Scielo RSS <![CDATA[MedicalExpress]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=2358-042920180001&lang=en vol. 5 num. lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[Acute Effect of Uphill Running: Current Scenario and Future Hypotheses]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2358-04292018000100200&lng=en&nrm=iso&tlng=en Strategies for metabolic adjustments are often considered by athletes throughout a running event. Planning for such events during training does not always include variations from level training, even though up/downhill exertion should definitely be a part of such planning. The differentiation of training stimuli, under adverse conditions of intensity and inclination, can generate differentiated benefits. However, uphill running raises expectations of deleterious effects. The imposition of different slope gradients throughout running could generate increased metabolic demands for sports performance. Thus, the present study aimed to answer questions mainly about the acute effects of uphill running, its relationship with aerobic performance, allowing us to introduce new hypotheses for future studies in the area on the subject. Gaps still need to be filled concerning the relevance of uphill running, and its determinants. Many of the points presently under scrutiny only lead to speculative explanations; for logical reasons, more studies should focus on the prescription of training at different slopes. This is the point at which specific conditioning is required, because the regulation of the effort and the energy cost resulting from the imposition of uphill running during competitive races depends heavily on previous experiences. This review will cover recently published research on the subject.<hr/>RESUMO Estratégias para ajustes metabólicos são frequentemente consideradas por atletas ao longo de um evento de corrida. O planejamento de tais eventos durante o treinamento nem sempre inclui treinamento em planos inclinados, que deveriam compor esse planejamento. Adiferenciação dos estímulos de treinamento, em condições adversas de intensidade e inclinação, pode gerar benefíciosdiferenciados. No entanto, a corrida ascendente aumenta as expectativas de efeitos deletérios. Portanto, a imposição de diferentes gradientes de inclinação ao longo da corrida poderia gerar demandas metabólicas aumentadas paradesempenho esportivo. Assim, o presente estudo tevecomo objetivo responder questões principalmente sobre os efeitos agudos da corrida ascendente, sua relação com o desempenho aeróbio e a proposição de novas possíveis hipóteses para estudos futuros sobre o assunto. Muitaslacunas ainda precisam ser preenchidas sobre a relevância da corrida ascendente e seus determinantes. Muitas das questões apresentadas apenas levam a explicaçõesespeculativas; por razões lógicas, mais estudos devemse concentrar na prescrição de treinamento em face dediferentes porcentagens de inclinação. Este é o ponto em que o condicionamento específico é necessário, porquea regulação do esforço e do custo de energia resultanteda imposição de corrida ascendente durante corridascompetitivas depende fortemente das experiênciasanteriores. <![CDATA[The Importance of Oral Health during Pregnancy: A review]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2358-04292018000100201&lng=en&nrm=iso&tlng=en ABSTRACT Pregnancy is a transient physiological state which brings about different hormonal changes in a woman's body. These effects are generalized and there are various oral changes as well. There are a number of especially important alterations in the periodontal conditions within the oral cavity. These changes have important implications as they have been known to cause adverse pregnancy outcomes. Better knowledge about these scenarios among health care professionals and women would go a long way toward avoiding or minimizing these adverse outcomes. Health education is an important tool in creating awareness among pregnant women regarding improvement of their oral health. Awareness among the health professionals and good inter-departmental collaboration would help toward a more efficient treatment of these pregnancy related conditions.<hr/>RESUMO A gravidez é um estado fisiológico transitório que produz uma série de alterações hormonais no corpo da mulher. Esses efeitos são generalizados e incluem várias alterações orais. Uma destas afeta condições periodontais. Essas mudanças têm implicações importantes, pois sabe-se que causam resultados adversos na gravidez. Um melhor conhecimento sobre esses cenários entre os profissionais de saúde e entre as mulheres seria um passo importante para evitar ou minimizar tais resultados adversos. A educação para a saúde é uma ferramenta importante na conscientização das mulheres grávidas em relação à melhoria da saúde bucal. A consciência entre os profissionais de saúde e a boa colaboração interdisciplinar ajudaria a efetivar tratamento mais eficiente dessas condições relacionadas à gravidez. <![CDATA[Analysis of Reliability of Peak Treadmill Running in Maximum Progressive Effort Test: Influence of Training Level]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2358-04292018000100300&lng=en&nrm=iso&tlng=en OBJECTIVE: To determine the reliability (stability) of the peak velocity measurement (VPeak) derived from the incremental maximal effort