Scielo RSS <![CDATA[Topoi (Rio de Janeiro)]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=2237-101X20190001&lang=es vol. 20 num. 40 lang. es <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[Interview with Paul Thompson Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2237-101X2019000100006&lng=es&nrm=iso&tlng=es <![CDATA[Entrevista com Marieta de Moraes Ferreira]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2237-101X2019000100019&lng=es&nrm=iso&tlng=es <![CDATA[Discursos “impíos y sediciosos” en Portugal para fnales del siglo XVIII]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2237-101X2019000100040&lng=es&nrm=iso&tlng=es RESUMO Este artigo se volta para os discursos considerados ímpios e sediciosos que circularam, em Portugal, ao longo dos anos 1790. O seu objetivo é avançar na compreensão dos escritos que, para além de um corpus textual de livros proibidos hoje considerados clássicos, foram enquadrados no universo da sedição política. Para isso, foram selecionados dois casos específicos: o primeiro envolveu a publicação do livro Medicina Theologica, por Caetano Dragazzi; o segundo, os manuscritos escritos por Joaquim José Pedro da Veiga. Tanto um como o outro foram presos como sediciosos por causa de suas ideias sobre a religião. Pouco estudados, esses dois casos revelam não apenas os temores das autoridades régias perante determinados discursos, mas alguns dos debates e preocupações que consumiram a realidade lusitana ao final do século XVIII.<hr/>ABSTRACT This article adresses impious and seditious discourses that circulated in Portugal during the 1790s. Going beyond the textual corpus of forbidden books which is considered classic nowadays, the article aims to further the understanding of writings that have been framed as constitutive of political sedition universe. In order to do it, two specific cases were selected: the first one concerns the publication of the book Medicina Theologica, by Caetano Dragazzi; the second one refers to the manuscripts written by Joaquim José Pedro da Veiga. Both were arrested and considered seditious because of their ideas on religion. Even though few scholars have paid attention to them, these two cases reveal not only the fears of the royal authorities about certain discourses, but also some of the debates and concerns that characterized the Lusitanic reality at the end of the eighteenth century.<hr/>RESUMEN Este artículo se vuelve hacia los discursos considerados impíos y sediciosos que circularon en Portugal a lo largo de los años de 1790. Su objetivo es avanzar en la comprensión de los escritos que, más allá de un cuerpo textual de libros prohibidos, considerados hoy clásicos, fueron encuadrados en el universo de la sedición política. Para eso, fueron seleccionados dos casos específicos: el primero, envolvió la publicación del libro Medicina Theologica, por Gaetano Dragazzi; el segundo, los manuscritos elaborados por Joaquim Pedro da Veiga. Tanto uno como el otro, fueron presos como sediciosos por causa de sus ideas sobre la religión. Poco estudiados, esos dos casos revelan no sólo los temores de las autoridades regias delante de determinados discursos, sino también los debates y preocupaciones que consumieron la realidad lusitana del siglo XVIII. <![CDATA[Monasticism, art and wealth in late antique Gaul]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2237-101X2019000100064&lng=es&nrm=iso&tlng=es RESUMO Peter Brown recentemente descreveu a conversão de Paulino de Nola ao monasticismo, em 394, como a renúncia da mística da riqueza. De acordo com Brown, essa mística, perceptível nos vestígios materiais das uillae do século IV, expressava esplendor e prazer. O refinamento da arquitetura, o luxo das decorações e o cuidado do corpo celebravam a riqueza dos proprietários e a abundância da natureza. Meu objetivo neste artigo é usar o conceito de Brown de mística da riqueza como um termômetro, para entender como outros monges aristocratas da Gália dos séculos IV e V conciliaram sua conversão ao monasticismo com suas próprias riquezas. Argumento que sua conversão podia assumir sentidos muito diferentes. Nem todos os monges aristocratas sentiam a necessidade, como Paulino, de rejeitar os sinais que os identificavam como homens ricos e de dedicar sua fortuna a um santo ou a Deus.