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Revista Brasileira de Enfermagem

Print version ISSN 0034-7167

Rev. bras. enferm. vol.60 no.2 Brasília Mar./Apr. 2007

http://dx.doi.org/10.1590/S0034-71672007000200018 

Ensaio

 

Os processos de trabalho em Enfermagem

 

Work processes in Nursing

 

Los procesos de trabajo en Enfermería

 

 

Maria Cristina Sanna

Doutora em Enfermagem. Pesquisadora Independente. Membro do GEPAG Grupo de Pesquisa sobre Administração em Saúde e Pesquisa em Enfermagem do Departamento de Enfermagem da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de São Paulo, SP

 

 


RESUMO

Este ensaio discorre didaticamente sobre a constituição dos Processos de Trabalho em Enfermagem, a saber: Administrar, Assistir, Ensinar, Pesquisar e Participar Politicamente, apresentando seus elementos e a inter-relação entre eles, demonstrando que o trabalho da Enfermagem é complexo e multifacetado, requerendo um conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes que se articulam de maneira própria, para produzir transformação da natureza com especificidade que caracteriza particulares esferas de atuação profissional, formas de contribuição social e inserção política com as quais precisam operar conscientemente os profissionais de enfermagem.

Descritores: Enfermagem; Prática profissional; Trabalho..


ABSTRACT

This essay presents in a didactic way the constitution of work process in Nursing comprising: to manage, to assist, to research and to participate politically, presenting their elements and the inter-relation among them, demonstrating that the work of Nursing is complex and multifaceted requiring a set of knowledge, skills and attitudes that are articulated in a proper way to produce a transformation of the nature with specificity that characterizes particular spheres of Nursing activity, social contribution and political insertion with which nursing professionals need to operate in a conscious way.

Descriptors: Nursing; Professional practice; Work.


RESUMEN

Este ensayo presenta de una manera didáctica la constitución del proceso de trabajo en Enfermería, a saber: el administrar, el asistir, el ensañar, el investigar y el participar políticamente, presentando sus elementos y la interrelación entre ellos, demostrando que el trabajo de la Enfermería es complejo y multifacetado, requierendo un conjunto de conocimientos, habilidades y actitudes que se articulan de manera propia para producir la transformación de la naturaleza con especificidad que caracteriza las particulares esferas de la actuación profesional, formas de contribución social y inserción política con las cuales precisan operar conscientemente los profesionales de enfermería.

Descriptores: Enfermería; Práctica profesional; Trabajo.


 

 

O entendimento do trabalho como processo é uma construção relativamente recente para a Enfermagem (1). Sua formulação é decorrente da teoria marxista, que vê o trabalho como transformação da matéria pela mão do ser humano, num continuum dinâmico no qual ambos sofrem alterações.

O trabalho é decorrente das necessidades do ser humano. Além das necessidades relacionadas à reprodução e à sobrevivência do corpo biológico, este ser humano, por se constituir num ser social, precisa atender a uma série de necessidades para viver. Essas necessidades se transformam ao longo do tempo e, estudando a História da Humanidade, se pode perceber que uma infinidade de combinações diferentes de necessidades de naturezas diversas se apresentaram em cada sociedade em momentos diferentes. Isso explica porque certos tipos de trabalho não são mais feitos a partir de uma época da história e porque outros tipos de trabalho surgem a todo o momento, sem contar que os trabalhos também se modificam para atender às mudanças demandadas por quem expressa as necessidades que os motivam.

Pode-se definir processo de trabalho como a transformação de um objeto determinado em um produto determinado, por meio da intervenção do ser humano que, para fazê-lo, emprega instrumentos. Ou seja, o trabalho é algo que o ser humano faz intencionalmente e conscientemente, com o objetivo de produzir algum produto ou serviço que tenha valor para o próprio ser humano(2).

Para entender melhor o que é processo de trabalho, é preciso considerar os seus componentes: objeto, agentes, instrumentos, finalidades, métodos e produtos(3).

