Scielo RSS <![CDATA[Fractal : Revista de Psicologia]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=1984-029220140005&lang=es vol. 26 num. SPE lang. es <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[Editorial]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-02922014000500493&lng=es&nrm=iso&tlng=es <![CDATA[Cartografías de un pensamiento corporante: arte, teatro y subjetividad desde G. Deleuze]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-02922014000500495&lng=es&nrm=iso&tlng=es El presente trabajo es un modo de conjugar la potencia activa del pensamiento estético deleuziano en relación con el arte, el teatro y la escritura. El cuerpo se presenta como el espacio privilegiado de creación y exploración de las sensibilidades, como un campo de batalla estético-político de las subjetividades. Así, el pensamiento corporante sería una cartografía estética de las sensaciones, donde el cuerpo conjura desde la crítica, lo lúdico y lo perverso, las insistentes formas de la identidad, de la mismidad, su armonía y su condición dogmática de capturar las fuerzas creativas.<hr/>The present work is a way of conjugating the effective power of Deleuzian aesthetic thought in relation to art, theater and writing. The body is presented as the privileged space of creation and exploration of sensitivities, as a field of battle of aesthetic-political subjectivities. Thus the corporealizing thought would be a cartography of aesthetic sensations, where the body conjures from critical, playful and perverse, insistent forms of identity, of sameness, its harmony and its dogmatic condition of capturing the creative forces. <![CDATA[Pensar a la intemperie: la crítica expuesta al riesgo de la experimentación]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-02922014000500509&lng=es&nrm=iso&tlng=es La experimentación en arte constituye un objeto refractario para la crítica, que ve sus categorías cuestionadas, desbordadas por la propia naturaleza de su objeto. Más allá de las formas consagradas de la historia del arte, el crítico que se aproxima de la experimentación artística es aquel que, sin reservas, pone a prueba la cultura, abriéndose a la multiplicidad de sus sentidos y a la imprevisibilidad de sus pulsiones. El presente trabajo pretende explorar las tensiones que, al nivel de la experiencia estética, la experimentación produce en nuestras subjetividades, a instancias de su apreciación, su interpretación o su crítica.<hr/>Experimentation in arts constitute a refractory object for critics, whom see their concepts in question. Beyond the consecrated forms of history of art, their philosophical presuppositions and academic compromises, any critic that approaches artistic experimentation tests the culture of his time, exposing his subjectivity to the multiplicity of senses and the drives of his desire, without preconceived ideas of any kind of knowledge, truth or reason to conquer. This paper aims to explore the tensions that, at the level of aesthetic experience, are produced in our subjectivities every time we appreciate, interpret or critic experimental art. <![CDATA[Héctor Viel Temperley: de la invisibilidad a la categoría de "poeta de culto"]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-02922014000500523&lng=es&nrm=iso&tlng=es En el presente artículo, se comprueba cómo la adopción de ciertas categorías teórico-críticas impide la visibilidad de ciertos escritores que no se adecuan a ellas. Es el caso del poeta argentino Héctor Viel Temperley, invisible cuando se enfoca la literatura desde las categorías sociológico-estructurales de Pierre Bourdieu, que entienden el campo intelectual como un mercado de puestos fijos donde grupos de escritores ocupan espacios prefijados. Enfocado desde nociones deleuzianas como nomadismo, rizoma, desterritorialización y minoración y de las operaciones de visibilidad de Rancière, pasó a ser visible y a ocupar un lugar de privilegio para la crítica argentina de poesía.<hr/>This article shows that working with certain theoretical-critical categories makes invisible those writers who do not fit within them. We will concentrate on the Argentine poet Héctor Viel Temperley, who becomes invisible when you consider literature from sociological categories such as Pierre Bourdieu's "structure of the intellectual field", that understands it as a market with fix positions where groups of writers occupy pre-established places. Considering him from Deleuzian notions such as nomadism, rhizome, deterritorialization, and minoration, as well as from Rancière's idea of visibility operations, becomes not only visible but occupies a specially privileged place for Argentine poetry critics. <![CDATA[Clinic of Trauma and narrative of suffer]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-02922014000500535&lng=es&nrm=iso&tlng=es Pretende-se analisar o nexo entre trauma e narração. Nos concentraremos no arco histórico que liga a categoria de "síndrome do sobrevivente", popular na década de 1960, até o reconhecimento da categoria de "Transtorno de Estresse pós-traumático" em 1980. O tema é analisado pela leitura de autores contemporâneos ligados à genealogia foucaultiana, como Ruth Leys, Ian Hacking e Paulo Vaz. Conclui-se que essa nova concepção do trauma modifica a relação entre trauma e narração, fazendo com que a experiência traumática seja destacada em narrativas midiáticas, literárias e cinematográficas como evidência de atrocidades externas e independentes do sujeito. Em outros termos, tendem a realçar a fragilidade humana.