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Acta Paulista de Enfermagem

Print version ISSN 0103-2100On-line version ISSN 1982-0194

Acta paul. enferm. vol.22 no.3 São Paulo May/June 2009

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-21002009000300016 

RELATO DE EXPERIÊNCIA

 

A enfermagem e a prevenção do uso indevido de drogas entre adolescentes

 

La enfermería y la prevención del uso indebido de drogas entre adolescentes

 

 

Clarissa Mendonça Corradi-WebsterI; Larissa Horta EsperII; Sandra Cristina PillonIII

IPós-graduanda (Doutorado) do Programa de Enfermagem Psiquiátrica da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo – USP – Ribeirão Preto (SP), Brasil
IIAcadêmica do Curso de Enfermagem da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo – USP – Ribeirão Preto (SP), Brasil
IIIDoutora, Professora da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo – USP – Ribeirão Preto (SP), Brasil

Autor Correspondente

 

 


RESUMO

Relato de experiência de estágio em enfermagem com objetivo de prevenir o uso indevido de drogas entre adolescentes de uma comunidade. As atividades foram realizadas com adolescentes do Programa Agente Jovem de Desenvolvimento Social e Humano, coordenado pela Secretaria da Assistência Social da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto – SP, com recursos do Governo Federal. O programa atendia jovens de 15 a 17 anos e abordava temas como violência, meio ambiente, sexualidade, drogas e projeto de vida. O estágio foi semanal e a temática de drogas foi trabalhada de forma interdisciplinar. Desenvolveu-se oficinas de trabalho que visavam fornecer informações, promover discussão e reflexão sobre os aspectos envolvidos no consumo de substâncias psicoativas, além de desenvolver habilidades de enfrentamento. Criou-se um espaço para reflexão sobre a temática com adolescentes e a aluna de graduação envolvida teve a oportunidade de vivenciar o trabalho comunitário, importante neste momento de remodelação das práticas de enfermagem.

Descritores: Transtornos relacionados ao uso de substâncias/enfermagem; Transtornos relacionados ao uso de substâncias/prevenção & controle; Saúde do adolescente; Planos e programas de saúde; Adolescente


RESUMEN

Relato de experiencia de prácticas en enfermería con el objetivo de prevenir el uso indebido de drogas entre sadolescentes de una comunidad. Las actividades fueron realizadas con adolescentes del Programa Agente Joven de Desarrollo Social y Humano, coordinado por la Secretaría de la Asistencia Social de la Prefectura Municipal de Ribeirão Preto – SP, con recursos del Gobierno Federal. El programa atendía a jóvenes de 15 a 17 años y abordaba temas como violencia, medio ambiente, sexualidad, drogas y proyecto de vida. Las prácticas fueron semanales y la temática de drogas fue trabajada de forma interdisciplinaria. Se desarrollaron talleres de trabajo que tuvieron por objetivo ofrecer informaciones, promover discusión y reflexión sobre los aspectos involucrados en el consumo de sustancias psicoactivas, además de desarrollar habilidades de enfrentamiento. Se creó un espacio para la reflexión respecto a la temática con adolescentes y la alumna de pregrado involucrada tuvo la oportunidad de vivenciar el trabajo comunitario, importante en este momento de remodelación de las prácticas de enfermería.

Descriptores: Trastornos relacionados al uso de sustancias/enfermería; Trastornos relacionados al uso de sustancias/prevención & control; Salud del adolescente; Planes y programas de salud; Adolescente


 

 

INTRODUÇÃO

A adolescência é uma fase em que o jovem está se preparando para a vida adulta, e para isto testa diferentes papéis. É o momento em que questiona sua identidade, seus valores e seus sonhos. Neste momento, torna-se importante para ele afastar-se da família, ter autonomia e estar perto de seus pares, de seus amigos, com quem compartilha suas descobertas e medos. Quer ter novas sensações, testar seus limites, saber até onde pode ir(1). Estas características fazem da adolescência um período de grande vulnerabilidade para o uso de substâncias psicoativas, já que estas substâncias podem oferecer aos adolescentes algumas "soluções" para o que eles procuram. O uso dessas substâncias pode propiciar a vivência de diferentes emoções, pode colocá-lo contra o controle parental, dando a idéia de autonomia e controle sobre sua própria vida, podendo facilitar a entrada e aceitação por determinado grupo de pares e encorajar o adolescente para se aproximar do sexo oposto(2).