<hr/>ABSTRACT Peter Brown recently described Paulinus of Nola’s conversion to monasticism, in 394, as the renouncement of the mystique of wealth. According to Brown, such a mystique, noticeable in the material remains of fourth-century villas, expressed splendor and pleasure. Architectural refinement, decorative luxury and body care celebrated owners’ wealth and abundance of nature. My purpose in this paper is to use Brown’s concept of mystique of wealth as a thermometer, in order to understand how other contemporary Gallic aristocratic monks reconciled their conversion to monasticism with their own wealth. I argue that their conversion could take on a range of different meanings. Not every aristocratic monk felt the need, as Paulinus did, to reject the signs that identified him as a rich man and to dedicate his wealth to a saint or God.<hr/>RESUMEN Peter Brown recientemente describió la conversión de Paulino de Nola al monasticismo, en 394, como la renuncia de la mística de la riqueza. De acuerdo con Brown, esa mística, perceptible en los vestigios materiales de las villas del siglo IV, expresaba esplendor y placer. El refinamiento de la arquitectura, el lujo de las decoraciones y el cuidado del cuerpo celebraban la riqueza de los propietarios y la abundancia de la naturaleza. Mi objetivo en este artículo es usar el concepto de Brown de mística de la riqueza como un termómetro, para entender cómo otros monjes aristócratas de Galia de los siglos IV y V conciliaron su conversión al monasticismo con sus propias riquezas. Argumento que su conversión podía asumir sentidos muy diferentes. No todos los monjes aristócratas sentían la necesidad, como Paulino, de rechazar las señales que los identificaban como hombres ricos y dedicar su fortuna a un santo o a Dios. <![CDATA[Las Noticias recónditas y los escritos contra el Santo Oficio portugués en la época Moderna (1670-1821)]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2237-101X2019000100084&lng=es&nrm=iso&tlng=es RESUMO Durante a época Moderna, a Inquisição não foi uma instituição consensual. Diversos indivíduos e grupos sociais lançaram críticas ao seu procedimento e à sua ação por meio de panfletos, memoriais ou mesmo de sua própria voz para forjar, posto que sem intenção, uma imagem literária do Santo Ofício. Fato de monta, tais escritos ganhavam certa unidade dentro de uma diversidade de personagens que ocupavam lugares díspares ou mesmo tinham múltiplas intenções com suas palavras. Assim, no conjunto, chamaremos - malgrado a imprecisão do termo - de literatura anti-inquisitorial estes escritos, embora a maior parte dos autores fosse crítica apenas do procedimento e dos estilos e não tiveram a intenção de acabar com o Tribunal. Assim, este artigo procura analisar três aspectos das cinco edições do opúsculo conhecido como Notícias recônditas e póstumas sobre o modo de proceder da Inquisição: I) autoria; II) temática; III) edições e circulação.<hr/>ABSTRACT During the Modern era, the Inquisition was not a consensual institution. Various individuals and social groups have criticized inquisitional procedures and actions through pamphlets, memorials or even their own voice to forge, even though unintentionally, a literary image of the Holy Office. Indeed, these writings have gained a certain unity within a diverse realm of characters occupying disparate places and multiple intentions regarding their own words. Thus, overall, we will qualify these writings as anti-inquisitorial literature, in spite of the imprecision of the term, although most authors were only critical of the procedure and styles and were not opposed to the Court’s existence. Therefore, this article analyzes three aspects of the five editions of the booklet known as “An Account of the cruelties exercis’d by the Inquisition in Portugal”: I) authorship; II) themes; III) editions and circulation.