardíaca (RFC) e uma sessão de EIC a 60 ± 2,5% da RFC. Em ambas as sessões os participantes permaneciam em repouso por 10 min (rep) para aferição da pressão arterial (PA) e freqüência cardíaca (FC), e então executaram 5 min de aquecimento seguidos de 45 min de EIV ou EIC. A PA e a FC foram monitoradas a cada 5 min de exercício e aos 5, 10, 15, 30, 60, 90 e 120 min de recuperação pós-exercício (rec). ANOVA e teste t de Student evidenciaram HPE de pressão arterial sistólica (PAS) após ambas as sessões (p < 0,001) e em todos momentos de rec, não havendo diferenças significativas entre EIC e EIV. A pressão arterial diastólica (PAD) apresentou HPE apenas após EIC aos 5, 10, 15 e 30 min de rec (p < 0,05), não sendo observada após EIV. HPE de pressão arterial média (PAM) foi observada após EIC e EIV em todos os momentos de rec. Apesar de as sessões resultarem em HPE semelhante para PAS, o EIC resultou em HPE de PAD e redução mais duradoura de PAM em relação ao EIV. Como nenhuma diferença fora observada entre os tratamentos para os valores de PA durante o período de rec, os autores concluem que o EIV não potencializa o efeito hipotensor pós-exercício quando comparado com o EIC.<hr/>Acute exercise may result in post-exercise hypotension (PEH), which has been observed both for normotensive and hypertensive individuals, especially after continuous exercise (low to moderate intensity). The purposes were to compare the hypotensive effects of continuous exercise performed with alternated (AI) and constant intensities (CI) and verify if AI is more effective on inducing PEH. Eleven hypertensive subjects (56.8 ± 2.6 years; BMI of 26.5 ± 0.3 kg/m²) performed, on different days, an incremental test (IT) and two submaximal exercise sessions (45 min) on treadmill (AI and CI). The AI consisted of 2 min at 55.9 ± 2.6% and 1 min at 74.5 ± 4.0% of heart rate reserve (HRR) while the CI consisted of 45 min at 60 ± 2.5% of HRR. On both sessions participants rested for 10 min before exercise for blood pressure (BP) and heart rate (HR) measurements and then performed a 5 min warm-up followed by 45 min of either AI or CI. BP and HR were monitored at each 5 min of exercise and at the 5th, 10th, 15th, 30th, 60th, 90th and 120th min of post-exercise recovery (rec). ANOVA and Student t-test evidenced PEH of systolic blood pressure (SBP) after both sessions when compared to resting (p < 0.001) at all moments of rec with no differences between AI and CI. PEH of diastolic blood pressure (DBP) was observed at the 5th, 10th, 15th and 30th min of rec after CI (p < 0.05), but not after AI. PEH of mean blood pressure (MBP) was observed after CI and AI at all moments of rec. In spite of the similar PEH for SBP, the CI resulted in PEH of DBP, with longer reduction of MBP. No differences were observed between treatments for the absolute values of BP during the rec period. The authors conclude that the exercise intensities applied during AI did not induce additional hypotensive effects in relation to CI during the rec.<hr/>El ejercicio agudo puede resultar en hipotensión pos ejercicio (HPE), que ha sido observada en normotensos e hipertensos, especialmente después de ejercicios continuos (intensidad baja a moderada). El objetivo ha sido comparar los efectos hipotensores de Ejercicios de Intensidad Variada (EIV) y Constante (EIC) y verificar si EIV potencia la HPE. Once hipertensos (56,8 ± 2,6 años; IMC 26,5 ± 0,3kg/m²) fueron sometidos a test ergométrico (TE) y a dos sesiones de ejercicios submáximos en cinta ergométrica (45 min), en días distintos y con intervalo de 48h, con una sesión de EIV alternándose 2 min a 55,9 ± 2,6% e 1 min a 74,5 ± 4,0% de la reserva de frecuencia cardíaca (RFC) y una sesión de EIC a 60 ± 2,5% de RFC. En ambas sesiones, los participantes permanecían en reposo por 10 min (rep) para medir la presión arterial (PA) y frecuencia cardíaca (FC), y a 5 min de calentamiento seguidos de 45 min de EIV o EIC. La PA y la FC fueron monitoreadas a cada 5 min de ejercicio y también a los 5, 10, 15, 30, 60, 90 y 120 min de recuperación pos ejercicio (rec). ANOVA y test-t de Student evidenciaron HPE de presión arterial sistólica (PAS) después de las dos sesiones (p < 0,001) y a cada momento de rec, no habiendo diferencias significativas entre EIC y EIV. La presión arterial diastólica (PAD) presentó HPE apenas después EIC a los 5, 10, 15 y 30 min de rec (p < 0,05), no siendo observado después EIV. HPE de presión arterial media (PAM) fue observado después de EIC y de EIV a cada momento de rec. A pesar de las sesiones resultar en HPE semejante para PAS, el EIC resultó en HPE de PAD y reducción más duradera de PAM en relación al EIV. Como ninguna diferencia fue observada entre los tratamientos para valores de PA durante el período de rec, concluimos que el EIV no potencia el efecto hipotensor pos ejercicio cuando es comparado al EIC. <![CDATA[<B>Maximal heart rate on treadmill at different times</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922006000600004&lng=en&nrm=iso&tlng=en Como muitas medidas do desempenho humano apresentam variações circadianas que parecem acompanhar o ritmo da temperatura corporal, o objetivo deste estudo foi comparar a freqüência cardíaca máxima (FCmax) no teste de Bruce (Tbruce) em diferentes horários do dia. Foram estudados 11 indivíduos do gênero masculino, com 22,0 ± 1,6 anos, fisicamente ativos e do cronotipo intermediário. Observaram-se FC de repouso (FCrep), FC máxima (FCmax), percepção de esforço (PE) e tempo até a exaustão (TBruce). Para medir a FC, foi utilizado o cardiofreqüencímetro Polar Vantage NV. A PE foi obtida pela escala de Borg (6-20). Aplicou-se o protocolo de Bruce para esteira ergométrica, até a exaustão, em seis horários distintos: 9:00, 12:00, 15:00, 18:00, 21:00 e 24:00 horas. Os resultados foram submetidos à análise de variância para medidas repetidas, seguida do teste de Tukey (p < 0,05) e ao ajuste Cosinor para identificação de padrões rítmicos. Houve diferença significativa entre a FCrep das 15:00 e 24:00 horas (67,2 ± 6,9 e 60,4 ± 6,4bpm) e na FCmax das 12:00 e 24:00 horas (197,4 ± 7,9 e 191,3 ± 5,8bpm). Não foi observada diferença na PE e no TBruce. Foi encontrada ritmicidade em um indivíduo na FCrep, um na FCmax e dois no TBruce. Concluiu-se que, em condições não controladas, mantendo-se as atividades diárias, tanto a FCrep quanto a Fcmax apresentam valores mais baixos por volta das 24:00 horas, sem perda no desempenho aeróbio máximo e sem alteração da PE. Esses achados devem ser considerados na avaliação aeróbia e na prescrição de exercícios em horários mais tardios.<hr/>The aim of this study was to compare the maximal heart rate (HRmax) in the Bruce test (TBruce) at different times of the day, since several measurements of the human performance present circadian variations which seem to follow the body temperature rhythm. Eleven male individuals, with 22.0 ± 1.6 years, physically active and from the intermediate chronotype were studied. The resting HR (HRres), maximal HR (HRmax), perceived exertion (PE) and time until exhaustion (TBruce) were observed. The Polar Vantage NV cardiofrequencymeter was used in order to measure the HR. The PE was obtained through the Borg's scale (6-20). The protocol by Bruce for treadmill was applied until exhaustion, at 6 different times: 9:00; 12:00; 15:00; 18:00; 21:00 and 24:00 hours. The results were submitted to the variance analysis for repeated measurements, followed by Tukey test (p < 0.05) and the Cosinor adjustment for identification of rhythmic patterns. There was significant difference between the HRres of the 15:00 and 24:00 h (67.2 ± 6.9 and 60.4 bpm) and in the HR max of the 12:00 and 24:00 hours (197.4 ± 7.9 and 191.3 ± 5.8 bpm). No difference was identified in the PE and in the TBruce. Rhythmicity was found in 1 individual in the HRres, 1 in the HRmax and 2 in the TBruce. It was concluded that in uncontrolled conditions, whenever daily activities are kept, both HRres and HRmax present lower indices around 24:00 hours, with no loss in the maximal aerobic performance and no PE alteration. These findings should be considered in the aerobic evaluation and in the exercises prescription at later times.<hr/>Debido a que muchas medidas de desempeño humano presentan variaciones circadianas que parecen acompañar el ritmo de la temperatura corporal, el objetivo de este estudio ha sido el de comparar la frecuencia cardíaca máxima (FCmax) en el test de Bruce (TBruce) en diferentes horarios del día. Fueron estudiados 11 individuos del género masculino, con 22,0 ± 1,6 años, físicamente activos y de cronotipo intermedio. Se observó la FC de reposo (FCrep), FC máxima (FCmax), percepción de esfuerzo (PE) y tiempo hasta la extenuación (TBruce). Para medir la FC se usó el cardiofrecuencímetro Polar Vantage NV. La PE se obtuvo por la escala de Borg (6-20). Se aplicó el protocolo de Bruce para cinta ergométrica, hasta la extenuación, en 6 horarios distintos: 9:00, 12:00, 15:00, 18:00, 21:00 y 24:00 horas. Los resultados fueron sometidos a análisis de varianza para medidas repetidas, seguida del test de Tukey (p < 0,05) y al ajuste Cosinor para identificación de los padrones rítmicos. Hubo diferencia significativa entre la FCrep de las 15:00 y 24:00 h (67,2 ± 6,9 y 60,4 ± 6,4 bpm) y en la FCmax de las 12:00 y 24:00 horas (197,4 ± 7,9 y 191,3 ± 5,8 bpm). No fue observada diferencia en la PE y en el TBruce. Se encontró ritmo en 1 individuo en la FCrep, 1 en la FCmax y 2 en el TBruce. A partir de esto se concluyó que, en condiciones no controladas, manteniéndose las actividades diarias, tanto la FCrep, como la Fcmax, presentan valores más bajos alrededor de las 24:00 horas, sin pérdida en el desempeño aeróbico máximo y sin alteración de PE. Estos resultados deben ser considerados en la evaluación aeróbica y en la prescripción de ejercicios en horarios más tardíos. <![CDATA[<B>Comparative study of the oxygen consumption and anaerobic threshold in a progressive exertion test in professional soccer and indoor soccer athletes</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922006000600005&lng=en&nrm=iso&tlng=en O consumo de oxigênio (VO2) tem sido de grande valia na avaliação funcional de atletas. A ergoespirometria é um procedimento não invasivo, utilizado para avaliar o desempenho físico ou a capacidade funcional de um indivíduo, conciliando a análise de gases espirados e variáveis respiratórias. No esporte, esse método de avaliação é de fundamental importância, pois traz significativa contribuição na verificação de índices de aptidão cardiorrespiratória, como é o caso do consumo máximo de oxigênio (VO2 máx.) e o limiar anaeróbio (LA). O presente estudo teve como objetivo realizar uma comparação do consumo de oxigênio e limiar anaeróbio entre atletas profissionais de futebol e futsal em um teste progressivo. Participaram voluntariamente 31 indivíduos do sexo masculino, sendo: 19 atletas profissionais de futebol e 12 atletas profissionais de futsal. Os atletas foram submetidos a um protocolo de avaliação cardiorrespiratória progressiva pelo método ergoespirométrico e os resultados foram analisados quanto a sua diferença estatística através do teste t de Student (p < 0,05). Os valores de VO2 pico médios entre os dois grupos não apresentaram diferença estatisticamente significante (p > 0,05); entretanto, houve diferença estatística entre os dois grupos em relação ao limiar anaeróbio (LA) (p < 0,05). Com base nos resultados obtidos em nosso estudo pudemos concluir que, mesmo praticando esportes com diferentes características, os atletas de ambos os grupos possuem valores similares de consumo de oxigênio, porém, o limiar anaeróbio entre os dois grupos não apresentou a mesma similaridade, sugerido maior predominância do metabolismo anaeróbio durante o exercício nos atletas de futsal.