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Anais da Academia Brasileira de Ciências

versão impressa ISSN 0001-3765versão On-line ISSN 1678-2690

Resumo

RODRIGUES, Elaine G.; DOBROFF, Andrey S.; TABORDA, Carlos P.  e  TRAVASSOS, Luiz R.. Antifungal and antitumor models of bioactive protective peptides. An. Acad. Bras. Ciênc. [online]. 2009, vol.81, n.3, pp.503-520. ISSN 0001-3765.  http://dx.doi.org/10.1590/S0001-37652009000300015.

Peptídeos são moléculas particularmente reativas produzidas por uma grande variedade de espécies, aptos a exercer um número de funções em organismos uni-e multicelulares como mediadores, agonistas e substâncias regulatórias. Alguns deles exercem efeitos citotóxicos em células outras das que os produzem, e podem ter um papel controlando subpopulações e protegendo certas espécies ou tipos celulares. No presente, focalizamos peptídeos antifúngicos e antitumorais e discutimos alguns modelos nos quais seqüências específicas e estruturas exercem efeitos inibitórios diretos ou estimulam uma resposta imune protetora. O peptídeo letal ("killer"), deduzido de um anticorpo anti-idiotípico, com várias atividades antimicrobianas bem como outros peptídeos derivados de imunoglobulinas com atividades citotóxicas incluindo efeitos antitumorais são modelos estudados in vitro e in vivo. O peptídeo P10 da gp43 de P. brasiliensis e a perspectiva de vacina contra a paracoccidioidomicose é outro tópico ilustrando o efeito protetor in vivo contra um fungo patogênico. Peptídeos antimicrobianos catiônicos com atividades antitumorais são os principais revistos aqui. O tratamento local do melanoma murino com o peptídeo gomesina é outro modelo estudado na Unidade de Oncologia Experimental (UNONEX) da UNIFESP.

Palavras-chave : peptídeos bioativos; Paracoccidioides brasiliensis; células tumorais; peptídeo letal; melanoma; apoptose.

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