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História, Ciências, Saúde-Manguinhos

Print version ISSN 0104-5970On-line version ISSN 1678-4758

Hist. cienc. saude-Manguinhos vol.11 no.3 Rio de Janeiro Sept./Dec. 2004

http://dx.doi.org/10.1590/S0104-59702004000300011 

IMAGENS

 

Instituto Pasteur de São Paulo: cem anos de combate à raiva

 

Pasteur Institute of São Paulo: battling rabies for one hundred years

 

 

Luiz Antonio TeixeiraI; Maria Regina Cardoso SandovalII; Neide Yumie TakaokaIII

IPesquisador da Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz teixeira@fiocruz
IIArquiteta do Instituto Pasteur de São Paulo rsandoval@pasteur.saude.sp.gov.br
IIIDiretora do Instituto Pasteur de São Paulo pasteur@pasteur.saude.sp.gov.br

 

 


RESUMO

Este texto se volta para o Instituto Pasteur de São Paulo no momento da comemoração de seu centenário. A primeira parte apresenta um pequeno histórico de sua trajetória institucional, detendo-se nas suas principais contribuições para a ciência e a saúde pública. Na segunda parte retratamos a exposição que marca o centenário da instituição, apresentando seus objetivos, sua organização e as fontes utilizadas, assim como comentamos brevemente vários aspectos do material apresentado.

Palavras-chave: história das ciências, Instituto Pasteur de São Paulo, saúde pública.


ABSTRACT

The Pasteur Institute of São Paulo is currently celebrating its centennial. The article first paints a brief history of the Pasteur's institutional trajectory, emphasizing its main contributions to science and public health. The second part describes the exhibit that marks this anniversary — its goals, organization, and sources — and comments on aspects of the material on display.

Keywords: history of science, Pasteur Institute of São Paulo, public health.


 

 

Incrustado na sofisticada avenida Paulista, centro financeiro do mais pujante estado da federação, encontra-se o Instituto Pasteur de São Paulo, instituição centenária, hoje vinculada à Secretaria de Saúde do estado e dedicada à pesquisa, ao tratamento e ao controle da raiva. Com um conjunto arquitetônico formado por um singelo sobrado e um grupo de pequenas edificações que abrigam seus laboratórios, o instituto destoa dos imponentes edifícios de instituições comerciais e financeiras que preenchem a maioria dos espaços daquela avenida, sendo seu prédio central um exemplar da arquitetura eclética que orientou a construção da maioria das casas que, no começo do século XX, vieram abrigar a enriquecida elite cafeeira que aos poucos migrava das regiões interioranas para a capital em expansão.

O Instituto Pasteur de São Paulo foi criado em 1903 como uma instituição privada e filantrópica, por um grupo de médicos e beneméritos paulistas interessados no desenvolvimento das ciências biomédicas e da saúde coletiva no estado. No entanto suas origens remontam a um período ainda mais distante, pois desde o final do Império, em virtude do desenvolvimento advindo da expansão da cafeicultura e da imigração, o governo paulista ampliou seu empenho na melhoria das condições de saúde da província. Em 1895, quando os telégrafos anunciaram a descoberta da vacina contra a raiva pelo eminente cientista francês Louis Pasteur, o governo de São Paulo intentou a criação de uma instituição com a denominação de Instituto Pasteur, que deveria se dedicar ao tratamento profilático dessa doença, responsável por muitas vítimas fatais no estado. Apesar de os primeiros passos para a criação do instituto terem sido dados com a votação de recursos e a desapropriação de um terreno destinado à construção de um prédio para a instituição, o projeto não foi adiante; os agredidos por animais em São Paulo passaram a ser enviados para o Rio de Janeiro, onde um recém-criado instituto, também com a deno-minação Pasteur, começou a elaborar o tratamento anti-rábico.