<hr/>It is intended to analyze the link between trauma and narration. We will focus on the historic arch that connects the category of "survivor syndrome", popular in the 1960s, to a recognition of the category of "Posttraumatic Stress Disorder" in 1980's. The theme is analyzed by reading contemporary authors linked to Foucault's genealogy, as Ruth Leys, Ian Hacking and Paulo Vaz. It is concluded that this new conception of trauma modifies the relationship between trauma and narrative, making the traumatic experience is highlighted in media, literary and cinematic narratives as evidence of atrocities external and independent of the subject. In other words, tend to emphasize human frailty. <![CDATA[The cloud's body: the use of fiction in the Social Psychology]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-02922014000500551&lng=es&nrm=iso&tlng=es Quando falamos da construção de objetos em qualquer especialidade dita científica, costumamos descartar certos elementos de nossa experiência os quais são considerados demasiado incertos para fazerem parte da constituição do campo de pesquisa e/ou intervenção: sensações, afetos, experiências singulares, possibilidades nebulosas, tensões incoerentes, etc. No entanto, toda essa nuvem virtual de sutilezas é parte fundamental de nossa articulação mundana, dando concretude aos nossos encontros com o mundo. Como falar destes elementos em nossas pesquisas? O presente artigo pretende problematizar as possibilidades das políticas de hibridização entre as estratégias de produção de conhecimento das ciências e das artes.<hr/>When we talk about building objects in any specialty called scientific, we usually to rule out certain elements of our experience which are considered too uncertain to be part of the constitution of the field of research and/or intervention: sensations, emotions, unique experiences, nebulae possibilities, tensions incoherent, etc. However, all this virtual cloud of deceit is fundamental part of our worldly articulation, giving concreteness to our encounters with the world. How to speak of these elements in our research? This article aims to discuss the possibilities of a onto-epistemological hybridizing politics of the knowledge strategies from Arts and Social Psychology. <![CDATA[Fiction: an ethical-political ante to sciences]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-02922014000500577&lng=es&nrm=iso&tlng=es Apresento o conceito de ficção como um recurso metodológico para as ciências, partindo da proposta genealógica de Michel Foucault que compreende a ficção como uma potência de desestabilização dos regimes de saber/poder, assim como de interpelação dos regimes de sensibilidade com que o presente é percebido. Nesse sentido, o termo ficção constitui uma alternativa ético-política ao conceito de utopia, uma vez que este faz funcionar estratégias macropolíticas e universalizantes, ao passo que a ficção oferece uma alternativa micropolítica para a problematização da realidade atual para além da configuração histórica com que ela se apresenta.<hr/>I present the concept of fiction as a methodological tool for contemporary science, through the Michel Foucault's genealogical approach that understands fiction as potency for destabilizing the knowledge/power regimes, as well as to challenge the sensibility regimes in which one can perceive the present. Hence the term fiction is an ethical-political alternative to the concept of utopia, since utopia enhances macro politics and universalizing strategies, as fiction offers a micro politic alternative to interrogate actual reality beyond the historical form as it presents itself. <![CDATA[About the use of sublimation as an instrument for a "metapsychology of the art"]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-02922014000500593&lng=es&nrm=iso&tlng=es Neste artigo investigaremos a noção freudiana de sublimação e seu uso como mecanismo explicativo para os processos artísticos. Notaremos que, pela sua construção, aliás, confusa e carente de formalização conceitual, é impossível separar a sublimação do campo clínico no qual nasce e no qual encontra sua potência, como descrição de uma vicissitude e de uma possibilidade de lidar com a pulsão. Dessa forma, proporemos uma delimitação de qualquer "metapsicologia da arte" como instrumento clínico, antes que como instrumento de análise ou crítica da arte. Não obstante, notaremos a influência recíproca entre a psicanálise e a estética de seu tempo.