<hr/>Oxygen consumption (VO2) has been very useful for the functional evaluation of athletes. Ergospirometry is a non-invasive procedure used to evaluate the physical performance or the functional ability of an individual, connecting the analysis of the inspired gases with the respiratory variables. This evaluation method is extremely important to sports, since it brings significant contribution in the verification of indices of cardiorespiratory aptitude, which is the case f the maximal oxygen consumption (VO2 max) and the anaerobic threshold (AT). The present study had as objective to compare oxygen consumption and anaerobic threshold in professional soccer and indoor soccer athletes in a progressive test. 31 male individuals voluntarily participated in the test, being: 19 professional soccer athletes and 12 professional indoor soccer athletes. The athletes were submitted to a progressive cardiorespiratory evaluation protocol through the ergospirometric method, and the results were analyzed concerning their statistical difference through the t-Student test (p < 0,05). The average VO2peak indices between the two groups did not present statistically significant difference (p > 0,05); however, there was statistically difference between the two groups concerning the anaerobic threshold (AT) (p < 0,05). Based on the results obtained in our study we concluded that even practicing sports with different characteristics, the athletes from both groups have similar indices of oxygen consumption. Nevertheless, the anaerobic threshold between the two groups did not present the same similarity, suggesting higher predominance of anaerobic metabolism during exercise in the indoor soccer athletes.<hr/>El consumo de oxígeno (VO2) ha sido de gran valía en la evaluación funcional de atletas. La ergoespirometría es un procedimiento no invasivo, utilizado para evaluar el desempeño físico o la capacidad funcional de un individuo, conciliando el análisis de gases expirados y las variables respiratorias. En el deporte, ese método de evaluación es de fundamental importancia, pues contribuye significativamente en la verificación de índices de aptitud cardiorrespiratoria, como es el caso del consumo máximo de oxígeno (VO2 máx.) y el límite anaeróbico (LA). El presente estudio ha tenido como objetivo realizar una comparación del consumo de oxígeno y límite anaeróbico entre atletas profesionales de fútbol y fútbol de salón en un test progresivo. Participaron voluntariamente 31 individuos del sexo masculino, entre ellos: 19 atletas profesionales de fútbol, y 12 atletas profesionales de fútbol de salón. Los deportistas fueron sometidos a un protocolo de evaluación cardiorrespiratoria progresiva por el método ergoespirométrico, y os resultados fueron analizados en relación a su diferencia estadística a través del test t-Student (p < 0,05). Los valores de VO2 pico medios entre los dos grupos no presentaron diferencia estadística significante (p > 0,05); a pesar de eso hubo diferencia estadística entre los dos grupos en relación al límite anaeróbico (LA) (p < 0,05). Teniendo como base los resultados obtenidos en nuestro estudio pudimos concluir que incluso practicando deportes con diferentes características, los atletas de ambos grupos poseen valores similares de consumo de oxígeno, sin embargo el límite anaeróbico entre los dos grupos no presentó la misma similitud, sugiriendo mayor predominancia del metabolismo anaeróbico durante el ejercicio en los atletas de fútbol de salón. <![CDATA[<B>Behavior of the creatinine and urea seric and urinary concentrations during a periodization developed in professional soccer players</B>: <B>relations with the glomerular filtration rate</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922006000600006&lng=en&nrm=iso&tlng=en As determinações de creatinina e uréia têm sido utilizadas para avaliar o impacto do treinamento físico. Portanto, o principal objetivo do presente estudo foi verificar o comportamento das concentrações séricas e urinárias de creatinina e uréia em futebolistas profissionais ao longo de uma periodização. Participaram do estudo 18 jogadores de futebol que foram avaliados no início (T1), meio (T2) e fim (T3) de uma periodização específica. Os atletas foram submetidos às avaliações antropométrica e de determinação da capacidade aeróbia e da eficiência do metabolismo anaeróbio alático. As concentrações de creatinina e uréia dos atletas foram mensuradas no soro e na urina, além da taxa de filtração glomerular (TFG), determinada por três métodos distintos, sendo um independente e dois dependentes do volume urinário. A análise das respostas das variáveis em T1, T2 e T3 foi realizada por Anova one-way, seguida de post hoc de Newman-Keuls, assim como foi aplicado teste de correlação de Pearson. Para todos os casos o nível de significância prefixado foi de 5%. Houve melhora nos parâmetros aeróbio (p < 0,01) e anaeróbio alático (p < 0,01) ao longo da periodização, assim como foi verificada diminuição do volume urinário (p < 0,05) ao longo do estudo. As concentrações de creatinina apresentaram comportamento oposto quando determinadas no soro (p < 0,05) e na urina (p < 0,01) ao longo da periodização, não apresentando correlações significativas. Todos os métodos de determinação de TFG mostraram redução dos valores (p < 0,05) em resposta ao treinamento periodizado. Foram observadas correlações significativas entre todos os métodos em T1, e também em T2 e T3 apenas entre os métodos dependentes do volume urinário. De acordo com os resultados, é possível concluir que as concentrações de creatinina determinadas no soro e na urina de futebolistas profissionais foram sensíveis ao programa de treinamento desenvolvido; contudo, apresentaram comportamentos opostos. Isso provavelmente ocorreu devido à limitação metodológica da técnica de coleta de urina de 24h.<hr/>The creatinine and urea responses have been extensively used to evaluate the physical training impact. Therefore, the purpose of this study was to investigate the behavior of serum and urinary creatinine and urea concentrations during a soccer training program. Eighteen Brazilian soccer players were evaluated at the beginning (T1), in the middle (T2) and at the end (T3) of a soccer training program. The athletes had their anthropometric characteristics, aerobic capacity and alactic anaerobic metabolism efficiency assessed. Besides the measurement of serum and urinary creatinine and urea concentrations, the athletes had their creatinine clearance evaluated by three different methods. While the first method was independent from the urinary volume, the others were dependent. Anova one-way test followed by Newman-Keuls and Pearson product-moment coefficient were used to verify the responses and correlations of the data to the soccer training program. A significance level of 5% was chosen. The soccer training program led to an increase in aerobic (p < 0.01) and alactic anaerobic (p < 0.01) performances, however, the urinary volume diminished along the experiment (p < 0.05). The serum (p < 0.05) and urinary (p < 0.01) creatinine concentrations presented an opposite behavior during the soccer training program, in addition, there were not observed significant correlations between this parameters in any period of the study. The creatinine clearance assessed by the three different methods decreased in response to the training (p < 0.05). Significant correlations for all methods were observed only in T1. However, the urinary volume dependent methods were statistically correlated in T2 and T3. According to results, it can concluded that the serum and urinary creatinine concentrations were sensible to the training program developed, but presented opposite behaviour. This probably occurred due the limitations of the urinary method to assay creatinine and urea.<hr/>Las respuestas de urea y creatinina han sido extensamente usadas para evaluar el impacto del entrenamiento físico. De ahí que el propósito de nuestro estudio ha sido el de investigar el comportamiento del suero y la creatinina urinaria y las concentraciones de urea durante el entrenamiento de fútbol. Fueron evaluados 18 jugadores brasileños de fútbol al inicio (T1), a la mitad (T2) y en el final (T3) de un programa de entrenamiento de fútbol. En los atletas se midieron la eficiencia de sus características antropométricas, capacidad aeróbica y metabolismo anaeróbico alatico. Sumadas a las medidas de suero y creatinina urinaria y concentraciones de urea, también se evaluó en los atletas la eliminación de creatinina mediante tres métodos diferentes. Mientras que el primer método fue independiente del volumen urinario, los otros fueron dependientes. Para verificar las respuestas y la correlación de datos en el programa de entrenamiento de fútbol se utilizó el test de ANOVA (one-way), seguido del coeficiente de Newman-Keuls y Pearson, producto-momento y escogimos un nivel de significancia de 5%. El programa de entrenamiento de fútbol midió un incremento en el desempeño aeróbico (p < 0.01) y un desempeño alatico anaeróbico (p < 0.01), más aún, el volumen de orina disminuyó a lo largo de la experiencia (p < 0.05). Las concentraciones de suero (p < 0.05) y creatinina urinaria (p < 0.01) presentaron un comportamiento opuesto durante el programa de entrenamiento, en contrapartida, no se observó correlación significativa entre los parámetros durante el periodo de estudio. La medición hecha de la eliminación de creatinina por los tres métodos disminuyó como respuesta al entrenamiento. Se observó correlación significativa para T1 en todos los métodos. Sin embargo, el volumen de orina dependiente del método fue correlacionado estadísticamente en T2 y T3. De acuerdo a nuestros resultados, podemos concluir que las concentraciones séricas y urinarias de creatinina fueron sensibles al programa de entrenamiento desarrollado, a pesar de haber presentado comportamiento opuesto. Esto probablemente ocurrió debido a las limitaciones del método urinario para el desempeño de creatinina y urea. <![CDATA[<B>Identification of the lactate threshold and the blood glucose threshold in resistance exercise</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922006000600007&lng=en&nrm=iso&tlng=en Com o objetivo de analisar a possibilidade de identificar o limiar glicêmico (LG), bem como comparar e correlacionar as intensidades dos limiares glicêmico e de lactato (LL) em exercícios resistidos incrementais, 12 voluntários do sexo masculino (24,4 ± 1,2 anos) adaptados ao exercício resistido foram submetidos a testes incrementais realizados nos exercícios leg press 45º (LP) e supino reto (SR). As intensidades aplicadas nos estágios incrementais de 1 min foram de 10%, 20%, 25%, 30%, 35%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80% e 90% da carga máxima (1RM) determinada anteriormente, ou até a exaustão voluntária. As coletas sanguíneas para as dosagens das concentrações de lactato e glicose sanguínea foram realizadas durante os 2 min de pausa entre os estágios (YSI 2300 S). O comportamento da glicemia e lactatemia foram similares em ambos os exercícios estudados. Não foram encontradas diferenças significativas (p > 0,05) entre as percentuais de 1RM nos limiares lactatêmicos e glicêmicos observados, respectivamente, no LP (36,6 ± 1,4% e 32,9 ± 1,5%) e SR (31,2 ± 1,2% e 31,2 ± 1,8%). Alta correlação foi observada entre os limiares glicêmico e lactatêmico identificados tanto no LP (r = 0,80; p < 0,001) quanto no SR (r = 0,73; p < 0,006). Concluiu-se que foi possível identificar os limiares de lactato e glicêmico em exercícios resistidos incrementais. No entanto, o significado desses limiares bem como sua validade para avaliação funcional e prescrição de exercícios devem ser melhor investigados.