Scielo RSS <![CDATA[Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=1980-003720180001&lang=en vol. 20 num. 1 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[Effect of pilates method on inspiratory and expiratory muscle strength in the elderly]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1980-00372018000100001&lng=en&nrm=iso&tlng=en Abstract With aging, the respiratory muscle strength decreases and the Pilates method is a technique that uses respiration as one of its principles. The present study has the aim of analyzing the influence of the Pilates method on respiratory muscle strength in older women. For the evaluation of respiratory muscle strength (inspiratory and expiratory), manovacuometer was used. Thirty-oneolder women were divided into two groups: 14 participated in the Pilates group and 17 in the control group. Participantsof the Pilates group performed 16 sessions of Pilates method with an hour of training, twice week for eight weeks. The control group participated in four educational lectures for eight weeks. For statistical analysis, Shapiro-Wilk, ANOVA for repeated measures (p &lt;0.05) and Cohen’s D index were performed. The results showed significant difference and the mean effect for the Cohen’s D index expiratory muscle strength of the Pilates group when comparing before (69.71 ± 25.48) and after (85.23 ± 22.21) training (p&lt;0.05) with an increase of 23%. The results of inspiratory muscle strength were not significant but presented an average effect for the Cohen’s D index for the Pilates group before (69.71 ± 35.46) and after (88.00 ± 34.87) training, with an increase of 27%. The control group did not present significant differences for the variables evaluated. It could be concluded that the Pilates method is effective in improving expiratory muscle strength and provides positive effects on the increase in inspiratory muscle strength.<hr/>Resumo Com o envelhecimento, a força muscular respiratória diminui e o método Pilates é uma técnica que utiliza da respiração como um de seus princípios. Com isso, o presente estudo tem como objetivo analisar a influência do método Pilates na força muscular respiratória em idosas. Para a avaliação da força dos músculos respiratórios (inspiratórios e expiratórios) foi utilizado o manovacuomêtro. Participaram da pesquisa 31 idosas que foram divididas em dois grupos, 14 idosas participaram do grupo Pilates e 17 do grupo controle. As idosas participantes do grupo Pilates realizaram 16 sessões com uma hora de treinamento, duas vezes na semana, durante oito semanas. Quanto ao grupo controle, as idosas participaram de quatro palestras educativas durante oito semanas. Para a análise estatística foi realizado o teste de Shapiro-Wilk, ANOVA para medidas repetidas e o D de Cohen. Os resultados mostraram diferença significativa e efeito médio para o índice de D de Cohen da força dos músculos expiratórios do grupo Pilates, ao comparar antes (69,71 ± 25,48) e após (85,23 ± 22,21) o treinamento (p&lt;0,05), com aumento de 23%. Os resultados da força muscular inspiratória não apresentaram diferença significativa, mas apresentou efeito médio para o índice de D de Cohen para o grupo Pilates comparando antes (69,71 ± 35,46) e após (88,00 ± 34,87) o treinamento, com um aumento de 27%. O grupo controle não apresentou diferença significativa para as variáveis avaliadas. Pode-se concluir que o método Pilates é eficaz na melhora da força muscular expiratória e apresenta efeito positivo sobre o aumento da força muscular inspiratória. <![CDATA[Impact of a dual task intervention on physical performance of older adults who practice physical exercise]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1980-00372018000100010&lng=en&nrm=iso&tlng=en Abstract Physical exercises, especially multicomponent training, can improve cognitive functions and physical impairments in older adults. The aim this study was to purpose of this two-arm clinical trial was to investigate the effects of the addition of a dual task to multicomponent training on physical performances of community-dwelling older adults who practice physical exercise. Seventy-one older adults were divided into a Control Group (CG) and Intervention Group (IG). Participants of the CG performed isolated multicomponent training, participants of the IG performed multicomponent training associated with cognitive tasks and both protocols lasted 12 weeks. The assessment consisted of flexibility, handgrip strength, lower limb strength, balance, functional mobility and aerobic capacity. The CG presented greater flexibility than the IG, regardless of time. There was a worse performance in lower limb strength, regardless of group. The addition of a dual task to the multicomponent training was not able to improve physical performances of older adults. Further studies are needed to confirm whether the dual task training contributes to both cognitive and physical benefits in older adults who practice physical exercise.