test, as well as to establish the possible influence of the level of training on these responses. METHOD: Thirty-eight male volunteers made two visits (3 - 5 days apart) to the training center where the study was conducted and performed maximal progressive running tests. The protocol consisted of increments of 0.5 km.h-1/min, starting at a running speed comfortable for each participant (7-9 km.h-1). All subjects were encouraged to achieve the maximum possible performance in both tests, with final voluntary exhaustion being the criterion for interruption. RESULTS: The intra-class correlation coefficient presented excellent consistency of measurements (ICC = 0.975 - p = 0.001). The typical relative error of the measurement was 2.6% for the stability of the measurement of VPeak. Moreover, there were no significant differences between the individual coefficients of variation for measures 1 vs. 2 (p &gt; 0.05). Graphical representation of Bland-Altman demonstrated a homogeneous distribution of the measurement error for all dependent variables. CONCLUSION: Determination of VPeak exhibited excellent levels of reliability with small measurement errors. There was no influence of the training level on the reliability responses.<hr/> OBJETIVO: Determinar a confiabilidade (estabilidade) da medida de velocidade de pico (VPico) derivada do teste incremental de esforço progressivo máximo, bem como estabelecer a possível influência do nível de treinamento sobre estas respostas. MÉTODO: Trinta e oito voluntários fizeram duas visitas ao centro de treinamento com intervalo de três a cinco dias. Na primeira visita os voluntários assinaram um termo de consentimento, tiveram suas medidas antropométricas registradas e realizaram a primeira sessão de corrida progressiva máxima. Na segunda visita o teste progressivo máximo foi novamente realizado. O protocolo consistiu em incrementos de 0,5 km.h-1 a cada min iniciando a uma velocidade individual de corrida classificada como confortável por cada participante (7 a 9 km.h-1). Todos os participantes foram encorajados a alcançar o máximo de desempenho possível em ambos os testes, tendo como critério de finalização, a exaustão voluntária máxima. RESULTADO: O coeficiente de correlação intra-classe (CCI) apresentou excelente consistência da medida (0,975) para VPico (p = 0,001). O erro típico relativo da medida foi de 2,6% para a estabilidade da medida de VPico. Não foram observadas diferenças significativas entre os coeficientes de variação individuais para as medidas G1 vs. G2 (p &gt; 0,05). A representação gráfica de Bland-Altman demonstrou distribuição homogênea do erro da medida para todas as variáveis dependentes. CONCLUSÃO: A determinação da VPico exibiu excelentes níveis de confiabilidade, com pequenos erros de medida. Não houve influência do nível de treinamento sobre as respostas de confiabilidade. <![CDATA[Patients with pure dermatomyositis/polymyositis and anti-PM/Scl autoantibody resembling anti-synthetase syndrome]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2358-04292018000100301&lng=en&nrm=iso&tlng=en OBJECTIVE: The anti-PM/Scl autoantibody has been described in patients with scleromyositis. However, there are scant studies evaluating its prevalence and reactivity in dermatomyositis and polymyositis. METHOD: A cross-sectional, single center study evaluating the anti-PM/Scl autoantibody in 85 dermatomyositis and 32 polymyositis patients, without overlapping syndrome, was conducted between 2000 and 2016. Clinical data and complementary examinations were reviewed from electronic medical records with pre-parameterized information. RESULTS: The mean age of dermatomyositis and polymyositis patients was 41.1 and 42.8 years, respectively. The presence of anti-PM/Scl was observed in 5 (5.9%) dermatomyositis and 2 (6.3%) polymyositis patients. Two of these patients also had the anti-Ku antibody. The relevant clinical manifestations of these 7 patients were constitutional symptoms (100% of cases), muscular (100%), pulmonary (85.7%) and joint (71.4%) involvement, "mechanic hands" (85.7%), Raynaud phenomenon (85.7%) and plantar hyperkeratosis (85.7%). The 7 patients had relapses of disease activity, but at conclusion of the present study, 5 had complete clinical response and 2 complete remission of the disease. CONCLUSION: There is a low frequency of the anti-PM/Scl autoantibody in dermatomyositis and polymyositis patients. In addition, patients with this autoantibody exhibit a similar pattern of manifestations to that of antisynthetase syndrome.<hr/> OBJETIVO: O autoanticorpo anti-PM/Scl foi descrito em pacientes com escleromiosite. No entanto, há escassos estudos avaliando sua prevalência e reatividade em dermatomiosite (DM) e polimiosite (PM). MÉTODOS: Estudo transversal, num único centro, que avaliou o autoanticorpo anti-PM/Scl em 85 DM e 32 PM, sem síndrome de sobreposição, no período entre 2000 e 2016. Os dados clínicos e os exames complementares foram revisados a partir de registros médicos eletrônicos com informações pré-parametrizadas. RESULTADOS: A média de idade dos pacientes com DM e PM foi, respectivamente, de 41,1 e 42,8 anos. A presença de anti-PM/Scl foi observada em 5 (5,9%) DM e 2 (6,3%) pacientes com PM. Dois desses pacientes também possuíam o anticorpo anti-Ku. As manifestações clínicas relevantes desses 7 pacientes foram sintomas constitucionais (100% dos casos), envolvimento muscular (100%), pulmonar (85,7%) e articular (71,4%), "mãos mecânicas" (85,7%), fenômeno de Raynaud (85,7 %) e hiperqueratose plantar (85,7%). Os 7 pacientes apresentaram recidivas da atividade da doença, mas, no final do presente estudo, 5 apresentaram resposta clínica completa e 2 remissões completas da doença. CONCLUSÃO: Há uma baixa freqüência do autoanticorpo anti-PM/Scl em pacientes com DM e PM. Além disso, os pacientes com este autoanticorpo apresentam um padrão semelhante de manifestações para a síndrome da antisintetase. <![CDATA[Writing good English: is scientific English a Latin language in disguise?]