Objeto é aquilo sobre o que se trabalha, ou seja, algo que provem diretamente da natureza, que sofreu ou não modificação decorrente de outros processos de trabalho, e que contem em si a potencialidade do produto ou serviço em que irá ser transformado pela ação do ser humano. Assim, a matéria observada ou manipulada sem a finalidade de ser transformada, não é um objeto de trabalho porque não é contemplada com essa intenção. Já a aproximação desse material na perspectiva do trabalho enseja uma série de vislumbres do que ele poderá vir a ser e, assim, se constitui num objeto de trabalho. Pode-se dizer que o objeto de trabalho do ensino são os indivíduos que querem aprender algo. Eles são observados pelos envolvidos nesse processo de trabalho como alguém que vai aprender alguma coisa e será transformado por esse aprendizado.

Agentes são os seres humanos que transformam a natureza, ou seja, são aqueles que, tomando o objeto de trabalho e nele fazendo intervenções, são capazes de alterá-lo, produzindo um artefato ou um serviço. O agente necessariamente tem a intenção de transformar a natureza em algo que para ele tem um especial significado. Por isso e para isso desenvolve suas ações, até obter a transformação desejada. O agente é aquele que realiza o trabalho. Ele pode ser concomitantemente o produtor e consumidor daquele trabalho ou pode produzir um bem ou serviço para outrem consumir. Quando o ser humano produz para o outro ser humano consumir, estará ingressando no mercado de trocas, em que o seu trabalho adquire um valor que lhe permitirá trocá-lo pelos produtos dos trabalhos dos outros homens, ou acumular essa possibilidade.

Para alterar a natureza, o ser humano emprega instrumentos. Às vezes esses instrumentos são os prolongamentos das próprias mãos, como uma enfermeira que emprega uma agulha e seringa para aplicar uma injeção intramuscular. Mas nem sempre os instrumentos são tangíveis, isto é, nem sempre se pode experimentá-los pelos órgãos dos sentidos. Por exemplo, uma enfermeira que aplica uma injeção também utiliza, como instrumentos, seus conhecimentos sobre Anatomia, Fisiologia, Farmacologia, Microbiologia, Ética, Comunicação, Psicologia, Semiologia e Semiotécnica de Enfermagem, entre outros. Instrumentos não são, portanto, apenas os artefatos físicos de que se utiliza, mas também os conhecimentos, habilidades e atitudes combinados de maneira peculiar, voltados a uma necessidade específica que aquele sujeito e situação singular apresentam, que determina como será feito esse trabalho. O produto do trabalho de um ser humano pode ser o instrumento de trabalho de outro ser humano ou dele próprio em momentos diferentes. Por exemplo, a seringa foi o produto do trabalho de vários profissionais e, depois de confeccionada, esterilizada e acondicionada, é instrumento de trabalho do enfermeiro.

A finalidade do trabalho é a razão pela qual ele é feito. Ela vai ao encontro da necessidade que o fez acontecer e que dá significado à sua existência. Se algo é feito sem a consciência da necessidade humana que o gerou, não é trabalho. Mesmo quando o trabalho é parcelado, ainda assim, algum grau de consciência sobre o trabalho está presente. Por exemplo, quando o profissional de enfermagem faz uma das operações de preparo ou desinfecção de material empregado numa retirada de pontos, está atendendo à finalidade de prover material para o cuidado a ser prestado, mesmo que não processe integralmente o material até deixá-lo pronto para o novo uso, ou que não faça, ele mesmo, a retirada de pontos. Às vezes as finalidades são compartilhadas por trabalhos diferentes e é isto que dá o sentido de se trabalhar em equipe. O trabalho em saúde, por ser muito complexo e atender a necessidades vitais literalmente, é compartilhado por vários agentes. Em alguns momentos, os instrumentos de trabalho são os mesmos para diferentes profissionais, a finalidade é a mesma e o objeto a ser transformado pode até ser o mesmo, mas diferentes sempre são os métodos.