<hr/>Resumo Exercícios físicos, especialmente o treinamento multicomponente, podem melhorar funções cognitivas e distúrbios motores em idosos. Objetivou-se investigar os efeitos da adição da dupla tarefa sobre o treinamento multicomponente nas performances motoras de idosos da comunidade praticantes de exercício físico. Setenta e um idosos foram divididos em Grupo Controle (GC) e Grupo Intervenção (GI). Participantes do GC realizaram treinamento multicomponente isolado e participantes do GI realizaram treinamento multicomponente associado a tarefas cognitivas, ambos protocolos com duração de 12 semanas. A avaliação consistiu de flexibilidade, força de preensão palmar, força de membros inferiores, equilíbrio, mobilidade funcional e capacidade aeróbica. O GC apresentou maior flexibilidade do que o GI, independente do tempo. Houve uma piora na performance de força de membros inferiores, independente do grupo. A adição da dupla tarefa sobre o treinamento multicomponente não foi capaz de melhorar performances físicas de idosos. Estudos futuros são necessários para confirmar se o treinamento de dupla tarefa traz benefícios cognitivos e também físicos em idosos praticantes de exercício físico. <![CDATA[Changes in leisure physical activity, commuting and television watching in men and women users of the Brazilian National Health System in a middle-sized city: 18-months of follow-up]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1980-00372018000100020&lng=en&nrm=iso&tlng=en Abstract Given the importance of physical activity for health promotion and for the prevention of chronic non-communicable diseases, the Unified Health System (SUS) has changed its strategy of action in the last decades, trying to adopt preventive activities, seeking better quality of life of the Brazilian population and reduce costs with treatment of diseases. The aim of this study was to investigate changes in physical activity and sedentary behavior patterns in users of the Brazilian National Unified Health System during 18 months and the impact of sex and time on such variables. One hundred and ninety-eight participants (58 men and 140 women) were evaluated. Physical activity level was assessed using the Baecke questionnaire. Men had higher scores in all physical activity variables compared to women: walking (p-value= 0.013), cycling (p-value= 0.001) and commuting (p-value= 0.007), but not for TV watching (p-value= 0.362). After 18 months, in the overall sample, walking score increased 25.9% (95%CI= 10.6 to 41.1), but not cycling (1.5% [95%CI= -2.7 to 5.7]), commuting (14.4% [95%CI= -0.4 to 29.3]) and TV watching (1.6% [95%CI= -5.7 to 9.1]). Men were usually more active than women in active behaviors, but not in TV watching. However, differences over time were similar between sexes.<hr/>Resumo Dada a importância da atividade física para promoção da saúde, assim como para a prevenção de doenças crônicas não transmissíveis, o Sistema Único de Saúde (SUS) mudou a estratégia de atuação nas últimas décadas, procurando adotar atividades preventivas, buscando melhorar a qualidade de vida da população brasileira e diminuir gastos com tratamento de doenças. Objetivou-se investigar as mudanças na prática de atividade física e tempo de televisão em usuários do SUS durante um período de 18 meses e o impacto do sexo e tempo nessas variáveis. Foram avaliados 198 participantes (58 homens e 140 mulheres). Nível de atividade física foi mensurado através do questionário de Baecke. Homens apresentaram maiores escores em todas as variáveis de atividade física: caminhada (p-valor 0,013), ciclismo (p-valor 0,001) e locomoção (p-valor 0,007) do que mulheres, mas não para assistir televisão (p-valor= 0,362). Após 18 meses, em toda a amostra, o escore de caminhada aumentou 25,9% (IC95%= 10,6 - 41,1), mas não ciclismo (1,5% [95%CI= -2,7 – 5,7]), locomoção (14,4% [95%CI= -0,4 – 29,3]) e televisão (1,6% [95%CI= -5,7 – 9,1]). Entre usuários do SUS, homens foram usualmente mais ativos que mulheres em comportamentos ativos, mas não ao assistir televisão. Porém, diferenças ao longo do tempo foram similares entre os sexos. <![CDATA[Quantitative and qualitative aspects of barriers to bicycle use for adults from