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2358-04292018000100500&lng=en&nrm=iso&tlng=en BACKGROUND: English is the lingua franca of science; it is the language of the two last world superpowers and the language of four out of the world's ten greatest producers of science; it is a fairly simple language and the most hybridized language in history, with Latin and French contributing 60% of the entire English lexicon. The object of this study is to determine whether the frequency of use of imported words is a function of literary genre. METHOD: Texts were randomly selected from (a) medical scientific original articles, (b) newspaper financial reports, (c) sport reportages, (d) literary texts and (e) colloquial English; for comparison a collection of similarly distributed texts were selected from Portuguese; the frequency of occurrence of Latin or Neo-Latin words was determined in the English texts as well as the occurrence of non-Latin or non-Neo-Latin words in the Portuguese texts; a oneway analysis of variance was used to determine whether significant differences occurred between genres in the two languages. RESULTS: The frequency of occurrence of Latin/French words in English text was significantly dependent on the literary genre, being maximal in medical scientific texts and minimal in colloquial English; in contrast, the frequency of occurrence of non-Latin words in Portuguese was constant throughout the same literary genres. CONCLUSION: The use of Latin/French words in English is directly proportional to the complexity of the literary genre, a phenomenon not observed in Portuguese, a typical Neo-Latin language.<hr/> CONTEXTO: O inglês é a língua franca da ciência; é a língua das duas mais recentes superpotências mundiais e a língua de quatro dos dez maiores produtores de ciência do mundo; é uma língua bastante simples e o idioma mais hibridizado da história, com o latim e o francês contribuindo com aproximadamente 60% do léxico inglês. O objetivo deste estudo é determinar se a frequência de uso de palavras importadas é uma função do gênero literário. MÉTODO: os textos foram selecionados aleatoriamente de (a) artigos científicos médicos, (b) relatórios financeiros dos jornais, (c) reportagens desportivas, (d) textos literários, (e) inglês coloquial; Para comparação, uma coleção de textos distribuídos de forma semelhante foi selecionada a partir do português; a frequência de ocorrência de palavras latinas ou neolatinas foi determinada nos textos em inglês e na ocorrência de palavras não latinas ou não neolatinas nos textos portugueses; uma análise de variância unidirecional foi utilizada para determinar se diferenças significativas ocorreram entre gêneros nas duas línguas. RESULTADOS: A frequência de ocorrência de palavras latinas / francesas em textos ingleses foi significativamente dependente do gênero literário, sendo máxima em textos científicos médicos e mínima em inglês coloquial; em contraste, a frequência de ocorrência de palavras não latinas em português foi constante ao longo dos mesmos gêneros literários. CONCLUSÃO: O uso de palavras de origem latina ou francesa em inglês é diretamente proporcional à complexidade do gênero literário, fenômeno não observado em português, uma língua neolatina típica. <![CDATA[A comment on "Writing Good English: Is scientific English a Latin Language in Disguise?"]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2358-04292018000100800&lng=en&nrm=iso&tlng=en BACKGROUND: English is the lingua franca of science; it is the language of the two last world superpowers and the language of four out of the world's ten greatest producers of science; it is a fairly simple language and the most hybridized language in history, with Latin and French contributing 60% of the entire English lexicon. The object of this study is to determine whether the frequency of use of imported words is a function of literary genre. METHOD: Texts were randomly selected from (a) medical scientific original articles, (b) newspaper financial reports, (c) sport reportages, (d) literary texts and (e) colloquial English; for comparison a collection of similarly distributed texts were selected from Portuguese; the frequency of occurrence of Latin or Neo-Latin words was determined in the English texts as well as the occurrence of non-Latin or non-Neo-Latin words in the Portuguese texts; a oneway analysis of variance was used to determine whether significant differences occurred between genres in the two languages. RESULTS: The frequency of occurrence of Latin/French words in English text was significantly dependent on the literary genre, being maximal in medical scientific texts and minimal in colloquial English; in contrast, the frequency of occurrence of non-Latin words in Portuguese was constant throughout the same literary genres. CONCLUSION: The use of Latin/French words in English is directly proportional to the complexity of the literary genre, a phenomenon not observed in Portuguese, a typical Neo-Latin language.