Com isto, observa-se que o consumo de substâncias psicoativas por adolescentes está alto. Estudo epidemiológico sobre o uso de substâncias psicoativas realizado em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, com adolescentes entre 13 e 19 anos encontrou que 88,9% destes jovens haviam consumido bebidas alcoólicas pelo menos uma vez na vida, 37,7% já consumiram tabaco, 31,1% solventes, 6,2% maconha e 2,7% cocaína. De acordo com este estudo, a maioria dos adolescentes experimentou substâncias psicoativas pela primeira vez entre os 14 e 16 anos de idade(3) .

O impacto desse uso por adolescentes é muito grande, causando prejuízos no desenvolvimento com conseqüências para a vida futura. O consumo dessas substâncias na adolescência parece estar associado ao maior número de faltas à escola, pior desempenho escolar e maior número de reprovações(4). Em relação a comportamentos sexuais de risco, no que se refere ao uso de preservativos, parece que quanto maior o número de substâncias psicoativas consumidas, menor a freqüência de uso deste(5). Está associado também a outros comportamentos de risco, como o dirigir alcoolizado, o envolvimento em brigas e situações violentas(6).

Dentro deste contexto, o trabalho preventivo faz-se de suma importância e o profissional enfermeiro deve estar preparado para desenvolver estratégias para a faixa etária adolescente, com foco na prevenção do uso indevido de substâncias psicoativas. Com este objetivo, foi proposta uma atividade de extensão universitária onde a aluna de graduação pudesse participar de atividades em grupos de adolescentes, visando trabalhar este tema.

Portanto, este trabalho teve o objetivo de relatar a experiência adquirida durante este estágio, com foco na descrição e discussão das oficinas utilizadas, visando assim compartilhar a experiência de trabalho da enfermagem na prevenção do uso indevido de substâncias psicoativas entre adolescentes.

 

RELATO

As atividades foram realizadas durante o ano de 2007 em grupos de adolescentes participantes do Programa Agente Jovem de Desenvolvimento Social e Humano, coordenado pela Secretaria da Assistência Social da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto – SP. Tal programa era desenvolvido com recursos do governo federal e atendia jovens de 15 a 17 anos em situação de risco e vulnerabilidade social. Estes jovens ficavam durante um ano no programa, participando de discussões temáticas e realizando ações na comunidade em que viviam. Participavam diariamente de reuniões coordenadas por um profissional de nível superior e ao final do mês recebiam uma bolsa no valor de R$ 95,00. O governo federal estipulava os temas que deveriam ser trabalhados durante o ano e estes compunham os módulos do programa. Dentre estes temas, destaca-se: violência, meio ambiente, sexualidade, drogas e projeto de vida. Cada grupo era composto por aproximadamente 25 adolescentes, de ambos os sexos.

Uma aluna do terceiro ano do curso de graduação em Enfermagem, que havia cursado a disciplina optativa "Álcool e Drogas", começou a participar dos grupos de adolescentes, sendo a facilitadora. Participou de quatro grupos, ficando em torno de oito a doze semanas em cada. Sua participação acontecia uma vez por semana e o encontro tinha duas horas de duração. Nas reuniões dos diferentes módulos, e em todos eles, seguindo o princípio da interdisciplinaridade(6), trabalhava o assunto do uso de substâncias.

Para trabalhar este tema, utilizou oficinas, que visavam fornecer informações, promover discussão e reflexão sobre os aspectos envolvidos no consumo de substâncias psicoativas, além de desenvolver habilidades de enfrentamento. As oficinas foram construídas durante o trabalho, seguindo sugestões da literatura, pedidos dos adolescentes e dos coordenadores do programa. Para isto, foram empregados os seguintes recursos: dinâmicas de grupo, filmes, júris simulados, role-plays, aulas dialogadas e jogos didáticos.