Curitiba, Brazil]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1980-00372018000100029&lng=en&nrm=iso&tlng=en Abstract The implementation of bicycling promotion programs should consider the barriers to this behavior. The aim of this study was to quantitative and qualitatively characterize barriers to leisure and commuting bicycle use for adults from Curitiba, Brazil. The first phase comprised a cross-sectional household survey involving 677 adults (53% women). Of these, 16.7% and 11.2% reported leisure and commuting bicycle use, respectively. Then, 24 bicycle users (50% women) were recruited and participated in focus group interviews. The content of answers was analyzed with a conceptual matrix. The most reported barriers to leisure bicycle use were “bad weather” (65.5%), “heavy traffic” (53.1%), “lack of bike lanes” (48.7%) and “lack of security “(44.2%). In commuting, the most reported were “bad weather” (69.7%), “heavy traffic”, “lack of safety” and “fear of accidents” (51.3% each). The comparative analysis between barriers reported in the survey and those reported in the focus groups showed a combination of seven of the 11 barriers reported in questionnaires. Some of the barriers identified in the survey were not mentioned in the focus groups (“poor street quality”, “pollution”, “not having a bicycle”, “lack of parking”, “distance to destinations”). The main barriers to bicycle use are related to physical environment and safety aspects, regardless of approach adopted and purpose of use.<hr/>Resumo A implementação de programas de promoção para o uso de bicicleta deve considerar as barreiras para este comportamento. Objetivou-se caracterizar quantitativa e qualitativamente as barreiras para o uso de bicicleta no lazer e no transporte em adultos de Curitiba, Brasil. A primeira etapa compreendeu um inquérito domiciliar transversal em que participaram 677 adultos (53% mulheres). Destes, 16,7% e 11,2% reportaram utilizar a bicicleta no tempo de lazer e no transporte, respectivamente. Em seguida, 24 usuários de bicicleta (50% mulheres) foram recrutados e participaram de entrevistas em grupos focais. O conteúdo das respostas foi analisado com uma matriz conceitual. As barreiras mais reportadas para o uso de bicicleta no lazer foram o “clima ruim” (65,5%), “tráfego intenso” (53,1%), “falta de ciclovias” (48,7%) e “falta de segurança” (44,2%). No transporte, as mais relatadas foram o “clima ruim” (69,7%), “tráfego intenso”, “falta de segurança” e “medo de acidentes” (51,3% cada). A análise comparativa entre as barreiras reportadas no inquérito e aquelas relatadas nos grupos focais mostraram combinação entre sete das 11 barreiras. Algumas barreiras identificadas no inquérito não foram mencionadas nos grupos focais (“má qualidade das ruas”, “poluição”, “não ter bicicleta”, “falta de estacionamento”, “distância até os destinos”). As principais barreiras para o uso de bicicleta estão relacionadas com aspectos do ambiente físico e segurança, independente da abordagem empregada e finalidade de uso. <![CDATA[Higher cardiorespiratory and muscular fitness in males could not be attributed to physical activity, sports practice or sedentary behaviorin young people]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1980-00372018000100043&lng=en&nrm=iso&tlng=en Abstract The purpose of the present study was to analyze if the association between sex with cardiorespiratory and muscular fitness is independent of physical activity, sports practice and sedentary behavior in young people. A cross-sectional study involving 729 participants aged 10 to 17 years. Physical activity, sports practice and sedentary behavior were assessed through a questionnaire. Cardiorespiratory fitness was measured using 20m shuttle run test and were analyzed: VO2max, number of laps and health-related criteria. Muscular fitness was assessed with 90o push-up test and number of repetition and health-related criteria was analyzed. Multiple linear regression was used to estimate β coeficients and Poisson regression estimated prevalence ratios (PR). Male sex was associated to higher cardiorespiratory fitness (VO2max β = 9.04 to 9.77, Laps PR=1.67 to 1.80, health-related criteria PR=2.03 to 2.09) and the same occurred with muscular fitness (repetitions PR=2.81 to 3.01, health-related criteria PR=1.91 to 2.09). Similarly, the stratification of the sample according to physical activity, sports practice and sedentary behavior did not change the associations between sex with cardiorespiratory (VO2max β=8.07 to 10.00, Laps PR=1.49 to 1.85, health-related criteria PR=1.64 to 2.27) and muscular fitness (repetitions PR=2.24 to 3.22, health-related criteria PR=1.76 to 2.06). These data suggest that higher cardiorespiratory and muscular fitness in males could not be attributed to physical activity, sports practice or sedentary behavior in young people.