<hr/>In this paper we investigate the Freudian notion of sublimation, as well as its use as an explicative mechanism for artistic processes. We'll note that, due to its construction, by the way confuse and poor in conceptual formalization, it is impossible to separate sublimation from the clinical field where it was born and where it finds its potency. Thus, we propose a demarcation to any "metapsychology of the art" as a clinical instrument, rather then an instrument for the analysis or the critics of the art. Nevertheless, we shall notice the reciprocal influence between psychoanalysis and the aesthetics of its time. <![CDATA[Self-help literature and the production of female subjectivity]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-02922014000500607&lng=es&nrm=iso&tlng=es Neste artigo visamos uma análise crítica das condições de subjetivação oferecidas a partir da literatura de autoajuda da virada do século. Propomos seis categorias a fim de evidenciar o ideal identitário propagado nos textos alocando-os segundo o que é sua suposta essência, papéis sociais e valores. Apoiados nos estudos de Lasch e Giddens, percebemos que esta identidade feminina essencial, reitera o lugar de subjugação da mulher na sociedade ocidental. Seguindo pistas de Guattari e Rolnik, propomos uma concepção de subjetividade aquém da identidade e da essência individual ou de gênero, como atualização de forças de afetação e desejo.<hr/>This article makes a critical analysis of the conditions of the subjective production offered by self-help literature in the end of XX century. We propose six categories in order to demonstrate the identitary ideals propagated in the texts, as they antagonize sexes, we allocate them according to what is supposed to be its essence, social papers and values. Supported in Lasch's and Giddens' studies, we realize that this essential feminine identity, reiterates women's subjugation in western society. Following Guattari and Rolnik's clues, we propose a conception of subjectivity that precides identity and individual essence or gender formations, as an upgrading of affection and desire forces. <![CDATA[The constitution of the impulse-image in <em>Chronically Unfeasible and Mango Yellow</em>]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-02922014000500629&lng=es&nrm=iso&tlng=es Este artigo retoma o debate inaugurado por Gilles Deleuze sobre a imagem-pulsão e avalia como tais imagens se fazem presentes no cinema brasileiro contemporâneo. O trabalho recua até Sigmund Freud para explicitar o conceito de pulsão e até Herbert Marcuse para pensar o engajamento das pulsões nas relações socioculturais. Neste percurso, descreve-se uma nova forma de pensamento no cinema a partir do conceito. No contexto do cinema brasileiro, identificou-se que não há um filme constituído unicamente por imagens-pulsão, em lugar disso, elas se encontram dispersas em cenas de diferentes filmes, desempenhando funções diversas nas relações entre mundos originários e derivados.<hr/>This paper aims to continue the debate began by Gilles Deleuze about the impulse-image and evaluate in which ways these images exist in contemporary Brazilian cinema. In order to describe how the impulse-images produce a new thought in Cinema, it's retrieved the psychoanalytic concept of Drive in Sigmund Freud's theory and its use by Herbert Marcuse in Sociology. In this work, it's concluded that the impulse-image in contemporary cinema does not characterize films in its strict sense, but it's found dispersed in scenes from different films, also having an important role in the relationships between originary worlds and derived milieux. <![CDATA[The reduction to the gesture: Mira Schendel meets Walter Benjamin]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-02922014000500645&lng=es&nrm=iso&tlng=es O artigo analisa o trabalho da artista plástica suíço-brasileira Mira Schendel a partir de um conceito proposto por Walter Benjamin. Em Schendel, a busca por uma experiência primordial - um núcleo não representável que habita toda representação - se expressa pela redução a um gesto fundante, gesto este que costuma estar encoberto, nas artes em geral, por um excesso de adornos, metáforas e sentidos figurados. Este procedimento, descrito por Benjamin em seu ensaio sobre Kafka, foi por ele nomeado como redução ao gesto. O artigo procura explorar a potência deste conceito, trabalhando o modo como Schendel foi capaz de formalizá-lo plasticamente em sua obra.