<hr/>RESUMEN Durante la época Moderna, la inquisición no fue una institución consensual. Diversos individuos y grupos sociales lanzaron críticas a su procedimiento y acción a través de panfletos, memorias o con su propia voz, para forjar, sin intención, una imagen literaria del Santo Oficio. En efecto, tales escritos ganaban cierta unidad dentro de una diversidad de personajes que ocupaban lugares dispares o que tenían múltiples intenciones con sus palabras. De esta forma, en conjunto, llamaremos -a pesar de la inexactitud del término-de literatura anti-inquisitorial estos escritos, aunque la mayor parte de los autores sufrieron apenas críticas del procedimiento y de los estilos, y no tuvieron la intención de acabar con el Tribunal. Por tanto, este artículo procura analizar tres aspectos de las cinco ediciones del opúsculo conocido como Noticias recónditas y póstumas sobre el modo de proceder de la inquisición: I) autoría; II) temática; III) ediciones y circulación. <![CDATA[“Voy intentar ayudar mi familia escribiendo esa carta”: juegos de género en cartas enviadas de Alemania para Brasil después de la Segunda Guerra Mundial]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2237-101X2019000100111&lng=es&nrm=iso&tlng=es RESUMO O artigo é baseado em cartas enviadas entre 1946 e 1950 da Alemanha à prefeitura municipal de Blumenau (SC), nas quais os remetentes pedem mantimentos, vestuário e intermediação para imigrar, localizar parentes e conhecidos ou iniciar correspondência com habitantes. Neste texto eu discuto a agência exercida por mulheres e homens por meio do envio e redação de cartas-pedido e os “jogos de gênero” presentes na interlocução com o destinatário.<hr/>ABSTRACT This article is based on letters sent between 1946 and 1950 from Germany to the town hall of Blumenau - SC, Brazil. In these letters, senders ask for food, clothes and mediation in order to immigrate, to find relatives and acquaintances or to exchange correspondence with inhabitants. In this text, I discuss women and men’s agency through writing and sending letters and the “gender games” present in the interlocution with the adressee.<hr/>RESUMEN El artículo está basado en cartas enviadas entre 1946 y 1950 de Alemania a la Prefectura Municipal de Blumenau - SC, en las cuales los remitentes piden mantenimiento, vestuarios e intermediarios para inmigrar, localizar parientes y conocidos o iniciar correspondencia con los habitantes. En este texto, discuto la exigencia ejercida por mujeres y hombres por medio del envío y redacción de cartas-pedido y los “juegos de género” presentes en la interlocución con el destinatario. <![CDATA[Resistir era necesario: El Decreto de Emancipación de 1978, los pueblos indígenas y la sociedad civil en Brasil]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2237-101X2019000100136&lng=es&nrm=iso&tlng=es RESUMO O Decreto de Emancipação de 1978 e a atuação da sociedade civil organizada, permeados pelo emergente protagonismo indígena, compõem o objeto central de reflexão deste artigo. O empoderamento da oposição às forças políticas autoritárias, que desejavam impor o referido decreto, é o que sustenta a hipótese de que a cena histórica e política que se formou em torno deste projeto de emancipação forçada dos indígenas representa o segundo acontecimento fundador do Movimento Indígena no Brasil. Uma das considerações a que se chegou foi a de que o ato de emancipar o índio seria um grande erro do Estado em relação às diversas etnias indígenas do país. A principal fonte histórica utilizada na composição desta discussão, entre outras, foi a publicação da Comissão Pró-Índio de São Paulo, de 1979, Histórico da Emancipação, além de alguns dossiês encontrados no Arquivo Nacional.<hr/>ABSTRACT This article’s main aim is to further academic understanding of the 1978 Emancipation Decree and of the actions of organized civil society, which were permeated by emerging Indigenous protagonism. Increasing opposition empowerment against authoritarian political forces, who wished to impose the referred decree, is what sustains the idea that the historical and political scene concerning this project of forced indigenous emancipation represents the second founding event of the Indigenous Movement in Brazil. One of the conclusions was that the act of emancipating Indigenous people could be recognized as a notorious state mistake towards diverse ethnic groups of the country. The main historical sources used in the article were, among others, a 1979 publication entitled Histórico da Emancipação (Emancipation History), issued by the organization called Comissão Pró-Índio de São Paulo (Pro-Indian Commission of Sao Paulo), as well as several dossiers found in the Arquivo Nacional (National Archive).