Scielo RSS <![CDATA[Cadernos EBAPE.BR]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=1679-395120150002&lang=es vol. 13 num. 2 lang. es <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[EDITORIAL]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-39512015000200001&lng=es&nrm=iso&tlng=es <![CDATA[Pensamiento crítico latinoamericano y estudios de la organización]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-39512015000200002&lng=es&nrm=iso&tlng=es <![CDATA[Utopía como imaginación organizacional en el pensamiento crítico de Guerreiro-Ramos]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-39512015000200003&lng=es&nrm=iso&tlng=es Este artículo analiza la esencia de la obra de Alberto Guerreiro-Ramos en el marco del pensamiento crítico latinoamericano en los estudios de la administración. Se analizan sus propuestas básicas desde la perspectiva de la utopía, comprendida como una investigación sistemática de principios alternativos de organización distintos a la forma empresarial funcionalista. Se exploran conceptos como de la reducción sociológica, el hombre parentético y la teoría de la delimitación de los sistemas sociales desde un enfoque de las perspectivas utópicas; esto es, la reformulación de las estructuras y dinámicas sociales propuestas por Guerreiro-Ramos como alternativas al ethos del mercado. Asimismo se explica cómo la dinámica y acción recíproca entre la sociedad y los ámbitos organizacionales permiten imaginar alternativas para la emancipación, la búsqueda de la razón sustantiva y la realización plena del ser humano.<hr/>This article discusses the main issues of the academic production of Alberto Guerreiro-Ramos as part of Latin American critical thought in administration studies. His basic proposals are analyzed from the perspective of utopianism, which is comprehended as a systematic investigation of alternative principles of organization, which are distinctive of the functionalist form of the enterprise. Seminal concepts, such as sociological reduction, parenthetical man and the theory of social systems delimitation, are explored from an utopian perspective approach; i.e. on the reformulation of social structures and dynamics proposed by Guerreiro-Ramos as alternatives to the market ethos. This paper also explains how the dynamic interaction between organizations and society can imagine alternatives to instrumental conceptions of management, options that pursue emancipation, substantive reason and human fulfillment.<hr/>Este artigo discute a essência da obra de Alberto Guerreiro Ramos-como parte do pensamento crítico latino-americano em estudos de administração. Suas propostas básicas são analisados sob a perspectiva da utopia, que é compreendida como uma investigação sistemática de princípios alternativos de organização, que são distintas da forma funcionalista da empresa. Conceitos seminais como a redução sociológica, homem parentético e a teoria da delimitação dos sistemas sociais, são exploradas a partir de uma abordagem utópica; ou seja, a reformulação das estruturas e dinâmicas sociais propostas por Guerreiro Ramos-como alternativas para o ethos do mercado. Este documento também explica como a interação dinâmica entre as organizações e a sociedade pode imaginar alternativas para concepções instrumentais de gestão; opções que buscam a emancipação, a razão substantiva e a realização humana. <![CDATA[Estudios organizacionales, (de)colonialidad y estudios de la dependencia: las contribuciones de CEPAL]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-39512015000200004&lng=es&nrm=iso&tlng=es O objetivo deste artigo é (re)visitar o conceito de dependência como categoria de investigação da (e a partir da) América Latina, por meio de uma perspectiva histórica crítica descolonial, a fim de ampliar o espaço de debates em estudos organizacionais e promover alternativas à ordem neoliberal. Este ensaio terá como foco os estudos da dependência realizados pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) durante a década de 1950 e o início dos anos 1960. A perspectiva descolonial é um constructo teórico de autores latino-americanos que se consideram herdeiros da longa tradição do pensamento social crítico da região, na qual a teoria da dependência está inserida. As propostas dos autores da dependência confrontaram as principais teorias ortodoxas do Norte produzidas à época. A partir do conceito de centro-periferia, da denúncia de assimetrias nas relações entre essas regiões, do reconhecimento da interdependência entre desenvolvimento e subdesenvolvimento, o conceito de dependência foi sendo (re)elaborado nas décadas de 1950 e 1960 por diversos autores latino-americanos como uma categoria de investigação da realidade da (e a partir da) região. Essas investigações tinham por objetivo não somente elaborar constructos teóricos, mas, também, transformar a realidade por meio da criação de diversas organizações e instituições que deveriam servir ao propósito de superar o subdesenvolvimento. A denúncia da historicidade da situação de subdesenvolvimento desnudou o caráter de neutralidade do economicismo das teorias produzidas no Norte e promoveu um encontro teórico entre economia e política que muito tem a contribuir com a área dos estudos organizacionais.