<hr/>The purpose of this study was to verify the possibility of identifying the blood glucose threshold (GT) as well as to compare and correlate the GT with the lactate threshold (LT) during resistance exercises. Twelve healthy male volunteers aged 24.4 ± 1.2 years and adapted to resistance training were submitted to an incremental resistance exercise with graded intensities according to their maximal workload (kg) performed for 1 repetition (1RM) on both leg press (LP) and bench press (BP). The intensities applied for each 1 min stage were of 10%, 20%, 25%, 30%, 35%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80% and 90% of 1RM, respectively, or until volitional exhaustion. Blood lactate and glucose measurements were done each 2 min rest between each stage (YSI 2300 S). The blood lactate and glucose responses were similar for both exercises. No differences were verified for the relative intensity (% 1RM) at which the inflection point of blood lactate and glucose curves were observed respectively for LP (36.6 ± 1.4% and 32.9 ± 1.5%) and BP (31.2 ± 1.2% and 31.2 ± 1.8%) (p > 0.05). Additionally, a high correlation was verified between LT and GT identified both on LP (r = 0.80) and SR (r = 0.73) (p < 0,05). It was concluded that it is possible to identify the LT and GT on resistance exercises. However, additional studies should investigate the meaning of these thresholds and their validity for exercise evaluation and training prescription.<hr/>Con el objetivo de analizar la posibilidad de identificar el límite glicémico (LG), bien como comparar y correlacionar las intensidades de los límites glicémico y de lactato (LL) en ejercicios continuos incrementales, doce voluntarios del sexo masculino (24,4 ± 1,2 años) adaptados al ejercicio continuo fueron sometidos a tests incrementales realizados en los ejercicios leg press 45º (LP) y supino recto (SR). Las intensidades aplicadas en las etapas incrementales de 1 min fueron 10%, 20%, 25%, 30%, 35%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80% y 90% de la carga máxima (1RM) determinada anteriormente, o hasta la extenuación voluntaria. Las colectas sanguíneas para los dosajes de las concentraciones de lactato y glicosis sanguínea fueron realizadas durante los 2 min de pausa entre las etapas (YSI 2300 S). El comportamiento de glicemia y lactatemia fueron similares en ambos ejercicios estudiados. No se encontraron diferencias significativas (p > 0,05) entre los percentiles de 1RM en los límites lactatémicos y glicémicos observados respectivamente en LP (36,6 ± 1,4% y 32,9 ± 1,5%) y SR (31,2 ± 1,2% y 31,2 ± 1,8%). Se observó alta correlación entre los límites glicémico y lactacidémico identificados tanto en LP (r = 0,80; p < 0,001) como en SR (r = 0,73; p < 0,006). Concluimos que fue posible identificar los límites de lactato y glicemia en ejercicios continuos incrementales. Sin embargo, el significado de estos límites así como su validez para la evaluación funcional y prescripción de ejercicios deben ser mejor investigados. <![CDATA[<B>Omega 3 fatty acids-supplementation to competition athletes</B>: <B>impact on the biochemical indicators related to the lipid metabolism</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922006000600008&lng=en&nrm=iso&tlng=en OBJETIVO: Avaliar o efeito da suplementação dos ácidos graxos ômega 3 em atletas de natação sobre indicadores bioquímicos. MÉTODOS: Nadadores de elite (n = 14) do sexo masculino foram avaliados em estudo randomizado, controlado por placebo pelo período de seis semanas (45 dias). O grupo placebo (GP) recebeu óleo mineral (n = 6) e o grupo suplementado (n = 8), óleo de peixe (GOP) contendo, no total, 950mg de ácido eicosapentaenóico e 500mg de ácido docosapentaenóico. Amostras de sangue foram coletadas imediatamente antes (T0), aos 15 (T15), aos 30 (T30) e aos 45 (T45) dias de suplementação para análise da composição dos ácidos graxos por cromatografia gasosa e para quantificação das lipoproteínas plasmáticas através de kits comerciais específicos. RESULTADOS: Os resultados revelaram um desajuste na dieta dos atletas considerando a ingestão g/kg de massa corporal dos macronutrientes. A análise do questionário de freqüência de consumo mostrou que os atletas não ingeriram regularmente fontes alimentares de ômega 3 e que o consumo de peixes, em 85% da amostra, era inferior ou igual a uma vez na semana. O perfil de ácidos graxos plasmáticos evidenciou aumento dos ácidos graxos poliinsaturados ômega 3 (P < 0,05) e redução do ácido araquidônico no grupo suplementado (P < 0,05). A suplementação com óleo de peixe ocasionou efeito hipocolesterolêmico, com redução nos teores sanguíneos de VLDL, LDL e colesterol total. Os valores de HDL não apresentaram diferenças significativas entre os grupos em nenhum momento estudado (P > 0,05). CONCLUSÃO: A suplementação de ácidos graxos N-3 em atletas nadadores altera os indicadores bioquímicos do metabolismo lipídico, influenciando na redução das lipoproteínas plasmáticas, ricas em colesterol e na prevenção de doenças cardiovasculares.<hr/>PURPOSE: To assess the effects of omega 3 fatty acid supplementation to swimmers on biochemical indicators. METHODS: Male elite swimmers (n = 14) were assessed in a placebo-controlled randomized study over a 6-week (45-day) experimental period. The placebo group (GP) received mineral oil (n = 6) and the supplemented group (GOP) received fish oil (n = 8) containing a total of 950 mg of eicosapentaenoic acid and 500 mg of docosapentaenoic acid. Immediately before starting the supplementation (T0), as well as 15 (T15), 30 (T30) and 45 (T45) days after that point, blood samples were collected and analyzed by gas chromatography for fatty acids composition, and by specific commercial kits for plasmatic lipoproteins. RESULTS: The results showed that the diets of the swimmers were unbalanced regarding the macronutrient ingestion/body weight ratio (g/kg). The analysis of the consumption frequency questionnaire showed that (1) the swimmers have not regularly ingested omega 3 dietary sources and (2) the fish consumption was below once a week for 85% of the sample. The plasmatic fatty acids profile presented an increase in omega 3 polyunsaturated fatty acids (p < 0.05) and decrease in arachidonic fatty acid in the supplemented group (p < 0.05). The fish oil supplementation led to a hypocholesterolemic effect, with a decrease in VLDL, LDL and total cholesterol blood levels. The HDL levels presented no significant differences between the groups in any moment of the study (p > 0.05). CONCLUSION: N-3 fatty acids supplementation to swimmers alters the biochemical indicators of the lipid metabolism, with an influence in the decrease of the cholesterol-rich plasmatic lipoproteins, so preventing cardiovascular diseases.<hr/>OBJETIVO: Evaluar el efecto suplementar de los ácidos grasos omega 3 en atletas de natación sobre indicadores bioquímicos. MÉTODOS: Nadadores de elite (n = 14) del sexo masculino fueron evaluados en estudio aleatorio, controlado por placebo por un período de 6 semanas (45 días). El grupo placebo (GP) recibió aceite mineral (n = 6) y el grupo suplementado (n = 8) recibió aceite de pescado (GOP) conteniendo en total 950 mg de ácido eicosapentaenóico y 500 mg de ácido docosapentaenóico. Muestras de sangre fueron colectadas inmediatamente antes (T0), a los quince (T15), a los treinta (T30) y a los cuarenta y cinco (T45) días de suplementación para análisis de la composición de los ácidos grasos por cromatografía gaseosa y para cuantificación de las lipoproteínas plasmáticas a través de kits comerciales específicos. RESULTADOS: Los resultados revelaron un desajuste en la dieta de los atletas considerando la ingestión g/kg de masa corporal de los macro nutrientes. El análisis del cuestionario de frecuencia de consumo mostró que los atletas no ingirieron regularmente fuentes alimentares de omega 3 y que el consumo de pescado, en 85% de la muestra, era inferior o igual a 1 vez por semana. El perfil de ácidos grasos plasmáticos mostró un aumento de los ácidos grasos poliinsaturados omega 3 (P < 0,05) y reducción del ácido araquidónico en el grupo suplementado (P < 0,05). La suplementación con aceite de pescado ocasionó efecto hipocolesterolémico, con reducción en los grados sanguíneos de VLDL, LDL y colesterol total. Los valores de HDL no presentaron diferencias significativas entre los grupos en ningún momento estudiado (P > 0,05). CONCLUSIÓN: La suplementación de ácidos grasos N-3 en atletas de natación altera los indicadores bioquímicos del metabolismo lipídico, influyendo en la reducción de las lipoproteínas plasmáticas, ricas en colesterol y en la prevención de enfermedades cardiovasculares. <![CDATA[<B>Diagnosis of the nutritional status of the Weight Lifting Permanent Olympic Team athletes of the Brazilian Olympic Committee (COB)</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922006000600009&lng=en&nrm=iso&tlng=en Objetivou-se neste estudo diagnosticar o estado nutricional da Equipe Olímpica Permanente de Levantamento de Peso do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). A amostra foi composta por 24 atletas, na faixa etária entre 16 e 23 anos, sendo 12 do sexo masculino (19,7 ± 2,4 anos) e 12 do feminino (19,2 ± 1,8 ano). Realizou-se o seguinte procedimento para o diagnóstico do estado nutricional: análise da adequação da ingestão de energia e dos macronutrientes - carboidratos (CHO), lipídios (LIP) e proteínas (PRO) -, por meio dos métodos Recordatório de 24 horas e Questionário de Freqüência de Consumo Alimentar, além da caracterização do perfil antropométrico. Os resultados da avaliação dietética indicaram que a distribuição energética entre os macronutrientes encontra-se adequada sendo de 54 ± 6,8% (CHO); 28,5 ± 5,9% (LIP); e 14,5 ± 3,4% (PRO) para os homens e 56,3 ± 4,7% (CHO); 28,6 ± 4,6% (LIP); e 13,7 ± 2,4% (PRO) para a equipe feminina. Entretanto, quanto ao consumo energético total, 83% dos atletas estavam com ingestão energética abaixo dos valores recomendados, considerando o alto nível de atividade física, promovendo deficiência calórica diária. O percentual de gordura corporal dos atletas do sexo masculino (3,6 ± 0,7%) indicou que todos estavam abaixo do padrão de referência, enquanto 58% dos esportistas do sexo feminino apresentavam excesso de gordura (17,9 ± 5,8%). Tem-se, como conclusão, que, apesar de os desportistas avaliados terem realizado distribuição energética adequada entre os macronutrientes, esta ainda não foi suficiente para suprir as exigências energéticas da modalidade, necessitando assim de orientação nutricional.<hr/>This study aimed to diagnose the nutritional status of the Weight Lifting Permanent Olympic Team Athletes of the Brazilian Olympic Committee (COB). The sample was composed of 24 athletes, aged 16-23 yr, 12 males (19.7 ± 2.4 yr) and 12 females (19.2 ± 1.8 yr). The following procedure was applied to diagnose the nutritional status: analysis of the adequability of energy and macronutrient intake - carbohydrates (CHO), lipids (LIP) and proteins (PRO) -, through the methods 24-hr diet records and the Food Consumption Frequency Questionnaire, besides anthropometrical profile characterization. The results obtained from the dietary evaluation showed that the energy distribution among the macronutrients was adequate, 54 ± 6.8% (CHO); 28,5 ± 5.9% (LIP); and 14.5 ± 3.4% (PRO) for the male team, and 56.3 ± 4.7% (CHO); 28.6 ± 4.6% (LIP); and 13.7 ± 2.4% (PRO) for the female team. However, regarding total energy intake, 83% of the athletes presented energy intake below the recommended values, considering the high level of physical activity, resulting in daily caloric deficiency. Body fat percentage of the male athletes (3.6 ± 0.7%) indicated that all of them were below the reference standard, while 58% of the female athletes had excess fat (17.9 ± 5.8%). It was concluded that although the athletes showed an adequate caloric distribution of macronutrients, it was still not sufficient to meet the energy requirements of their modality, thus these athletes should seek nutritional orientation.