 

OFICINAS

O primeiro, segundo e terceiro encontros ocorreram dentro do Módulo "Drogas". No primeiro encontro, a oficina realizada tinha como objetivo levantar informações sobre as substâncias psicoativas, esclarecer dúvidas e fazer reflexões sobre suas conseqüências. Foi utilizado o jogo "Tipos de drogas", onde se pedia que os adolescentes falassem o nome de todas as drogas que conheciam. Nesta oficina foi importante dar atenção especial para as drogas legais, que muitas vezes eram esquecidas. Depois, a facilitadora investigava o que sabiam sobre cada uma das substâncias, tanto os aspectos prazerosos como as conseqüências negativas. Ao final fazia-se uma discussão onde se colocavam na balança os prós e contras do uso de substâncias.

No segundo encontro, o objetivo era explorar os recursos dos adolescentes para enfrentarem suas dificuldades e não usarem drogas. Para isto utilizou-se a Oficina "Por que os jovens usam drogas?". Os adolescentes listavam diversas razões e depois, investigavam-se quais outros recursos podiam ser utilizados para atingir os mesmos objetivos. Um exemplo é o de consumir álcool para se soltar e dançar em uma festa. As possibilidades relatadas foram a de dançar em casa em frente ao espelho para aprender os passos, dançar com grupo de amigos mais íntimos para ganhar confiança ou pedir para amigos ensinarem alguns passos diferentes.

No terceiro encontro, foram explorados os mitos relacionados ao tema. Foi utilizada a oficina "Mito e Fato". A turma foi dividida em duas equipes, que escolheram seus líderes e nome da equipe. A facilitadora sorteava uma afirmação e lia em voz alta. Cada equipe discutia entre si, decidindo se esta seria um mito ou um fato. Os líderes apresentam aos demais a conclusão de sua equipe, justificando-a. Havia uma discussão entre o que foi trazido pelas duas equipes, com a participação da facilitadora que esclarecia dúvidas e propunha reflexões. Exemplos de afirmativas utilizadas: A droga mais perigosa é a cocaína. O risco de ter problemas devido à bebida alcoólica é menor quando se toma cerveja, em vez de vinho, uísque e pinga.

O quarto encontro ocorreu dentro do Módulo "Sexualidade" e a oficina utilizada tinha como objetivo chamar a atenção para a influência do consumo de substâncias na adoção de comportamentos de risco. Desta forma, foi proposto o Jogo "Sexo, Drogas e Rock & Roll", onde a facilitadora pedia que se formassem duas equipes. A cada rodada do jogo, cada equipe recebia uma afirmativa, que tinha que discutir e apresentá-la para o outro grupo. Caso acertassem, ganhavam um ponto, caso errassem a outra equipe tinha a chance de tentar respondê-la. Ao final, somavam-se os pontos e faziam uma reflexão sobre o assunto. Algumas afirmativas utilizadas: O menino que bebe muito tem mais chances de falhar na hora H. Nos primeiros meses de gestação a mãe pode ingerir bebidas alcoólicas com tranqüilidade que não afetará o seu bebê.

O quinto encontro aconteceu dentro do Módulo "Meio Ambiente" e optou-se pelo uso da Oficina "Propaganda" que tinha como objetivo refletir criticamente sobre a influência da mídia no consumo de bebidas alcoólicas. Formaram-se quatro subgrupos e cada um recebeu uma propaganda de cerveja. Os grupos discutiam entre si a mensagem passada por aquela propaganda e depois a apresentavam para os outros grupos. Após discussão, pedia-se para que os subgrupos se reunissem novamente e propusessem uma nova propaganda, onde teriam que abordar o tema sobre um outro prisma (ex. se a propaganda colocasse uma mulher muito bonita bebendo, era feito outra em que a mulher tinha barriga grande, hálito alcoólico, olhos caídos).