Os métodos de trabalho são ações organizadas de maneira a atender à finalidade, executadas pelos agentes sobre os objetos de trabalho, empregando instrumentos selecionados, de forma a produzir o bem ou serviço que se deseja obter. Não se trata apenas da execução de movimentos padronizados numa seqüência pré-definida por outrem, mas sim de uma ação inteligente, planejada e controlada, voltada para um objeto específico, que deverá produzir um resultado previamente imaginado pelo agente. O enfermeiro emprega vários métodos para, por exemplo, assistir um cliente. A Sistematização da Assistência de Enfermagem, na qual o enfermeiro lê as necessidades que o cliente apresenta, emite um julgamento sobre o que é necessário providenciar, planeja o que vai ser feito, executa ou delega essas ações e avalia seus resultados, é um dos métodos de trabalho que são empregados para assistir.

Finalmente, os produtos de um trabalho podem ser bens tangíveis, ou seja, artefatos, elementos materiais que se pode apreciar com os órgãos dos sentidos, ou serviços, que não têm a concretude de um bem, mas são percebidos pelo efeito que causam.

O processo de trabalho em saúde(4) tem ao mesmo tempo uma identidade de processo, na medida em que contem todos os elementos citados, mas também é composto de uma série de processos de trabalho, desempenhados por diversos agentes. Analogamente, na Enfermagem também há mais de um processo de trabalho, que pode ou não ser executado concomitantemente. São eles: o processo de trabalho Assistir, o processo de trabalho Administrar, o processo de trabalho Ensinar, o processo de trabalho Pesquisar e o processo de trabalho Participar Politicamente. A figura a seguir dá uma idéia de cada um de seus componentes (Quadro 1).

O processo de trabalho Assistir ou cuidar em Enfermagem tem como objeto o cuidado demandado por indivíduos, famílias, grupos sociais, comunidades e coletividades. Algumas pessoas entendem que o objeto de trabalho é o corpo biológico desses indivíduos, mas a Enfermagem é uma ciência e uma prática que se faz a partir do reconhecimento de que o ser humano demanda cuidados de natureza física, psicológica, social e espiritual durante toda a vida, que são providos por seus profissionais.

Os agentes desse cuidado autorizados legalmente a praticá-lo em nosso país são o enfermeiro, o técnico de enfermagem, o auxiliar de enfermagem e a parteira. Outras pessoas podem cuidar de seres humanos que demandam cuidados, com a mesma finalidade promover, manter e recuperar a saúde, mas não estarão fazendo o processo de trabalho assistir em Enfermagem porque, para isso, é preciso dominar seus instrumentos e métodos, o que apenas os profissionais de enfermagem, em graus de complexidade diferentes, são capazes de fazer. Esses instrumentos são os conhecimentos, habilidades e atitudes que compõem o assistir em enfermagem, mais os materiais, os equipamentos, o espaço físico e todas as condições materiais necessárias para o cuidado se efetivar.

Os métodos do processo de trabalho assistir em enfermagem são a sistematização da assistência e os procedimentos e técnicas de enfermagem. Seu emprego resulta na produção de pessoas saudáveis (observando-se o conceito de saúde como desenvolvimento de potencialidades do ser humano em harmonia com o meio-ambiente, segundo as diversas fases do seu ciclo vital) e/ou a morte com dignidade.

O processo de trabalho Administrar ou gerenciar em Enfermagem tem como objeto os agentes do cuidado e os recursos empregados no assistir em enfermagem. Por causa disso, muitos profissionais de enfermagem consideram que este fazer deve ter sua importância diminuída(5), pois se acostumaram a ouvir e a repetir que a Enfermagem deve se ocupar apenas do cuidar. No entanto, não há cuidado possível se não houver a coordenação do processo de trabalho assistir em enfermagem, finalidade do processo administrar(6).

Outra razão pela qual há tanto mal estar quando se aborda o processo de trabalho administrar, é porque ele tem como agente o enfermeiro, o único profissional que domina os métodos empregados nesse processo, que são o planejamento, a tomada de decisão, a supervisão e a auditoria. Mesmo o técnico de enfermagem, que pode auxiliar o enfermeiro nesse fazer porque recebeu informação para isso, não é formado para administrar e sim para prática do gerenciamento dos recursos empregados para o assistir em enfermagem, instrumentos desse processo. Assim, o enfermeiro se torna capaz de prover condições para o cuidado se efetivar com eficiência e eficácia, que é o produto do processo de trabalho administrar em enfermagem. Essas são as razões pelas quais cabe exclusivamente ao enfermeiro ser agente desse processo.