<hr/>El objetivo de este estudio fue diagnosticar el estado nutricional de los deportistas del equipo olímpico nacional de levantamiento de pesas del Comité Olímpico Brasileño (COB). La muestra estuvo compuesta por 24 deportistas, con edades entre 16 y 23 años, siendo 12 hombres (19,7 ± 2,4 años) y 12 mujeres (19,2 ± 1,8 años). Para diagnosticar el estado nutricional se empleó: análisis de la adecuación del consumo energético de macronutrientes, carbohidratos (CHO), lípidos (LIP) y proteínas (PRO), por medio de los métodos recordatorio de 24 horas y encuesta de frecuencia de consumo alimentar, además de establecer el perfil antropométrico. Los resultados indican que la distribución energética entre los macronutrientes esta adecuada, al registrarse 54 ± 6,8% (CHO); 28,5 ± 5,9% (LIP); 14,5 ± 3,4% (PRO) en los hombres y 56,3 ± 4,7% (CHO); 28,6 ± 4,6% (LIP); 13,7 ± 2,4% (PRO) en las mujeres. Sin embargo, el consumo energético total indica que 83% de los deportistas estaban con un consumo por debajo de los valores recomendados, considerando el alto nivel de actividad física, produciendo así una deficiencia energética diaria. El porcentaje de grasa corporal en los hombres (3,6 ± 0,7%) indica que todos estaban debajo de los valores de referencia; por otra parte, 58% de las mujeres presentaron exceso de grasa (17,9 ± 5,8%). Se puede concluir que los deportistas evaluados, mismo realizando la distribución energética entre los macronutrientes adecuada, no esta siendo suficiente para atender las necesidades de los deportistas, necesitando así, de una orientación nutricional. <![CDATA[<B>Task-specific performance decline in aging</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922006000600010&lng=en&nrm=iso&tlng=en O declínio de desempenho motor característico do envelhecimento tem sido proposto ter como causa um fator único, originário de deterioração da capacidade de processamento central de informação. Por essa proposição, o desempenho motor em diferentes tarefas deveria ser prejudicado similarmente durante o envelhecimento. Para testar essa hipótese, o desempenho sensório-motor de indivíduos fisicamente ativos entre 19 e 73 anos de idade foi estudado em oito tarefas: tempo de reação, tempo de movimento no contato com um alvo, força manual máxima, sincronização, controle de força, toques repetidos com haste vertical, desenhos seqüenciais e toques entre os dedos. A análise dos resultados indicou perfis variáveis de desempenho entre as tarefas motoras na comparação entre as idades, com declínio motor a uma taxa moderada entre 20 e 60 anos para tempo de reação, quedas mais acentuadas de desempenho na transição entre 20 e 40 anos em tarefas requisitando velocidade de execução de movimentos simples ou precisão temporal, quedas mais acentuadas na transição entre 60 e 70 anos para força máxima e habilidade gráfica e manutenção da capacidade de desempenho com o envelhecimento para controle de força manual. Dessa forma, esses resultados revelam-se contraditórios com a hipótese de fator único e oferecem suporte à hipótese alternativa de que a taxa de declínio de desempenho sensório-motor durante o envelhecimento é específica à tarefa.<hr/>Decline of motor performance characteristically observed in the aging process has been proposed to be caused by a single factor: deterioration of the central information processing capacity. If so, motor performance in different tasks should decline in a similar way as an individual gets older. In order to test this hypothesis, motor performance of 19- to 73-years-old physical active individuals was studied in eight motor tasks: reaction time, movement time in aiming, handgrip strength, anticipatory timing, force control, repetitive tapping, sequential drawing and sequential fingers movements. The analysis indicated a diversity of performance profiles between tasks across ages, with motor decline at a moderate rate between 20 and 60 years for reaction time, larger performance decline in the transitions between 20 and 40 years in tasks requiring movement speed in simple movements or temporal accuracy, larger decline in the transition between 60 and 70 years for maximum manual strength and graphic skill, and stable performance across ages for manual force control. Therefore, these results are contradictory to the single factor hypothesis, offering support for the alternative hypothesis of task-specific decline of sensorimotor performance as a function of aging.<hr/>El descenso del desempeño motor, característico del envejecimiento, ha sido propuesto tener como causa un factor único, originario de la deterioración de la capacidad del procesamiento central de información. Por esa proposición, el desempeño motor en diferentes tareas debería ser perjudicado similarmente durante el envejecimiento. Para probar esta hipótesis, el desempeño sensor-motor de individuos físicamente activos entre 19 y 73 años de edad fue estudiado en ocho tareas: tiempo de reacción, tiempo de movimiento en contacto con un objetivo, fuerza manual máxima, sincronización, control de fuerza, toques repetidos con una vara vertical, figuras en secuencia y toques entre los dedos. El análisis de los resultados indicó perfiles variables de desempeño entre las tareas motoras en comparación a las edades, con disminución motor a una tasa moderada entre 20 y 60 años para tiempo de reacción, caídas más acentuadas de desempeño en la transición entre 20 y 40 años en tareas requiriendo velocidad de ejecución de movimientos simples o precisión temporal, caídas más acentuadas en la transición entre 60 y 70 años para fuerza máxima y habilidad gráfica y mantenimiento de capacidad de desempeño con el envejecimiento para control de fuerza manual. De esta forma, esos resultados se muestran contradictorios con hipótesis de factor único, y ofrecen soporte a la hipótesis alternativa de que la tasa de descenso de desempeño sensor-motor durante el envejecimiento es específica a la tarea. <![CDATA[<B>Effect of the vanadyl sulphate on the muscular metabolic compromising induced by immobilization of posterior limb of rats</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922006000600011&lng=en&nrm=iso&tlng=en A proposta deste trabalho foi avaliar o efeito do sulfato de vanadil (SV) no perfil metabólico muscular de membro posterior imobilizado de ratos. Ratos Wistar foram divididos nos grupos (n = 6): controle (C), imobilizado em posição neutra do tornozelo (I), tratado com sulfato de vanadil (SV, 0,25mM, VO) e imobilizado tratado com SV (I + SV) durante sete dias. Após o período experimental, foram avaliadas as reservas de glicogênio (RG) dos músculos sóleo (S), gastrocnêmio branco (GB) e vermelho (GV), tibial anterior (TA) e extensor longo dos dedos (ELD), além do peso do S e ELD. A análise estatística foi realizada pela ANOVA seguida pelo teste de Tukey (p < 0,05). No grupo SV, os resultados mostraram elevação significativa nas RG (S 110%, GB 71%, GV 85%, TA 125%, EDL 108%) e no peso (S 9%, EDL 11%). A imobilização reduziu significativamente as RG (S 31,6%, GB 56,6%, GV 39,1%, ELD 41,7%, TA 45,2%) e peso (S 34,2% e ELD 27%); já no grupo I + SV, houve o aumento das RG em todos os músculos (S 211%, GB 115%, GV 148%, ELD 161,9%, TA 147%), além de impedir a perda de peso do S (75%) e ELD (46%). O tratamento com sulfato de vanadil promoveu elevação nas reservas de glicogênio do grupo controle e imobilizado, além de impedir a perda de peso, demonstrando que seu efeito insulino-mimético é representado pela ação glicogênica associado a uma possível ação anticatabólica.<hr/>The purpose of this study was to evaluate the metabolic performance of immobilized skeletal muscle in rats treated with vanadyl sulphate. Male Wistar rats were divided in groups (n = 6): control (C), immobilized (I), treated with vanadyl sulphate (VS, 0,25 mM) and immobilized treated with vanadyl sulphate (I + VS) during seven days. The concentration of vanadyl sulphate diluted in water was 0,25 mM. After experimental stage, the glycogen content (GC) was evaluated in soleus (S), white gastrocnemius (WG), red gastrocnemius (RG), tibialis anterior (TA) and extensor digitorum longus (EDL) muscles, besides S and EDL weight. The statistical analysis was realized by the ANOVA followed by Tukey test (p < 0,05). In VS group, the results showed a significant increase in GC (S 110%, WG 71%, RG 85%, TA 125%, EDL 108%) and in the weight (S 9%, EDL 11%). The immobilization reduced significantly the GC (S 31.6%, WG 56.6%, RG 39.1%, EDL 41.7%, TA 45.2%) and weight (S 34.2% and ELD 27%), and in I + VS group, there was a increase of the GC in all muscles (S 211%, WG 115%, RG 148%, EDL 161.9%, TA 147%), besides hindering the weight loss in S (75%) and EDL (46%). The vanadyl sulphate treatment promoted an increase in the glycogen content of control and immobilized groups, besides hindering the weight loss, showing that the insulino-mimetic effect is represented by glycogenic action associate to a possible anti-catabolic action.<hr/>La propuesta de este trabajo ha sido la de evaluar el efecto del sulfato de vanadil (SV) en el perfil metabólico muscular de miembro posterior inmovilizado de ratones. Ratones Wistar fueron divididos en grupos (n = 6): control (C), inmovilizado en posición neutra de tobillo (I), tratado con sulfato de vanadil (SV, 0,25mM, VO) e inmovilizado tratado con SV (I + SV) durante 7 días. Después del periodo experimental, fueron evaluadas las reservas de glicógeno (RG) de los músculos soleo (S), gastrocnemio blanco (GB) y colorado (GV), tibial anterior (TA) y extensor largo de los dedos (ELD), además del peso de S y ELD. El análisis estadístico fue realizado por ANOVA seguido del test de Tukey (p < 0,05). En el grupo SV, los resultados mostraron elevación significativa en las RG (S 110%, GB 71%, GV 85%, TA 125%, EDL 108%) y en el peso (S 9%, EDL 11%). La inmovilización redujo significativamente las RG (S 31,6%, GB 56,6%, GV 39,1%, ELD 41,7%, TA 45,2%) y peso (S 34,2% e ELD 27%), por otro lado en el grupo I + SV, hubo aumento de las RG en todos los músculos (S 211%, GB 115%, GV 148%, ELD 161,9%, TA 147%), además de impedir la pérdida de peso de S (75%) y ELD (46%). El tratamiento con sulfato de vanadil promovió una elevación en las reservas de glicógeno del grupo control e inmovilizado, además de impedir la pérdida de peso, lo que demuestra que su efecto insulina mimético está representado por la acción glicogénica asociado a una posible acción anticatabólica. <![CDATA[<B>Influence of the short and long term supplementation of creatine on the plasmatic concentrations of glucose and lactate in Wistar rats</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922006000600012&lng=en&nrm=iso&tlng=en Estudos recentes sugerem que a suplementação de creatina pode interferir com a captação de glicose e a produção de lactato durante a atividade física. O objetivo deste estudo foi investigar os efeitos da suplementação aguda (5g.kg¹ durante uma semana) e crônica (1g.kg¹ durante oito semanas) de creatina sobre as concentrações sanguíneas de glicose e lactato de ratos sedentários e exercitados (natação a 80% da carga máxima tolerada). Setenta e dois ratos Wistar machos (240 ± 10g) foram utilizados e divididos igualmente em quatro grupos experimentais (n = 18): CON - ratos sedentários não suplementados; NAT - ratos exercitados não suplementados; CRE - ratos sedentários e suplementados; CRE + NAT - ratos exercitados e suplementados. As amostras sanguíneas foram obtidas antes e após o teste de determinação da carga máxima realizado semanalmente durante todo o experimento. Antes do teste de carga máxima, com exceção do grupo CRE-NAT (3-5 semanas), que apresentou concentrações plasmáticas de glicose inferiores em relação os demais grupos, todos os outros resultados foram semelhantes entre os grupos experimentais. Após o teste de carga máxima todos os grupos experimentais apresentaram redução das concentrações plasmáticas de glicose e aumento das concentrações plasmáticas de lactato. Contudo, em relação à glicose, esta redução foi significativamente (p < 0,05) pronunciada nos grupos CRE (1-4 semanas) e CRE + NAT (1-8 semanas) e, em relação ao lactato, o aumento foi significativamente (p < 0,05) menor nos grupos CRE (1-2 semanas) e CRE + NAT (1-8 semanas). Os achados deste estudo sugerem que o regime adotado de suplementação influenciou o perfil metabólico glicêmico, minimizou o acúmulo de lactato e potencializou a máxima carga suportada nos animais suplementados.