<hr/>Este artículo objetiva (re)visitar el concepto de dependencia como una categoría de investigación de la (y desde la) América Latina, a través de una perspectiva histórica crítica descolonial, con el fin de ampliar el espacio de debates en estudios organizacionales y promover alternativas al orden neoliberal. Este ensayo se centrará en los estudios de la dependencia realizados por la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (CEPAL) durante la década de 1950 y principios de los años 1960. La perspectiva decolonial es un constructo teórico de autores latinoamericanos que se consideran herederos de la larga tradición del pensamiento social crítico de la región, en la que se inserta la teoría de la dependencia. Las propuestas de los autores de la dependencia confrontan las principales teorías ortodoxas del Norte producidas en aquella época. Desde el concepto de centro-periferia, de la queja por las asimetrías en las relaciones entre estas regiones, del reconocimiento de la interdependencia entre desarrollo y subdesarrollo, el concepto de dependencia ha sido (re)elaborado en los años 1950 y 1960 por varios autores latinoamericanos como una categoría de investigación de la realidad de la (y desde la) región. Estas investigaciones tenían como objetivo no sólo elaborar constructos teóricos, sino también transformar la realidad a través de la creación de diversas organizaciones e instituciones que deberían servir para el propósito de superar el subdesarrollo. La queja de la historicidad de la situación de desarrollo ha desnudado el carácter de neutralidad del economicismo de las teorías producidas en el Norte y ha promovido un encuentro teórico entre economía y política que tiene mucho que aportar en el área de los estudios organizacionales.<hr/>This article aims to (re)visit the concept of dependency as a category of investigation of (and from) Latin America, by means of a decolonial critical historical perspective, in order to increase space for debates on organization studies and promote alternatives to the neoliberal order. This essay will focus on dependency studies conducted by the Economic Commission for Latin America and the Caribbean (ECLAC) during the 1950s and early 1960s. The decolonial perspective is a theoretical construction by Latin American authors who deem themselves as heirs of the long-standing tradition of critical social thought in the region, where the dependency theory is situated. The proposals of dependency authors challenged the main orthodox theories from the North produced at that time. Through the concept of center-periphery, the denunciation of asymmetries in the relations between these regions, and the recognition of interdependency between development and underdevelopment, the concept of dependency was (re)elaborated along the 1950s and 1960s by many Latin American authors as a category of investigation of the reality of (and from) the region. These investigations aimed not only to formulate theoretical constructions, but also to transform reality by creating various organizations and institutions that might serve the purpose of overcoming underdevelopment. Denunciating the historicity of the underdevelopment situation has unveiled the neutrality nature of the economism of theories produced in the North and promoted a theoretical encounter between economics and politics that has much to contribute to the field of organization studies. <![CDATA[Una "sociedad del espectáculo" en/de los estudios organizacionales brasileños: notas críticas acerca de una lectura incipiente]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-39512015000200005&lng=es&nrm=iso&tlng=es Este artigo analisa a recepção de Guy Debord na Administração. Para isso, recorre à teoria crítica do autor com o intuito de explorar as formas como os pesquisadores da área estão incorporando o pensamento do teórico francês em seus trabalhos. Com trabalhos científicos em mãos e em referência à tradição crítica ocidental, inaugurada nas primeiras décadas do século XX, apresentamos os limites e possibilidades dessas apropriações na Administração, com o intuito de abrir possibilidades de pesquisa com um ensaísta tão pouco explorado. Entendemos que a teoria crítica sobre a sociedade do espetáculo, ao contrário do que tem sido feito nos estudos organizacionais, e a leitura de alguns intelectuais latino-americanos, não se resume somente aos estudos culturais. Nesse sentido, a forma de adotar Debord e sua crítica na Administração serve como crítica à Administração, tal como se critica todo o espetáculo.<hr/>Este artículo analiza la recepción de Guy Debord en la Administración. Para ello, se refiere a la teoría crítica del autor con el fin de explorar las formas en que los investigadores del área están incorporando el pensamiento del teórico francés en sus trabajos. Con artículos científicos en las manos y en referencia a la tradición crítica occidental, inaugurada en las primeras décadas del siglo XX, presentamos los límites y las posibilidades de estas apropiaciones en la Administración, con el fin de abrir las posibilidades de investigación con un ensayista tan poco explorado. Creemos que la teoría crítica acerca de la sociedad del espectáculo, al contrario de lo que se ha hecho en los estudios organizacionales, y la lectura de algunos intelectuales latinoamericanos, no se limita sólo a los estudios culturales. En este sentido, la forma de adoptar Debord y su crítica en la Administración sirve como una crítica a la Administración, así como todo el espectáculo es criticado.