O fracasso da primeira iniciativa dos poderes públicos não impediu que o projeto se realizasse. O Instituto Pasteur de São Paulo acabou se estabelecendo pela ação de um grupo de médicos e filantropos da sociedade local. Tudo começou com a iniciativa do jovem médico Ulysses Paranhos e do clínico português Bittencourt Rodrigues, que moveram uma campanha com o objetivo de criar uma instituição anti-rábica na cidade. Logo, Ignácio Wallace da Gama Cochrane, ex-deputado e diretor da Superintendência de Obras Públicas do estado, e o desembargador José Maria do Valle encamparam a idéia, conseguindo fundos junto à elite econômica paulista para estabelecer o instituto, que seria inaugurado em 5 de agosto de 1903.

De 7 de novembro de 1903 — quando o Instituto Pasteur iniciou o tratamento de seu primeiro paciente — ao início do ano seguinte, os atingidos por animais doentes ou suspeitos eram atendidos no consultório do dr. Bittencourt Rodrigues. Em 18 de fevereiro de 1904 a instituição foi inaugurada oficialmente no prédio à avenida Paulista, onde se encontra até os dias de hoje. O imóvel pertencia a um grupo de médicos e funcionava como uma casa de saúde. Fora adquirido, em 1903, com dinheiro proveniente de doações e logo passou por um conjunto de pequenas reformas.

A organização do instituto previa a existência de um conselho diretor, que foi composto por Ignácio Wallace da Gama Cochrane (presidente), Bettencourt Rodrigues (vice-presidente), José Maria do Valle (tesoureiro), Alberto Seabra e Joaquim José da Nova (ambos secretários). Para o cargo de diretor técnico foi contratado o médico italiano Ivo Bandi, que permaneceu apenas um mês na direção do instituto. Após várias tentativas de se contratar um renomado cientista estrangeiro para dirigir a instituição, no final de 1905 o médico italiano Antonio Carini, na época trabalhando em Berna, na Suíça, aceitou ocupar o cargo.

O período de 1906 a 1915 foi bastante profícuo para o instituto, que sob a direção de Carini transformou-se em uma importante instituição anti-rábica, também voltada para pesquisa e atividades de formação de quadros técnicos no campo da microbiologia. Além disso, o Instituto Pasteur dessa época também produzia e comercializava diversos produtos de uso médico e veterinário, como vacinas, soros e reagentes para diagnósticos.

Em conseqüência de uma missão solicitada ao Instituto Pasteur pela Secretaria de Agricultura do estado, Antonio Carini acabou desempenhando um papel fundamental na história do combate à raiva, ao demonstrar que a doença em herbívoros domésticos como bovinos e eqüinos podia ser transmitida pelo morcego hematófago. Isto se deu em 1911, quando Carini, investigando um surto de doença nesses animais na zona rural de Santa Catarina, notou que os casos ocorriam nas duas margens do rio Itajaí, em locais cuja travessia seria impossível para um cão. Observando a região, o médico constatou a existência de morcegos hematófagos e indícios de ataque destes aos herbívoros. Aventou, então, a hipótese de que a doença a atingir a região seria a raiva, transmitida pelo morcego hematófago. De volta ao Instituto Pasteur comprovou sua hipótese em laboratório. Sua teoria, entretanto, somente foi aceita anos mais tarde, quando dois pesquisadores alemães fizeram a mesma constatação.

A partir de 1914, com as dificuldades econômicas provenientes do advento da I Guerra Mundial e em virtude do desenvolvimento de instituições estaduais que desempenhavam algumas das funções do instituto — como o Butantan, fabricante de um grande número de produtos biológicos, e a Faculdade de Medicina, responsável pela formação médica —, a visibilidade da instituição começou a declinar e, junto com ela, as doações que a mantinham também se reduziram. Logo ingressou em uma forte crise financeira, agravada ainda mais com a progressiva diminuição dos subsídios vindos de diversas municipalidades e do governo estadual, e em pouco tempo as rendas auferidas tornaram-se insuficientes para a manutenção do instituto no âmbito privado.

