Scielo RSS <![CDATA[MedicalExpress]]> http://www.scielo.br/rss.php?pid=2358-042920180001&lang=en vol. 5 num. lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.br/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.br <![CDATA[Acute Effect of Uphill Running: Current Scenario and Future Hypotheses]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2358-04292018000100200&lng=en&nrm=iso&tlng=en Strategies for metabolic adjustments are often considered by athletes throughout a running event. Planning for such events during training does not always include variations from level training, even though up/downhill exertion should definitely be a part of such planning. The differentiation of training stimuli, under adverse conditions of intensity and inclination, can generate differentiated benefits. However, uphill running raises expectations of deleterious effects. The imposition of different slope gradients throughout running could generate increased metabolic demands for sports performance. Thus, the present study aimed to answer questions mainly about the acute effects of uphill running, its relationship with aerobic performance, allowing us to introduce new hypotheses for future studies in the area on the subject. Gaps still need to be filled concerning the relevance of uphill running, and its determinants. Many of the points presently under scrutiny only lead to speculative explanations; for logical reasons, more studies should focus on the prescription of training at different slopes. This is the point at which specific conditioning is required, because the regulation of the effort and the energy cost resulting from the imposition of uphill running during competitive races depends heavily on previous experiences. This review will cover recently published research on the subject.<hr/>RESUMO Estratégias para ajustes metabólicos são frequentemente consideradas por atletas ao longo de um evento de corrida. O planejamento de tais eventos durante o treinamento nem sempre inclui treinamento em planos inclinados, que deveriam compor esse planejamento. Adiferenciação dos estímulos de treinamento, em condições adversas de intensidade e inclinação, pode gerar benefíciosdiferenciados. No entanto, a corrida ascendente aumenta as expectativas de efeitos deletérios. Portanto, a imposição de diferentes gradientes de inclinação ao longo da corrida poderia gerar demandas metabólicas aumentadas paradesempenho esportivo. Assim, o presente estudo tevecomo objetivo responder questões principalmente sobre os efeitos agudos da corrida ascendente, sua relação com o desempenho aeróbio e a proposição de novas possíveis hipóteses para estudos futuros sobre o assunto. Muitaslacunas ainda precisam ser preenchidas sobre a relevância da corrida ascendente e seus determinantes. Muitas das questões apresentadas apenas levam a explicaçõesespeculativas; por razões lógicas, mais estudos devemse concentrar na prescrição de treinamento em face dediferentes porcentagens de inclinação. Este é o ponto em que o condicionamento específico é necessário, porquea regulação do esforço e do custo de energia resultanteda imposição de corrida ascendente durante corridascompetitivas depende fortemente das experiênciasanteriores. <![CDATA[The Importance of Oral Health during Pregnancy: A review]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2358-04292018000100201&lng=en&nrm=iso&tlng=en ABSTRACT Pregnancy is a transient physiological state which brings about different hormonal changes in a woman's body. These effects are generalized and there are various oral changes as well. There are a number of especially important alterations in the periodontal conditions within the oral cavity. These changes have important implications as they have been known to cause adverse pregnancy outcomes. Better knowledge about these scenarios among health care professionals and women would go a long way toward avoiding or minimizing these adverse outcomes. Health education is an important tool in creating awareness among pregnant women regarding improvement of their oral health. Awareness among the health professionals and good inter-departmental collaboration would help toward a more efficient treatment of these pregnancy related conditions.<hr/>RESUMO A gravidez é um estado fisiológico transitório que produz uma série de alterações hormonais no corpo da mulher. Esses efeitos são generalizados e incluem várias alterações orais. Uma destas afeta condições periodontais. Essas mudanças têm implicações importantes, pois sabe-se que causam resultados adversos na gravidez. Um melhor conhecimento sobre esses cenários entre os profissionais de saúde e entre as mulheres seria um passo importante para evitar ou minimizar tais resultados adversos. A educação para a saúde é uma ferramenta importante na conscientização das mulheres grávidas em relação à melhoria da saúde bucal. A consciência entre os profissionais de saúde e a boa colaboração interdisciplinar ajudaria a efetivar tratamento mais eficiente dessas condições relacionadas à gravidez. <![CDATA[Analysis of Reliability of Peak Treadmill Running in Maximum Progressive Effort Test: Influence of Training Level]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2358-04292018000100300&lng=en&nrm=iso&tlng=en OBJECTIVE: To determine the reliability (stability) of the peak velocity measurement (VPeak) derived from the