SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
vol.83 issue2Brain death: medical management in seven Brazilian pediatric intensive care unitsRisk factors for anemia in infants assisted by public health services: the importance of feeding practices and iron supplementation author indexsubject indexarticles search
Home Pagealphabetic serial listing  

Services on Demand

Journal

Article

Indicators

Related links

Share


Jornal de Pediatria

Print version ISSN 0021-7557On-line version ISSN 1678-4782

Abstract

FERNANDES, Taciana A. P.; CORRENTE, José Eduardo  and  MAGALHAES, Claudia S.. Seguimento do estado de remissão de crianças com artrite idiopática juvenil. J. Pediatr. (Rio J.) [online]. 2007, vol.83, n.2, pp.141-148. ISSN 0021-7557.  http://dx.doi.org/10.1590/S0021-75572007000200008.

OBJETIVO: Caracterizar a atividade inflamatória articular e sistêmica na artrite idiopática juvenil (AIJ), determinando o estado de remissão com e sem uso de medicação. MÉTODOS: Um total de 165 casos de AIJ, acompanhados em média por 3,6 anos, foram revisados para caracterização de episódios de inatividade, remissão clínica com e sem medicação. Os dados obtidos foram analisados por meio de estatística descritiva, análise de sobrevida, comparação das curvas de Kaplan-Meier, teste de log rank e análise de regressão logística binária para determinação de fatores preditivos para a remissão ou atividade persistente. RESULTADOS: Dos casos revisados, 108 preencheram os critérios de inclusão: 57 pacientes (52,7%) apresentaram um total de 71 episódios de inatividade, com 2,9 anos em média para cada episódio; 36 episódios (50,7%) de inatividade resultaram em remissão clínica sem medicação, sendo 35% do subtipo oligoarticular persistente. A probabilidade de remissão clínica com medicação em 2 anos foi de 81, 82, 97 e 83% para casos de AIJ oligoarticular persistente, oligoarticular estendida, poliarticular e sistêmica, respectivamente. A probabilidade de remissão clínica sem medicação em 5 anos após o início da remissão foi de 40 e 67% para pacientes com AIJ oligoarticular persistente e sistêmica, respectivamente. Houve associação significante da atividade persistente com o uso combinado de medicações para artrite. A idade de início da AIJ foi o único fator preditivo para remissão clínica (p = 0,002). CONCLUSÃO: Nesta coorte, a probabilidade da AIJ evoluir para remissão clínica foi maior nos subtipos oligoarticular persistente e sistêmico, comparados ao curso poliarticular.

Keywords : Artrite idiopática juvenil; remissão clínica; remissão clínica com medicação; crianças; adolescentes.

        · abstract in English     · text in English | Portuguese     · English ( pdf epdf ) | Portuguese ( pdf epdf )

 

Creative Commons License All the contents of this journal, except where otherwise noted, is licensed under a Creative Commons Attribution License