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Arquivos Brasileiros de Oftalmologia

Print version ISSN 0004-2749

Arq. Bras. Oftalmol. vol.70 no.3 São Paulo May/June 2007

http://dx.doi.org/10.1590/S0004-27492007000300010 

ARTIGO ORIGINAL

 

Diagnóstico de conjuntivite adenoviral pelo RPS Adenodetector®

 

Adenovirus conjunctivitis diagnosis using RPS Adenodetector®

 

 

José Bonifácio Barbosa JuniorI; Caio Vinicius Saito RegatieriII; Terezinha Maria de PaivaIII; Margareth Aparecida BenegaIV; Maria Akiko IshidaV; Kátia Oliveira CorrêaVI; Denise de FreitasVII; Rubens Belfort JuniorVIII

IEstagiário, Departamento de Oftalmologia, Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP - São Paulo (SP) - Brasil
IIResidente, Departamento de Oftalmologia, UNIFESP - São Paulo (SP) - Brasil
IIIDoutora em Microbiologia; Pesquisador Científico do Instituto Adolfo Lutz, Secretaria do Estado da Saúde - São Paulo (SP) - Brasil
IVConsultor l do Instituto Adolfo Lutz, Secretaria do Estado da Saúde - São Paulo (SP) - Brasil
VMestre em Microbiologia, Pesquisador Científico do Instituto Adolfo Lutz, Secretaria do Estado da Saúde - São Paulo (SP) - Brasil
VIAgente de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Instituto Adolfo Lutz, Secretaria do Estado da Saúde - São Paulo (SP) - Brasil
VIILivre-docente, Departamento de Oftalmologia, UNIFESP - São Paulo (SP) - Brasil
VIIIProfessor Titular, Departamento de Oftalmologia, UNIFESP - São Paulo (SP) - Brasil

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

OBJETIVO: Avaliar a utilização do RPS Adenodetector®, como método diagnóstico de pacientes com quadro clínico de conjuntivite adenoviral.
MÉTODOS: Análise de série de casos consecutivos de pacientes com diagnóstico clínico de ceratoconjuntivite adenoviral submetidos comparativamente ao teste RPS Adenodetector® e a raspado conjuntival para cultura de vírus.
RESULTADOS: Dos 11 pacientes avaliados, 10 pacientes apresentavam acometimento unilateral. Em relação ao tempo de início dos sintomas no momento da colheita, 5 (45,5%) pacientes apresentavam dois dias de história, 5 (45,5%) apresentavam três dias e 1 (9,1%) apresentava 7 dias. A cultura para adenovírus foi positiva em 8 pacientes (73%) e o RPS Adenodetector® foi positivo em 9 pacientes (82%). Oito pacientes apresentaram o teste rápido e cultura positiva. Um paciente apresentou teste RPS Adenodetector® positivo com cultura negativa. Os dois pacientes com teste RPS Adenodetector® negativo apresentaram cultura negativa. O RPS Adenodetector® mostrou sensibilidade de 100% e especificidade de 67% adotando-se a cultura de vírus como exame padrão-ouro para o diagnóstico de conjuntivite adenoviral.
CONCLUSÃO: O RPS Adenodetector® foi útil para o diagnóstico de conjuntivite adenoviral e pode auxiliar na orientação do paciente quanto ao contágio e disseminação da doença.

Descritores: Conjuntivite viral/diagnóstico; Infecções por adenoviridae; Cromatografia; Cultura de vírus/métodos


ABSTRACT

PURPOSE: To evaluate the RPS Adenodetector®, a rapid immunochromatographic test, in the diagnosis of patients with clinical overt adenoviral conjunctivitis.
METHODS: Consecutive case series. Patients underwent conjunctiva scraping for RPS Adenodetector® test and culture to identify adenovirus.
RESULTS: A total of 11 patients were studied, and 10 had unilateral disease. Five (45.5%) had symptoms for 2 days, 5 for three days, and 1 for 7 days. Adenovirus culture was positive in 8 patients (73%) and RPS Adenodetector® was positive in 9 (82%) patients. Eight patients had adenovirus identification by both methods. In one patient the RPS Adenodetector® was positive in contrast to a negative culture. The two patients revealing negative RPS Adenodetector® results also had negative cultures. The sensitivity was 100% and the specificity was 67%.
CONCLUSION: The RPS Adenodetector® is a useful tool in the rapid diagnosis of adenovirus conjunctivitis and may contribute to the spread control of this highly contagious disease.

Keywords: Conjunctivitis, viral/diagnosis; Adenoviridae infections; Chromatography; Virus cultivation/methods


 

 

INTRODUÇÃO

O adenovírus é uma das causas mais freqüentes de infecção conjuntival em todo o mundo, e embora normalmente não resulte em perda visual, é causa freqüente de abstenção em escolas e trabalho, com elevado custo econômico e social(1-2). Além dos olhos, o adenovírus é capaz de causar infecções no trato respiratório superior(3) e intestino(4).