O processo de trabalho Ensinar em Enfermagem tem dois agentes o aluno e o professor de enfermagem.

Seu objeto são os indivíduos que querem se tornar profissionais de enfermagem ou aqueles que, já sendo profissionais, querem continuar a se desenvolver profissionalmente. Para efetivá-lo, os agentes exercitam as teorias, métodos e recursos de ensino-aprendizagem, empregados como instrumentos para atender à finalidade de formar, treinar e aperfeiçoar recursos humanos de enfermagem.

Os métodos empregados nesse processo são os concernentes ao ensino formal, supervisionados pelos órgãos de classe da Enfermagem e pelos órgãos competentes da Educação.

Os produtos desse processo são auxiliares de enfermagem, técnicos de enfermagem, enfermeiros, especialistas, mestres e doutores em Enfermagem.

O processo de trabalho Pesquisar em Enfermagem também tem como agente exclusivo o enfermeiro, porque apenas esse profissional de enfermagem tem formação em Metodologia de Pesquisa Científica. Para tanto, ele aprende métodos quantitativos e qualitativos da pesquisa e emprega o pensamento crítico e a filosofia da ciência como instrumentos.

Seu objeto é o saber já disponível em Enfermagem e as lacunas existentes nesse saber, sobre o qual ele atua com a finalidade de descobrir novas e melhores formas de assistir, administrar, ensinar e pesquisar em enfermagem. Os produtos desse processo são novos conhecimentos, que podem ser empregados para compreender e modificar o trabalho dos profissionais de enfermagem, e também novas dúvidas, que mantêm sempre em funcionamento o processo de trabalho pesquisar em enfermagem.

É importante ressaltar que esses quatro processos de trabalho não são estanques. Um se relaciona com o outro e ocorrem, por vezes, simultaneamente. Embora alguns agentes se envolvam mais com um ou outro ao longo da vida, todos deles se beneficiam, principalmente se a coexistência entre os quatro processos puder somar efetividade, eficiência e eficácia a todos eles. A isso se chama sinergia, o que torna o processo de trabalho em Enfermagem, como um todo, muito mais útil à sociedade a quem serve.

Além desses quatro processos de trabalho, há o processo de trabalho Participar Politicamente, parcamente descrito na literatura científica disponível. Por sua natureza, ele permeia todos os outros processos e, muitas vezes está presente sem que o profissional de enfermagem dele tome conhecimento. Há aqueles que se dizem apolíticos, pois declaram trabalhar sem professar crenças, servir a ideologias ou fazer proselitismo. Este é um engano freqüente. Participar politicamente não significa necessariamente filiar-se a um órgão de classe, organizações que se dedicam à defesa dos direitos civis ou a um partido político. Todo julgamento moral e atitude que lhe corresponda é uma forma de participação política, sem o quê não é possível estar no mundo em sociedade.

Assim, os agentes desse processo são os profissionais de enfermagem e os outros atores sociais com quem se relacionam quando opera seus outros processos de trabalho ou quando se insere no macro processo de trabalho em saúde. Ao aceitar condições de trabalho desfavoráveis, como dupla ou tripla jornada ou a precarização dos contratos de trabalho, por exemplo, o profissional de enfermagem pactua com a ideologia de que os interesses do capital estão acima dos interesses da saúde dos indivíduos, famílias, grupos sociais, comunidades e coletividades a serem cuidados, inclusive dele próprio e assim participa politicamente.

Para transformar a realidade, é preciso atuar sobre o objeto da participação política, que é constituído pela força de trabalho em enfermagem e sua representatividade social, que tem nas entidades de classe sua concretização. Dessa forma, quando o profissional decide se filiar a uma dessas entidades ou quando se envolve com suas atividades, seja na qualidade de associado ou dirigente, conquista condições plenas de agir sobre o objeto. Mas não é só este o meio de fazê-lo. Posicionar-se politicamente no ambiente de trabalho, ou ainda nos bancos escolares, organizando-se para discutir e conquistar melhores condições de operar este e os outros processos de trabalho, ainda que sem a bandeira de uma entidade de representação, constitui o embrião da possibilidade de transformação sobre o objeto em foco e isso é mais importante que a filiação meramente burocrática e descompromissada, compulsória ou não, a órgãos de representação, pois representa fidelidade à finalidade do processo de trabalho participar politicamente.