incremental maximal effort test, as well as to establish the possible influence of the level of training on these responses. METHOD: Thirty-eight male volunteers made two visits (3 - 5 days apart) to the training center where the study was conducted and performed maximal progressive running tests. The protocol consisted of increments of 0.5 km.h-1/min, starting at a running speed comfortable for each participant (7-9 km.h-1). All subjects were encouraged to achieve the maximum possible performance in both tests, with final voluntary exhaustion being the criterion for interruption. RESULTS: The intra-class correlation coefficient presented excellent consistency of measurements (ICC = 0.975 - p = 0.001). The typical relative error of the measurement was 2.6% for the stability of the measurement of VPeak. Moreover, there were no significant differences between the individual coefficients of variation for measures 1 vs. 2 (p &gt; 0.05). Graphical representation of Bland-Altman demonstrated a homogeneous distribution of the measurement error for all dependent variables. CONCLUSION: Determination of VPeak exhibited excellent levels of reliability with small measurement errors. There was no influence of the training level on the reliability responses.<hr/> OBJETIVO: Determinar a confiabilidade (estabilidade) da medida de velocidade de pico (VPico) derivada do teste incremental de esforço progressivo máximo, bem como estabelecer a possível influência do nível de treinamento sobre estas respostas. MÉTODO: Trinta e oito voluntários fizeram duas visitas ao centro de treinamento com intervalo de três a cinco dias. Na primeira visita os voluntários assinaram um termo de consentimento, tiveram suas medidas antropométricas registradas e realizaram a primeira sessão de corrida progressiva máxima. Na segunda visita o teste progressivo máximo foi novamente realizado. O protocolo consistiu em incrementos de 0,5 km.h-1 a cada min iniciando a uma velocidade individual de corrida classificada como confortável por cada participante (7 a 9 km.h-1). Todos os participantes foram encorajados a alcançar o máximo de desempenho possível em ambos os testes, tendo como critério de finalização, a exaustão voluntária máxima. RESULTADO: O coeficiente de correlação intra-classe (CCI) apresentou excelente consistência da medida (0,975) para VPico (p = 0,001). O erro típico relativo da medida foi de 2,6% para a estabilidade da medida de VPico. Não foram observadas diferenças significativas entre os coeficientes de variação individuais para as medidas G1 vs. G2 (p &gt; 0,05). A representação gráfica de Bland-Altman demonstrou distribuição homogênea do erro da medida para todas as variáveis dependentes. CONCLUSÃO: A determinação da VPico exibiu excelentes níveis de confiabilidade, com pequenos erros de medida. Não houve influência do nível de treinamento sobre as respostas de confiabilidade. <![CDATA[Patients with pure dermatomyositis/polymyositis and anti-PM/Scl autoantibody resembling anti-synthetase syndrome]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2358-04292018000100301&lng=en&nrm=iso&tlng=en OBJECTIVE: The anti-PM/Scl autoantibody has been described in patients with scleromyositis. However, there are scant studies evaluating its prevalence and reactivity in dermatomyositis and polymyositis. METHOD: A cross-sectional, single center study evaluating the anti-PM/Scl autoantibody in 85 dermatomyositis and 32 polymyositis patients, without overlapping syndrome, was conducted between 2000 and 2016. Clinical data and complementary examinations were reviewed from electronic medical records with pre-parameterized information. RESULTS: The mean age of dermatomyositis and polymyositis patients was 41.1 and 42.8 years, respectively. The presence of anti-PM/Scl was observed in 5 (5.9%) dermatomyositis and 2 (6.3%) polymyositis patients. Two of these patients also had the anti-Ku antibody. The relevant clinical manifestations of these 7 patients were constitutional symptoms (100% of cases), muscular (100%), pulmonary (85.7%) and joint (71.4%) involvement, "mechanic hands" (85.7%), Raynaud phenomenon (85.7%) and plantar hyperkeratosis (85.7%). The 7 patients had relapses of disease activity, but at conclusion of the present study, 5 had complete clinical response and 2 complete remission of the disease. CONCLUSION: There is a low frequency of the anti-PM/Scl autoantibody in dermatomyositis and polymyositis patients. In addition, patients with this autoantibody exhibit a similar pattern of manifestations to that of antisynthetase syndrome.<hr/> OBJETIVO: O autoanticorpo anti-PM/Scl foi descrito em pacientes com escleromiosite. No entanto, há escassos estudos avaliando sua prevalência e reatividade em dermatomiosite (DM) e polimiosite (PM). MÉTODOS: Estudo transversal, num único centro, que avaliou o autoanticorpo anti-PM/Scl em 85 DM e 32 PM, sem síndrome de sobreposição, no período entre 2000 e 2016. Os dados clínicos e os exames complementares foram revisados a partir de registros médicos eletrônicos com informações pré-parametrizadas. RESULTADOS: A média de idade dos pacientes com DM e PM foi, respectivamente, de 41,1 e 42,8 anos. A presença de anti-PM/Scl foi observada em 5 (5,9%) DM e 2 (6,3%) pacientes com PM. Dois desses pacientes também possuíam o anticorpo anti-Ku. As manifestações clínicas relevantes desses 7 pacientes foram