Por se tratar de um serviço voltado à saúde pública, o governo estadual interessou-se em dar continuidade às atividades anti-rábicas já desenvolvidas pelo Instituto Pasteur. Assim, celebrou-se um acordo com a instituição, transferindo-a para o Serviço Sanitário do estado. Pelos termos do acordo, ficava o serviço público responsável somente pela preparação da vacina e pelo atendimento aos vitimados por animais suspeitos. Em 21 de março de 1916 efetivou-se a doação da instituição ao governo paulista, marco de encerramento da primeira fase do Instituto Pasteur de São Paulo.

Durante dois anos o serviço anti-rábico do estado funcionou de forma provisória no Instituto Bacteriológico, enquanto o prédio do Instituto Pasteur era reformado. Em 1918 o instituto foi reinaugurado como instituição estadual. Seu prédio ganhou novas feições. Para dirigi-lo foi convidado o médico Eduardo Rodrigues Alves, que permaneceu 30 anos à frente da instituição. Nessa segunda fase do instituto diminuíram consideravelmente as pesquisas científicas, devido ao pequeno número de funcionários, sendo os recursos para esse campo aplicados apenas no aperfeiçoamento das técnicas de fabricação da vacina, no soro anti-rábico e em diagnóstico e tratamento anti-rábico. Os relatórios de Eduardo Rodrigues Alves à direção da Saúde Pública mostram que sua principal preocupação era o controle da doença, que deveria se dar pela eliminação dos cães vadios. Em vários trechos desses documentos, Alves apresenta propostas para a melhoria dos serviços de recolhimento de cães e o estabelecimento de normas para a criação doméstica destes animais. O longo período que se estende entre a transformação do instituto em instituição pública e a década de 1970 é marcado por uma limitação na atuação institucional. Seus diretores se empenham fortemente na normalização da criação animal doméstica e no combate aos cães vadios, no entanto as instituições que poderiam se responsabilizar por tais serviços estavam na órbita das municipalidades, e na maior parte das vezes não havia muito interesse em priorizar tal questão.

Durante quarenta anos a população do município de São Paulo cresceu vertiginosamente, passando de 580 mil em 1920 para 3,7 milhões de habitantes em 1960. O controle da raiva tornou-se difícil, e aumentou a procura ao Instituto Pasteur por parte da população, sobrecarregando suas atividades de atendimento médico e de produção de soros e vacinas. A situação levou à decisão de passar a fabricação dos soros e vacinas para o Instituto Butantan, em 1958, cabendo ao Instituto Pasteur o tratamento dos pacientes, o diagnóstico de laboratório com a aplicação de novos métodos e a aplicação de soros e vacinas. No mesmo ano foi criado um fundo especial destinado à pesquisa, e o Instituto Pasteur pôde voltar a privilegiar as pesquisas para o estudo da raiva.

No início da década de 1970 o problema do controle da raiva no estado de São Paulo estava na ordem do dia, e o Instituto Pasteur passaria a protagonizar as ações neste campo. Em 1972 promoveu o Seminário Internacional Sobre Técnicas de Controle da Raiva. O evento foi determinante para a criação da Comissão Permanente de Controle da Raiva no estado, cuja atividade está hoje vinculada à Coordenação dos Institutos de Pesquisa (CIP). Em 1975, em face de uma recomendação da Organização Pan-americana de Saúde e do Ministério da Saúde, o estado de São Paulo começou a implantar um programa de controle da raiva — antes mesmo de o Ministério da Saúde implementar ações nesse sentido. A partir de então, com a vacinação canina, ocorreu uma importante queda no número de casos de raiva humana no estado: de cerca de 20 casos anuais na década de 1970, passaria para oito em 1982; entre 1983 e 1992 a média anual foi de dois casos; de 1993 a 1997, um caso a cada dois anos; e desde então apenas um caso, em 2001, foi diagnosticado, cujo vírus era proveniente de morcego hematófago.