<hr/>Recent studies suggest that the creatine supplementation can interfere with glucose uptake and lactate production during the physical activity. The aim of this study was to investigate the effects of the short-term (5 g.kg¹ for 1 week) and long-term (1 g.kg¹ for 8 weeks) creatine supplementation on the plasmatic concentrations of glucose and lactate of sedentary and exercised (swimming to 80% of the tolerated maximum load) rats. Seventy two male Wistar rats (240 ± 10 g) were used and divided equally in 4 experimental groups (n = 18): CON - sedentary rats without supplementation; NAT - exercised rats without supplementation; CRE - sedentary rats with supplementation; CRE + NAT - exercised rats with supplementation. The blood samples were obtained weekly before and after the maximum load test. Before the maximum load test, except for the group CRE-NAT (3-5 weeks), that presented lower level of plasma glucose concentration in relationship the other groups, all the other results were similar among the experimental groups. After the maximum load test, all of the experimental groups presented reduction of the plasma glucose concentration and increase of the plasma lactate concentration. However, in relation to the glucose, this reduction was significantly (p < 0.05) pronounced in the groups CRE (1-4 weeks) and CRE + NAT (1-8 weeks), and in relation to the lactate, the increase was significantly (p < 0.05) smaller in the groups CRE (1-2 weeks) and CRE + NAT (1-8 weeks). The findings of this study suggest that the adopted regime of supplementation influenced the metabolic glycemic profile, minimized the lactate accumulation and increased the maximum load supported in the animals supplemented.<hr/>Estudios recientes sugieren que la suplementación de creatina puede interferir con la captación de glicosis y la producción de lactato durante la actividad física. El objetivo de este estudio ha sido el de investigar los efectos de la suplementación aguda (5g.kg¹ durante 1 semana) y crónica (1g.kg¹ durante 8 semanas) de creatina sobre las concentraciones sanguíneas de glicosis y lactato en ratones sedentarios y ejercitados (natación a 80% de carga máxima tolerada). Setenta y dos ratones Wistar machos (240 ± 10g) fueron utilizados y divididos igualmente en 4 grupos experimentales (n = 18): CON - ratones sedentarios no suplementados; NAT - ratones ejercitados no suplementados; CRE - ratones sedentarios y suplementados; CRE + NAT - ratones ejercitados e suplementados. Las muestras sanguíneas se obtuvieron antes y después del test de determinación de carga máxima realizado semanalmente durante todo el experimento. Antes del test de carga máxima, con excepción del grupo CRE-NAT (3-5 semanas) que presentó concentraciones plasmáticas de glicosis inferiores en relación a los demás grupos, los demás resultados fueron semejantes entre los grupos experimentales. Después del test de carga máxima todos los grupos experimentales presentaron reducción en las concentraciones plasmáticas de glicosis y aumento en las concentraciones plasmáticas de lactato. A pesar de esto, con respecto a la glicosis, esta reducción fue significativamente (p < 0.05) pronunciada en los grupos CRE (1-4 semanas) y CRE + NAT (1-8 semanas) y con respecto al lactato, el aumento fue significativamente (p < 0.05) menor en los grupos CRE (1-2 semanas) y CRE + NAT (1-8 semanas). Los resultados encontrados sugieren que el régimen adoptado de suplementación influenció el perfil metabólico glicémico, minimizó el acumulo de lactato y potenció la máxima carga suportada en los animales suplementados. <![CDATA[<B>Development of an equation for measurement of bodyfat mass of elderly women with osteoporosis or osteopenia through skin fold thickness using dual energy X-ray absorptiometry as a reference</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922006000600013&lng=en&nrm=iso&tlng=en INTRODUÇÃO E OBJETIVO: A composição corporal vem sendo descrita como importante fator relacionado à densidade mineral óssea. Assim, o presente estudo teve como objetivo desenvolver equação preditiva para percentagem de gordura corporal através da espessura de dobras cutâneas tendo como referência a absorciometria por dupla emissão de raios X (DXA), em mulheres com osteoporose e osteopenia. METODOLOGIA: Foram analisadas 29 mulheres com idade entre 67 e 84 anos, atendidas no Ambulatório de Osteoporose da Disciplina de Reumatologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Foram mensuradas as espessuras de quatro dobras cutâneas (bíceps, tríceps, subescapular e supra-ilíaca) e realizada a avaliação da composição corporal pela DXA. A análise estatística constou do teste de Kolmogorov-Smirnov, coeficiente de correlação de Pearson, análise de regressão linear simples, coeficiente de correlação intraclasse, teste t de Student, teste de Bland-Altman e cálculo do erro total da equação de acordo com Lohman (1992). RESULTADOS: O modelo de espessura de dobras cutâneas que melhor explicou o percentual de gordura corporal incluiu a soma das dobras supra-ilíaca, bicipital e tricipital, determinando em até 72% a percentagem de gordura corporal. Os valores médios da gordura corporal em quilograma, estimados pelas dobras e medidos pela DXA, não foram estatisticamente diferentes e estiveram altamente correlacionados (r = 0,82; p < 0,001). Comparando-se o percentual de gordura corporal avaliado pela equação proposta e o medido pela DXA, o erro total foi de 0,7% e 0,4kg. CONCLUSÃO: Em vista dos presentes resultados, a equação resultante do modelo de regressão linear é adequada para as mulheres idosas com osteoporose e osteopenia, podendo ser uma alternativa para a estimativa de gordura corporal nesse tipo de população.<hr/>INTRODUCTION AND OBJECTIVE: The body composition has been intensively investigated as a determinant of bone mineral density. The present study was developed in order to propose a predictive equation to calculate body fat percentage by means of skin folds thickness using bone densitometry (DXA) as a reference in a group of elderly women with osteoporosis and osteopenia. METHODOLOGY: Twenty-nine women, mean age 67 to 84 years old, in attendance at the Osteoporosis Clinic at Rheumatology Division, School of Medicine, University of Sao Paulo, were evaluated. Four skin folds thickness were measured (biceps, triceps, subscapular and suprailiac) and body composition by DXA was evaluated. The statistical analysis consisted of Kolmogorov-Smirnov test, Pearson's coefficient correlation, simple linear regression analysis, intra-class correlation coefficient, t Student test, Bland-Altman test and calculus of equation total error according to Lohman (1992). RESULTS: The best skinfold model that explained the percentage of body fat mass included the suprailiac, bicipital and tricipital values, determining up to 72% of body fat mass. The fat mass average values in kilograms estimated by the skin folds and measured by DXA were not statistically different and had been highly correlated (r = 0.82; p < 0.001). Comparing the fat mass percentage evaluated by the proposed equation and the percentage measured by DXA, the total error was of 0.7% and 0.4 kg. CONCLUSION: In view of the presented results, the resultant equation of the regression model is adequate for elderly women with osteoporosis and osteopenia, and may be an alternative for the body fat mass estimate in this population.<hr/>INTRODUCCIÓN Y OBJETIVO: La composición corporal viene siendo descrita como un importante factor relacionado a la densidad mineral ósea. De este modo el presente estudio ha tenido como objetivo desarrollar una ecuación predictiva para el porcentaje de grasa corporal a través de la espesura de los dobleces cutáneos con bases en la absorciometría por doble emisión de rayos X (DXA), en mujeres con osteoporosis y osteopenia. METODOLOGÍA: Fueron analizadas 29 mujeres con edades entre 67 y 84 años, atendidas en Ambulatorio de Osteoporosis de la Disciplina de Reumatología de la Facultad de Medicina de la Universidad de San Pablo. Fueron medidas las espesuras de cuatro dobleces cutáneos (bíceps, tríceps, subescapular y suprailiaca) y realizada la evaluación de la composición corporal por DXA. El análisis estadístico constó del test de Kolmogorov-Smirnov, el coeficiente de correlación de Pearson, el análisis de regresión lineal simple, el coeficiente de correlación intraclase, el test t de Student, el test de Bland-Altman y el cálculo del error total de la ecuación de acuerdo a Lohman (1992). RESULTADOS: El modelo de espesura de dobleces cutáneos que mejor explicó el porcentaje de grasa corporal incluyó la suma de los dobleces suprailiaco, bicipital y tricipital, determinando en hasta 72% el porcentaje de grasa corporal. Los valores medios de grasa corporal en kilogramos, estimados por los dobleces y medidos por el DXA, no fueron estadísticamente diferentes y estuvieron altamente correlacionados (r = 0,82; p < 0,001). Al compararse el porcentaje de grasa corporal evaluado por la ecuación propuesta y el medido por el DXA, el error total fue de 0,7% y 0,4 kg. CONCLUSIÓN: A la luz de los resultados obtenidos, la ecuación resultante del modelo de regresión lineal es adecuada para las mujeres ancianas con osteoporosis y osteopenia siendo incluso una alternativa para la estimativa de la grasa corporal en este tipo de población. <![CDATA[<B>Can sodium bicarbonate intake contribute to judo fights performance?</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922006000600014&lng=en&nrm=iso&tlng=en O objetivo deste estudo foi investigar o efeito da ingestão de NaHCO3 sobre o desempenho no judô. Seis atletas do sexo masculino ingeriram 0,3g x kg¹ de peso corporal de NaHCO3 ou CaCO3 (placebo) 2h antes de três lutas de 5 min, intercaladas por 15 min de recuperação. Imediatamente após e 15 min após cada luta, os atletas relataram a percepção subjetiva de esforço. A concentração sanguínea de lactato foi verificada em repouso, após o aquecimento, 0, 3, 5, 7, 10 e 15 min após cada luta. O mesmo protocolo experimental foi repetido duas vezes por cada atleta, com exceção da substância ingerida. O estudo adotou o modelo duplo-cego contrabalançado. Não houve diferença significativa para as variáveis de desempenho. A percepção subjetiva de esforço não diferiu entre os tratamentos e a concentração sanguínea de lactato foi significativamente maior (p < 0,05) após a ingestão de NaHCO3, especialmente nos primeiros momentos da coleta. Concluindo, os efeitos ergogênicos do NaHCO3 não parecem ser suficientes para contribuir para a melhora da performance em lutas de judô. Contudo, as limitações do modelo utilizado devem ser consideradas quando da generalização dos resultados. Estudos futuros devem utilizar outras ferramentas para avaliar o desempenho no judô.<hr/>The objective of this study was to investigate the effect of the NaHCO3 ingestion on the judo performance. Six male athletes ingested 0.3 g x kg¹ body weight of NaHCO3 or CaCO3 (placebo) 2 h before 3 fights of 5 min, with 15 min recovery. Immediately afterwards, and 15 min after each fight, the athletes related their perceived exertion. The blood lactate concentration was verified in rest, after warming up, 0, 3, 5, 7, 10 and 15 min after each fight. The same experimental protocol was repeated twice by each athlete, except for the ingested substance. The study adopted the counterbalanced double-blind model. There was no significant difference for the performance variables. The perceived exertion did not differ among the treatments, and the blood lactate concentration was significantly greater (p < 0.05) after NaHCO3 ingestion in the first moments of the protocol. In conclusion, the ergogenic effects of NaHCO3 are not enough to contribute to the improvement of the performance in judo fights. However, the model limitations must be considered when generalizing these results. Future studies should use other tools to evaluate the performance in judo.