<hr/>RESUMEN El Decreto de Emancipación de 1978 y la actuación de la sociedad civil organizada, permeados por el emergente protagonismo indígena, componen el objeto central de reflexión de este artículo. El empoderamiento de la oposición a las fuerzas políticas autoritarias, que deseaban imponer el referido Decreto, es lo que sustenta la hipótesis de que la escena histórica y política que se formó en torno de ese proyecto de emancipación forzada de los indígenas representa el segundo acontecimiento fundador del Movimiento Indígena en Brasil. Una de las consideraciones a la que se llegó fue la de que el acto de emancipar el indio sería un grande error del Estado en relación a las diversas etnias indígenas del país. La principal fuente histórica utilizada en la composición de esta discusión, entre otras, fue la publicación de la Comisión Pro-Indio de São Paulo de 1979, Histórico de la Emancipación, además de algunos Dossier encontrados en el Archivo Nacional. <![CDATA[Un hipódromo suburbano: la experiencia del Club de Corridas Santa Cruz (Río de Janeiro - 1912/1918)]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2237-101X2019000100157&lng=es&nrm=iso&tlng=es RESUMO Já há um bom número de estudos históricos dedicados a debater as iniciativas esportivas promovidas na região socioeconomicamente privilegiada do Rio de Janeiro. Não há, todavia, muitas investigações sobre o tema no que tange a outras zonas da cidade, especialmente sobre os subúrbios. A melhor compreensão dessas ocorrências pode ajudar a lançar novos olhares tanto sobre a prática quanto sobre o processo de urbanização. Considerando tais observações, este estudo teve por objetivo discutir a experiência do Club de Corridas Santa Cruz, uma sociedade de turfe que se manteve ativa entre os anos de 1912 e 1918. Especificamente, pretende-se abordar os estigmas e problemas operacionais que enfrentou por ter sido fundada numa área periférica. Para alcance do objetivo, como fontes foram utilizados jornais e revistas publicados no período em tela.<hr/>ABSTRACT Many historical studies have focused on the sporting events promoted in the socioeconomically privileged region of Rio de Janeiro. There is, however, little research on other parts of the city, especially on the suburbs. The understanding of these occurrences can help further understanding on the sport and the process of urbanization. That being said, this study aims to discuss the experience of Club de Corridas Santa Cruz, a turf society that was active between the years of 1912 and 1918. Specifically, it intends to address the stigmas and operational problems that it had to face because it was founded in a peripheral area. Newspapers and magazines published in the period were used in order to fulfill this objective.<hr/>RESUMEN Existen ya un buen número de estudios históricos dedicados a debatir las iniciativas deportivas promovidas en la región socioeconómicamente privilegiada de Río de Janeiro. No hay, sin embargo, muchas investigaciones sobre el tema con respecto a otras zonas de la ciudad, especialmente sobre los suburbios. La mejor comprensión de esas ocurrencias puede ayudar a lanzar nuevas miradas, tanto sobre la práctica, así como el proceso de urbanización. Considerando tales observaciones, este estudio tuvo por objetivo discutir la experiencia del Club de Corridas Santa Cruz, una sociedad de turf que se mantuvo activa entre los años de 1912 y 1918. Específicamente, se pretende abordar los estigmas y problemas operacionales que enfrentó por haber sido fundada en un área periférica. Para el alcance del objetivo, como fuentes fueron utilizadas periódicos y revistas publicados durante el periodo en análisis. <![CDATA[El Apostolado Positivista de Brasil y el SPILTN: propuestas y políticas para la cuestión indígena en Brasil]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2237-101X2019000100185&lng=es&nrm=iso&tlng=es RESUMO O presente artigo tem como objetivo analisar as interpretações acerca do Positivismo no Brasil nos primórdios do século XX, principalmente no que tange às populações nativas. A respeito dessas interpretações, o Comtismo postulava a “lei dos três estados”, segundo a qual a humanidade passara pelas etapas: teológica (que se dividia em três idades sucessivas: a fetichista, a