<hr/>Resumo O objetivo do presente estudo foi analisar se a associação entre o sexo e a aptidão cardiorrespiratória e muscular é independente da atividade física, prática esportiva e comportamento sedentário em jovens. Estudo transversal envolvendo 729 participantes com idade de 10 a 17 anos. A atividade física, prática esportiva e o comportamento sedentário foram analisados por meio de um questionário. A aptidão cardiorrespiratória foi medida pelo teste de vai e vem de 20m e foram analisados: VO2max, número de voltas e o critério de saúde. A aptidão muscular foi obtida pelo teste de flexão de cotovelos de 90º e foram analisados o número de repetições e o critério de saúde. A regressão linear múltipla foi utilizada para estimar os coeficientes β e a regressão de Poisson estimou a razão de prevalência (RP). O sexo masculino se associou com a maior aptidão cardiorrespiratória nas análises brutas e ajustadas (VO2max β = 9.04 a 9.77, voltas RP=1.67 a 1.80, critério de saúde RP=2.03 a 2.09) e o mesmo ocorreu com a aptidão muscular (repetições RP=2.81 a 3.01, critério de saúde RP=1.91 a 2.09). A estratificação da amostra de acordo com a atividade física, prática esportiva e comportamento sedentário não alterou as associações entre aptidão cardiorrespiratória (VO2max β=8.07 a 10.00, voltas RP=1.49 a 1.85, critério de saúde RP=1.64 a 2.27) e muscular (repetições RP=2.24 a 3.22, critério de saúde RP=1.76 a 2.06). Os resultados sugerem que a maior aptidão cardiorrespiratória e muscular em meninos não pode ser atribuída à atividade física, prática esportiva ou comportamento sedentário em jovens. <![CDATA[Body image and anthropometric indicators in adolescents living with HIV]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1980-00372018000100053&lng=en&nrm=iso&tlng=en Abstract The aim of this study was to compare body image and anthropometric indicators among adolescents living with HIV and healthy adolescents (control group). In addition, we verified the associations of anthropometric indicators, infection/treatment, sexual maturity, and sociodemographic characteristics with body image in adolescents living with HIV. One hundred and eleven adolescents aged 10 to 15 years were divided into those living with HIV (n = 57) and a control group (n = 54). Body image was investigated using an eight-point body silhouette scale. Body weight, height, circumferences, and skinfolds were measured. Body image dissatisfaction was found in 54.4% of the adolescents living with HIV, with 38.6% of them wishing to increase their body size. Conversely, body image dissatisfaction was due to the desire to reduce body size in the control group (40.7%). No difference between the HIV and control groups was found for the anthropometric indicators analyzed. Gender (β = -0.52), age (β = 0.18), body weight (β = 0.07), body mass index (β = -0.19), and upper arm muscle area (β = -0.08) explained 42% of the variation in the body image score of adolescents living with HIV. Thinness is the main reason for body image dissatisfaction in adolescents living with HIV. Almost half the body dissatisfaction of adolescents living with HIV was explained by demographic and anthropometric variables.<hr/>Resumo Objetivou-se comparar a imagem corporal e os indicadores antropométricos entre adolescentes vivendo com HIV e sem o diagnóstico da infecção (grupo controle). Além disso, foram testadas associações entre variáveis antropométricas, infecção / tratamento, maturação sexual e sociodemográficas com a imagem corporal em adolescentes vivendo com HIV. Participaram 111 adolescentes com idade de 10 a 15 anos, divididos em adolescentes que vivem com HIV (n = 57) e controles (n = 54). A imagem corporal foi investigada a partir da escala de oito silhuetas corporais. As medidas antropométricas realizadas foram massa corporal, estatura, perímetros e dobras cutâneas. Foi encontrado que 54,4% dos adolescentes que vivem com o HIV estavam insatisfeitos com a imagem corporal, sendo que 38,6% indicaram insatisfação por magreza. Por outro lado, adolescentes do grupo controle demonstraram insatisfação com a imagem corporal por excesso de peso (40,74%). Não foi encontrada diferença entre o grupo HIV e controle para os indicadores antropométricos analisados. O sexo (β = -0,52), a idade (β = 0,18), a massa corporal (β = 0,07), o índice de massa corporal (β = -0,19) e a área muscular do braço (β = -0,08) explicaram 42% da variação do escore de