De modo muito geral, podemos dividir a história do Instituto Pasteur em quatro grandes fases. A primeira, quando ele ainda era uma instituição privada, é marcada por seu grande desenvolvimento no campo do tratamento anti-rábico associado à pesquisa, ao ensino e à elaboração de produtos biológicos. Na segunda fase, já sob o controle do estado de São Paulo, trilhou períodos de maior ou menor desenvolvimento, conforme os momentos políticos e econômicos do país, tendo sua atuação, na maior parte do tempo, limitada ao diagnóstico e tratamento da raiva e sofrendo dificuldades de se fazer ouvir acerca de suas propostas para o controle da doença. Na década de 1970 o instituto ingressa na terceira fase de sua história, retomando sua vocação de uma ação mais ampla de combate à raiva, que engloba o controle diagnóstico e o tratamento da doença. A partir de 1996, quando se tornou responsável por todas as questões relacionadas com a raiva, a instituição se aprimora e colhe os frutos de seus esforços, caracterizando-se como laboratório de referência nacional para a doença e coordenando os sistemas de controle e avaliação dos laboratórios de raiva dos Ministérios da Saúde e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. No âmbito estadual, reunindo todas as atividades relativas ao controle da raiva, o Instituto Pasteur integra profissionais de diferentes formações, o que facilita o equacionamento das questões nas diversas áreas dedicadas ao controle da doença.

 

A exposição do centenário

Em comemoração ao centenário do Instituto Pasteur de São Paulo foi organizada uma exposição de fotografias, nos meses de agosto e setembro de 2003, composta por imagens que marcaram a vida da instituição desde a sua fundação. Acontecimentos históricos, documentos, personalidades, funcionários ou pessoas comuns que visitaram ou procuraram tratamento no instituto foram enfeixados em um conjunto que faz reviver a longa trajetória da instituição.1

A grande maioria do acervo exposto pertence à biblioteca do Instituto Pasteur. Atas de reuniões de 1903 a 1915, relatórios anuais da Diretoria desde a fundação do instituto até 1983, livros de registro de pacientes desde 1903 e outros documentos demonstram como a instituição vem desenvolvendo os seus trabalhos no controle do vírus da raiva, durante os seus cem anos de existência.

A pesquisa para o projeto da exposição teve início com a análise da escritura de compra e venda do imóvel do instituto, datada de 1903, em que constam os nomes do proprietário e seu procurador. Comparando-a com as atas de reuniões do período, pudemos constatar que o procurador era médico e também contribuía com doações para a manutenção da instituição, à época da formação desta.

Outro fato que causava curiosidade era a ausência de características residenciais no prédio da instituição, razão por que nos empenhamos em pesquisar o uso a que se destinava seu projeto arquitetônico original. A avenida Paulista foi traçada e urbanizada em fins do século XIX e inaugurada em 8 de dezembro de 1891. Tendo este ano como referência, consultamos os livros de obras particulares posteriores a ele, sob a guarda do Departamento do Patrimônio Histórico da Secretaria de Cultura da Prefeitura do Município de São Paulo. No livro de 1895, encontrou-se o pedido de construção de um prédio para a instalação de uma casa de saúde, com projeto do arquiteto Carlos Milanese, e os três médicos solicitantes eram os proprietários do prédio vendido ao Instituto Pasteur em 1903.

Nos documentos de 1895 observa-se que o terreno e os ambientes da planta original apresentam as mesmas medidas internas e externas que mantêm hoje, tendo havido apenas uma ampliação do prédio na sua parte posterior, a qual não se pôde apurar se ocorreu durante a construção ou na reforma de 1903. Em uma fotografia da avenida Paulista datada de 1902, observa-se o prédio já ampliado na parte posterior, porém há que se considerar a possibilidade de erro na datação da imagem.