<hr/>This article analyzes the reception of Guy Debord in Administration. For this, it resorts to the author's critical theory in order to explore the ways how researchers in the field have been incorporating the French theorist's thought in their works. With scientific papers in hands and referring to the Western critical tradition inaugurated in the first decades of the 20th century, we introduce the limits and possibilities of these assumptions in Administration, in order to open up research possibilities with such a little-known essayist. We think that critical theory on the society of the spectacle, contrary to what has been done in organizational studies, and the reading by some Latin American intellectuals, is not restricted only to cultural studies. Thus, the way how to adopt Debord and his criticism in Administration is useful as a criticism to Administration just as the whole spectacle is criticized. <![CDATA[Enrique Dussel: contribuciones a la crítica ética y radical en los Estudios Organizacionales]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-39512015000200006&lng=es&nrm=iso&tlng=es Nesse ensaio, vinculamo-nos ao esforço que alguns autores vêm realizando de elaborar uma crítica ética e radical nos Estudos Organizacionais (EO) para libertar pelo menos algumas de suas partes da colonização pelo management. Nesse sentido, tomamos como referência as proposições criticamente situadas na América Latina da Filosofia da Libertação (FL) elaboradas por Enrique Dussel. Na primeira parte, apresentamos uma visão abrangente desta vasta obra que se justifica pela apropriação parcial e mesmo incoerente que vem sendo realizada nos EO. Na segunda parte, discutimos algumas apropriações que vêm sendo feitas por autores vinculados aos EO no contexto latino-americano, com destaque para o brasileiro. Esse diálogo crítico é indispensável para que se libere o caminho para que a FL de Dussel contribua para o exercício de uma crítica que negue, lado a lado com as vítimas, a legitimidade de um sistema que explora e oprime e que, simultaneamente, se comprometa com a afirmação da vida humana em comunidade e, portanto, com a práxis da libertação.<hr/>En este ensayo, nos vinculamos al esfuerzo que algunos autores han llevado a cabo para elaborar una crítica ética y radical en los Estudios Organizacionales (EO) para libertar al menos algunas de sus partes de la colonización por el management. En este sentido, nos referimos a las proposiciones críticamente situadas en América Latina de la Filosofía de la Liberación (FL) elaboradas por Enrique Dussel. En la primera parte, presentamos una mirada abarcadora de esta gran obra que se justifica a partir de la apropiación parcial e incluso incoherente que ha sido realizada en los EO. En la segunda parte, discutimos algunas apropiaciones que se han hecho por autores vinculados a los EO en el contexto latinoamericano, con énfasis en el brasileño. Este diálogo crítico es indispensable para la liberación del camino para que la FL de Dussel contribuya al ejercicio de una crítica que niegue, lado a lado con las víctimas, la legitimidad de un sistema que explota y oprime y que, al mismo tiempo, se comprometa con la afirmación de la vida humana en comunidad y, por lo tanto, con la praxis de la liberación.<hr/>In this essay, we connect ourselves with the efforts provided by some authors to elaborate a radical and ethical critique in the field of Organization Studies (OS) liberated, at least in some parts, from the colonization by management. In this direction, we take as reference the propositions of Enrique Dussel's Philosophy of Liberation (PL), which are critically situated in Latin America. In the first part, we present a comprehensive overview of this vast oeuvre, justified by the partial and even incoherent appropriation that has been happening in OS. In the second part, we discuss some of these appropriations considering some Latin American authors of the OS field, highlighting specially the Brazilian context. This critical dialogue is indispensable to liberate the path for the contribution of Dussel's PL to the exercise of a critique that negates, side by side with the victims, the legitimacy of a system that explores and oppresses, and that, simultaneously, gets involved with the affirmation of human life in community, and therefore, with the praxis of liberation. <![CDATA[Capital humano: una visión desde la teoría crítica]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-39512015000200007&lng=es&nrm=iso&tlng=es Este trabajo es el resultado de la investigación Capital Humano como factor de crecimiento Económico, en el cual se desarrolla una reflexión crítica sobre la teoría del Capital Humano, el abordaje se hace desde la teoría económica y el análisis tiene como referente los planteamientos de la Escuela de Frankfurt, especialmente en lo que tiene que ver con el uso desde la perspectiva de la racionalidad. Desde el punto de vista metodológico se trata de una investigación cualitativa, basada en un proceso de carácter interpretativo y comprensivo de tipo Histórico Hermenéutico, el método utilizado responde a una finalidad de descripción, interpretación, argumentación, que permitan avanzar hacia la comprensión de las temáticas estudiadas en un proceso dialéctico. Como resultado del proceso investigativo se hace un análisis de la instrumentalización de la educación, la formación, la capacidad de trabajo y el estado de salud del hombre, y aún de su propio ser, las cuales se consideran de la misma naturaleza que una maquina y quedan cosificadas al ser convertidas en mercancías comerciales que se venden en el mercado, lo que determina la posibilidad de colocarle un precio pagado en el mercado a la productividad de un tipo de trabajo determinado, a la acción del propio hombre y el desarrollo de sus capacidades superiores que deberían permitirle contribuir al logro de una sociedad mejor y una vida más digna.