<hr/>The article uses a concept proposed by Walter Benjamin for understanding the artwork of Swiss-Brazilian painter Mira Schendel. In Schendel, the search for a primordial experience - a non representable core that inhabits each representation - is expressed by the reduction to a foundational gesture which is usually concealed by an excess of ornamentation, metaphors and figurative meanings. This procedure was described in Benjamin's essay on Kafka, where he calls it reduction to the gesture. The article tries to explore the power of this concept, working the way Schendel coul formalize it in her artwork. <![CDATA[The poetic universe of Vitória Basaia]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-02922014000500659&lng=es&nrm=iso&tlng=es A artista plástica Vitória Basaia é capaz de parir mundos usando matérias primas refugadas pela sociedade. A Casa Basaia é o seu local de moradia e também o seu ateliê. A casa se transformou ao longo dos anos em uma espécie de museu. Nesse artigo, sondamos esse universo a partir da análise das obras, materiais, técnicas e preocupações ontológicas da artista relacionadas à criação. Com base em conceitos de autores como Deleuze, Guattari, Bertoloto, Bachelard e Brandão, observamos como a inquietação da artista se converte em programa de arte e constitui o seu universo poético, territorializado na Casa Basaia.<hr/>The artist, Vitória Basaia, is able to give birth to different worlds using raw materials refused or withdrawn by society. The Basaia House is her place of residence and also her studio. The house has been transformed into a sort of museum over the years. In this article, we explore this universe based on analysis of her works, materials, techniques and ontological discussions regarding the artist's creation. Based on concepts from authors such as Deleuze, Guattari, Bertoloto, Bachelard and Brandão, we observe how the artist's restlessness becomes into art program and consists in her poetic universe, territorialized in the House Basaia. <![CDATA[From the police narrative to the <em>noir</em>: the new faces of narrative of violence]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-02922014000500679&lng=es&nrm=iso&tlng=es O presente artigo se propõe a, num primeiro momento, descrever a evolução do gênero policial, do seu surgimento até sua transformação, numa nova categoria, designada por noir. Partindo deste ponto, trabalham-se as especificidades do chamado romance negro, suas motivações e suas peculiaridades, inseridas na estrutura social contemporânea, discutindo, por sua relação intrínseca, a violência e a morte. A fim de exemplificar esta construção narrativa, usa-se o conto "Tempestade sobre a Montanha", de Wander Antunes, numa análise que permite vislumbrar as manifestações temáticas e estruturais deste novo gênero adaptadas à realidade brasileira.<hr/>This article intends to, at first, describe the evolution of the detective genre, from its inception until its transformation into a new category, called noir. From this point, work the specificities of 'black romance, their motivations and their peculiarities, set in contemporary social structure, arguing for its intrinsic relationship, violence and death. In order to illustrate this narrative construction, it uses the story "Tempestade sobre a montanha", of Wander Antunes, an analysis paves the thematic and structural manifestations of the new genus adapted to the Brazilian reality. <![CDATA[The art of narrating the story of a life in Orhan Pamuk: possible approaches to the ideas of Sigmund Freud]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-02922014000500695&lng=es&nrm=iso&tlng=es Este ensaio objetiva discutir alguns trechos do livro Istambul: Memória e Cidade. Nessa obra, a arte de narrar a história de uma vida está em articular memória coletiva, trajetória singular e a hüzün, o afeto compartilhado pelos habitantes da cidade. As autoras exercitam a reflexão sobre o pensamento que está contido na arte da escrita e estabelecem possíveis aproximações "entre" dois campos diversos do saber: a literatura de Orhan Pamuk e a psicanálise de Sigmund Freud. Nessa aproximação, são destacados: a melancolia, o estranhamento e o processo de criação do romancista que faz eco com as pulsões de vida.<hr/>This paper discusses some excerpts from the book Istanbul: Memories and the City. In this work, the art of narrating the story of a life is to articulate collective memory, singular trajectory and hüzün, affection shared by the inhabitants of the city. The authors exercite reflection about the thought that is contained in the art of writing and establish possible similarities "between" two different fields of knowledge: Orhan Pamuk's literature and Sigmund Freud's psychoanalysis. In this approach, are highlighted: melancholy, alienation and the creation of the novelist that echoes the life drives process. <![CDATA[Survivals, undergroundness, sparkles: live work of literary creation]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-02922014000500715&lng=es&nrm=iso&tlng=es O artigo tem como objetivo refletir sobre algumas relações entre criação literária, trabalho vivo e processos de subjetivação. O trabalho vivo é caracterizado como processo de criação que implica o poder de sentir, pensar e inventar. A criação literária é analisada como referência crítica às instituições das formas alienadas de viver. São propostos os conceitos de trabalho morto, subjetivação alienada, ética viva e poética da subjetivação. Com base nestas proposições, busca-se analisar a poética da subjetivação como ação que produz e é produzida pelo trabalho vivo, e também suas ressonâncias ético-políticas nos processos de construção das formas politicamente qualificadas de viver.