<hr/> CONTEXTO: O inglês é a língua franca da ciência; é a língua das duas mais recentes superpotências mundiais e a língua de quatro dos dez maiores produtores de ciência do mundo; é uma língua bastante simples e o idioma mais hibridizado da história, com o latim e o francês contribuindo com aproximadamente 60% do léxico inglês. O objetivo deste estudo é determinar se a frequência de uso de palavras importadas é uma função do gênero literário. MÉTODO: os textos foram selecionados aleatoriamente de (a) artigos científicos médicos, (b) relatórios financeiros dos jornais, (c) reportagens desportivas, (d) textos literários, (e) inglês coloquial; Para comparação, uma coleção de textos distribuídos de forma semelhante foi selecionada a partir do português; a frequência de ocorrência de palavras latinas ou neolatinas foi determinada nos textos em inglês e na ocorrência de palavras não latinas ou não neolatinas nos textos portugueses; uma análise de variância unidirecional foi utilizada para determinar se diferenças significativas ocorreram entre gêneros nas duas línguas. RESULTADOS: A frequência de ocorrência de palavras latinas / francesas em textos ingleses foi significativamente dependente do gênero literário, sendo máxima em textos científicos médicos e mínima em inglês coloquial; em contraste, a frequência de ocorrência de palavras não latinas em português foi constante ao longo dos mesmos gêneros literários. CONCLUSÃO: O uso de palavras de origem latina ou francesa em inglês é diretamente proporcional à complexidade do gênero literário, fenômeno não observado em português, uma língua neolatina típica. <![CDATA[Rapid progression of neurotoxoplasmosis in a patient with concomitant rheumatoid arthritis and systemic lupus erythematous]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2358-04292018000100801&lng=en&nrm=iso&tlng=en BACKGROUND: English is the lingua franca of science; it is the language of the two last world superpowers and the language of four out of the world's ten greatest producers of science; it is a fairly simple language and the most hybridized language in history, with Latin and French contributing 60% of the entire English lexicon. The object of this study is to determine whether the frequency of use of imported words is a function of literary genre. METHOD: Texts were randomly selected from (a) medical scientific original articles, (b) newspaper financial reports, (c) sport reportages, (d) literary texts and (e) colloquial English; for comparison a collection of similarly distributed texts were selected from Portuguese; the frequency of occurrence of Latin or Neo-Latin words was determined in the English texts as well as the occurrence of non-Latin or non-Neo-Latin words in the Portuguese texts; a oneway analysis of variance was used to determine whether significant differences occurred between genres in the two languages. RESULTS: The frequency of occurrence of Latin/French words in English text was significantly dependent on the literary genre, being maximal in medical scientific texts and minimal in colloquial English; in contrast, the frequency of occurrence of non-Latin words in Portuguese was constant throughout the same literary genres. CONCLUSION: The use of Latin/French words in English is directly proportional to the complexity of the literary genre, a phenomenon not observed in Portuguese, a typical Neo-Latin language.<hr/> CONTEXTO: O inglês é a língua franca da ciência; é a língua das duas mais recentes superpotências mundiais e a língua de quatro dos dez maiores produtores de ciência do mundo; é uma língua bastante simples e o idioma mais hibridizado da história, com o latim e o francês contribuindo com aproximadamente 60% do léxico inglês. O objetivo deste estudo é determinar se a frequência de uso de palavras importadas é uma função do gênero literário. MÉTODO: os textos foram selecionados aleatoriamente de (a) artigos científicos médicos, (b) relatórios financeiros dos jornais, (c) reportagens desportivas, (d) textos literários, (e) inglês coloquial; Para comparação, uma coleção de textos distribuídos de forma semelhante foi selecionada a partir do português; a frequência de ocorrência de palavras latinas ou neolatinas foi determinada nos textos em inglês e na ocorrência de palavras não latinas ou não neolatinas nos textos portugueses; uma análise de variância unidirecional foi utilizada para determinar se diferenças significativas ocorreram entre gêneros nas duas línguas. RESULTADOS: A frequência de ocorrência de palavras latinas / francesas em textos ingleses foi significativamente dependente do gênero literário, sendo máxima em textos científicos médicos e mínima em inglês coloquial; em contraste, a frequência de ocorrência de palavras não latinas em português foi constante ao longo dos mesmos gêneros literários. CONCLUSÃO: O uso de palavras de origem latina ou francesa em inglês é diretamente proporcional à complexidade do gênero literário, fenômeno não observado em português, uma língua neolatina típica.