sintomas constitucionais (100% dos casos), envolvimento muscular (100%), pulmonar (85,7%) e articular (71,4%), "mãos mecânicas" (85,7%), fenômeno de Raynaud (85,7 %) e hiperqueratose plantar (85,7%). Os 7 pacientes apresentaram recidivas da atividade da doença, mas, no final do presente estudo, 5 apresentaram resposta clínica completa e 2 remissões completas da doença. CONCLUSÃO: Há uma baixa freqüência do autoanticorpo anti-PM/Scl em pacientes com DM e PM. Além disso, os pacientes com este autoanticorpo apresentam um padrão semelhante de manifestações para a síndrome da antisintetase. <![CDATA[Insulin resistance is increased in adult patients with dermatomyositis]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2358-04292018000100302&lng=en&nrm=iso&tlng=en OBJECTIVE: To evaluate insulinemia in glucocorticoid naïve patients with dermatomyositis and to evaluate insulin resistance using the homeostatic model assessment of insulin resistance (HOMA2-IR). METHODS: This cross-sectional study included 25 dermatomyositis, non-diabetic glucocorticoid naïve patients. The control group consisted of 50 volunteers matched for age, gender, ethnicity, weight and height. The HOMA2-IR index was calculated from baseline insulin and glucose data. The International Myositis Assessment &amp; Clinical Studies Group (IMACS) parameters were used to evaluate disease status. RESULTS: Mean age of the patients was 43.5 years and these were predominantly females. Patients had low disease activity according to IMACS parameters. Higher body mass index and waist circumference were observed in the dermatomyositis group compared to the control group. Insulin level and HOMA2-IR were also higher in patients with dermatomyositis. Moreover, analyzing dermatomyositis alone, the HOMA2-IR index correlated positively with weight, body mass index and waist circumference and was independent on disease status parameters. CONCLUSIONS: Patients with dermatomyositis had higher values for basal insulinemia, insulin resistance, body mass index and waist circumference. Moreover, HOMA2-IR moderately correlated with these anthropometric parameters. These metabolic abnormalities are related to the development of metabolic syndrome, one of the main comorbidities observed in dermatomyositis.<hr/> OBJETIVO: Avaliar a insulinemia em pacientes com dermatomiosite virgens de glicocorticoide e avaliar a resistência insulínica, utilizando o modelo de avaliação da homeostase de resistência insulínica (HOMA2-IR). MÉTODOS: Este estudo transversal incluiu 25 pacientes com dermatomiosites, não-diabéticos e sem uso prévio de glicocorticoides. Para o grupo de controle, 50 voluntários foram pareados por idade, gênero, etnia, peso e estatura. O índice HOMA2-IR foi calculado a partir de dados basais de insulina e glicose. Os parâmetros do International Myositis Assessment &amp; Clinical Studies Group (IMACS) foram utilizados para avaliar o status da doença. RESULTADOS: A méda de idade dos pacientes foi de 43,5 anos, predominantemente do sexo feminino. Os pacientes apresentaram baixa atividade de doença de acordo com os parâmetros do IMACS. O índice de massa corporal e a circunferência da cintura foram maiores no grupo da dermatomiosite em comparação com o grupo controle. O nível de insulina e o HOMA2-IR também foram maiores em pacientes com dermatomiosite. Além disso, analisando a dermatomiosite isoladamente, o índice HOMA2-IR correlacionou-se positivamente com o peso, o índice de massa corporal e a circunferência da cintura e foi independente dos parâmetros de status da doença. CONCLUSÕES: Pacientes com dermatomiosite apresentam valores mais elevados de insulinemia basal, resistência à insulina, índice de massa corporal e circunferência da cintura. Além disso, o HOMA2-IR está moderadamente correlacionado com esses parâmetros antropométricos. Essas anormalidades metabólicas estão relacionadas ao desenvolvimento da síndrome metabólica, uma das principais comorbidades observadas na dermatomiosite. <![CDATA[Application of adiposity indices to a sample of physically active individuals living in the city of Ribeirão Preto, São Paulo, Brazil]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2358-04292018000100303&lng=en&nrm=iso&tlng=en OBJECTIVE: To compare adiposity indexes in physical activity individuals to evaluate behavior, diagnostic ability and to determine which parameter best reflects and diagnoses body fatness. METHODS: A cross-sectional study was performed on 100 physically active individuals (59% female). The participants were submitted to anthropometric and body composition evaluation; we measured weight, height, circumferences, blood pressure and bioelectrical impedance analysis. A physical activity questionnaire (IPAQ, short version) was applied, as well as a questionnaire about the possible use of nutritional supplementation. The data were statistically analyzed, with significance level set at p &lt;0.05. RESULTS: Mean age, height, weight and BMI were 24.2 ± 6.65 years, 169.5 ± 8.94 cm, 69.1 ± 14.83 kg and 23.9 ± 4.19 kg/m2, respectively, with a significant difference between the genders, except for age. Most of the subjects were in the normal weight range, with a BMI of 18.5 to 24.9 kg/m2, and were very active. BMIfat correlated better with body fat for males (r = 0.896) and females (r = 0.935), followed by BMI (0.689 and 0.767, respectively) and BAI (0.590 and 0.718). CONCLUSIONS: Adiposity indexes are viable alternatives for the diagnosis of obesity and should be more explored as fast, practical and low cost measures in clinical practice.