<hr/>This work is the result of human capital research as an economic growth factor, in which it is developed a critical reflection on human capital theory, it is addressed from the economic theory and the analysis has as a reference the approaches from the Frankfurt School, especially in what has to do with the use from perspective of rationality. From the methodological point of view it is a qualitative research, based on a process of interpretive and hermeneutic understanding of historical type, the method responds to an objective description, interpretation, argument for moving towards the understanding of the thematic studied in a dialectical process. As a result of the research process an analysis of the instrumentalization of education, training, work capacity and health status of man is made, and even of your own self, which are considered of the same nature as a machine and are reified to be converted into commercial goods sold in the market, which determines the possibility of placing a paid market productivity of a particular type of work, human action itself and the development of their superior capacities that should allow contribute to achieve a better society and a better life.<hr/>Este trabalho é o resultado da pesquisa Capital Humano como fator de crescimento Econômico, no qual se desenvolve uma reflexão crítica sobre a teoria do Capital humano, a abordagem se faz desde a perspectiva da teoria econômica e a analise têm como referente às abordagens da Escola de Frankfurt, especialmente no que diz a respeito ao uso desde a perspectiva da racionalidade. A partir do ponto de vista metodológico trata-se de uma pesquisa qualitativa, baseada em um processo de caráter interpretativo e compreensivo de tipo Histórico Hermenêutico, o método utilizado responde a finalidade de descrição, interpretação, argumentação que permitam avançar em direção de uma compreensão das temáticas estudadas em um processo dialético. Como resultado do processo de pesquisa se faz uma análise da instrumentalização da educação, a formação, a capacidade de trabalho e o estado de saúde do homem, e até mesmo o seu próprio ser, que são considerados da mesma natureza de uma máquina que se torna objeto ao serem convertidas em bens de comerciais que se vendem no mercado, o que determina a possibilidade de colocar um preço no mercado à produtividade de um tipo de trabalho determinado, à ação do próprio homem e o desenvolvimento de suas capacidades superiores que deveriam permiti-lhe contribuir para uma sociedade melhor e mais digna. <![CDATA[El nuevo sentido del trabajo para el sujeto posmoderno: un abordaje crítico]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-39512015000200008&lng=es&nrm=iso&tlng=es Análise sobre as maneiras como a sociedade gerencial desenvolve nas mentes uma representação do mundo e da própria pessoa humana, de modo que o único caminho aparente de realização de si consista na lógica da produtividade e em sua relação psíquica e social, tornando a empresa uma referência para a construção do sujeito. Hoje, há necessidade de um eu maleável, sempre aberto a novas experiências; são essas as condições adequadas ao trabalho de curto prazo, a instituições flexíveis e à nova empregabilidade. Esta última constitui um macrodispositivo de controle micropolítico na produção de subjetividades. Richard Sennett afirma que o sentido da vida e da morte não se contabiliza. E é por isso que se deve dar vazão às relações humanas e à satisfação da alma, e não só ao capital, ao capitalismo. Para embasar este artigo, busca-se o caminho de construção da noção de trabalho até alcançar o gerenciamento atual na pós-modernidade. Espera-se, assim, ampliar a compreensão desse fenômeno e viabilizar a produção de métodos mais eficazes e humanizantes da prática de gestão de pessoas nas organizações. Será adotada a pesquisa bibliográfica por meio da revisão de literatura em Ciências Sociais e da Teoria Crítica aplicada à análise da administração na atualidade. A Teoria Crítica busca desenvolver articulações que penetrem a forma e substância, visando questionar a realidade aparente e abarcar a realidade encoberta nas estruturas organizacionais.<hr/>Análisis acerca de las maneras en que la sociedad de gerencia desarrolla en las mentes una representación del mundo y de la propia persona humana, por lo que el único camino aparente de autorrealización consista en la lógica de la productividad y en su relación psíquica y social, convirtiendo a la empresa en una referencia para la construcción del sujeto. Hoy, hay necesidad de un yo maleable, siempre abierto a nuevas experiencias; son estas las condiciones adecuadas para el trabajo a corto plazo, para instituciones flexibles y para los nuevos puestos de trabajo. Esta última constituye un macro-dispositivo de control micro-político en la producción de subjetividades. Richard Sennett afirma que el sentido de la vida y la muerte no se contabilizan. Y es por eso que uno debe dejar paso a las relaciones humanas y a la satisfacción del alma, y no sólo al capital, al capitalismo. Para apoyar este artículo, se busca el camino de construcción de la noción de trabajo hasta llegar a la gestión actual en la posmodernidad. Se espera, así, ampliar la comprensión de este fenómeno y hacer viable la producción de métodos más eficaces y humanizadores de la práctica de gestión de personas en las organizaciones. Se adoptará búsqueda bibliográfica a través de la revisión de literatura en Ciencias Sociales y de la Teoría Crítica aplicada al análisis de la administración en la actualidad. La Teoría Crítica busca desarrollar articulaciones que penetren en la forma y la sustancia, con el fin de cuestionar la realidad aparente y abarcar la realidad oculta en las estructuras organizativas.