A conjuntivite adenoviral é bastante contagiosa, com ocorrência mundial esporádica e epidêmica(5), principalmente durante o verão. As três principais formas clínicas de apresentação são a ceratoconjuntivite epidêmica, a febre faringoconjuntival e a conjuntivite folicular aguda inespecífica(6). O contágio ocorre através do aperto de mãos, superfícies contaminadas, instrumentos oftalmológicos infectados, piscinas, colírios, entre outros(6-8). O período de contágio estende-se em média até o 14º dia após o início do quadro clínico(6).

Os sinais e sintomas são bastante clássicos (hiperemia conjuntival associada à presença de folículos principalmente em fórnice inferior, fotofobia, sensação de corpo estranho e lacrimejamento) e facilmente levam à hipótese diagnóstica de infecção; no entanto, casos com clínica mais duvidosa podem ocorrer(6) e a confirmação da etiologia da infecção torna-se importante para o controle de epidemias, especialmente nestes casos atípicos.

O isolamento através da cultura do vírus consiste no padrão-ouro para diagnóstico, mas apresenta desvantagens como alto custo, necessidade de organismos viáveis, meio de transporte especial para o laboratório e tempo de incubação de dias a semanas, prejudicando a tomada de decisões de controle de contágio mais precisas e rápidas(9-10).

Técnicas de detecção de antígenos requerem menos tempo e não necessitam de organismos viáveis. A sensibilidade e especificidade são altamente variáveis entre os métodos disponíveis (imunoensaio enzimático, imunofluorescência, imunocromatografia, aglutinação látex específica e imunofiltração)(10).

Dentre os testes de diagnóstico rápidos para detecção de adenovírus temos comercialmente disponíveis o Adenoclone®, SAS Adenotest® e o RPS Adenodetector® (teste rápido). O RPS Adenodetector® foi recentemente aprovado pelo FDA (www.fda.gov/cdrh/pdf5/K052092.pdf) e utiliza tecnologia baseada na imunocromatografia de fluxo lateral. Antígenos adenovirais quando presentes no paciente são capturados entre dois anticorpos monoclonais antígenos específicos.

O objetivo do estudo consistiu na avaliação do RPS Adenodetector® como método diagnóstico em pacientes com quadro clínico de conjuntivite adenoviral.

 

MÉTODOS

Foram avaliados 11 pacientes consecutivos no pronto socorro de oftalmologia do Hospital São Paulo no período de abril a maio de 2006 com quadro clínico sugestivo de ceratoconjuntivite adenoviral uni ou bilateral. O diagnóstico clínico foi baseado na história e avaliação oftalmológica típica de conjuntivite aguda (sintomas, e sinais como de folículos na conjuntiva tarsal inferior, linfadenopatia pré-auricular, presença de pseudomembranas conjuntivais, ceratite ponteada e secreção ocular mucóide) e rastreamento de possível contato de contágio (questionamento sobre colegas de trabalho, parentes, entre outros, com sinais de conjuntivite).

Os pacientes foram submetidos de maneira aleatória e consecutiva aos exames de imonocromatografia e cultura, com as técnicas descritas a seguir.

O RPS Adenodetector® (Rapid Pathogen Screening, Inc, 101 Phillips Park Drive, South Williamsport, PA 17702) consiste de um kit com três componentes: um coletor com esponja em uma extremidade, um cassete onde se realiza a leitura do resultado através da observação da tira na sua extremidade, e um frasco contendo solução reagente, onde é imersa a tira absorvente do cassete. Após a instilação de colírio anestésico (cloridrato de proparacaína a 0,5%) a conjuntiva tarsal inferior foi raspada de maneira suave com o coletor. Feito isso, encaixou-se o coletor no cassete que em seguida foi imerso na solução reagente por 15 segundos. Após isto se aguardou 10 minutos para a leitura do resultado com mudança de cor na tira. O teste positivo mostra duas linhas em vermelho; o negativo mostra somente uma linha em vermelho que consiste na linha controle. Caso nenhuma linha apareça, o teste é considerado inválido, conforme instruções do fabricante.

A cultura viral também foi realizada após a instilação do mesmo colírio anestésico e através de raspado conjuntival, com cotonete estéril. O material obtido foi colocado em tubos de ensaio estéreis de 3 ml contendo meio de transporte viral específico contendo cloreto de sódio, peptona e extrato de carne e posteriormente inoculado em cultura de células HEp-2 com posterior identificação do vírus caso houvesse crescimento.

Em relação à análise estatística, foi empregado o teste Kappa para se avaliar a concordância entre os resultados da cultura viral e o RPS Adenodetector®. Adicionalmente, foram calculadas a sensibilidade e especificidade do teste RPS Adenodetector® considerando-se a cultura viral como teste padrão-ouro. Os intervalos de confiança de 95% para sensibilidade e especificidade foram calculados a partir da distribuição binomial, sendo desta forma exatos e não sendo uma aproximação a partir da distribuição normal.

 

RESULTADOS

Dos 11 pacientes avaliados, 9 (82%) eram do sexo feminino. A idade dos pacientes variou de 16 a 43 anos com média de 29 anos.

Quanto ao início dos sintomas no momento da colheita, 5 (45,5%) pacientes apresentavam dois dias de história, 5 (45,5%) três dias e 1 (9,1%) sete dias.