imagem corporal em adolescentes que vivem com HIV. A insatisfação com a imagem corporal no grupo HIV é apontada pela magreza e no controle pelo excesso de peso. Quase metade da variação da imagem corporal dos adolescentes que vivem com HIV foram explicadas pelas variáveis demográficas e antropométricas. <![CDATA[Tracking of physical activity in adolescents between 2010 and 2014]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1980-00372018000100064&lng=en&nrm=iso&tlng=en Abstract Even though the benefits of regular physical activity (PA) are well established, national tracking studies are still scarce. The aim of the study was to analyze the tracking of physical activity (PA) in 2010, 2012 and 2014 of adolescents from Jacarezinho, Paraná. Adolescents (ages: 15.6 ± 0.6 years) were evaluated in 2014, who had participated in the 2010 and 2012 surveys. The Baecke questionnaire was used to evaluate the physical activity fields: school, sports and leisure time. ANOVA for repeated measures was used to compare the physical activity index (PAI) in years 2010, 2012 and 2014. The Spearman correlation coefficient was used to relate PAI obtained in 2014 with previous years. Significant reduction was observed in both sexes in the total and school index in 2012 and 2014 in relation to 2010. The leisure time index also presented a significant reduction in male sex from 2012 to 2014 (p&lt;0.05). In the correlation between 2014 and the previous years, boys demonstrated weak association in the leisure index in 2010 (rho=0.292). In the female sex, values were significant in the leisure time and total indexes (rho=0.263; rho=0.307) in 2010 and in the sports and total indexes (rho=0.337; rho=0.332) in 2012. The research indicates that PA of adolescents decreased with age advancement, resulting in low to moderate tracking.<hr/>Resumo Embora os benefícios da prática regular de atividade física (AF) estejam bem estabelecidos na literatura, estudos nacionais de rastreamento (tracking) ainda são escassos. O objetivo do estudo foi analisar o tracking da atividade física entre 2010, 2012 e 2014 em adolescentes de Jacarezinho, Paraná. Foram avaliados em 2014 adolescentes (idades: 15,6 ± 0,6 anos) que já tinham participado do levantamento em 2010 e 2012. A atividade física foi avaliada pelo questionário de Baecke nos domínios: escolar, esportivo e lazer. ANOVA para medidas repetidas foi adotada para comparar os índices de atividade física (IAF) entre 2010, 2012 e 2014. O coeficiente de correlação de Spearman foi empregado para associar os IAF obtidos em 2014 com os anos anteriores. Foi observada redução significativa em ambos os sexos nos índices total e escolar de 2012 e 2014 em comparação ao ano de 2010. O índice lazer também apresentou redução significativa no sexo masculino de 2012 a 2014 (p&lt;0,05). Na correlação entre 2014 e os anos anteriores, os meninos demonstraram fraca associação no índice lazer em 2010 (rho=0,292). Já no sexo feminino, os valores foram significativos nos índices lazer e total (rho=0,263; rho=0,307) em 2010 e nos índices esportivo e total (rho=0,337; rho=0,332) no ano de 2012. Os achados indicam que a AF dos adolescentes diminuiu com o avanço da idade, tendo como resultado o tracking fraco a moderado. <![CDATA[Do paralympic track and field athletes have low energy availability?]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1980-00372018000100071&lng=en&nrm=iso&tlng=en Abstract One of the greatest challenges when working with athletes is to achieve the energy demands for physiological processes and exercise expenditure. The aim of this study was to assess the energy availability (EA) of Paralympic track and field athletes (sprinters). Seventeen athletes (9 male and 8 female) with visual impairment (VI, n=10), cerebral palsy (CP, n=4) and limb deficiency (LD, n=3) were assessed for energy intake (EI) (4-day food photographic record), energy expenditure with exercise (EEex) (motion sensor), and body composition (skinfolds method). Energy availability was estimated using the equation: EA = (EIkcal - EEexkcal) / fat-free mass (FFM) / day, and values ≤ 30kcal/kgFFM/day were considered as low energy availability (LEA). EEex varied from 130 to 477kcal/h and athletes trained in average for 3.2 hours per day. Mean EA for VI, LD and CP were 36 (2.19), 37 (1.90) and 38 (3.38) kcal/kgFFM/day, respectively. Most (82.3%) participants presented EA below ≥ 45kcal/kgFFM/day, throughout the days, which are the recommended values for athletes without disability. Athletes should be encouraged to consume adequate EA to avoid consequences related to low energy availability. There is need of further research to identify cut-off values adequate for this population.