<hr/>The objective of this article is to examine the ways in which the management society develops a representation of the world and the human being in their minds, so that the only apparent way of self-realization consists of the logic of productivity and its psychical and social relations, making the companies a reference for human development. Today there is a need of a self-malleable being, always open to new experiences; these are appropriated conditions for a short term job: flexible institutions and the new employment conditions. Employability is a macro-device of micro-political control in the production of subjectivities (ROHM, 2003). Sennett (2000) says that the meaning of life and death does not count. And that is why you should open up to human bonds and soul satisfaction, and not only to capitalism. To support this article, we seek the constructive path of the concept of work to achieve the current management in post-modernity. Thus it is expected to broaden the understanding of this phenomenon and enable the production of more effective methods and humanizing practice of managing people in organizations. A bibliographic research will be adopted through reviewing the literature of social sciences and critical theory applied to the analysis of the current management. According to Faria (2007), Critical Theory aims to develop formulations that penetrate the shape and substance, seeking to question the apparent reality and embrace the reality hidden in organizational structures. <![CDATA[Responsabilidad social interna: entre la diferencia y el discurso en el escenario organizaciona]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-39512015000200009&lng=es&nrm=iso&tlng=es El ensayo plantea que el discurso de la Responsabilidad Social Interna, como modelo de gestión, pretende homogenizar el tratamiento de los actores internos de la organización, una vez que es utilizado desde una perspectiva instrumental enfocada exclusivamente en temas legales de la relación laboral, en contraposición a una perspectiva sustantiva centrada en la humanización del ambiente laboral. En consecuencia, bajo este discurso, las organizaciones esconden prácticas que son, en verdad, des-humanizantes en la convivencia social y fomentan aún más la intolerancia hacia la diferencia. La discusión se contextualiza en Latinoamérica, en que cobran fuerza los discursos de la interculturalidad y de la defensa de los derechos humanos en las agendas políticas y empresariales, lo que resalta las contradicciones inherentes a estos discursos. A partir de una revisión bibliográfica sobre responsabilidad social, discurso, teoría de la identidad social y del autoconcepto, se discutieron los mecanismos individuales, sociales y organizacionales de elaboración y superación de estereotipos, que ayudan al individuo a establecer referencias para las percepciones e interpretación de la realidad. Se cuestiona que el discurso de la responsabilidad social interna podría proponer un cambio en la forma como se tratan los individuos en la organización. En este contexto, la diferencia no existiría como forma de exclusión social, más bien sería un medio para promover la equidad, valorando las particularidades de la acción individual en la organización, y no en el sentido de reforzar la diferencia entre el "nosotros" y "ellos" en función del rol que se ejerce en la dinámica organizacional.<hr/>The aim of this essay is to discuss that the Internal Social Responsibility discourse as a management model intends to homogenize the treatment of the internal actors of the organization, once it is used in an instrumental perspective focused exclusively in legal themes on the work relation, in opposition to a meaningful perspective focused on the humanization of the work environment. Consequently, organizations hide, under this discourse, practices truly dehumanizing in social life, and encourage, even more, intolerance to differences. This discussion takes place in Latin America, where it demands strength from intercultural discourses and the defense of the human rights in political and business agendas, what highlights the contradictions inherent to these discourses. From a bibliographic review oversocial responsibility, discourse, social identity theory and self-concept theory, the individual, social and organizational mechanisms of elaboration and overcome of stereotypes were discussed, as they help the person to establish references for the perceptions and interpretations of reality. It is discussed that the discourse of social internal responsibility could propose a change in the way that the persons are treated in the organization. In this context, difference would not as a way of social exclusion, but it would be a way to promote equity, giving value to characteristics of individual action in the organization and not in the sense of reinforce the difference between "us" and "them", in function of the role that each one has in the organizational dynamic.