Dez (90,9%) pacientes apresentavam acometimento unilateral e 1 (9,1%) apresentou acometimento bilateral com início dos sintomas no segundo olho de dois dias após o início no primeiro olho. Dois (18%) pacientes estavam em uso de medicamento ocular (colírio de cloranfenicol) no momento da colheita.

A cultura para adenovírus foi positiva em 8 pacientes (72,7%), enquanto que o RPS Adenodetector® foi positivo em 9 (81,8%). Oito pacientes apresentaram teste rápido e cultura positivos. Um paciente apresentou teste rápido positivo com cultura negativa. Todos os pacientes com teste rápido negativo apresentaram cultura negativa (Tabela 1).

 

 

 

 

O RPS Adenodetector® mostrou sensibilidade de 100% (intervalo de confiança [IC] de 95%: 63%-100%) e especificidade de 67% (IC de 95%: 9%-99%). Os resultados do RPS Adenodetector® e da cultura concordaram em 10 (91%) dos 11 pacientes examinados (teste Kappa: 0,74; p=0,01).

 

DISCUSSÃO

O diagnóstico preciso de um caso de conjuntivite altamente contagiante como a adenoviral é importante no intuito de se evitar propagação da doença, em especial em instituições como creches, hospitais, clínicas e escolas(10). O melhor método diagnóstico para qualquer doença infecciosa é aquele com alta sensibilidade e especificidade, rápido na realização e no resultado, que não necessite pessoal com treinamento especializado e com baixo custo(10).

O isolamento viral através da cultura de células requer a presença de organismos viáveis e um meio de cultura específico para o transporte rápido ao laboratório. Apesar de ser necessário mais tempo para o resultado quando comparado com outros métodos e do custo na sua realização, a cultura de células permanece como o padrão-ouro no diagnóstico de conjuntivite viral, pois o isolamento do agente infeccioso é definitivo(11).

Dentre os testes de diagnósticos rápidos disponíveis para detecção de adenovírus temos o Adenoclone® teste, SAS Adenotest® e mais recentemente o RPS Adenodetector®. A literatura também apresenta a Reação em cadeia da polimerase (PCR) como alternativa de teste rápido(12), inclusive no Brasil(13), apesar do alto custo da metodologia.

O Adenoclone® teste(14) e o SAS Adenotest® teste(15) mostraram sensibilidade (54,7% e 50,5%) e especificidade (97,1% e 100%, respectivamente) similares, mas os limites de detecção variaram. O SAS Adenotest® foi capaz de detectar vírus 13 dias após o início dos sintomas enquanto o Adenoclone® teste foi limitado a 11 dias.

O RPS Adenodetector® apresenta em geral sensibilidade de 85% e especificidade de 95%(16-17). No presente estudo, utilizando a cultura de células como padrão-ouro no diagnóstico de ceratoconjuntivite adenoviral, o RPS Adenodetector® mostrou sensibilidade de 100% e especificidade de 67% com um intervalo de confiança largo (9%-99%) devido à amostra reduzida.

Em recente estudo com 186 pacientes, Sambursky et al. encontraram sensibilidade do RPS Adenodetector® de 88% e especificidade de 91%(18).

Dentre as grandes vantagens do RPS Adenodetector® está a rapidez e facilidade na realização do teste, possibilitando com isso o diagnóstico etiológico da conjuntivite aguda e melhor orientação terapêutica e profilática, em relação ao contágio, bem como a economia de uso de medicamentos desnecessários. Dentre as desvantagens, está o aumento nos custos para o diagnóstico de conjuntivite adenoviral.

O estudo apresenta como limitações, o pequeno número da amostra e a ausência de um grupo controle sem o quadro clínico de conjuntivite adenoviral. Novos estudos com um maior número de pacientes, seriam importantes para uma melhor avaliação deste teste.

 

CONCLUSÃO

O RPS Adenodetector® foi útil como método para o diagnóstico de conjuntivite adenoviral, sem necessidade de pessoal altamente qualificado para sua realização. O teste, pela sua rapidez, pode ser importante no controle da disseminação da infecção.

 

AGRADECIMENTO

Os autores agradecem a avaliação estatística realizada pelo Dr. Luiz Alberto Mello.

 

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Endereço para correspondência:
Rubens Belfort Jr.
Rua Botucatu, 822
São Paulo (SP) CEP 04023-062
E-mail: eyebr@webmail.epm.br

Recebido para publicação em 16.10.2006
Última versão recebida em 17.02.2007
Aprovação em 19.03.2007

 

 

Nota Editorial: Depois de concluída a análise do artigo sob sigilo editorial e com a anuência do Dr. José Augusto Alves Ottaiano sobre a divulgação de seu nome como revisor, agradecemos sua participação neste processo.
Protocolo de estudo aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UNIFESP/Escola Paulista de Medicina.
Trabalho realizado no Departamento de Oftalmologia da Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP e Seção de Vírus Respiratórios, Instituto Adolfo Lutz, Secretaria do Estado da Saúde de São Paulo.