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Arquivos de Gastroenterologia

versão impressa ISSN 0004-2803versão On-line ISSN 1678-4219

Resumo

ARTIFON, Everson L. A.; PAULO, Sakai; CARDILLO, Guilherme Z.  e  ISHIOKA, Shinichi. Punção suprapapilar por agulha para acesso ao ducto biliar comum: perfil laboratorial. Arq. Gastroenterol. [online]. 2006, vol.43, n.4, pp.299-304. ISSN 0004-2803.  http://dx.doi.org/10.1590/S0004-28032006000400011.

RACIONAL: A cateterização para acesso às vias biliares na colangiopancreatografia retrógrada pode apresentar dificuldades técnicas, sendo necessário freqüentemente efetuar-se papilotomia, procedimento não isento de complicações como perfuração e pancreatite OBJETIVOS: Demonstrar menor incidência de complicações a partir do perfil laboratorial, através de nova técnica desenvolvida, a punção suprapapilar MATERIAL E MÉTODOS: Após aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa da instituição, 30 pacientes foram selecionados no período de julho de 2003 a agosto de 2004. Preenchidos os critérios de inclusão e exclusão, os pacientes, após explicação do protocolo e a assinatura do consentimento livre e esclarecido, foram submetidos a colangiopancreatografia retrógrada pela técnica de punção suprapapilar. Após o procedimento, foi feito seguimento com o paciente internado para avaliar possíveis complicações, bem como determinação dos níveis séricos da amilase, lipase e proteína C reativa nas 4 h, 12 h e 24 h subseqüentes e reavaliados 60 dias após. O estudo estatístico foi feito por análise de variância para medidas múltiplas e comparações múltiplas foram feitas por meio do teste de Wald RESULTADOS: O sucesso da técnica ocorreu em 93,4% (28/30) dos pacientes. Não foram observadas alterações estatisticamente significantes no perfil laboratorial. Complicações relacionadas à técnica de punção ocorreram em dois pacientes: um pelo não uso do fio guia e em outro por hemorragia, após dilatação da papila. Relacionadas ao procedimento, ocorreram duas perfurações retroduodenais: uma decorrente de punção e outra após passagem do cesto de Dormia pela fístula dilatada. Após seguimento de 60 dias, nenhuma complicação foi observada CONCLUSÃO: Punção suprapapilar permite procedimentos investigativos e terapêuticos sem aumento significativo da amilase, lipase e proteína C reativa. Na punção diagnóstica ocorre reepitelização completa da papila, enquanto na dilatação da fístula mantém-se a perviedade, porém sem complicações.

Palavras-chave : Pancreatocolangiografia retrógrada endoscópica; Pancreatite; Cateterismo; Hemorragia.

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