O sexto encontro foi dentro do Módulo "Saúde" e a pedido dos adolescentes, foi realizada a oficina "Primeiros socorros", que tinha como objetivo informar os adolescentes sobre como proceder em situações de intoxicação por uso de substâncias. A facilitadora fez uma breve introdução sobre os primeiros socorros e pediu para que formassem subgrupos, sendo que cada um recebeu uma filipeta com o relato de situações de emergência (vômito, desmaio ou convulsão) devido ao uso de substâncias. Cada grupo discutiu entre si o modo como agiria frente a esta situação e fizeram uma simulação para o resto do grupo. A aluna coordenou a discussão sobre a intervenção proposta, orientando sobre a intervenção ideal. Vale lembrar, que em algumas situações, a orientação foi a de que chamassem o serviço de emergência. Exemplo de situação utilizada: Carol saiu com os amigos e bebeu cerveja, vinho e batida. A princípio ficou engraçada, deu muita risada, mas depois começou a se sentir mal e a vomitar. Os amigos não sabiam o que fazer.

O sétimo encontro ocorreu dentro do Módulo "Violência". Utilizou-se a oficina "Júri Simulado" para promover a reflexão sobre o uso de substâncias psicoativas sob diferentes ângulos, integrando-o às conseqüências relacionadas à ilegalidade e violência. A facilitadora explicou ao grupo que a atividade referia-se à simulação de um julgamento sobre um caso de uso de substâncias e que cada subgrupo desempenharia um papel previamente definido (acusação, defesa, jurados ou observadores). Cada participante recebeu uma folha de papel contendo o relato do caso que foi lido posteriormente pelo juiz. Após um tempo para reflexão cada membro da acusação e da defesa apresentou sua posição sobre o caso. Os jurados colocaram suas opiniões e por fim o juiz encerrou o julgamento sintetizando as apresentações dos participantes e fazendo as suas considerações finais. O caso utilizado era sobre um adolescente que começou a fumar maconha e foi pego pela polícia. Para suscitar reflexões, foram acrescentadas ao caso algumas descrições sobre o adolescente, sua família, lugar em que morava e grupo de amigos.

O oitavo e nono encontros ocorreram dentro do Módulo "Projeto de Vida". Em um dos encontros, utilizou-se o filme "Cidade de Deus". Os adolescentes assistiram ao filme com o compromisso de estarem atentos às seguintes questões: Qual era o projeto de vida dos personagens principais? Como eles fizeram para alcançar este projeto? Como a estória deles terminou? Ao final, foi feita uma discussão sobre este tema.

No nono encontro foi realizada a oficina "Viagem ao futuro", com objetivo de refletir sobre as influências do consumo de substâncias sob o projeto de vida. Para isto, em um primeiro momento, cada adolescente desenhou um jovem com a mesma idade que a deles e a seguir desenhou como este mesmo jovem estaria dali a dez anos, explorando informações sobre sua família, amigos, trabalho, escola e saúde. Depois, entregou-se a cada adolescente uma filipeta com afirmativas sobre o envolvimento do jovem desenhado com substâncias psicoativas. Com base na informação da filipeta, eles tiveram que fazer outro desenho deste adolescente dali a dez anos. Por fim, o grupo discutiu como o uso de substâncias poderia afetar o projeto de vida. Exemplos de filipetas: Nos finais de semana, sai para beber com os amigos, e depois voltam para casa dirigindo e "tirando racha". Começou a vender droga a fim de levantar um dinheiro rápido.

Os encontros finais aconteceram dentro do Módulo "Ação na comunidade". Para isto, os adolescentes tiveram reuniões onde criaram um folheto educativo. Decidiu-se que o foco seria o uso de bebidas alcoólicas e tabaco, já que são as substâncias mais utilizadas. Os adolescentes fizeram os desenhos, montaram o texto e organizaram a estrutura dos folhetos. A aluna de graduação participou destes encontros, supervisionando as atividades. Ao final, o trabalho foi para um profissional que fez a arte final e foi enviando para impressão gráfica. Na contracapa do folheto foi inserida a foto dos grupos de adolescentes, como autores do material. Este material foi utilizado por eles para ações nas escolas e na comunidade em que viviam.

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O consumo de substâncias psicoativas entre jovens pode trazer diversas conseqüências, portanto, parece imprescindível o desenvolvimento de ações de prevenção voltadas para esta faixa etária. O profissional de enfermagem pode desempenhar um papel importante nesta prevenção, entretanto, este tema precisa ser trabalhado durante sua formação.