<hr/>El objetivo de este trabajo ha sido el de investigar el efecto sobre el desempeño en judo al ingerir NaHCO3. Seis deportistas del sexo masculino ingirieron 0,3 g x kg-1 de peso corporal de NaHCO3 o CaCO3 (placebo) 2 h antes de 3 luchas de 5 min, intercaladas por 15 min de recuperación. Inmediatamente después, y 15 min después de cada lucha, los deportistas relataron la percepción subjetiva del esfuerzo. La concentración sanguínea de lactato fue verificada en reposo, después del precalentamiento, 0, 3, 5, 7, 10 y 15 min después de cada lucha. El mismo protocolo experimental fue repetido dos veces en cada deportista, con excepción de la sustancia ingerida. El estudio adoptó el modelo doble-ciego contrabalanceado. No hubo diferencia significativa para las variables de desempeño. La percepción subjetiva del esfuerzo no difirió entre los tratamientos, y la concentración sanguínea de lactato fue significativamente mayor (p < 0.05) después de ingerir NaHCO3, especialmente en los primeros momentos de colecta. En conclusión, los efectos ergogénicos de NaHCO3 no parecen ser suficientes para contribuir en la mejoría del desempeño en las luchas de judo. A pesar de eso, las limitaciones del modelo utilizado deben ser consideradas al intentar generalizar resultados. Estudios futuros deben utilizar otras herramientas para evaluar el desempeño en el judo. <![CDATA[<B>Heart rate and blood pressure behavior throughout pregnancy, with training in water medium</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922006000600015&lng=en&nrm=iso&tlng=en OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi avaliar o comportamento da freqüência cardíaca (FC) ao longo da gestação, antes, durante e após as aulas de hidroginástica, e o da pressão arterial (PA) antes e após o mesmo exercício. MÉTODOS: A amostra foi composta por sete gestantes. A leitura da FC foi realizada em três momentos: 1) na artéria radial, em 15 segundos, antes do exercício, na posição sentada; 2) após 20 a 30 minutos do início do exercício, que foi realizada entre 13 e 14 na escala de percepção subjetiva de esforço (escala de Borg 6-20) na posição em pé, com água na altura do apêndice xifóide; 3) após, aproximadamente, 20 minutos do término da aula, na posição sentada. A medida de PA foi verificada antes e após o exercício nas condições descritas anteriormente. As medidas foram realizadas uma vez por semana no decorrer da gestação. Utilizou-se estatística descritiva, ANOVA para medidas repetidas e teste post-hoc de Bonferroni com p < 0,05 (SPSS versão 11.0). RESULTADOS: Não encontramos diferenças estatisticamente significativas entre os finais dos trimestres gestacionais e entre as condições de medida nas variáveis avaliadas. CONCLUSÕES: Nosso estudo concluiu que a FC e PA apresentam comportamento constante ao longo dos três trimestres gestacionais.<hr/>PURPOSE: The aim of the present study was to evaluate the behavior of heart rate (HR) throughout gestation, before, during, and after the exercise in water, as well as the behavior of blood pressure (BP) before and after the same exercise. METHODS: The sample was composed of seven pregnant women. The HR was measured in three moments: 1) in radial artery, in 15 seconds, with the women sitting; 2) after 20 to 30 minutes the beginning of exercise, which was performed varying from 13 to 14 based on the subject's perceived exertion (Borg's 6-20 scale), with women standing in a pool, with water at the level of their xiphoid process; 3) approximately 20 minutes after the end of the session, with women sitting. The measurement of BP was performed before and after exercise in the same conditions described above. Measurements were taken once a week throughout the gestational period. Descriptive statistics, ANOVA for repeated measures and the Bonferroni test were used, with p < 0.05 (SPSS version 11.0). RESULTS: No statistically significant differences were found between the end of gestational trimesters and measurement conditions of variables evaluated. CONCLUSION: We conclude that pregnants that practice water exercises presented a constant behavior of HR and BP during the gestational period. That can probably evidence a water training effect in this population.<hr/>OBJETIVO: El objetivo de este estudio ha sido el de evaluar el comportamiento de la Frecuencia Cardiaca (FC) a lo largo de la gestación, antes, durante y después de las clases de hidrogimnasia, y el de la Presión Arterial (PA) antes y después del mismo ejercicio. MÉTODOS: La muestra fue compuesta por siete gestantes. La lectura de FC fue realizada en tres momentos: 1) en la arteria radial, 15 segundos antes del ejercicio, en posición sentada; 2) después de 20 a 30 minutos de iniciado el ejercicio, realizada entre 13-14 en la escala de percepción subjetiva de esfuerzo (Escala de Borg 6-20) de pie, con agua hasta la altura del apéndice xifoide; 3) después, aproximadamente, de 20 minutos de acabada la clase, en posición sentada. La medición de PA fue verificada antes y después del ejercicio en las condiciones descritas anteriormente. Las medidas fueron realizadas una vez por semana durante el transcurso de la gestación. Se utilizó la estadística descriptiva, ANOVA para medidas repetidas y test post hoc de Bonferroni con p < 0,05 (SPSS versión 11.0). RESULTADOS: No encontramos diferencias estadísticas significativas entre los finales de los trimestres de gestación y entre las condiciones de medición en las variables evaluadas. CONCLUSIONES: Nuestro estudio concluyó que la FC y PA presenta comportamiento constante a lo largo de los tres trimestres de gestación. <![CDATA[<B>Critical velocity as a noninvasive method to estimate the lactate minimum velocity on cycling</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922006000600016&lng=en&nrm=iso&tlng=en A velocidade de lactato mínimo (VLM) representa o ponto de equilíbrio entre produção e remoção do lactato sanguíneo (lac). Com objetivo de analisar a validade da velocidade crítica (VC) como método não invasivo de estimar a VLM no ciclismo outdoor, 15 ciclistas (67,9 ± 5,7kg; 1,70 ± 0,1m; 26,7 ± 4,2 anos) percorreram as distâncias de 2, 4 e 6km em velódromo no menor tempo possível. A VC foi identificada pelo modelo distância-tempo a partir das combinações de séries preditivas de 2 e 4km (VC2/4), 2 e 6km (VC2/6), 4 e 6km (VC4/6) e 2, 4 e 6km (VC2/4/6). Para identificação da VLM foi realizada uma série de 2km à máxima velocidade, seguida de seis séries incrementais de 2km com 1 minuto de pausa para dosagem de lac. A VLM foi identificada visualmente (VLMv) e aplicando-se função polinomial (VLMp). Não foram observadas diferenças entre VLMv (33,3 ± 2,5km.h¹) e VLMp (33,1 ± 2,6km.h¹). Com exceção da VC4/6 (34,6 ± 3,5km.h¹), os valores de VC2/4 (38,0 ± 2,2km.h¹), VC2/6 (36,1 ± 2,4km.h¹) e VC2/4/6 (36,1 ± 2,5km.h¹) diferiram da VLMp e VLMv. Os autores concluem que, apesar de ser ~1km/h acima da VLM, a VC identificada a partir de séries preditivas de maior duração (4 e 6km - aproximadamente 6 e 10 min) não diferem estatisticamente e apresentam alta correlação e concordância com a VLM. No entanto, é necessário investigar se a VC representa um equilíbrio entre remoção e produção de lac durante exercícios de longa duração no ciclismo outdoor.<hr/>The lactate minimum velocity (LMV) represents the equilibrium point between blood lactate (lac) production and removal. With the purpose of analyzing the validity of critical velocity (CV) as a non-invasive method to estimate the LMV on outdoor cycling, 15 cyclists (67.9 ± 5.7 kg; 1.70 ± 0.1 m; 26.7 ± 4.2 years) performed all-out tests on distances of 2, 4 and 6 km on velodrome. The CV was identified by distance-time model from combinations of 2 and 4 km (CV2/4), 2 and 6 km (CV2/6), 4 and 6 km (CV4/6) and 2, 4 and 6 km (CV2/4/6). The LMV was identified during 6 x 2 km incremental bouts after a latic acidosis induced by the all-out 2 km. The lower lac during test identified the LMV visually (LMVv) and by applying a polynomial function (LMVp). No differences were observed between LMVv (33.3 ± 2.5 km.h¹) and LMVp (33.1 ± 2.6 km.h¹). Apart from CV4/6 (34.6 ± 3.5 km.h¹), the values of CV2/4 (38.0 ± 2.2 km.h¹), CV2/6 (36.1 ± 2.4 km.h¹) and CV2/4/6 (36.1 ± 2.5 km.h¹) differed from LMVp and LMVv (P < 0,001). The authors concluded that, besides being ~1 km/h above the LMV, the CV determined through predictive series of longer duration (4 and 6 km approximately 6 and 10 min) did not differ statistically from LMV and presented a high correlation and agreement to each other. However, it is necessary to investigate whether the CV reflects the balance between lac production and removal during long-term exercise on outdoor cycling.<hr/>La velocidad de lactato mínimo (VLM) representa el punto de equilibrio entre la producción y la remoción de lactato sanguíneo (lac). Con el objetivo de analizar la validez de la velocidad crítica (VC) como método no invasivo de estimar la VLM en el ciclismo "outdoor", 15 ciclistas (67,9 ± 5,7 kg; 1,70 ± 0,1 m; 26,7 ± 4,2 años) percorrieron distancias de 2, 4 y 6 km en velódromo en el menor tiempo posible. La VC fue identificada por el modelo distancia-tiempo a partir de las combinaciones de series predictivas de 2 y 4 km (VC2/4), 2 y 6 km (VC2/6), 4 y 6 km (VC4/6) y 2, 4 y 6km (VC2/4/6). Para la identificación de VLM fue realizada una serie de 2km a máxima velocidad, seguida de 6 series incrementales de 2km con 1 minuto de pausa para dosaje de lac. La VLM fue identificada visualmente (VLMv) y aplicando función polinomial (VLMp). No se observaron diferencias entre VLMv (33,3 ± 2,5km.h¹) y VLMp (33,1 ± 2,6km.h¹). A excepción de VC4/6 (34,6 ± 3,5km.h¹), los valores de VC2/4 (38,0 ± 2,2km.h¹), VC2/6 (36,1 ± 2,4km.h¹) y VC2/4/6 (36,1 ± 2,5km.h¹) difirieron de VLMp y VLMv. Concluimos que, a pesar de ser ~1km/h por encima de VLM, la VC identificada a partir de series predictivas de mayor duración (4 y 6km - aproximadamente 6 y 10 min) no tienen diferencia estadística y presentan alta correlación y concordancia con VLM. A pesar de esto, es necesario investigar si la VC representa un equilibrio entre remoción y producción de lac durante los ejercicios de larga duración en ciclismo outdoor. <![CDATA[<B>Blood pressure behavior after counter-resistance exercises</B>: <B>a systematic review on determining variables and possible mechanisms</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922006000600017&lng=en&nrm=iso&tlng=en A hipotensão pós-exercício (HPE) é um fenômeno com elevada relevância clínica, mas que ainda apresenta aspectos duvidosos em relação às variáveis que podem contribuir para sua manifestação. A dúvida é maior quando o exercício contra-resistência é aplicado com intuito de proporcionar HPE. Nesse sentido, o objetivo deste estudo foi rever algumas variáveis do exercício contra-resistência que podem estar associadas à HPE. Além disso, foram comentados alguns mecanismos fisiológicos possivelmente relacionados com esse efeito. Encontraram-se 14 referências abrangendo o exercício contra-resistência e a HPE. Seis estudos observaram efeito hipotensivo para a pressão arterial sistólica (PAS) e/ou diastólica (PAD) após o exercício contra-resistência. Contudo, foi observado que alguns estudos não identificaram diferenças significativas (p > 0,05) para PAS e PAD (n = 4) ou até relataram aumento significativo (p < 0,05) (PAS ou PAD) (n = 4). Esses resultados discordantes podem estar relacionados ao volume e à intensidade do exercício, assim como o período de monitorização. Contudo, é possível identificar HPE quando se aplica o exercício contra-resistência, tanto em pessoas normotensas quanto hipertensas. Todavia, os mecanismos fisiológicos responsáveis por esse tipo de resposta ainda permanecem obscuros.