<hr/>Este ensaio propõe que o discurso da Responsabilidade Social Interna como modelo de gestão pretende homogeneizar o tratamento dos atores internos da organização, uma vez que ele é utilizado em uma perspectiva instrumental focada exclusivamente em temas legais da relação laboral, em contraposição a uma perspectiva substantiva centrada na humanização do ambiente laboral. Consequentemente, as organizações escondem, debaixo desse discurso, práticas verdadeiramente desumanizantes na convivência social e fomentam, cada vez mais, a intolerância à diferença. A discussão se contextualiza na América Latina, onde cobra forçados discursos da interculturalidade e da defesa dos direitos humanos nas agendas políticas e empresariais, o que evidencia as contradições inerentes a esses discursos. A partir de uma revisão bibliográfica sobre responsabilidade social, discurso, teoria da identidade social e do autoconceito, discutiram-se os mecanismos individuais, sociais e organizacionais de elaboração e superação de estereótipos, que ajudam o indivíduo a estabelecer referências para as percepções e interpretação da realidade. Questiona-se que o discurso da responsabilidade social interna poderia propor uma mudança na forma como se tratam os indivíduos na organização. Nesse contexto, a diferença não existiria como forma de exclusão social, mas seria um meio para promover a equidade, valorizando as particularidades da ação individual na organização, e não no sentido de reforçar a diferença entre "nós" e "eles" em função do papel que exerce cada um na dinâmica organizacional. <![CDATA[Organizaciones no capitalistas en América Latina: lecciones de los Faxinais, comunidad brasileña de base rural]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-39512015000200010&lng=es&nrm=iso&tlng=es This essay reveals the foundations of an unconventional form of social organization observed in Brazil's South region, the Faxinal. Methodologically, from the perspective that the Faxinal community embodies a traditional form of organization that has decreased dramatically in recent decades and that many of its original features have changed, we decided to adopt a historical approach. This was a means used to grasp traits and characteristics that, although lost or abandoned, may be instructive regarding the study objectives. Historically, capitalism has taken a position of higher order, by disseminating ideological principles and rationality as possibilities of evolution and better life when compared to the traditional foundations of social organization. The hegemonic view of the dominant model, with determinations imposed by instrumental rationality, pose limits to the richness deriving from the multiplicity of beliefs, traditions, particular customs and practices of the Faxinais, as it supports the generation of ideas and thoughts aimed at maintaining the rationale of development and progress. Thus, substantive organizational phenomena, such as the Faxinais, are situated in a historical process of construction, subject to the local social context of Brazilian regions marginalized by the urbanization and rationalization process of the capitalist economy, which has led their members to devise ways of organizing the social, economic, and political life based on principles different from those that support ideologically the capitalist organizational model. Therefore, the characteristics of the Faxinais point out Unconventional Form of Organization that break with the assumptions of the Organizational Studies.<hr/>Este ensayo revela los fundamentos de una forma no convencional de organización social que se observa en la región Sur de Brasil, los Faxinais. Metodológicamente, desde la perspectiva de que la comunidad de Faxinais encarna una forma tradicional de organización que ha disminuido drásticamente en las últimas décadas y de que muchas de sus características originales han cambiado, decidimos adoptar un abordaje histórico. Este fue un medio utilizado para captar los rasgos y las características que, aunque perdidos o abandonados, pueden ser instructivos con respecto a los objetivos del estudio. Históricamente, el capitalismo ha tomado una posición de orden superior, mediante la difusión de principios ideológicos y la racionalidad como posibilidades de evolución y mejora de vida en comparación con los fundamentos tradicionales de organización social. La visión hegemónica del modelo dominante, con determinaciones impuestas por la racionalidad instrumental, plantean límites a la riqueza que se deriva de la multiplicidad de creencias, tradiciones, costumbres particulares y prácticas de los Faxinais, ya que apoya la generalización de ideas y pensamientos dirigidos a mantener la lógica de desarrollo y progreso. Fenómenos organizativos sustantivos, como los Faxinais, están, así, insertados en un proceso histórico de construcción, con sujeción al contexto social local de las regiones brasileñas marginadas por el proceso de urbanización y racionalización de la economía capitalista, lo que ha llevado a sus miembros a idear formas de organización de la vida social, económica y política basadas en principios diferentes a los que apoyan ideológicamente el modelo de organización capitalista. Por lo tanto, las características de los Faxinais señalan Formas No Convencionales de Organización que rompen con los supuestos del pensamiento científico dominante de los Estudios Organizacionales.