<hr/>Resumo Um dos maiores desafios ao trabalhar com atletas é alcançar as demandas de energia para os processos fisiológicos e despesas com exercícios. O objetivo deste estudo foi avaliar a disponibilidade de energia (EA) dos atletas paralimpico de atletismo (velocistas). Dezessete atletas (9 homens e 8 mulheres) com deficiência visual (VI, n=10), paralisia cerebral (CP, n=4) e deficiência motora (LD, n=3) foram avaliados quanto à ingestão de energia (EI) (4 dias de registro fotográfico dos alimentos), gasto de energia com exercício (EEex) (sensor de movimento) e composição corporal (método de dobras cutâneas). A disponibilidade de energia foi estimada usando a equação: EA = (EIkcal - EEexkcal) / massa livre de gordura (FFM) / dia e, os valores ? 30kcal/kgFFM/dia foram considerados como baixa disponibilidade de energia (LEA). O EEex variou de 130 a 477kcal/h e os atletas treinaram em média por 3,2 horas por dia. A EA média para VI, LD e CP foi 36 (2,19), 37 (1,90) e 38 (3,38) kcal/kgFFM/dia, respectivamente. A maioria (82,3%) participantes apresentaram EA abaixo de ? 45kcal/kgFFM/ dia, ao longo dos dias, que são os valores recomendados para atletas sem deficiência. Os atletas devem ser encorajados a consumir EA adequada para evitar conseqüências relacionadas a baixa disponibilidade de energia. Há necessidade de pesquisas adicionais para identificar valores de corte adequados para essa população. <![CDATA[Profiling and predicting performance of indoor rock climbers]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1980-00372018000100082&lng=en&nrm=iso&tlng=en Abstract The aim of this study is to establish somatotype and profile the anthropometric and biomotor characteristics of indoor rock climbers. Fourteen elite level male and ten recreational female Iranian indoor rock climbers completed a battery of tests. All anthropometric measurements were performed according to the recommendations of international standards for anthropometric assessment. Upper body strength and endurance were assessed by isometric tests. Explosive power and balance were also evaluated by Sargent jump and Star Excursion Balance Test (SEBT), respectively. Samples’ somatotypes were calculated by the method of Heath and Carter. Pearson’s correlation coefficient and partial correlations were calculated and stepwise multiple regression analyses were implemented to determine a set of best predictors of elite male climbers’ ability. Shoulder width, body fat content, upper-body strength and endurance for females, showed the most correlation with the climbing ability (range: r = 0.46–0.7, p ≤ 0.05), while among the male samples, these correlations with the climbing ability were mostly between WHR, absolute and relative to body mass handgrip strength, SEBT performance and the left-hand digit ratio. The results of stepwise multiple regression revealed that the SEBT performance in the posterior direction of right foot stance and Upper Extremity Girth Index are able to explain 62% of the variance of climbing ability. It is likely that decreasing the fat mass has no direct impact on the climbers’ performance. Also, SEBT performance is able to predict 35% of climbing performance. Hence, it seems balance exercises could be effective in improvement of climbing performance.<hr/>Resumo O objetivo do estudo foi estabelecer o somatotipo, o perfil antropométrico e neuromotor de escaladores indoor. Quatorze atletas do sexo masculino de elite e 10 atletas recreacionais do sexo feminino do Irã da modalidade escalada indoor participaram da pesquisa. Todas as medidas antropométricas foram coletas conforme padronizações internacionais. Força e resistência dos membros superiores foram avaliadas por teste isométrico. Força explosiva e equilíbrio foram avaliados pelos testes Sargent jump e Star Excursion Balance (SEBT), respectivamente. O somatotipo foi calculado pelo método Heath e Carter. O coeficiente de correlação de Pearson, correlações parciais e a análise de regressão múltipla foram utilizados. Largura do ombro, percentual de gordura corporal, força e resistência dos membros superiores para as mulheres apresentaram correlação positiva com a capacidade de escalar (ranque: r = 0,46–0,70, p ? 