<hr/> OBJETIVO: comparar os índices de adiposidade em indivíduos praticantes de atividade física para avaliar o comportamento, a capacidade diagnóstica e determinar qual parâmetro melhor reflete e diagnostica a adiposidade corporal. MÉTODOS: Um estudo transversal foi realizado em 100 indivíduos fisicamente ativos (59% mulheres). Os participantes foram submetidos à avaliação antropométrica e de composição corporal, sendo aferidos peso, estatura, circunferências, pressão arterial e análise de impedância bioelétrica. Foi aplicado um questionário de atividade física (IPAQ, versão curta), além de um questionário sobre o possível uso da suplementação nutricional. Os dados foram analisados ​​estatisticamente, com nível de significância estabelecido em p &lt;0,05. RESULTADOS: as médias de idade, estatura, peso e IMC foram 24,2 ± 6,65 anos, 169,5 ± 8,94 cm, 69,1 ± 14,83 kg e 23,9 ± 4,19 kg/m2, respectivamente, com diferença significativa entre os gêneros, exceto para idade. A maioria dos sujeitos estava na faixa de peso normal, com um IMC de 18,5 a 24,9 kg/m2, e eram muito ativos. O BMIfat foi melhor correlacionado com a gordura corporal para homens (r = 0,896) e mulheres (r = 0,935), seguido pelo IMC (0,689 e 0,767, respectivamente) e BAI (0,590 e 0,718). CONCLUSÕES: Os índices de adiposidade são alternativas viáveis ​​para o diagnóstico da obesidade e devem ser mais explorados como medidas rápidas, práticas e de baixo custo na prática clínica. <![CDATA[The influence of exercise order on strength performance in post menopause women]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2358-04292018000100304&lng=en&nrm=iso&tlng=en OBJECTIVE: Verify the influence of different exercise orders on the performance of the number of maximal repetitions in older women. METHODS: Twelve older women (65.7 ± 5.6 years, 66.9 ± 9.5 kg, 1.56 ± 0.67 m, 27.4 ± 3.6 kg/m2) underwent four nonconsecutive visits and two different orders of Resistance Training. At the first visit, the volunteers were submitted to anamnesis, anthropometric evaluation and a 10RM test. On the second visit, a re-test of 10RM was performed. On the third and fourth visits, the volunteers performed two exercise sequences: sequence A: bench press, latissimus pulldown close grip, biceps curl, triceps extension; for sequence B the order was inverted. Performance was measured by the number of repetitions in each exercise. To determine differences in performance for sequence A vs. sequence B, repeated measures were performed by two-way ANOVA followed by the Tuckey post-hoc test. RESULTS: The number of repetitions of each exercise varied significantly for the bench press, biceps curl and triceps extension between the exercise sequences. CONCLUSIONS: The order of the exercises performed in a resistance training session can affect the performance in the number of repetitions in older women.<hr/> OBJETIVO: Verificar a influência de diferentes sequências de exercícios no desempenho do número de repetições máximas em mulheres idosas. MÉTODOS: Doze mulheres idosas (65,7 ± 5,6 anos, 66,9 ± 9,5 kg, 1,56 ± 0,67 m; 27,4 ± 3,6 kg/m2) foram submetidas a diferentes sequências de exercícios no Treinamento Resistido. Na primeira visita, as voluntárias foram submetidas à anamnese, avaliação antropométrica e teste de 10 RM. Na segunda visita, foi feito um re-teste de 10RM. Na terceira e quarta visita, as voluntárias realizaram as duas sequências: SEQ A - supino horizontal, puxador alto fechado, rosca bíceps e rosca tríceps e, SEQ B - a ordem foi inversa. O desempenho foi medido pelo número de repetições em cada exercício. A fim de verificar as diferenças nos dados obtidos no desempenho em diferentes sequências e séries, foram realizadas medidas repetidas pela ANOVA two-way seguido do teste post-hoc de Tuckey. RESULTADOS: Os resultados demonstraram que o número de repetições de cada exercício variou significativamente entre as sequências nos exercícios de supino horizontal, rosca bíceps e rosca tríceps. CONCLUSÕES: A ordem dos exercícios realizada em uma sessão de treinamento resistido pode afetar o desempenho no número de repetições em mulheres idosas. <![CDATA[Cardiac vagal index varies according to field position in male elite football players]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2358-04292018000100305&lng=en&nrm=iso&tlng=en BACKGROUND: Cardiac vagal index (CVI) is supposedly higher in athletes and may differ between sports and/or between field positions. OBJECTIVE: To compare CVI: a) between elite football players vs. non-athletes and b) according to five football positions. METHOD: 242 football players of the first Brazilian/Angolan division were divided in five positions (N): goalkeepers (17), defenders (44), wingers (34), midfielders (87) and forwarders (60) and compared with 303 age-matched healthy non-athletes. CVI was estimated from a 4-second exercise test by quantifying the ratio of two cardiac cycle durations, before and at the end of a fast unloaded cycling exercise. RESULTS: Football players had resting and maximal heart rates of, respectively, 59 and 190 bpm and measured VO2max of 62.2 mL/(kg.min). Players and non-athletes showed similar CVI results (median-[P25-P75]) - 1.63-[1.46-1.84] vs 1.61-[1.41-1.81] (p = 0.22). Wingers tended to have a higher CVI (1.84-[1.60-1.99]), especially when compared to defenders (1.53-[1.41-1.72] (p = 0.01). There was a modest non-physiologically relevant association between VO2max and CVI (r = 0.15). CONCLUSIONS: Football players did not differ from non-athletes in CVI; however, among players, wingers were more often vagotonic, which may represent a hemodynamic advantage for match situations, where rapid heart rate transitions and faster oxygen delivery to muscles are required.