<hr/>Post-exercise hypotension (PEH) is a phenomenon with high clinical relevance, despite its doubtful aspects concerning the variables that may contribute to its manifestation. The questioning is even greater when counter-exercise is applied with the purpose to cause PEH. Within this context, the aim of this study was to review some variables of the counter-resistance exercise that may be associated with PEH. Moreover, some physiological mechanisms possibly related to this effect were discussed. Fourteen references were found concerning counter-exercise and PEH. Six studies observed hypotensive effect for systolic blood pressure (SBP) and/or diastolic blood pressure (DBP) after the counter-resistance exercise. However, it was observed that some studies did not identify significant differences (p > 0.05) for SBP and DBP (n = 4) or even reported significant increase (p < 0.05) (SBP or DBP) (n = 4). These disagreeing results may be related to the exercise volume and intensity, as well as the monitoring period. Nevertheless, it is possible to identify PEH when the counter-resistance exercise is applied, both in normotensive and hypertensive individuals. Despite of that, the physiological mechanisms responsible for this kind of response still remain obscure.<hr/>La hipertensión después del ejercicio (HPE) es un fenómeno con elevada relevancia clínica, pero aún si presenta aspectos dudosos en relación a las variables que pueden contribuir para su manifestación. La duda es mayor cuando el ejercicio contra resistencia es aplicado con el intuito de proporcionar HPE. En ese sentido, el objetivo de este estudio ha sido el de rever algunas variables del ejercicio contra resistencia que pueden estar asociadas a la HPE. Además de esto, fueron comentados algunos mecanismos fisiológicos, posiblemente relacionados con ese efecto. Se encontró 14 referencias abarcando el ejercicio contra resistencia y la HPE. Seis estudios observaron el efecto hipotensivo para la presión arterial sistólica (PAS) y/o diastólica (PAD) después del ejercicio contra resistencia. A pesar de eso, se observó que algunos estudios no identificaron diferencias significativas (p > 0,05) para PAS y PAD (n = 4) o hasta reportaron aumento significativo (p < 0,05) (PAS o PAD) (n = 4). Esos resultados discordantes pueden estar relacionados al volumen y a la intensidad del ejercicio, así como al periodo de monitoreo. Sin embargo, es posible identificar HPE cuando se aplica el ejercicio contra resistencia, tanto en personas normotensas como en hipertensas. Aún así, los mecanismos fisiológicos responsables por este tipo de respuesta todavía permanecen oscuros. <![CDATA[<B>Effects of excess post-exercise oxygen consumption and resting metabolic rate in energetic cost</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922006000600018&lng=en&nrm=iso&tlng=en A crescente prevalência de obesidade e sobrepeso ressalta a necessidade de intervenções para reverter esse quadro. Nesse contexto, a atividade física pode contribuir com um efeito duplo, por meio de mudanças fisiológicas agudas e crônicas: na primeira condição encontra-se o gasto energético do exercício e recuperação (EPOC - consumo excessivo de oxigênio após o exercício), e na segunda encontra-se a taxa metabólica de repouso (TMR). Dessa forma, o objetivo deste trabalho de revisão foi investigar o efeito do EPOC e da TMR como coadjuvantes nos programas de emagrecimento, buscando discutir os divergentes resultados encontrados na literatura, no que diz respeito à magnitude e duração do EPOC, bem como discutir o efeito do exercício na TMR. Os estudos demonstram, de forma geral, que o exercício de maior intensidade é capaz de promover maior EPOC, se comparado com um exercício de intensidade menor e, quando comparam o exercício resistido com o aeróbio, verifica-se maior EPOC no primeiro. Em relação às alterações da TMR, os resultados agudos mostram aumento significativo, porém os resultados em longo prazo são mais discrepantes, devido à dificuldade de mensurar essa variável, sem superestimá-la. Concluindo, a literatura aponta que a periodização de um treinamento que possa maximizar tanto o EPOC quanto a TMR podem ser importantes fatores para o emagrecimento e, embora, o custo energético dessas variáveis em uma sessão de exercício se mostre pequeno, em longo prazo poderá ser bastante significativo. No entanto, novos estudos deverão ser realizados com o intuito de confirmar essas evidências.<hr/>The constant growth of obesity and overweight only goes to show the need of intervention to reverse those figures. In this context, physical activity can contribute with a double effect, through acute and chronic physiological changes: in the first condition one can find the energetic cost from exercising and recovery (EPOC - excess post-exercise oxygen consumption), and in the second, the resting metabolic rate (RMR). Thus, this revision's goal was to investigate the effect of EPOC and RMR as supporting factors in weight-control programs, willing to discuss the different results found in literature, concerning both magnitude and length of EPOC, as well as discussing the effects of exercising in RMR. Research shows, in general terms, that the most intense exercises are able to promote a bigger EPOC when compared to exercises of lower intensity, while a bigger EPOC was found in resistive exercises when compared to aerobic ones. Concerning RMR changes, the acute results show significant increase at it; however, long-term results are more discrepant, due to the difficulty in measuring this variable without overestimating it. In summary, literature points that periodicity of a training that can maximize both EPOC and RMR may be an important factor to weight-losing and, although energetic cost of these variables in a therapy session seem rather small, it can be significant in a long-term relation. However, new studies are important to confirm these evidences.<hr/>La creciente prevalencia de la obesidad y el sobrepeso resalta la necesidad de intervenciones para reverter ese cuadro. En ese contexto, la actividad física puede contribuir con un doble efecto, por medio de cambios fisiológicos agudos y crónicos: en la primera condición se encuentra desgaste energético del ejercicio y recuperación (EPOC - consumo excesivo de oxígeno después del ejercicio), y en la segunda se encuentra la tasa metabólica de reposo (TMR). De esta forma, el objetivo de este trabajo de revisión ha sido el de investigar el efecto de EPOC y de TMR como coadyuvantes en los programas de adelgazamiento, buscando discutir los divergentes resultados encontrados en la literatura, en lo que se refiere a la magnitud y duración de EPOC, así como discutir el efecto del ejercicio en TMR. Los estudios demostraron, de una forma general, que el ejercicio de mayor intensidad es capaz de promover un mayor EPOC, al ser comparado con un ejercicio de intensidad menor y, cuando compararon el ejercicio de resistencia con el aeróbico, se verifica un mayor EPOC en el primero. En relación a las alteraciones de TMR, los resultados agudos muestran un aumento significativo, pero los resultados a largo plazo son más discrepantes, debido a la dificultad de medir esa variable, sin superestimarla. En conclusión, la literatura apunta que la periodicidad de un entrenamiento que pueda maximizar tanto EPOC como TMR, que pueden ser importantes factores para adelgazamiento, a pesar del costo energético de esas variables en una sesión de ejercicio se muestre pequeño, a largo plazo podrá ser bastante significativo. Sin embargo, nuevos estudios deberán ser realizados con el intuito de confirmar estas evidencias. <![CDATA[<B>Intrinsic factors of the locomotion energy cost during swimming</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922006000600019&lng=en&nrm=iso&tlng=en A quantidade de energia metabólica gasta em transportar a massa corporal de um sujeito por unidade de distância tem sido definida como custo energético da locomoção, ou especificamente para natação, o custo de nado. As diferenças no custo de nado entre os indivíduos parecem ser influenciadas por dois principais fatores, a resistência hidrodinâmica e habilidade técnica do nadador. O menor custo de nado apresentado pelas mulheres tem sido atribuído a menor resistência hidrodinâmica decorrente de menor tamanho corporal, maior percentagem de gordura e melhor posicionamento horizontal. Porém, essas diferenças no custo de nado entre homens e mulheres desaparecem quando corrigidos para o tamanho corporal. Em relação às crianças, o maior custo de nado comparado com o dos adultos quando corrigidos para o tamanho corporal pode ser explicado principalmente por menor habilidade técnica apresentada por elas. Para indivíduos com as mesmas características antropométricas, melhor habilidade técnica e maior tamanho da superfície de propulsão, associados a aumento na eficiência propulsiva, podem reduzir o custo de nado. Quando se comparam os diferentes estilos, o mais econômico é o crawl seguido pelo de costas em qualquer velocidade de nado. O borboleta é o estilo menos econômico a baixas velocidades (< 0,8m·s¹). Entretanto, acima dessa velocidade o peito passa a ser o estilo menos econômico.<hr/>The amount of metabolic energy spent in transporting the body mass of the subject over a unit of distance has been defined as the energy cost of locomotion, or regarding to swimming, cost of swimming. The differences in the cost of swimming between the individuals seem to be influenced by two main factors, the hydrodynamic resistance and technical skill of the swimmer. The lower cost of swimming showed by females has been attributed to a smaller hydrodynamic resistance due to their smaller size, larger percentage fat and more streamlined position. However, the difference in cost of swimming between males and females disappears when correcting for body size. With regard to children, the higher energy cost of swimming when correcting for body size may be caused by the lower swimming technique showed by them. For individuals with the same anthropometric characteristics, the better swimming technique and larger size of propelling surface, associated with higher propelling efficiency, may decrease the energy cost of swimming. When comparing different types of strokes, the most economical stroke is crawl, followed by backstroke, irrespective the swimming velocity. Butterfly is the less economical at low velocities (< 0.8 m·s¹). However, above that velocity the breaststroke become the less economical stroke.<hr/>La cantidad de energía metabólica gastada en transportar la masa corporal de un individuo por unidad de distancia ha sido definida como el desgaste energético de locomoción, o específicamente para la natación, el desgaste de nado. Las diferencias en el desgaste de nado entre los individuos parecen ser influenciadas por dos principales factores, la resistencia hidrodinámica y la habilidad técnica del nadador. El menor desgaste de nado presentado por las mujeres ha sido atribuido a una menor resistencia hidrodinámica proveniente de un menor tamaño corporal, mayor porcentaje de grasa, y mejor posicionamiento horizontal. Sin embargo, estas diferencias en el desgaste de nado entre hombres y mujeres desaparece cuando se corrige el tamaño corporal. En relación a los niños, el mayor desgaste de nado comparado a los adultos cuando se corrige el tamaño corporal puede ser explicado principalmente por una menor habilidad técnica presentada por los mismos. Para individuos con las mismas características antropométricas, una mejor habilidad técnica y mayor tamaño de superficie de propulsión, asociados a un aumento en la eficacia de propulsión, pueden reducir el desgaste de nado. Cuando se comparan los diferentes estilos, el más económico es el de pecho seguido por el de espalda a cualquier velocidad de nado. El estilo mariposa es el estilo menos económico a bajas velocidades (< 0,8 m·s-1). A pesar de esto, por encima de esta velocidad el estilo pecho pasa a ser el estilo menos económico. <![CDATA[<B>Exercise fluid replacement</B>: <B>is thirst enough?