No trabalho com adolescentes, faz-se importante que o profissional desenvolva a habilidade de escuta e busque as histórias e experiências que o próprio adolescente traz(7). É preciso aceitar o desafio de trabalhar não apenas os aspectos negativos do uso de substâncias, mas também os positivos. Nesta experiência, solicitamos que os adolescentes refletissem sobre os motivos que levam os jovens a usarem drogas, e aproveitou-se a oportunidade para reforçar o desenvolvimento de outros padrões de comportamento, aumentando o repertório destes jovens frente a situações em que o uso de drogas pareça uma boa opção.

A inserção do tema "uso de drogas" a outros conteúdos do programa mostrou-se adequada, tornando possível trabalhar este tema de modo integrado às diversas questões que o adolescente vive. A literatura recomenda que haja mais investimentos em projetos de prevenção do uso indevido de substâncias com jovens(8-9), e, que nestes projetos, o jovem seja o protagonista(7). Esta experiência de estágio em enfermagem propiciou esta oportunidade, já que trouxe informações e reflexões aos adolescentes, sempre de forma dialogada, trabalhando com os conhecimentos e crenças destes, prevenindo o consumo e formando multiplicadores. Ao final do projeto, os adolescentes criaram folhetos educativos, que distribuíram em suas comunidades.

Com esta experiência a aluna de enfermagem pode vivenciar um trabalho de prevenção na comunidade. Nos momento atual esta atividade torna-se essencial, haja vista a grande inserção do enfermeiro em serviços de atenção primária à saúde, que vêm remodelando suas práticas, além de sua inserção em escolas, planejando ações para o público adolescente.

 

AGRADECIMENTOS

Os autores agradecem ao Fundo de Cultura e Extensão Universitária da Universidade de São Paulo, pelo apoio financeiro recebido para a execução deste projeto.

 

REFERÊNCIAS

1. Osório LC. Adolescente hoje. Porto Alegre: Editora Artmed; 1989.         [ Links ]

2. Schenker M, Minayo MCS. Fatores de risco e de proteção para o uso de drogas na adolescência. Ciênc Saúde Coletiva. 2005;10(3):707-17.         [ Links ]

3. Muza GM, Bettiol H, Muccillo G, Barbieri MA. Consumo de substâncias psicoativas por adolescentes escolares de Ribeirão Preto, SP (Brasil). I- Prevalência do consumo por sexo, idade e tipo de substância. Rev Saúde Pública = J Public Health. 1997;31(1):21-9.         [ Links ]

4. Tavares BF, Béria JH, Lima MS. Prevalência do uso de drogas e desempenho escolar entre adolescentes. Rev Saúde Pública = J Public Health. 2001;35(2):150-8.         [ Links ]

5. Scivoletto S, Tsuji RK, Abdo CHN, Queiróz S, Andrade AG, Gattaz WF. Relação entre consumo de drogas e comportamento sexual de estudantes de 2º grau de São Paulo. Rev Bras Psiquiatr. 1999;21(2):87-94.         [ Links ]

6. Pechansky F, Szobot CM, Scivoletto S. Uso de álcool entre adolescentes: conceitos, características epidemiológicas e fatores etiopatogênicos. Rev Bras Psiquiatr. 2004;26(Supl 1):Sl14-7.         [ Links ]

7. Brêtas JRS, Silva CV. Orientação sexual para adolescentes: relato de experiência. Acta Paul Enferm. 2005.18(3):326-33.         [ Links ]

8. Vilela EM, Mendes IJM. Interdisciplinaridade e saúde: estudo bibliográfico. Rev Latinoam Enferm. 2003;11(4):525-31.         [ Links ]

9. Canoletti B, Soares CB. Programas de prevenção ao consumo de drogras no Brasil: uma análise da produção científica 1991 a 2001. Interface Comun Saúde Educ. 2004/2005;9(16):115-29.         [ Links ]

 

 

Autor Correspondente:
Clarissa Mendonça Corradi-Webster
Av. Bandeirantes, 3900 - Monte Alegre
Ribeirão Preto - SP - CEP. 14040-902
E-mail: clarissac@usp.br

Artigo recebido em 10/04/2008 e aprovado em 18/06/2008

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