<hr/>The article aims to analyze some relations between literary creation, living labor and processes of subjectivity. Living labor is characterized as a creation process that involves the power to feel, think and invent. The literary creation is analyzed as a critical reference of alienated forms of institutions to live. We propose the concepts of dead labor, alienated subjectivity, lively and poetic ethics of subjectivity. Based on these propositions, we seek to examine the poetic of subjectivity as an action that produces and is produced by living labor, and also its ethical-political resonances in the process of building the politically qualified forms of living. <![CDATA[The literary reading and the staging of the paradoxes of language]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-02922014000500729&lng=es&nrm=iso&tlng=es O presente artigo tem como objetivo analisar os paradoxos deflagrados na leitura literária. Mostramos que o paradoxo aponta para a dissolução das identidades fixas e do sentido único. Partindo da concepção da literatura como escrita transgressiva, procuramos compreender a dinâmica relativa à leitura literária à luz da noção de paradoxo. Concluirmos à luz do entendimento da leitura literária como cena paradoxal, que em sua experiência não há um sentido único, comportando inúmeras exegeses, nem identidades fixas, pois assinala para a evanescência do leitor, a morte do autor e o desmantelamento da obra.<hr/>This article aims to analyze the paradoxes triggered in literary reading. We show that the paradox points to the dissolution of the fixed identities and the unique sense. From the conception of literature as transgressive writing, we understand the dynamics on the literary reading in the light of the notion of paradox. Conclude in the light of understanding of reading literary scene as paradoxical, that in his experience there isn't a single direction, comprising numerous exegeses, or fixed identities, because it points to the evanescence of the reader, the author's death and the dismantling of the work. <![CDATA[Cosas simples]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-02922014000500749&lng=es&nrm=iso&tlng=es El presente ensayo presenta algunas impresiones producidas por un cuadro de Paul Cézanne. Las auténticas conexiones se establecen por contagio, no por transmisión erudita. Cuando a fines del siglo 19 comienzan a emerger las obras de Cézanne, nadie, ni él mismo, entendía con claridad qué es lo que estaba en juego en ellas. Los primeros en vislumbrar la irrupción de una mutación profunda fueron algunos artistas, pintores, poetas, escritores, luego se sumaron algunos críticos y por fin varios filósofos.<hr/>The essay presents some impressions produced by a Paul Cézanne's picture. Authentic connections are contagious; they do not work through erudition. When by the end to the Nineteenth Century Cézanne's works start to emerge, nobody, not even himself, knew what it was all about. The first ones to have a glimpse of a mutation were some artists, painters, poets, writers, then slowly some critics joined them, and at last a few philosophers. <![CDATA[Manufacturing the human]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-02922014000500757&lng=es&nrm=iso&tlng=es O texto faz a resenha do livro A Fabricação do Humano: Psicanálise, Subjetivação e Cultura, que tem por objetivo oferecer ao leitor um rico panorama no qual diferentes análises sobre a fabricação de experiências contemporâneas em torno de montagens subjetivas atestam ou problematizam a inconsistência ontológica do humano. A tolerância epistemológica, a suposição de imanência da alteridade na fabricação do humano e atitude genealógica são marcas que atravessam os capítulos deste livro na análise de diferentes objetos de pesquisa. O livro contribui para a reflexão crítica sobre os impasses subjetivos na atualidade, oferecendo um arguto diagnóstico do presente.<hr/>The text is a review of the book "The Making of the Human: Psychoanalysis, Subjectivity and Culture" which aims to offer the reader a rich panorama in which different analyses on the manufacture of contemporary experiences around subjective assemblies testify or question the ontological inconsistency of human. The epistemological tolerance, the assumption of immanence of alterity in the manufacture of human and genealogical attitude are brands crossing the chapters of this book in the analysis of different research objects. The book contributes to the critical reflection on subjective impasses today, offering an astute diagnosis of the present.