</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922006000600020&lng=en&nrm=iso&tlng=en O objetivo deste trabalho é fazer uma revisão sobre a hidratação e discutir se, durante o exercício, a reposição de líquidos de acordo com a sede é suficiente para hidratar o indivíduo. A perda hídrica pela sudorese induzida pelo exercício, especialmente realizado em ambientes quentes, pode levar à desidratação, pode alterar o equilíbrio hidroeletrolítico, dificultar a termorregulação e, assim, representar um risco para a saúde e/ou provocar uma diminuição no desempenho esportivo. Tem sido citado que os atletas não ingerem voluntariamente água suficiente para prevenir a desidratação durante uma atividade física. Em função disso, têm sido propostas recomendações internacionais sobre a hidratação. Segundo o American College of Sports Medicine (ACSM), deve-se ingerir aproximadamente 500mL de líquidos nas duas horas antecedentes ao exercício. Durante o exercício, os atletas devem começar a beber desde o início e em intervalos regulares, em volume suficiente para repor as perdas pela sudorese ou o máximo tolerado. A National Athletic Trainer's Association (NATA) faz as seguintes recomendações: ingerir 500 a 600mL de água ou outra bebida esportiva duas a três horas antes do exercício e 200 a 300mL 10 a 20 minutos antes do exercício; durante o exercício, a reposição deve aproximar as perdas pelo suor e pela urina e pelo menos manter a hidratação, com perdas máximas correspondentes a 2% de perda de peso corporal; após o exercício a hidratação deve ter como objetivo corrigir quaisquer perdas líquidas acumuladas. Além disso, o ACSM e o NATA fazem referências sobre temperatura e palatabilidade do líquido, adição de carboidratos e eletrólitos de acordo com a intensidade e duração do exercício e estratégias de hidratação para facilitar a acessibilidade do atleta ao líquido. No entanto, outros autores questionam o uso da reidratação em volumes predeterminados e sugerem que a ingestão de líquidos de acordo com a sede seja capaz de manter a homeostase.<hr/>The present work proposes a review about exercise fluid replacement and a discussion whether, during exercise, the fluid ingested according to thirst is sufficient to maintain hydration. Exercise sweat loss, mainly in the heat, can cause dehydration, can alter the hidroelectrolyte balance, disturb thermoregulation, presenting a health risk and/or impairing the athletic performance. It has been asserted that athletes do not drink, spontaneously, the sufficient fluid volume to prevent dehydration during the physical activity. Thus, international recommendations to fluid replacement during physical activities have been proposed. According to the American College of Sports Medicine (ACSM), about 500 mL of fluid on the two hours before the exercise must be ingested. During exercise, they propose that athletes should start fluid replacement since the beginning in regular periods and should drink enough fluid to restore all the sweating losses or ingest the maximal volume tolerated. The National Athletic Trainer's Association (NATA) proposes the following recommendations: ingestion of 500 to 600 mL of water two or three hours before exercise or other sport drink and ingestion of 200 to 300 mL 10 to 20 minutes before exercise starting. During exercise, the fluid replacement should match the sweating and urine losses and at least should maintain hydration status reaching maximal body weight losses of 2%. After the exercise, fluid replacement must restore all the fluid losses accumulated. In addition, ACSM and NATA asserted about fluid temperature and palatability, beverage carbohydrate and electrolyte additions according to exercise duration and intensity and recommended hydration schedules to provide easier access to fluid ingestion. However, other authors contest the use of hydration schedules based on predetermined fluid volumes and suggest that fluid replacement according to thirst is enough to maintain body homeostasis.<hr/>El objetivo de este trabajo es hacer una revisión sobre la hidratación y discutir si, durante el ejercicio, la reposición de líquidos de acuerdo con la sed es suficiente para hidratar al individuo. La pérdida hídrica por la sudoración inducida por el ejercicio, especialmente realizado en ambientes calurosos, puede llevar a la deshidratación, puede alterar el equilibrio hidroelectrolítico, dificultar la termorregulación y, así, representar un riesgo para la salud y/o provocar una disminución en el desempeño deportivo. Ha sido citado que los atletas no ingieren voluntariamente agua suficiente para prevenir la deshidratación durante una actividad física. En función de eso, han sido propuestas recomendaciones internacionales sobre la hidratación. Según American College of Sports Medicine (ACSM), se debe ingerir aproximadamente 500 ml de líquidos durante las dos horas antecedentes al ejercicio. Durante el ejercicio, los atletas deben comenzar a beber desde el inicio y a intervalos regulares, en volumen suficiente para reponer las pérdidas por la sudoración o el máximo tolerado. La National Athletic Trainer's Association (NATA) hace las siguientes recomendaciones: ingerir 500 a 600 ml de agua u otra bebida deportiva dos a tres horas antes del ejercicio y 200 a 300 ml de 10 a 20 minutos antes del ejercicio; durante el ejercicio, la reposición debe aproximarse a las pérdidas por el sudor y por la orina y por lo menos mantener la hidratación, con pérdidas máximas correspondientes a 2% de pérdida de peso corporal; después del ejercicio la hidratación debe tener como objetivo corregir cualesquier pérdidas líquidas acumuladas. Además de esto, la ACSM y la NATA hacen referencias sobre temperatura y palatabilidad del líquido, adición de carbohidratos y electrólitos de acuerdo con la intensidad y duración del ejercicio y estrategias de hidratación para facilitar la accesibilidad del atleta al líquido. A pesar de esto, otros autores cuestionan el uso de la rehidratación en volúmenes predeterminados y sugieren que la ingestión de líquidos de acuerdo con la sed sea capaz de mantener la homeostasis. <![CDATA[<B>Resumos dos temas livres</B>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922006000600021&lng=en&nrm=iso&tlng=en O objetivo deste trabalho é fazer uma revisão sobre a hidratação e discutir se, durante o exercício, a reposição de líquidos de acordo com a sede é suficiente para hidratar o indivíduo. A perda hídrica pela sudorese induzida pelo exercício, especialmente realizado em ambientes quentes, pode levar à desidratação, pode alterar o equilíbrio hidroeletrolítico, dificultar a termorregulação e, assim, representar um risco para a saúde e/ou provocar uma diminuição no desempenho esportivo. Tem sido citado que os atletas não ingerem voluntariamente água suficiente para prevenir a desidratação durante uma atividade física. Em função disso, têm sido propostas recomendações internacionais sobre a hidratação. Segundo o American College of Sports Medicine (ACSM), deve-se ingerir aproximadamente 500mL de líquidos nas duas horas antecedentes ao exercício. Durante o exercício, os atletas devem começar a beber desde o início e em intervalos regulares, em volume suficiente para repor as perdas pela sudorese ou o máximo tolerado. A National Athletic Trainer's Association (NATA) faz as seguintes recomendações: ingerir 500 a 600mL de água ou outra bebida esportiva duas a três horas antes do exercício e 200 a 300mL 10 a 20 minutos antes do exercício; durante o exercício, a reposição deve aproximar as perdas pelo suor e pela urina e pelo menos manter a hidratação, com perdas máximas correspondentes a 2% de perda de peso corporal; após o exercício a hidratação deve ter como objetivo corrigir quaisquer perdas líquidas acumuladas. Além disso, o ACSM e o NATA fazem referências sobre temperatura e palatabilidade do líquido, adição de carboidratos e eletrólitos de acordo com a intensidade e duração do exercício e estratégias de hidratação para facilitar a acessibilidade do atleta ao líquido. No entanto, outros autores questionam o uso da reidratação em volumes predeterminados e sugerem que a ingestão de líquidos de acordo com a sede seja capaz de manter a homeostase.<hr/>The present work proposes a review about exercise fluid replacement and a discussion whether, during exercise, the fluid ingested according to thirst is sufficient to maintain hydration. Exercise sweat loss, mainly in the heat, can cause dehydration, can alter the hidroelectrolyte balance, disturb thermoregulation, presenting a health risk and/or impairing the athletic performance. It has been asserted that athletes do not drink, spontaneously, the sufficient fluid volume to prevent dehydration during the physical activity. Thus, international recommendations to fluid replacement during physical activities have been proposed. According to the American College of Sports Medicine (ACSM), about 500 mL of fluid on the two hours before the exercise must be ingested. During exercise, they propose that athletes should start fluid replacement since the beginning in regular periods and should drink enough fluid to restore all the sweating losses or ingest the maximal volume tolerated. The National Athletic Trainer's Association (NATA) proposes the following recommendations: ingestion of 500 to 600 mL of water two or three hours before exercise or other sport drink and ingestion of 200 to 300 mL 10 to 20 minutes before exercise starting. During exercise, the fluid replacement should match the sweating and urine losses and at least should maintain hydration status reaching maximal body weight losses of 2%. After the exercise, fluid replacement must restore all the fluid losses accumulated. In addition, ACSM and NATA asserted about fluid temperature and palatability, beverage carbohydrate and electrolyte additions according to exercise duration and intensity and recommended hydration schedules to provide easier access to fluid ingestion. However, other authors contest the use of hydration schedules based on predetermined fluid volumes and suggest that fluid replacement according to thirst is enough to maintain body homeostasis.<hr/>El objetivo de este trabajo es hacer una revisión sobre la hidratación y discutir si, durante el ejercicio, la reposición de líquidos de acuerdo con la sed es suficiente para hidratar al individuo. La pérdida hídrica por la sudoración inducida por el ejercicio, especialmente realizado en ambientes calurosos, puede llevar a la deshidratación, puede alterar el equilibrio hidroelectrolítico, dificultar la termorregulación y, así, representar un riesgo para la salud y/o provocar una disminución en el desempeño deportivo. Ha sido citado que los atletas no ingieren voluntariamente agua suficiente para prevenir la deshidratación durante una actividad física. En función de eso, han sido propuestas recomendaciones internacionales sobre la hidratación. Según American College of Sports Medicine (ACSM), se debe ingerir aproximadamente 500 ml de líquidos durante las dos horas antecedentes al ejercicio. Durante el ejercicio, los atletas deben comenzar a beber desde el inicio y a intervalos regulares, en volumen suficiente para reponer las pérdidas por la sudoración o el máximo tolerado. La National Athletic Trainer's Association (NATA) hace las siguientes recomendaciones: ingerir 500 a 600 ml de agua u otra bebida deportiva dos a tres horas antes del ejercicio y 200 a 300 ml de 10 a 20 minutos antes del ejercicio; durante el ejercicio, la reposición debe aproximarse a las pérdidas por el sudor y por la orina y por lo menos mantener la hidratación, con pérdidas máximas correspondientes a 2% de pérdida de peso corporal; después del ejercicio la hidratación debe tener como objetivo corregir cualesquier pérdidas líquidas acumuladas. Además de esto, la ACSM y la NATA hacen referencias sobre temperatura y palatabilidad del líquido, adición de carbohidratos y electrólitos de acuerdo con la intensidad y duración del ejercicio y estrategias de hidratación para facilitar la accesibilidad del atleta al líquido. A pesar de esto, otros autores cuestionan el uso de la rehidratación en volúmenes predeterminados y sugieren que la ingestión de líquidos de acuerdo con la sed sea capaz de mantener la homeostasis.