Os métodos empregados no processo de trabalho participar politicamente em Enfermagem não são exclusivos de suas categorias profissionais, mas adquirem características próprias quando colocados em prática à luz dos preceitos éticos da profissão. Dessa maneira, a negociação e o conflito que são empregados para transformar o objeto necessitam ser ancorados em valores professados pelas categorias profissionais e pactuados nos micro e macro ambientes políticos, sem o quê não podem operar. Isso não quer dizer que a ação política é sempre consensual, mas que é decorrente da vontade da maioria, diretamente consultada e legitimamente representada, que é a melhor forma de convivência com as disputas construída pela Humanidade até o momento. Seu nome é Democracia.

A argumentação, o diálogo, a pressão política, a manifestação pública e até o rompimento de contratos, como no caso da greve, por exemplo, são os instrumentos que devem ser empregados pelos agentes organizados para transformar o objeto do Participar Politicamente em Enfermagem. Elas são aprendidas principalmente por meio do estudo da Filosofia, da Sociologia e da Economia e da História, para não dizer da própria ciência Política, mas não podem prescindir da prática para que, a exemplo dos outros processos de trabalho em Enfermagem possam ser praticados com eficiência, eficácia e efetividade.

Os produtos desse processo são conseqüências da conjunção de instrumentos e métodos que seus agentes empregam para transformar o objeto. São eles o poder político, o reconhecimento social e condições favoráveis para operar todos os processos de trabalho em Enfermagem. A forma como se expressam varia com o tempo e o lugar em que se trava a luta, e a intensidade com que causam o benefício ou o malefício que provocam dependem dessa conjuntura e da acumulação que já foi conquistada.

Operar conscientemente os processos de trabalho em Enfermagem é condição indispensável para a garantia da qualidade de seus produtos e realização profissional de seus agentes. Por esse motivo, recomenda-se que a discussão desse conteúdo seja promovida em todas as instâncias de formação profissional, com os aprofundamentos, acréscimos e contraposições devidos, e retomada no cotidiano do trabalho das instituições de Saúde, Ensino e Pesquisa bem como nos espaços de participação política das categorias profissionais de enfermagem, para o alcance de suas finalidades.

 

REFERÊNCIAS

1. Fracolli LA, Granja GF. A utilização da categoria processo de trabalho pela enfermagem brasileira: uma análise bibliográfica. Rev Esc Enferm USP 2005;39(esp):597-602.         [ Links ]

2. Marx K. O Capital. 14ª ed. Rio de Janeiro (RJ): Bertrand; 1994.         [ Links ]

3. Gomes ELR, Anselmi ML, Mishima SM, Villa TCS, Pinto IC, Almeida MCP. Dimensão histórica da gênese e incorporação do saber administrativo na enfermagem. In: Almeida MCP, Rocha SMN, organizadoras. O trabalho de enfermagem. São Paulo (SP): Cortez; 1997. p. 229-50.         [ Links ]

4. Mendes-Gonçalves RB. Práticas de saúde: processo de trabalho e necessidades. São Paulo (SP): Centro de Formação dos Trabalhadores em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde; 1992.         [ Links ]

5. Spíndola T, Santos RS. O trabalho na enfermagem e seu significado para as profissionais. Rev Bras Enferm 2005;58(2): 156-60.         [ Links ]

6. Hausmann M. Análise do processo de Trabalho gerencial do Enfermeiro em um hospital privado no município de São Paulo: possibilidades para o gerenciamento do cuidado (dissertação). São Paulo (SP): Escola de Enfermagem, USP; 2006.         [ Links ]

 

 

Submissão: 02/11/2006
Aprovação: 03/02/2007