politeísta e a monoteísta), a metafísica e a positiva. Os positivistas no Brasil ressaltavam, com base nas ideias de Auguste Comte, que as populações nativas eram fetichistas e estariam no primeiro estágio mental da humanidade. Então, seria necessário ampará-las e protegê-las a fim de que pudessem atingir o estágio mental da civilização. Para alcançar o objetivo mencionado, pretende-se averiguar as propostas elaboradas pelo Apostolado Positivista do Brasil para a questão indígena no contexto de criação do Serviço de Proteção aos Índios e Localização de Trabalhadores Nacionais (SPILTN) a partir de um conjunto de textos impressos. O SPILTN foi uma nova política federal criada em 1910 pelo Estado, que tratava da questão indígena.<hr/>ABSTRACT This article aims to analyze the interpretations of positivism in Brazil in the early twentieth century, particularly when it referred to native populations. Regarding these interpretations, Comtism postulated the “law of three stages”, according to which humanity passed through the following stages: theological, (which was divided into three consecutive ages: fetishism, polytheism, and monotheism); metaphysics and positive. Positivists in Brazil claimed that native populations were fetishists, and would be the first human mental stage from Auguste Comte’s ideas. Therefore, it was necessary to care for them and protect them so that they could reach the mental state of civilization. That being said, the article examines the proposals made by the Positivist Apostolate of Brazil for the Indigenous issue at the time of the Indian Protection Service and National Workers Location (SPILTN)’s creation by analyzing a set of published texts. The SPILTN was a new federal policy created in 1910 by the National State in charge of the Indigenous question.<hr/>RESUMEN El presente artículo tiene como objetivo analizar las interpretaciones acerca del Positivismo en Brasil para comienzos del siglo XX, principalmente en lo que se refiere a las poblaciones nativas. Con respecto a esas interpretaciones, el Comtismo postulaba la “ley de los tres estados”, según la cual la humanidad pasará por las etapas: teológica (que se dividía en tres edades sucesivas: la fetichista, la politeísta y la monoteísta), la metafísica y la positiva. Los positivistas en Brasil, resaltaban con base en las ideas de Augusto Comte, que las poblaciones nativas eran fetichistas y estarían en el primer estado mental de la civilización. Para alcanzar el objetivo mencionado, se pretende averiguar las propuestas elaboradas por el Apostolado Positivista de Brasil para la cuestión indígena en el contexto de la creación del Servicio de Protección a los Indios y Localización de Trabajadores Nacionales (SPILTN) a partir de un conjunto de textos impresos. El SPILTN fue una nueva política federal creada en 1910 por el Estado Nacional que trataba de la situación indígena. <![CDATA[Agencias e interacciones entre africanos y europeos en las expediciones británicas al río Níger (1825-1854): los casos de William “Abubakr” Pasco e “Alihéli”]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2237-101X2019000100204&lng=es&nrm=iso&tlng=es RESUMO Este artigo procura discutir a atuação de africanos que agiram como “intermediários” nas relações entre as expedições britânicas ao redor do rio Níger entre 1825 e 1854 e as sociedades africanas com as quais interagiram. Os relatos dessas expedições estão entre os primeiros que sistematicamente descreveram determinadas regiões do interior do continente em línguas europeias. Assim, praticamente todas as formas de comunicação necessitavam de tradutores e consequentemente “intermediários”. Compreende-se como “intermediários” os sujeitos que agiram no espaço liminar entre as expedições e seus interlocutores do interior, exercendo diversas atividades como intérpretes, guias, mensageiros e por vezes até mesmo negociadores, num contexto de profundas transformações que recondicionavam as relações entre o Atlântico e a África Ocidental.