0,05). Para os homens, a habilidade de escalar foi associada com a razão cintura estatura, força de preensão manual absoluta e relativa à massa corporal, ao equilíbrio e a proporção digital da mão esquerda. O desempenho no SEBT e o índice de circunferência dos membros superiores tiveram o poder de explicar 62% na variação da capacidade de escalar. É provável que diminuir a massa de gordura não tenha impacto direto no desempenho dos escaladores. Além disso, o desempenho do SEBT é capaz de prever 35% do desempenho de escalada. Portanto, parece que os exercícios de equilíbrio podem ser eficazes na melhoria do desempenho de escalada. <![CDATA[Construct validity and reliability of a checklist for volleyball serve analysis]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1980-00372018000100095&lng=en&nrm=iso&tlng=en Abstract This study aims to investigate the construct validity and reliability of the checklist for qualitative analysis of the overhand serve in Volleyball. Fifty-five male subjects aged 13-17 years participated in the study. The overhand serve was analyzed using the checklist proposed by Meira Junior (2003), which analyzes the pattern of serve movement in four phases: (I) initial position, (II) ball lifting, (III) ball attacking, and (IV) finalization. Construct validity was analyzed using confirmatory factorial analysis and reliability through the Cronbach’s alpha coefficient. The construct validity was supported by confirmatory factor analysis with the RMSEA results (0.037 [confidence interval 90% = 0.020-0.040]), CFI (0.970) and TLI (0.950) indicating good fit of the model. In relation to reliability, Cronbach’s alpha coefficient was 0.661, being this value considered acceptable. Among the items on the checklist, ball lifting and attacking showed higher factor loadings, 0.69 and 0.99, respectively. In summary, the checklist for the qualitative analysis of the overhand serve of Meira Junior (2003) can be considered a valid and reliable instrument for use in research in the field of Sports Sciences.<hr/>Resumo O estudo tem como objetivo investigar a validade de construto e fidedignidade da lista de checagem para análise qualitativa do saque por cima do Voleibol. Participaram do estudo 55 sujeitos do sexo masculino com idades entre 13 e 17 anos. O saque por cima foi analisado utilizando a lista de checagem de Meira Junior (2003) que analisa o padrão de movimento do saque em quatro fases: posição inicial, levantamento da bola, ataque à bola e finalização. A validade de construto foi analisada utilizando análise fatorial confirmatória e a fidedignidade através do coeficiente alfa de Cronbach. A validade de construto foi suportada pela análise fatorial confirmatória com os resultados do RMSEA (0,037 [Intervalo de confiança 90% = 0,020-0,040]), CFI (0,97) e TLI (0,95) indicando um bom ajuste do modelo. Em relação à fidedignidade, o coeficiente alfa de Cronbach foi de 0,661, sendo este valor considerado aceitável. Dentre os itens da lista de checagem, o lançamento da bola e o ataque à bola apresentaram maiores cargas fatoriais, com 0,69 e 0,99, respectivamente. Em síntese, a lista de checagem para análise qualitativa do saque por cima de Meira Junior (2003) pode ser considerada um instrumento válido e confiável para utilização em pesquisas na área das Ciências do Esporte. <![CDATA[Assessment of bone mineral density in young female handball players]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1980-00372018000100102&lng=en&nrm=iso&tlng=en Abstract Optimizing bone mass gain during childhood and adolescence may help prevent bone diseases in advanced ages. The aim of this study was to verify the bone mineral density (BMD) and bone mineral content (BMC) in female adolescent’s handball players. This is a cross-sectional study where 68 female adolescents (12–17 years) were allocated into two groups: handball players (n = 29) (HG) and control group (n = 39) (CG). BMC and BMD from total body (TB), total body less head (TBLH), lumbar spine (L1–L4), femoral neck (FN), Ward’s triangle (WT) and respectively Z-scores were measured using dual-energy X-ray absorptiometry (DXA). Sexual maturity, menarche, PHV, time of sun exposure, physical activity level and Calcium and vitamin D intake were assessed. The HG showed significantly higher BMC, BMD as well Z-scores values (p≤0.05) of total body, TBLH, femoral neck, hip and lumbar spine than the CG. When the values were adjusted for lean soft tissue (LST) the HG showed significantly higher BMC of femoral neck (p≤0.05), as well as BMD of TBLH and femoral neck (p≤0.05) and Z-score values all bone sites except hip, than the CG. We conclude that handball players have significantly higher bone mass values compared to group of girls of the same age.