<hr/> FUNDAMENTOS: O índice vagal cardíaco (IVC) é supostamente maior em atletas e pode diferir entre esportes e dentro do mesmo esporte. OBJETIVO: Comparar o IVC: a) entre futebolistas e não atletas e b) de acordo com cinco posições do futebol. MÉTODO: 242 jogadores da primeira divisão brasileira/angolana foram divididos em cinco posições (N): goleiros (17), zagueiros (44), laterais (34), meio-campistas (87) e atacantes (60) e comparados com 303 não-atletas saudáveis da mesma idade. IVC foi estimado a partir do teste de exercício de 4 segundos, quantificando a relação entre as durações de dois ciclos cardíacos - antes e ao final de uma pedalada rápida e sem carga RESULTADOS: As frequências cardíacas de repouso e máxima dos futebolistas foram, respectivamente, 59 e 190 bpm e o VO2max de 62,2 mL/(kg.min). Futebolistas e não-atletas mostraram resultados semelhantes de IVC (mediana- [P25-P75]) - 1,63- [1,46-1,84] vs 1,61- [1,41-1,81] (p = 0,22). Os laterais tenderam a ter maior IVC (1,84- [1,60-1,99]), especialmente quando comparados aos defensores (1,53- [1,41-1,72] (p = 0,01). Houve uma modesta associação fisiologicamente irrelevante entre VO2max e IVC (r = 0,15). CONCLUSÕES: jogadores da elite do futebol não diferem de não-atletas em IVC; entretanto, entre eles, os alas se mostraram mais frequentemente vagotônicos, o que pode representar uma vantagem hemodinâmica para situações de jogo, onde são necessárias transições rápidas da frequência cardíaca e um aporte mais rápido de oxigênio para os músculos ativos. <![CDATA[Factors related to motorcycle accidents with victims: an epidemiological survey]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2358-04292018000100306&lng=en&nrm=iso&tlng=en OBJECTIVE: To evaluate the factors associated with traffic motorcycles accidents. METHODS: The sample consisted of 285 motorcycle accident victims in São Paulo. Data were collected from 24-hour emergency service shifts regarding: conditions of the victims, security equipment, road and vehicle conditions. RESULTS: Victims were mostly young men (92%); 23% used the motorcycle for work (average: 8 hours per day); 45% had owned a motorcycle for less than two years; 77% were licensed motorcycle drivers; 33% had less than four years of qualification; 31% had attended a course of defensive driving. Severe lesions were identified in 67% of the unlicensed drivers. Polytrauma occurred in 9% head trauma in 5% of the entire population. Lower limb fractures occurred more frequently than upper limb (17% vs. 12%). Most wore helmets (90%) but only 18% wore helmet, boots and jacket. Positive readings for alcohol (7%) and drugs (14%) occurred in 21% of victims. Most accidents occurred as a consequence of imprudence (88%), during the day (67%), in dry weather conditions (94%). A side impact was registered in 48% of cases; 80% of motorcycles had an engine capacity up to 250 cc. In 51% of the accidents the person responsible for the accident was the driver of the other vehicle in the accident. CONCLUSION: Most accidents involve motorcyclists who are young male adults, use the motorcycle as a means of transport and do not consider safety, defensive driving and the use of alcohol and drugs as important factors.<hr/> OBJETIVOS: Avaliar fatores associados com acidentes de trânsito com motocicletas. MÉTODOS: Foram avaliadas 285 vítimas de acidente de motocicleta em São Paulo. Os dados foram coletados em plantões nas unidades de emergência. Foram coletadas informações sobre: condições das vítimas, uso de equipamentos de segurança, condições de estrada e veículo. RESULTADOS: As vítimas eram principalmente homens jovens (92%); 23% usavam a motocicleta para o trabalho (média: 8 horas por dia); 45% possuíam a motocicleta por menos de dois anos; 77% tinham habilitação para dirigir; 33% tinham menos de quatro anos de habilitação; 31% tinham feito curso de direção defensiva. Lesões graves foram identificadas em 67% dos motoristas não habilitados. Houve politraumatismo em 9% das vítimas e traumatismo craniano em 5% da população avaliada. Fraturas de membros inferiores ocorreram mais frequentemente do em membros superiores (17% contra 12%). A maioria usava capacetes (90%), mas apenas 18% usava capacete, botas e jaqueta. Dosagens positivas de álcool (7%) e drogas (14%) foram vistas e totalizaram 21% de todas as vítimas. A maioria dos acidentes ocorreu como consequência de imprudência (88%), durante o dia (67%) e sem chuva (94%). CONCLUSÃO: A maioria dos acidentes envolve vítimas do sexo masculino, adultos, que usam a motocicleta como meio de transporte e não consideram equipamentos de segurança, condução defensiva e o consumo de álcool e drogas fatores importantes para prevenção dos acidentes. <![CDATA[McArdle’s disease: an underestimated or underdiagnosed myopathy in rheumatologic practice? Cases