<hr/>ABSTRACT This paper discusses agency displayed by Africans who acted as ‘intermediaries’ in the relations between the British expeditions around the Niger River during the period from 1825 to 1854 and African societies. These travel accounts are some of the first that systematically described in European languages those regions of the African hinterland. Thus, almost every form of communication needed translators and consequently ‘intermediaries’. In this context, ‘intermediaries’ are understood as subjects acting in the liminal space between expeditions and their interlocutors, exercising several activities as interpreters, guides, messengers and sometimes even negotiators, in a context of deep transformations that reconfigured relations between the Atlantic and West Africa.<hr/>RESUMEN Este articulo pretende discutir la actuación de africanos que actuaron como “intermediarios” en las relaciones entre las expediciones británicas alrededor del río Níger entre 1825 y 1854, y las sociedades africanas con las cuales interactuaron. Los relatos de estas expediciones se encuentran entre los primeros que sistemáticamente describieron determinadas regiones del interior del continente en lenguas europeas. De esta manera, prácticamente todas las formas de comunicación necesitaban de traductores y consecuentemente “intermediarios”. Se comprende como “intermediarios” los sujetos que actuaron en el espacio liminar entre las expediciones y sus interlocutores del interior, ejerciendo diversas actividades como intérpretes, guías, mensajeros y algunas veces hasta como negociadores, en un contexto de profundas transformaciones que reacondicionaban las relaciones entre el Atlántico y África Occidental. <![CDATA[“Eso no es un libro de historia”: Michel Foucault y la publicación de documentos de archivos]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2237-101X2019000100229&lng=es&nrm=iso&tlng=es RESUMO Entre 1973 e 1982, Michel Foucault dedicou-se à publicação de documentos de arquivo. Em 1973, publicou o memorial de Rivière; em 1977, os extratos do livro de um libertino inglês; em 1978, as lembranças de uma jovem hermafrodita; e em 1982 uma seleta de documentos judiciários. Dividido em duas partes, este artigo busca compreender o que esteve em jogo nesse gesto arquivístico-editorial. Na primeira parte, analisarei as relações existentes entre os textos que compõem esse corpus e como se inserem no quadro, então, de suas pesquisas. Depois, estudarei os deslocamentos existentes entre o projeto de publicação de uma coletânea de arquivos da infâmia e a publicação do livro com documentos da Bastilha. Na segunda parte, apresentarei duas hipóteses sobre os problemas ligados a esse projeto editorial: 1) Mostrarei que se tratava de um estudo das condições extraliterárias da constituição da literatura como saber; 2) Mostrarei como seu empenho em publicar documentos não pretendia apenas dar a palavra aos sem-história, mas assinalar que havia um pensamento em suas falas. Esse empenho chocava-se com um dos principais dogmas historiográficos contemporâneos.<hr/>ABSTRACT Between 1973 and 1982, M. Foucault dedicated himself to editing and publishing archival texts. He published Pierre Rivière’s memorial in 1972, extracts from an English libertine’s book in 1978, and the memoirs of a young hermaphrodite in 1979. In 1982, he published a selection of documents from court archives. This article, organized in two parts, aims to understand what was at play in that archivistic-editorial endeavor. In the first part, I analyze the relations among the texts that make up that corpus and their insertion in Foucault’s overall research work of that period. Then, I address the contrasts between the project to publish a collection of archives of infamy, as it was announced in 1977, and the book actually published in 1982 with documents of the Bastille. In the second part, I put forward two hypotheses I consider to be connected to that editorial project: 1) it was a study of extra-literary conditions of the constitution of literature as knowledge; and 2) his effort to publish archival documents sought not only to “give voice” to those with no history, but also to show that a thought was embedded in their pronouncements. Foucault’s performance swam against the main currents of historiographical dogmas at the time.