Outra curiosidade observada em fotografias de 1902 e 1904 é a existência, na lateral à direita do prédio, de uma saliência — onde se localizavam os sanitários —, o que deixava a construção muito próxima da divisa do terreno e em situação irregular em relação às normas do loteamento da avenida Paulista, que determinava um recuo lateral de quatro metros de ambos os lados. Esta irregularidade só foi corrigida na reforma efetuada em 1917-1918, com a demolição dos sanitários.

Analisando o conjunto de plantas e documentos do edifício, percebe-se que desde a construção até hoje as paredes e todos os vãos de iluminação permanecem com as medidas inalteradas, constatando-se somente algumas aberturas de portas internas. As intervenções de maior porte foram no acabamento externo do prédio, em uma tentativa de adequá-lo ao estilo eclético, em moda na época de sua reforma: mudança do telhado e abertura de uma clarabóia central, retirada da platibanda e colocação de calhas e condutores externos.

Foi consultado também o acervo da Fundação Patrimônio Histórico da Energia de São Paulo, cujas séries fotográficas documentam a instalação de trilhos de bondes nas ruas e avenidas da cidade de São Paulo, do fim do século XIX até meados do século XX. Neste conjunto de documentos foram encontradas duas fotografias do prédio do instituto, uma de 1902 e outra de 1911. Na primeira, o imóvel aparece tal como seu projeto original; na segunda, já é identificado como Instituto Pasteur. As imagens registram o rápido crescimento da cidade de São Paulo — de uma localidade pequena com pouco mais de 230 mil habitantes, em 1900, para um município com 580 mil habitantes antes de 1920, resultado da vinda dos imigrantes europeus e da implantação do parque industrial na cidade. Foi nesse ambiente de grande desenvolvimento urbano, industrial, intelectual e de grandes descobertas científicas que se deu a criação do Instituto Pasteur de São Paulo.

A exposição foi formada por fotografias legendadas e pequenos textos, dispostos em cinquenta painéis de aço escovado e acrílico, que contam a história do Instituto Pasteur por meio de imagens representativas de seu passado e presente. Além das fotografias do prédio central, o conjunto é composto por diversas fotos do acervo do Instituto Pasteur retratando as festividades de sua reinauguração em 1918 como instituição pública, com a presença de autoridades e personalidades políticas da época e exposição de fotografias de instalações e eventos. Também foram expostas imagens de funcionários ou populares que procuravam tratamento, reforçando a imagem da instituição em seus cem anos de atividades no tratamento anti-rábico e controle da doença.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Gambetta, Wilson Roberto et alii 1979 Instituto Pasteur de São Paulo: 75 anos de atividade. 1903-1978. São Paulo, Secretaria de Estado da Saúde.         [ Links ]

Lacaz, Carlos da Silva 1989 Médicos italianos em São Paulo: trajetória em busca de uma nova pátria. São Paulo, Gráfica Editora Aquarela.        [ Links ]

Salles, Maria do Rosário Rolfsen 1997 Médicos italianos em São Paulo: 1890-1930. São Paulo, Editora Sumaré/Fapesp.         [ Links ]

Teixeira, Luiz Antonio 1995 Ciência e saúde na terra dos bandeirantes: a trajetória do Instituto Pasteur de São Paulo no período de 1903-1916. Rio de Janeiro, Editora da Fiocruz.        [ Links ]

Teixeira, Luiz Antonio 1992 'O Instituto Pasteur de São Paulo: uma contribuição à história das instituições biomédicas no Brasil'. Physis: revista de saúde coletiva, vol. 3, nº 1, pp. 147-80.        [ Links ]

 

 

1 A exposição 'Centenário do Instituto Pasteur de São Paulo: sua trajetória. 1903-2003' foi montada no Espaço da Fiat, na avenida Paulista, como parte dos eventos comemorativos do centenário do instituto. A coordenação, pesquisa e elaboração dos textos da exposição ficaram a cargo de Maria Regina Cardoso Sandoval.

 

 

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