series and literature review]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2358-04292018000100307&lng=en&nrm=iso&tlng=en OBJECTIVE: McArdle’s disease is a metabolic myopathy that manifests with varied clinical conditions and is often confounded with other diagnoses. Herein, the authors report a case series and carry out a literature review. METHODS: A cross-sectional single-center study evaluating 12 patients with McArdle’s disease was conducted. RESULTS: Mean age at onset of symptoms was 28.0±17.4 years, while age at disease diagnosis was 39.0±14.8 years. History of intolerance to physical exercises was observed in 10 cases; muscle weakness in 9, second wind phenomenon in only 1 case. The presence of cramps, fatigue and myalgia was observed in 12, 11 and 9 of the cases respectively. Median creatine phosphokinase level was 5951U/L. Most of the patients (83.3%) were initially diagnosed with another condition (polymyositis, inclusion body myositis, fibromyalgia and/or muscular dystrophy), and approximately half had received glucocorticoids and/or immunosuppressants prior to definitive diagnosis. All patients underwent muscular biopsy, which revealed the presence of subsarcolemmal vacuoles characterized by glycogen deposits, and negative histochemical reaction for the myophosphorylase enzyme. CONCLUSION: The present study reinforces the presence of clinical variability among patients and shows that McArdle’s disease should be considered one of the differential diagnoses of inflammatory myopathies and other rheumatic diseases.<hr/> OBJETIVO: A doença de McArdle é uma miopatia metabólica que se manifesta com condições clínicas variadas e muitas vezes é confundida com outros diagnósticos. Os autores relatam uma série de casos e realizam uma revisão de literatura. MÉTODOS: Estudo transversal de um único centro em que foram avaliados 12 pacientes com doença de McArdle. RESULTADOS: A média de idade no início dos sintomas foi de 28,0±17,4 anos, enquanto a idade no diagnóstico da doença foi de 39,0±14,8 anos. História de intolerância ao exercício físico foi observada em 10 dos casos; fraqueza muscular em 9; fenômeno do “second wind” em apenas 1 caso. A presença de câimbras, fadiga e mialgia foi observada, respectivamente, em 12, 11 e 9 dos casos. O nível mediano de creatinafosfoquinase foi de 5951U/L. Oito pacientes foram inicialmente diagnosticados com outra condição (polimiosite, miosite de corpos de inclusão, fibromialgia e/ou distrofia muscular), e aproximadamente metade havia recebido glicocorticoides e/ou imunossupressores antes do diagnóstico definitivo. Todos os pacientes foram submetidos à biópsia muscular, que revelou a presença de vacúolos subsarcolêmicos caracterizados por depósitos de glicogênio e reação histoquímica negativa para a enzima miofosforilase. CONCLUSÕES: O presente estudo reforça a presença de variabilidade clínica entre pacientes e mostra que a doença de McArdle deve ser considerada um dos diagnósticos diferenciais de miopatias inflamatórias e outras doenças reumáticas. <![CDATA[Spontaneous pneumomediastinum in dermatomyositis: a case series and literature review]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2358-04292018000100308&lng=en&nrm=iso&tlng=en OBJECTIVES: To describe a case series of spontaneous pneumomediastinum in dermatomyositis and to review the literature. METHODS: This was a retrospective single-center case series, reporting 9 patients with pneumomediastinum and defined dermatomyositis, followed from 2005 to 2017. RESULTS: Median age of patients: 33 years; cutaneous and pulmonary involvement in all cases; constitutional symptoms in 88.8% of patients; involvement of the joints in 11.1%, gastrointestinal tract in 44.4%, and muscles in 77.7%; subcutaneous emphysema was observed in 55.5% and pneumothorax in 11.1%, respectively. Muscle weakness was observed in 77.7% of cases and with a median level of serum creatine phosphokinase of 124U/L. Drawing on results for our literature review, the overall analysis showed that the risk factors associated with spontaneous pneumomediastinum were: (a) a history of interstitial pneumopathy; (b) normal or low levels of muscle enzymes; (c) previous use of systemic glucocorticoid; (d) over 50% of patients had subcutaneous emphysema; (e) high mortality as a consequence of severity of the interstitial lung disease. CONCLUSIONS: Our case series revealed that pneumomediastinum is a rare complication in dermatomyositis that occurs in patients with a history of interstitial pneumopathy and may be accompanied by subcutaneous emphysema and pneumothorax.<hr/> OBJETIVOS: Descrever série de casos de pneumomediastino espontâneo em portadores de dermatomiosite e revisar a literatura. MÉTODOS: Trata-se de série de casos, único centro, relatando 9 pacientes com pneumomediastino e dermatomiosite definida, acompanhados de 2005 a 2017. RESULTADOS: A mediana da idade dos pacientes foi de 33 anos. Sintomas constitucionais estavam presentes em 88,8% dos pacientes. Houve acometimento cutâneo e pulmonar em todos os casos, acometimento das articulações em 11,1%, trato gastrointestinal em 44,4% e musculatura em 77,7% dos pacientes. Enfisema subcutâneo foi observado em 55,5% e pneumotórax em 11,1%, respectivamente. A fraqueza muscular foi observada em 77,7% dos casos, com um nível médio de creatinofosfoquinase sérica de 124U/L. Com base nos resultados da revisão da literatura, a análise geral mostrou que: os fatores de risco associados ao pneumomediastino espontâneo foram: história de pneumopatia intersticial, níveis normais ou baixos de enzimas musculares, uso prévio de glicocorticoide sistêmico; &gt;50% dos pacientes tiveram enfisema subcutâneo; houve alta mortalidade como consequência da gravidade da doença pulmonar intersticial. CONCLUSÕES: Nossa série de casos revelou que o pneumomediastino é uma complicação rara na dermatomiosite e que ocorre em pacientes com história de pneumopatia intersticial e pode ser acompanhada por enfisema subcutâneo e pneumotórax. <![CDATA[Writing good English: is scientific English a Latin language in disguise?]