<hr/>RESUMEN Entre 1973 y 1982, M. Foucault se dedicó a la publicación de documentos de archivo. En 1973, publicó el memorial de Rivière, en 1977, los extractos del libro de un libertino inglés; en 1978, los recuerdos de una joven hermafrodita; y en 1982, una selecta de documentos judiciarios. Divido en dos partes, este artículo busca comprender lo que estuvo en juego en ese gesto archivístico-editorial. En la primera parte, analizaré las relaciones existentes entre los textos que componen ese corpus y cómo se insieren en el cuadro, entonces, de sus investigaciones. Después, estudiaré los dislocamientos existentes entre el proyecto de publicación de una antología de archivos de la infamia y la publicación del libro con documentos de la Bastilla. En la segunda parte, presentaré dos hipótesis sobre los problemas ligados a ese proyecto editorial: 1) mostraré que se trataba de un estudio de las condiciones extraliterarias de la constitución de la literatura como saber; 2) expondré cómo su empeño en publicar documentos no pretendía apenas dar la palabra a los sin-historia, sino marcar que también había un pensamiento en sus hablas. Ese empeño chocó con uno de los principales dogmas historiográficos contemporáneos. <![CDATA[Desarrollar la historia de la metrología en Portugal: aportaciones para el estudio de las medidas de capacidad]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2237-101X2019000100253&lng=es&nrm=iso&tlng=es RESUMO Entre 1973 e 1982, Michel Foucault dedicou-se à publicação de documentos de arquivo. Em 1973, publicou o memorial de Rivière; em 1977, os extratos do livro de um libertino inglês; em 1978, as lembranças de uma jovem hermafrodita; e em 1982 uma seleta de documentos judiciários. Dividido em duas partes, este artigo busca compreender o que esteve em jogo nesse gesto arquivístico-editorial. Na primeira parte, analisarei as relações existentes entre os textos que compõem esse corpus e como se inserem no quadro, então, de suas pesquisas. Depois, estudarei os deslocamentos existentes entre o projeto de publicação de uma coletânea de arquivos da infâmia e a publicação do livro com documentos da Bastilha. Na segunda parte, apresentarei duas hipóteses sobre os problemas ligados a esse projeto editorial: 1) Mostrarei que se tratava de um estudo das condições extraliterárias da constituição da literatura como saber; 2) Mostrarei como seu empenho em publicar documentos não pretendia apenas dar a palavra aos sem-história, mas assinalar que havia um pensamento em suas falas. Esse empenho chocava-se com um dos principais dogmas historiográficos contemporâneos.<hr/>ABSTRACT Between 1973 and 1982, M. Foucault dedicated himself to editing and publishing archival texts. He published Pierre Rivière’s memorial in 1972, extracts from an English libertine’s book in 1978, and the memoirs of a young hermaphrodite in 1979. In 1982, he published a selection of documents from court archives. This article, organized in two parts, aims to understand what was at play in that archivistic-editorial endeavor. In the first part, I analyze the relations among the texts that make up that corpus and their insertion in Foucault’s overall research work of that period. Then, I address the contrasts between the project to publish a collection of archives of infamy, as it was announced in 1977, and the book actually published in 1982 with documents of the Bastille. In the second part, I put forward two hypotheses I consider to be connected to that editorial project: 1) it was a study of extra-literary conditions of the constitution of literature as knowledge; and 2) his effort to publish archival documents sought not only to “give voice” to those with no history, but also to show that a thought was embedded in their pronouncements. Foucault’s performance swam against the main currents of historiographical dogmas at the time.<hr/>RESUMEN Entre 1973 y 1982, M. Foucault se dedicó a la publicación de documentos de archivo. En 1973, publicó el memorial de Rivière, en 1977, los extractos del libro de un libertino inglés; en 1978, los recuerdos de una joven hermafrodita; y en 1982, una selecta de documentos judiciarios. Divido en dos partes, este artículo busca comprender lo que estuvo en juego en ese gesto archivístico-editorial. En la primera parte, analizaré las relaciones existentes entre los textos que componen ese corpus y cómo se insieren en el cuadro, entonces, de sus investigaciones. Después, estudiaré los dislocamientos existentes entre el proyecto de publicación de una antología de archivos de la infamia y la