<hr/>Este ensaio revela as bases de uma forma de organização não convencional encontrada no Sul do Brasil, os Faxinais. Metodologicamente, sob a perspectiva de que a comunidade de Faxinal engloba uma forma tradicional de organização que têm diminuído drasticamente nas últimas décadas e de que muitas de suas características originais têm mudado, decidimos adotar uma abordagem histórica. Esse foi um meio utilizado para apreender traços e características que, apesar de perdidos ou abandonados, podem ser instrutivas quanto aos objetivos do estudo. Historicamente, o capitalismo tem adotado uma posição de ordem superior, disseminando princípios ideológicos e a racionalidade como possibilidades de evolução e melhoria de vida em comparação às bases tradicionais de organização social. A visão hegemônica do modelo dominante, com determinações impostas pela racionalidade instrumental, impõe limites à riqueza resultante da multiplicidade de crenças, tradições, costumes particulares e práticas dos Faxinais, à medida que apoia a generalização de ideias e pensamentos voltados à manutenção da lógica de desenvolvimento e progresso. Fenômenos organizacionais substantivos, como os Faxinais, estão, assim, inseridos em um processo histórico de construção, condicionados ao contexto social local de regiões do Brasil marginalizadas pelo processo de urbanização e racionalização da economia capitalista, o que fez com que seus membros desenvolvessem formas de organização da vida social, econômica e política baseadas em princípios diferentes daqueles que suportam ideologicamente o modelo organizacional capitalista. Portanto, as características dos Faxinais apontam Formas Não Convencionais de Organização que rompem com as premissas do pensamento cientifico dominante em Estudos Organizacionais. <![CDATA[Fundamentos para los estudios organizacionales: aportes del pensamiento crítico suramericano]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-39512015000200011&lng=es&nrm=iso&tlng=es Frente a la visión eurocéntrica predominante y la influencia de los modelos de las naciones hegemónicas en los estudios y las reformas de la administración pública, se plantea otra perspectiva, basada en el pensamiento crítico sobre las raíces históricas de la dependencia y la problemática actual de las sociedades suramericanas. El continuo proceso de occidentalización de América, a través de la penetración colonial y neocolonial, impuso los intereses y la cultura de los países del centro del mundo, provocando efectos de refracción, resistencia y adaptación. Las consecuencias de este conflicto étnico están en el origen de la devaluación del orden legal, la marginalidad y anomia social. La revolución independentista continental, que reconoció derechos a las mayorías, fue desvirtuada por las oligarquías, reproduciendo las desigualdades y las condiciones de otra forma de dependencia en la etapa del neocolonialismo capitalista. Los movimientos políticos nacional-populares del siglo XX promovieron una conciencia crítica, que tuvo su correlato en las corrientes alternativas en la filosofía y las ciencias sociales, pero sufrieron una regresión ante la ofensiva neoliberal. El cuadro sociocultural suramericano muestra una insuficiente legitimación del Estado, factores de desorden social y disfunciones en la gestión del sector público; lo cual requiere repensar el marco teórico de los estudios organizacionales, potenciar la comunicación de experiencias entre científicos e intelectuales de la región, revisar los proyectos de reforma inspirados en modelos exógenos y diseñar nuevos modos de intervención para promover la participación popular, apuntando al horizonte de la integración y la emancipación de nuestros países.<hr/>Given the dominant Eurocentric view and the influence of models from hegemonic nations on studies and public administration reforms, another perspective is introduced, having critical thinking about the historical roots of dependency and the current problems of South American societies as a basis. The continuous process of Westernization of America, through the colonial and neocolonial penetration, imposed the interests and culture of countries from the world's center, causing effects of refraction, resistance, and adaptation. The consequences of this ethnic conflict are at the origin of devaluation of legal order, marginality, and social anomy. The continental separatist revolution, which recognized rights to the majorities, was tainted by oligarchies, reproducing the inequalities and conditions of another way of dependency at the stage of capitalist neocolonialism. The national-popular political movements of the 20th century have promoted a critical consciousness, which had its counterpart among alternative currents in philosophy and social sciences, but they suffered a regression in face of the neoliberal offensive. The South American sociocultural framework shows a lack of State legitimacy, social disorder factors, and dysfunction in public sector management; this requires rethinking the theoretical framework of organizational studies, encouraging the communication of experiences among scientists and intellectuals from the region, reviewing the reform projects inspired by exogenous models, and designing new ways of intervention to promote popular participation, aiming at the horizon of integration and emancipation of our countries.<hr/>Diante da visão eurocêntrica dominante e da influência dos modelos das nações hegemônicas nos estudos e nas reformas da administração pública, apresenta-se outra perspectiva, baseada no pensamento crítico acerca das raízes históricas da dependência e da problemática atual das sociedades sul-americanas. O contínuo processo de ocidentalização da América, por meio da penetração colonial e neocolonial, impôs os interesses e a cultura dos países do centro do mundo, causando efeitos de refração, resistência e adaptação. As consequências desse conflito étnico estão na origem da desvalorização da ordem jurídica, da marginalidade e da anomia social. A revolução independentista continental, com reconhecimento de direitos às maiorias, foi desvirtuada pelas oligarquias, reproduzindo as desigualdades e as condições de outra forma de dependência na etapa do neocolonialismo capitalista. Os movimentos políticos nacional-populares do século XX promoveram uma consciência crítica, que teve sua contrapartida nas correntes alternativas na filosofia e nas ciências sociais, mas sofreu uma