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2358-04292018000100500&lng=en&nrm=iso&tlng=en BACKGROUND: English is the lingua franca of science; it is the language of the two last world superpowers and the language of four out of the world's ten greatest producers of science; it is a fairly simple language and the most hybridized language in history, with Latin and French contributing 60% of the entire English lexicon. The object of this study is to determine whether the frequency of use of imported words is a function of literary genre. METHOD: Texts were randomly selected from (a) medical scientific original articles, (b) newspaper financial reports, (c) sport reportages, (d) literary texts and (e) colloquial English; for comparison a collection of similarly distributed texts were selected from Portuguese; the frequency of occurrence of Latin or Neo-Latin words was determined in the English texts as well as the occurrence of non-Latin or non-Neo-Latin words in the Portuguese texts; a oneway analysis of variance was used to determine whether significant differences occurred between genres in the two languages. RESULTS: The frequency of occurrence of Latin/French words in English text was significantly dependent on the literary genre, being maximal in medical scientific texts and minimal in colloquial English; in contrast, the frequency of occurrence of non-Latin words in Portuguese was constant throughout the same literary genres. CONCLUSION: The use of Latin/French words in English is directly proportional to the complexity of the literary genre, a phenomenon not observed in Portuguese, a typical Neo-Latin language.<hr/> CONTEXTO: O inglês é a língua franca da ciência; é a língua das duas mais recentes superpotências mundiais e a língua de quatro dos dez maiores produtores de ciência do mundo; é uma língua bastante simples e o idioma mais hibridizado da história, com o latim e o francês contribuindo com aproximadamente 60% do léxico inglês. O objetivo deste estudo é determinar se a frequência de uso de palavras importadas é uma função do gênero literário. MÉTODO: os textos foram selecionados aleatoriamente de (a) artigos científicos médicos, (b) relatórios financeiros dos jornais, (c) reportagens desportivas, (d) textos literários, (e) inglês coloquial; Para comparação, uma coleção de textos distribuídos de forma semelhante foi selecionada a partir do português; a frequência de ocorrência de palavras latinas ou neolatinas foi determinada nos textos em inglês e na ocorrência de palavras não latinas ou não neolatinas nos textos portugueses; uma análise de variância unidirecional foi utilizada para determinar se diferenças significativas ocorreram entre gêneros nas duas línguas. RESULTADOS: A frequência de ocorrência de palavras latinas / francesas em textos ingleses foi significativamente dependente do gênero literário, sendo máxima em textos científicos médicos e mínima em inglês coloquial; em contraste, a frequência de ocorrência de palavras não latinas em português foi constante ao longo dos mesmos gêneros literários. CONCLUSÃO: O uso de palavras de origem latina ou francesa em inglês é diretamente proporcional à complexidade do gênero literário, fenômeno não observado em português, uma língua neolatina típica. <![CDATA[A comment on "Writing Good English: Is scientific English a Latin Language in Disguise?"]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2358-04292018000100800&lng=en&nrm=iso&tlng=en BACKGROUND: English is the lingua franca of science; it is the language of the two last world superpowers and the language of four out of the world's ten greatest producers of science; it is a fairly simple language and the most hybridized language in history, with Latin and French contributing 60% of the entire English lexicon. The object of this study is to determine whether the frequency of use of imported words is a function of literary genre. METHOD: Texts were randomly selected from (a) medical scientific original articles, (b) newspaper financial reports, (c) sport reportages, (d) literary texts and (e) colloquial English; for comparison a collection of similarly distributed texts were selected from Portuguese; the frequency of occurrence of Latin or Neo-Latin words was determined in the English texts as well as the occurrence of non-Latin or non-Neo-Latin words in the Portuguese texts; a oneway analysis of variance was used to determine whether significant differences occurred between genres in the two languages. RESULTS: The frequency of occurrence of Latin/French words in English text was significantly dependent on the literary genre, being maximal in medical scientific texts and minimal in colloquial English; in contrast, the frequency of occurrence of non-Latin words in Portuguese was constant throughout the same literary genres. CONCLUSION: The use of Latin/French words in English is directly proportional to the complexity of the literary genre, a phenomenon not observed in Portuguese, a typical Neo-Latin language.