publicación del libro con documentos de la Bastilla. En la segunda parte, presentaré dos hipótesis sobre los problemas ligados a ese proyecto editorial: 1) mostraré que se trataba de un estudio de las condiciones extraliterarias de la constitución de la literatura como saber; 2) expondré cómo su empeño en publicar documentos no pretendía apenas dar la palabra a los sin-historia, sino marcar que también había un pensamiento en sus hablas. Ese empeño chocó con uno de los principales dogmas historiográficos contemporáneos. <![CDATA[Del retroceso al sueño]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2237-101X2019000100257&lng=es&nrm=iso&tlng=es RESUMO Entre 1973 e 1982, Michel Foucault dedicou-se à publicação de documentos de arquivo. Em 1973, publicou o memorial de Rivière; em 1977, os extratos do livro de um libertino inglês; em 1978, as lembranças de uma jovem hermafrodita; e em 1982 uma seleta de documentos judiciários. Dividido em duas partes, este artigo busca compreender o que esteve em jogo nesse gesto arquivístico-editorial. Na primeira parte, analisarei as relações existentes entre os textos que compõem esse corpus e como se inserem no quadro, então, de suas pesquisas. Depois, estudarei os deslocamentos existentes entre o projeto de publicação de uma coletânea de arquivos da infâmia e a publicação do livro com documentos da Bastilha. Na segunda parte, apresentarei duas hipóteses sobre os problemas ligados a esse projeto editorial: 1) Mostrarei que se tratava de um estudo das condições extraliterárias da constituição da literatura como saber; 2) Mostrarei como seu empenho em publicar documentos não pretendia apenas dar a palavra aos sem-história, mas assinalar que havia um pensamento em suas falas. Esse empenho chocava-se com um dos principais dogmas historiográficos contemporâneos.<hr/>ABSTRACT Between 1973 and 1982, M. Foucault dedicated himself to editing and publishing archival texts. He published Pierre Rivière’s memorial in 1972, extracts from an English libertine’s book in 1978, and the memoirs of a young hermaphrodite in 1979. In 1982, he published a selection of documents from court archives. This article, organized in two parts, aims to understand what was at play in that archivistic-editorial endeavor. In the first part, I analyze the relations among the texts that make up that corpus and their insertion in Foucault’s overall research work of that period. Then, I address the contrasts between the project to publish a collection of archives of infamy, as it was announced in 1977, and the book actually published in 1982 with documents of the Bastille. In the second part, I put forward two hypotheses I consider to be connected to that editorial project: 1) it was a study of extra-literary conditions of the constitution of literature as knowledge; and 2) his effort to publish archival documents sought not only to “give voice” to those with no history, but also to show that a thought was embedded in their pronouncements. Foucault’s performance swam against the main currents of historiographical dogmas at the time.<hr/>RESUMEN Entre 1973 y 1982, M. Foucault se dedicó a la publicación de documentos de archivo. En 1973, publicó el memorial de Rivière, en 1977, los extractos del libro de un libertino inglés; en 1978, los recuerdos de una joven hermafrodita; y en 1982, una selecta de documentos judiciarios. Divido en dos partes, este artículo busca comprender lo que estuvo en juego en ese gesto archivístico-editorial. En la primera parte, analizaré las relaciones existentes entre los textos que componen ese corpus y cómo se insieren en el cuadro, entonces, de sus investigaciones. Después, estudiaré los dislocamientos existentes entre el proyecto de publicación de una antología de archivos de la infamia y la publicación del libro con documentos de la Bastilla. En la segunda parte, presentaré dos hipótesis sobre los problemas ligados a ese proyecto editorial: 1) mostraré que se trataba de un estudio de las condiciones extraliterarias de la constitución de la literatura como saber; 2) expondré cómo su empeño en publicar documentos no pretendía apenas dar la palabra a los sin-historia, sino marcar que también había un pensamiento en sus hablas. Ese empeño chocó con uno de los principales dogmas historiográficos contemporáneos.