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Arquivos de Neuro-Psiquiatria
Print version ISSN 0004-282X
Abstract
PUCCIONI-SOHLER, Marzia et al. Esclerose múltipla: correlação clínico-laboratorial. Arq. Neuro-Psiquiatr. [online]. 2001, vol.59, n.1, pp. 89-91. ISSN 0004-282X. http://dx.doi.org/10.1590/S0004-282X2001000100018.
Aspectos clínicos e demográficos de 86 pacientes com o diagnóstico de esclerose múltipla (EM) forma clinicamente definida foram comparados aos achados do líquido cefalorraqueano. Do grupo total 30% encontrava-se em surto, 41% em remissão e 29% na forma crônica progressiva. Os pacientes com a forma crônica progressiva apresentavam índice de IgG sugestivo de imunoliberação intratecal em 76% dos casos, enquanto que aumento deste parâmetro foi observado em apenas 46% e 49%, das formas em surto e remissão, respectivamente (p<0,005). Os dados obtidos no estudo quantitativo da síntese intratecal de IgG contribuem para a demonstração de diferenças imunológicas entre ambas as formas de EM, surto-remissão e crônica progressiva. O uso de corticóides reduz quantitativamente a síntese intratecal de IgG mas não a síntese de bandas oligoclonais.
Keywords : esclerose múltipla; líquido cefalorraqueano; bandas oligoclonais; focalização isoelétrica.