<hr/> CONTEXTO: O inglês é a língua franca da ciência; é a língua das duas mais recentes superpotências mundiais e a língua de quatro dos dez maiores produtores de ciência do mundo; é uma língua bastante simples e o idioma mais hibridizado da história, com o latim e o francês contribuindo com aproximadamente 60% do léxico inglês. O objetivo deste estudo é determinar se a frequência de uso de palavras importadas é uma função do gênero literário. MÉTODO: os textos foram selecionados aleatoriamente de (a) artigos científicos médicos, (b) relatórios financeiros dos jornais, (c) reportagens desportivas, (d) textos literários, (e) inglês coloquial; Para comparação, uma coleção de textos distribuídos de forma semelhante foi selecionada a partir do português; a frequência de ocorrência de palavras latinas ou neolatinas foi determinada nos textos em inglês e na ocorrência de palavras não latinas ou não neolatinas nos textos portugueses; uma análise de variância unidirecional foi utilizada para determinar se diferenças significativas ocorreram entre gêneros nas duas línguas. RESULTADOS: A frequência de ocorrência de palavras latinas / francesas em textos ingleses foi significativamente dependente do gênero literário, sendo máxima em textos científicos médicos e mínima em inglês coloquial; em contraste, a frequência de ocorrência de palavras não latinas em português foi constante ao longo dos mesmos gêneros literários. CONCLUSÃO: O uso de palavras de origem latina ou francesa em inglês é diretamente proporcional à complexidade do gênero literário, fenômeno não observado em português, uma língua neolatina típica. <![CDATA[Rapid progression of neurotoxoplasmosis in a patient with concomitant rheumatoid arthritis and systemic lupus erythematous]]> http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2358-04292018000100801&lng=en&nrm=iso&tlng=en BACKGROUND: English is the lingua franca of science; it is the language of the two last world superpowers and the language of four out of the world's ten greatest producers of science; it is a fairly simple language and the most hybridized language in history, with Latin and French contributing 60% of the entire English lexicon. The object of this study is to determine whether the frequency of use of imported words is a function of literary genre. METHOD: Texts were randomly selected from (a) medical scientific original articles, (b) newspaper financial reports, (c) sport reportages, (d) literary texts and (e) colloquial English; for comparison a collection of similarly distributed texts were selected from Portuguese; the frequency of occurrence of Latin or Neo-Latin words was determined in the English texts as well as the occurrence of non-Latin or non-Neo-Latin words in the Portuguese texts; a oneway analysis of variance was used to determine whether significant differences occurred between genres in the two languages. RESULTS: The frequency of occurrence of Latin/French words in English text was significantly dependent on the literary genre, being maximal in medical scientific texts and minimal in colloquial English; in contrast, the frequency of occurrence of non-Latin words in Portuguese was constant throughout the same literary genres. CONCLUSION: The use of Latin/French words in English is directly proportional to the complexity of the literary genre, a phenomenon not observed in Portuguese, a typical Neo-Latin language.<hr/> CONTEXTO: O inglês é a língua franca da ciência; é a língua das duas mais recentes superpotências mundiais e a língua de quatro dos dez maiores produtores de ciência do mundo; é uma língua bastante simples e o idioma mais hibridizado da história, com o latim e o francês contribuindo com aproximadamente 60% do léxico inglês. O objetivo deste estudo é determinar se a frequência de uso de palavras importadas é uma função do gênero literário. MÉTODO: os textos foram selecionados aleatoriamente de (a) artigos científicos médicos, (b) relatórios financeiros dos jornais, (c) reportagens desportivas, (d) textos literários, (e) inglês coloquial; Para comparação, uma coleção de textos distribuídos de forma semelhante foi selecionada a partir do português; a frequência de ocorrência de palavras latinas ou neolatinas foi determinada nos textos em inglês e na ocorrência de palavras não latinas ou não neolatinas nos textos portugueses; uma análise de variância unidirecional foi utilizada para determinar se diferenças significativas ocorreram entre gêneros nas duas línguas. RESULTADOS: A frequência de ocorrência de palavras latinas / francesas em textos ingleses foi significativamente dependente do gênero literário, sendo máxima em textos científicos médicos e mínima em inglês coloquial; em contraste, a frequência de ocorrência de palavras não latinas em português foi constante ao longo dos mesmos gêneros literários. CONCLUSÃO: O uso de palavras de origem latina ou francesa em inglês é diretamente proporcional à complexidade do gênero literário, fenômeno não observado em português, uma língua neolatina típica.