SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
vol.92 issue2Prevalence of musculoskeletal pain in adolescents and association with computer and videogame useHigh-frequency profile in adolescents and its relationship with the use of personal stereo devices author indexsubject indexarticles search
Home Pagealphabetic serial listing  

Services on Demand

Journal

Article

Indicators

Related links

Share


Jornal de Pediatria

Print version ISSN 0021-7557On-line version ISSN 1678-4782

Abstract

SILVA, Francislaine Veiga da et al. Avaliação nutricional de crianças com colestase crônica. J. Pediatr. (Rio J.) [online]. 2016, vol.92, n.2, pp.197-205. ISSN 1678-4782.  https://doi.org/10.1016/j.jped.2015.07.006.

Objetivo:

Avaliar a situação nutricional de crianças com colestase persistente e comparar os índices antropométricos entre crianças com e sem cirrose hepática e crianças com e sem icterícia.

Métodos:

Foram incluídas crianças com colestase persistente, ou seja, aumento da bilirrubina direta ou alterações na enzima canalicular, gamaglutamiltransferase (GGT). As medidas antropométricas foram peso, estatura ou altura, circunferência do braço (CB), espessura da prega cutânea do tríceps (TST), circunferência muscular do braço (CMB) e índice de massa corporal (IMC).

Resultados:

Foram avaliadas 91 crianças com colestase, com idade média de 12 meses; 33% e 30,8% dos pacientes apresentaram índices P/I e A/I com escore Z abaixo de –2, respectivamente. Com relação ao índice P/A e IMC, somente 12% e 16% dos pacientes, respectivamente, apresentaram escore Z abaixo de –2. Com relação à CB, 43,8% de 89 pacientes avaliados apresentaram alguma depleção. Observando a TST, 64% dos pacientes que apresentaram depleção, 71,1% dos 45 pacientes avaliados apresentaram algum grau de depleção com relação ao índice de CMB.

Conclusão:

A avaliação do peso em pacientes com doenças hepáticas crônicas poderá superestimar a situação nutricional devido a visceromegalia, edema subclínico ou ascite. Os índices que correlacionam peso e altura, como P/A e IMC, também podem não mostrar depleção devido à doença crônica em que há depleção tanto do peso quanto da altura. A TST, BC e CMB são parâmetros que estimam melhor a situação nutricional e devem fazer parte de gestão de pacientes com doenças hepáticas e colestase.

Keywords : Colestase neonatal; Nutrição; Doença hepática crônica; Antropometria.

        · abstract in English     · text in English | Portuguese     · English ( pdf ) | Portuguese ( pdf )