<hr/>Resumo Otimizar o ganho da massa óssea durante a infância e adolescência pode auxiliar na prevenção de doenças ósseas em idades mais avançadas. Objetivou-se verificar a densidade mineral óssea (DMO) e conteúdo mineral ósseo (CMO) em adolescentes do sexo feminino. Foi realizado um estudo transversal com 68 meninas adolescentes (12 a 17 anos), divididas em dois grupos: jogadoras de handebol (HG: n=29) e grupo controle (CG: n=39). DMO e CMO de corpo inteiro (TB), corpo total menos cabeça (TBLH), coluna lombar (L1-L4), colo do fêmur (FN) e triângulo de Ward’s (WT) e respectivos escore Z foram medidos usando a absorciometria por dupla emissão de raios-x (DXA). Também foi avaliada a maturidade sexual, menarca, PVC e ingestão de cálcio e vitamina D. As jogadoras de handebol mostraram valores de CMO, DMO e respectivos escores Z do corpo inteiro, TBLH, fêmur, quadril e coluna lombar significativamente maiores quando comparados ao grupo controle. Quando ajustados para a massa isenta de gordura o grupo HG apresentou valores maiores para o CMO do fêmur e DMO do fêmur e TBLH; e nos valores de escore Z de todos os sítios ósseos, exceto o quadril, quando comparadas ao CG. Concluímos que as jogadoras de handebol têm valores de massa óssea significativamente maiores comparadas ao grupo de meninas da mesma idade. <![CDATA[Aerobic fitness is associated with improved repeated sprints ability of basketball players after six weeks of training during preseason]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1980-00372018000100114&lng=en&nrm=iso&tlng=en Abstract The repeated sprints ability (RSA) is considered an important attribute for basketball, being aerobic fitness pointed out as limiting factor for repetition of sprints. The aim of the study was to verify if the change in VO2PEAK is related to the improvement of RSA after six weeks of training during preseason. Twelve male college basketball players aged 18-24 participated in the study. Players were submitted to body composition evaluation, maximum incremental treadmill test and RSA test (6x30-m) before and after six weeks of training. For the purpose of the study, the calculation of the change percentage delta was used. Paired t-test was used to verify differences after training and Pearson’s correlation and simple linear regression were used to verify the relationship between ∆%VO2PEAK and ∆%RSA. There were improvements in RSAPEAK (t (1.11) = 2.7, p = 0.023); RSAMEAN (t (1.11)= 2.8, p= 0.019); RSATOTAL (t (1.11)= 2.6, p= 0.028); RSADEC (t (1.11)= 2.9, p= 0.015); and sprints 4 (t (1.11)= 2.4, p= 0.037); 5 (t (1.11)= 3.14, p= 0.010); and 6 (t (1.11)= 3.65,p= 0.004) and VO2PEAK (t (1.11)= -5.4, p &lt;0.001); ∆%VO2PEAK was related to ∆%RSAMEAN (r= -0.667; r2= 0.383), ∆%RSATOTAL (r= -0.673; r2= 0.393), ∆%Sprint 3 (r= -0.669; r2= 0.387), ∆%Sprint 4 (r= -0.659 ; r2 = 0.371), ∆%Sprint 5 (r= -0.689; r2 = 0.413), ∆%Sprint 6 (r= -0.678; r2 = 0.400). It is possible to conclude that ~ 39% of the improvement in variables associated with the maintenance of repeated sprints (RSAMEAN, RSATOTAL, Sprints 3,4,5 and 6) of basketball players was accompanied by an increase of ~ 7.5% in VO2PEAK.<hr/>Resumo A capacidade de sprints repetidos (CSR) é considerada um importante atributo para o basquetebol, sendo a aptidão aeróbica apontada como fator limitante para a repetição dos sprints. O objetivo do estudo foi verificar se a mudança no VO2PICO se relaciona com a melhoria da CSR após seis semanas de treinamento durante o período preparatório. 12 atletas de basquetebol universitário do sexo masculino com idade entre 18-24 anos participaram do estudo. Os atletas foram submetidos a uma avaliação da composição corporal, teste incremental máximo em esteira e teste de CSR (6x30-m) antes e após seis semanas de treinamento. Para efeito do estudo recorreu-se ao cálculo do delta percentual de mudança. Teste t pareado foi utilizado para verificar as diferenças após o treinamento e a correlação de Pearson e regressão linear simples foram utilizadas para verificar a relação entre o ∆%VO2PICO e ∆%CSR. Observou-se melhorias nos índices CSRPICO (t(1,11)= 2,7; p=0,023); CSRMÉDIA (t(1,11)= 2,8; p=0,019); CSRTOTAL (t(1,11)= 2,6; p=0,028); CSRDEC (t(1,11)= 2,9; p=0,015); e sprints 4 (t(1,11)= 2,4; p=0,037); 5 (t(1,11)= 3,14; p=0,010); e 6 (t(1,11)= 3,65; p=0,004) e VO2PICO (t(1,11)= -5,4; p&lt;0,001); O ∆%VO2PICO se relacionou com o ∆%CSRMÉDIA (r=-0,667; r2= 0,383), ∆%CSRTOTAL (r= -0,673; r2= 0,393), ∆%Sprint 3 (r=-0,669; r2=0,387), ∆%Sprint 4 (r=-0,659; r2=0,371), ∆%Sprint 5 (r=-0,689; r2=0,413), ∆%Sprint 6 (r=-0,678; r2=0,400). É possível concluir que ~39% da melhoria das variáveis associadas com a manutenção de sprints repetidos (CSRMÉDIA; CSRTOTAL; sprints 3,4,5 e 6) dos atletas de basquetebol foi compartilhada pelo aumento de ~7,5% no VO2PICO.