regressão diante da ofensiva neoliberal. O quadro sociocultural sul-americano mostra uma insuficiente legitimação do Estado, fatores de desordem social e disfunções na gestão do setor público; o que exige repensar o quadro teórico dos estudos organizacionais, fomentar a comunicação de experiências entre cientistas e intelectuais da região, rever os projetos de reforma inspirados em modelos exógenos e projetar novas formas de intervenção para promover a participação popular, visando ao horizonte da integração e da emancipação de nossos países. <![CDATA[La Teoría Crítica como perspectiva de análisis de las relaciones de dominación y los procesos de descentralización en Chile]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-39512015000200012&lng=es&nrm=iso&tlng=es Este artículo tiene como objetivo discutir los elementos centrales de la Teoría Crítica para el análisis de las relaciones de poder en el Chile actual. La discusión se centra en la relación entre dominantes y dominados, en la estructura de administración territorial del Estado de Chile. Metodológicamente se desarrolla un análisis de principales premisas elaboradas por los autores de la Teoría Crítica, para contrastarlas con elementos prácticos del proceso de descentralización político-administrativa del Estado chileno. Se reflexiona sobre las reformas estructurales del Estado implementadas en la década de los 1980 y si éstas han traído consigo cambios en las relaciones de poder. El eje central de debate con la teoría son las políticas de modernización del Estado, enfocadas en la descentralización del poder político-administrativo, las cuales se han desarrollado en los últimos 30 años por intermedio de las nuevas formas de gobierno regional y local. Estas nuevas instancias de gobierno han permitido la participación, en forma directa o indirecta, de la ciudadanía en las acciones de gobierno y gestión pública. Sin embargo, este artículo concluye, tanto desde la perspectiva teórica como de la praxis, que las lógicas y formas de dominación del Estado chileno se siguen manteniendo inalterables; aún más, se han perfeccionado a través de la creación de organismos descentralizados del poder. Se mantienen los conflictos territoriales, la relación centro-región es de dominación de arriba hacia abajo. Por lo tanto, esto deja en entredicho que las políticas de modernización del Estado, sustentadas en procesos de descentralización, permiten modificar las relaciones de poder entre dominantes y dominados.<hr/>This article aims at discussing the key elements of Critical Theory for the analysis of power relations in today's Chile. The discussion focuses on the relation between dominant and dominated ones, in the territorial administration structure of the State of Chile. Methodologically, an analysis of main assumptions prepared by the authors of Critical Theory is conducted, in order to contrast them with practical elements of the process of political and administrative decentralization of the Chilean State. We think through the structural State reforms implemented in the 1980s and whether they have brought along changes in power relations. The core of debate with the theory are the State modernization policies, focusing on the decentralization of political and administrative power, which have been developed over the past 30 years through new forms of regional and local government. These new government instances have allowed, directly or indirectly, the participation of citizenship in actions taken by government and public management. However, this article concludes, both from the theoretical and practical perspectives, that the domination rationales and forms of the Chilean State have been kept unchanged; moreover, they have been improved through the creation of decentralized power agencies. Territorial conflicts remain, the center-region relation constitutes a top-bottom domination. Therefore, this puts into question that State modernization policies, grounded in decentralization process, allow changing power relations between dominant and dominated ones.<hr/>Este artigo tem por objetivo discutir os elementos centrais da Teoria Crítica para a análise das relações de poder no Chile atual. A discussão centra-se na relação entre dominantes e dominados, na estrutura de administração territorial do Estado do Chile. Metodologicamente, desenvolve-se uma análise das principais premissas elaboradas pelos autores da Teoria Crítica, para contrastá-las com elementos práticos do processo de descentralização político-administrativa do Estado chileno. Reflete-se acerca das reformas estruturais do Estado implementadas na década de 1980 e se elas trouxeram mudanças das relações de poder. O eixo central de debate com a teoria são as políticas de modernização do Estado, focadas na descentralização do poder político-administrativo, que foram desenvolvidas nos últimos 30 anos, por meio das novas formas de governo regional e local. Essas novas instâncias de governo permitiram, direta ou indiretamente, a participação da cidadania nas ações do governo e da gestão pública. No entanto, este artigo conclui, tanto sob a perspectiva teórica como a da práxis, que as lógicas e as formas de dominação do Estado chileno têm-se mantido inalteradas; além disso, elas aperfeiçoaram-se por meio da criação de órgãos descentralizados do poder. Os conflitos territoriais continuam, a relação centro-região é de dominação de cima para baixo. Portanto, isso põe em xeque o fato de que as políticas de modernização do Estado, baseadas em processos de descentralização, permitem modificar as relações de poder entre dominantes e dominados.